Calculadora Do Cidadão Ipca?

Como calcular a correção pelo IPCA?

BCB – Calculadora do cidadão Correção de valores

Metodologia da Correção pelos Índices

A atualização é obtida multiplicando-se o valor a ser corrigido (ou 1 se não informado) pelo fator acumulado do índice de referência (Ex.: produtório dos índices mensais de IPCA/100+1). São usados no cálculo os índices da data inicial e da data final. Assim sendo, caso deseje a correção por apenas um mês, o usuário deve informar a data inicial igual à data final, de acordo com o seguinte exemplo: Exemplo 1) Correção, pelo IPCA, para o mês de janeiro de 2003. Usuário deve informar: Data Início: 01/2003 Data Fim: 01/2003 Resultado: índice de correção: 1,0225 Exemplo 2) Correção, pelo IPCA, em 2003: Data Início: 01/2003 Data Fim: 12/2003 Resultado: índice de correção: 1,0929994 O usuário deve levar em consideração as diferentes moedas utilizadas no país ao longo dos últimos anos. O valor a ser corrigido deve ser informado com referência à unidade monetária vigente no início do mês informado no campo “data inicial”; o valor corrigido na data final é informado pela Calculadora do cidadão na moeda em vigência no último dia do mês informado como data final: Exemplo 3) Correção, pelo INPC, de 100.000,00 unidades monetárias, de janeiro de 1989 até maio de 1989. Considera-se a moeda do início de janeiro (Cz$) e a do final de maio (NCz$). Usuário deve informar: Data Início: 01/1989 Data Fim: 05/1989 Valor a ser corrigido: 100.000,00 Resolução: O índice de correção do INPC no período é de 2,1046 Cz$1.000,00 = NCz$ 1,00 (mil Cruzados equivalem a um Cruzado Novo) Resultado: valor corrigido: Cz$ 100.000,00 * 2,1046 / 1000 = NCz$ 210,46. Exemplo 4) Correção, pelo INPC, de 1000,00 unidades monetárias, de janeiro de 1994 até junho de 1994 (Considera-se a moeda do início de janeiro (CR$) e a do final de junho (CR$). Usuário deve informar: Data Início: 01/1994 Data Fim: 06/1994 Valor a ser corrigido: CR$ 1.000,00 Resultado: valor corrigido: CR$ 1.000,00 * 8,5915 = CR$ 8.591,50 Correção pelo IGP-M A atualização pelo IGP-M, a partir de 12/04/2021, passou a ser calculada com base em uma nova série histórica que reflete a variação percentual acumulada dos números índices mensais divulgados pela FGV com 3 (três) casas decimais. O cálculo anterior utilizava série da FGV com 2 (duas) casas decimais referente aos fechamentos mensais percentuais. A alteração vale para todos os cálculos de atualização pelo IGP-M realizados dessa data em diante (12/04/2021), independentemente do período a que se referem. Ou seja, um cálculo que tenha como base o período de dezembro de 2010 também será realizado de acordo com a nova série histórica. Se você realizou algum cálculo de correção de valor pelo IGP-M antes de março de 2021 e refizer a operação agora, os resultados podem ser ligeiramente diferentes (provavelmente, em centavos). Detalhes técnicos sobre as séries utilizadas podem ser acessados no Sistema Gerenciador de Séries Temporais do Banco Central,, A série 28655 é a utilizada pela Calculadora do Cidadão para a correção de valores pelo IGP-M.

BCB – Calculadora do cidadão

Qual é o valor do IPCA-e?

FAQ – Perguntas frequentes. Qual o valor do IPCA hoje 2023? O valor do IPCA de setembro de 2023 foi de +0,26%. Em agosto, o índice ficou em +0,23% e em julho em 0,12%.

Como calcular reajuste de aluguel pelo IPCA 2023?

Entenda o cálculo do reajuste de aluguel – Pra você entender um pouco mais sobre como a nossa calculadora funciona, aqui vai a explicação. Por exemplo, suponha que você quer saber o reajuste de aluguel no valor de R$ 1.500,00, com vencimento em novembro de 2023, com base no índice de -4,57% do IGP-M de outubro.

  1. A conta fica assim: 1 – 0,0457 = 0,9543.
  2. Esse valor é multiplicado pelo valor do aluguel (R$ 1.500), para se chegar ao novo valor: R$ 1.431,45.
  3. Este, portanto, passaria a ser o valor que vai vigorar mensalmente até o próximo reajuste, daqui a 12 meses.
  4. Por conta do contexto econômico e da forte alta do IGP-M teve em especial em 2021, o QuintoAndar passou a atuar de forma a facilitar a negociação de reajuste entre inquilinos e proprietários, além de entrar em contato com os donos de imóveis sugerindo a aplicação proativa de taxas menores na correção dos aluguéis.

