Calculadora De Intolerância À Lactose?

Calculadora De Intolerância À Lactose

Como calcular o teste de intolerância à lactose?

Crianças: O cálculo da medicação para crianças é: peso x 2 gramas, não podendo passar de 50 gramas o resultado. Quando o resultado é superior a 50, é ministrado 50 gramas de lactose. Adultos: Ministrados 50 gramas de forma padrão.

Qual o valor normal do teste de intolerância à lactose?

Jejum necessário de 8 horas O teste de tolerância à lactose é utilizado para avaliar insuficiência enzimática de lactase intestinal, resultante de dano ou disfunção da mucosa em casos de deficiência idiopática, espru, doença celíaca e gastroenterite.

Indicações: Avaliação de deficiência de lactase Interpretação clínica: Deve-se considerar a diferença entre a glicemia basal e o maior valor da glicose em qualquer momento da curva. O indivíduo é considerado intolerante quando essa diferença for menor que 20 mg/dL. É um exame pouco sensível e específico que vem caindo em desuso.

O diagnóstico deve se basear em teste molecular. Normal: elevação de 20 a 25 mg/dL na glicemia em relação a Basal. Deficiência: elevação inferior a 20 mg/dL em relação a Basal.

Como interpretar o teste genético de intolerância à lactose?

Interpretação do teste genético de intolerância à lactose: Genótipo C/C: Lactase não persistência (Intolerância à lactose) Genótipos C/T e T/T: Lactase persistência (Tolerância à lactose) OBS: O Genótipo C/T apresenta maior suscetibilidade a desenvolver intolerância à lactose em situações de estresse.

Como saber se o teste de intolerância à lactose é positivo?

Se houver aumento da glicemia, significa que houve absorção da lactose. Em pacientes intolerantes, a diferença da glicemia em todas as dosagens após a ingesta de lactose é inferior a 20 mg/dL*, sendo o teste considerado positivo.

Quando o exame de lactose da Negativo?

O teste de tolerância à lactose tem sensibilidade de 75% e especificidade de 96%. Resultados falso-negativos ocorrem em caso de diabetes e supercrescimento bacteriano no intestino delgado. As alterações do esvaziamento gastrointestinal também podem influenciar os resultados do teste de tolerância à lactose.

Quais são os três tipos de intolerância à lactose?

Como consequência, após o consumo desses alimentos, uma pessoa intolerante pode ter diarreia, flatulência e dores abdominais. De acordo com a Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG), existem três tipos de intolerância à lactose: primária, secundária e congênita.

O que pode ser confundido com intolerância à lactose?

‘Menos comumente, a intolerância à lactose é confundida com a doença inflamatória intestinal (doença de Crohn e retocolite ulcerativa) e neoplasias, doenças que normalmente apresentam quadros mais graves, com sangramento, anemia e emagrecimento, o que normalmente não ocorre na intolerância à lactose’, explica a

Qual é a porcentagem de lactose?

A Lactose nos Alimentos: – Majoritariamente, a lactose está presente no leite e seus derivados. Entretanto, existe uma variada gama de alimentos que a possuem em sua composição, mesmo não sendo evidente. Qualquer processo de produção de alimento pode conter lactose como parte de seus ingredientes, seja ele feito de forma caseira ou industrial.

  • Por isso, é tão importante que fique explícito no rótulo a presença ou ausência desse carboidrato.
  • É assegurado por lei que ocorra a declaração da presença de lactose nos rótulos de alimento.
  • De acordo com a RDC 136/2017, essa informação deve ser colocada obrigatoriamente no rótulo, independentemente do tipo de alimento.

Pela regra, temos a seguinte orientação:

Abaixo de 100mg/100g ou ml: Zero Lactose/Não Contém Lactose. De 100mg até 1g/100g ou ml: Baixo Teor de Lactose. Igual ou acima de 100mg/100g ou ml: Contém Lactose.

