Calcular Aposentadoria Regra Antiga?

Calcular Aposentadoria Regra Antiga

Quem tem direito a se aposentar com a regra antiga?

Quem tem direito adquirido às regras antigas da aposentadoria especial? – Para ter direito adquirido às regras antigas da aposentadoria especial, o contribuinte precisa ter completado 25 anos de atividade especial em caso de risco baixo, 20 anos de atividade especial em caso de risco médio ou 15 anos de atividade especial em caso de risco alto, antes de 13/11/2019.

Quantos anos para se aposentar regra antiga?

Homens: 35 anos de contribuição. Mulheres: 30 anos de contribuição.

Como era feito o cálculo de aposentadoria antes da reforma?

Antes da Reforma (até o dia 12/11/2019), o cálculo aposentadoria era a média dos 80% maiores salários para todos que preencheram os requisitos de idade, carência ou pontos, e tempo de contribuição. Assim, é necessário descartar 20% dos menores salários e fazer a média de 80% dos maiores salários.

Quem foi registrado antes de 1998 como fica a aposentadoria?

Como funciona a aposentadoria proporcional? A aposentadoria proporcional só funciona para quem começou a pagar o INSS antes de 16/12/1998 e cumprir todos requisitos antes de 13/11/2019. Até 1998 os homens aposentavam com 30 anos de serviço e as mulheres com 25.

Como atualizar valor de salários antigos?

O cidadão que precisa atualizar dados cadastrais, no Extrato Previdenciário com todos os vínculos trabalhistas e previdenciários constantes no seu Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS), pode fazê-lo pela internet ou nas Agências da Previdência Social.

Como era o cálculo da aposentadoria antes de 1999?

A aposentadoria é o momento mais esperado na vida do trabalhador. No entanto, ao entrar com pedido no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) para pendurar as chuteiras, o segurado pode tomar um susto. Isso porque o cálculo do benefício considera apenas as contribuições realizadas a partir de 1994, e faz uma média das 80% maiores.

Ou seja, quem já estava no mercado de trabalho antes, acaba perdendo o que foi pago no período anterior a essa data. O tempo de contribuição, entretanto, é mantido. A regra foi implantada em novembro de 1999, junto com o fator previdenciário, e faz parte da reforma da Previdência Social. Até então, por exemplo, era possível se aposentar com apenas cinco anos de trabalho com registro em carteira, desde que tivesse 30 anos de idade.

Hoje, são exigidos pelo menos 15 anos de contribuição aliados aos 30 de idade. A presidente do IBDP (Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário), Jane Berwanger, afirma que a determinação é permanente para os contribuintes. Com a inclusão do Plano Real, em 1994, e a conversão da moeda (que em 1990 era cruzado, passou a cruzeiro, URV e real), ficou mais fácil fazer a conta, com uma matemática mais simples.

Segundo o advogado previdenciário Patrick Villar, do escritório Villar Advocacia, em alguns casos esse cálculo pode acabar prejudicando o trabalhador, já que os benefícios anteriores não são considerados. É comum, por exemplo, ter pessoas que trabalharam durante 15 anos antes de 1994, ganhando um valor alto e, depois de 1994, passaram a ganhar menos.

Neste caso, as contribuições consideradas serão as de depois de 1994, o que vai gerar benefício menor, explica. Elas acham que têm direito ao teto da aposentadoria (R$ 4.159) mas, quando os cálculos forem feitos, pode receber o piso, que é um salário-mínimo (R$ 678).

  • Antes da reforma da Previdência, em 1999, o cálculo da aposentadoria era feito com base nos últimos 36 meses (três anos) de contribuição.
  • De acordo com a advogada especialista em Direito Previdenciário Vanessa Cardoso da Silveira, do escritório G Carvalho Advogados, com esse método muitas vezes os segurados acabavam contribuindo mais nesse período.

As últimas contribuições eram feitas sobre valores maiores, o que acabava não sendo justo, diz. O QUE FAZER? – Só tem alternativa quem, até novembro de 1999, já tinha todos os requisitos para se aposentar idade (60 anos para mulher e 65 para homem) e tempo de contribuição (30 para elas e 35 para eles), mas continuou no mercado de trabalho e contribuindo com o INSS.

