Calcular Mascara De Rede?

Calcular Mascara De Rede

Como calcular a máscara de rede?

3. Calcule o número total de hosts por sub-rede – Em primeiro lugar é necessário planejar e escolher a melhor máscara de sub-rede, para evitar uma reconfiguração de todos os endereços IP nesta rede, Para calcular o número total de hosts por sub-rede (n), basta elevar 2 ao número de bits 0 (b) na máscara e subtrair 2 (n = 2^b – 2).

Adicionar 1s à máscara de sub-rede significa menos hosts por sub-rede de rede, no entanto, mais sub-redes de rede. Portanto, se a ideia é obter mais hosts por redes, basta tirar um dos 1s para fazer nossa máscara de sub-rede, A máscara de rede 255.255.255.0 (11111111 11111111 11111111 0000000), por exemplo, é capaz de abrigar 254 dispositivos.

São 8 zeros, logo, calcula-se: n = 2^8 – 2 n = 256 – 2 n = 254 Já a máscara de sub-rede com IP 255.255.254.0 (11111111 11111111 11111110 0000000) tem 9 zeros. Assim, o número de hosts disponíveis é 510: n = 2^9 – 2 n = 512 – 2 n = 510

Qual a máscara de rede para cada classe de IP?

CIDR MÁSCARA DE SUB-REDE Nº DE ENDEREÇOS IP
/20 255.255.240.0 4,096
/19 255.255.224.0 8,192
/18 255.255.192.0 16,384
/17 255.255.128.0 32,768

Como calcular máscara de sub-rede C?

Criando sub-redes – Vimos que os bits 1 na máscara específica a porção da rede e que os bits 0 especificam o host no endereço IP. Para criar nossas redes, podemos pegar alguns bits 0 e transformá-los em 1, Por exemplo, se pegarmos o primeiro bit 0 na máscara e transformá-lo em bit 1, teríamos a seguinte máscara em binário: 11111111.11111111.11111111.1000000 Mas como fica o valor dela em decimal? Sabemos que os três primeiros octetos têm o valor em decimal de 255,

  1. Já para saber o valor do último, basta realizar a conversão: 2 ^ 7, 2 ^ 6, 2 ^ 5, 2 ^ 4, 2 ^ 3, 2 ^ 2, 2 ^ 1, 2 ^ 0 1, 0, 0, 0, 0, 0, 0, 0 Ou seja, temos: 1 x 2^7 + 0 x 2^6 + 0 x 2^5 + 0 x 2^4 + 0 x 2^3 + 0 x 2^2 + 0 x 2^1 + 0 x 2^0,
  2. Que nos deixa com 128,
  3. Logo, a máscara dessa rede é: 255.255.255.128,

Mas quantas redes temos com essa máscara? Para saber quantas redes temos com essa nova máscara basta elevar o número 2, que são o número de bits possíveis,** **ao número de bits emprestados da porção do host. Neste caso pegamos um bit da porção do host, portanto temos **2^1 **redes.

  • Ou seja, temos duas redes.
  • Mas quantos hosts cada rede comporta? Os hosts são definidos como bits 0 na máscara de sub-rede, certo? Então para saber quantos hosts nossa rede comporta basta elevar 2 ao número de bits 0 na máscara.
  • Neste caso temos sete bits 0 ( 10000000 ), logo, 2^7, que nos dá 128.
  • Então cada uma de nossas redes comportam 128 hosts? Dentre os endereços IPs, dois precisam ser reservados.

Um para especificar a rede e outro para especificar o domínio de broadcast, Então, na verdade temos 128 – 2 hosts, logo temos 126 hosts em cada sub-rede. Mas quais são esses endereços reservados? O endereço que especifica a rede é sempre o primeiro endereço IP, já o de broadcast é o último endereço IP da rede.

  1. Em uma rede classe C com máscara padrão, o endereço da rede é 192.168.0.0 e o de broadcast é 192.168.0.255,
  2. Só que no nosso caso são duas sub-redes, cada uma com um endereço de rede e de broadcast.
  3. A primeira rede possui o endereço de rede 192.168.0.0, já o endereço de broadcast nós descobrimos somando 1 ao número de hosts, que neste caso são 126, mais o endereço de rede.

Ou seja, temos **1 + 126 + 0. **Dessa forma temos que o endereço de broadcast da primeira sub-rede é 192.168.0.127, Já o endereço de rede da segunda sub-rede é o endereço de broadcast da primeira sub-rede mais 1, Ou seja, temos como endereço de rede da segunda sub-rede 192.168.0.128,

  • O endereço de broadcast conseguimos obter da mesma forma.
  • Somamos 1 ao número de hosts, mais o endereço de rede.
  • Portanto, 1 + 126 + 128, isso nos dá o endereço de broadcast 192.168.0.255,
  • Bom, calculamos as sub-redes, mas com essa máscara temos apenas duas sub-redes.
  • Porém, temos quatro departamentos e queremos colocar cada um em uma sub-rede.

Como podemos fazer isso? Se nós pegamos um bit a mais na máscara de sub-rede como no exemplo, nós temos duas sub-redes. Então, se nós pegarmos dois bits, teremos dois elevado a dois, que é número de bits que pegamos na porção do host, isso nos deixa com quatro que é o número de sub-redes que queremos.

Ou seja, nossa máscara ficará em binário: 11111111.11111111.11111111.1100000, Realizando a conversão: 2 ^ 7, 2 ^ 6, 2 ^ 5, 2 ^ 4, 2 ^ 3, 2 ^ 2, 2 ^ 1, 2 ^ 0 1, 1, 0, 0, 0, 0, 0, 0 Logo: 1 x 2^7 + 1 x 2^6 + 0 x 2^5 + 0 x 2^4 + 0 x 2^3 + 0 x 2^2 + 0 x 2^1 + 0 x 2^0, Que nos deixa com 192,

Ou seja nossa máscara de sub-rede será 255.255.255.192, Mas quantos hosts cada sub-rede comportará? Para saber isso, basta elevar 2 ao número de bits 0 na máscara, menos os dois bits reservados de cada rede, ou seja, como temos seis bits zero nossa conta fica 2^6 – 2, isso nos deixa com 62 hosts para cada rede.

  1. Se quisermos saber qual é o endereço de cada sub rede, basta realizar os mesmos passos de antes.
  2. O endereço de rede primeira sub-rede será 192.168.0.0, já o seu endereço de broadcast será um mais o número de hosts mais o endereço de rede.
  3. Isso nos deixa com ** 1 + 62 + 0**.
  4. Logo, o endereço de broadcast da nossa primeira sub rede será 192.168.0.63,

Dessa forma, após calcular cada sub-rede teremos o seguinte resultado: Rede: 192.168,0.0, Broadcast: 192.168,0.63 Rede: 192.168,0.64, Broadcast: 192.168,0.127 Rede: 192.168,0.128, Broadcast: 192.168,0.191 Rede: 192.168,0.192, Broadcast: 192.168,0.255 Todos esses endereços utilizando a máscara 255.255.255.192,

Qual a máscara do meu IP?