A decisão, porém, é inteiramente dos proprietários. Neste caso de IGP-M negativo, o inquilino teria o direito, caso o índice consta em contrato, de ter o valor reduzido. No entanto, assim como no caso de altas muito grandes do passado, o QuintoAndar incentiva a negociação entre proprietário e inquilino, por um valor que seja justo para ambos.

Como fazer o cálculo para saber quanto que eu ganho por dia?

Como calcular salário proporcional? – É sabido pelos profissionais de RH, que a empresa tem a obrigação de preparar a folha de pagamento de todos os seus colaboradores e ex-colaboradores, e esses cálculos trabalhistas devem se manter corretos, como citado no Art.225 da CLT. Para realizar o cálculo de salário proporcional é preciso que o salário integral do trabalhador seja dividido pela quantidade de dias do mês em questão, podendo ser 28, 29, 30 ou 31, com isso será possível determinar o valor de cada dia de trabalho do empregado.

O passo seguinte é multiplicar o valor do salário por dia, pela quantidade de dias trabalhados no mês pelo profissional, sendo o resultado o valor proporcional que a empresa deve pagar. Veja dois exemplos: Um profissional teve seu contrato rescindido no dia 15, num mês de fevereiro de um ano bissexto, ou seja, um mês de 29 dias.

Seu salário base era de R$ 2.000,00. O cálculo de salário proporcional é:

R$ 2.000 / 29 = R$ 68,97 R$ 68,97 x 15 = R$ 584,55 O salário proporcional desse profissional é de R $584,55.

Uma pessoa trabalhou durante 25 dias, durante o mês de outubro (31 dias), e então precisou se afastar do trabalho por questões de saúde. Seu salário base é de R $1.500. O cálculo de salário proporcional é:

R$ 1.500 / 31 R$ 48,39 x 25 O salário proporcional desse profissional é de R $1.209,75.

Como fazer cálculo de contribuição?

Como fazer Cálculo INSS 2023 do valor descontado no salário

  1. Como fazer Cálculo INSS 2023 do valor descontado no salário

, Camila Freitas em 30 de maio de 2023 às 11:02 Quando falamos de INSS para trabalhadores de carteira assinada, uma das principais dúvidas que surge é: como calcular o desconto no salário? Dado que a Previdência Social é uma instituição que trata de impostos, valores, pagamentos e recebimentos, provoca certa confusão ao se tratar do cálculo da contribuição.

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O cálculo do INSS deve ser feito por todas aquelas pessoas que desejam contribuir com a Previdência Social e ter direito a um, Existem 2 tipos de contribuintes, são eles:

  • Contribuinte Obrigatório;
  • Contribuinte Facultativo.

Como o próprio nome diz, contribuintes obrigatórios são aqueles que obrigatoriamente contribuem para o INSS. Contrate: Enquanto os contribuintes facultativos são aqueles que pagam porque desejam ter e manter o direito aos benefícios do INSS. Como já adiantamos no tópico anterior, existem trabalhadores que são obrigados a e, da mesma maneira, também existem aqueles que escolhem contribuir.

  • Trabalhadores com carteira assinada;
  • Segurados especiais;
  • Contribuintes individuais.

É importante ressaltar que, entre os contribuintes individuais, temos:

  • Empresários;
  • Produtores rurais;
  • Padres, pastores e ministros de confissão religiosa;
  • Diretores e membros de conselho de administração sem vínculo empregatício;
  • Prestadores de serviço;
  • Motoristas de aplicativo; entre outros.

Saiba sobre:

  • Importante: Todos esses trabalhadores mencionados são obrigados a contribuir com o INSS.
  • O deve ser maior de 16 anos e não pode estar vinculado a nenhum outro regime de previdência.
  • São classificados como contribuintes facultativos:
  • Os estudantes;
  • As donas de casa;
  • Bolsistas e estagiários;
  • Síndicos de condomínio não remunerados;
  • Desempregados; entre outros.

A responsabilidade de repassar a taxa de contribuição é sempre do empregador e não do empregado. Esta é a primeira coisa que você precisa saber. Contudo, essa porcentagem é descontada do salário do trabalhador e é devolvida diretamente ao Fundo da Previdência Social.

