Calcular Licença Maternidade 120 Dias?

Calcular Licença Maternidade 120 Dias

Como contar os 120 dias de licença-maternidade?

Licença-maternidade: quanto tempo? – Uma das principais perguntas que surgem neste tópico é quanto tempo de licença-maternidade é garantido por lei. Como já citamos, a licença-maternidade na CLT corresponde a 120 dias, Obs: Como contar os 120 dias de licença-maternidade: com quatro meses corridos.

Há empresas, contudo, que possibilitam que suas funcionárias se ausentem por um período mais longo, de 180 dias, Nesses casos, as companhias devem participar do Programa Empresa Cidadã, Se a empresa que você trabalha participa desse programa e a gestante quer usufruir do benefício, é necessário que ela apresente ao setor de RH um requerimento sobre a extensão em até 30 dias após o parto.

Há outras situações excepcionais que permitem a ampliação do tempo de licença-maternidade. Por exemplo, nos casos de problemas de saúde da mãe ou do bebê, aumentando a licença-maternidade por mais 15 dias, Para isso, é preciso apresentar um atestado médico ao INSS comprovando a situação.

A ausência será remunerada a princípio pelo empregador e, em seguida, paga pelo INSS como auxílio-doença, Outra possibilidade de ampliação é por meio do uso de férias, Muitas funcionárias se organizam para tirar suas férias assim que terminar o período de licença-maternidade. É possível juntar esses dois períodos e reduzir a jornada.

Nesses casos, o indicado é que empresa e funcionária negociem a situação, 📊 Baixe grátis nossa Planilha para Gestão de Férias

Como calcular período de licença-maternidade?

Guia Trabalhista LICENÇA MATERNIDADE E SALÁRIO-MATERNIDADE

A empregada gestante tem direito à licença-maternidade de 120 dias, sem prejuízo do emprego e do, PERÍODO DE PERCEPÇÃO O salário-maternidade é devido à segurada da previdência social, durante cento e vinte dias, com início vinte e oito dias antes e término noventa e um dias depois do parto, podendo ser prorrogado. VALOR DO SALÁRIO-MATERNIDADE O salário-maternidade para a segurada empregada consiste numa renda mensal igual à sua remuneração integral. NOTIFICAÇÃO AO EMPREGADOR A empregada deve, mediante, notificar o seu empregador da data do início do afastamento do emprego, que poderá ocorrer entre o 28 o dia antes do parto e a ocorrência deste. PARTO ANTECIPADO Em caso de parto antecipado, a mulher terá direito aos 120 dias previstos na Lei. GARANTIAS À EMPREGADA GESTANTE É garantido à empregada, durante a gravidez, sem prejuízo do salário e demais direitos: 1 – transferência de função, quando as condições de saúde o exigirem, assegurada a retomada da função anteriormente exercida, logo após o retorno ao trabalho; 2 – dispensa do horário de trabalho pelo tempo necessário para a realização de, no mínimo, seis consultas médicas e demais exames complementares. INÍCIO DE AFASTAMENTO O início do afastamento do trabalho da segurada empregada será determinado com base em atestado médico ou certidão de nascimento do filho. PAGAMENTO DO SALÁRIO-MATERNIDADE Cabe à empresa pagar o salário-maternidade devido à empregada gestante. O salário-maternidade pago pela empresa ou pelo equiparado à segurada empregada, inclusive a parcela do décimo terceiro salário correspondente ao período da licença, poderá ser deduzido quando do pagamento das contribuições sociais previdenciárias devidas, exceto das contribuições destinadas a outras entidades ou fundos. Para obter a íntegra do presente tópico, atualizações, exemplos e jurisprudências, acesse o tópico no Guia Trabalhista Online. 14/02/2023

: Guia Trabalhista

Quanto é 120 dias de licença-maternidade?

Principais dúvidas sobre licença-maternidade – Quem tem direito à licença-maternidade? Trabalhadoras que têm carteira assinada; desempregadas, trabalhadoras informais e empreendedoras que estejam em dia com o INSS; colaboradoras que se tornam mães por meio de processos de adoção, funcionárias que passem por um aborto espontâneo, colaborador cuja companheira e mãe do recém nascido tenha falecido e mulheres que sofrem perda do bebê ou dão a luz a um bebê natimorto.

