Calculadora Tamanho Do Feto?

Calculadora Tamanho Do Feto

Como calcular o tamanho de um feto?

A fórmula para o cálculo do comprimento do bebê é: Comprimento Fetal = 6,18 + 0,59 x Comprimento do Fêmur em Milímetros.

Tem como saber o tamanho do bebê pela altura uterina?

Curso de Especialização – Linhas de Cuidado em Enfermagem V. Avaliação da altura uterina Além dos procedimentos já mencionados, você deve observar o crescimento do feto. Uma das maneiras de fazer esse acompanhamento é medir a altura uterina. A avaliação da altura uterina é realizada com fita métrica flexível. Fonte : Brasil (2006a). A medida da altura é registrada em um gráfico de acordo com a idade gestacional. Valor acima do percentil 90 é anormal. Você deve atentar para a possibilidade de erro da Idade Gestacional (IG) e avaliar a possibilidade de poliidrâmnio, macrossomia fetal, gemelaridade, mola hidatiforme, miomatose ou obesidade.

  • Nesses casos, você deve encaminhar a gestante ao serviço de alto risco.
  • Valor abaixo do percentil 10 é anormal.
  • Você deve ficar atento para a possibilidade de erro da IG e avaliar a possibilidade do oligâmnio (oligoiidrâmnio), feto morto e retardo de crescimento (CIUR).
  • Nessas situações, você também deve encaminhar ao serviço de alto risco (BRASIL, 2006a).

Note que a suspeita de CIUR se confirma em 75% dos casos, se os métodos forem combinados, ou seja, se, além da altura uterina menor que percentil 10, tivermos baixo peso de acordo com IMC. (BRASIL, 2006a). VI. Palpação obstétrica (Manobras de Leopold Zweifel) Esta técnica visa à identificação da apresentação, posição e situação fetal.

Modos de realizar as manobras e achados, bem como as relações útero fetais, conhecimentos fundamentais para se avaliar a apresentação, situação e posição, devem ser pesquisados em Zieguel e Cranley (1985); Brasil (2006a); Rezende (2005) e treinados durante a prática nas unidades de saúde.A palpação obstétrica constitui-se de quatro tempos, confira na animação a seguir:

Confira a seguir as quatros manobras que acabamos de conhecer: Fonte: Brasil (2006a). Observe que na quarta manobra (ocupação da escava) podem ocorrer três situações:

Escava completamente ocupada pela região fetal (que é o polo cefálico); Escava incompletamente ocupada (polo pélvico); Escava está vazia (apresentação córmica).

A entrada dos dedos na bacia depende do grau da insinuação do polo apresentado. Na apresentação cefálica, quando a cabeça está alta e móvel, os dedos quase se tocam pelas extremidades e descem por igual; se insinuada, a penetração é desigual. Na apresentação pélvica, mesmo insinuada, os dedos de um lado e de outro penetram igualmente.

Como saber o percentil do meu bebê?

Como é calculado o percentil – Com já dissemos o, Vamos imaginar que você tenha que estudar o peso dos bebês ao nascerem para determinar o que seria o peso esperado ao nascimento. Você vai até uma maternidade, espera os bebês nascerem e registra, por exemplo, o peso de 10 bebês: 2795 g, 2950 g, 3870 g, 2650 g, 3100 g, 3750 g 4500 g, 2735 g, 4800 g, 2550 g.

Para calcular, por exemplo, o percentil 90, o primeiro passo seria ordenar estes pesos em ordem crescente, ou seja: 2550 g, 2650 g, 2735 g, 2795 g, 2950 g, 3100 g, 3750 g, 3870 g, 4500 g, 4800 g. Pronto, para descobrir agora o percentil 90 basta identificar qual peso veio em 9º lugar, ou seja, em que peso fica 90º da amostra para baixo e 10º da amostra para cima.

O resultado do percentil 90 neste exemplo é 4500 g. Já o percentil 50 seria o valor mais no meio da amostra. O percentil 50 também pode ser chamado de mediana (o valor mais do meio). Ele expressa um valor de tendência central da amostra, assim como a média que calculamos, por exemplo, quando queremos saber a nossa média na escola. Exemplo de curva de percentil de peso fetal estimado. Na bolinha em amarelo vemos o peso no percentil 50. Em verde o peso no percentil 90 e em vermelho no percentil 10. Um detalhe importante é que o percentil não é usado apenas no peso. Para todas as medidas fetais é possível calcular o percentil para saber se aquele parâmetro é grande ou pequeno.

O que é DBP na biometria fetal?

O diâmetro biparietal (DBP): é o diâmetro entre os dois lados da cabeça. Isso é medido após 13 semanas. O comprimento do fêmur (FL): mede o osso mais longo do corpo e reflete o crescimento longitudinal do feto. A circunferência abdominal (CA): a medida mais importante a ser feita no final da gravidez.

Quantos quilos o bebê engorda por mês na barriga?

Quantos gramas o bebê ganha por dia dentro da barriga?

Idade Gestacional Fase Ganho de Peso Aproximado
Idade Gestacional Fase Ganho de Peso Aproximado
Até 16 semanas Lenta 10 gramas por semana
De 16 a 26 semanas Acelerada 85 gramas por semana
De 26 a 38 semanas Máxima 200 gramas por semana

Qual o tamanho de um bebê de 5 meses na barriga?

Qual o tamanho do seu bebê? – Gestacard O que todas as gestantes querem é saber exatamente como o bebê está, seu tamanho, seu desenvolvimento e peso. Para ajudar você a acompanhar sua gestação, entender as alterações no seu corpo e a fase do seu bebê, confira no desenvolvimento mês a mês. Semanas 1 a 4 O óvulo já fecundado caminha até o útero e passa por várias divisões até se transformar em embrião e depois em feto. Tudo indica que você engravidou entre a segunda e terceira semanas, contando da data de sua última menstruação. É normal um pequeno sangramento, causado pelo implante do óvulo fecundado no útero. Nesse mês, a placenta e a cavidade amniótica ainda estão se formando.

  • Até aqui seu bebê é muito pequeno e tem o tamanho de uma cabeça de alfinete, mas o pré-natal já deve ser iniciado.
  • Semanas 5 a 8
  • Seu bebê ainda é minúsculo, tem cerca de 20 milímetros, menor que um feijãozinho, mas seu coração, cérebro, coluna espinhal, músculos, ossos, olhos, boca e membros estão se desenvolvendo, assim como o cordão umbilical, que se formou e está se conecta ao seu organismo.

É nessa época que começam os sintomas de gravidez, como náuseas pela manhã, cansaço excessivo e formigamento e dor nos seios, além de escurecimento dos mamilos. Você também poderá perder um pouquinho de peso. Mas acalme-se, nem toda mulher sente tudo isso, às vezes, elas não percebem nenhum sintoma.

Semanas 9 a 12 No último mês do primeiro trimestre, na nona semana, o bebê cresceu e tem o tamanho de um amendoim, mais ou menos. Cabeça e pescoço já estão mais desenvolvido e na ultrassonografia será possível você vê-lo se movendo, mesmo que ainda não sinta seus movimentos. Na 10ª semana os bracinhos e perninhas estarão mais longos.

Já no final da 12ª semana, será a vez dos dentes e unhas estarem desenvolvidos.

  1. O exame de Ultrassonografia Obstétrica com Translucência Nucal já pode ser solicitado pelo médico, já que deve ser feito entre a 11ª e a 14ª semana de gestação.
  2. Com o fim do primeiro trimestre, diminuem as possibilidades de aborto espontâneo.
  3. Semanas 13 a 16

Começou o segundo trimestre! Agora você verá como seu bebê cresce mais rapidamente e sua barriga também! A cabeça ainda está desproporcionalmente maior que o resto do corpo, mas em pouco tempo o corpinho estará no tamanho proporcional. Na 14ª semana seu bebê começará a fazer movimentos de engolir e pode até a começar a chupar o dedo.

Olhos e orelhas ocupam suas posições normais e as bochechas ficam mais proeminentes. Sete dias depois, na 15ª semana, ele começa a ter pelos, cabelos e sobrancelhas. Aqueles sintomas desagradáveis do primeiro trimestre começam a sumir e você passa a sentir seu bebê se mexendo. Mas podem surgir queimação no estômago e dor nas costas.

