Calculadora Amortização Financiamento Imobiliário?

Calculadora Amortização Financiamento Imobiliário

Como calcular amortização de financiamento imobiliário?

4. Como calcular amortização de financiamento imobiliário? – O cálculo da amortização do seu financiamento imobiliário é feito com base no valor principal da dívida, ou seja no total financiado por você para compra do imóvel. Por exemplo, se você financiou R$180 mil, a sua dívida terá esse valor e, consequentemente, a amortização acontece sobre ele.

Entretanto, vale ressaltar que o valor das prestações não é composto apenas pelo saldo devedor, mas também por juros e outras taxas envolvidas no processo. Sendo assim, é preciso considerar no cálculo o valor da amortização em si somado às taxas do seu financiamento. Lembre-se também de considerar o sistema de amortização do seu contrato.

No SAC, por exemplo, os juros diminuem ao longo dos meses, mas o valor da amortização se mantém. Ou seja, se o valor da sua amortização é R$1 mil, ele seguirá inalterado, o que vai mudar é apenas o valor das taxas, que são reduzidas de forma constante, alterando assim o valor total das parcelas do seu financiamento.

Como realiza o cálculo de uma amortização?

Cálculo de amortização – Para realizar o cálculo de amortização, é necessário dividir o valor total da sua dívida contraída pelo número de meses (o número de parcelas). Daí você tem o valor das amortizações para somar os juros.

Como calcular se vale a pena amortizar financiamento?

Como tomar a decisão – Mas antes de antecipar as parcelas é preciso avaliar se vale mesmo a pena. “Antes de amortizar, verifique se não há penalidades contratuais e faça uma análise comparativa entre a rentabilidade do investimento que seria feito com o valor e a economia gerada pela redução dos juros”, destaca Guimarães.

A comparação entre os juros do financiamento e de um possível investimento é importante para que o devedor entenda se vale mesmo a pena optar pela amortização. Na prática, especialistas explicam que é preciso calcular se aquele valor não estaria melhor empregado em um produto de investimento. Se o rendimento da aplicação for superior ao juros cobrado, fica mais vantajoso do ponto de vista financeiro deixar o dinheiro rendendo e só realizar o pagamento no futuro.

Tudo depende do porcentual cobrado pelo financiamento, explica Andressa Bergamo, planejadora financeira e sócia-fundadora da AVG Capital. “Um exemplo: se o financiamento tem juros de 11%, e o investimento rende 13%, vale mais a pena amortizar. Se o financiamento tem juros de 4% ou 5%, é melhor investir.”

Qual o desconto para quitar financiamento imobiliário?

Como conseguir desconto – Ao optar pela quitação antecipada de parte da dívida é possível diminuir o número de parcelas ou o valor das prestações. A opção que permite descontos nos juros é a que reduz o número de parcelas. Dessa forma, o valor final do financiamento é reduzido. Como os juros incidem sobre esse valor, ficarão mais baixos. Veja como diminuir o valor do imóvel

Qual o sistema de amortização mais vantajoso?

Qual a vantagem da tabela Price e do SAC? – Masini diz que essa escolha é sempre do comprador. Deve-se optar pela forma de pagamento que mais se adequa à realidade financeira, escolhendo o fator de correção (TR ou IPCA) que julgue mais econômico no momento da assinatura do contrato do financiamento.

Já Vainer afirma que, quando se necessita de financiamento, o melhor a fazer é sempre optar pelo prazo mais curto possível, para pagar menos juros. Nos financiamentos imobiliários, paga-se juros sobre o saldo devedor. Por isso, quanto mais amortização, menos o comprador desembolsa com juros. Para ele, se o comprador pagar uma prestação maior no início, será mais vantajoso.”O sistema SAC (Sistema de Amortização Constante) é preferível à tabela Price porque representa uma economia de cerca de 10%, em média.

A vantagem da tabela Price é que a parcela inicial é, normalmente, bem menor. No entanto, pelo SAC, apesar de as parcelas serem maiores no começo, há uma amortização maior da dívida, que leva a uma economia significativa no final”, diz Vainer. Compare os dois sistemas no quadro abaixo: num financiamento de R$ 200 mil em 20 anos, a prestação do SAC começa R$ 439 mais cara, mas o valor total pago no final é quase R$ 30 mil mais baixo.

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Qual o melhor dia para amortizar o financiamento?