Licença-maternidade são quantos meses? O período de afastamento das mães é de 120 dias, totalizando 4 meses. Ele tem início com a apresentação de atestado médico ou, no caso de mães ou bebês que passam por internação de mais de duas semanas, o início da licença se dá após a alta. Qual o valor do auxílio-maternidade ou salário-maternidade ? A regra geral é que as funcionárias que trabalham de carteira assinada têm direito a um salário-maternidade equivalente ao seu salário normal.

Como funciona a estabilidade das novas mães? A legislação trabalhista assegura que a estabilidade é devida a partir do momento em que a gravidez é confirmada.

Qual é a nova lei da licença-maternidade 2023?

Prorrogação de licença-maternidade para famílias com bebês prematuros é aprovada na CAE Comissões A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou a extensão por mais 120 dias da licença-maternidade, após a alta hospitalar, para famílias com bebês prematuros (). freepik.com Transcrição A COMISSÃO DE ASSUNTOS ECONÔMICOS APROVOU A EXTENSÃO POR MAIS 120 DIAS DA LICENÇA-MATERNIDADE, APÓS A ALTA HOSPITALAR, PARA FAMÍLIAS COM BEBÊS PREMATUROS. PRORROGAÇÃO TAMBÉM SERÁ CONCEDIDA AO SALÁRIO-MATERNIDADE. OS DETALHES DA PROPOSTA, QUE SEGUE PARA A VOTAÇÃO NA COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS, COM O REPÓRTER BRUNO LOURENÇO.

  • A autora do projeto, senadora Damares Alves, do Republicanos do Distrito Federal, disse que não é justo que mãe e criança, após um período muitas vezes difícil no hospital por conta do nascimento prematuro, sejam separadas após o fim da licença-maternidade.
  • Damares diz que esse período é fundamental para as famílias.

A gente vê mamães com prematuros, elas ficam quatro meses no hospital com eles. Às vezes seis, sete e no que ela sai do hospital, Dorinha, vence-se a licença maternidade. O momento que ela mais vai precisar ficar em casa com esse prematuro as licenças maternidade vencem, ela vai embora do trabalho e deixa o prematuro às vezes com pessoas que não aprenderam lá no hospital como lidar com ele.

Como é feito o cálculo da licença-maternidade CLT?

O que diz a CLT sobre salário-maternidade? – Em seu artigo Art.392, a CLT garante à empregada gestante o direito de tirar licença maternidade por 120 (cento e vinte) dias – aproximadamente 4 (quatro) meses – sem prejuízo em seu salário e sem o risco de ser demitida.

  • A lei exige que a empregada deve notificar o seu empregador, mediante atestado médico, sobre a sua gestação.
  • Dessa forma, a colaboradora tem o direito de iniciar o seu afastamento do emprego entre o 28º (vigésimo oitavo) dia antes do parto e o dia do nascimento do bebê.
  • Pode-se estender os períodos pré e pós parto em 2 (duas) semanas cada um, mediante também a um atestado médico.
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Esse artigo também garante o mesmo direito para os cônjuges que adotarem uma criança de até 12 (doze) anos de idade. Mas, a adoção também tem que ser provada para a empresa, para isso, o adotante deve apresentar o termo judicial de guarda da criança,

Quem tem direito a 6 meses de licença-maternidade?

Trabalhadoras que tiverem filhos a partir de agora poderão tirar até 8 meses de licença-maternidade, Isso porque foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (22) a Lei nº 14.457/2022, que altera as regras trabalhistas. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) garante pelo menos quatro meses (120 dias) de afastamento após o nascimento do bebê, sem desconto ou redução de salário.

  • Já a lei que criou o Programa Empresa Cidadã permite estender esse período por mais dois meses (60 dias), em troca de incentivos fiscais.
  • Sendo assim, até hoje, era possível permanecer até seis meses (180 dias) em casa.
  • Além de visar a recuperação da mulher que acabou de gestar e os cuidados indispensáveis com o neném, a licença também serve para a aproximação física, psicológica e emocional entre mãe e filho.