Semanas 17 a 20 Sim, o tempo está passando rápido. Você entrou no quinto mês de gestação e seu bebê dobrado de peso em apenas duas semanas. Ele já mede cerca de 13cm e pesa aproximadamente 140 gramas. Os pulmões começam agora a expelir líquido amniótico e o sistema urinário já funciona.

  • Semanas 21 a 24
  • Seu bebê continua crescendo e ganhando gordura, os seus órgãos estão formados e amadurecendo, os músculos estão mais fortes e seu corpo produz células sanguíneas, importantes contra infecções.
  • Na 21ª semana os rins passam a produzir líquido amniótico, antes produzido pela placenta, o coração cresce e o ritmo cardíaco acelera.
  • Nos meninos, é na 22ª semana que os testículos iniciam a descida da pélvis para a bolsa testicular e já produzem os primeiros espermatozoides.

Na 23ª semana, seu bebê mede aproximadamente 29cm e já pesa meio quilo. Quase todos os órgãos já estão formados, menos o pulmão, que ainda está amadurecendo. Na 24ª semana as ondas cerebrais começam a ativar os sistemas auditivo e visual. Aqui, fale com seu bebê usando o nome dele, se você já tiver escolhido.

Ele vai distinguir vozes de outros sons. Semanas 25 a 28 É o início do terceiro trimestre, e a audição do seu bebê está completamente desenvolvida e ele já sonha. Na 25ª semana, ele já pesa quase 700g e mede aproximadamente 35cm. As unhas continuam crescendo e os pulmões já estão formados e começam a produzir uma substância chamada surfactante, que é responsável pelo amadurecimento pulmonar.

Na 26ª semana de gestação seu bebê tem em média 36cm e entre 760 e 900g, já inspira e expira. A 27ª semana de gestação é a primeira semana do sétimo mês de gravidez e seu bebezinho já se prepara para a amamentação. Com cerca de 1kg, na 28ª semana de gestação já tem sua capacidade respiratória desenvolvida e como tem crescido rápido, tem menos espaço na barriga.

Incentive-o a se movimentar conversando bastante com ele. Semanas 29 a 32 Seu bebê já conhece diferentes sons, incluindo a voz dos familiares mais próximos, como os avós, e as músicas que o pais mais gostam. Ele segue ganhando peso dia a dia e já consegue controlar a respiração e a temperatura do corpo.

Com a chegada da 30ª semana de gestação, é comum que o bebê mude de posição e fique de cabeça para baixo. Ele ainda não está encaixadinho para o parto, mas já se encaminha para isso. A 31ª semana marca o oitavo mês e a gestação se encaminha para o final.

Aqui, a íris ganhar cor, mas a tonalidade definitiva dos olhos do bebê só será determinada entre 3 a 6 meses após o nascimento. Semanas 33 a 36 Com 33 semanas seu bebê já pesa quase 2kg, a pele ganha um tom rosado e o cérebro está se desenvolvendo muito rápido, assim como o sistema imunológico. Ele segue ganhando peso e, na 35ª semana ele já controla a temperatura corporal.

Nessa semana se formam as dobrinhas dos cotovelos, joelhos, punhos e pescoço. A partir da 36ª semana as consultas com o obstetra serão semanais, pois o parto se aproxima. Semanas 37 a 40 É o último mês de gestação, os pulmões já se desenvolveram e o bebê ganhou mais gordura, importante para seu aquecimento quando nascer.

  • Agora, seu bebê já sabe piscar e seis braços, pernas e músculos se fortaleceram.
  • Se ele ainda não encaixou, em dias deve estar pronto para o parto e com cerca de 3kg.
  • Aqui, a gestação já é considerada completa e o bebê pode nascer a qualquer hora.
  • Na 39ª semana, seu bebê tem cerca de 300 ossos que, ao longo da vida, vão se unir e formar 206 ossos, total do ser humano.

Se a gestação chegou até as 40 semanas, seu bebê vai nascer grandão, com cerca de 3400g, e com ritmo cardíaco entre 120 e 160 batimentos por minuto. Depois que ele nascer, o sangue irá correr pelos pulmões para que possa respirar fora do útero. Agora é hora! Fique atenta aos sinais de alerta do trabalho de parto que, em breve, estará com seu bebezinho no colo! : Qual o tamanho do seu bebê? – Gestacard

Qual gravidez a barriga cresce mais?

A barriga cresce mais, ou mais rápido, na segunda gestação? (Foto: Pexels) É verdade que a barriga cresce mais (ou mais rápido) na segunda gestação? Paula Lovisi, via Intagram Essa é uma crença comum entre as tantas que estão envolvidas quando o tema é gestação. Mas a verdade é que a barriga da não cresce mais, nem em uma velocidade maior do que a da primeira. Domingos Mantelli é ginecologista e obstetra. Pai de Giulia, 3 anos, e Isabella, 8 meses, é autor de Gestação: mitos e verdades sob o olhar do obstetra. Mande sua pergunta para: [email protected] Você já curtiu Crescer no Facebook? 10 Abr 2019 – 14h28 Atualizado em 10 Abr 2019 – 14h28 : A barriga cresce mais, ou mais rápido, na segunda gestação?

Quando a barriga é pequena o bebê é pequeno?

Quais fatores influenciam no tamanho da barriga na gravidez? – Como dissemos acima, o tamanho e a forma da barriga de grávida variam de acordo com alguns fatores físicos e hábitos de vida da gestante, Contudo, é um mito a ideia de que a barriga pontuda ou mais arredondada indica o sexo do bebê,

comprimento do quadril: nas mulheres com quadril mais largo, a barriga pode demorar um pouco mais para aparecer ou ficar menor, pois há mais espaço para a distensão uterina; prática de esportes : as mulheres que praticam esportes também podem demorar mais a notar a barriga, pois tendem a ter a musculatura abdominal mais tonificada e definida, retardando a distensão do útero;biótipo magro: para aquelas que têm um biótipo magro, com pouca gordura e musculatura abdominal, a barriga pode apontar mais cedo; obesidade : o acúmulo de gordura abdominal disfarça o crescimento da barriga característica de grávida; gravidez de gêmeos ou múltipla : a barriga também pode aparecer antes quando a gravidez é gemelar, Ainda assim, essa não é uma regra.

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Porque os médicos medem a altura uterina?

A medida da altura uterina (AU) é uma técnica simples para avaliar o crescimento fetal durante as consultas do pré-natal e a utilização de uma curva padrão de crescimento da AU em função da idade gestacional é eficaz para diagnosticar restrição de crescimento intra- uterino (VILLAR; BELIZAN, 1986).

Quando o percentil é preocupante?

O que é saudável e o que não é – “Estar abaixo do percentil 10 não necessariamente indica que o bebê esteja em perigo”, diz a obstetra Bruna Pitaluga, de Brasília. Segundo ela, a estatura dos pais —se baixinhos ou muito altos— também influencia no tamanho do feto.

  • Ter potencial genético para ser pequeno, o que seria normal e classificado como pequeno constitucional.
  • Estar em déficit nutricional, o que é mais preocupante e caracteriza uma restrição de crescimento. Desnutrição materna é a causa mais comum nesses casos e independe de classe social da família.

“O mais perigoso é estar abaixo do percentil 3”, alerta Souza. A médica explica que, para avaliar bem o que é saudável ou não, sempre se deve considerar a história da família, os exames e as consultas realizadas no pré-natal, além das ultrassonografias obstétricas.

Como saber o tamanho do bebê pelo comprimento do fêmur?

O comprimento fetal é aproximadamente 7 vezes maior que o do fêmur. O peso fetal é calculado usando a distância entre as orelhas – ou diâmetro biparietal – e a circunferência do abdômen. Em ambos os casos, os resultados são aproximados.

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Quando se preocupar com o percentil?

Muitas mães nos perguntam diariamente isso! Então vamos lá: para entendermos o percentil podemos pensar da seguinte forma: se reuníssemos 100 bebês saudáveis na idade gestacional de 37 semanas e colocássemos em um gráfico o peso de cada um, teríamos bebês de vários tamanhos.