Ranges de IP reservados para uso interno (Rede Privadas):
Endereço IP Inicial Endereço IP Final Máscara da rede
Classe A 10.0.0.0 10.255.255.255 255.0.0.0
Classe B 172.16.0.0 172.31.255.255 255.255.0.0
Classe C 192.168.0.0 192.168.255.255 255.255.255.0

Como calcular máscara de rede e IP?

3. Calcule o número total de hosts por sub-rede – Em primeiro lugar é necessário planejar e escolher a melhor máscara de sub-rede, para evitar uma reconfiguração de todos os endereços IP nesta rede, Para calcular o número total de hosts por sub-rede (n), basta elevar 2 ao número de bits 0 (b) na máscara e subtrair 2 (n = 2^b – 2).

  • Adicionar 1s à máscara de sub-rede significa menos hosts por sub-rede de rede, no entanto, mais sub-redes de rede.
  • Portanto, se a ideia é obter mais hosts por redes, basta tirar um dos 1s para fazer nossa máscara de sub-rede,
  • A máscara de rede 255.255.255.0 (11111111 11111111 11111111 0000000), por exemplo, é capaz de abrigar 254 dispositivos.

São 8 zeros, logo, calcula-se: n = 2^8 – 2 n = 256 – 2 n = 254 Já a máscara de sub-rede com IP 255.255.254.0 (11111111 11111111 11111110 0000000) tem 9 zeros. Assim, o número de hosts disponíveis é 510: n = 2^9 – 2 n = 512 – 2 n = 510

Qual a máscara de rede padrão?

A máscara de rede padrão acompanha a classe do endereço IP : num endereço de classe A, a máscara será 255.0.0.0, indicando que o primeiro octeto se refere à rede e os três últimos ao host.

Qual a máscara 255.255 00?

Máscaras de rede Num endereço classe B, a máscara padrão será 255.255.0.0, onde os dois primeiros octetos referem-se à rede e os dois últimos ao host, e num endereço classe C, a máscara padrão será 255.255.255.0 onde apenas o último octeto refere-se ao host.

Qual é o IP da classe A?

Classe Faixa de endereços de IP IPs por rede
Classe A 10.0.0.0 – 10.255.255.255 16.777.214
Classe B 172.16.0.0 – 172.31.255.255 65 534
Classe C 192.168.0.0 – 192.168.255.255 254

Como calcular máscara de sub-rede classe B?

2 n -2 – onde n é o número de bits restantes, isto é, não utilizados pela máscara de sub-rede. Até aqui trabalhei com um exemplo de uma rede Classe C, que está sendo subdividida em várias sub-redes. Porém é também possível subdividir redes Classe A e redes Classe B. Figura – Máscara padrão para as classes A, B e C Para subdividir uma rede classe A em sub-redes, basta usar bits adicionais para a máscara de sub-rede. Por padrão são utilizados 8 bits. Se você utilizar 10, 12 ou mais bits, estará criando sub-redes. O mesmo raciocínio é válido para as redes classe B, as quais utilizam, por padrão, 16 bits para a máscara de sub-rede.

Se você utilizar 18, 20 ou mais bits para a máscara de sub-rede, estará subdividindo a rede classe B em várias sub-redes. As fórmulas para cálculo do número de sub-redes e do número de hosts em cada sub-rede são as mesmas apresentadas anteriormente, independentemente da classe da rede que está sendo dividida em sub-redes.

A seguir apresento uma tabela com o número de sub-redes e o número de hosts em cada sub-rede, dependendo do número de bits adicionais (além do padrão definido para a classe) utilizados para a máscara de sub-rede, para a divisão de uma rede Classe B: Tabela – Número de redes e número de hosts em cada rede – Classe B. Observe como o entendimento dos cálculos binários realizados pelo TCP/IP facilita o entendimento de vários assuntos relacionados ao TCP/IP, inclusive o conceito de subnetting (Veja Parte 2 para detalhes sobre Cálculos Binários).

Por padrão a classe B utiliza 16 bits para a máscara de sub-rede, ou seja, uma máscara padrão: 255.255.0.0. Agora se utilizarmos oito bits adicionais (todo o terceiro octeto) para a máscara, teremos todos os bits do terceiro octeto como sendo iguais a 1, com isso a máscara passa a ser: 255.255.255.0.

Este resultado está coerente com a tabela da Figura 16.11. Agora vamos avançar um pouco mais. Ao invés de 8 bits adicionais, vamos utilizar 9. Ou seja, todo o terceiro octeto (8 bits) mais o primeiro bit do quarto octeto. O primeiro bit, o bit bem à esquerda é o bit de valor mais alto, ou seja, o que vale 128.

  • Ao usar este bit também para a máscara de sub-rede, obtemos a seguinte máscara: 255.255.255.128.
  • Também fecha com a tabela anterior.
  • Com isso você pode concluir que o entendimento da aritemética e da representação binária, facilita muito o estudo do protocolo TCP/IP e de assuntos relacionados, tais como subnetting e roteamento.

A seguir apresento uma tabela com o número de sub-redes e o número de hosts em cada sub-rede, dependendo do número de bits adicionais (além do padrão definido para a classe) utilizados para a máscara de sub-rede, para a divisão de uma rede Classe A: Tabela – Número de redes e número de hosts em cada rede – Classe A. Um fato importante, que eu gostaria de destacar novamente é que todas as sub-redes (resultantes da divisão de uma rede), utilizam o mésmo número para a máscara de sub-rede. Por exemplo, na quarta linha da tabela indicada na Figura 16.12, estou utilizando 5 bits adicionais para a máscara de sub-rede, o que resulta em 30 sub-redes diferentes, porém todas utilizando como máscara de sub-rede o seguinte número: 255.248.0.0.

Muito bem, entendido o conceito de divisão em sub-redes e de determinação do número de sub-redes, do número de hosts em cada sub-rede e de como é formada a nova máscara de sub-rede, a próxima questão que pode surgir é a seguinte: Como listar as faixas de endereços para cada sub-rede? Este é exatamente o assunto que vem a seguir.

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Como listar as faixas de endereços dentro de cada sub-rede Vamos entender esta questão através de exemplos práticos. Exemplo 01: Dividir a seguinte rede classe C: 229.45.32.0/255.255.255.0. São necessárias, pelo menos, 10 sub-redes. Determinar o seguinte: a) Quantos bits serão necessários para fazer a divisão e obter pelo menos 20 sub-redes? b) Quantos números IP (hosts) estarão disponíveis em cada sub-rede? c) Qual a nova máscara de sub-rede? d) Listar a faixa de endereços de cada sub-rede.