A convivência nos primeiros meses é importante para a relação familiar se fortalecer. +Faltam 10 dias para as eleições 2022: saiba tudo o que precisa para votar

Como conseguir mais 2 meses de licença-maternidade?

Prorrogação do salário-maternidade é regulamentada A informa o cumprimento de decisão cautelar na Ação Direta de Inconstitucionalidade n.º 6.327, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a prorrogação do benefício de salário-maternidade quando houver complicações médicas relacionadas ao parto e necessidade de internação hospitalar da segurada ou do recém-nascido.

A medida visa a resguardar a convivência entre mãe e filho, devendo ser aplicada aos requerimentos de salário-maternidade com fato gerador a partir de 13 de março de 2020, ainda que o requerimento de prorrogação seja feito após a alta da internação. Regra A data de início do benefício e data de início do pagamento continuam sendo fixadas na data do parto ou até 28 dias antes do parto, mas, nos casos em que mãe ou filho necessitarem de períodos maiores de recuperação, o salário-maternidade será pago durante 120 mais todo o período de internação da mãe ou do recém-nascido, o que acontecer por último. Como solicitar? A segurada deve requerer a prorrogação do benefício de salário-maternidade pela Central 135, por meio do protocolo do serviço de “Solicitar prorrogação de Salário-Maternidade”, a partir do processamento da concessão do benefício.O comprovante do protocolo de requerimento inicial de Salário-Maternidade conterá a informação de que é necessário requerer o serviço de prorrogação para os casos em que a segurada ou seu recém-nascido precisarem ficar internados após o parto, por motivo de complicações médicas.Também será solicitado o documento médico que comprove a internação ou a alta, conforme o caso, bem como o período de internação ou alta prevista, se houver, expedido pela entidade responsável pela internação. Novos períodos Em caso de internação superior a 30 dias, é preciso solicitar prorrogação a cada período de 30 dias, observado que o novo pedido de prorrogação pode ser feito após a conclusão da análise do pedido anterior.Em caso de nova internação após a alta, o benefício continua sendo pago durante as novas internações, sendo que o prazo de 120 dias é suspenso e volta a correr após as novas altas, quantas vezes forem necessárias novas internações relacionadas ao parto, desde que entre a alta e a(s) nova(s) internação(ões) o prazo de 120 dias ainda não tenha se esgotado.Para altas e internações sucessivas, cada período de convivência deve ser computado para fins de contagem dos 120 dias.Se a segurada falecer, o benefício será pago ao cônjuge ou companheiro ou companheira sobrevivente que tenha a qualidade de segurado, exceto no caso do falecimento do filho ou de seu abandono.Caso a mãe ou a criança permaneça internada, em todas as situações, o pagamento do benefício fica condicionado ao afastamento da segurada do trabalho ou da atividade desempenhada. Empregada, MEI e contrato intermitente A segurada empregada deve fazer o requerimento de prorrogação do benefício diretamente ao empregador, incluindo a internação e o prazo do salário-maternidade legalmente previsto após a alta efetuando a compensação desses valores.A decisão não se aplica à empregada do microempreendedor individual e à empregada com contrato de trabalho intermitente e o benefício é pago diretamente pelo INSS durante todo o período.

: Prorrogação do salário-maternidade é regulamentada

Qual o tempo da licença-maternidade 4 ou 6 meses 2023?

Quanto tempo dura a licença-maternidade? A licença-maternidade tem duração de 120 dias consecutivos, ou seja, 4 meses, a contar da data do parto ou da adoção da criança, no caso das trabalhadoras adotantes, a contar da data da adoção, quando a criança tiver até 12 anos incompletos.

Pode tirar férias junto com a licença-maternidade?

