Calcular Tamanho Do Útero Pela Altura?

Como calcular o tamanho do útero pela altura?

Curso de Especialização – Linhas de Cuidado em Enfermagem V. Avaliação da altura uterina Além dos procedimentos já mencionados, você deve observar o crescimento do feto. Uma das maneiras de fazer esse acompanhamento é medir a altura uterina. A avaliação da altura uterina é realizada com fita métrica flexível. Fonte : Brasil (2006a). A medida da altura é registrada em um gráfico de acordo com a idade gestacional. Valor acima do percentil 90 é anormal. Você deve atentar para a possibilidade de erro da Idade Gestacional (IG) e avaliar a possibilidade de poliidrâmnio, macrossomia fetal, gemelaridade, mola hidatiforme, miomatose ou obesidade.

  • Nesses casos, você deve encaminhar a gestante ao serviço de alto risco.
  • Valor abaixo do percentil 10 é anormal.
  • Você deve ficar atento para a possibilidade de erro da IG e avaliar a possibilidade do oligâmnio (oligoiidrâmnio), feto morto e retardo de crescimento (CIUR).
  • Nessas situações, você também deve encaminhar ao serviço de alto risco (BRASIL, 2006a).

Note que a suspeita de CIUR se confirma em 75% dos casos, se os métodos forem combinados, ou seja, se, além da altura uterina menor que percentil 10, tivermos baixo peso de acordo com IMC. (BRASIL, 2006a). VI. Palpação obstétrica (Manobras de Leopold Zweifel) Esta técnica visa à identificação da apresentação, posição e situação fetal.

Modos de realizar as manobras e achados, bem como as relações útero fetais, conhecimentos fundamentais para se avaliar a apresentação, situação e posição, devem ser pesquisados em Zieguel e Cranley (1985); Brasil (2006a); Rezende (2005) e treinados durante a prática nas unidades de saúde.A palpação obstétrica constitui-se de quatro tempos, confira na animação a seguir:

Confira a seguir as quatros manobras que acabamos de conhecer: Fonte: Brasil (2006a). Observe que na quarta manobra (ocupação da escava) podem ocorrer três situações:

Escava completamente ocupada pela região fetal (que é o polo cefálico); Escava incompletamente ocupada (polo pélvico); Escava está vazia (apresentação córmica).

A entrada dos dedos na bacia depende do grau da insinuação do polo apresentado. Na apresentação cefálica, quando a cabeça está alta e móvel, os dedos quase se tocam pelas extremidades e descem por igual; se insinuada, a penetração é desigual. Na apresentação pélvica, mesmo insinuada, os dedos de um lado e de outro penetram igualmente.

Qual é a altura ideal do útero?

Quando falamos em altura do colo, estamos falando da posição dele em relação a entrada da vagina. Às vezes e para algumas pessoas, é possível sentir o colo do útero bem perto da entrada da vagina, logo que coloca o primeiro terço do dedo (a ponta).

Quantos centímetros cabe em mim?

Tamanho é documento, mas não critério para a satisfação sexual | O TEMPO Assunto que ocasionalmente repercute em conversas íntimas ou em manifestações mais públicas nas redes sociais, as dimensões do pênis são motivo de especulação, assombro ou desejo, a depender de cada caso e contexto.

Regra mesmo, entre profissionais que lidam diretamente com a temática sexual, é ouvir uma pergunta repetida à exaustão: tamanho é documento? Objetivamente, a resposta é dupla. Por um lado, em termos de apelo, algumas pesquisas demonstram que as mulheres, de fato, preferem membros um pouco acima da média (não há muitos estudos sobre as preferências masculinas para o tema).

Por outro lado, dimensões maiores não configuram vantagem aos olhos da fisiologia do prazer. “Com exceção do micropênis, que, ereto, terá menos de 7 cm, acarretando problemas funcionais, mais ou menos centímetros não implicam um fator para uma boa desenvoltura no sexo”, explica o urologista Luiz Otávio Torres, presidente da sociedade internacional de medicina sexual.

  • A resposta é válida tanto para relações entre homem e mulher quanto para entre dois homens ou para quaisquer outros arranjos amorosos possíveis, expõe, frisando que, mesmo para um coito mais focado na penetração, tamanho não será sinônimo ou critério para a satisfação.
  • Falando estritamente do sexo vaginal, Torres é categórico: “As medidas interferem minimamente.

Basta perceber que, com a ponta do dedo, a mulher pode se masturbar e alcançar o orgasmo. Além disso, a vagina é um buraco virtual, que acomoda o pênis: suas paredes se amoldam ao seu formato”. Ele lembra que, em média, a profundidade do órgão sexual é de 8 cm, alcançando até 15 cm quando estimulado.