Quantos hosts tem uma rede 24?

Rede Classe C (/24) Podem ser definidas no máximo 2.097.152 (221) redes /24com um total de 254 (2 8 -2) hosts por rede.

O que é máscara de rede e sub-rede?

Uma máscara de sub-rede é como um endereço de IP, mas apenas para uso interno dentro de uma rede. Os roteadores usam máscaras de sub-rede para encaminhar pacotes de dados para o lugar certo. As máscaras de sub-rede não são indicadas dentro dos pacotes de dados que atravessam a internet.

O que significa o 24 no IP?

Eu fiquei com dúvida quanto ao /32 após o endereço IP. O que seria? | Fórum Alura Olá, Gabriel. Beleza? O endereço IP versão 4 é composto de 32 bits (4 bytes) que são representados por 4 números decimais separados por pontos.11000000 10101000 00001010 01010000 192,168,10,80 Esse /32 indica a máscara de rede, que te ajuda a identificar se duas máquinas estão na mesma rede.

Se o IP for 192.168.10.80/24, significa que para que uma outra máquina esteja na sua rede ela precisa ter IP começado com 192.168.10, pois o /24 indica quais bits são usados para identificar a rede. | 8 | + | 8 | + | 8 | = 24 11000000 10101000 00001010 01010000 192,168,10,80 Se você quiser entender mais sobre, aqui na Alura tem uma formação de redes muito boa:,

Máscaras de Rede A, B e C – Aula 05

Espero ter ajudado. Se tiver ficado com dúvida, é só dizer. : Eu fiquei com dúvida quanto ao /32 após o endereço IP. O que seria? | Fórum Alura

Qual a máscara do IP 192.168 01?

Máscara de sub-rede A máscara de sub-rede indica qual parte do endereço é usada para endereçar a rede e qual parte é usada para endereçar o host dentro dela. Na designação tradicional, com as três classes de endereços, a máscara acompanha a classe do endereço IP.

Em um endereço de classe A, a máscara será 255.0.0.0, indicando que o primeiro octeto se refere à rede e os três últimos ao host; em um endereço classe B, a máscara padrão será 255.255.0.0, onde os dois primeiros octetos referem-se à rede e os dois últimos ao host, enquanto em um endereço classe C, a máscara padrão será 255.255.255.0, onde apenas o último octeto refere-se ao host.

Se converter o número “255” para binário, você verá que ele corresponde ao binário “11111111”, enquanto o número 0 corresponde ao binário “00000000”. Eles são usados na composição das máscaras justamente porque indicam que todos, ou que nenhum dos bits do octeto correspondente são usados para endereçar a rede.

Se as máscaras simplesmente acompanham a classe do endereço, você poderia se perguntar qual é a real necessidade delas. A resposta é que apesar das máscaras padrão acompanharem a classe do endereço IP, é possível “mascarar” um endereço IP, mudando as faixas do endereço que serão usadas para endereçar a rede e o host.

Veja, por exemplo, o endereço “192.168.0.1”. Por ser um endereço de classe C, sua máscara padrão seria 255.255.255.0, indicando que o último octeto se refere ao host, e os demais à rede. Porém, se mantivéssemos o mesmo endereço, mas alterássemos a máscara para 255.255.0.0, apenas os dois primeiros octetos (192.168) continuariam representando a rede, enquanto o host passaria a ser representado pelos dois últimos (e não apenas pelo último).

  • O endereço “192.168.0.1” com máscara 255.255.255.0 é diferente de “192.168.0.1” com máscara 255.255.0.0.
  • Enquanto no primeiro caso temos o host “1” dentro da rede “192.168.0”, no segundo caso temos o host “0.1” dentro da rede “192.168”.
  • A moral da história é que dentro da rede você deve configurar sempre todas as estações para usarem a mesma máscara de sub-rede, seguindo a faixa de endereços escolhida.

Se você está usando a faixa 192.168.0.x, então a máscara de sub-rede vai ser 255.255.255.0 para todas as estações. No CIDR são usadas máscaras mais complexas, como “255.255.255.248”, mas elas são assunto para o capítulo 4. : Máscara de sub-rede

Qual a máscara de um IP 30?

O que é uma Máscara em Sub-redes?

Classe Endereço Netmask (Decimal)
CIDR /27 255.255.255.224
CIDR /28 255.255.255.240
CIDR /29 255.255.255.248
CIDR /30 255.255.255.252

Qual a máscara de rede do IP 192.168 115?

Guia TCP IP Entendendo a estrutura do IPV4 e cálculo de sub-rede Os endereços IPV4 tem o comprimento de 32bits, com 4 octetos de 8 bits cada. Usualmente o mesmo é apresentado da forma decimal para facilitar como 192.168.1.15. Na apresentação binária seria da seguinte forma: 11000000 10101000 00000001 00001111.

  • É importante você compreender isso para que consiga fazer os cálculos corretamente, evitando desperdícios de números IP e aumentando a velocidade da rede.
  • O endereçamento da rede correto é importante porque auxilia a localização de dispositivos, dessa forma é obrigatório que cada dispositivo tenha um endereço único para que não ocorra conflitos.

Contudo o endereço IP tem duas partes que são:

A identificação da rede; Identificação do host.

A primeira parte é o ID da rede e a segunda é o ID do host (pc, roteador) que estão dentro de uma rede que possui o mesmo ID de rede. Exemplo do IP 192.168.15.25/26: Sub-Máscara A sub-máscara é utilizada para determinar quais dos 32 bits são utilizados para o ID da rede.

  1. Por exemplo: a rede 192.168.1.15/24 é determinado o ID de rede nos primeiros 24 bits e o restante é utilizado pelos hosts.
  2. No exemplo citado acima o ID da rede é 192.168.1 e em binário seria 11000000 10101000 00000001.
  3. De um bom tempo para cá há muita conversa sobre CIDR ou Notação de Prefixo de Rede.

No exemplo de /24 a máscara seria 255.255.255.0 e /16 seria 255.255.0.0. Para realizar a tradução da notação em barra (/16, /24) em decimal é necessário fazer a tradução em binário como por exemplo:

Classes Notação Barra Notação Binária Notação Decimal
A /8 11111111 00000000 00000000 00000000 255.0.0.0
B /16 11111111 11111111 00000000 00000000 255.255.0.0
C /24 11111111 11111111 11111111 00000000 255.255.255.0.