Além disso, também é assegurado por lei que alimentos desencadeadores de alergias alimentares sejam obrigatoriamente identificados nos rótulos. O leite é um exemplo causador de reação alérgica. Apesar de alergia e intolerância serem situações clínicas diferentes, o reconhecimento do leite em determinado alimento ajuda o indivíduo a identificar aquilo que se relaciona, também, com sua intolerância,

Qual é o normal da lactose?

Valor de referência – Considera-se normal a elevação da glicemia, em relação à de jejum, em pelo menos 20 mg/dL em qualquer das amostras.

O que faz uma pessoa ser intolerante à lactose?

Intolerância à lactose | Biblioteca Virtual em Saúde MS Intolerância à lactose é a incapacidade de digerir a lactose (açúcar do leite). O problema é resultado da deficiência ou ausência de uma enzima intestinal chamada lactase. Esta enzima possibilita decompor o açúcar do leite em carboidratos mais simples, para a sua melhor absorção.

  1. É importante estabelecer a diferença entre alergia ao leite e intolerância à lactose.
  2. A alergia é uma reação imunológica adversa às proteínas do leite, que se manifesta após a ingestão de uma porção, por menor que seja, de leite ou derivados.
  3. A mais comum é a alergia ao leite de vaca, que pode provocar alterações no intestino, na pele e no sistema respiratório (tosse e bronquite, por exemplo).

Causas: – deficiência congênita da enzima: a criança nasce com um defeito genético que impossibilita a produção da lactase; – diminuição na produção da lactase em conseqüência de doenças intestinais; – deficiência primária: ocorre diminuição da produção da lactase como conseqüência do envelhecimento.

Esse fato é mais evidente em algumas raças como a negra (até 80% dos adultos têm deficiência) e menos comum em outras, como a branca (20% dos adultos). Sintomas: Os sintomas mais comuns são náusea, dores abdominais, diarréia ácida e abundante, gases e desconforto. A severidade dos sintomas depende da quantidade ingerida e da quantidade de lactose que cada pessoa pode tolerar.

Em muitos casos pode ocorrer somente dor e/ou distensão abdominal, sem diarréia. Os sintomas podem levar de alguns minutos até muitas horas para aparecer. A peristaltase, ou seja, o movimento muscular que empurra o alimento ao longo do estômago pode influenciar o tempo para o aparecimento dos sintomas.

You might be interested:  Como Calcular 13° Salário?

Alimentos proibidos: – leite de vaca, queijos, manteiga, requeijão e demais derivados de leite; – preparações à base de leite (bolos, pudins, cremes, entre outros); – bolachas e biscoitos que possuem leite em sua composição.Deve-se ressaltar que esta orientação dietética não substitui o acompanhamento pelo médico!

IMPORTANTE: Somente médicos e cirurgiões-dentistas devidamente habilitados podem diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As informações disponíveis em Dicas em Saúde possuem apenas caráter educativo. Dica elaborada em setembro de 2.005 e revisada em abril de 2.018. Fonte: : Intolerância à lactose | Biblioteca Virtual em Saúde MS

Qual a diferença entre tolerância e intolerância à lactose?

A alergia ao leite envolve mecanismos imunológicos contra as proteínas do leite (caseína, alfa-lactoalbumina, beta-lactoglobulina), enquanto a intolerância é um processo secundário à deficiência da enzima responsável pela digestão do principal açúcar do leite, a lactose.

O que acontece se não tratar a intolerância à lactose?

ADQUIRIDA: Manifesta-se após uma inflamação ou algum dano permanente na mucosa intestinal. – TRANSITÓRIA: Condição temporária causada por dano à mucosa intestinal.

A maioria dos intolerantes à lactose não necessita excluí-la totalmente da alimentação, já que o grau de intolerância varia de indivíduo para indivíduo, e grande parte deles toleram quantidades menores de lactose sem apresentar sintomas. Intolerância à lactose e alergia ao leite são situações diferentes.