O eSocial e as férias após licença maternidade

  • Você sabia que a licença maternidade não pode ser emendada com as férias? Leia o artigo abaixo e te daremos maiores detalhes
  • É um direito de descanso garantido ao empregado após 12 meses de trabalho na mesma empresa.
  • Com a reforma trabalhista, as férias poderão ser concedidas em até três períodos, sendo que um deles não poderá ser inferior a 14 dias e os demais não poderão ser inferiores a 5 dias.
  • As férias não podem ter início em dois dias antecedentes a feriado ou descanso semanal remunerado e seu pagamento deve ser feito com 2 dias úteis de antecedência ao início do descanso.
  • Licença maternidade
  • É um período de afastamento de 120 dias (ou 180 dias) concedidos à gestante, sem prejuízo do salário.
  • O afastamento do emprego poderá ocorrer entre o 28° dia anterior à data prevista para o parto e a ocorrência do mesmo.
  • Férias após a licença maternidade e o eSocial
  • É muito comum conceder férias para a empregada antes que retorne da licença maternidade.
  • A norma regulamentadora do Ministério do Trabalho, NR 7, estabelece que o exame de retorno deve ser realizado no primeiro dia de volta ao trabalho da empregada afastada por parto.

Desse modo, não é possível conceder as férias para a empregada seguida da licença maternidade. Não pode juntar licença maternidade com férias!

  1. É necessário que a empregada faça o exame de retorno ao trabalho.
  2. Estando apta, poderá o empregador providenciar o documento das férias e fazer o pagamento.
  3. Ou seja, considerando que o pagamento deve ser feito com antecedência de dois dias, após a licença maternidade, a empregada poderá iniciar férias, em aproximadamente, 3 dias.
  4. Fique atento e cumpra com o que termina a legislação, pois o eSocial vai fiscalizar.

Fonte- https://contadores.cnt.br/noticias/tecnicas/2018/08/09/o-esocial-e-as-ferias-apos-licenca-maternidade.html : O eSocial e as férias após licença maternidade

Tem como aumentar a licença-maternidade?

O que é a licença-maternidade estendida? – O início do benefício começa a partir do momento em que a colaboradora se afasta da empresa. No caso das empregadas com carteira assinada, esse afastamento pode acontecer até 28 dias antes do parto ou contar a partir da data de nascimento do bebê.

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120 dias para os casos de parto, adoção ou guarda judicial para adoção e natimorto (quando ocorre a morte do feto no útero ou no parto); 14 dias no caso de aborto espontâneo ou previsto em lei.

Se a trabalhadora necessitar de um tempo a mais, pode solicitar a prorrogação desse prazo, o que caracteriza a licença-maternidade estendida. Para isso, a empresa deve ter aderido ao programa Empresa Cidadã, desenvolvido pelo Governo Federal. Nessa situação, o benefício pode ser prorrogado por mais 60 dias, resultando na licença-maternidade de 180 dias.

A regra se diferencia para adoção ou guarda judicial, pois a ampliação do prazo está relacionada à idade da criança. Se a criança tem um ano de idade, o prazo de 120 dias é aumentado em 60 dias. Para crianças de um a quatro anos, o prazo acrescentado é de 30 dias. A partir de quatro a oito anos, o acréscimo é de 15 dias.

Recentemente a Portaria Conjunta n.º28/2021 do INSS determinou que em caso de bebê prematuro ou que necessite ficar internado por mais de 14 dias depois do nascimento, a licença-maternidade pode ser estendida pelo mesmo tempo de hospitalização da criança.

Como funciona o pagamento da licença-maternidade 2023?

Qual o valor do salário-maternidade em 2023? – Uma das regras mais básicas para saber qual o valor do salário-maternidade em 2023 é que ele nunca deve ser menor que um salário mínimo, Ou seja, em 2023, o salário-maternidade deve ser de, no mínimo, R$1.320,00 mensais.

O que pode ser descontado da licença-maternidade?

Quais valores posso descontar da licença-maternidade? – Durante a licença-maternidade, alguns descontos podem ser realizados normalmente, tais como FGTS, INSS e IRRF. O salário-maternidade conta como tempo de contribuição e, por isso, há o desconto do INSS. O Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) também desconta normalmente do salário-maternidade.

Qual é o valor da licença-maternidade?

