Calculadora Da Pegada Ecológica?

Como fazer o cálculo da Pegada Ecológica?

Como calcular a pegada ecológica? Para calcular a sua pegada ecológica é bastante simples, basta avaliar qual o impacto que a sua alimentação, os seus hábitos de consumo, habitação, transporte, entre outros, têm sobre o planeta.

O que é calculadora da Pegada Ecológica?

Descrição – A Calculadora Pegada Ecológica permite verificar o impacto individual no consumo de recursos naturais do planeta Terra. Responda as perguntas do teste descubra qual é o tamanho da sua pegada. A ferramenta foi desenvolvida pela Escola GEDAF e está disponível para acesso pela internet.

O que é a Pegada Ecológica e como ela é calculada?

1. Como se calcula a Pegada Ecológica? A Pegada Ecológica mede a quantidade de terra biologicamente produtiva e de área aquática necessárias para produzir os recursos que um indivíduo, população ou atividade consome para absorver os resíduos que gera, considerando a tecnologia e o gerenciamento de recursos prevalecentes.

A área é expressa em hectares globais (hectares com produtividade biológica na média mundial). Os cálculos da pegada usam fatores de rendimento para normalizar a produtividade biológica de países com as médias mundiais (p. ex., comparação de toneladas de trigo por hectare no Reino Unido versus a média mundial por hectare) e fatores de equivalência para levar em consideração as diferenças de produtividade média mundial entre tipos de terras (p.

ex., média mundial para florestas versus média mundial para terras de cultivo). Os resultados da pegada e da biocapacidade para os países são calculados anualmente pela Global Footprint Network (Rede Global da Pegada Ecológica). São estimuladas as colaborações com governos nacionais, que servem para aprimorar os dados e a metodologia usada para os balanços nacionais de Pegada Ecológica.

Até a presente data, a Suíça completou uma revisão, e Bélgica, Equador, Finlândia, Alemanha, Irlanda, Japão e os Estados Unidos revisaram parcialmente ou estão revisando seus balanços. O desenvolvimento metodológico contínuo dos Balanços de Pegadas Nacionais é supervisionado por um comitê formal de revisão.

Uma publicação detalhada sobre métodos e cópias de modelos de planilhas de cálculos pode ser encontrada em www.footprintnetwork.org As análises de pegadas podem ser conduzidas em qualquer escala. Há o reconhecimento crescente da necessidade de padronizar aplicações subnacionais da Pegada para aumentar a comparabilidade entre estudos em diferentes locais e em anos distintos.

  • Os métodos e as abordagens para calcular a Pegada de municípios, organizações e produtos atualmente estão sendo alinhados por meio de uma iniciativa global de padrões de Pegada Ecológica.
  • Para obter mais informações sobre padrões de Pegada Ecológica: www.footprintstandards.org 2.
  • O que a Pegada Ecológica inclui? O que exclui? Para evitar exagerar a demanda humana sobre a natureza, a Pegada Ecológica inclui somente aqueles aspectos do consumo de recursos e da produção de resíduos para os quais a Terra tem capacidade regenerativa, e onde existam dados que permitam que essa demanda seja expressa em termos de área produtiva.

Por exemplo, descargas tóxicas não são contabilizadas em balanços de Pegada Ecológica. A captação de água doce também não é, apesar da energia usada para bombear ou tratar a água ser incluída. Os balanços de Pegada Ecológica fornecem dados instantâneos da demanda e disponibilidade de recursos no passado.

Não preveem o futuro. Desse modo, ainda que a Pegada não estime perdas futuras causadas pela degradação atual dos ecossistemas, se essa degradação persistir, poderá ser refletida em balanços futuros como uma redução na biocapacidade. Os balanços de Pegada também indicam a intensidade com que uma área biologicamente produtiva está sendo utilizada.

Por ser uma medida biofísica, também não avalia as dimensões sociais e econômicas essenciais da sustentabilidade. Como o comércio internacional é levado em consideração? Os balanços nacionais de Pegada Ecológica calculam a Pegada Ecológica relacionada ao consumo total de cada país somando a Pegada de suas importações e de sua produção, e subtraindo a Pegada de suas exportações.

  1. Isso significa que o uso de recursos e as emissões relacionadas à produção de um carro fabricado no Japão, mas vendido e utilizado na Índia, contribuirão para a Pegada de consumo da Índia mais do que para a do Japão.
  2. As pegadas de consumo nacionais podem ser distorcidas quando os recursos usados e os resíduos gerados na manufatura de produtos para exportação não são bem documentadas para cada país.

As imprecisões no comércio relatadas podem afetar significativamente as estimativas de Pegada para países em que o fluxo de comércio seja grande em comparação com o consumo total. Porém, isso não afeta a Pegada total global.3. Como a Pegada Ecológica contabiliza o uso de combustíveis fósseis? Combustíveis fósseis como o carvão, o petróleo e o gás natural são extraídos da crosta terrestre e não são renováveis em lapsos de tempo ecológicos.

  1. Quando esses combustíveis queimam, emitem dióxido de carbono (CO2) para a atmosfera.
  2. Esse CO2 pode ser armazenado de duas maneiras: o sequestro dessas emissões com tecnologia humana, como injeções em poços profundos, ou o sequestro natural.
  3. O sequestro natural ocorre quando os ecossistemas absorvem CO2 e o armazenam na forma de biomassa, como as árvores, ou no solo.

Calcula-se a Pegada de carbono estimando a quantidade de sequestro natural que seria necessária para manter uma concentração constante de CO2 na atmosfera. Depois de subtrair a quantidade de CO2 absorvida pelos oceanos, os balanços de Pegada Ecológica calculam a área necessária para absorver e reter o carbono remanescente com base na taxa média de sequestro das florestas de todo o mundo.

  1. O CO2 sequestrado por meios artificiais também seria subtraído da Pegada Ecológica total, mas atualmente essa quantidade não é significativa.
  2. Em 2007, um hectare global era capaz de absorver o CO2 liberado pela queima de aproximadamente 1.450 litros de gasolina.
  3. Expressar emissões de CO2 em termos de uma área bioprodutiva equivalente não implica que o sequestro de carbono em biomassa seja a chave para a solução das mudanças do clima globais.

Pelo contrário, mostra que a biosfera não tem capacidade suficiente para amortizar as atuais taxas de emissões antropogênicas de CO2. A contribuição das emissões de CO2 para a Pegada Ecológica total se baseia em uma estimativa das produtividades florestais médias mundiais.