Então qual é o melhor dia para amortizar? – O melhor dia seria no exato dia do vencimento, porém se tentar fazer isso há uma enorme chance de você receber o aviso abaixo, dizendo que a opção está indisponível para contrato com parcelas em aberto. Isso acontece porque o sistema ainda não acusou o pagamento, mesmo quando está em débito automático. (Espertinho o banco né?) Aí a solução é amortizar logo que puder, no dia seguinte, ou seja, logo que vencer amortizar o quanto antes. Isso vai fazer com que você pague o mínimo de juros diários e eliminará o efeito negativo da correção monetária, muitas vezes reduzindo o número de parcelas eliminadas, o que seria uma bela desvantagem pois cada parcela eliminada com uma amortização reduzindo tempo faz com que o valor da amortização das parcelas seguintes aumente e o valor dos juros diminua.

  1. Espero ter ajudado.
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Quando vale a pena amortizar?

Ouça em voz alta Pausar Quando vale a pena amortizar um financiamento? Basicamente, os momentos que valem a pena optar pela amortização antecipada do seu contrato de financiamento são aqueles em que não há outra opção mais rentável para investir ou alocar os recursos extras recebidos.

Quando vale a pena amortizar financiamento imobiliário?

Amortização de financiamento de imóvel: como quitar o valor de 30 anos em menos tempo? Comprar um imóvel requer um bom planejamento financeiro. Afinal de contas, a maioria dos brasileiros encontra no financiamento imobiliário a única alternativa para o sonho da casa própria.

Mas, cá entre nós, ninguém quer ficar mais de 30 anos pagando o lar doce lar, não é mesmo? E é aí que entra em cena o processo de amortizar o financiamento, “A amortização de financiamento de imóvel é o coração pulsante de um crédito imobiliário”, afirma Mozar Carvalho, sócio fundador do escritório Machado de Carvalho Advocacia.

Isso porque, de acordo com o profissional, trata-se do processo pelo qual o valor principal de um empréstimo é gradualmente reduzido. “A cada pagamento, o devedor não apenas cobre os juros, mas também retoma, pedaço por pedaço, a propriedade plena do seu imóvel”, esclarece.

Sistema de Amortização Constante (SAC): o pagamento é fixo durante todo o período de financiamento. No entanto, como o saldo devedor vai diminuindo com o tempo, os juros – que são calculados sobre o saldo devedor – reduzem progressivamente. Isso resulta em prestações decrescentes ao longo do tempo. Tabela Price: neste sistema, o valor da parcela também é constante durante todo o financiamento. “A principal característica é que, nas primeiras prestações, a maior parte do valor pago refere-se aos juros, e uma pequena parte ao pagamento do valor do financiamento. À medida que o tempo avança, essa relação se inverte, com uma porção maior do pagamento sendo destinada à amortização e uma menor aos juros. Isso ocorre porque os juros são calculados sobre o saldo devedor, que diminui a cada mês”, explica Carvalho.

Ainda de acordo com o advogado, a escolha entre esses sistemas depende do perfil do tomador do crédito, do fluxo de caixa previsto e das condições de mercado. Além disso, na hora de realizar a amortização do crédito imobiliário, você também precisará definir qual o sistema que prefere:

Por tempo: ao antecipar o valor do financiamento, haverá a redução do número de parcelas restantes para quitar o contrato. Ou seja, reduz o prazo de vencimento original do financiamento. Por valor da parcela: o investidor mantém o número de parcelas e prazo total de vencimento intactos, mas diminui o valor a ser pago em cada parcela futura.

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“Amortizar por valor da parcela pode ser aparentemente atrativo, já que pode reduzir o valor mensal da sua parcela. Porém, essa opção não fica tão vantajosa no longo prazo, pois você continuará pagando juros. Por isso, a melhor escolha é amortizar por tempo e reduzir o prazo de pagamento desse imóvel”, analisa Godoy.

Claro que antes de fechar o crédito imobiliário, é necessário conhecer a fundo os juros praticados. Afinal, em uma economia tão dinâmica, as taxas de financiamento imobiliário são como bússolas que nos guiam dentro do planejamento financeiro. “Falar em taxa média no Brasil é sempre algo complicado, pois estamos falando de um produto de crédito restrito e com diversas variáveis, como valor, prazo e renda dos tomadores.