  • A intolerância é uma incapacidade de digerir algum componente alimentar.
  • No caso, um carboidrato gerando reações adversas.
  • A alergia é uma resposta imunológica do organismo a algum componente alimentar.
  • No caso do leite são as proteínas que desencadeiam essa resposta.
  • A quantidade de lactose necessária para desencadear alguma reação no organismo varia de indivíduo para indivíduo, dependendo da quantidade de lactose ingerida, fracionamento desta ingestão ao longo do dia e do grau de deficiência de lactase.

Os produtos lácteos que são submetidos ao processo de fermentação possuem menos lactose e são mais bem tolerados, como alguns queijos e os iogurtes. A maioria das pessoas intolerantes à lactose pode ingerir até 12g por dia de lactose, o que equivale, em média, a um copo de leite ou dois potes e meio de iogurte, sem apresentar sintomas adversos. OS SINTOMAS SÃO: Dor abdominal (100%), Distensão intestinal (100%), Ruídos estomacais (100%), Flatulência (100%), Náusea (78%), Vômitos (78%), Diarreia (70%) e Constipação (30%). Existem vários graus ou níveis de intolerância à lactose, que podem variar muito de uma pessoa para outra.

Algumas pessoas notam seu efeito após a ingestão de pequenas quantidades de lactose, enquanto outros têm um limiar mais elevado e é mais difícil de perceber a relação causa-efeito. Algumas pessoas permanecem assintomáticas por toda a vida, caso não excedam determinada quantidade de lactose por dia. Há também pessoas que conseguem tolerar queijo perfeitamente (queijo curado contém pouca lactose) ou iogurte (em que parte da lactose tornou-se ácido láctico devido à ação de bactérias), mas mostram sintomas claros assim que bebem um copo de leite.

Cada pessoa precisa saber qual é o seu nível de tolerância e, nesse sentido, é importante saber quanto de lactose diferentes alimentos contêm naturalmente. A sensibilidade também pode mudar ao longo do tempo e com o estado geral de saúde da pessoa. Um episódio de diarreia aguda causada por uma infecção pode reduzir temporariamente os níveis de lactase e aumentar a sensibilidade à lactose por um curto período de tempo.

É normal ter diarréia após exame de lactose?

Lactose, Prova de Absorção, plasma – Outros nomes: DISSACARIDES, TESTE P/ DEFICIT DE, LACTOSE, PROVA DE ABSORCAO DA, LACTOSE, TESTE DE TOLERANCIA A, LACTOSE, TESTE P/ DEFICIT DE, Prova de absorção da lactose, Lactose, Prova de Absorção, Prova de sobrecarga de lactose, Teste oral de tolerância à lactose, Teste oral de intolerância à lactose, Prova de tolerância à lactose, Prova de intolerância à lactose, Teste de intolerância à lactose, Teste tolerância lactose ATENÇÃO – Este exame NÃO é realizado em clientes intolerantes a glicose, diabéticos ou pré-diabético; clientes que utilizam medicação para controle de glicemia (hipoglicemiantes orais ou insulina); clientes que tenham realizado cirurgia bariátrica, Gastroplastia ou Gastrectomia.

Não é realizado em gestantes. – Paciente SEM diabetes em uso de metformina – exame pode ser realizado, sem necessidade de suspensão da medicação. – Paciente SEM diabetes em uso de dulaglutida, semaglutida e liraglutida – suspensão de 10 dias. Clientes menores de 18 anos deverão vir acompanhados de um responsável.

I – Fases do exame e tempo de duração – Trata-se de uma prova de absorção, onde são realizadas dosagens de glicose no sangue antes e após a administração de lactose, via oral (0, 30, 60 e 90 min). – O teste tem duração aproximada de 90 minutos ou conforme tempo determinado pelo médico.

Em alguns casos, podem ocorrer desconforto abdominal e/ou diarréia após o exame. II – Preparo – Este exame requer um jejum de oito horas (com exceção de água pura, que pode ser ingerida). – O cliente não deve realizar esforço físico no dia do exame, antes da coleta e 24 horas após o exame. ATENÇÃO: Este teste é realizado apenas a partir dos 3 anos de idade.