Contribuição para o INSS 2022
Faixa de salário Alíquota aplicada
Até R$ 1.212 7,5%
De R$ 1.212,01 até R$ 2.427,35 9%
De R$ 2.427,36 até R$ 3.641,03 12%
De R$ 3.641,04 até R$ 7.087,22 14%

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  • No dia 11 de janeiro de 2023, os Ministérios da Previdência Social e da Fazenda publicaram a que informa a tabela com valores atualizados para a contribuição de trabalhadores ativos ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
  • Importante: As alíquotas de contribuição são progressivas e aumentam de acordo com a faixa salarial, variando entre 7,5% e 14%.
  • Confira a tabela de contribuições do INSS:
  • Fonte: Ministério do Trabalho e Previdência

    Tabela Contribuição INSS 2023
    Salário de Contribuição (R$) Alíquota Progressiva para fins de recolhimento ao INSS
    Até 1.320,00 7,5%
    Entre R$1.320,01 e R$2.571,29 9%
    Entre R$2.571,30 e R$3.856,94 12%
    Entre R$3.856,95 e R$7.507,49 14%

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  • Segundo a Portaria Interministerial publicada no dia 11 de janeiro, a partir de fevereiro de 2023, as contribuições passam a ser feitas de acordo com os valores publicados.
  • Portanto, a tabela de contribuição do INSS 2023, entrará em vigor a partir de fevereiro,
  • A Reforma da Previdência de 2019 foi responsável por várias mudanças, dentre elas, a porcentagem das contribuições do INSS.
  • Segundo dados da, quem recebe menos de R$ 2.500,00, pagará um pouco menos de contribuição. Entenda mais: Já quem recebe mais de 2.500, vai pagar mais para a Previdência. Atenção : Essa regra é válida para os trabalhadores com carteira assinada, servidores públicos federais, empregados domésticos e trabalhadores avulsos.

    Cálculo da Contribuição INSS 2023 – Empregados Formais
    Salário de Contribuição (R$) Alíquota Progressiva para fins de recolhimento ao INSS Cálculo INSS do valor descontado
    Até R$ 1.320,00 7,5% 1.320,00 x 7,5% = R$ 99,00
    De R$ 1.320,01 a R$ 2.571,29 9% (R$ 2.571,29 – R$ 1.320,00) x 9% = 112,62
    De R$ 2.571,30 a R$ 3.856,94 12% (R$ 3.856,94 – R$ 2.571,30) x 12% = 154,28
    De R$ 3.856,95 a R$ 7.507,49 (Teto do INSS em 2023) 15% (R$ 7.507,49 – R$ 3.856,95) x 14% = 511,08

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  • Confira a seguir 2 exemplos de como calcular o desconto do INSS:
  • Salário de R$ 1.500,00
  • Para trabalhador que ganha R$ 1.500,00, por exemplo, o cálculo será dividido da seguinte forma:
  • Ele pagará 7,5% sobre R$ 1.320,00, equivalente a R$ 99,00 de contribuição (salário ultrapassou a 1ª faixa);
  • Sobre os R$ 180,00 restantes (diferença entre R$ 1.500,00 e R$ 1.320,00), será recolhido mais R$ 16,20 (R$ 180,00 x 9%).

    • No total, vai desembolsar o somatório de R$ 115,20 (R$ 99,00 + 16,20) de contribuição.
    • Salário de R$ 4.500,00
    • Para quem recebe R$ 4.500, ela vai contribuir da seguinte forma:

    Ele pagará 7,5% sobre R$ 1.302,00 equivalente a R$ 99,00 de contribuição. Também pagará mais 9% sobre R$ 1.251,29, que é a diferença de R$ 2.571,29 para R$ 1.320, com recolhimento de mais R$ 112,61 (R$ 1251,29 x 9%). Ainda pagará mais 12% sobre R$ 1.285,65, que é a diferença de R$ 3.856,94 para R$ 2.571,29, com contribuição de mais R$ 154,27 (R$ 1285,65 x 12%).

    Evento Ref. Valor
    Isento R$ 0,00

    Confira a seguir a tabela com as alíquotas de contribuição para outros tipos de contribuintes:

    Cálculo INSS para outros tipos de contribuintes
    Tipo de segurado Alíquota Cálculo INSS do valor descontado
    Autônomo 20% sobre um salário entre o mínimo e o teto do INSS 20/100 x Salário = Desconto
    Contribuinte facultativo 11% sobre o salário mínimo 11/100 x Salário = Desconto
    MEI 5% sobre o salário-mínimo 5/100 x Salário = Desconto
    Segurado especial 20% sobre um valor entre o salário-mínimo e o Teto do INSS 20/100 x Salário = Desconto

    Todos os trabalhadores sabem que o atraso no pagamento do INSS pode afetar diretamente sua vida com a Previdência. Quando a contribuição está em atraso, é comum que pedidos não sejam aprovados, são eles:

    • Aposentadoria;
    • Seguro-desemprego;
    • Auxílio-doença;
    • Salário-maternidade e outros benefícios.

    A informa que as contribuições não recolhidas dentro do prazo possuem juros de 1%, e multa de 0,33% por dia de atraso, limitado a 20%. Importante: Nem todos os contribuintes podem pagar o INSS em atraso, essa opção fica restrita a contribuintes facultativos e individuais.

    1. Para segurados facultativos, o limite é de até 6 meses de atraso,
    2. Para contribuintes autônomos, o prazo é de 5 anos de atraso, onde pode ser necessário comprovar atividade profissional.
    3. Após 5 anos de atraso, deve-se procurar o INSS e verificar como proceder,
    4. Geralmente, o valor retroativo considera como base 80% das maiores contribuições.