  • Essa capacidade de sequestro pode mudar ao longo do tempo.
  • Conforme as florestas amadurecem, suas taxas de sequestro de CO2 tendem a decrescer.
  • Se as florestas forem degradadas ou desmatadas, podem se tornar emissoras líquidas de CO2.
  • As emissões de carbono de algumas fontes que não a queima de combustíveis fósseis são incorporadas aos Balanços Nacionais de Pegada Ecológica em nível global.

Incluem emissões fugitivas da queima de gás durante a produção de petróleo e de gás natural, o carbono liberado por reações químicas na produção de cimento e as emissões das queimadas em florestas tropicais.4. A Pegada Ecológica leva outras espécies em consideração? A Pegada Ecológica compara a demanda humana sobre a natureza com a capacidade da natureza de atender a essa demanda.

Portanto, serve como um indicador da pressão humana sobre ecossistemas locais e globais. Em 2007, a demanda da humanidade excedeu a taxa de regeneração da biosfera em mais de 50 %. Tal sobrecarga pode causar o esgotamento dos ecossistemas e a saturação dos sumidouros de resíduos. O estresse sobre os ecossistemas pode ter impacto negativo sobre a biodiversidade.

Entretanto, a Pegada não mede este último impacto diretamente, e tampouco especifica o quanto essa sobrecarga deve ser reduzida para evitar impactos negativos.5. A Pegada Ecológica define o que é um uso “justo” ou” igualitário” dos recursos? A Pegada documenta o que aconteceu no passado.

Pode descrever quantitativamente os recursos usados por um indivíduo ou uma população, mas não estabelece o que deveriam utilizar. A distribuição de recursos é uma questão de políticas públicas, baseada em crenças da sociedade sobre o que é ou o que não é igualitário. Apesar de a contabilização da Pegada poder determinar a biocapacidade média disponível per capita, não estipula como essa biocapacidade deveria ser distribuída entre indivíduos ou países.

Entretanto, de fato oferece um contexto para essas discussões.6. Qual é a relevância da Pegada Ecológica, já que a oferta de recursos renováveis pode ser aumentada e os avanços tecnológicos podem desacelerar o esgotamento dos recursos não renováveis? A Pegada Ecológica mede o estado atual do uso dos recursos e da geração de resíduos.

Ela pergunta: em um dado ano, as demandas humanas sobre os ecossistemas excedem a capacidade dos ecossistemas de atender a essas demandas? A análise da Pegada reflete tanto aumentos na produtividade dos recursos renováveis como inovações tecnológicas (por exemplo, se a indústria de papel dobrar a eficiência geral da produção de papel, a Pegada por tonelada de papel será reduzida pela metade).

Os balanços de Pegada Ecológica capturam essas mudanças assim que ocorrem, e podem determinar até que ponto essas inovações tiveram sucesso em restringir a demanda humana aos limites da capacidade dos ecossistemas do planeta. Se houver aumento suficiente na oferta ecológica e uma redução na demanda humana devido a avanços tecnológicos ou outros fatores, os balanços da Pegada Ecológica o retratarão como a eliminação da sobrecarga global.

Qual o valor da Pegada Ecológica?

| WWF Brasil Pegada Ecológica global por componente, 1961-2008 (Global Footprint Network, 2011): Atualmente, a média mundial da Pegada Ecológica é de 2,7 hectares globais por pessoa, enquanto a biocapacidade disponível para cada ser humano é de apenas 1,8 hectare global. Tal situação coloca a população do planeta em grave déficit ecológico, correspondente a 0,9 gha/cap.

A humanidade necessita hoje de 1,5 planeta para manter seu padrão de consumo, colocando, com isso, a biocapacidade planetária em grande risco. Projeções para o ano de 2050 apontam que, se continuarmos com este padrão, necessitaremos de mais de dois planetas para mantermos nosso consumo. É necessário um esforço mundial para reverter essa tendência, fazendo com que passemos a viver dentro da biocapacidade planetária.

Projeções tendenciais (Global Footprint Network, 2010): Outro grave efeito da excessiva exploração da natureza é a perda acelerada da biodiversidade, ou seja, o desaparecimento ou declínio do número de populações de espécies de plantas e animais. A perda da biodiversidade verificada entre os anos de 1970 e 2000, cerca de 35%, somente é comparável a eventos de extinção em massa ocorridos apenas quatro ou cinco vezes durante bilhões de anos da história da Terra.

Como é feito o cálculo da pegada de carbono?

Como calcular pegada de carbono? – O cálculo da pegada de carbono pode ser feito digitalmente e on-line. Atualmente, muitas instituições oferecem as calculadoras de pegada de carbono. Para calcular, basta fornecer algumas informações básicas que costumam estar atreladas ao estilo de vida.

  1. Sendo assim, inclui dados sobre gasto de energia, água, tamanho da residência, meios de transporte que usa, etc.
  2. Em poucos minutos você consegue saber qual é a sua pegada de carbono, o quanto emite por ano ou por mês.
  3. O interessante deste cálculo é que ele mostrará, em números mais compreensíveis, o quanto de gases de efeito estufa você emite.

Existem sites que convertem essa quantidade em reais. É uma forma de convidar você a participar do movimento de compensação de carbono. Assim, você tenta ressignificar a emissão de carbono que aconteceu em sua vida. O dinheiro pode servir para apoiar uma organização ou instituição que realiza projetos sustentáveis.

  1. Outra boa ideia é usar este dinheiro para ajudar na mudança do seu estilo de vida.
  2. Quando for consumir algum produto ou serviço, pode usar este dinheiro se as empresas envolvidas tiverem responsabilidade ambiental.
  3. É uma forma de incentivar o comércio e os negócios sustentáveis, mostrando para o mercado a importância de pensar no meio ambiente.
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Confira abaixo algumas calculadoras de pegada de carbono:

Iniciativa Verde BTG Pactual MOSS Neutralize Carbono Carbon FootPrint Eccaplan

Quantas terras eu preciso para viver?

2. Como é feita a conta da pegada ecológica – O cálculo feito para descobrir quantos planetas são necessários para manter nosso estilo de vida adota a medida de hectare global, São consideradas as áreas de atividades de agricultura, pecuária, áreas urbanas, florestas e quantidade de carbono, Projeções (Global Footprint Network, 2010) Esses números apontam uma situação preocupante. À medida que esse problema se agrava, intensificam as disputas por recursos.