Mesmo assim, ressalta que, para a maioria das mulheres, a área de maior sensibilidade está localizada na parte anterior, nos primeiros 5 cm do canal vaginal. No caso do pênis, o urologista expõe que diversas pesquisas indicaram que o tamanho médio é de 14 cm, variando entre 10,5 cm e 17 cm. “Quando são maiores, podem até gerar algum incômodo”, diz.

Curiosamente, Torres relata que, na maioria das vezes, os pacientes são levados ao consultório motivados não por uma insatisfação de suas parceiras ou de seus parceiros, mas, sobretudo, por uma cobrança autoimposta. “Esses homens gostariam de aumentar o pênis para trocar de roupa no vestiário, para exibirem um genital grande, algo que, no imaginário, está relacionado a mais força e melhor performance sexual”, argumenta, lembrando que boa parte das queixas diz respeito ao órgão flácido – situação em que, biologicamente, o pênis não tem função sexual, apenas excretora.

Reforça a tese de que a queixa é muito mais relacionada à autoimagem o fato de que, quando o sujeito possui um membro considerado grande, mesmo que venha causando algum desconforto nas relações que mantém, o tema não gera tanto incômodo, aparecendo apenas transversalmente nas consultas. As observações provenientes da experiência clínica de Torres encontram respaldo em pesquisas recentes sobre o tema, como lembra a psicóloga e sexóloga Laís Ribeiro.

Ela cita que estudos internacionais apontam que, em média, 85% das mulheres estão satisfeitas com o tamanho do pênis do parceiro. Em contrapartida, apenas 55% deles estão plenamente felizes com as medidas do próprio órgão. Não há levantamentos considerando relações entre homens.

Muito raramente há indicação cirúrgica de aumento peniano A maioria dos homens insatisfeitos com o tamanho da própria genitália, informa Luiz Otávio Torres, vai escutar do urologista que consultar explicações científicas demonstrando que, efetivamente, não há nada de errado com eles. Para alguns, no entanto, essa conversa não basta.

Isso porque há pacientes que chegam a desenvolver a síndrome do pênis pequeno ou transtorno dismórfico peniano, que se caracteriza por uma visão distorcida do próprio corpo. Neste caso, mesmo que comprimento e largura estejam dentro da média, esses homens ficam tão preocupados e estressados com as medidas que passam a ter problemas de autoestima.

Esse sofrimento pode afetar relacionamentos e a vida social dessas pessoas, que são encaminhadas para atendimento psicoterapêutico. Boa parte das consultas, informa o urologista, são motivadas por comparações em relação a dimensões de genitais exibidos em filmes pornográficos, o que leva a uma falsa impressão de uma média excessivamente grande.

A gordura concentrada na região púbica, que pode esconder parte do pênis, dando a impressão de o órgão ser menor, é outro fator que leva muitos homens a procurar ajuda – muitas vezes, pais levam filhos adolescentes com sobrepeso para verificar se há algum problema com eles.

São situações passíveis da realização de um procedimento de lipoaspiração para a remoção do excesso de tecido gorduroso da região. Outra possibilidade em termos de cirurgias estéticas é realizar um corte nos ligamentos que prendem a base interna do pênis aos ossos da bacia, de forma que o membro vai se projetar para fora dando a impressão de ser maior.

Entretanto, há riscos de redução da qualidade da ereção e de retração. Torres alerta que os dois procedimentos citados não promovem o crescimento do órgão, apenas o deixa mais exposto. As cirurgias que prometem aumentar largura ou comprimento do genital, por outro lado, são consideradas experimentais, apresentam risco e só são indicadas para casos muito específicos – como amputação para retirada de cânceres e no caso de o paciente possuir micropênis.

As terapias domésticas ofertadas na internet são também ineficazes e podem trazer complicações, informa. Em relação ao estímulo visual, dimensões costumam ser valorizadas Em termos de estímulo visual, no entanto, uma pesquisa australiana divulgada em 2013 encontrou correlação entre as preferências femininas e as dimensões do pênis.

O estudo relacionou o tamanho do órgão a outras duas características consideradas, de acordo com investigações anteriores, como fisicamente atraentes para corpos masculinos. A conclusão é que os outros a altura e a proporção entre largura dos ombros e quadris foram preteridos de forma que genitálias maiores, mesmo em repouso, se mostraram mais decisivas nas escolhas das entrevistadas.