    Outra recomendação é que para trabalhadores formais, não deve fazer o cálculo para pagar o retroativo. Em vez disso, é recomendável procurar um advogado de confiança e entrar com uma ação judicial, pois constitui crime da empresa.

    1. Essa recomendação também deve ser feita para empregados domésticos, já que existe o vínculo empregatício e o recolhimento é de responsabilidade do contratante.
    2. A primeira coisa que você precisa saber é que trabalhadores celetistas precisam que a empresa regularize sua situação, já que é ela quem faz o pagamento.
    3. Caso a contribuição do INSS continue em atraso, como adiantamos no tópico anterior, você deve procurar um advogado para entrar com uma ação judicial.
    4. Para aquelas pessoas que estão com o e querem regularizar a situação, é possível realizar o procedimento pela internet.
    5. Atenção: Os segurados facultativos só podem pagar o INSS em atraso se a guia de recolhimento estiver atrasada em no máximo seis meses.
    6. Nesse caso, o pagamento pode ser realizado na internet, através do
    7. Lembre-se de estar sempre com seu número do para conseguir regularizar o pagamento. Confira o passo a passo:
    1. Faça o Login;
    2. Verifique quais as parcelas que estão em atraso;
    3. Localize o código de pagamento;
    4. Faça a emissão da Guia de Recolhimento atualizada.

    Importante: Em uma única guia, será possível emitir até 12 meses de atraso. Mas fique atento e verifique se é necessário pagar todos esses débitos. Você também deve ficar ciente que o valor da Guia terá a inserção de juros e multas, Após o pagamento o recolhimento do INSS retroativo será feito normalmente.

    • Empregados;
    • Contribuinte individual;
    • Contribuinte facultativo;
    • Contribuinte especial;
    • Empregados domésticos.

    Ao emitir esse documento, uma das etapas será a do cálculo do valor que o trabalhador precisará pagar, O cálculo da Guia do INSS se baseia num percentual pré-estipulado pela Previdência, em cima do salário de contribuição. O valor pode ser calculado de maneira simples: (Salário Bruto / 100) x Valor da alíquota. Sendo assim, vamos a um exemplo prático.

    Se o trabalhador ganha R$ 2.500, a alíquota dele é de 12%. Logo, de acordo com o cálculo acima, ele pagará R$ 300,00 de contribuição.

    Vale lembrar que esses valores são calculados automaticamente na hora de emitir a guia, o importante é saber disso tudo para conferir se está tudo certo com sua contribuição. E aí, gostou do nosso conteúdo? Deixe seu comentário com sua opinião ou mesmo se ainda resta alguma dúvida, nossa equipe terá prazer em ajudar.

    1. E para receber nossas notícias toda semana no seu email, faça sua inscrição nos campos abaixo e fique por dentro das novidades do mundo do,
    2. A primeira coisa a verificar é a faixa salarial, após isso, é preciso realizar cálculos separados conforme as alíquotas que vão de 7,5% a 14%.
    3. Se o salário for acima de R$ 1.320,01 é preciso separar os valores conforme a tabela de contribuição do INSS.

    O cálculo será feito pelo site da Receita Federal que informará quais as parcelas que estão em atraso, qual a multa e o valor de juros devem ser aplicados. Para calcular o INSS das empresas de Lucro Real e Lucro Presumido, basta aplicar a alíquota de 20% sobre o valor total das folhas de pagamentos dos funcionários do seu negócio. A meutudo pertence à TUDO Serviços S.A. (“TUDO”), CNPJ 27.852.506/0001-85, localizada à Rua Professor Dias da Rocha, nº 296, Meireles, Fortaleza/CE, CEP: 60170-310, é uma fintech que facilita o acesso de clientes a empréstimos consignados. Atuamos como correspondente bancário de instituições financeiras, atividade regulada pelo Banco Central do Brasil, nos termos da Resolução nº 4.935, de 29 de Julho de 2021.

    Para Empréstimo Novo e Portabilidade, atua como correspondente bancário da PARATI CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO S/A, instituição financeira devidamente constituída e existente de acordo com as leis do Brasil, com sede na Cidade de Vitória, Estado do Espírito Santo, e inscrita no CNPJ/MF sob o nº 03.311.443/0001-91 (“PARATI”) – Canais de Atendimento da PARATI: www.paratifinanceira.com.br / Telefone: +55 (27) 2123-4777 / Ouvidoria: [email protected].

    No Saque-Aniversário do FGTS, atua como correspondente bancário da QI SOCIEDADE DE CRÉDITO DIRETO S.A., sociedade de crédito direto com sede na cidade de São Paulo, estado de São Paulo, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 32.402.502/0001-35, neste ato representada na forma de seu Estatuto Social (“QI TECH”) – Canais de atendimento da QI TECH: https://qitech.com.br/ ou [email protected] / Telefone: 0800 700 8836 / Ouvidoria: 0800 0244 346 ou [email protected].