A forma de cálculo do Salário-maternidade está definida nos artigos 71 a 73 da Lei 8.213/91. Para a empregada ou trabalhadora avulsa, a Lei determina que o valor do benefício seja no mesmo valor da sua remuneração integral equivalente a um mês de trabalho.

Como é feito o pagamento da licença-maternidade?

Qual o valor do salário-maternidade? –

  1. Para a mulher que trabalha com carteira assinada, o salário-maternidade tem o mesmo valor da sua remuneração integral, equivalente a um mês de trabalho.
  2. Para quem não tem carteira assinada, mas paga mensalmente sua contribuição para a Previdência, o cálculo leva em conta o salário de referência da contribuição.
  3. Se você contribui sobre o salário mínimo, por exemplo, receberá um salário mínimo por mês.

Quantas são as parcelas do salário-maternidade?

Quantas parcelas são pagas? – O salário-maternidade pode ser pago em parcelas mensais. A quantidade de parcelas depende da duração da licença, que é de até 120 dias, podendo ser estendida em alguns casos específicos. Se a licença-maternidade durar, por exemplo, 120 dias, a mulher receberá o salário em quatro parcelas mensais.

Como faço para ter 6 meses de licença-maternidade?

Quem tem direito a seis meses de licença-maternidade? – A licença-maternidade pode aumentar de 120 para 180 dias (equivalente a seis meses) se o empregador fizer parte do programa Empresa Cidadã, Neste caso, a solicitação precisa ser feita pela empresa até o final do primeiro mês após o parto.

Acréscimo de 60 dias para criança até 1 ano de idade Acréscimo de 30 dias para criança entre 1 e 4 anos de idade Acréscimo de 15 dias para criança entre 4 e 8 anos de idade

A trabalhadora não poderá ter outra atividade remunerada, exceto nos casos de contratos simultâneos firmados anteriormente à licença, e a criança não poderá estar matriculada em creche ou local similar. Se isso ocorrer, a prorrogação da licença-maternidade será cancelada.

Como fazer para ter 6 meses de licença-maternidade?

Licença Maternidade de 6 meses Empresas já podem aderir à licença maternidade de 6 meses Enfim, as gestantes e adotantes brasileiras conseguiram uma grande conquista: já está valendo a lei que permite às empresas concederem licença maternidade com duração de 6 meses. Esse é um direito que as trabalhadoras brasileiras buscavam há anos, espelhadas nas leis de outros países.

Trata-se do Programa Empresa Cidadã, que prevê o abatimento de impostos para as empresas que prorrogarem a licença de suas empregadas por mais 60 dias, além dos 120 que já lhes era de direito, somando um total de 6 meses de licença maternidade. O pedido de extensão da licença deve partir da empregada, que tem um mês após o parto para fazê-lo, ou após a data em que obtiveram a guarda, no caso de mães que adotaram uma criança.

Por enquanto, não são todas as funcionárias que têm esse benefício. Apenas as empresas que fazem sua declaração por lucro real podem fazer a adesão ao programa através de cadastramento no site da Receita Federal (). Hoje, cerca de 150 mil empresas no país fazem sua declaração pelo lucro real. A licença complementar de 2 meses começa a valer após o fim da licença maternidade. A lei exige que a empregada não exerça atividade remunerada nesse período nem deixei a criança sob os cuidados de uma creche, sob pena de perder o benefício. A empresa, porém, não é obrigada a conceder a extensão da licença à funcionária.

  • Essa é uma decisão interna e a empresa poderá negar o pedido se entender que não é vantajoso.
  • Para a advogada trabalhista Bruna Esteves Sá, o Programa oferece grandes vantagens para a empresa, mesmo que a funcionária fique mais dois meses afastada do serviço.
  • A extensão da licença maternidade é uma tendência, já que o Brasil é um dos poucos países em que a licençaé de apenas 4 meses.

Muitas empresas multinacionais já possuem uma política interna de conceder períodos maiores, mas não tinham vantagem nenhuma no Brasil. Estalicença maior demonstra a responsabilidade social da empresa, tanto perante seus acionistas quanto a seus clientes e, consequentemente, atrai melhores talentos para a empresa, que sempre estarãoà procura de um lugar melhor para trabalhar”.