  • Neste caso, é possível procurar a Previdência e pedir que sejam feitos dois cálculos, a fim de verificar qual dos dois é mais vantajoso.
  • A Previdência deve verificar se realmente essa pessoa preenchia todos os requisitos antes de 1999.
  • Se ficar constatado que sim, ela é obrigada a calcular das duas formas, ou seja, considerando os três últimos anos de contribuição antes da implantação da lei, ou seja, de 1996 a 1999, e as 80% maiores a partir de 1994, aplicando o fator previdenciário.

O segurado pode escolher o que gerar maior valor, explica Vanessa.A advogada exemplifica que, se a trajetória do segurado nesta situação é de alguém que antes de 1994 tinha salários mais baixos, e a partir de então começou a ter rendimentos maiores, a escolha pela regra nova pode ser vantajosa.

Na situação contrária, de um alto executivo que perdeu o emprego e não conseguiu mais se recolocar no mercado de trabalho, a antiga valerá mais a pena. A presidente do IBDP acredita que a mudança no cálculo não é o que pode alterar tanto o valor do benefício. Como o trabalhador que tinha os requisitos para se aposentar até 1999 pode também optar pelos 36 meses, não altera tanto.

O que na maioria das vezes acaba pesando é a aplicação do fator previdenciário. Se o beneficiário tiver completado as condições para se aposentar em janeiro de 2000, por exemplo, já está sujeito somente à regra atual. De acordo com a Previdência Social, caso não haja nenhuma contribuição após 1994, o valor do benefício será de um salário-mínimo.

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Quem trabalhou antes de 1994 tem algum dinheiro a receber?

Sim, quem contribuiu antes de 1994 continua com o seu direito de receber a aposentadoria. A diferença é aquela que comentei Os valores de contribuição anteriores a 94 passaram a ser desconsiderados para o cálculo do benefício.

Quem começou a trabalhar em 1989 quando se aposentar?

Reforma da Previdência: saiba quem não entra nas novas regras A reforma da Previdência foi definitivamente aprovada no Senado nesta semana. A previsão é que a proposta seja promulgada durante sessão do Congresso Nacional, que deve ocorrer até o dia 19 de novembro e contará com a presença do presidente Jair Bolsonaro.

  1. Com o texto-base da reforma aprovado pelos senadores, a maioria dos brasileiros será impactada com as mudanças nas regras da aposentadoria.
  2. No entanto, para situações específicas, nada mudará.
  3. Aqueles que nasceram entre 1954 e 1959, ou os que começaram a trabalhar com carteira assinada entre 1984 e 1989 ou antes, poderão garantir a aposentadoria com um cálculo diferenciado ou sem idade mínima.

Os cidadãos poderão passar ileso devido ao fato de o texto da reforma preservar o “Direito Adquirido”. Na regra, se o trabalhador já tiver completado os requisitos necessários antes da nova legislação entrar em vigor, ele poderá optar por qual regra for mais vantajosa.

  1. Homens nascidos até 1954 e mulheres nascidas até 1959 podem fugir das novas regras caso completem entre 65 a 60 anos antes das novas medidas entrarem em vigor e tiverem, ao menos, 15 anos de contribuição com o Instituto Nacional do Seguro Nacional (INSS).
  2. Sendo assim, neste caso, os trabalhadores poderão solicitar a aposentadoria por idade, benefício que paga 70% da média salarial, mais 1% a cada ano trabalhado.

Com isso, assim que o cidadão se aposentar com 15 anos de contribuição, terá direito a 85% da média salarial. Benefício por idade na reforma O benefício por idade, após a reforma da previdência, será fixado com uma regra única. Sendo assim, a diferença será relacionada ao cálculo, que se inicia com 60% do salário de contribuição, estimado por uma média geral.

Para mulheres, a idade mínima sobe de 60 para 62 anos. No entanto, o tempo de contribuição permaneceu o mesmo: 15 anos. Para os trabalhadores mais novos que começaram a trabalhar antes de 1984 (homens) e 1989 (mulheres), a chance de se aposentar sem idade mínima existe. Para isso acontecer, será necessário comprovar o tempo de contribuição antes das novas regras entrarem em vigor.