    • Informações adicionais sobre o empréstimo consignado: prazo mínimo de 6 meses e máximo de 84 meses.
    • Valor mínimo de empréstimo R$ 1.500,00.
    • Taxa de juros a partir de 1,80% a.m.
    • E CET a partir de 1,93% a.m.
    • Informações adicionais sobre portabilidade de empréstimo consignado: taxa de juros a partir de 1,70% a.m e CET a partir de 1,67% a.m.

    Informações adicionais sobre antecipação saque-aniversário: taxa de juros a partir de 1,80% a.m e CET a partir de 1,92% a.m. Os valores mencionados podem variar a partir das condições no momento da contratação. Simular empréstimo : Como fazer Cálculo INSS 2023 do valor descontado no salário

    Qual o IPCA acumulado de 2023?

    Qual o IPCA hoje? O IPCA hoje é de 0,26%. O IPCA acumulado nos últimos 12 meses é de 5.19%. Já o IPCA acumulado no ano de 2023 até o momento é de 3,50% e o IPCA acumulado de 2022 foi de 5.78%.

    Qual o IPCA de setembro 2023?

    Em setembro de 2023, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo ( IPCA ) foi de 0,26%, 0,03 ponto percentual (p.p.) acima da taxa de agosto (0,23%).

    Quando sai o IPCA de agosto de 2023?

    Data Índices Ref
    26/09/23 ✅ IPCA-15 Set/23
    26/09/23 IPCA-Especial 3ºT/23
    26/09/23 ✅ IPC 3ª quadrissemana Set/23
    28/09/23 ✅ IPP Ago/23

    Qual o valor do IPCA dos últimos doze meses?

    IPCA foi de 0,23% em agosto O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi de 0,23% em agosto, 0,11 ponto percentual (p.p.) acima da taxa de 0,12% registrada em julho. No ano, o IPCA acumula alta de 3,23% e, nos últimos 12 meses, de 4,61%. Em agosto de 2022, a variação havia sido de -0,36%.

    Período TAXA
    Agosto de 2023 0,23%
    Julho de 2023 0,12%
    Agosto de 2022 -0,36%
    Acumulado do ano 3,23%
    Acumulado nos últimos 12 meses 4,61%

    Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, seis tiveram alta no mês de agosto. O maior impacto positivo (0,17 p.p) e a maior variação (1,11%) vieram de Habitação, Destacam-se, ainda, as altas de Saúde e cuidados pessoais (0,58% e 0,08 p.p.) e Transportes (0,34% e 0,07 p.p.).

    Grupo Variação (%) Impacto (p.p.)
    Julho Agosto Julho Agosto
    Índice Geral 0,12 0,23 0,12 0,23
    Alimentação e bebidas -0,46 -0,85 -0,10 -0,18
    Habitação -1,01 1,11 -0,16 0,17
    Artigos de residência 0,04 -0,04 0,00 0,00
    Vestuário -0,24 0,54 -0,01 0,02
    Transportes 1,50 0,34 0,31 0,07
    Saúde e cuidados pessoais 0,26 0,58 0,03 0,08
    Despesas pessoais 0,38 0,38 0,04 0,04
    Educação 0,13 0,69 0,01 0,04
    Comunicação 0,00 -0,09 0,00 -0,01

    A queda do grupo Alimentação e bebidas (-0,85%) deve-se principalmente ao recuo nos preços da alimentação no domicílio (-1,26%). Destacam-se as quedas da batata-inglesa (-12,92%), do feijão-carioca (-8,27%), do tomate (-7,91%), do leite longa vida (-3,35%), do frango em pedaços (-2,57%) e das carnes (-1,90%).

    1. No lado das altas, o arroz (1,14%) e as frutas (0,49%) subiram de preço, com destaque para o limão (51,11%) e para a banana-d’água (4,90%).
    2. A alimentação fora do domicílio (0,22%) registrou variação próxima à do mês anterior (0,21%), em virtude das altas do lanche (0,30%) e da refeição (0,18%).
    3. Em julho, as variações desses subitens haviam sido de 0,49% e 0,15%, respectivamente.

    No grupo Habitação (1,11%), a maior contribuição (0,18 p.p.) veio da energia elétrica residencial (4,59%), influenciada pelo fim da incorporação do Bônus de Itaipu, creditado nas faturas do mês anterior. Além disso, reajustes foram aplicados em quatro áreas: Vitória (9,64%), onde o reajuste de 3,20% teve vigência a partir de 7 de agosto; Belém (8,84%), com reajuste de 9,40% a partir de 15 de agosto; São Luís (7,03%), com reajuste de 10,43% com vigência a partir de 28 de agosto; e São Paulo (3,94%), onde o reajuste de -1,13% foi aplicado a partir de 4 de julho, em uma das concessionárias pesquisadas.