Quantos planetas Terra precisa ter para viver é consumir?

Dia de Sobrecarga da Terra 2021: precisamos de 1,7 planeta para suprir nossas demandas Photo by Hermes Rivera on Unsplash No dia 29 de julho de 2021, chegamos mais uma vez ao Dia da Sobrecarga da Terra. Esta data marca o momento em que o nosso consumo anual de serviços e recursos naturais ultrapassa o que a Terra pode regenerar naquele mesmo ano. Após um cenário global de recessão econômica, ainda que mantido um alto nível de desemprego, a produção e o consumo começaram a dar sinais de recuperação e o dia voltou a cair exatamente na mesma data de 2019 — 29 de julho —, ano anterior ao coronavírus. Imagem: Instituto Akatu Faltando ainda (quase) meio ano, já esgotamos a nossa cota de recursos naturais da terra para 2021. — Susan Aitken, líder da Câmara Municipal de Glasgow e conselheira da Global Footprint Network É fundamental que governos, empresas e que as pessoas repensem seus modelos econômicos e hábitos.

De acordo com os dados usados para calcular o Dia da Sobrecarga da Terra, precisamos de 1,7 planeta para manter os padrões atuais de produção e consumo. E, por mais absurdo que pareça, é importante lembrar que só temos um planeta e que nossa sobrevivência depende do seu equilíbrio. O diretor-presidente do Akatu, Helio Mattar, reforça a importância da reflexão que o Dia da Sobrecarga da Terra traz e a necessidade urgente de se adiar esta data.

“O adiantamento do Dia da Sobrecarga da Terra de 2021 ilustra a importância das ações coletivas e a urgência na revisão dos nossos modelos de produção e consumo. A recuperação econômica global frente ao coronavírus precisa levar em conta aspectos socioambientais e oferecer respostas à Crise Climática”, afirma.

Quantos planetas você precisa para viver?

O mundo esgotou nesta quarta-feira (02/08) seus limites biológicos para o ano 2023: a humanidade precisaria de cerca de 1,7 planeta para manter o atual estilo de vida. A conclusão é da ONG ambientalista Global Footprint Network, sediada nos Estados Unidos.

A curva da sobrecarga ecológica se aplainou nos últimos cinco anos, mas é difícil distinguir se a tendência é “gerada por uma desaceleração econômica ou por esforços de descarbonização intencionais”. O Dia da Sobrecarga da Terra chega cinco dias mais tarde do que em 2022, mas isso se deve, em grande parte, ao modo como a rede ambientalista coleta dados.

Seja como for, está lenta demais a imposição de limites à exploração exagerada dos recursos naturais. Segundo os cálculos da ONG, o Dia da Sobrecarga teria que ser 19 dias mais tarde a cada ano nos próximos sete anos para que se alcancem as metas climáticas globais de corte das emissões carbônicas causadoras do efeito estufa.

Em comunicado, o diretor-presidente da Global Footprint, Steven Tebbe, associou o esgotamento dos recursos do planeta – do dematamento à queima de combustíveis fósseis – aos eventos climáticos extremos: “A sobrecarga constante provoca sintomas cada vez mais evidentes, incluindo ondas de calor atípicas, incêndios florestais, secas e inundações, com o risco de comprometer a produção de alimentos.” Em 1970, quando a ONG começou a divulgar sua estimativa anual, a biocapacidade da Terra – definida como a “capacidade dos ecossistemas de produzirem materiais biológicos usados pelos humanos e absorverem os resíduos gerados por eles” – era mais do que suficiente para atender à demanda anual.

Contudo, no meio século desde então, a humanidade regularmente retirou recursos demais de seu único planeta. Desigualdade no uso dos recursos A Global Footprint Network também calcula os dias da sobrecarga das diferentes nações. O do Brasil será em 12 de agosto, mas na Alemanha ele chegou em 4 de maio: se todos vivessem como a população do país europeu, seriam necessários três planetas para sustentar a humanidade durante um ano.

Os Estados Unidos e os Emirados Árabes Unidos – onde a Conferência do Clima das Nações Unidas se realiza em 2023 – alcançaram a sobrecarga ecológica em 13 de março. Assim como em 2022, o Catar se destaca como infrator-mor, já tendo esgotado em 10 de fevereiro seus recursos renováveis. O Sul Global arcará com grande parte do custo da destruição ambiental causada pelo esgotamento de recursos.

Do mesmo modo, são as gerações futuras que vão sofrer as consequências da crise climática que está sendo agravada agora pelo consumo excessivo. A Indonésia ou o Equador, por exemplo, não atingirão a sobrecarga até dezembro – portanto vivem relativamente de acordo com seus próprios meios.

Quais são as 3 pegadas ecologicas?

A Família das Pegadas A Pegada Ecológica é o indicador mais conhecido quando se fala em medir os impactos da ação humana sobre o meio ambiente. Mas ela não está sozinha e, juntamente com a Pegada de Carbono e Pegada Hídrica, forma o que chamamos de Família de Pegadas.

Pegada Ecológica – Mede os impactos da ação humana sobre a natureza, analisando a quantidade de área bioprodutiva necessária para suprir a demanda das pessoas por recursos naturais e para a absorção do carbono. Pegada de Carbono – Mede os impactos da humanidade sobre a biosfera, quantificando os efeitos da utilização de recursos sobre o clima. Pegada Hídrica – Mede os impactos que as atividades humanas causam na hidrosfera, monitorando os fluxos de água reais e ocultos.

É importante destacar que nem tudo pode ser capturado por esses indicadores. É possível mapear apenas a utilização direta dos recursos naturais. Já os recursos indiretos que são oferecidos pela natureza, como os serviços de ecossistemas ou os valores de opção de usos futuros dos recursos naturais, não podem ser mapeados.

Todas as pegadas tentam capturar de diferentes formas as pressões do consumo humano sobre os recursos naturais. Os três indicadores revelam a distribuição desigual do uso de recursos entre habitantes de diferentes regiões do mundo. Com base nesses dados é possível subsidiar políticas de desenvolvimento e endossar conceitos como contração e convergência, justiça ambiental e partilha justa.

Complementariedade Os três indicadores da Família de Pegadas complementam-se mutuamente no que se refere à avaliação da pressão humana no planeta. : A Família das Pegadas

Qual é a pegada ecológica média do brasileiro?