Outro levantamento feito em 2015 por estudiosos da Universidade da Califórnia indicou que as preferências teriam ligeira variação a depender do tipo de relacionamento estava sendo proposto: para relações de longo prazo, as entrevistasdas escolhiam um órgão de 15 cm a 16 cm; para encontros casuais, o tamanho ideal seria de cerca de 16,3 cm.

Mais uma vez, não há investigações que forneçam dados sobre essa dinâmica em relações entre homens. A preferência capturada pela pesquisa era compartilhada por Ana Paula, 28, que confessa: também partia da premissa de que o tamanho da genitália de seus parceiros fosse fazer toda diferença para a qualidade do sexo.

Um relacionamento recente, todavia, derrubou suas crenças. “Eu sempre tive orgasmos com ele, que explorava meu corpo muito bem. O que me causava desconforto era a insegurança que ele tinha. Durante o tempo que nos relacionamos, sempre transamos com a luz apagada”, revela. Já o músico Fabiano Ribeiro dos Santos, 39, faz críticas sobre como os mitos em relação ao comprimento e largura estão associados a uma leitura social machista e racista – algo que, diz, é reproduzido tanto no meio heterossexual quanto entre LGBTs.

“Tenho amigos negros que estão em aplicativos de relacionamento gay e, na primeira abordagem, as pessoas já perguntam sobre o tamanho do pau deles. Se o cara não tem 23 cm de pau já não serve”, comenta. “Já ouvi gente que, falando de um amigo meu, dizia: ‘um preto desse tamanho vai ser passivo?’.

  • Esse tipo de comentário pode até parecer elogioso, mas reforça que homens negros permaneçam sendo hipersexualizados e desumanizados, vistos como perigosos, predadores sexuais, selvagens”, lamenta.
  • De fato, à luz da história, percebe-se que o falo excessivamente grande aparece associado à selvageria em tradições culturais de civilizações antigas.
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Na Grécia, por exemplo, o pênis pequeno era compreendido como um sinal de modéstia, racionalidade, autocontrole. Já os grandes eram lidos como “um sinal de luxúria idiota e animalesca – de uma completa falta de controle”, conforme aponta sobre como o tamanho ideal do órgão cresceu e diminuiu ao longo da história.

Discussão tem como fundo um olhar para o sexo excessivamente fálico A psicóloga e sexóloga Laís Ribeiro lembra que, de tão repetida, a pergunta “tamanho é documento?” se tornou um clichê quando a pauta é sexo. O assunto está presente em conversas cotidianas, no atendimento clínico e ganha as redes sociais sempre que fotos íntimas de famosos são vazadas na internet.

Em consonância com o que relata o urologista Luiz Torres, ela situa que a maioria dos homens insatisfeitos com as medidas do próprio pênis não relata sofrimento ou constrangimento durante o sexo. “É algo que é fomentado pelos filmes pornográficos, por exemplo.

  1. Vale sempre a pergunta: o motivo da queixa é uma comparação? Que tipo de comparação se está fazendo?”, observa.
  2. Laís avalia que, nas relações, pensando-se no sexo estritamente genital, o tamanho pode fazer a diferença.
  3. A maioria das mulheres tem a zona erógena localizada na fração inicial da vagina, mas algumas podem ter a região mais sensível situada perto do colo do útero”, situa.

Mas ela provoca: “A transa significa apenas estimulação genital?”. Além disso, a sexóloga propõe uma reflexão sobre o caráter falocêntrico em que a discussão se dá: “Se a maioria destes homens possui o membro dentro da média, mas no imaginário deles isso não é satisfatório, podemos questionar se, ao desejar ter mais pênis essa pessoa não revela um desejo de se sentir mais homem ou de querer ter mais poder”.

Neste sentido, vale mencionar que a associação entre o tamanho da genitália e a força física se percebe historicamente. Acredita-se, por exemplo, que generais romanos às vezes promoviam soldados com base no tamanho de seus genitais, como informa o mencionado artigo publicado na “Vice”. O falo como símbolo de poder Para Laís Ribeiro, o simples fato de esse debate permanecer atual é revelador de uma cultura que compreende o sexo de forma excessivamente genitalizada, ignorando que o corpo humano é inteiramente erógeno.

É também sintomático de como a sexualidade é pautada no elemento fálico – algo que tem repercussões, inclusive, no apagamento das experiências de pessoas lésbicas e bissexuais, pois, de maneira geral, é como se somente quando se relacionam com portadores de um pênis que essas relações fossem efetivas.