    1. Ainda em Habitação, a alta da taxa de água e esgoto (0,19%) decorre de reajustes em três áreas: de 5,02% em Brasília (4,55%), a partir de 1º de agosto; de 1,37% em Vitória (1,24%), a partir de 1º de agosto; e de 3,45% em uma das concessionárias em Porto Alegre (0,11%), a partir de 1º de julho.
    2. Já a queda em gás encanado (-0,68%) decorre de reduções tarifárias em duas áreas de abrangência: Curitiba (-1,81%), redução de 2,23% a partir de 4 de agosto e Rio de Janeiro (-1,35%), com redução média de 1,70% a partir de 1º de agosto.

    A aceleração de Saúde e cuidados pessoais (0,58%) deve-se ao resultado dos itens de higiene pessoal, que passaram de -0,37% em julho para 0,81% em agosto. Houve alta nos preços dos produtos para pele (4,50%) e dos perfumes (1,57%). No grupo dos Transportes (0,34%), destacam-se as altas do automóvel novo (1,71%) e da gasolina (1,24%).

    Em relação aos demais combustíveis (0,87%), o óleo diesel subiu 8,54%, enquanto o etanol (-4,26%) e o gás veicular (-0,72%) caíram. Após a alta de 4,97% em julho, as passagens aéreas (-11,69%) registraram queda em agosto. Ainda em Transportes, a alta do táxi (0,43%) é decorrente do reajuste de 20,19% nas tarifas a partir do dia 24 de julho em Fortaleza (16,29%).

    Cabe destacar também a queda em ônibus urbano (-1,06%), por conta da redução de 25,00% nas tarifas em Belo Horizonte (-9,09%), a partir de 8 de julho. Em ônibus intermunicipal (0,85%), houve reajustes de 12,90% em Salvador (5,22%), a partir de 10 de agosto; de 6,00% em Porto Alegre (1,17%), a partir de 1º de agosto; e de 7,24% em Recife (0,96%), a partir de 10 de julho.

    Os preços do grupo Educação subiram 0,69%. Nos cursos regulares (0,72%), apenas os cursos de pós-graduação (-0,78%) tiveram recuo nos preços. As maiores variações vieram dos cursos técnicos (2,14%), das creches (1,86%) e do ensino superior (1,12%). Duas áreas apresentaram queda de preços em agosto. A maior variação foi em Fortaleza (0,74%), em função das altas nos preços da gasolina (4,98%) e da energia elétrica residencial (2,76%).

    Já a menor variação foi registrada em Belo Horizonte (-0,08%), influenciada pelas quedas de 16,41% nas passagens aéreas e de 9,09% em ônibus urbano,

    Região Peso Regional (%) Variação (%) Variação Acumulada (%)
    Julho Agosto Ano 12 meses
    Fortaleza 3,23 0,17 0,74 3,62 4,50
    Brasília 4,06 0,34 0,68 3,34 5,56
    Belém 3,94 0,26 0,63 3,52 5,23
    Rio Branco 0,51 0,31 0,44 2,86 4,71
    São Luís 1,62 0,05 0,43 1,39 3,35
    Recife 3,92 0,40 0,36 3,31 5,16
    Aracaju 1,03 0,26 0,34 3,87 5,16
    Vitória 1,86 0,04 0,31 3,46 5,03
    Curitiba 8,09 0,28 0,29 3,53 4,59
    Campo Grande 1,57 -0,12 0,27 3,07 3,98
    Porto Alegre 8,61 0,53 0,24 3,60 4,93
    São Paulo 32,28 -0,02 0,22 3,33 4,74
    Salvador 5,99 0,25 0,17 3,44 4,41
    Goiânia 4,17 0,16 0,12 2,35 4,11
    Rio de Janeiro 9,43 0,03 -0,04 2,47 3,47
    Belo Horizonte 9,69 -0,16 -0,08 3,22 4,71
    Brasil 100,00 0,12 0,23 3,23 4,61

    Para o cálculo do índice do mês, foram comparados os preços coletados de 29 de julho a 29 de agosto de 2023 (referência) com os preços vigentes entre 29 de junho e 28 de julho de 2023 (base). O IPCA é calculado pelo IBGE desde 1980, se refere às famílias com rendimento monetário de 01 a 40 salários-mínimos, qualquer que seja a fonte, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e de Brasília.

    1. INPC foi de 0,20% em agosto O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) teve alta de 0,20% em agosto, acima da variação do mês anterior (-0,09%).
    2. No ano, o INPC acumula alta de 2,80% e, nos últimos 12 meses, de 4,06%, acima dos 3,53% observados nos 12 meses imediatamente anteriores.
    3. Em agosto de 2022, a taxa foi de -0,31%.