A Pegada Ecológica do Brasil é de 2,9 hectares globais por habitante, indicando que o consumo médio de recursos ecológicos do cidadão brasileiro é bem próximo da média mundial (2,7 hectares globais por habitante).

Quais são os componentes utilizados para calcular a pegada ecológica?

A Pegada Ecológica é uma metodologia de contabilidade ambiental que avalia a pressão do consumo das populações humanas sobre os recursos naturais. Expressada em hectares globais (gha), permite comparar diferentes padrões de consumo e verificar se estão dentro da capacidade ecológica do planeta.

O que diminui a pegada ecológica?

Práticas que ajudam a diminuir sua Pegada Ecológica Da Redação | 02/07/2013, 00h00 Estilos de vida mais equilibrados são fundamentais ao planeta. Veja link no Saiba Mais para calcular sua pegada ecológica e confira abaixo algumas dicas para diminuir sua marca sobre os recursos naturais Consuma alimentos da estação e, se possível, produzidos localmente, preferindo os orgânicos.

Evite alto consumo diário de carne animal, produtos industrializados e de fast food, com embalagens.Faça a coleta seletiva de lixo, evite substituir aparelhos que agregam alta tecnologia desnecessariamente e reduza o consumo de produtos descartáveis.Procure adquirir produtos de empresas que estejam envolvidas em programas de responsabilidade socioambiental e com certificação ambiental.Ao comprar móveis, verifique se a madeira é certificada com o selo FSC (www.fsc.org.br).Não compre animais silvestres.

Se for adquiri-los, veja se a criação tem certificação do Ibama.Adote equipamentos e tecnologias que reduzem o consumo de água e energia, como isolamentos térmicos e aparelhos com o selo Procel.Procure identificar vazamentos.Desligue aparelhos, inclusive da tomada, quando não estiverem sendo utilizados.

  • Municípios brasileiros fazem parceria com a WWF

O cálculo da Pegada Ecológica começou a ser realizado também para as cidades brasileiras em 2010, quando a WWF-​Brasil estudou os hábitos de consumo da população de Campo Grande. O resultado apontou uma pegada de 3,14 gha/cap. O trabalho foi feito em parceria com a prefeitura da capital de Mato Grosso do Sul, a Global Footprint Network (GFN), a empresa Social Ecossistemas e a Universidade Anhanguera.

  • O objetivo foi ter uma ferramenta para ajudar no planejamento e na gestão pública, mobilizar a população para rever os hábitos de consumo e estimular empresas a ­melhorar suas cadeias produtivas.
  • Em seguida, em São Paulo, a WWF-Brasil fez parceria com os governos municipal e estadual e a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) para a realização do estudo para a cidade e o estado de São Paulo.

A pesquisa foi lançada em junho de 2012, durante a Rio+20, e revelou que a Pegada Ecológica média do estado é de 3,52 gha/cap e da capital, de 4,38. Se todas as pessoas do planeta consumissem de forma semelhante aos paulistas, seriam necessários quase dois planetas.

  1. A Universidade Federal do Acre também fez uma parceria com a WWF- Brasil e, atualmente, está sendo calculada a Pegada Ecológica de Rio Branco, com mais de 300 mil ­habitantes.
  2. Projetos de sustentabilidade
  3. Diversos projetos que tramitam no Congresso buscam o desenvolvimento sustentável do país

Vários tratam das compras feitas pelos governos federal, estaduais e municipais, buscando estimular práticas sociais responsáveis, prevendo a preferência pela produção com sustentabilidade ambiental. É o caso das propostas que alteram a Lei de Licitações (Lei 8.666/1993) para incluir requisitos ligados à preservação do meio ambiente nas concorrências públicas.

  • Outros projetos sobre o tema são o PLS 366/2008, do ex-senador Expedito Júnior, o PLS 224/07, de Lúcia Vânia (PSDB-GO), e o PLS 5/2011, de Magno Malta (PR-ES).
  • Há também projetos que tratam do pagamento por serviços ambientais, como o PLS 155/2012, de Rodrigo Rollemberg (PBS-DF), e o PLS 483/2009, do ex-senador Gilberto ­Goellner.
  • Alguns dos diversos outros projetos sobre sustentabilidade em tramitação são o PLS 289/2012, de Vital do Rêgo (PMDB-PB), que dispõe sobre a obrigatoriedade de relatório de sustentabilidade para as companhias ou sociedades anônimas; e o PLS 739/2011, do senador licenciado Marcelo Crivella (PRB-RJ), que determina a elaboração de planos de sustentabilidade social e econômica para obras de engenharia financiadas, total ou parcialmente, com recursos da União ou de entidades da administração indireta.
  • Relatório detalha situação do planeta

Sem mudanças no consumo, em 2030 nem mesmo dois planetas serão suficientes para a humanidade Foto: WWF-Canon/Richard Stonehouse

  1. A
  2. A cada dois anos, a Rede WWF compila dados de todos os continentes e dezenas de países no Relatório Planeta Vivo, uma análise baseada na ciência sobre o planeta e o impacto da atividade humana sobre ele.
  3. Para a edição mais recente, de 2012, foi preparado o sumário executivo A Caminho da Rio+20, com uma análise da área ambiental 20 anos depois da Conferência Rio 92 (Eco 92).

Foram usados dois indicadores, a pegada Ecológica e o Índice Planeta Vivo (IPV) — que acompanha a evolução de mais de 9 mil populações de 2.688 espécies de vertebrados no período posterior a 1970, registrando alterações na saúde dos ecossistemas do planeta.

Entre as principais conclusões, está a de que as demandas da ­humanidade por recursos naturais excedem a capacidade do nosso planeta para nos sustentar. A demanda dobrou desde 1966 e hoje estamos consumindo o equivalente a 1,5 planeta para realizar nossas ­atividades. A Pegada Ecológica dos países de renda elevada é cinco vezes maior que a pegada dos países de baixa renda.

A biodiversidade encolheu 30% em todo o mundo entre 1970 e 2008, sendo que, nos trópicos, a redução foi de 60%. Mas há capacidade para criar um futuro que forneça alimentos, água e energia para as 9 bilhões ou 10 bilhões de pessoas que devem compartilhar o planeta em 2050.