  • O doutor em educação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Sandro Vinicius Sales dos Santos lembra ainda que “a sexualidade dos meninos, desde bem pequeninos, é sempre muito pública e explícita, o que se estende para suas vidas adultas – enquanto homens”.
  • Como exemplo, ele cita uma situação simples e corriqueira do dia a dia: “Se saímos com um menino pela rua e este nos pede para fazer xixi, não hesitamos em baixar suas calças, permitindo que ele urine ali mesmo”.

As ponderações de Santos se conectam à lógica sociocultural formadora da compreensão da masculinidade hegemônica: “Se a gente vai falar dessa construção histórica, há vários modelos, mas é na Idade Moderna que estabelecemos esse conceito ainda muito presente, o que acontece quando se configura o que são os espaços públicos e os privados e quando se determinam os papéis de gênero – por um lado, então, as mulheres ficam responsáveis pelas tarefas de cuidado, mais privadas, domésticas, em que é permitido a fragilidade, por outro, os homens vão se colocar no espaço público, na política e vão precisar demonstrar força, coragem e virilidade”, apontou o doutor em ciência social Fábio Mariano da Silva em entrevista a O TEMPO sobre a urgência de se pensar novas masculinidades.

Como fica o útero na menstruação alto ou baixo?

2. Onde fica o colo do útero? – O colo do útero está localizado no fundo da vagina, na parte inferior do útero. A posição permite que ele funcione como divisa entre órgãos internos e externos do sistema reprodutor feminino. Mas você sabia que o colo do útero se movimenta ao longo do ciclo menstrual? É isso mesmo: ele pode ficar mais alto ou mais baixo.

Quantos centímetros tem até o útero?

Quantos centímetros tem até o colo do útero? – Para quem acha que é possível perder o coletor menstrual, o bico de pato vaginal, o dedo ou qualquer outra coisa dentro da vagina, eis o mistério revelado: isso não acontece! Isso porque, ao contrário do que muita gente pensa, o canal vaginal não é infinito.

  1. O caminho até o colo do útero tem, em média, entre 8 e 10 centímetros, podendo aumentar até 1/3 quando a mulher está excitada.
  2. 👉 Saiba mais: O que é a síndrome da vagina infinita? Já o colo do útero tem entre 2,5 e 3 centímetros e o útero propriamente dito tem em torno de 5 centímetros e pode pesar de 40 a 60 gramas no caso de mulheres que nunca tiveram filhos.

Depois da gestação, esse peso pode variar entre 60 e 80 gramas.

Qual tamanho padrão de um útero?

Ele é responsável por abrigar o bebê durante todo o período gestacional. O útero é um órgão muscular pertencente ao sistema reprodutor feminino. Ele apresenta cerca de 7,5 cm de comprimento e 5 cm de largura.

Quando o útero está baixo o que pode ser?

Quais as causas de prolapso uterino? – A causa principal do prolapso uterino é o enfraquecimento dos músculos da região conhecida como “assoalho pélvico”. Por algum motivo, esses músculos se tornam mais flácidos e fracos e não conseguem sustentar mais o útero e outros órgãos da região em sua posição correta.

gravidez; parto natural complicado, que durou longas horas; parto natural de um bebê muito pesado; excesso de peso; declínios hormonais que acontecem após a menopausa; realização de força excessiva, como exercícios de musculação ou de levantamento de peso; constipação ou tosse crônica.

Como fazer para medir centímetros?

Centímetro (cm) → O centímetro equivale a dividir o metro em 100 partes iguais, ou seja, 1 metro : 100 = 1 centímetro.

Como diferenciar centímetros?

1,0 metro é a mesma coisa de 100 centímetros. Se você quiser medir uma porta e tem 0,80m e você quer esse valor em centímetros é só você tirar o zero e a virgula, ai ficaria 80 centímetros, pronto você achou o centímetro de 0,80 metros.

Quantos centímetros cabe dentro de um metro?

Quais são as unidades de medidas de comprimento? – Medir a distância entre dois pontos de referência é uma tarefa executada pelos seres humanos desde as primeiras civilizações. Inicialmente utilizávamos objetos do dia a dia como referenciais, como cordas ou o próprio corpo humano,

  • decâmetro: 1 decâmetro corresponde a 10 metros,
  • hectômetro: 1 hectômetro corresponde a 100 metros,
  • quilômetro: 1 quilômetro corresponde a 1000 metros.

Para medir-se a distância, por exemplo, entre duas cidades, é mais conveniente usar-se quilômetros em vez de metros. Para medir-se distâncias menores, existem os submúltiplos do metro, que são:

  • decímetro: 10 decímetros correspondem a 1 metro.
  • centímetro: 100 centímetros corresponde a 1 metro
  • milímetro: 1000 milímetros corresponde a 1 metro.