    Os produtos alimentícios apresentaram variação de -0,91% em agosto, após queda de 0,59% em julho. Nos produtos não alimentícios, foi registrada alta de 0,56%, acima do resultado de 0,07% observado em julho. Duas áreas registraram queda em agosto. O menor resultado foi em Belo Horizonte (-0,24%), onde pesaram as quedas de 9,09% nos preços dos ônibus urbano e de 7,15% no frango em pedaços,

    Região Peso Regional (%) Variação (%) Variação Acumulada (%)
    Julho Agosto Ano 12 meses
    Belém 6,95 0,39 0,74 3,96 5,48
    Fortaleza 5,16 0,06 0,59 3,66 4,72
    Brasília 1,97 -0,06 0,55 2,38 4,53
    Rio Branco 0,72 0,15 0,42 3,06 4,82
    São Luís 3,47 -0,04 0,38 1,34 3,35
    Aracaju 1,29 0,09 0,32 3,70 4,85
    Vitória 1,91 -0,21 0,32 2,97 4,42
    Curitiba 7,37 0,14 0,30 3,58 4,40
    Porto Alegre 7,15 0,28 0,24 3,20 4,21
    Salvador 7,92 0,02 0,18 2,94 3,90
    São Paulo 24,60 -0,28 0,18 2,59 3,77
    Recife 5,60 0,13 0,16 2,80 4,65
    Campo Grande 1,73 -0,22 0,13 2,86 3,47
    Goiânia 4,43 -0,06 0,08 1,93 3,82
    Rio de Janeiro 9,38 -0,27 -0,07 1,83 2,57
    Belo Horizonte 10,35 -0,48 -0,24 2,88 4,40
    Brasil 100,00 -0,09 0,20 2,80 4,06

    Para o cálculo do índice do mês, foram comparados os preços coletados de 29 de julho a 29 de agosto de 2023 (referência) com os preços vigentes no período entre 29 de junho e 28 de julho de 2023 (base). O INPC é calculado pelo IBGE desde 1979, se refere às famílias com rendimento monetário de 01 a 05 salários mínimos, sendo o chefe assalariado, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e de Brasília.

    O que é IPCA 5%?

    O que é a rentabilidade dos títulos do Tesouro Direto? Os títulos do Tesouro Direto são títulos de renda fixa, ou seja, são investimentos que oferecem uma rentabilidade predefinida. Essa rentabilidade pode ser pré-fixada, quando você já sabe qual será a taxa de juros que irá receber ao final do período de investimento, ou pós-fixada, quando está atrelada a algum índice de referência, como a taxa Selic ou o IPCA.

    Além disso, ela é calculada sobre o valor investido e normalmente divulgada em forma de taxa percentual, no período de um ano. Em resumo, a rentabilidade é uma forma de remuneração do dinheiro investido. Como é calculada a rentabilidade dos títulos do Tesouro Direto? A rentabilidade dos títulos do Tesouro Direto é calculada de acordo com a forma como o título foi emitido.

    Nos títulos pré-fixados, a rentabilidade é definida no momento da compra do título. Por exemplo, se você comprar um título com rentabilidade de 6% ao ano, você terá essa rentabilidade anualmente sobre o valor investido até o vencimento do título. Já no caso dos títulos pós-fixados, a rentabilidade está atrelada a algum índice de referência, como a taxa Selic ou o IPCA.

    • No caso do Tesouro IPCA, a rentabilidade do título será a variação desse índice no período do investimento, mais uma taxa prefixada de juros.
    • Por exemplo, se você investir em um título que rende IPCA + 5% ao ano, e a variação da inflação medida pelo IPCA, acrescida da taxa de 5%, for de 9% no total, esta será sua rentabilidade no período.

    A rentabilidade dos títulos públicos também pode variar de acordo com o valor negociado no mercado secundário, ou seja, o valor pelo qual um investidor pode vender o título antes do vencimento. Isso pode gerar ganhos adicionais ou perdas para o investidor, dependendo das condições de mercado.

    • Saiba mais sobre o risco de reinvestimento no Tesouro Direto aqui: https://www.tesourodireto.com.br/blog/risco-reinvestimento-resgate-antecipado-td.htm Exemplos de cálculo de rentabilidade Vamos, a seguir, mostrar alguns exemplos de cálculo de rentabilidade de títulos do Tesouro Direto.
    • Para o cálculo do percentual de rentabilidade anual de títulos sem pagamentos semestrais de cupons, basta dividir o valor final (após um ano) pelo valor inicialmente investido, multiplicar o resultado obtido por 100 e, por fim, subtrair 100 desse número.