  • De acordo com o Relatório Planeta Vivo, os governos devem assumir o compromisso com a conservação ambiental e adotar ações que ­garantam a proteção dos ecossistemas, por exemplo, o incentivo à criação e à implementação de áreas protegidas, o combate ao desmatamento, o incentivo ao ­consumo responsável e o estímulo a boas práticas produtivas.
  • No que se refere às cidades, é fundamental que elas usem mecanismos de avaliação de impactos, como a Pegada Ecológica, e adotem políticas públicas de mitigação que ajudem a reduzir os impactos e garantam qualidade de vida.
  • Já os cidadãos precisam repensar o próprio consumo, avaliar até que ponto os hábitos cotidianos estão impactando o meio ambiente e fazer escolhas mais sustentáveis.
  • Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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: Práticas que ajudam a diminuir sua Pegada Ecológica

Qual o tamanho de sua pegada ecológica?

Qual é a sua pegada ecológica? Atualmente somos 7 bilhões de habitantes no planeta Terra, a população aumenta 1,2% ao ano. Mantendo o ritmo de crescimento populacional, em 2050 seremos 10.000.000.000 de pessoas vivendo no mesmo local. Você já parou para pensar qual a capacidade máxima de habitantes que o mundo comporta? Quando iremos saturar a capacidade de renovação dos bens que consumimos, da água que bebemos e dos alimentos que comemos? Esses questionamentos fazem parte da definição de pegada ecológica.

É um conceito surgido nos anos 1990 que reflete quais marcas nós deixamos e o que causamos ao lugar onde moramos. A definição de pegada ecológica, de acordo com a WWF (World Wildlife Fund – Fundo Mundial da Natureza) é uma metodologia para calcular qual a pressão do consumo das populações humanas sobre os recursos naturais.

Expressada em hectares globais, permite comparar diferentes padrões de consumo e verificar se estão dentro da capacidade ecológica do planeta. Um hectare global significa um hectare de produtividade média mundial para terras e águas produtivas em um ano.

Nessa conta também levamos em consideração a biocapacidade do planeta, a capacidade dos ecossistemas em produzir recursos úteis e absorver os resíduos gerados pelo ser humano. Todos os hábitos do nosso cotidiano influenciam na pegada ecológica: o que comemos, como é nossa residência, nosso padrão de consumo de bens e serviços, como nos transportamos, quanto de resíduos produzimos.

A pegada ecológica brasileira é de 2,9 hectares globais por pessoa, segundo da WWF. Isso significa que, se todos os habitantes do mundo consumissem como nós, seria necessário 1,6 planeta. A média mundial da pegada ecológica é de 2,7 hectares globais por pessoa, enquanto a biocapacidade disponível para cada ser humano é de apenas 1,8 hectare global.

QUER APRENDER A CALCULAR A SUA PEGADA ECOLÓGICA? Vários sites fornecem a chance de calcular a pegada ecológica individual, mas a mais confiável é da própria WWF Brasil, onde você responde sobre alimentação, moradia, bens, serviços, tabaco e transporte.e calcule sua pegada ecológica. E CONFIRA ALGUMAS DICAS DE COMO DIMINUIR A SUA PEGADA AMBIENTAL:

Dê preferência para transportes coletivos ou dê carona sempre que possível; Repense suas compras, evite compras por impulso; Use lâmpadas e aparelhos eletrônicos com selo de consumo A; Consuma menos carne, isso ajuda a diminuir a emissão de carbono; Separe os seus resíduos, a reciclagem evita o consumo de matérias-primas virgens; Adote um estilo de vida mais sustentável.

Precisamos nos tornar conscientes do nosso impacto para mudarmos as nossas ações. Gostou deste texto? Compartilhe com os seus amigos e seja um incentivador de boas práticas sustentáveis! : Qual é a sua pegada ecológica?

Quanto maior a pegada ecológica maior o impacto deixado no planeta?

Pegada ecológica. A pegada ecológica e o Meio Ambiente É cada vez mais preocupante a situação do nosso planeta. O homem consome cada dia mais os, não se preocupando com o futuro. A e o consumo exagerado de água, por exemplo, afetam diretamente toda a população, e nós nem nos damos conta de onde estamos errando.

  • Com o objetivo de saber o quanto cada um de nós e as cidades estão gastando de recursos naturais para manter nosso estilo de vida, foi criada, em 1996, por William Rees e Mathis Wackernagel, a ” pegada ecológica “.
  • Essa pegada é uma espécie de medição da utilização dos recursos naturais e está relacionada diretamente com os hábitos de vida de uma população.

A pegada ecológica é calculada com base nos territórios chamados de produtivos, tais como terra para colheita, área de pesca, terra construída e áreas de, e nas formas de consumo de uma população. Entre as formas de consumo, a pegada analisa diversos itens, como a alimentação, transporte, energia e bens e serviços.

  • Podemos dizer, portanto, que a pegada expressa a área (em hectares) que uma população usa para conseguir seu sustento.
  • Quando analisamos a pegada ecológica, é possível estabelecer uma estimativa entre a quantidade de consumo e o tempo que o planeta precisa para conseguir recuperar aquele recurso (quando é possível haver regeneração).

Estima-se que atualmente nosso consumo esteja tão exagerado que, para conseguir manter nosso padrão de vida, necessitaríamos de aproximadamente um planeta e meio, Não pare agora. Tem mais depois da publicidade 😉 Claro que a sociedade industrializada consome mais recursos que a com menos tecnologia.

  • Sendo assim, dizemos que ela possui uma maior pegada ecológica.
  • Como sua pegada é maior, ela afeta todo o globo, pois necessita de mais recursos para conseguir suprir sua necessidade de consumo e também acaba poluindo mais por gerar mais resíduos.
  • Medidas que controlem a pegada ecológica são essenciais para verificar até que ponto nosso impacto está prejudicando o planeta.

Se consumirmos mais do que nosso planeta é capaz de produzir, em breve enfrentaremos uma grande crise ambiental, com a falta de recursos e a diminuição acelerada da nossa biodiversidade.

  • Como posso diminuir minha pegada ecológica?
  • Você pode diminuir sua pegada ecológica com atitudes simples. Veja só alguns exemplos:
  • – Sempre que possível, deixe seu carro em casa e procure ir a pé.

– Só compre o que é realmente necessário. Não seja consumista!

  1. – Diminua o consumo de carne, uma vez que populações que se alimentam muito desse produto necessitam da criação de grandes pastagens.
  2. – Diminua o tempo de banho.
  3. -Separe o lixo orgânico do reciclado.
  4. – Não deixe as luzes acesas sem necessidade.

Atenção: Para você calcular sua pegada ecológica, ! O idioma pode ser escolhido após selecionar o país no mapa. : Pegada ecológica. A pegada ecológica e o Meio Ambiente

Qual a pegada ecológica dos EUA?