No entanto hoje nas organizações vemos que está sendo utilizado range de valor médio, ou seja, com /22, /23, /25, /26, quebrando as classes A, B e C, dependendo da necessidade de quantidade de equipamentos ligados em rede ou quantidade de divisões de redes. Para entender melhor vamos ao exemplo abaixo:

Notação Barra Notação Binária Notação Decimal
/22 11111111 11111111 11111100 00000000 255.255.252.0
/23 11111111 11111111 11111110 00000000 255.255.254.0
/24 11111111 11111111 11111111 00000000 255.255.255.0.
/25 11111111 11111111 11111111 10000000 255.255.255.128
/26 11111111 11111111 11111111 11000000 255.255.255.192

Vamos entender como é realizado esse cálculo por número binário. Cada octeto tem numeração que varia de 1 à 128 seguindo a regra abaixo: 11111111 è da esquerda para direita fica assim è 128 64 32 16 8 4 2 1. Se somar todos esses números chegaríamos a um valor de 255 correto? 128+64+32+16+8+4+2+1=255. Agora ficou mais fácil não é? Vamos ao exemplo do IP 192.168.15.25 é a soma abaixo:

1º Octeto 128+64+0+0+0+0+0+0=192
2º Octeto 128+0+32+0+8+0+0+0=168
3º Octeto 0+0+0+0+8+4+2+1=15
4º Octeto 0+0+0+16+8+0+0+1=25

Como determinar a quantidade de endereço por bloco? Para entender de forma simples é feito da seguinte forma: atente-se ao /24 que tem 256 endereços disponíveis. A partir deste ponto é mais fácil fazer o cálculo, por exemplo, o /25 é a metade do /24, dessa forma temos o valor de 128 endereços.

Notação Barra Notação Decimal Endereços por bloco
/20 255.255.240.0 4096
/21 255.255.248.0 2048
/22 255.255.252.0 1024
/23 255.255.254.0 512
/24 255.255.255.0 256
/25 255.255.255.128 128
/26 255.255.255.192 64
/27 255.255.255.224 32
/28 255.255.255.240 16

Vamos calcular a quantidade de sub-rede a partir de /25 que são muito utilizadas.

Notação Barra Notação Decimal Endereços por bloco Sub-rede
/25 255.255.255.128 128 – 2 = 126 2
/26 255.255.255.192 64 – 2 = 62 4
/27 255.255.255.224 32 – 2 = 30 8
/28 255.255.255.240 16 – 2 = 14 16
/29 255.255.255.248 8 – 2 = 6 32
/30 255.255.255.252 4 – 2 = 2 64

Agora por que essa subtração por 2? Simples, porque toda rede tem que ter a ID e o broadcast sendo o primeiro número para rede e o último para broadcast. Por exemplo /26:

ID rede – 192.168.1.0 Máscara 255.255.255.192 Broadcast – 192.168.1.63 Endereços disponíveis: 62 que vai do 192.168.1.1 até 192.168.1.62.

Para entender melhor vamos trabalhar com notação binária com o /25 e /26:

Notação Barra Notação Binária Mácara Sub-rede
/25 11111111 111111111 11111111 1 0000000 255.255.255.128 2 1 =2
/26 11111111 111111111 11111111 11 000000 255.255.255.192 2 2 =4

O cálculo deve ser feito da seguinte forma:

Cada bit ligado deve ser feito um cálculo, como por exemplo, o /26. O mesmo apresenta 2 bits ligados dentro do último octeto, dessa forma o cálculo é: 2 elevado ao número de bits ligados que no caso são dois (2 2 =4 sub-rede). Se fosse um /27 seria 2 3 =8 e assim por diante. O restante dos bits desligados (zero) é realizado o cálculo da quantidade de hosts. Por exemplo, no /26: temos 6 bits desligados que seriam 2 6 =64 – 2 =62 endereços disponíveis.

Bom espero que este post possa auxiliar no dia a dia e também estes cálculos são necessário para o exame 70-642 caindo pelo menos uma ou duas questões, estas podem salvar sua certificação Abraço e até a próxima. : Guia TCP IP Entendendo a estrutura do IPV4 e cálculo de sub-rede

Quantos IPS por máscara?

Os endereços IP classe B vão de 128.0.0.0 a 191.255.255.255, com uma máscara de sub-rede padrão de 255.255.0.0 (ou /16 em CIDR). O endereçamento de classe B pode ter 16.384 (2 14 ) endereços de rede e 65.534 (2 16 ) endereços usáveis por rede.

Qual máscara de sub-rede usar?

Entendendo as máscaras de sub-rede Além do endereço IP propriamente dito, é necessário fornecer também a máscara de sub-rede, ou “subnet mask” na configuração da rede. Ao contrário do endereço IP, que é formado por valores entre 0 e 255, a máscara de sub-rede é normalmente formada por apenas dois valores: 0 e 255, como em 255.255.0.0 ou 255.0.0.0, onde o valor 255 indica a parte endereço IP referente à rede, e o valor 0 indica a parte endereço IP referente ao host.

Ex. de endereço IP Classe do endereço Parte referente à rede Parte referente ao host Máscara de sub-rede padrão
98.158.201.128 Classe A 98. 158.201.128 255.0.0.0 (rede.host.host.host)
158.208.189.45 Classe B 158.208. 189.45 255.255.0.0 (rede.rede.host.host)
208.183.34.89 Classe C 208.183.34. 89 255.255.255.0 (rede.rede.rede.host)

Mas, é possível usar máscaras diferentes para utilizar os endereços IP disponíveis de formas diferentes das padrão. O importante, neste caso, é que todos os micros da rede sejam configurados com a mesma máscara, caso contrário poderão não conseguir comunicar-se, pois pensarão estar conectados a redes diferentes.

  • Um exemplo comum é o uso da faixa de endereços 192.168.0.x para redes locais.
  • Originalmente, esta é uma faixa de endereços classe C e por isso a máscara padrão é 255.255.255.0.
  • Mesmo assim, muita gente prefere usar a máscara 255.255.0.0, o que permite mudar os dois últimos octetos (192.168.x.x).
  • Neste caso, você poderia ter dois micros, um com o IP “192.168.2.45” e o outro com o IP “192.168.34.65” e ambos se enxergariam perfeitamente, pois entenderiam que fazem parte da mesma rede.

Não existe problema em fazer isso, desde que você use a mesma máscara em todos os micros da rede. Até agora vimos apenas máscaras de sub-rede simples. Porém, o recurso mais refinado das máscaras de sub-rede é quebrar um octeto do endereço IP em duas partes, fazendo com que tenhamos dentro de um mesmo octeto uma parte que representa a rede e outra que representa o host.

  1. Chegamos à s máscaras de tamanho variável (VLSM),
  2. Este conceito é um pouco complicado, mas, em compensação, pouca gente sabe usar este recurso, por isso vale à pena fazer um certo esforço para aprender.
  3. Configurando uma máscara complexa, precisaremos configurar o endereço IP usando números binários e não decimais.