COMO CONSEGUIR SE APOSENTAR NAS REGRAS ANTERIORES A REFORMA DA PREVIDÊNCIA.

Se enquadram no fator previdenciário, os contribuintes homens que completarem 35 anos de contribuição e mulheres que completarem 30 anos de contribuição. Nessa regra, será necessário multiplicar o salário de contribuição por um índice definido pelo governo, que levará em conta idade, tempo de contribuição e expectativa de vida.

Quais as 4 regras de transição para aposentadoria?

Mas, diferente da anterior, a aposentadoria por tempo de contribuição trouxe 4 regras de transição diferentes: pedágio de 100%, pedágio de 50%, pontos e idade progressiva + tempo de contribuição.

Quem não entra na regra de transição?

A proposta de reforma da Previdência apresentada pelo governo Bolsonaro estabelece três regras de transição diferentes para quem já está no mercado de trabalho do setor privado e planejava se aposentar por tempo de contribuição. Nas tabelas desta página é possível ver se você se encaixa em alguma delas e a partir de quantos anos poderá pedir a aposentadoria.

  • Para isso, use a idade e o tempo de contribuição que você terá no dia 1º de janeiro de 2020.
  • Nos casos que se enquadram em mais de uma regra de transição, a tabela indica aquela que permite se aposentar mais cedo.Pelas regras de hoje, é possível se aposentar sem idade mínima, ao cumprir 35 anos de contribuição, no caso dos homens, e 30, no caso das mulheres.

Se você já tiver cumprido esse tempo mínimo não precisa se preocupar. Terá direito garantido de se aposentar sem idade mínima a qualquer tempo, com o benefício calculado pelo fator previdenciário (que aumenta com a idade e a contribuição – a tabela do fator para este ano pode ser consultada no site da Previdência (http://www,previdencia.gov,br/2018/11/tabua-de-mortalidade-divulgada-pelo-ibge-hoje-29-alteracalculo-do-fator-previdenciario-2019/)).

  1. Como a antiga fórmula 85/95 será extinta, para se aposentar com benefício sem descontos será preciso contribuir até que o fator previdenciário chegue a 1 (hoje, isso ocorre no caso de homens com 64 anos de idade e 35 de contribuição, ou com 62 anos de idade e 40 de contribuição, por exemplo).
  2. Se as regras de transição propostas pelo governo forem aprovadas sem mudanças, também vão continuar sem idade mínima todos os homens que tiverem no mínimo 33 anos de contribuição e as mulheres com no mínimo 28 anos de contribuição.

Esses trabalhadores terão que cumprir um pedágio de 50% do tempo de contribuição que faltava. Por exemplo, um homem que contribuiu 33 anos terá que contribuir mais 3 (os 2 que faltavam mais 1 de pedágio). Uma mulher que contribuiu 29 terá que contribuir mais 1,5 (1 ano que faltava mais 0,5 de pedágio).

Por essa regra, um homem que tiver começado a contribuir aos 16 anos de idade poderá se aposentar antes de completar 52 anos. Uma mulher que tiver contribuído ininterruptamente desde os 16 anos poderá se aposentar antes de completar 47 anos de idade. No outro extremo dos atuais trabalhadores ?ca a parcela que não consegue pegar as regras de transição —isso acontece, por exemplo, com todos os homens com até 56 anos de idade e menos de 33 anos de contribuição e todas as mulheres com até 46 anos de idade e menos de 28 anos de contribuição (considerando idades e contribuição em janeiro de 2020).

Nesse caso, a aposentadoria será pelas novas regras da proposta do governo, se ela for aprovada como está: idade mínima de 65 anos para homens e 62 para mulheres, e mínimo de 20 anos de contribuição. Para homens a partir de 56 anos e mulheres a partir de 46 (considerando a idade em janeiro de 2020), a chance de pegar alguma das outras duas regras de transição cresce se o tempo de contribuição for maior.