Recursos de um planeta finito 2009, Ano 6, Edição 50 – 21/05/2009 Mathis Wackernagel e Alessandro Galli Ao longo dos últimos 200 anos, a humanidade tornou-se altamente eficiente em retirar e utilizar os generosos recursos da natureza. Hoje, infelizmente, o uso dos recursos naturais ultrapassa significativamente o que a natureza pode renovar – tanto que, se continuarmos a trajetória atual, para atender às nossas demandas será necessária a utilização de recursos equivalentes a dois planetas Terra já no início de 2030. Com o uso de medidas robustas que nos indiquem o quanto ainda resta da natureza, o quanto usamos e quem usa o quê, poderemos entender melhor a pressão antrópica sobre o planeta e tomar os passos necessários para equilibrar o orçamento da Terra. A Pegada Ecológica ( Ecological Footprint ) é um instrumento de aferição de recursos que mede a produtividade biológica da terra e do mar, necessária para a produção de todos os recursos consumidos e absorvidos por uma população utilizando a tecnologia existente. A Pegada compara a demanda humana por serviços ecológicos e a disponibilidade do planeta Terra de atender a essa demanda, da mesma forma que a contabilidade financeira confronta dispêndios e renda. Esse instrumento também nos mostra como a estrutura e o funcionamento de nossas economias e sociedades afetam os recursos naturais. Da mesma forma que o PIB, por exemplo, rastreia os fluxos monetários, revelando um quadro do status monetário de um país, a Pegada segue a pista dos fluxos de recursos e resíduos e fornece um quadro do quanto um país depende de recursos naturais e serviços ecológicos. Globalmente, o uso humano dos recursos naturais é feito de maneira 31% mais rápida do que a velocidade com que a natureza consegue se regenerar. Ou seja, estamos tomando um empréstimo com nosso planeta e, hoje, a biosfera precisa de quase um ano e quatro meses para repor os recursos que usamos (e absorver os resíduos que produzimos) em um ano. Os resultados dessa dívida ecológica podem ser menos óbvios do que os resultados da bolha financeira que provocou uma crise econômica mundial, mas não são menos sombrios: as mudanças climáticas, os cardumes ameaçados, o esgotamento do solo, a poluição atmosférica, o declínio da biodiversidade e a escassez de água e alimentos são todos sintomas da crescente pressão da humanidade sobre os recursos naturais. A demanda humana superou a oferta pela primeira vez nos anos 1980, e esse déficit vem crescendo desde então, principalmente por causa do rápido crescimento da pegada de carbono, que afere o uso da eletricidade e dos combustíveis fósseis. Três quartos da população humana vivem hoje em países que são devedores ecológicos, demandando uma biocapacidade maior que a existente dentro de suas fronteiras. Porém, a demanda relativa de recursos entre esses países varia muito. A pegada de um indivíduo médio nos Estados Unidos é de 9,4 hectares globais (equivalente a cerca de dez campos de futebol); nos países da União Européia é de 4,7 hectares globais, embora o país com a maior pegada per capita seja os Emirados Árabes Unidos (9,5 hectares globais). A pegada média per capita no Brasil é de 2,4 hectares globais, mais baixa que a média mundial, embora mais alta que a cota mundial compartilhada de 2,1 hectares globais por pessoa. O Haiti, o Afeganistão e o Malavi são os países que ostentam as menores pegadas, abaixo de 0,5 hectares globais e, na maioria dos casos, muito pequenas para atender aos requisitos mínimos de alimentação, habitação, infraestrutura e saneamento. Em muitos países pobres com pegadas menores, o crescimento populacional está provocando o aumento no consumo geral de recursos, mesmo que isso signifique a redução do consumo per capita, A China e os EUA são os países que exercem a maior pressão total sobre os recursos mundiais, cada um consumindo 21% da biocapacidade global – representando juntos quase a metade da demanda humana por serviços da natureza. É óbvio que a economia humana não poderá continuar a operar como se os recursos ecológicos fossem ilimitados. Não é apenas a saúde do meio-ambiente natural que está em jogo. Se isso continuar, o gasto ecológico deficitário provocará graves consequências econômicas e sociais. A escassez de recursos naturais e a destruição dos ecossistemas deverão disparar os preços dos alimentos e da energia, ao mesmo tempo em que o valor dos investimentos de longo prazo entrará em colapso. Num mundo globalizado de 6,7 bilhões de pessoas, precisamos de instrumentos precisos e eficazes de aferição de recursos que nos capacitem a gerenciar o nosso capital natural e tomar decisões que caibam no nosso orçamento ecológico. Embora os dados possam parecer chocantes, ainda existem chances de reverter as atuais tendências: a criação de cidades e infraestrutura eficientes no manejo de recursos naturais; a promoção de boas práticas de tecnologia verde e inovação, colocando a limitação dos recursos como ponto central na tomada de decisões – da qual a aferição ecológica desempenhe um papel fundamental. Ao nos aproximarmos de um futuro com limitações crescentes de recursos naturais, as sociedades mais bem sucedidas serão aquelas que investirem na economia verde. Esse esforço não apenas favorecerá as nações que a adotarem, mas podem dar início ao processo decisivo de redução da pegada global, assegurando os recursos naturais dos quais depende o bem-estar da humanidade. * Traduzido do original em inglês por Emmanuel Cavalcanti Porto, do Ipea/Dirur Mathis Wackernagel, Ph.D, é fundador e diretor-executivo da Global Footprint Network Alessandro Galli é PhD em Ciências Químicas pela Universidade de Siena University e pesquisador do Programa de Contabilidade Nacional da Global Footprint Network Para mais informações sobre a Pegada Ecológica visite o site www.footprintnetwork.org

Quem criou a pegada ecológica?

O termo ‘pegada ecológica’ foi criado pelos cientistas canaden- ses Mathis Wackernagel e William Rees em 1990 e hoje é internacio- nalmente reconhecido como uma das formas de medir a utilização, pelo homem, dos recursos naturais do planeta.

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O que é pegada ecológica exemplos?

O que a pegada ecológica representa – A pegada ecológica representa um método comparativo entre o consumo e o fôlego ecológico do planeta. Vale destacar que, em alguns casos, a indústria produtora e os consumidores não estão cientes do impacto dos bens no meio ambiente.