Para crianças entre 3 e 7 anos, no entanto, o responsável pelo menor deve ser informado que nesta faixa etária o exame pode ser de realização mais difícil, pois exige colaboração da criança. Caso o menor não consiga ingerir a solução de lactose, apresente vômitos ou não colabore com os procedimentos de coleta de sangue o exame será suspenso, pois o resultado do teste nessas condições pode ser inconclusivo.

Caso apresente diarréia nos dois dias que antecedem a prova ou mesmo no dia de sua realização, o cliente precisa agendá-la novamente para outra data. – Se forem solicitadas mais de uma prova de absorção /ou sobrecarga / curva (glicose, lactose, sacarose e/ou xilose), estas provas poderão ser agendadas em qualquer ordem, desde que sejam marcadas com, no mínimo, 2 dias de intervalo entre qualquer uma delas.

Entretanto, caso haja diarréia após a realização de qualquer uma delas, deve-se cancelar as demais e remarcá-las somente após 3 dias de cessado o quadro diarréico. – Mulheres lactantes podem amamentar durante a prova. – Para clientes em investigação de diarréia crônica, a prova somente poderá ser realizada em vigência do quadro diarréico com o consentimento do médico solicitante.

Exame não realizado caso o (a) cliente tenha realizado Cirurgia Bariátrica, Gastroplastia ou Gastrectomia, cliente intolerante a glicose, em CLIENTES DIABÉTICOS ou PRÉ-DIABETICO; CLIENTES QUE USAM MEDICAÇÃO PARA CONTROLE DE GLICEMIA (HIPOGLICEMIANTES ORAIS OU INSULINA), Até 3 anos de idade jejum mínimo necessário de 3 horas.

De 3 a 5 anos de idade jejum mínimo necessário de 4 horas. Acima de 5 anos de idade jejum mínimo necessário de 8 horas. Em até 1 dia útil (incluindo sábados) às 18h

You might be interested:  Como Calcular Acerto De Trabalho?

Quanto tempo dura a crise de intolerância à lactose?

Quanto tempo costuma durar os sinais de desconfortos ligados à má digestão da lactose? – Os desconfortos normalmente começam de 30 minutos a 2 horas após a ingestão de alimentos que contenham a lactose e podem levar de 6 a 12h. O começo dos desconfortos, Aa sua duração e a sua intensidade são questões que costumam variar da dependência – principalmente – da quantidade de lactose continha no alimento e do quanto de enzima lactase o organismo fabrica.

Quem tem intolerância à lactose passa mal no exame?

Após o exame, a tendência é que se normalize os efeitos do exame de lactose e que desapareçam, após a ingestão de outros alimentos.

Qual o método diagnóstico considerado padrão ouro para avaliar a intolerância à lactose?

O padrão ouro é o teste de hidrogênio expirado, mas o mais descrito como utilizado é o teste de tolerância à lactose. Há outros exames como o teste de acidez de fezes, exame de urina, biópsia de mucosa intestinal. O exame genético é a melhor forma diagnóstica, mas tem a limitação do preço.

Quando faz exame de lactose O que acontece?

Para que serve o teste de intolerância à lactose – Como explicamos na introdução, o organismo das pessoas com intolerância à lactose apresenta uma deficiência de lactase e não consegue digerir adequadamente esse açúcar presente no leite. Isso desencadeia sintomas e, com o passar do tempo, traz prejuízos para a saúde.

O objetivo dos testes de intolerância à lactose é entender de que maneira o organismo da pessoa reage ao contato com esse açúcar. Para isso, são feitas medições da glicemia do paciente, uma análise da acidez das fezes ou da concentração de hidrogênio na respiração. Dessa forma, o gastroenterologista pode avaliar se o paciente de fato é intolerante à lactose e também definir o seu grau de intolerância.

Afinal, algumas pessoas produzem pouca lactase e outras não produzem essa enzima. Esse diagnóstico ajuda a nortear da melhor forma o tratamento.