  • A grande maioria nessa idade gestacional pesa cerca de 3 kg, sendo esta a média de peso para a idade gestacional.
  • Assim, fetos com o peso de 3 kg estariam no percentil 50 (ou seja, na média).
  • Quanto mais afastado do 50, menor ou maior o bebê será em relação a média da população.O percentil permite a comparação do peso do seu bebê com o crescimento dos outros bebês saudáveis.

Ele mostra, dentro de uma curva de crescimento que varia de 0 a 100, o lugar em que o peso do bebê ocupa entre todos os fetos saudáveis que possuem o mesmo tempo de gestação (de uma forma geral, poderíamos pensar que ele nos diz se o seu bebê está no grupo dos “pequeninhos” ou dos “grandinhos”).O peso do seu bebê é considerado normal se estiver entre o percentil 10 e o 90.

Assim, fetos no percentil 50 ou próximo dele, possuem tamanho igual à grande maioria dos bebês. Da mesma forma, quanto mais próximo do percentil 10 o seu bebê estiver, menor ele será. E quanto mais próximo do percentil 90, maior ele será em relação a média da população de bebês em geral. abaixo do percentil 10 e acima do percentil 90 estão fora da curva da normalidade e, neste caso, devemos investigar possíveis causas deste desvio do crescimento, através de exames complementares da mãe e do feto.

Muitos fatores devem ser considerados quando analisamos o percentil. Pais e mães altos, por exemplo, provavelmente terão filhos com percentis maiores que pais baixos, porque o fator genético influencia no crescimento. Além da genética, doenças maternas, como diabetes e hipertensão arterial sistêmica podem influenciar muito no crescimento fetal.

Médica formada pela Universidade de Caxias do SulMédica radiologista titulada pelo Colégio Brasileiro de Radiologia Residência em radiologia na CT Scan-Clinica Boisson no Rio de JaneiroResidência em radiologia abdominal no Hôpital Saint Antoine- França Residência em radiologia musculoesquelética no Hôpital Saint Antoine- FrançaFellow em neurorradiologia Hôpital Rangueil, Toulouse- FrançaEspecialista em ultrassonografia Dermatológica

Qual o valor normal do DBP?

Jan de 2016. Autor: Thiago Poppes Santalla Orientador: João Renato Bennini Jr. Avaliação da Biometria Fetal Para a avaliação do crescimento fetal é importante o conhecimento da idade gestacional, que pode ser determinado por vários parâmetros: no primeiro trimestre, pelo comprimento cabeça-nádega (CCN); no segundo e terceiro trimestres, com pelo menos três medidas fetais, segundo os trabalhos de Hadlock et al.

(1983), sendo elas: diâmetro biparietal (DBP) e circunferência cefálica (CC), como índice de crescimento da cabeça; e comprimento do fêmur (CF), como índice de crescimento da estatura. A medida da circunferência abdominal não é utilizada para datação, mas apenas para avaliação de crescimento. A utilização de múltiplos parâmetros é fundamental, pois oferece menor margem de erro.1, 2 Medidas de datação são usadas para confirmar a data da ultima menstruação (DUM) ou estimar a idade gestacional de fetos quando ela não é conhecida ou incerta.

Normalmente quanto mais precoce a medida, mais confiável. Uma vez estimada a idade gestacional, as próximas medidas deverão ser usadas para avaliar crescimento fetal apenas. Ja a avaliação do crescimento deve ser realizada somente após a datação.3 A determinação do peso fetal estimado pela ultra-sonografia é importante meio de verificar o bem-estar fetal e de avaliar a evolução de seu crescimento no decorrer da gestação, assim como reduzir a morbidade e mortalidade associadas ao retardo de crescimento intra-útero.2 A presença de patologias maternas, bem como as fetais, também deve ser conhecida para que se possa avaliar sua possível influência no crescimento fetal.

Características fisiológicas maternas, podem igualmente influenciar o ganho de peso fetal, em especial, no 3 o trimestre da gestação.4 Há também múltiplos determinantes não-patológicos do peso neonatal ao nascimento. Dentre estes fatores variantes, o mais importante deles é o potencial intrínseco de crescimento individual do feto.5 Comprimento Cabeça-Nádega: Realiza-se um corte sagital mediano com o embrião/feto em repouso; O eixo do CCN deve estar perpendicular ao feixe sonoro; Obter o comprimento máximo em linha reta; Utilizar a melhor de 3 medidas; Variabilidade estimativa IG: ± 8% (2 DP).

(Robinson, 1973 Hadlock et al., 1992) Circunferência Cefálica: Calculada a partir das medidas do DBP e diâmetro occipital-frontal (DOF); Realizar corte transversal do crânio, o qual deverá conter: Cavum septum pellucidum, tálamos e terceiro ventrículo, ventrículos laterais; Linha média perpendicular ao feixe sonoro, interrompida a 1/3 do seu comprimento pelo cavum septum pellucidum; Os limites da calota craniana e ventrículos laterais devem estar centralizados e simétricos em relação à linha média; Plexo coróide visível no corno posterior do ventrículo lateral; DOF: limites externos da calota craniana (borda óssea externa) nas regiões frontal e occipital, seguindo a linha média; DBP: maior distância entre os limites externos dos ossos parietais a 90o em relação ao DOF.6 Circunferência Abdominal: Calculada a partir das medidas dos diâmetros abdominais ântero-posterior (DAAP) e transverso (DAT); Realizar corte transversal do abdômen, que deverá conter: estômago, seio venoso (menor extensão possível da veia umbilical), coluna, aorta descendente; Costelas simétricas; Forma circular; DAAP: limites externos (“pele a pele”) do abdome nas regiões posterior (coluna) e anterior; DAT: maior distância entre os limites externos (“pele a pele”) das regiões laterais do abdome, perpendicular em relação ao DAAP.7 Comprimento Femoral: Corte longitudinal, contendo: diáfise femural (calcificada), cabeça e côndilo do fêmur (cartilagem); Incidir feixe sonoro a 90º; Medida da porção calcificada da diáfise femural; Calibrador de medida nas junções da cartilagem com a porção calcificada.8 Referências: 1. Nery, Luiz; Moron, Antonio Fernandes; Kulay Junior, Luiz. Avaliação Ultra-Sonográfica do Crescimento Fetal com uso do Diâmetro Transverso do Cerebelo. Rev. Bras. Ginecol. Obstet.2000; v.22, n.5, p.281-286.2. Cecatti, José Guilherme et al, Curva dos valores normais de peso fetal estimado por ultra-sonografia segundo a idade gestacional.

  • Cad. Saúde Pública, 2000; v.16, n.4, p.1083-1090.3.
  • Loughna P, Chitty L, Evans T, Chudleigh T.
  • Fetal size and dating: charts recommended for clinical obstetric practice.
  • Ultrasound 2009; 17: 161–167.4.
  • De Jong, C.L.; Gardosi, J.; Baldwin, C.; Francis, A.; Dekker, G.A.
  • Van Geijn, H.P.Fetal weight gain in a serially scanned high-risk population.

Ultrasound in Obstetrics and Gynecology, 1998; 11: 39-43.5. Ott, W.J. Defining altered fetal growth by second-trimester sonography. Obstetrics and Gynecology, 1990; 75: 1053-1059.6. Chitty LS, Altman DG, Henderson A, Campbell S. Charts of fetal size: 2. Head measurements.

Qual a medida normal do DBP?

Os valores do diâmetro biparietal (DBP) obtidos variaram de 1,69 a 2,94 cm e do diâmetro do corpo (DCo) variaram de 2,80 a 5,43 cm (Tabela 4). Tabela 2. Observação das estruturas fetais e o intervalo provável da idade dos fetos.

O que significa DBP CC cá CF?

Ultrasonographic Evaluation of Fetal Growth with the use of the Transverse Cerebellar Diameter – Objetivo: avaliar a eficácia do diâmetro transverso do cerebelo (DTC), por meio da ultra-sonografia, na evolução do crescimento fetal e relacioná-lo com a idade gestacional, diâmetro biparietal (DBP), circunferência cefálica (CC), circunferência abdominal (CA) e comprimento do fêmur (CF).

Métodos: foi realizado um estudo prospectivo e longitudinal com 254 gestantes consideradas de baixo risco, com idade gestacional de 20 a 40 semanas. Somente 55 gestantes foram incluídas no estudo, segurados os critérios de inclusão e exclusão. Todos os exames, ou seja, as 217 avaliações ultra-sonográficas foram realizadas pelo autor (LN), sendo no mínimo três e no máximo seis exames para cada gestante, com intervalo de uma a cinco semanas.