Para objetos menores, como talheres, é mais conveniente utilizarmos como unidade de medida o centímetro em vez do metro. Os múltiplos e submúltiplos do metro são representados por siglas: quilômetro → km hectômetro → hm decâmetro → dam metro → m decímetro → dm centímetro → cm milímetro → mm Não pare agora. Tem mais depois da publicidade 😉

Como fazer a conta para saber o tamanho do bebê?

Como é calculado o tamanho do bebê no útero? – Até aproximadamente a 14a. semana de gestação o médico consegue medir o comprimento do bebê no ultrassom com facilidade. A partir de 14 semanas fica mais difícil fazer essa medida pois o bebê, para caber dentro do útero, precisa se “encolher”. Durante a gestação o bebê fica “encolhido” e portanto não é possível medir o seu comprimento no ultrassom.

O que significa altura uterina alta?

Sobre altura uterina maior que o indicado – Ter a altura uterina maior do que o indicado pode significar que o bebê está saudável e bem gordinho. Isso é o que desejamos. Mas, de toda forma, é preciso ficar atento. Esse também pode ser o indício de algumas complicações gestacionais, como:

Obesidade materna;Miomas;Gravidez gemelar;Diabetes gestacional;Grande quantidade de líquido amniótico (polidrâmnio);

Isso tudo pode ser investigado em exames. Uma barriga grande também pode significar que o bebê está em uma posição que favorece o tamanho da altura uterina. Até mesmo a placenta pode influenciar nesse caso. Se a placenta estiver abaixo do bebê, ela o empurra para cima. Isso pode causar uma altura maior que o indicado, mas não é um problema.

Como fazer o exame de toque sozinha?

Observe os dois seios, primeiramente com os braços caídos; Coloque as mãos na cintura fazendo força; Coloque-as atrás da cabeça e observe o tamanho, posição e forma do mamilo; Pressione levemente o mamilo e veja se há saída de secreção.

Como saber se o útero está aberto ou fechado?

Você sabia que o colo do útero se abre e se fecha, dependendo do período do ciclo menstrual de cada mulher? Com formato cilíndrico, ele está localizado na parte inferior do útero e conectado ao canal vaginal. Encontra-se aberto em três situações: na ovulação, para facilitar a entrada dos espermatozoides; na menstruação, para a saída do fluxo menstrual; e no final da gravidez, para o nascimento do bebê.

O colo do útero fechado, por sua vez, indica que a mulher está fora de seu período fértil ou que pode estar grávida. “Durante a gravidez, o colo do útero permanece fechado e firme”, explica a Dra. Ana Maria Morato Gagliardi, ginecologista da Scope. “Na medida em que o momento do parto se aproxima, ele se dilata e se abre para permitir a saída do bebê”, completa.

A abertura do colo do útero pode ser percebida em exame clínico ginecológico. No entanto, a detecção da gravidez deve ser realizada por meio de exame de sangue ou de urina. Segundo a Dra. Ana Maria, há situações raras de gestantes cujo colo do útero não se fecha naturalmente após a implantação do feto, o que pode levar a abortos e partos precoces.

Em caso de insuficiência istmo cervical, a cerclagem por videolaparoscopia é o procedimento mais moderno de correção da falha uterina”, afirma. Diferentemente da cirurgia tradicional, em que a sutura para fechamento do colo do útero é feita por via vaginal, na cerclagem por videolaparoscopia o problema é corrigido pela parte interna do útero.

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Por meio de pequenas incisões no abdômen é possível inserir instrumentos cirúrgicos, que permitem a visualização da cavidade uterina e o tratamento do istmo. Por se tratar de um procedimento minimamente invasivo, provoca sangramento reduzido, o que diminui o tempo de cicatrização e o risco de infecção.

Quem retira o útero ainda menstrua?

Cólicas podem persistir mesmo sem menstruação – Com a retirada do útero, você não vai mais menstruar. Mas se os seus ovários estão intactos, você ainda irá ovular. Por isso, ainda pode ter cólicas parecidas com as da menstruação. No caso de os ovários também terem sido removidos na cirurgia, existem outros desafios pela frente.

Quanto mede um útero grande?

Anatomia do útero – O útero é um órgão que apresenta um formato que lembra uma pera e possui cerca de 7,5 cm de comprimento, 5 cm de largura e 2 cm de colo. Na mulher que nunca teve filhos, o útero pode apresentar cerca de 40 a 60 gramas; já na mulher que já teve bebês, ele pode apresentar entre 60 e 80 gramas.

Como apalpar o útero?