Numa delas, vale a idade do trabalhador depois de completar a contribuição mínima. Na outra, vale a soma da idade com o tempo de contribuição, também depois de completar a contribuição mínima. Mas o alívio não será tão grande assim, principalmente para os homens. Os que conseguem pegar uma dessas duas regras de transição terão que trabalhar, na melhor das hipóteses, até os 62 anos de idade (caso de homens com 60 anos de idade e 32,5 de contribuição.

Mulheres que pegarem uma dessas duas regras de transição se aposentam, na melhor das hipóteses, com 57 anos de idade (caso das que tiverem 55 de idade e 27,5 de contribuição). Para quem pegar as regras de transição por idade ou por pontos, o cálculo do benefício será o mesmo do da regra geral: 60% da média dos salários de contribuição para os primeiros 20 anos de contribuição, mais 2 pontos percentuais para cada ano adicional.

Ou seja, quem contribui por 30 anos recebe 80% da média e quem contribui por 35 anos recebe 90%. Para receber 100% da média dos salários de contribuição, é preciso contribuir por 40 anos. Além da aposentadoria por tempo de contribuição, existe hoje a aposentadoria por idade, que exige 65 anos para homens e 60 para mulheres, e 15 anos de contribuição.

Quem já tiver cumprido esses requisitos tem direito adquirido de se aposentar por essa regra. Regra 1: pelo fator previdenciário, com pedágio Quem pode entrar: homens com no mínimo 33 anos de contribuição e mulheres com no mínimo 28 anos de contribuição na data da promulgação da nova lei Como funciona: será possível se aposentar sem cumprir idade mínima será preciso contribuir 50% a mais do tempo que falta para chegar a 35 anos de contribuição, para homens, ou 30 ano, para mulheres cálculo do benefício será pelo fator previdenciário, que reduz o valor para aposentados mais jovens Regra 2: pela idade mínima Quem consegue entrar: parte dos homens com ao menos 58 anos de idade e mais de 28 anos de contribuição em 1/1/2020 parte das mulheres com ao menos 51 anos de idade e mais de 19 anos de contribuição em 1/1/2020.

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Quem pode se aposentar com 57 anos de idade?

Regra de Transição do Pedágio de 100% – Nesta Regra de Transição, somente as mulheres poderão se aposentar. Pois, veja bem os requisitos:

Homem Mulher
– 60 anos de idade. – Cumprir o pedágio de 100% do tempo que faltava para completar 35 anos de contribuição no dia 13/11/2019. – 57 anos de idade. – Cumprir o pedágio de 100% do tempo que faltava para completar 30 anos de contribuição no dia 13/11/2019.

Atenção : nesta Regra de Transição, não é necessário que você estivesse a menos de 2 anos da sua Aposentadoria por Tempo de Contribuição. Portanto, aos 57 anos, a Regra de Transição do Pedágio de 100% é somente para as seguradas. No caso, elas precisam cumprir 100% (o dobro) do tempo que faltava para completar 30 anos de contribuição no dia em que a Reforma entrou em vigor (13/11/2019).

Ou seja, isso significa que o tempo necessário para a aposentadoria das mulheres depende diretamente do tempo de recolhimento que tinham na Reforma. Para a segurada conseguir se aposentar com 57 anos de idade em 2022, ela precisaria ter, no mínimo, 28 anos e 6 meses de contribuição até a Reforma da Previdência.

Isso porque, a segurada mulher deve cumprir:

  • 1 ano e 6 meses que faltavam para se aposentar na Aposentadoria por Tempo de Contribuição.
  • + 1 ano e 6 meses (o dobro) do que faltava para se aposentar, referente ao Pedágio de 100%.

Fazendo os cálculos, a segurada mulher realmente se aposentaria em 2022,

Quem trabalhou antes de 1998 pode aposentar mais cedo?

Aposentadoria proporcional: o que é e quem tem direito?

  1. Aposentadoria proporcional: o que é e quem tem direito?

, Fábela Quintiliano em 22 de fevereiro de 2022 às 17:32

  • Apesar de extinta para novos contribuintes, a aposentadoria proporcional ainda pode ser solicitada por quem fez suas contribuições até dezembro de 1998.
  • Por meio dessa modalidade, o contribuinte tem direito a se aposentar mais cedo em troca de um benefício menor.
  • Por isso, é muito importante que você analise todas as vantagens e desvantagens dessa modalidade, pois, uma vez escolhida, não poderá ser trocada.
  • A aposentadoria proporcional é o tipo de aposentadoria que permite que o segurado se aposente mais cedo, porém, recebendo um valor menor de benefício.