Foram estabelecidos padrões de normalidade entre os percentis 10 e 90 para cada idade gestacional, com confirmação após o parto. Resultados: o diâmetro transverso do cerebelo apresentou uma boa correlação com a idade gestacional, tanto como variável dependente (R² = 0,90), como variável independente (R² = 0,92).

  1. Uma correlação significativa na avaliação do crescimento fetal foi encontrada entre o DTC e os vários parâmetros fetais: DBP e CC (R² = 0,92), CF (R² = 0,90) e CA (R² = 0,89).
  2. Conclusões: o diâmetro transverso do cerebelo é um parâmetro que deve ser utilizado no acompanhamento do desenvolvimento e do crescimento fetal devido a sua curva de crescimento de padrão ascendente.

Qualquer alteração para mais ou menos na curva de crescimento pode ser útil na detecção dos desvios do crescimento fetal. Cerebelo; Crescimento fetal; Ultra-sonografia; Idade gestacional Purpose: to evaluate the effectiveness of the transverse cerebellar diameter (TCD), by ultrasonography, in the evolution of the fetal growth, and to relate it to gestational age, biparietal diameter (BPD), head circumference (HC), abdominal circumference (AC) and femur length (FL).

  • Method: a prospective and longitudinal study was performed on 254 pregnant women considered of low risk, with a gestational age from 20 to 40 weeks.
  • Only 55 pregnant women were included in the study, according to inclusion and exclusion criteria.
  • All the examinations, 217 ultrasonographic evaluations, were done by the author (LN), at least three and at most six examinations for each pregnant woman being accomplished at an interval of one to five weeks.

Normality patterns were established between the 10 and 90 percentiles for each gestational age and confirmed postnatally. Results: the transverse cerebellar diameter presented a good correlation with the gestational age either as a dependent variable (R² = 0.90) or as an independent variable (R² = 0.92).

A significant relationship was found in the evaluation of the fetal growth between the TCD and the several fetal parameters: BPD and HC (R² = 0.92), FL (R² = 0.90) and AC (R² = 0.89). Conclusions: the transverse cerebellar diameter is a parameter that should be used in the follow-up of development and of fetal growth because of the ascending pattern of its growth curve.

Any up- or downward alteration in the growth curve can be useful for the detection of deviations of fetal growth. Cerebellum; Fetal growth; Ultrasonography; Gestational age Trabalhos Originais Avaliação Ultra-Sonográfica do Crescimento Fetal com uso do Diâmetro Transverso do Cerebelo Ultrasonographic Evaluation of Fetal Growth with the use of the Transverse Cerebellar Diameter Luiz Nery 1 1 Disciplina de Ginecologia e Obstetrícia da Universidade Estadual de Maringá/Hospital Universitário 2 Departamento de Tocoginecologia da Universidade Federal de São Paulo/Escola Paulista de Medicina Corrrespondência: Luiz Nery R.

Saint Hilaire, 244 87015-160 ¾ Maringá ¾ PR Fone: (44) 224-9098 ¾ Fax: (44) 224-5522, Antonio Fernandes Moron 2 1 Disciplina de Ginecologia e Obstetrícia da Universidade Estadual de Maringá/Hospital Universitário 2 Departamento de Tocoginecologia da Universidade Federal de São Paulo/Escola Paulista de Medicina Corrrespondência: Luiz Nery R.

Saint Hilaire, 244 87015-160 ¾ Maringá ¾ PR Fone: (44) 224-9098 ¾ Fax: (44) 224-5522, Luiz Kulay Junior 2 1 Disciplina de Ginecologia e Obstetrícia da Universidade Estadual de Maringá/Hospital Universitário 2 Departamento de Tocoginecologia da Universidade Federal de São Paulo/Escola Paulista de Medicina Corrrespondência: Luiz Nery R.

Saint Hilaire, 244 87015-160 ¾ Maringá ¾ PR Fone: (44) 224-9098 ¾ Fax: (44) 224-5522 RESUMO Objetivo: avaliar a eficácia do diâmetro transverso do cerebelo (DTC), por meio da ultra-sonografia, na evolução do crescimento fetal e relacioná-lo com a idade gestacional, diâmetro biparietal (DBP), circunferência cefálica (CC), circunferência abdominal (CA) e comprimento do fêmur (CF).

Métodos: foi realizado um estudo prospectivo e longitudinal com 254 gestantes consideradas de baixo risco, com idade gestacional de 20 a 40 semanas. Somente 55 gestantes foram incluídas no estudo, segurados os critérios de inclusão e exclusão. Todos os exames, ou seja, as 217 avaliações ultra-sonográficas foram realizadas pelo autor (LN), sendo no mínimo três e no máximo seis exames para cada gestante, com intervalo de uma a cinco semanas.

  • Foram estabelecidos padrões de normalidade entre os percentis 10 e 90 para cada idade gestacional, com confirmação após o parto.
  • Resultados : o diâmetro transverso do cerebelo apresentou uma boa correlação com a idade gestacional, tanto como variável dependente (R² = 0,90), como variável independente (R² = 0,92).

Uma correlação significativa na avaliação do crescimento fetal foi encontrada entre o DTC e os vários parâmetros fetais: DBP e CC (R² = 0,92), CF (R² = 0,90) e CA (R² = 0,89). Conclusões: o diâmetro transverso do cerebelo é um parâmetro que deve ser utilizado no acompanhamento do desenvolvimento e do crescimento fetal devido a sua curva de crescimento de padrão ascendente.

Qualquer alteração para mais ou menos na curva de crescimento pode ser útil na detecção dos desvios do crescimento fetal. PALAVRAS-CHAVE: Cerebelo. Crescimento fetal. Ultra-sonografia. Idade gestacional. Introdução A avaliação correta do crescimento fetal tem sido tarefa difícil para os obstetras e ultra-sonografistas.

O reconhecimento adequado dos extremos do crescimento é fundamental para identificar fetos que têm maior risco de morbidade e mortalidade 1, Para isso, é de extrema importância conhecer os valores de normalidade do crescimento fetal que se situam entre os percentis 10 e 90 2,

O emprego da ultra-sonografia proporcionou um importante avanço na clínica obstétrica, especialmente no estudo genético fetal 3, Para termos uma boa avaliação do crescimento fetal, é importante o conhecimento da idade gestacional, o que pode ser determinado por vários parâmetros: no primeiro trimestre, pelo comprimento cabeça-nádega (CCN), com estimativa de erro de no máximo cinco dias 4 ; no segundo e terceiro trimestres, por meio do diâmetro biparietal (DBP), da circunferência cefálica (CC), da circunferência abdominal (CA) e do comprimento do fêmur (CF) 1,5,6,

A utilização de múltiplos parâmetros é fundamental, porque oferece menor margem de erro 7, Com o objetivo de identificar, precocemente, os desvios do crescimento fetal, muitos autores têm proposto a utilização do diâmetro cerebelar para estimar a idade gestacional, bem como o crescimento fetal, pela medida do seu diâmetro transverso 8-10,

Esse parâmetro oferece inúmeras vantagens sobre os demais, sobretudo naqueles casos em que ocorrem alterações da pressão extrínseca que podem distorcer o crânio fetal (dolico e braquicefalia), apresentações anômalas, oligoidrâmnio, gestações múltiplas e anomalias uterinas. Nesses casos, nem o DBP ou a CC são confiáveis, pois a precisão é questionável 8,11,12,

Nosso propósito foi estudar o crescimento fetal de nossa população pela medida do diâmetro cerebelar, comparando-o com os vários parâmetros da biometria fetal, já que em nosso meio a literatura sobre o assunto é escassa. Pacientes e Métodos Foi realizado um estudo prospectivo longitudinal em gestantes de baixo risco, com idade gestacional de 20 a 40 semanas, no período de julho de 1997 a novembro de 1998.

As pacientes eram oriundas do serviço de pré-natal do Hospital Universitário da Universidade Estadual de Maringá. Esse estudo foi realizado após obtermos o consentimento por escrito de todas as pacientes, e também após ser aprovado nas Comissões de Ética em Pesquisa das instituições referidas. Foram estabelecidos os seguintes critérios de inclusão: gestação única, pacientes com ciclos menstruais regulares, exame de ultra-sonografia antes da 20 a semana de gravidez, concordante com a idade gestacional estimada pela última menstruação, assim como 3 a 6 avaliações ultra-sonográficas para cada paciente, com intervalo de uma a cinco semanas.