No site do Banco Central, que traz estatísticas sobre os juros para financiamento de imóvel, apresenta valores aproximados entre 9% e 12% ao ano”, pontua Rogério Alexandre Gonçalves, professor da FIA Business School. Além disso, vale saber que o valor original devido no financiamento, a depender da origem dos recursos utilizados para a compra do imóvel por parte do devedor (poupança ou FGTS), poderá ser corrigido pela:

Taxa de Juros Referencial; INCC (Índice Nacional da Construção Civil); IGP-M (Índice Geral de Preços de Mercado); IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).

“A taxa de juros final do financiamento poderá aumentar conforme a existência de garantias e seguros, conforme o prazo do financiamento e da probabilidade de o devedor não honrar com os compromissos acordados no futuro. Dessa forma, é possível afirmar que a taxa varia constantemente, majoritariamente atrelados ao comportamento de variáveis macroeconômicas como juros, inflação e câmbio”, comenta Jonas Carvalho, fundador da Hike Capital.

Valor do financiamento R$ 100 mil
Juros devidos R$ 171.272,71
Total devido R$ 271.272,71

Fonte: Thiago Godoy Veja que, como já era de se imaginar, o valor da taxa de juros é muito maior do que a do financiamento propriamente dito. Por isso, a importância de amortizar o financiamento e evitar pagar mais do que o dobro do montante contratado.

Essa é outra ótima opção para tentar antecipar o crédito imobiliário. Aliás, existem duas opções para utilizar o FGTS: abater o valor da parcela, limitado a 80% do preço do boleto, e que pode ser feito todos os anos, ou quitar todo o saldo devedor, que aí só pode ser feito depois de 2 anos do primeiro uso do Fundo de Garantia.

Ainda assim, é necessário ter em mente que há certas condições e restrições impostas pelo governo para essa modalidade de utilização do FGTS para amortizar o financiamento. Algumas das principais regras são: 1. O imóvel deve estar localizado no mesmo município onde o trabalhador exerce sua atividade profissional.2.

O financiamento deve ser realizado através do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) ou do Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), que são os sistemas regulamentados pelo governo.3. O trabalhador precisa ter saldo suficiente na conta do FGTS para efetuar a amortização do financiamento.4. Há um limite máximo de financiamento de imóvel estabelecido pelo governo, o qual deve ser respeitado para a utilização do FGTS.

“É importante ressaltar que o trabalhador interessado em utilizar o FGTS para amortizar o financiamento de imóvel deve solicitar essa modalidade na instituição financeira responsável pelo financiamento”, pontua Jonas Carvalho. Para fazer o cálculo corretamente, o primeiro passo é saber que o valor final vai depender da forma de amortização que você escolheu no contrato.

  • Ou seja, se foi via SAC ou via Price.
  • Além disso, existem ferramentas e calculadoras online que auxiliam na tarefa.
  • Mas é fundamental que o usuário compreenda as variáveis e os princípios por trás dos cálculos.
  • De posse desse conhecimento, o caminho pelo labirinto financeiro se torna menos intrincado, permitindo uma visão clara das obrigações futuras e do custo total do financiamento”, afirma Mozar Carvalho.

Mas como a gente não deixaria você na mão, pedimos a ajuda do professor da FIA Business School, Rogério Alexandre Gonçalves, que trouxe uma simulação de quanto seria necessário para amortizar todo o financiamento de R$ 400 mil em menos tempo. Vale saber que esses R$ 400 mil foram financiados em 30 anos a uma taxa de 12% a.a.

3 anos: R$ 120.001 por ano (algo como R$ 10 mil por mês); 5 anos: R$ 66.668 anuais (aproximadamente R$ 5.555,66 a cada 30 dias); 7 anos: R$ 43.811 a cada 12 meses (em torno de R$ 3.650,91 mensais); 10 anos: R$ 26.668 por ano (mais ou menos R$ 2.222,33 por mês).

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Importante salientar mais uma vez aqui que junto desses valores, também existe a parcela mensal do financiamento. Por isso, como dito no início da matéria, comprar um imóvel requer bastante planejamento financeiro. A gente sabe que pode ser um tanto quanto difícil amortizar o financiamento.

  1. Por isso, separamos algumas sugestões do fundador da Hike Capital que podem te ajudar nessa empreitada.
  2. Veja só! Se sua situação financeira permitir, você pode optar por pagar parcelas mensais maiores do que o valor mínimo exigido.
  3. Isso reduzirá o saldo devedor mais rapidamente e, consequentemente, diminuirá o tempo total de pagamento.