Para converter um número decimal em um número binário, você pode usar a calculadora do Windows ou o Kcalc no Linux. Configure a calculadora para o modo científico (exibir/científica) e verá que do lado esquerdo aparecerá um menu de seleção permitindo (entre outros) escolher entre decimal (dec) e binário (bin). Configure a calculadora para binário e digite o número 11111111, mude a opção da calculadora para decimal (dec) e a calculadora mostrará o número 255, que é o seu correspondente em decimal. Tente de novo agora com o binário 00000000 e terá o número decimal 0. Veja que 0 e 255 são exatamente os números que usamos nas máscaras de sub-rede simples. O número decimal 255 (equivalente a 11111111) indica que todos os 8 números binários do octeto se referem ao host, enquanto o decimal 0 (correspondente a 00000000) indica que todos os 8 binários do octeto se referem ao host. Numa rede com máscara 255.255.255.0 temos:

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Decimal: 255 255 255 0
Binário: 11111111 11111111 11111111 00000000
rede rede rede host

As máscaras de tamanho variável permitem dividir uma única faixa de endereços (seja de classe A, B ou C) em duas ou mais redes distintas, cada uma recebendo parte dos endereços disponíveis. Imagine o caso de um pequeno provedor de acesso, que possui um backbone com uma faixa de endereços de classe C e precisa dividi-lo entre dois clientes, onde cada um deles deve ter uma faixa completa de endereços.

  • O backbone do provedor utiliza a faixa de endereços 203.107.171.x onde o 203.107.171 é o endereço da rede e o “x” é a faixa de endereços de que eles dispõem para endereçar os micros das duas empresas.
  • Como endereçar ambas as redes, se não é possível alterar o “203.107.171” que é a parte do seu endereço que se refere à rede? Este problema poderia ser resolvido usando uma máscara de sub-rede complexa.

Veja que podemos alterar apenas dos últimos 8 bits do endereço IP:

Decimal: 203 107 171 x
Binário: 11001011 11010110 10101011 ????????

Usando uma máscara 255.255.255.0, são reservados todos os 8 bits para o endereçamento dos hosts, e não sobra nada para diferenciar as duas redes. Usando uma máscara complexa, é possível “quebrar” os 8 bits do octeto em duas partes, usando a primeira para diferenciar as duas redes e a segunda para endereçar os hosts:

Decimal: 203 107 171 x
Binário: 11001011 11010110 10101011 ???? ????
rede rede rede rede host

Para tanto, ao invés de usar a máscara de sub-rede 255.255.255.0 que, como vimos, reservaria todos os 8 bits para o endereçamento do host, usaremos uma máscara 255.255.255.240 (corresponde ao binário 11111111.111111.11111111.11110000). Veja que numa máscara de sub-rede os números binários “1” referem-se à rede e os números “0” referem-se ao host.

Decimal: 255 255 255 240
Binário: 11111111 11111111 11111111 1111 0000
rede rede rede rede host

Temos agora o último octeto dividido em dois endereços binários de 4 bits cada. Cada um dos dois grupos representa agora um endereço distinto, e deve ser configurado independentemente. Como fazer isso? Veja que 4 bits permitem 16 combinações diferentes.

Decimal: 203 107 171 12 _ 14
Binário: 11111111 11111111 11111111 1100 1110
rede rede rede rede host

Estabeleça um endereço de rede para cada uma das duas sub-redes disponíveis e um endereço diferente para cada micro da rede, mantendo a formatação do exemplo anterior. Por enquanto, apenas anote em um papel os endereços escolhidos, junto como seu correspondente em binários.

  • Na hora de configurar o endereço IP nas estações, configure primeiro a máscara de sub-rede como 255.255.255.240 e, em seguida, converta os endereços binários em decimais, para ter o endereço IP de cada estação.
  • No exemplo da ilustração anterior, havíamos estabelecido o endereço 12 para a rede e o endereço 14 para a estação; 12 corresponde a “1100” e 14 corresponde a “1110”.

Juntando os dois temos “11001110”, que corresponde ao decimal “206”. O endereço IP da estação será então 203.107.171.206, com máscara 255.255.255.240. Se tivesse escolhido o endereço 10 para a rede e o endereço 8 para a estação, teríamos “10101000” que corresponde ao decimal 168.

  1. Neste caso, o endereço IP da estação seria 203.107.171.168.
  2. Neste primeiro exemplo dividimos a faixa de endereços em 14 redes distintas, cada uma com 14 endereços.
  3. Isso permitiria que o provedor de acesso do exemplo fornecesse links para até 14 empresas diferentes, desde que cada uma não precisasse de mais de 14 endereços.

É possível criar diferentes combinações, reservando números diferentes de bits para a rede e o host:

Máscara Bits da rede Bits do host Número de redes Número de hosts
255.255.255.240 1111 0000 14 endereços (de 1 a 14) 14 endereços (de 1 a 14)
255.255.255.192 11 000000 2 endereços (2 e 3) 62 endereços (de 1 a 62)
255.255.255.224 111 00000 6 endereços (de 1 a 6) 30 endereços (de 1 a 30)
255.255.255.248 11111 000 30 endereços (de 1 a 30) 6 endereços (de 1 a 6)
255.255.255.252 111111 00 62 endereços (de 1 a 62) 2 endereços (de 2 e 3)

ul>Em qualquer um dos casos, para obter o endereço IP basta converter os dois endereços (rede e estação) para binário, “juntar” os bits e converter o octeto para decimal.Usando uma máscara de sub-rede 192, por exemplo, e estabelecendo o endereço 2 (ou “10” em binário) para a rede e 47 (ou “101111” em binário) para o host, juntaríamos ambos os binários obtendo o octeto “10101111” que corresponde ao decimal “175”.Se usássemos a máscara de sub-rede 248, estabelecendo o endereço 17 (binário “10001”) para a rede e o endereço 5 (binário “101”) para o host, obteríamos o octeto “10001101” que corresponde ao decimal “141”.

Claro que as instruções acima valem apenas para quando você quiser conectar vários micros à web, usando uma faixa de endereços válidos, como no caso de uma empresa que precisa colocar no ar vários servidores, ou de uma empresa de hospedagem que aluga servidores dedicados.

Qual a máscara de rede 29?

CIDR MÁSCARA DE SUB-REDE ENDEREÇOS IP UTILIZÁVEIS
/31 255.255.255.254 2*
/30 255.255.255.252 2
/29 255.255.255.248 6
/28 255.255.255.240 14

Como saber a máscara de rede pelo celular?

Ipconfig é um aplicativo para Android que evita uma leve omissão do sistema operacional ao permitir que o usuário use a ferramenta para visualizar alguns dados técnicos de sua conexão com uma rede via Wi-Fi, como o IP, gateway padrão, máscara de sub – rede, DHCP, DNS e endereço MAC do aparelho.

O que é o endereço 127.0 01?