A maioria das mulheres, principalmente as que procuram o exame ginecológico para rastrede rotina, requer história e exame físico completos e avaliação ginecológica. A avaliação ginecológica pode ser necessária para diagnosticar um problema específico, como dor pélvica Dor pélvica feminina Dor pélvica é desconforto na parte inferior do abdome e é uma queixa comum. É considerada separadamente da dor vaginal e da dor vulvar ou perineal, que ocorrem em órgãos genitais externos e. leia mais, sangramento Sangramento vaginal O sangramento vaginal ou uterino anormal inclui Menstruação que são excessivas em frequência (amenorreia, oligomenorreia, polimenorreia), volume ou duração (menorragia ou sangramento menstrual. leia mais ou corrimento vaginal Prurido e corrimento vaginais Prurido, corrimento vaginal ou ambos resultam de inflamação infecciosa ou não da mucosa vaginal ( vaginite), geralmente acompanhada de inflamação da vulva (vulvovaginite). Os sintomas também. leia mais, As mulheres também necessitam de avaliação ginecológica de rotina, que pode ser feita por ginecologista, médico generalista ou da família; este tipo de avaliação é recomendado anualmente para todas as mulheres sexualmente ativas ou com > 18 anos. As avaliações obstétricas Avaliação da paciente obstétrica Idealmente, as mulheres que estiverem planejando uma gestação devem procurar um médico antes da concepção; assim, elas podem aprender sobre os riscos da gestação e maneiras de reduzir os riscos. leia mais focalizam questões relacionadas à gestação. A avaliação ginecológica ou obstétrica pode incluir exame pélvico quando indicado de acordo com a anamnese ou sintomas e com o acordado com a paciente ( 1 Referência geral A maioria das mulheres, principalmente as que procuram o exame ginecológico para rastrede rotina, requer história e exame físico completos e avaliação ginecológica. A avaliação ginecológica. leia mais ). Muitas mulheres esperam que seus ginecologistas façam uma avaliação médica geral, bem como ginecológica. Além do rastreamento e possível exame físico, uma consulta do bem-estar da mulher deve incluir aconselhamento e discussão de imunizações com base na idade e fatores de risco.

Essa consulta pode incluir aconselhamento sobre a saúde geral e rastreamento de rotina à procura dos seguintes: A história ginecológica consiste na descrição dos sintomas atuais que levaram a paciente à consulta (queixa principal e história da enfermidade atual), na história menstrual, obstétrica e sexual, bem como na história dos sintomas, distúrbios e tratamentos ginecológicos.

Os sintomas atuais são explorados usando perguntas genéricas seguidas de perguntas específicas sobre os seguintes tópicos:

Dor pélvica (localização, duração, características, intensidade, fatores desencadeantes e de melhora da dor) Sangramento vaginal anormal (quantidade, duração e correlação com o ciclo menstrual) Corrimento vaginal (cor, odor, consistência), prurido ou ambos

As pacientes em idade reprodutiva são interrogadas quanto a sintomas de gestação (enjoo matinal, sensibilidade mamária, atraso menstrual). A história menstrual inclui:

Idade da menarca Número de dias do fluxo Duração e regularidade dos intervalos entre os ciclos Data de início do último período menstrual DUM, datas dos ciclos precedentes Cor e volume do fluxo Qualquer sintoma que ocorra com o fluxo, p. ex., cólicas e diarreia

A história sexual deve ser interrogada de maneira profissional e sem julgamentos e inclui os seguintes itens:

Frequência da atividade sexual Número e sexo dos parceiros Uso de contracepção Participação em sexo não seguro Efeitos da atividade sexual (p. ex., prazer, orgasmo, dispareunia)

A investigação da história ginecológica anterior inclui perguntas sobre sintomas ginecológicos prévios (p. ex., dor), sinais (p. ex., sangramento ou perda vaginal) e diagnósticos conhecidos, assim como o resultado de exames realizados.

Explicações inconsistentes de lesões Demora em procurar tratamento para essas lesões Queixas somáticas não usuais Sintomas psiquiátricos Consultas frequentes ao pronto-socorro Lesões na cabeça e pescoço Ter dado à luz um lactente de baixo peso

Para o exame pélvico, a paciente deita-se em decúbito dorsal na mesa de exame com as pernas nas perneiras e geralmente permanece coberta. Muitas vezes, um acompanhante pode ser necessário, principalmente quando o examinador for do sexo masculino, além de poder dar assistência. O exame pélvico inclui:

Ectoscopia Exame especular Exame bimanual Exame retal (algumas vezes)