Por que a lactose inflama o intestino?

Não confunda alhos (intolerância à lactose) com bugalhos (alergia à proteína dos leites animais). Pelo Comitê de Gastroenterologia: Sheila Pércope Professora Adjunta de Pediatria da UFRJ Gastroenterologista Pediátrica pela SBP Membro do Comitê de Gastroenterologia da SOPERJ

  • Introdução
  • Um mesmo alimento, como o leite animal, contem componentes que podem determinar sintomas por dois mecanismos: metabólico (defeito na digestão) e imunológico.

Quando mecanismo metabólico está envolvido os problemas se relacionam à lactose, por sua deficiente digestão. A lactose não é digerida e é metabolizada por bactérias da microbiota intestinal, gerando sintomas como gases, distensão abdominal, cólicas, diarreia, assaduras, que passam rápido com sua eliminação da alimentação.

Não existe inflamação do intestino. Quando mecanismo imunológico está envolvido podem surgir vários tipos de reações de hipersensibilidade aos componentes proteicos. Cada mamífero tem proteína específica para seu grupo. Usando proteína diferente daquela do leite humano, pode aparecer inflamação do intestino que não tem melhora imediata com a retirada do leite da dieta, a não ser nas reações imediatas, onde não há inflamação.

Lactose é a mesma no leite de todo mamífero, inclusive no leite materno. Portanto, não há possibilidade de “alergia à lactose”, pela ausência de especificidade e por ser componente não proteico. Intolerância à lactose vs. alergia à proteína do leite animal,

  • Sintomas de intolerância à lactose Sintomas de intolerância à lactose são assaduras, borborigma, distensão e dor abdominal, diarreia explosiva, flatus e náuseas.
  • A quantidade de lactose, causando sintomas, varia de indivíduo para indivíduo, podendo haver ausência de alguns, como a diarreia.
  • Como visto acima, os sintomas cessam logo com a eliminação da lactose na alimentação da criança.

Nesse caso, os leites e fórmulas isentos de lactose são úteis. Sintomas variam de acordo com a quantidade e a forma do alimento, bem como com o grau da deficiência de lactase, que pode ser:

  • Primária: congênita (raríssima), fisiológica do recém-nascido (processo adaptativo que não merece manobras dietéticas que podem interferir na aquisição de microbiota protetora) e tardia, ontogenética (atividade de lactase diminui em mamíferos, com a idade). A ontogenética ocorre em humanos, após três anos de idade.
  • Secundária: devida a agressões das vilosidades intestinais de qualquer etiologia, com diminuição da atividade de lactase.

Praticamente, não existe intolerância à lactose nos primeiros 3 a 4 anos de vida, a não ser que a criança tenha uma doença do intestino, como Doença Celíaca, Alergia Alimentar, infecção intestinal persistente, entre outras. Tratamento de intolerância à lactose: Dependendo da atividade residual de lactase, suspender ou diminuir a lactose.

  1. Reposição de cálcio, para atingir níveis diários recomendados, sempre deve ser feita.
  2. Sintomas de alergia à proteína dos leites.
  3. Sintomas de alergia à proteína dos leites são vários e dependem do aparelho-alvo, a saber: respiratórios (raros) cutâneos (um pouco mais frequentes) e gastrointestinais.

Além disso, podem ter sintomas imediatos (mediados por IgE), mistos (mediados por IgE e por células) e tardios (mediados por células). A não ser nos primeiros, imediatos, os sintomas não melhoram rapidamente, com a retirada do leite da alimentação da criança, pois temos que esperar a melhora da inflamação causada pela reação à proteína do leite animal.

  • No que se refere a manifestações gastrointestinais, merecem comentários e destaque as seguintes: Vômitos e diarreia logo após ingestão do leite animal: alergia mediada por IgE.
  • Digestão e absorção mantidas.
  • Proctite e Proctocolite: sangue e muco nas fezes, em crianças alimentadas ao seio (quando proteínas oferecidas através do leite materno, úteis para estimular tolerância, determinam alergia em crianças predispostas ) ou fórmulas.