O que é localhost? – É possível pensar o que é localhost como sendo “este computador”, mas ele se aplica ao programa e não ao computador que o usuário utiliza de maneira física necessariamente. Ou seja, usar sua máquina local para iniciar um servidor web em um sistema e usar um programa de acesso remoto em outro simultaneamente é possível para um mesmo usuário.

  1. A execução desses programas seria feita em computadores diferentes do localhost.
  2. No exemplo acima, os dois computadores devem ser definidos por seus endereços IP.
  3. A máquina local é definida como localhost e, assim como qualquer domínio na internet, ela terá um endereço que dependerá do protocolo de internet (IP) usado.

O localhost que utiliza IPv4, que é o IP mais comum, terá um intervalo de 127.0.0.0 a 127.255.255.255, mas normalmente terá o endereço 127.0.0.1. Este é considerado um endereço de “loopback”, porque as informações enviadas a ele são roteadas de volta para a máquina local.

Os usuários IPv6 podem estabelecer um loopback digitando “1”. É útil para a finalidade de testes poder se comunicar com a máquina atual como se fosse com uma máquina remota. Isso também é útil para usar recursos localizados na máquina atual, mas que se esperariam serem remotos. O localhost, por definir onde um banco de dados está localizado ou de qual servidor o código deve ser executado, é frequentemente utilizado em linguagens de script da web, como PHP e ASP Além disso, ele pode ser um nome de domínio, como ” hostgator.com.br ” ou ” google.com “.

Assim como qualquer domínio, o localhost terá seu próprio endereço de Protocolo de Internet (IP).

Como saber a máscara de rede pelo celular?

Ipconfig é um aplicativo para Android que evita uma leve omissão do sistema operacional ao permitir que o usuário use a ferramenta para visualizar alguns dados técnicos de sua conexão com uma rede via Wi-Fi, como o IP, gateway padrão, máscara de sub – rede, DHCP, DNS e endereço MAC do aparelho.

Quantos IPS por máscara?

Os endereços IP classe B vão de 128.0.0.0 a 191.255.255.255, com uma máscara de sub-rede padrão de 255.255.0.0 (ou /16 em CIDR). O endereçamento de classe B pode ter 16.384 (2 14 ) endereços de rede e 65.534 (2 16 ) endereços usáveis por rede.

Quando utilizamos uma máscara de rede sub-rede do tipo 27 Quantos bits restaram para a criação de hosts?

Prova Comentada de TI (Redes e Segurança) – TRT 14 (TRT RO e AC) – Analista Judiciário TRT14 (RO e AC) – 2016 – Prova Comentada de Tecnologia da Informação TI Analista Judiciário – Suporte em TI Olá Pessoal. Como estão?

  • Apresento a vocês alguns comentários a respeito das questões do Concurso do TRT14 (RO e AC) para o de Analista Judiciário na área de TI, nas disciplinas de redes e segurança.
  • Item 22 – Em um computador que utiliza o Sistema Operacional Linux, um Analista digitou um comando e foram mostrados os dados abaixo. Active Internet connections (servers and established) Proto Recv-Q Send-Q Local Address Foreign Address State tcp 0 0 localhost:30037 *:* LISTEN tcp 0 0 localhost:ipp *:* LISTEN tcp 0 0 *:smtp *:* LISTEN
  • tcp6 0 0 localhost:ipp :* LISTEN
  1. O comando digitado foi (A) viewport -a (B) netview -tcp (C) nslookup -r (D) netstat -at
  2. (E) netreport -nt
  3. Comentários :

Pessoal, temos aí uma questão básica a respeito do monitoramento dos serviços de rede em utilização em um Sistema Operacional. Para tanto, devemos utilizar o comando NETSTAT. Percebam que a questão nos ajudou no quesito de não entrar no mérito dos parâmetros, ou seja, não necessitávamos saber o que os parâmetros -at realizam. Entretanto, para complementar nosso aprendizado, temos a descrição dos parâmetros extraídos da última versão do DEBIAN: -a -> Apresenta os sockets no estado listening e non-listening. Pode ser utilizado também o parâmetro -all.

  • -t -> Apresenta todas as conexões TCP.
  • -u -> Apresenta todas as conexões UDP.
  • -w -> Apresenta todas as conexões RAW.

Importante lembrar que o comando NETSTAT também pode ser utilizado em Sistemas Windows. Não vejo margem para recurso nessa questão. Gabarito Preliminar : D Item 23 – O LDAP define, dentre outras, a forma como um cliente de diretório pode acessar um servidor de diretório.

  1. (E) para consultar ou administrar o Active Directory.
  2. Comentários :
  3. Vamos aos itens:
  4. a) Pode ser utilizado para localizá-los sem nenhum problema. INCORRETO
  5. b) O LDAP em seu modo padrão e nativo, utiliza a porta 389/TCP. INCORRETO
  6. c) Não há restrição de SO nesse sentido, podendo ser utilizado também por sistemas UNIX. INCORRETO

d) A configuração pode ser feita tanto no lado do servidor quanto no lado do cliente. A questão não entrou no mérito desse ponto, entretanto, temos que a sua configuração se dá a partir do arquivo slapd.conf, no lado do servidor, sob o diretório padrão: /usr/local/etc/OpenLDAP/slapd.conf; No lado do cliente, configura-se o arquivo ldap.conf no diretório: /usr/local/etc/OpenLDAP/ldap.conf INCORRETO

  • e) O AD possui implementação em LDAP, tendo plena integração dessas soluções, podendo ser utilizado para consultas nos objetos do próprio AD. CORRETO
  • Também não vejo possibilidade de recurso nessa questão.
  • Gabarito Preliminar : E

Item 24. As implementações FibreChannel SAN utilizam cabos de fibra ótica que podem ser multimode e single‐mode. Os cabos single‐mode (A) podem carregar múltiplos feixes de luz que tendem a se dispersar e colidir. (B) levam um simples feixe de luz projetado no centro do núcleo.

  1. (E) proporcionam atenuação mínima de sinal até 100 Km de distância.
  2. Comentários :
  3. Vamos aos itens:
  4. a) Cabos monomodo utilizam feixes mais concentrados, sendo considerado, em termos práticos, como um único feixe sem dispersão para colisão. INCORRETO
  5. b) Conforme comentamos. CORRETO
  6. c) São utilizados para grandes distâncias na ordem de dezenas ou centenas de quilômetros pela baixíssima ou quase nula dispersão modal. INCORRETO

d) Os núcleos das fibras monomodo são muito menores. A classificação apresentada se aplica às fibras multimodo. INCORRETO e) A atenuação aumenta à medida que a distância aumenta. A implementação da fibra não se restringe aos 100 Km, variando de acordo com outros parâmetros, como tamanho do núcleo, qualidade da fibra e fusões, fontes.