Um exame pélvico é indicado para

Pacientes sintomáticos (p. ex., aqueles com dor pélvica) Pacientes assintomáticos com indicações específicas (p. ex., necessidade de triagem para câncer do colo do útero)

Nenhuma evidência apoia ou refuta exames pélvicos para pacientes assintomáticos de baixo risco. Assim, para esses pacientes, a decisão sobre a frequência desses exames deve ser tomada após o profissional de saúde e o paciente discutirem as questões. A região e os pelos pubianos são inspecionados em busca de lesões, foliculites e piolhos. O períneo é inspecionado para hiperemia, edema, escoriações, pigmentações anormais e lesões (p. ex., úlceras, pústulas, nódulos, verrugas, tumores). Anotam-se anormalidades estruturais decorrentes de malformações congênitas ou mutilações genitais femininas. Uma abertura vaginal < 3 cm pode indicar infibulação, uma forma grave de mutilação genital Mutilação dos genitais femininos A mutilação genital feminina é uma prática tradicional em algumas culturas em partes da África (geralmente no norte ou no centro da África). Também é feita em algumas regiões do Oriente Médio. leia mais, Antes do exame especular, a paciente é solicitada a relaxar as pernas e quadris e a inspirar profundamente. Um dedo enluvado é inserido na vagina para determinar a posição do colo. A seguir, o espéculo é inserido com as lâminas próximas da posição vertical (em posição de 1 e 7 h), enquanto se abre a vagina, pressionando-se 2 dedos na parede vaginal posterior (corpo perineal). Insere-se o espéculo por inteiro, que então é rodado e aberto, puxando-se para trás conforme necessário, a fim de visualizar o colo. Quando o colo é visualizado, as lâminas são posicionadas de tal maneira que a lâmina posterior fica mais profunda que o colo uterino (no fórnice posterior) e a lâmina anterior é posicionada anterior à colo do útero (no fórnice anterior). O examinador deve tomar cuidado e abrir a lâmina anterior devagar e delicadamente para não pinçar o colo ou o períneo. Normalmente, o colo é róseo e brilhante, sem corrimentos. A amostra para a citologia é obtida da endocolo do útero e da ectocolo do útero com uma escova e uma espátula plástica ou um coletor de amostra cervical que coleta simultaneamente do canal cervical e da zona de transição; as amostras são mergulhadas em um líquido, produzindo-se uma suspensão de células a ser analisada para pesquisa de células cancerosas e papilomavírus humano. Colhem-se amostras para detecção de infecções sexualmente transmissíveis da endocérvice. O espéculo é então retirado com cuidado para não pinçar os lábios com suas lâminas. Antes do exame bimanual, a paciente é solicitada a relaxar as pernas e quadris e a inspirar profundamente. Os dedos indicador e médio da mão dominante são inseridos logo abaixo do colo. A outra mão é posicionada logo acima da sínfise púbica e gentilmente pressionada para baixo para determinar tamanho, posição e consistência do útero e, se possível, dos ovários. Normalmente, o útero tem cerca de 6 cm por 4 cm e se direciona anteriormente (anteversão), mas pode estar vertido posteriormente (retroversão), em vários graus. O útero também pode estar fletido em um ângulo, anteriormente ou posteriormente (anteflexão ou retroflexão, respectivamente). O útero geralmente é móvel e liso; irregularidades sugerem mioma uterino (leiomiomas). Em geral, os ovários têm 2 cm por 3 cm em mulheres jovens e não são palpáveis em mulheres na pós-menopausa. Com a palpação dos ovários, náuseas e dor leves são normais. Dor significativa quando o colo é delicadamente movimentado de um lado a outro (dor à movimentação do colo do útero) sugere inflamação pélvica. Após a palpação bimanual, o examinador palpa o septo retovaginal inserindo o dedo indicador na vagina e o dedo médio no reto. O exame deve ser ajustado de acordo com o desenvolvimento psicossexual e geralmente limita-se à inspeção dos genitais externos. Crianças jovens podem ser examinadas nos colo das mães. Crianças mais velhas podem ser examinadas na posição genupeitoral ou em decúbito lateral com um dos joelhos fletidos em direção ao peito. Corrimento vaginal pode ser coletado, examinado e enviado para cultura. Às vezes, utiliza-se um pequeno catéter conectado a uma seringa com soro fisiológico para obter lavado da vagina. Se for necessário um exame do colo uterino, deve-se usar um vaginoscópio de fibra óptica, um cistoscópio pediátrico ou um histeroscópio flexível com lavagem de soro fisiológico. Em crianças, massas pélvicas podem ser notadas durante a palpação do abdome. Para adolescentes que não são sexualmente ativas, o exame é semelhante ao das crianças. Alguns especialistas recomendam que as pacientes < 21 anos só façam exames pélvicos quando clinicamente indicados (p. ex., se a paciente tem corrimento vaginal sintomático persistente). Todas as meninas sexualmente ativas e aquelas que não mais estão ativas, mas têm história de infecção sexualmente transmissível pode fazer exame pélvico. Entretanto, os médicos muitas vezes podem verificar a existência de infecções sexualmente transmissíveis utilizando uma amostra de urina ou um esfregaço vaginal e, assim, evitar a realização de um exame especular. Durante a consulta, informações sobre contracepção Visão geral da contracepção A decisão de um casal sobre o início, prevenção ou interrupção de uma gestação pode ter a influência de inúmeros fatores médicos, incluindo distúrbios clínicos, riscos envolvendo a gestação. leia mais devem ser oferecidas conforme apropriado, e recomendações para a vacina contra o papilomavírus humano (HPV) Vacina contra o papilomavírus humano (HPV) Infecção pelo papilomavírus humano (HPV) é a doença sexualmente transmissível mais comum. O HPV pode causar verrugas cutâneas, verrugas genitais ou certos tipos de câncer, dependendo do tipo. leia mais devem ser discutidas. Os médicos devem deixar que as meninas falem em particular sobre as preocupações pessoais (p. ex., contracepção, sexo seguro, problemas menstruais). A solicitação de exames deve ser direcionada pelos sintomas da paciente. Os exames da subunidade beta de gonadotropina coriônica humana (beta-hCG) são específicos e altamente sensíveis, tornando-se positivos após 1 semana da concepção. Os exames do soro sanguíneo são específicos e ainda mais sensíveis. Os testes utilizados para a triagem de câncer do colo do útero incluem