Saiba mais: Dessa maneira, é importante que o segurado tenha certeza se vale a pena dar entrada nesse tipo de aposentadoria ou se deve esperar mais para se aposentar de forma melhor. Muitos trabalhadores ainda possuem dúvidas sobre a existência da aposentadoria proporcional, devido às mudanças nas regras previdenciárias.

  1. Os requisitos exigidos para os homens é que tenham 53 anos e o mínimo de 30 anos de contribuição.
  2. Já as mulheres, devem ter a partir de 48 anos e o mínimo de 25 anos contribuindo ao INSS.
  3. Primeiramente, precisamos entender que esse tipo de aposentadoria possui alguns requisitos e não funciona para todos os trabalhadores.

Saiba também: Quem tem direito e como pedir

  • Isso porque a fez com que esse tipo de aposentadoria valesse apenas para aqueles que contribuíram até dezembro de 1998,
  • Com a Reforma Previdenciária de 2019, apenas as pessoas que possuem todos os requisitos exigidos podem solicitar a aposentadoria proporcional, por meio do direito adquirido.
  • Embora a aposentadoria proporcional tenha sido extinta, ainda é possível que seja solicitada, dependendo do caso, de acordo com o cumprimento dos requisitos.
  • É preciso ter atingido o tempo mínimo de contribuição, alcançado a idade determinada e cumprido um pedágio.

Veja também:

  1. Se tiver cumprido todos os requisitos até dia 12/11/2019 (um dia antes da Reforma Previdenciária entrar em vigor) você conseguirá solicitar a aposentadoria proporcional.
  2. Para solicitar a aposentadoria proporcional, é importante entender que alguns requisitos precisam ser cumpridos.
  3. Veja quais são:
  4. Mulheres
  • 48 anos de idade;
  • 25 anos de tempo de contribuição mais o acréscimo do pedágio de 40% do tempo que faltava para cumprir o total de contribuições;
  • Ter se filiado ao INSS antes do dia 16/12/1998;
  • Cumpriu todos os requisitos acima antes do dia 13/11/2019.

Entenda mais: Homens

  • 53 anos de idade;
  • 30 anos de tempo de contribuição mais o acréscimo do pedágio de 40% do tempo que faltava para cumprir o total de contribuições;
  • Ter se filiado ao INSS antes do dia 16/12/1998;
  • Cumpriu todos os requisitos acima antes do dia 13/11/2019.

Para solicitar a aposentadoria proporcional basta acessar o portal e seguir alguns passos:

  1. Entre no site Meu INSS, faça seu login ou o cadastro, se ainda não tiver;
  2. Dentre os serviços oferecidos, procure por “Pedir Aposentadoria”;
  3. Selecione a opção “Aposentadoria por Tempo de Contribuição/Idade Urbana” e, então, “Aposentadoria por Tempo de Contribuição”.
  4. Se necessário, atualize seus dados e clique em “avançar”;
  5. Responda as perguntas previdenciárias;
  6. Anexe os documentos necessários;
  7. Faça a escolha da agência previdenciária e da bancária.

Descubra: Tendo seguido os passos, agora é só confirmar o resumo que aparecerá na tela e aguardar que a análise seja feita. A aposentadoria proporcional permite o aposento mais cedo e para calcular quanto você terá direito a receber, algumas condições são consideradas:

  1. Primeiramente é feita a média de 80% dos seus maiores salários de contribuição a partir de julho de 1994;
  2. Após o resultado da média calculada, multiplica-se pelo coeficiente do fator previdenciário;
  3. O resultado ainda será multiplicado por 70% do salário do benefício + 5% a cada ano que ultrapassar o tempo mínimo de contribuição, somando com o pedágio (40%).