  1. Desse modo, a afirmação em tela perde o sentido.
  2. INCORRETO Também não vejo margem para recurso nessa questão.
  3. Gabarito Preliminar : B Item 25.
  4. A partir de um endereço IP 192.168.2.0/27 de uma rede classe C com máscara 255.255.255.224 podem ser criadas até 8 sub-redes com até 30 hosts utilizáveis cada.
  5. Na segunda sub-rede, o endereço de rede e de broadcast serão, respectivamente, (A) 192.168.2.0/27 − 192.168.2.31/27 (B) 192.168.2.128/27 − 192.168.2.159/27 (C) 192.168.2.32/27 − 192.168.2.63/27 (D) 192.168.2.96/27 − 192.168.2.127/27 (E) 192.168.2.64/27 − 192.168.2.95/27 Comentários : Lembrando que o endereço classe C padrão é um /24.
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Assim, quando se utiliza um /27, implica dizer que estão sendo utilizados 3 bits para subredes, restando outros 5 bits para hosts. Assim, tem-se a possibilidade de criação de 2^3 =8 subredes e 2^5 – 2 = 30 endereços disponíveis para hosts, já descontando os endereços de rede e broadcast.

Assim, sabendo que cada rede possui, no total, 32 endereços, basta irmos somando a partir do endereço base, que é 192.168.2.0/24, os 32 endereços. Lembremos de contar a partir de 0, logo temos: 192.168.2.0/27 – 1ª Subrede 192.168.2.32/27 – 2ªSubrede 192.168.2.64/27 – 3ªSubrede, e assim sucessivamente.

O endereço de broadcast de cada rede é o endereço imediatamente anterior ao endereço inicial da próxima rede. Assim, para a segunda subrede, teremos: Endereço de Rede: 192.168.2.32/27 Endereços de Broadcast: 192.168.2.63/27

  • O que nos leva ao item C.
  • Não vejo margem para recurso nessa questão.
  • Gabarito Preliminar : C

Item 29. Um atacante introduziu um dispositivo em uma rede para induzir usuários a se conectarem a este dispositivo, ao invés do dispositivo legítimo, e conseguiu capturar senhas de acesso e diversas informações que por ele trafegaram. A rede sofreu um ataque de (A) varredura.

  1. B) interceptação de tráfego.
  2. C) negação de serviço.
  3. D) força bruta.
  4. E) personificação.
  5. Comentários : Trecho extraído diretamente da cartilha do cert.br, no link a seguir.
  6. Gabarito Preliminar : E Item 30.
  7. Um Analista sugeriu corretamente instalar, como mecanismo de segurança da informação, um (A) Servidor firewall à frente do VPN.

O servidor firewall seria conectado à intranet e o VPN seria posicionado entre o servidor firewall e a internet para bloquear totalmente os acessos indevidos. (B) Filtro de conteúdo, para analisar todo o tráfego que circula entre a rede local e a internet, impedindo o acesso a sites utilizando bloqueio por palavra-chave, por URL ou por horário.

  1. da VPN em endereços IPv4 da internet.
  2. Comentários :
  3. Vamos aos itens:

a) A VPN é o recurso de criação de um túnel seguro entre dois hosts, com o intuito de prover uma comunicação segura entre esses mesmos hosts diretamente, como um P2P, por exemplo, ou entre dois nós no intuito de criar um túnel para utilização de outros hosts, como é o caso de uma VPN entre dois firewalls (matriz e filial).

Para este item, tivemos uma confusão total certo? Firewall com a intranet e VPN para a Internet? INCORRETO b) Muito cuidado para não confundir com filtro de pacotes, não é? O filtro de pacotes é um tipo de firewall da camada 3 que possui uma série de restrições em termos da capacidade de analisar o tráfego.

Diferentemente do filtro de conteúdo que é capaz de realizar ações na camada de aplicação e averiguar as informações dos conteúdos dos pacotes, entre elas, os exemplos mencionados no item. CORRETO c) Primeiro ponto é que sistema de prevenção de intrusão é o IPS e não o IDS.

  • Este sistema é ativo, sendo capaz de bloquear determinado tipo de tráfego.
  • INCORRETO d) Mais uma vez uma inversão.
  • Sistema de Detecção de Intrusão é o IDS.
  • Este sim possui um comportamento passivo, apenas identificando e informando ou alertando, sem a capacidade de realizar bloqueios preventivamente.
  • INCORRETO e) O NAT não possui a finalidade de realizar a conversão de protocolos diferentes, como é o caso do IPv4 para IPv6 e vice-versa.

Para este ponto deve-se utilizar recursos de transição, como o TEREDO ou pilha dupla. INCORRETO Gabarito Preliminar : B Então é isso pessoal. Em um aspecto geral, para as questões acima, não tivemos um grau de dificuldade elevado. Entretanto, tivemos a exigência de um grau de atenção na leitura e interpretação das questões.

Qual máscara de sub-rede usar?

Entendendo as máscaras de sub-rede – Hardware.com.br Além do endereço IP propriamente dito, é necessário fornecer também a máscara de sub-rede, ou “subnet mask” na configuração da rede. Ao contrário do endereço IP, que é formado por valores entre 0 e 255, a máscara de sub-rede é normalmente formada por apenas dois valores: 0 e 255, como em 255.255.0.0 ou 255.0.0.0, onde o valor 255 indica a parte endereço IP referente à rede, e o valor 0 indica a parte endereço IP referente ao host.

Ex. de endereço IP Classe do endereço Parte referente à rede Parte referente ao host Máscara de sub-rede padrão
98.158.201.128 Classe A 98. 158.201.128 255.0.0.0 (rede.host.host.host)
158.208.189.45 Classe B 158.208. 189.45 255.255.0.0 (rede.rede.host.host)
208.183.34.89 Classe C 208.183.34. 89 255.255.255.0 (rede.rede.rede.host)

Mas, é possível usar máscaras diferentes para utilizar os endereços IP disponíveis de formas diferentes das padrão. O importante, neste caso, é que todos os micros da rede sejam configurados com a mesma máscara, caso contrário poderão não conseguir comunicar-se, pois pensarão estar conectados a redes diferentes.

  • Um exemplo comum é o uso da faixa de endereços 192.168.0.x para redes locais.
  • Originalmente, esta é uma faixa de endereços classe C e por isso a máscara padrão é 255.255.255.0.
  • Mesmo assim, muita gente prefere usar a máscara 255.255.0.0, o que permite mudar os dois últimos octetos (192.168.x.x).
  • Neste caso, você poderia ter dois micros, um com o IP “192.168.2.45” e o outro com o IP “192.168.34.65” e ambos se enxergariam perfeitamente, pois entenderiam que fazem parte da mesma rede.