O informe da publicação foi feito pela Receita Federal através da Instrução Normativa n°991 no dia 21 de janeiro de 2010 e a lei entrou em vigor no dia 25 de janeiro de 2010. As servidoras públicas já haviam conquistado este direito desde o dia 10 de setembro de 2008 através da Lei n°11.770. Como Proceder É a empregada gestante quem deve dar o primeiro passo no processo.

Ela deve requerer a prorrogação do salário-maternidade por mais dois meses no RH da empresa até, no máximo, o final do primeiro mês após o parto. Somente as empresas que fazem a declaração através do lucro real poderão conceder o benefício e descontar o valor do salário do imposto de renda.

  • Após o pedido da funcionária, a empresa deve se cadastrar no Programa Empresa Cidadã na Receita Federal, através da Internet ().
  • O requerimento de adesão da pessoa jurídica deve ser formulado em nome do estabelecimento matriz, pelo responsável perante o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ).
  • O acesso ao endereço eletrônico é feito através de código de acesso, a ser obtido no sítio da RFB, ou mediante certificado digital válido.
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: Licença Maternidade de 6 meses

Estou de licença-maternidade e não quero voltar a trabalhar o que eu faço?

Consulte um profissional: Procure orientação de um advogado especializado em direito do trabalho ou um consultor financeiro, se necessário. Esses profissionais podem ajudar a esclarecer seus direitos e fornecer orientações personalizadas com base em sua situação específica.

Qual o tempo da licença-maternidade 4 ou 6 meses 2023?

Quanto tempo dura a licença-maternidade? A licença-maternidade tem duração de 120 dias consecutivos, ou seja, 4 meses, a contar da data do parto ou da adoção da criança, no caso das trabalhadoras adotantes, a contar da data da adoção, quando a criança tiver até 12 anos incompletos.

Qual o tempo da licença-maternidade 4 ou 6 meses?

Trabalho, Previdência e Assistência 13/08/2008 – 22:35 O Plenário aprovou nesta quarta-feira a possibilidade de ampliação da licença-maternidade de 120 para 180 dias, por meio da concessão de incentivo fiscal ao empregador que aderir ao Programa Empresa Cidadã.

  1. O Projeto de Lei 2513/07, do Senado, vai à sanção presidencial.
  2. A adesão ao programa, criado pelo projeto, terá caráter facultativo e permitirá ao empresário descontar integralmente do Imposto de Renda devido o valor dos salários pagos durante os dois meses adicionais da licença.
  3. Todos os anos haverá uma projeção de quanto a União deixará de arrecadar com a medida”, informou a relatora do projeto na Comissão de Seguridade Social e Família, deputada Rita Camata (PMDB-ES).

Ela lembrou que 80 municípios e oito estados têm legislações próprias que já ampliam em 60 dias a licença para suas servidoras. Segundo ela, a proposta é a maior conquista das famílias desde a Constituinte, quando a licença foi ampliada de 90 para 120 dias, após muita discussão.

  • A nova regra valerá também para as pessoas jurídicas enquadradas no regime do lucro presumido e para as optantes pelo Simples,
  • Mães adotivas Para ter direito ao benefício, a empregada deverá requerer a prorrogação da licença até o final do primeiro mês após o parto ou adoção, já que o projeto também inclui as mães adotivas.

Durante a prorrogação, a empregada terá direito a remuneração integral, mas não poderá exercer qualquer atividade paga e a criança não poderá ser mantida em creche ou organização similar. Se descumprir essa regra, ela perderá o direito à prorrogação. A proposta também autoriza a administração pública a instituir programa que garanta essa prorrogação.

Como funciona o retorno da licença-maternidade?

Você sabe como se adaptar ao mercado de trabalho depois da licença maternidade ? Aquele tempo gostoso de descobertas e muitos desafios com o seu bebê inevitavelmente vai terminar. E logo pode começar a bater uma ansiedade, principalmente em mães de primeira viagem, pensando em como vai ser a nova rotina.