    A fórmula então pode ser escrita como: Rentabilidade anual = (valor final/valor inicial) x 100 -100. Caso 1: Tesouro Prefixado Suponha que um investidor tenha aplicado R$ 100,00 em um título Tesouro Prefixado com vencimento em um ano, e rentabilidade anual acordada no momento da compra de 10% ao ano. Caso 2: Tesouro Selic Suponha que um investidor tenha aplicado R$ 100,00 em um título Tesouro Selic com vencimento em um ano, e rentabilidade anual acordada no momento da compra de 100% da variação da Taxa Selic. Isso significa que na data de vencimento do título, ou seja, após um ano, o investidor vai receber de volta em sua conta um valor de R$ 100,00, referentes à devolução do valor originalmente investido e mais um valor a ser definido até a data de vencimento do título, correspondente à variação da Taxa Selic no período. Caso 3: Tesouro IPCA+ Suponha que um investidor tenha aplicado R$ 100,00 em um título Tesouro IPCA+ com vencimento em um ano, e rentabilidade anual acordada no momento da compra de IPCA + 5,5% ao ano. Isso significa que na data de vencimento do título, ou seja, após um ano, o investidor vai receber de volta em sua conta um valor de R$ 100,00, referentes à devolução do valor originalmente investido e mais um valor a ser definido até a data de vencimento do título, correspondente à variação do IPCA + 5,5% ao ano. Já para o caso de títulos com recebimentos periódicos de juros ou amortizações, como o Tesouro Prefixado com Juros Semestrais, o Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais e o Tesouro Renda+, os cálculos são um pouco mais complicados, pois devem levar em conta os cupons pagos no período.

    Mas não se preocupe, o Tesouro Direto disponibiliza para você uma tabela com informações completas sobre a rentabilidade acumulada de todos os títulos vendidos, basta clicar nesse link: https://www.tesourodireto.com.br/mercado-de-titulos-publicos/rentabilidade-acumulada.htm Importante destacar que estamos sempre falando de rentabilidade bruta, antes dos impostos e taxas.

    Para saber mais sobre impostos e taxas, preparamos um post específico, é só clicar no link a seguir e se informar: https://www.tesourodireto.com.br/blog/quais-sao-os-impostos-e-taxas-ao-investir-no-td.htm Por fim, lembramos que os títulos mantidos até sua data de vencimento têm garantida a rentabilidade contratada no momento do investimento.

    Como funciona a taxa IPCA?

    Como funciona o cálculo do IPCA? – O IPCA é calculado sobre uma cesta que contém em torno de 465 produtos e serviços, Ele considera apenas os preços de compras à vista nas regiões de cobertura. Além disso, esse portfólio é composto conforme a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), Dessa forma, sua composição é:

    Setor Participação (%)
    Alimentação e bebidas 24,77
    Transportes 18,29
    Habitação 15,82
    Saúde e cuidados pessoais 12,27
    Despesas pessoais 10,81
    Vestuário 5,65
    Educação 5,01
    Artigos residenciais 3,91
    Comunicação 3,42

    Cesta de produtos do IPCA – Fonte: IBGE Assim, o IBGE faz a coleta dos preços dos produtos e serviços dessa cesta entre os dias 1 até 30 de cada mês, A pesquisa pode ser feita em estabelecimentos comerciais, residências, concessionárias de serviços e afins.

    Qual o INPC acumulado de 2023?

    O valor do INPC acumulado em 2023 foi de 2,91% em setembro, abaixo dos 4,32% registrados em setembro de 2022. Em agosto de 2023, o índice teve alta de +0,20% ante queda de -0,09% em julho e queda de -0,10% em junho. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou o INPC do mês no dia 11 de outubro de 2023.

    Pode usar o IPCA para reajuste de aluguel?

    O Projeto de Lei 1026/21 determina que o reajuste dos contratos de aluguel residencial e comercial não poderá ser superior à inflação oficial do País, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo ( IPCA ).

    Qual o valor máximo de reajuste de aluguel?

    Como reajustar o aluguel pelo IGP-M? – Para reajustar o aluguel pelo IGP-M, é necessário aplicar o índice acumulado em 12 meses ao valor do contrato. Veja o exemplo: Em junho de 2023, o IGP-M acumulado nos últimos doze meses foi de -6,86%, e esse seria o percentual de ajuste para os contratos vencidos em julho.

    Como calcular o valor de correção?

    Como funciona esse tipo de correção? – Após entender melhor o conceito de correção monetária, é válido saber como ela funciona, na prática. No Brasil, a correção monetária é calculada com base em índices oficiais de inflação. O cálculo da correção monetária é feito multiplicando a quantia original pela variação do índice no período em que o valor ficou defasado.

    Qual é a taxa de juro do IPCA?

    O que significa essa sigla? O IPCA (sigla para Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) é o índice oficial da inflação no país. Como o próprio nome sugere, ele indica a variação dos preços de um conjunto de produtos e serviços para o consumidor final (refletindo o consumo pessoal das famílias).