Todos os parâmetros deviam ter sido visibilizados e os recém-nascidos tinham pesos entre os percentis 10 e 90, confirmados após o parto 2, Por outro lado, excluímos da pesquisa as pacientes que apresentaram alguma intercorrência clínica ou obstétrica durante a gestação, o que poderia interferir no crescimento fetal, como diabete melito, hipertensão arterial crônica, pré-eclâmpsia, isoimunização ao fator Rh e anomalias fetais detectadas no período pré e pós-natal.

  1. Para realização dos exames ultra-sonográfico foi utilizado um aparelho Toshiba SSA-240A, com transdutor convexo de 3,75 mHz, sendo todos os exames realizados somente por um examinador.
  2. Os seguintes parâmetros foram analisados: diâmetro biparietal (DBP), circunferência cefálica (CC) e abdominal (CA), assim como comprimento do fêmur (CF) e diâmetro transverso do cerebelo (DTC).

As medidas foram todas efetuadas em milímetros. O cerebelo foi identificado através de uma visão ultra-sonográfica da fossa posterior, conforme o método estabelecido por Goldstein et al.9, isto é, num plano paralelo aos ventrículos laterais, tendo como pontos de referência o tálamo, cavo do septo pelúcido e terceiro ventrículo.

  1. Girando o transdutor, levemente, com uma inclinação de 30 o, conseguimos a visão ideal do cerebelo 8,
  2. Após o congelamento da imagem e o posicionamento correto dos calipers, realizamos a medida do diâmetro transverso do cerebelo de uma margem externa à outra dos hemisférios cerebelares ( Figuras 1 e 2 ).
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Os intervalos de predição de normalidade foram calculados para os percentis 5, 10, 50, 90 e 95 das variáveis em cada idade gestacional. Foram calculadas equações de regressão polinomiais até 3 o grau, pelo método stepwise, para estabelecer relações entre os parâmetros de interesse 13,

Foi utilizado o coeficiente de explicação (R²) para avaliar o ajuste da equação estimada, adotando o nível de significância igual a 0,05 ou 5%. Resultados Foram realizadas, inicialmente, 620 avaliações ultra-sonográficas em 254 gestantes consideradas de baixo risco. Excluímos 150 pacientes que não completaram o mínimo de três avaliações exigidas, 34 por apresentarem intercorrência clínica durante a gravidez, como hipertensão arterial (n = 3), doença hipertensiva específica da gravidez (n = 15), malformações fetais (n = 3), recém-nascidos com peso abaixo do percentil 10 (n = 8) e acima de 90 (n = 5).

Também foram excluídos 15 casos em que o cerebelo não foi adequadamente visibilizado. O estudo foi baseado em 217 avaliações ultra-sonográficas, sobre 55 pacientes que preencheram os critérios escolhidos nessa pesquisa. Cada paciente foi submetida no mínimo a três e no máximo a seis exames, com intervalo de uma a cinco semanas.

  • Os percentis de distribuição dos recém-nascidos (RN) foram confirmados depois do parto, após verificarmos o peso adequado para cada idade gestacional, confrontante com os padrões de normalidade estabelecidos 14,
  • A Tabela 1 mostra o número e o percentual de avaliações em cada idade gestacional dentre as 217 avaliações feitas em 55 pacientes.

A média da idade gestacional no parto foi de 39 + 1 semanas (variação de 35 a 41 semanas) e o peso médio dos RN foi de 3.225 + 463 gramas (variação de 1.920 a 3.850 gramas). A Tabela 2 mostra os intervalos de predição calculados pelos percentis para o diâmetro transverso do cerebelo (DTC) nas diferentes idades gestacionais avaliadas.

  • A Figura 3 ilustra a evolução do DTC entre os percentis 10, 50 e 90 para cada idade gestacional.
  • A correlação entre o DTC e idade gestacional foi realizada por meio de análise estatística de equações polinomiais de segundo grau; considerando o DTC como variável dependente e a idade gestacional como variável independente, temos: DTC = -4,959601 + 1,010780 ´ IG + 0,010530 ´ IG 2,

O R 2 obtido foi de 0,90. Foram analisados, respectivamente, a relação entre o DTC, a idade gestacional (IG) e os diversos parâmetros da biometria fetal, como: DBP, CC e CA, assim como o CF. Essas análises foram feitas mediante equações de regressão polinomiais de 3 o grau, considerando a idade gestacional e os diversos parâmetros fetais (DBP, CC, CA e CF) como variáveis dependentes e o DTC, como variável independente.

Os resultados dessas análises podem ser observados a seguir onde estão resumidos os cálculos efetuados para cada variável e respectivos R 2 : Variável dependente: idade gestacional = 5,789015 + 0,73698 ´ DTC + 0,001856 ´ DTC 2 – 0,000077 ´ DTC 3 R 2 = 0,92 Variável dependente: DBP = -23,36046 + 4,77317 ´ DTC – 0,06524 ´ DTC 2 + 0,00031 ´ DTC 3 R 2 = 0,92 Variável dependente: CC = -73,0405 + 16,52744 ´ DTC – 0,223654 ´ DTC 2 – 0,00104 ´ DTC 3 R 2 = 0,92 Variável dependente: CA = -40,81298 + 10,73687 ´ DTC – 0,04971 ´ DTC 2 – 0,000376 ´ DTC 3 R 2 = 0,89 Variável dependente: CF = -16,64887 + 2,9119 ´ DTC – 0,02362 ´ DTC 2 + 0,00000085 ´ DTC 3 R 2 = 0,90 Discussão O crescimento fetal, ultimamente, vem sendo cada vez mais estudado por meio da ultra-sonografia.

Mesmo assim, apesar da metodologia empregada e dos modernos aparelhos existentes, nota-se que a maior dificuldade, sem dúvida, ocorre no terceiro trimestre de gravidez. O cerebelo deriva da parte dorsal do metencéfalo, sendo constituído por duas massas laterais denominadas de hemisférios cerebelares e uma central, o vermis 15,16,

  • No embrião, o cerebelo surge a partir da quinta semana, como uma protuberância que cobre o assoalho do quarto ventrículo 15,17,
  • O cerebelo pode ser identificado pelo exame ultra-sonográfico em torno da 11 a semana 9, e com acurácia da 12 a à 14 a semana, pelo método transvaginal 18,
  • Porém, devemos tomar cuidado em diagnosticar precocemente anomalias da fossa posterior antes da 18 a semana.

Certamente, até essa época algumas estruturas da fossa posterior, como 4 o ventrículo, cisterna magna, vermis e hemisférios cerebelares, ainda não estão complemente desenvolvidos e, portanto, podem simular uma imagem anômala 19, Em nosso estudo identificamos o cerebelo na fossa posterior na maioria dos exames ultra-sonográficos.

  1. Somente em 15 pacientes (5,9%) não pudemos visibilizar o cerebelo, por apresentação cefálica com variedade posterior, obesidade materna ou rotura prematura de membranas.
  2. Em todos esses casos, a idade gestacional esteve acima de 34 semanas.
  3. A explicação dada pela maioria dos autores é que, após a 32 a semana, há uma maior dispersão das medidas.

Além disso, o grau de insinuação da cabeça fetal dificulta o acesso à fossa posterior. Em outras circunstâncias, a pouca quantidade de líquido amniótico presente em torno da cabeça fetal dificulta a visibilização do cerebelo 10,12,20, A obesidade materna e as próprias estruturas musculares também são fatores que impedem a penetração das ondas sônicas 20,

Os resultados apresentados em nossa ca-suística a respeito da relação entre o DTC e a idade gestacional estão bem próximos aos da literatura 9,10, o que demonstra reprodutividade do método empregado. Apesar da análise de regressão linear ser mais utilizada nos trabalhos em que se emprega a ultra-sonografia, os dados da literaturarevelam que o crescimento fetal é melhor analisado por meio de equações curvilíneas 4,21,

Para amostras com número maior que 150 pacientes e idade gestacional superior a 20 semanas é aconselhável utilizar análise de regressão polinomial 22, Em nosso estudo, a análise do crescimento fetal, com o uso de vários parâmetros fetais, mostrou ser mais confiável ao utilizarmos as equações polinomiais.