  1. Sendo assim, quando um empresário decide abrir uma fábrica de roupas, por exemplo, ele precisará utilizar uma quantidade considerável de recursos naturais,
  2. À medida que o consumidor precisar de outra peça, comprará outro produto.
  3. Contudo, nenhuma das partes envolvidas sabem quais recursos foram extraídos na natureza, tampouco o impacto causado.

Tal escassez de conhecimento prejudica a elaboração de ações e, concomitantemente, contribuem para o déficit ecológico.

O que é calculadora de pegada de carbono?

Calculadora Pegada de Carbono. Esta aplicação permite que você possa medir a Pegada de Carbono, que é a quantidade de emissões de Gases de Efeito Estufa que contribuem na Mudança Climática, ou o impacto que você deixa no planeta com atividades de sua vida cotidiana.

Qual a diferença entre pegada ecológica e pegada de carbono?

Pegada ecológica e pegada de carbono: qual a diferença? – Pegada ecológica e pegada de carbono são metodologias desenvolvidas para medir o impacto da atividade humana no meio ambiente. Mesmo eles tendo o mesmo propósito, não são a mesma coisa. Vamos listar aqui três das principais diferenças:

A pegada de carbono leva em consideração apenas as atividades relacionadas à emissão de gases de efeito estufa, já a pegada ecológica descreve todas as atividades em que uma pessoa está envolvida e os recursos naturais utilizados ou desperdiçados. A pegada de carbono fornece a quantidade bruta de emissão de carbono equivalente em toneladas por ano como resultado, já a pegada ecológica fornece valores da área de terra e água que são necessários para repor os recursos consumidos. A pegada de carbono visa reduzir o impacto sobre o meio ambiente, reduzindo o aquecimento global e mitigando as mudanças climáticas, já a pegada ecológica considera todos os possíveis impactos no meio ambiente.

Ou seja, a pegada de carbono faz parte do cálculo da pegada ecológica, mas o contrário não acontece. → Conheça Linus, feita para te acompanhar em todos os momentos com a menor pegada ambiental possível

Como avaliar a pegada de carbono?

A preocupação com a sustentabilidade tem ganhado cada vez mais destaque, tanto para indivíduos, empresas e países. Nesse sentido, a pegada de carbono tem se tornado um assunto de extrema importância ao considerarmos as mudanças climáticas e seus impactos.

  1. Leia este artigo para descobrir como sua empresa pode contribuir para a redução da pegada de carbono e entender por que isso está se tornando cada vez mais crucial! O QUE É A PEGADA DE CARBONO? Avaliar a pegada de carbono é o processo de medir a quantidade de carbono liberada na atmosfera.
  2. Essa medida pode ser feita em nível individual, por atividades, eventos, empresas, organizações e governos.

Ao calcular a pegada de carbono, consideramos as emissões totais de gases de efeito estufa, como o dióxido de carbono (CO2) e o metano (CH4), provenientes das atividades humanas em nosso planeta. Se você valoriza questões socioambientais e está preocupado com o impacto ambiental da sua organização no planeta, é provável que queira saber como calcular a pegada de carbono na prática.

  1. COMO CALCULAR? É simples, alguns sites oferecem uma calculadora digital.
  2. Nela, você precisa fornecer informações simples para ser feito uma estimativa sobre o valor da sua pegada de carbono.
  3. As calculadoras usam diversos estudos sobre as emissões de gases poluentes, inclusive, a média global de emissões.

Funciona da seguinte forma:

Escolha um site para calcular sua pegada de carbono

A calculadora da ONU, por exemplo, (disponível em inglês, francês e espanhol) considera aspectos de nossa casa, nosso modo de transporte habitual e estilo de vida. Mas existem diversos outros sites, como: Calculadora Moss, Neutralize Carbono, Iniciativa Verde,

Informe seus dados de consumo

Independentemente da calculadora que você escolher, será solicitado que você forneça dados sobre o seu consumo. Normalmente, esses dados estão relacionados a um período de 12 meses e, em alguns casos, ao consumo diário. Alguns exemplos de perguntas comuns são:

  • Quantas pessoas moram com você?
  • Qual tipo de gás você utiliza e qual é o seu consumo médio?
  • Quanto você gasta de energia elétrica?
  • Qual é o seu meio de transporte diário? Qual é o tipo de combustível e qual é o seu gasto mensal?
  • Você realizou viagens aéreas?
  • Quanto aos hábitos de consumo, algumas calculadoras perguntam sobre a quantidade de roupas compradas em um ano. Outras solicitam informações sobre os produtos eletrônicos e eletrodomésticos que você possui em casa.

Embora possa parecer que há muitas perguntas, o tempo para realizar o cálculo geralmente não ultrapassa 10 minutos. É um processo rápido e os resultados são exibidos imediatamente. O CÁLCULO PARA EMPRESAS O cálculo da pegada de carbono para empresas envolve considerações adicionais em comparação com o cálculo individual.

Definir o escopo: Determine quais fontes de emissões serão incluídas no cálculo. Isso pode variar de acordo com o setor da empresa e suas atividades específicas. Os escopos mais comuns são:

  1. emissões diretas provenientes de fontes de propriedade ou controle da empresa, como emissões de veículos da frota da empresa ou de processos de fabricação;
  2. emissões indiretas resultantes da aquisição de eletricidade, calor ou vapor pela empresa;
  3. emissões indiretas resultantes de atividades da cadeia de suprimentos, viagens de negócios, transporte de produtos, uso de produtos vendidos, entre outros.
  • Coletar dados: Identifique e colete os dados relevantes necessários para calcular as emissões de cada escopo. Isso pode incluir o consumo de energia, dados de combustíveis, dados de viagens de negócios, dados de transporte de mercadorias, entre outros. Muitas empresas também podem precisar envolver seus fornecedores para obter informações sobre as emissões da cadeia de suprimentos.
  • Aplicar fatores de emissão: Converta os dados coletados em emissões de gases de efeito estufa usando fatores de emissão apropriados. Esses fatores podem ser obtidos a partir de bancos de dados de emissões reconhecidos, como o Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) ou outras fontes relevantes para o setor específico da empresa.
  • Calcular as emissões: Some as emissões de cada escopo para obter a pegada de carbono total da empresa.

OS DADOS SOBRE SUA EMISSÃO DE CARBONO Após concluir os cálculos, você receberá informações sobre a quantidade de gases emitidos em toneladas. Algumas calculadoras até comparam seus resultados com a média global, para você ter uma noção de sua emissão em comparação com outras pessoas.