Digestão e absorção estão mantidas. Alergia pode ser a múltiplos alimentos, mas nem sempre é. Alergia ao leite animal, secundária a agressão infecciosa (Diarreia Persistente) e Enteropatia por alergia ao leite animal: digestão e absorção alteradas. Alergia pode ser múltipla, (leites, soja, trigo, ovos) associada à intolerância à lactose.

Tratamento de alergia às proteínas dos leites: Seu Pediatra irá escolher a fórmula com proteína do leite modificada que mais se adapta ao tipo de alergia apresentado pela criança. Nas IgE mediadas, nas Proctites e nas Proctocolites e alergias com manifestações fora do tubo digestório, não há necessidade de se retirar a lactose.

Em amamentação materna, é feita dieta de exclusão de proteína do leite animal, não de lactose, para a mãe. Como foi dito, o leite materno tem quase o dobro de lactose do que o leite de outros mamíferos e lactose não dá alergia, Nas alergias imediatas (mediadas por IgE), seu Pediatra indicará, também, tratamento medicamentoso adequado ao caso.

  1. Quando há lesão do tubo digestório alto, as fórmulas com proteína modificada devem ser isentas, também, de lactose, pois existe alteração concomitante de sua digestão.
  2. Fórmulas elementares, de aminoácidos, podem ser primeira opção de seu pediatra em crianças graves, que testará uma fórmula extensamente hidrolisadas após melhora e recuperação do estado nutricional.
You might be interested:  Como Calcular O Difal?

Serão usadas, também, em alguns casos onde não há tolerância às fórmulas extensamente hidrolisadas. As fórmula HA, parcialmente hidrolisadas, são usadas para prevenção de alergia ao leite em crianças com famílias predispostas. Não servem para tratamento,

Qual o tipo de leite que não tem lactose?

Intolerância a Lactose Você provavelmente já deve ter se deparado com algum leite sem lactose à venda nas prateleiras de mercado, certo? Pois fique sabendo que esse produto não é o que parece! Ao contrário do que muitos acreditam, nenhuma vaca é capaz de produzir leite sem lactose, nem mesmo a indústria é capaz de remover a lactose do produto.

  • O que acontece, na verdade, é a adição da enzima LACTASE, responsável por digerir esse carboidrato.
  • Para muitos pacientes intolerantes, inclusive, essa quantidade de enzima não é suficiente! Logo, o consumo do produto gera desconforto intestinal, uma vez que o organismo está sendo exposto a uma substância que não é capaz de processar.

Tenha em mente que os únicos leites verdadeiramente sem lactose são os de origem vegetal, como leite de soja, amêndoas, coco, aveia e castanhas.

É possível desenvolver intolerância à lactose com o tempo?

É possível desenvolver intolerância à lactose na vida adulta? – Sim. Em síntese, a intolerância à lactose aparece em três contextos diferentes: na infância, por doenças intestinais e/ou por envelhecimento. No primeiro caso, a criança tem uma deficiência congênita, isto é, nasceu com ela e é genética.

  • O segundo tipo é causado pela redução da produção da lactase em função de alguma doença intestinal — doença de Crohn, síndrome do intestino irritável e doença celíaca.
  • A intolerância por envelhecimento é chamada de deficiência primária, que é quando a diminuição na produção da enzima ocorre com o passar dos anos.

Acredita-se que alguns grupos são mais propícios a esse terceiro contexto, como a população negra.

Qual é a porcentagem de lactose?

A Lactose nos Alimentos: – Majoritariamente, a lactose está presente no leite e seus derivados. Entretanto, existe uma variada gama de alimentos que a possuem em sua composição, mesmo não sendo evidente. Qualquer processo de produção de alimento pode conter lactose como parte de seus ingredientes, seja ele feito de forma caseira ou industrial.