  • Entretanto, quando utilizamos o cálculo de regressão linear este não se mostrou eficaz, caracterizando, portanto, a inadequação do método.
  • Os resultados de nossas análises estatísticas, em que foi empregado o DTC como variável dependente e a idade gestacional como variável independente, mostraram-se bem ajustados, com coeficiente de explicação R² = 0,90.

Em outra análise, estudamos a relação do DTC com a idade gestacional e os diversos parâmetros da biometria fetal (DBP, CC, CA e CF). Desta vez, o DTC foi utilizado como variável independente e a idade gestacional, assim como os demais parâmetros fetais, como variáveis dependentes.

  1. Constatamos pelas equações de regressão polinomiais de 3 o grau que todas as análises mostraram-se bem ajustadas com coeficiente de explicação (R 2 ) acima de 0,90.
  2. Somente a equação estimada para circunferência abdominal apresentou resultado inferior a 0,90.
  3. Alguns estudos revelaram uma alta correlação entre o DTC e o diâmetro biparietal com R 2 de 0,95 e 0,96 8,9,

A correlação encontrada por Goldstein et al.9 entre esse parâmetro e a circunferência craniana, idade gestacional e a circunferência abdominal foi semelhante às nossas. Analisando graficamente a evolução do crescimento cerebelar entre os percentis 10, 50 e 90 apresentados na Tabela 2, observamos uma curva de crescimento de padrão ascendente, sendo que as maiores dispersões ocorreram no terceiro trimestre.

  1. No segundo trimestre, a medida do diâmetro cerebelar em milímetros é equivalente à idade gestacional em semanas, o que confere com os encontrados na literatura 9,10,23,
  2. Esse estudo trouxe uma contribuição para a avaliação do crescimento fetal, visto que qualquer desvio na curva de crescimento, para mais ou menos, permite-nos identificar um desvio de crescimento do feto.

Com base nesse estudo e em outros da literatutura 9,10, acreditamos que o diâmetro transverso do cerebelo pode ser considerado como um bom parâmetro no acompanhamento evolutivo do desenvolvimento e crescimento fetal. Certamente, muitos outros estudos far-se-ão necessários, mas de maneira geral, acreditamos que o exame ultra-sonográfico do cerebelo fetal deva ser incluído na rotina da biometria fetal.

  • SUMMARY Purpose: to evaluate the effectiveness of the transverse cerebellar diameter (TCD), by ultrasonography, in the evolution of the fetal growth, and to relate it to gestational age, biparietal diameter (BPD), head circumference (HC), abdominal circumference (AC) and femur length (FL).
  • Method: a prospective and longitudinal study was performed on 254 pregnant women considered of low risk, with a gestational age from 20 to 40 weeks.

Only 55 pregnant women were included in the study, according to inclusion and exclusion criteria. All the examinations, 217 ultrasonographic evaluations, were done by the author (LN), at least three and at most six examinations for each pregnant woman being accomplished at an interval of one to five weeks.

Normality patterns were established between the 10 and 90 percentiles for each gestational age and confirmed postnatally. Results : the transverse cerebellar diameter presented a good correlation with the gestational age either as a dependent variable (R² = 0.90) or as an independent variable (R² = 0.92).

A significant relationship was found in the evaluation of the fetal growth between the TCD and the several fetal parameters: BPD and HC (R² = 0.92), FL (R² = 0.90) and AC (R² = 0.89). Conclusions: the transverse cerebellar diameter is a parameter that should be used in the follow-up of development and of fetal growth because of the ascending pattern of its growth curve.

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1 Disciplina de Ginecologia e Obstetrícia da Universidade Estadual de Maringá/Hospital Universitário 2 Departamento de Tocoginecologia da Universidade Federal de São Paulo/Escola Paulista de Medicina Corrrespondência: Luiz Nery R. Saint Hilaire, 244 87015-160 ¾ Maringá ¾ PR Fone: (44) 224-9098 ¾ Fax: (44) 224-5522

Publicação nesta coleção 04 Jan 2005 Data do Fascículo Jun 2000

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Qual o período da gravidez que engorda mais?

As mudanças no corpo da mulher durante a gravidez são inevitáveis. Conheça os fatores que colaboram para o aumento do peso. Texto: Fonte: Unimed Paraná 01 de novembro, 2019 As mudanças no corpo da mulher durante a gravidez são inevitáveis. A principal delas é o aumento do peso, provocado não somente pela presença do feto, mas também por retenção de água, aumento do volume de sangue circulante e ganho de gordura.

O peso da mãe antes da gravidez e o ganho total durante os 9 meses de gravidez são fatores que interferem diretamente no peso, comprimento e as reservas de gordura do recém-nascido. O peso e as reservas de gordura ao nascer são importantes, pois tem grande impacto na saúde do bebê a curto e a longo prazo.

O ganho de peso gestacional também tem impactos na mãe, uma vez que mulheres que ganham peso excessivamente durante a gravidez apresentam maior risco de se tornarem obesas ou de agravarem o seu excesso de peso já preexistente. Se fôssemos contar somente o peso do bebê, seria esperado um aumento de peso mínimo, ao redor de 3,5 quilos.

Peso médio do feto: 3,2 a 3,6 kgAumento das reservas de gordura do corpo: 2,7 a 3,6 kgRetenção de líquidos: 0,9 a 1,4 kgPeso líquido amniótico: 0,9 kgAumento de peso das mamas: 0,45 a 1,4 kgAumento de peso do útero: 0,9 kgPeso da placenta: 0,7 kg

Isso significa que uma grávida que apresentava um peso corporal normal antes da gravidez deve ganhar, em média, algo em torno de 11 a 14,5kg até o final da gestação. Exceto em casos de doenças da gravidez, como na pré-eclâmpsia, onde há um acúmulo acima do normal de líquidos.

A maior parte do ganho de peso na gravidez ocorre no 2º e 3º trimestre. No primeiro trimestre, o ganho de peso é mínimo, variando entre 0,5 e 2,0 kg. A partir do 2º trimestre de gravidez, o ganho de peso acelera-se, devendo ficar em torno de 0,5kg por semana. O termo ‘comer por dois’ durante a gravidez é um mito que não deve ser seguido.

Basta um aumento de 200 a 300 kcal por dia na dieta para que a gestante consiga atingir a meta de 0,5 kg por semana. A gestante deve comer pequenas porções, várias vezes por dia. Não é indicado um jejum maior que 4 horas durante o período que a gestante esteja acordada.

Qual período da gravidez dá mais fome?

O ginecologista e obstetra Domingos Mantelli explica que o apetite exacerbado é comum no primeiro trimestre da gravidez, principalmente devido às mudanças hormonais, mas é preciso tomar alguns cuidados.

O que é bom comer para engordar o bebê na barriga?

O consumo de alimentos com vitamina B6 é importante para o crescimento e o ganho de peso do feto e para a prevenção da depressão pós-parto. O magnésio também deve estar presente nessa fase, pois favorece a formação e o crescimento dos tecidos do corpo.

Quantos centímetros tem um bebê de 6 meses na barriga?

6º mês de gestação. Características do sexto mês de gestação O sexto mês de gestação compreende da 21ª à 24ª semana lunar. Nesse período, o bebê ainda se apresenta enrugado. No entanto, já é capaz de ouvir, deglutir, e ter sensações relativas ao paladar. Além disso, ele apresenta suas características faciais já formadas. No sexto mês o bebê já tem suas orelhas formadas.

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Uma vez que temos meses com 28, 30 e 31 dias, alguns médicos costumam sugerir que os cálculos relativos ao tempo de gravidez de uma mulher sejam feitos de acordo com o calendário lunar. Isso significa, basicamente, considerar o seguinte:- 1 semana lunar = 7 dias – 1 mês lunar = 4 semanas de 7 dias = 28 diasComo o período compreendido entre o início da gestação e o dia do parto tem cerca de 280 dias, podemos perceber que esse valor corresponde a 40 semanas.Uma vez que um mês lunar tem 4 semanas, 40 semanas de gravidez correspondem a 10 meses lunares.