Não existe problema em fazer isso, desde que você use a mesma máscara em todos os micros da rede. Até agora vimos apenas máscaras de sub-rede simples. Porém, o recurso mais refinado das máscaras de sub-rede é quebrar um octeto do endereço IP em duas partes, fazendo com que tenhamos dentro de um mesmo octeto uma parte que representa a rede e outra que representa o host.

  1. Chegamos à s máscaras de tamanho variável (VLSM),
  2. Este conceito é um pouco complicado, mas, em compensação, pouca gente sabe usar este recurso, por isso vale à pena fazer um certo esforço para aprender.
  3. Configurando uma máscara complexa, precisaremos configurar o endereço IP usando números binários e não decimais.

Para converter um número decimal em um número binário, você pode usar a calculadora do Windows ou o Kcalc no Linux. Configure a calculadora para o modo científico (exibir/científica) e verá que do lado esquerdo aparecerá um menu de seleção permitindo (entre outros) escolher entre decimal (dec) e binário (bin). Configure a calculadora para binário e digite o número 11111111, mude a opção da calculadora para decimal (dec) e a calculadora mostrará o número 255, que é o seu correspondente em decimal. Tente de novo agora com o binário 00000000 e terá o número decimal 0. Veja que 0 e 255 são exatamente os números que usamos nas máscaras de sub-rede simples. O número decimal 255 (equivalente a 11111111) indica que todos os 8 números binários do octeto se referem ao host, enquanto o decimal 0 (correspondente a 00000000) indica que todos os 8 binários do octeto se referem ao host. Numa rede com máscara 255.255.255.0 temos:

Decimal: 255 255 255 0
Binário: 11111111 11111111 11111111 00000000
rede rede rede host

As máscaras de tamanho variável permitem dividir uma única faixa de endereços (seja de classe A, B ou C) em duas ou mais redes distintas, cada uma recebendo parte dos endereços disponíveis. Imagine o caso de um pequeno provedor de acesso, que possui um backbone com uma faixa de endereços de classe C e precisa dividi-lo entre dois clientes, onde cada um deles deve ter uma faixa completa de endereços.

O backbone do provedor utiliza a faixa de endereços 203.107.171.x onde o 203.107.171 é o endereço da rede e o “x” é a faixa de endereços de que eles dispõem para endereçar os micros das duas empresas. Como endereçar ambas as redes, se não é possível alterar o “203.107.171” que é a parte do seu endereço que se refere à rede? Este problema poderia ser resolvido usando uma máscara de sub-rede complexa.

Veja que podemos alterar apenas dos últimos 8 bits do endereço IP:

Decimal: 203 107 171 x
Binário: 11001011 11010110 10101011 ????????

Usando uma máscara 255.255.255.0, são reservados todos os 8 bits para o endereçamento dos hosts, e não sobra nada para diferenciar as duas redes. Usando uma máscara complexa, é possível “quebrar” os 8 bits do octeto em duas partes, usando a primeira para diferenciar as duas redes e a segunda para endereçar os hosts:

Decimal: 203 107 171 x
Binário: 11001011 11010110 10101011 ???? ????
rede rede rede rede host

Para tanto, ao invés de usar a máscara de sub-rede 255.255.255.0 que, como vimos, reservaria todos os 8 bits para o endereçamento do host, usaremos uma máscara 255.255.255.240 (corresponde ao binário 11111111.111111.11111111.11110000). Veja que numa máscara de sub-rede os números binários “1” referem-se à rede e os números “0” referem-se ao host.

Decimal: 255 255 255 240
Binário: 11111111 11111111 11111111 1111 0000
rede rede rede rede host

Temos agora o último octeto dividido em dois endereços binários de 4 bits cada. Cada um dos dois grupos representa agora um endereço distinto, e deve ser configurado independentemente. Como fazer isso? Veja que 4 bits permitem 16 combinações diferentes.

Decimal: 203 107 171 12 _ 14
Binário: 11111111 11111111 11111111 1100 1110
rede rede rede rede host

Estabeleça um endereço de rede para cada uma das duas sub-redes disponíveis e um endereço diferente para cada micro da rede, mantendo a formatação do exemplo anterior. Por enquanto, apenas anote em um papel os endereços escolhidos, junto como seu correspondente em binários.

  • Na hora de configurar o endereço IP nas estações, configure primeiro a máscara de sub-rede como 255.255.255.240 e, em seguida, converta os endereços binários em decimais, para ter o endereço IP de cada estação.
  • No exemplo da ilustração anterior, havíamos estabelecido o endereço 12 para a rede e o endereço 14 para a estação; 12 corresponde a “1100” e 14 corresponde a “1110”.

Juntando os dois temos “11001110”, que corresponde ao decimal “206”. O endereço IP da estação será então 203.107.171.206, com máscara 255.255.255.240. Se tivesse escolhido o endereço 10 para a rede e o endereço 8 para a estação, teríamos “10101000” que corresponde ao decimal 168.

  • Neste caso, o endereço IP da estação seria 203.107.171.168.
  • Neste primeiro exemplo dividimos a faixa de endereços em 14 redes distintas, cada uma com 14 endereços.
  • Isso permitiria que o provedor de acesso do exemplo fornecesse links para até 14 empresas diferentes, desde que cada uma não precisasse de mais de 14 endereços.

É possível criar diferentes combinações, reservando números diferentes de bits para a rede e o host:

Máscara Bits da rede Bits do host Número de redes Número de hosts
255.255.255.240 1111 0000 14 endereços (de 1 a 14) 14 endereços (de 1 a 14)
255.255.255.192 11 000000 2 endereços (2 e 3) 62 endereços (de 1 a 62)
255.255.255.224 111 00000 6 endereços (de 1 a 6) 30 endereços (de 1 a 30)
255.255.255.248 11111 000 30 endereços (de 1 a 30) 6 endereços (de 1 a 6)
255.255.255.252 111111 00 62 endereços (de 1 a 62) 2 endereços (de 2 e 3)

ul>Em qualquer um dos casos, para obter o endereço IP basta converter os dois endereços (rede e estação) para binário, “juntar” os bits e converter o octeto para decimal.Usando uma máscara de sub-rede 192, por exemplo, e estabelecendo o endereço 2 (ou “10” em binário) para a rede e 47 (ou “101111” em binário) para o host, juntaríamos ambos os binários obtendo o octeto “10101111” que corresponde ao decimal “175”.Se usássemos a máscara de sub-rede 248, estabelecendo o endereço 17 (binário “10001”) para a rede e o endereço 5 (binário “101”) para o host, obteríamos o octeto “10001101” que corresponde ao decimal “141”.

Claro que as instruções acima valem apenas para quando você quiser conectar vários micros à web, usando uma faixa de endereços válidos, como no caso de uma empresa que precisa colocar no ar vários servidores, ou de uma empresa de hospedagem que aluga servidores dedicados.