  • Algumas calculadoras também oferecem a opção de converter o valor em toneladas de carbono para moeda local, permitindo que você tenha uma ideia do valor em dinheiro que poderia ser destinado a projetos sustentáveis.
  • Essa é uma maneira de se envolver ainda mais na redução das emissões de gases de efeito estufa.

COMO REDUZIR A SUA PEGADA DE CARBONO? A redução da pegada de carbono é um passo importante para mitigar os impactos das mudanças climáticas. Tanto para pessoas quanto para empresas, existem diversas ações práticas que podem ser adotadas. Abaixo estão alguns exemplos:

  • Economizar energia: aproveite a luz natural e mantenha cortinas e persianas abertas durante o dia; considere a instalação de painéis solares para gerar energia renovável.
  • Promover a mobilidade sustentável: se possível, dê preferência por caminhar, andar de bicicleta ou utilizar transporte público em vez de carro particular.
  • Gerenciar resíduos adequadamente: recicle e reutilize materiais sempre que possível, reduza o consumo de plásticos descartáveis, optando por alternativas sustentáveis.
  • Compensar emissões: para neutralizar as emissões inevitáveis, apoie projetos de compensação de carbono, como reflorestamento ou energia renovável.

COMO REDUZIR A PEGADA DE CARBONO DA SUA EMPRESA? Uma vez que a pegada de carbono de uma empresa tenha sido calculada, é importante adotar medidas para compensar ou reduzir suas emissões. Aqui estão algumas ações que as empresas podem considerar:

  • Eficiência energética: Implementar práticas de eficiência energética para reduzir o consumo de energia e as emissões relacionadas. Isso pode incluir a atualização de equipamentos, o uso de tecnologias mais eficientes e a adoção de sistemas de gestão de energia;
  • Uso de energias renováveis: Investir em fontes de energia renovável para suprir parte ou a totalidade das necessidades energéticas da empresa. Isso pode incluir a instalação de painéis solares, ou uso de energia eólica;
  • Instalação de painéis solares: A empresa pode instalar painéis solares em seus edifícios ou terrenos para gerar energia limpa e renovável. A energia solar pode ser usada para alimentar equipamentos e sistemas internos, reduzindo a dependência de fontes de energia tradicionais.
  • Incentivo a comunidades: Apoiar iniciativas de eficiência energética em comunidades, fornecendo tecnologias e soluções que reduzam o consumo de energia e as emissões de gases de efeito estufa.

CONHEÇA A HIDROPLAN Se você está em busca de orientações e soluções práticas para reduzir a sua pegada de carbono, a Hidroplan é a parceira ideal. Com vasta experiência no assunto, a Hidroplan oferece consultoria e serviços especializados para pessoas e empresas que desejam adotar medidas efetivas de sustentabilidade! Entre em contato e conheça melhor nossas soluções! REFERÊNCIAS E-Cycle.

Pegada de carbono: o que é e para que serve? Disponível em: https://www.ecycle.com.br/pegada-de-carbono/ Simple Organic.Como calcular a sua pegada de carbono. Disponível em: https://simpleorganic.com.br/blogs/simple-blog/como-calcular-a-sua-pegada-de-carbono REDDA+. Guia prático de como calcular a pegada de carbono.

Disponível em: https://redda.com.br/como-calcular-a-pegada-de-carbono/ PapelSemente. Pegada de carbono – Como calcular e diminuir o impacto. Disponível em: https://papelsemente.com.br/blog/pegada-de-carbono/ MJV. Pegada de carbono: o que é, como calcular e reduzir os impactos.

Quais são os componentes utilizados para calcular a pegada ecológica?

A Pegada Ecológica é uma metodologia de contabilidade ambiental que avalia a pressão do consumo das populações humanas sobre os recursos naturais. Expressada em hectares globais (gha), permite comparar diferentes padrões de consumo e verificar se estão dentro da capacidade ecológica do planeta.

Qual o resultado do cálculo da sua pegada ecológica em número de planetas?

2. Como é feita a conta da pegada ecológica – O cálculo feito para descobrir quantos planetas são necessários para manter nosso estilo de vida adota a medida de hectare global, São consideradas as áreas de atividades de agricultura, pecuária, áreas urbanas, florestas e quantidade de carbono, Projeções (Global Footprint Network, 2010) Esses números apontam uma situação preocupante. À medida que esse problema se agrava, intensificam as disputas por recursos.

O que compõe a pegada?

A Pegada Ecológica de um país, de uma cidade ou de uma pessoa, corresponde ao tamanho das áreas produtivas de terra e de mar, necessárias para gerar produtos, bens e serviços que sustentam determinados estilos de vida.

Como se calcula a biocapacidade?

A biocapacidade se relaciona com os serviços ecossistêmicos, recursos naturais e a capacidade de absorção de resíduos – Biocapacidade, segundo a WWF (World Wide Fund for Nature), é a possibilidade dos ecossistemas proverem matéria biológica para utilização humana e absorverem os resíduos – gerados direta ou indiretamente – pela humanidade, usando as atuais formas de manejo do solo e tecnologias de extração.

Capacidade de produção da agricultura em terras cultiváveisPastagem para a geração de produtos de origem animalAmbientes aquáticos destinados à pesca costeira e continentalQuantidade de vegetação capaz de absorver CO2 e fornecer madeiraÁreas urbanizadas que ocupam solos agrícolasÁrea de reservatórios utilizados para geração de hidroeletricidade

A biocapacidade, ou capacidade biológica, de um ecossistema é a estimativa da produção de recursos naturais expressa em hectares globais por pessoa; portanto, depende da população humana. Um hectare global (dentro do conceito de biocapacidade ) é uma unidade que representa a produtividade biológica média de todos os hectares produtivos na Terra em um determinado ano (porque nem todos os hectares produzem a mesma quantidade de serviços ecossistêmicos).

A biocapacidade é calculada a partir da população e dos dados de uso da terra, e pode ser estimada em vários níveis regionais, como uma cidade, um país ou o mundo como um todo. Em 2008, por exemplo, havia 12 bilhões de hectares de terra e água biologicamente produtivas no planeta. Dividindo-se o número de pessoas vivas naquele ano (6,7 bilhões), deu, como resultado, uma biocapacidade de 1,8 hectares globais por pessoa.

Mas isso pressupondo-se que nenhuma das terras sejam utilizadas para outras espécies que consumam o mesmo tipo de recurso biológico que os humanos.