Agora que você já compreendeu essas contas, vamos seguir adiante, falando sobre o sexto mês de gestação. Nesse período, compreendido entre a 21ª semana lunar e a 24ª, o bebê ainda se apresenta enrugado, e se movimenta bastante. Suas unhas começam a aparecer, e os pelos se tornam mais evidentes.

Assim, o cabelo fica mais denso, e o corpo apresenta sobrancelhas e cílios. Além disso, há sobre seu corpo o vernix caseoso: uma substância branca que protege e impede a desidratação da pele. O bebê inicia esse período com aproximadamente 18 centímetros e 310 gramas, encerrando o mês lunar com cerca de cinco centímetros a mais, e 540 gramas.

Ele já tem suas características faciais formadas e já é capaz de “treinar” a deglutição, ingerindo o líquido amniótico – que já pode ser processado pelo seu sistema digestório, e também sentido, pelo paladar. Suas mãos estão mais fortes, desenvolvendo o tato.

  • A medula óssea já é capaz de formar células sanguíneas, e o cérebro está se desenvolvendo rapidamente.
  • As orelhas já funcionam muito bem, permitindo com que reconheça sons e tenha senso de equilíbrio (em virtude da formação completa da orelha interna).
  • Quanto à mãe, sua coluna se curva para frente, e as articulações que se localizam na região pélvica se tornam mais flexíveis.

Os enjoos tendem a desaparecer, sua barriga apresenta tamanho médio, e o umbigo fica mais evidente. Ela (a barriga) tende a se mover bastante, já que a criança tem bastante espaço e está bastante ativa – o que pode fazer com que as costelas maternas se apresentem doloridas.

  • A gestante também pode sentir dores nas costas, em razão do aumento dos seios e do volume do útero.
  • Não pare agora.
  • Tem mais depois da publicidade 😉 Em virtude da ação hormonal, ela pode ter flutuações de humor.
  • Em muitos casos, inclusive, gestantes nessa fase se apresentam com maior apetite sexual.

Sobre isso, vale lembrar que, exceto em casos em que há orientação médica específica que indique a abstinência, a gestante pode, sim, ter relações sexuais. Ainda sobre os hormônios, também em razão deles, existe uma tendência para que os pelos, de forma geral, cresçam significantemente nesse período – inclusive em regiões não muito desejadas, como bochechas e costas.

  • A gestante pode, ainda, se sentir inchada; e apresentar manchas escuras na pele do rosto (melasmo), que tendem a desaparecer após o parto.
  • De qualquer forma, o uso de protetor solar, cotidianamente, é uma excelente medida.
  • Alimentação da gestante: Como o cérebro do bebê está se desenvolvendo significantemente nessa fase, é muito importante não se esquecer de ingerir alimentos contendo ômega 3: peixes de águas profundas, como salmão, atum, bacalhau, albacora e cação; e certos vegetais, como brócolis, rúcula, couve e espinafre.

O cálcio também é importante, uma vez que permite que o bebê tenha uma série de benefícios: ossos mais fortes, boa dentição, músculos fortes, etc.; e previne a osteoporose materna. O ferro, também, não deve ser negligenciado, uma vez que gestantes possuem o risco em potencial de desenvolver anemias.

E, claro, a hidratação é essencial! Além dos diversos benefícios dessa medida, a hidratação ajuda na melhora da circulação sanguínea, e reduz o inchaço. Importante: Nessa fase, a gestante pode sentir algumas contrações, que se manifestam no útero e abdome. Elas, chamadas de contrações de Braxton, ou Braxton Hicks, estão preparando o útero materno para as contrações propriamente ditas, que surgirão mais para o fim da gravidez.

Caso utilize carro, é importante que a gestante coloque o cinto de segurança, sem se esquecer de que ele deve ser colocado em volta da barriga, e não em cima dela. Por Mariana Araguaia Bióloga, especialista em Educação Ambiental Escritor oficial Brasil Escola Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja: ARAGUAIA, Mariana. “6º mês de gestação”; Brasil Escola, Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/biologia/sexto-mes-gestacao.htm. Acesso em 03 de novembro de 2023. : 6º mês de gestação. Características do sexto mês de gestação

Qual é o peso ideal para um feto de 4 meses?

Seu comprimento, na 13ª semana, é de aproximadamente 73 milímetros e o peso, 20 gramas. Ao fim da 16ª, ele terá mais ou menos 115 milímetros e 85 gramas.

Quantos quilos é normal engordar com 5 meses de gravidez?

Quanto quilos posso engordar na gravidez? – A mulher pode engordar entre 7 e 15 kg durante os nove meses ou 40 semanas de gestação, dependendo sempre do peso que tinha antes de engravidar. Isso significa que a mulher deve engordar em torno de 2 kg nos primeiros três meses de gravidez.

Qual é o tamanho de um feto de 4 meses?

4º mês de gestação. Características do quarto mês de gestação No quarto mês de gestação (13ª à 16ª semana lunar) surge uma camada de tecido gorduroso abaixo da pele do bebê, e é também nessa época que ocorre a sua ossificação. No quarto mês, o bebê tem tamanho considerável. Uma vez que temos meses com 28, 30 e 31 dias, alguns médicos costumam sugerir que os cálculos relativos ao tempo de gravidez de uma mulher sejam feitos de acordo com o calendário lunar. Isso significa, basicamente, considerar o seguinte: – 1 semana lunar = 7 dias – 1 mês lunar = 4 semanas de 7 dias = 28 dias Como o período compreendido entre o início da gestação e o dia do parto tem cerca de 280 dias, podemos perceber que esse valor corresponde a 40 semanas.

  • Uma vez que um mês lunar tem 4 semanas, 40 semanas de gravidez correspondem a 10 meses lunares.
  • Agora que você já compreendeu essas contas, vamos seguir adiante, falando sobre o quarto mês de gestação,
  • Nesse período, compreendido entre a 13ª semana lunar e a 16ª, o corpo do feto está completamente formado, e cada vez mais proporcional.

Além disso, seus olhos e orelhas assumem posições definitivas. Seu comprimento, na 13ª semana, é de aproximadamente 73 milímetros e o peso, 20 gramas. Ao fim da 16ª, ele terá mais ou menos 115 milímetros e 85 gramas. As pálpebras estão significantemente desenvolvidas, assim como o pescoço, as cordas vocais, a laringe, o esqueleto e muitos dos seus órgãos internos.

  1. Ele já é capaz de fechar as mãos e, surpreendentemente, seus dedos já apresentam as impressões digitais.
  2. Surge o lanugo (uma espécie de penugem que protege o corpo), assim como as sobrancelhas e cabelo.
  3. As bochechas e a ponta do nariz também começam a aparecer.
  4. Os órgãos genitais ficam evidentes, fazendo com que seja possível a identificação do sexo da criança.

Ela também passa a controlar muitos de seus músculos voluntários, iniciando seus primeiros movimentos. Graças aos músculos involuntários, pode também soluçar. Nestas semanas, também, o bebê apresenta diversas expressões faciais; e está mais receptivo a estímulos luminosos, sonoros, etc.

  1. Não pare agora.
  2. Tem mais depois da publicidade 😉 Quanto à mãe, aparecem alguns grânulos nos mamilos, mais especificamente na auréola, denominados tubérculos de Montgomeri.
  3. Eles (mamilos) se apresentam mais escurecidos; e as mamas, consideravelmente maiores.
  4. É nesse período que o colostro, substância rica em nutrientes e anticorpos, costuma ser formado.

No que diz respeito ao tamanho da barriga, ele é variável. Pode ser que ela já esteja acentuada, ou não. No entanto, nessas semanas, ela costuma crescer com maior rapidez e, por esse motivo, o abdome pode ficar dolorido. A mulher engorda um pouco mais. Em contrapartida, sua irritabilidade diminui, assim como os enjoos; e a libido tende a retornar.

  • Os músculos e as articulações ficam mais relaxados, graças à ação de um hormônio de nome sugestivo: a relaxina.
  • Corrimentos (leucorreia) são comuns, mas precisam ser analisados pelo ginecologista.
  • Outros sintomas que podem incomodar são: salivação excessiva, aceleramento cardíaco, coceira na pele, congestão nasal e, em alguns casos, sangramento do nariz.