  • Por isso, é tão importante que fique explícito no rótulo a presença ou ausência desse carboidrato.
  • É assegurado por lei que ocorra a declaração da presença de lactose nos rótulos de alimento.
  • De acordo com a RDC 136/2017, essa informação deve ser colocada obrigatoriamente no rótulo, independentemente do tipo de alimento.

Pela regra, temos a seguinte orientação:

Abaixo de 100mg/100g ou ml: Zero Lactose/Não Contém Lactose. De 100mg até 1g/100g ou ml: Baixo Teor de Lactose. Igual ou acima de 100mg/100g ou ml: Contém Lactose.

Além disso, também é assegurado por lei que alimentos desencadeadores de alergias alimentares sejam obrigatoriamente identificados nos rótulos. O leite é um exemplo causador de reação alérgica. Apesar de alergia e intolerância serem situações clínicas diferentes, o reconhecimento do leite em determinado alimento ajuda o indivíduo a identificar aquilo que se relaciona, também, com sua intolerância,

Como calcular a quantidade de lactose?

Portanto, é necessário fazer um cálculo aproximado para determinar a quantidade de lactose e enzima necessária com base na porção do alimento. Por exemplo, se 100 ml de leite integral contêm 6,3 g de lactose, então uma porção padrão de 200 ml terá aproximadamente 12,6 g de lactose.

Quais são os três tipos de intolerância à lactose?

A intolerância possui três classificações: primária, secundária e congênita. A intolerância ontogenética à lactose ou hipolactasia primária adulta é a forma mais comum. Já a deficiência secundária consiste em um quadro fisiopatológico que tem como consequência a má absorção de lactose.

Quando a pessoa tem intolerância à lactose?

Intolerância à lactose | Biblioteca Virtual em Saúde MS Intolerância à lactose é a incapacidade de digerir a lactose (açúcar do leite). O problema é resultado da deficiência ou ausência de uma enzima intestinal chamada lactase. Esta enzima possibilita decompor o açúcar do leite em carboidratos mais simples, para a sua melhor absorção.

  • É importante estabelecer a diferença entre alergia ao leite e intolerância à lactose.
  • A alergia é uma reação imunológica adversa às proteínas do leite, que se manifesta após a ingestão de uma porção, por menor que seja, de leite ou derivados.
  • A mais comum é a alergia ao leite de vaca, que pode provocar alterações no intestino, na pele e no sistema respiratório (tosse e bronquite, por exemplo).

Causas: – deficiência congênita da enzima: a criança nasce com um defeito genético que impossibilita a produção da lactase; – diminuição na produção da lactase em conseqüência de doenças intestinais; – deficiência primária: ocorre diminuição da produção da lactase como conseqüência do envelhecimento.

  1. Esse fato é mais evidente em algumas raças como a negra (até 80% dos adultos têm deficiência) e menos comum em outras, como a branca (20% dos adultos).
  2. Sintomas: Os sintomas mais comuns são náusea, dores abdominais, diarréia ácida e abundante, gases e desconforto.
  3. A severidade dos sintomas depende da quantidade ingerida e da quantidade de lactose que cada pessoa pode tolerar.

Em muitos casos pode ocorrer somente dor e/ou distensão abdominal, sem diarréia. Os sintomas podem levar de alguns minutos até muitas horas para aparecer. A peristaltase, ou seja, o movimento muscular que empurra o alimento ao longo do estômago pode influenciar o tempo para o aparecimento dos sintomas.

Alimentos proibidos: – leite de vaca, queijos, manteiga, requeijão e demais derivados de leite; – preparações à base de leite (bolos, pudins, cremes, entre outros); – bolachas e biscoitos que possuem leite em sua composição.Deve-se ressaltar que esta orientação dietética não substitui o acompanhamento pelo médico!

IMPORTANTE: Somente médicos e cirurgiões-dentistas devidamente habilitados podem diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As informações disponíveis em Dicas em Saúde possuem apenas caráter educativo. Dica elaborada em setembro de 2.005 e revisada em abril de 2.018. Fonte: : Intolerância à lactose | Biblioteca Virtual em Saúde MS