Sempre que possível, faça pagamentos adicionais no financiamento, além das parcelas mensais. Esses pagamentos antecipados são diretamente aplicados na redução do saldo devedor e ajudam a acelerar o processo de amortização. Ao receber recursos extras, como o 13º salário ou bônus, direcione uma parte desses valores para o pagamento antecipado do financiamento.

Isso contribuirá para a redução do saldo devedor e, consequentemente, para a diminuição do prazo de pagamento. Em alguns casos, é possível considerar o refinanciamento ou a portabilidade do financiamento. Avalie as condições do mercado e verifique se existem instituições financeiras que oferecem taxas de juros mais baixas ou condições mais favoráveis.

Isso pode permitir que você obtenha um novo contrato de financiamento com prazos menores. “Um financiamento de imóvel é mais do que um compromisso financeiro, é um compromisso com o futuro, com a estabilidade e com a realização de sonhos. A chave para navegar com sucesso por esse mar é a informação.

Como quitar financiamento imobiliário mais rápido?

Quanto você realmente está pagando no seu financiamento imobiliário? – Antes de entendermos como acelerar o pagamento de um financiamento, é fundamental saber como as parcelas são formadas. Todo empréstimo de longo prazo é composto da seguinte maneira: Valor principal (amortização) + juros + seguros + taxas administrativas O valor principal (ou principal, apenas) representa o que efetivamente está sendo pago em relação ao total da dívida.

  1. Já o restante (juros, seguros e taxas) representa o custo do financiamento: o dinheiro que você deixa para o banco.
  2. Todo mês, o saldo devedor é atualizado e o cálculo da parcela é feito com base nesse valor.
  3. Logo, quando você acelera o pagamento das parcelas restantes, o saldo devedor se torna menor e o valor dos juros acaba diminuindo por consequência.

Assim, para quitar o financiamento do seu imóvel mais rápido, você precisa acelerar o pagamento do valor principal da dívida, ou seja, a amortização do financiamento. E é claro, sempre vale prestar atenção não só na taxa de juros, mas também no Custo Efetivo Total (CET) do seu financiamento.

O que acontece se eu amortizar financiamento?

O que é amortização de financiamento? – Amortizar um financiamento imobiliário quer dizer diminuir o valor original da dívida, já que o débito total é reduzido. Ou seja, isso quer dizer que todas as vezes que uma parcela é paga, o cliente está amortizando o saldo a ser quitado.

Contudo, a amortização não consiste em somente quitar as prestações todos os meses. Também é possível adiantar pagamentos para que não seja necessário arcar com os juros e as taxas que estão inseridos nas prestações. Para tanto, é necessário contar com disponibilidade de capital para antecipar suas obrigações com o contrato, bem como controle financeiro e disciplina.

Se o devedor conseguir economizar ou receber um dinheiro a mais, como horas extras, décimo terceiro salário, férias, participação nos lucros e resultados da empresa ou, até mesmo, o valor de uma rescisão após sair do emprego, é possível usar a quantia para amortizar o financiamento.

Qual o melhor tipo de amortização para financiamento imobiliário?

Como fazer a amortização de financiamento imobiliário – Atualmente, existem dois tipos de métodos para o financiamento imobiliário: a Tabela Price (Sistema Francês de Amortização) e a Tabela SAC (Sistema de Amortização Constante), responsáveis por definir de que forma o comprador de imóvel irá amortizar o empréstimo que ele fez.

A principal diferença entre os métodos está na forma e rapidez de amortização, Na Tabela Price, por exemplo, as parcelas começam mais baixas e são fixas durante todo o período de financiamento. Na Tabela SAC, por outro lado, as prestações são mais altas no início e menores no final, uma vez que há amortização mensal do valor financiado.

COMO FAZER AMORTIZAÇÃO DE FINANCIAMENTO NA CAIXA, ITAÚ, INTER, BANCO DO BRASIL, BRADESCO E SANTANDER

No geral, a segunda opção é a mais utilizada, uma vez que reduz o tempo do financiamento. Muitos especialistas indicam, inclusive, a Tabela SAC como a melhor opção para a amortização de financiamento imobiliário para evitar uma bola de neve formada pelos juros.