Todos eles são perfeitamente normais. Alimentação da gestante: Nessa fase, graças ao processo de desenvolvimento do esqueleto do bebê, a demanda por cálcio é significativa. Assim, a gestante não deve se esquecer de alimentos como o leite e seus derivados, espinafre, brócolis, couve, agrião, amêndoas, gergelim e aveia.

  1. Como a criança também cresce bastante nessa época, uma dieta equilibrada se faz ainda mais importante; assim como a ingestão de água e outros líquidos.
  2. Importante: Como a barriga tende a aumentar bastante, talvez dormir se torne uma missão quase impossível.
  3. No entanto, algumas medidas, como dormir de lado (preferencialmente sob o lado esquerdo do corpo) ou se rodear de travesseiros, podem ser alternativas que ajudem nesse sentido.

O estiramento da pele, em razão do aumento das medidas, pode propiciar o surgimento de estrias. Assim, para evitá-las, é importante hidratar bem as regiões mais suscetíveis a esse problema, como quadris, barriga e mamas. Quanto a esta última parte do corpo, como cresce muito nessa fase, o uso de sutiãs firmes e confortáveis é recomendado.

Além disso, caso ande de carro, a gestante não pode se descuidar do cinto de segurança. Para tal, ele deve ser colocado tal como mostra a figura: Quarto mês de gestação: como colocar o cinto de segurança. Vale lembrar que fazer sexo durante a gravidez geralmente não é contraindicado. Por Mariana Araguaia Bióloga, especialista em Educação Ambiental

Escritor oficial Brasil Escola Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja: ARAGUAIA, Mariana. “4º mês de gestação”; Brasil Escola, Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/biologia/quarto-mes-gestacao.htm. Acesso em 03 de novembro de 2023. : 4º mês de gestação. Características do quarto mês de gestação

Qual é o tamanho de um feto de 3 meses?

3º mês de gestação. Características do terceiro mês de gestação No terceiro mês de gestação (da 9ª à 12ª semana lunar) o futuro bebê passa a ser considerado um feto. É também no terceiro mês que o processo de ossificação fetal se inicia; assim como o desenvolvimento da genitália. No terceiro mês, o futuro bebê passa a ser considerado feto. Uma vez que temos meses com 28, 30 e 31 dias, alguns médicos costumam sugerir que os cálculos relativos ao tempo de gravidez de uma mulher sejam feitos de acordo com o calendário lunar. Isso significa, basicamente, considerar o seguinte: – 1 semana lunar = 7 dias – 1 mês lunar = 4 semanas de 7 dias = 28 dias Como o período compreendido entre o início da gestação e o dia do parto tem cerca de 280 dias, podemos perceber que esse valor corresponde a 40 semanas.

Uma vez que um mês lunar tem 4 semanas, 40 semanas de gravidez correspondem a 10 meses lunares. Agora que você já compreendeu essas contas, vamos seguir adiante, falando sobre o terceiro mês de gestação, Nesse período, compreendido entre a 9ª semana lunar e a 12ª, o embrião já possui aparência tipicamente humana.

Inicialmente, ele mede mais ou menos 28 mm, e tem aproximadamente 3 g de massa. Ao fim da 12ª semana, ele já tem aproximados 61 mm, e 13 g. A partir da 10ª semana, ele passará a ser considerado um feto, havendo o crescimento e a maturação das estruturas formadas durante o período embrionário.

  • É também nessa fase que se inicia o desenvolvimento de sua genitália, e o processo de ossificação.
  • Sua cabeça ainda é bem maior que o corpo, assim como os membros superiores em relação aos inferiores.
  • As pálpebras não são mais transparentes, e passam a cobrir os olhos completamente.
  • Pescoço, mãos, pés, dedos e orelhas estão bem diferenciados; e sua “cauda”, ainda presente no início do terceiro mês, diminui bastante, e depois deixa de estar ali.

Os mamilos e folículos pilosos começam a se desenvolver. O sistema nervoso se aperfeiçoa cada vez mais. O feto ganha um enorme número de neurônios, a cada minuto; e a cada dia apura mais seus cinco sentidos. O coração está todo formado. Além disso, ele já se move, mas sutilmente; e seus rins já funcionam.

  • Quanto à mãe, suas mamas crescem consideravelmente, e se apresentam mais sensíveis.
  • Os mamilos também podem sofrer modificações, como o aumento do diâmetro e surgimento de grânulos na aréola.
  • A cintura se torna menos definida e, a partir desse mês, a gestante tende a engordar cerca de um quilo a cada quatro semanas.

Não pare agora. Tem mais depois da publicidade 😉 Os enjoos, em muitos casos, ainda se manifestam nessa fase, e as gengivas podem se apresentar doloridas. As flutuações de humor, assim como as dores de cabeça, tendem a se acentuar. Algumas veias, como as da barriga, mamas e pernas; tendem a ficar mais visíveis em virtude do aumento do volume sanguíneo.

  • Alguns profissionais acreditam que, pelo mesmo motivo, em algumas mulheres, cabelos e unhas podem crescer/engrossar nessa época.
  • Alimentação da gestante: A ingestão de cereais, torradas e bolachas de água e sal, no café da manhã, assim como a ingestão de líquidos no intervalo entre as refeições; podem ajudar a reduzir os enjoos.

Com o mesmo objetivo, a gestante deve ingerir frutas suculentas, preferencialmente as mais ácidas. Em razão da demanda por cálcio, ingerir leite e seus derivados é uma boa medida. Incluir fontes de vitamina C na dieta (tomate, brócolis, melão, acerola, laranja, etc.) também é importante, já que tal nutriente auxilia na absorção de ferro.

Importante: O uso de sutiãs confortáveis garante à gestante maior alívio quanto à sensibilidade das mamas. Crises de enxaqueca podem surgir, ou se acentuar, durante a gravidez. Como o uso de fármacos para controlar esse problema é geralmente contraindicado; é necessário buscar orientação médica específica para prevenir ou, pelo menos, contornar de forma saudável esse problema.

Dieta adequada e exercícios regulares, orientados por profissionais competentes, ajudam no controle das mudanças bruscas de humor, e sentimentos depressivos. Finalmente, quanto aos enjoos, gorduras e alimentos condimentados tendem a acentuá-los, assim como jejum prolongado e cansaço.

Veja mais! Por Mariana Araguaia Bióloga, especialista em Educação Ambiental Equipe Brasil Escola

Escritor oficial Brasil Escola Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja: ARAGUAIA, Mariana. “3º mês de gestação”; Brasil Escola, Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/biologia/terceiro-mes-gestacao.htm. Acesso em 03 de novembro de 2023. : 3º mês de gestação. Características do terceiro mês de gestação

Quantos centímetros tem um bebê de 3 meses de gestação?

Mês 3 (9 a 12 semanas) – É hora de voltar ao consultório, onde o médico vai ouvir possíveis queixas e tirar dúvidas da gestante. “Solicitamos o ultrassom morfológico do primeiro trimestre que nos mostra detalhes importantíssimos do feto em relação a placenta, formato e crescimento do bebê — que já deve ter o dobro do tamanho do primeiro ultrassom — e para a avaliação de riscos de possíveis síndromes”, esclarece Buzzini.

Mudanças para a gestante Os seios da gestante crescem e as aréolas ficam mais escuras. A depender da tendência pré-existente em algumas mulheres, acnes podem surgir. O apetite pode começar a voltar e os primeiros “desejos de grávida” aparecem. “A barriga também começa a despontar e fica difícil não perceber a gravidez”, afirma Freire.

Desenvolvimento do bebê No final do terceiro mês, o feto tem cerca de 10 centímetros de comprimento e costuma pesar por volta de 28 gramas. Os braços, mãos, dedos, pés e dedos já estão totalmente constituídos. Unhas aparecem e dentes começam a se formar sob a gengiva.

  • Os órgãos reprodutivos também se desenvolvem, mas ainda é difícil de distinguir o sexo do bebê no ultrassom.
  • Os sistemas circulatório e urinário estão funcionando e o fígado já produz bile.
  • Nesta fase, o feto está começando a explorar um pouco o seu ambiente, fazendo coisas como abrir e fechar os punhos e a boca.

“Ele já tem um bom movimento e é possível ver membros, a depender se o ultrassonografista vai conseguir reproduzir a imagem e a posição do feto”, aponta o médico Rodrigo Buzzini.