Veja mais: Antes de solicitar a aposentadoria proporcional é importante conhecer todas as outras alternativas. Descubra:

  • Verifique qual se encaixa melhor para as suas necessidades, considerando seu histórico de contribuições.
  • Pois, uma vez aprovada, não há como trocar e será essa modalidade que você terá direito ao longo da vida.
  • A vantagem de optar pela aposentadoria proporcional é, sem dúvidas, a chance de se aposentar mais cedo.
  • De acordo com a regra previdenciária nenhuma aposentadoria pode ser inferior ao salário mínimo.
  • Ou seja, mesmo se o cálculo feito retornar um valor menor, a regra garante que o aposentado receba o salário mínimo.
  • Apesar de conseguir se aposentar mais cedo, a desvantagem dessa aposentadoria é que o valor a ser recebido será abaixo do oferecido em
  • Agora que explicamos melhor sobre a aposentadoria proporcional, você pode decidir se vale a pena se aposentar por essa modalidade ou esperar por outra que dê mais vantagens.

Contrate: Para continuar por dentro das novidades e informações previdenciárias, inscreva-se para receber em nossa newsletter e receba semanalmente nossos conteúdos. Sim, se você tiver feito suas contribuições até 1998 e cumprido todos os requisitos até 12/11/2019. A meutudo pertence à TUDO Serviços S.A. (“TUDO”), CNPJ 27.852.506/0001-85, localizada à Rua Professor Dias da Rocha, nº 296, Meireles, Fortaleza/CE, CEP: 60170-310, é uma fintech que facilita o acesso de clientes a empréstimos consignados. Atuamos como correspondente bancário de instituições financeiras, atividade regulada pelo Banco Central do Brasil, nos termos da Resolução nº 4.935, de 29 de Julho de 2021.

Para Empréstimo Novo e Portabilidade, atua como correspondente bancário da PARATI CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO S/A, instituição financeira devidamente constituída e existente de acordo com as leis do Brasil, com sede na Cidade de Vitória, Estado do Espírito Santo, e inscrita no CNPJ/MF sob o nº 03.311.443/0001-91 (“PARATI”) – Canais de Atendimento da PARATI: www.paratifinanceira.com.br / Telefone: +55 (27) 2123-4777 / Ouvidoria: [email protected].

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  • Informações adicionais sobre o empréstimo consignado: prazo mínimo de 6 meses e máximo de 84 meses.
  • Valor mínimo de empréstimo R$ 1.500,00.
  • Taxa de juros a partir de 1,80% a.m.
  • E CET a partir de 1,93% a.m.
  • Informações adicionais sobre portabilidade de empréstimo consignado: taxa de juros a partir de 1,70% a.m e CET a partir de 1,67% a.m.

Informações adicionais sobre antecipação saque-aniversário: taxa de juros a partir de 1,80% a.m e CET a partir de 1,92% a.m. Os valores mencionados podem variar a partir das condições no momento da contratação. Simular empréstimo : Aposentadoria proporcional: o que é e quem tem direito?

Quando é considerado direito adquirido?

E direito adquirido está definido na lei brasileira como aquele que o seu titular, ou alguém por ele, possa exercer, como aqueles cujo começo do exercício tenha termo pré-fixo, ou condição pré-estabelecida inalterável, a juízo de outrem. (art.6º, § 2º, do Decreto-lei nº 4.567/42).

Quem começou a trabalhar em 1986 tem direito a aposentadoria?

1986 até 2019 até Novembro de 2019. Quando entrou a reforma da Previdência. você. contribuiu durante 33 anos estes 33 anos é o tempo mínimo para você se encaixar nesta regra de transição do pedágio de 50%, porque lá em 2019 para o homem conseguir se aposentar o mínimo necessário seria de 35 de contribuição veio.

Quem começou a trabalhar em 1994 se aposenta quando?

Como aposentar com 5 anos de contribuição?

Ano de Implementação das condições Meses de contribuição exigidos
1993 66 meses
1994 72 meses
1995 78 meses
1996 90 meses

Quem se enquadra na regra de transição?

Pedágio de 50% A regra de transição do pedágio é aplicada para trabalhadores que, em 13 de novembro de 2019, quando a reforma da Previdência foi publicada, já tinham períodos de contribuição entre 28 e 30 anos incompletos (mulheres) ou entre 33 e 35 anos incompletos (homens).