• Creche : o local é especializado e tem funcionários acostumados a cuidar de crianças pequenas, mas também tem um custo que precisa caber dentro do seu orçamento.

• Cuidador(a) : você pode escolher alguém para cuidar do seu bebê na sua casa, enquanto você está no trabalho. Essa opção também tem custo e é necessário encontrar alguém de confiança.

• Escola: quando seu bebê crescer um pouquinho, essa pode ser uma boa opção. Muitos pais aproveitam o período em que a criança está na escola para ir trabalhar.

• Familiares : não é raro encontrar parentes que cuidam de bebês. É a opção mais “barata”, mas atribuir a tarefa a um parente pode acabar significando uma autorização para uma terceira pessoa participar mais ativamente da criação do bebê e da rotina da família.

Em todo caso, faça uma análise da sua saúde financeira e necessidades para decidir qual a melhor opção. O importante é garantir que o seu bebê vai estar em segurança, ao mesmo tempo em que você vai poder se concentrar em seu trabalho. Está se sentindo insegura? Converse com outras mães O retorno da licença maternidade é um desafio para muitas mães, já que exige adaptação, pode ser desconfortável e causar muita ansiedade.

  1. Sentir falta da criança, vulnerabilidade, preocupação excessiva com o bebê, entre outros pontos é normal.
  2. A mudança na rotina é algo que não pode ser deixado de lado, as mães podem se sentir mal por estarem deixando os filhos com outras pessoas enquanto trabalham.
  3. Por isso, trocar experiências com outras mães que já passaram por isso pode ajudar a entender como lidar com a situação e conseguir se sentir mais confortável.2.

Faça o planejamento da amamentação O leite materno é fundamental para o bebê e deve continuar sendo ingerido sempre que possível. Os diversos benefícios para a saúde da criança não podem ser deixados de lado, já que leite diminui o risco do seu filho desenvolver doenças como obesidade, colesterol alto, diabetes, hipertensão.

Por isso, com o retorno ao trabalho, depois da licença maternidade, é interessante a mãe planejar os períodos de amamentação, Você pode estocar leite em mamadeiras e informar o cuidador sobre os horários que deseja que o bebê seja alimentado. Uma dica é manter lembretes para controlar o estoque e lembrar os horários de amamentação.3.

Mães têm o direito de amamentar no trabalho Segundo o artigo 396 da CLT, a mãe tem alguns direitos especiais em seu retorno ao trabalho após a licença maternidade. Basicamente, a mulher tem o direito de parar sua jornada de trabalho, duas vezes ao dia, para amamentar.

Cada pausa tem que ter a duração de 30 minutos, não podendo passar disso. Mesmo se o bebê for adotado e a mulher estiver amamentando, a mãe tem o direito de parar o trabalho duas vezes por dia. Essas pausas podem acontecer até que a criança complete 6 meses de idade, porém, caso a saúde do bebê exija, o período pode ser estendido, mas nesses casos é importante verificar como poderá seguir com o empregador.4.

Como lidar com a separação e o sentimento de culpa? Após o retorno da licença maternidade, é comum que mães se sintam culpadas por estarem trabalhando. Porém, lembre-se que isso não faz de você uma mãe ruim, afinal você está no trabalho justamente para garantir o futuro da criança.

Sabemos que podem surgir sentimentos de saudades, inseguranças, entre outros. Contudo, saiba que, quando voltar para casa, seu filho vai estar lá te esperando, então não existe motivo para maiores preocupações. Com o tempo, sua rotina vai se adaptando e você consegue também incluir no dia a dia uma rotina de autocuidado.

Pratique exercícios físicos e busque uma alimentação saudável, tome banhos relaxantes, leia um livro, ouça suas músicas, assista séries e filmes que gosta, enfim, coloque na sua rotina coisas que te fazem bem. Porque, cuidando de você, você cuida melhor de quem você ama 😉 Cuidado também é escolher um plano de saúde e ter sempre uma rede médica, hospitalar e laboratorial de excelência disponível.