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Teste de Papanicolau Teste para papilomavírus humano (HPV)

Menores de 21 anos: o rastreamento não é necessário Dos 21 a 29 anos de idade: normalmente a cada 3 anos para o teste de papanicolau (teste para HPV geralmente não é recomendado) 30 a 65 anos de idade: a cada 3 anos se apenas um teste papanicolau é feito ou a cada 5 anos se um teste de Papanicolau e um teste de HPV são feitos (mais frequentemente em mulheres com alto risco de câncer do colo do útero) Depois dos 65 anos de idade: nenhum outro teste se os resultados dos testes foram normais nos 10 anos anteriores

Os testes de papanicolau devem ser retomados se uma mulher tem um novo parceiro sexual; eles devem ser continuados se ela tem vários parceiros sexuais. Para as mulheres com certas indicações (p. ex., mulheres com infecção pelo HIV ou história de câncer de colo de útero), pode ser necessário rastreamento mais frequente, que pode ser iniciado em uma idade mais jovem. Mulheres submetidas a histerectomia total não precisam ser examinadas, a menos que o colo do útero tenha sido removido por causa de uma lesão pré-cancerígena de alto grau ou câncer de colo de útero. Mulheres submetidas a histerectomia que poupou o colo de útero ainda precisam de rastreamento. Culturas ou métodos moleculares (p. ex., PCR) são utilizados na pesquisa de agentes específicos relacionados às doenças sexualmente transmissíveis (p. ex., Neisseria gonorrhoeae, Chlamydia trachomatis ), caso as pacientes apresentem sintomas ou fatores de risco; em algumas clínicas, esses exames são sempre realizados. Pode-se coletar amostras de locais urogenitais, incluindo o endocolo do útero (obtidas durante o teste de Papanicolau) ou, para gonorreia ou infecções por clamídia, da urina. (Ver também the US Preventive Services Task Force practice guideline Chlamydia and gonorrhea: Screening,) A inspeção do muco cervical por examinador experiente pode dar informações a respeito dos ciclos menstrual e hormonal; essa informação pode ajudar no diagnóstico de infertilidade e tempo da ovulação. Massas suspeitas ou outras lesões geralmente são visualizadas no exame de ultrassonografia, que pode ser feita no consultório; são usados tanto transdutores transvaginais quanto transabdominais. A RM é altamente específica, mas cara. A TC costuma ser menos desejada por ter menor acurácia e envolver exposição significativa à radiação e geralmente utiliza agentes radiopacos. A laparoscopia pode detectar alterações estruturais pequenas demais para serem detectadas por exames de imagem, como anormalidades na superfície dos órgãos internos (p. ex., endometriose, inflamação, cicatrizes). Ela também é usada para amostras de tecido. A culdocentese, raramente usada hoje, é a punção do fórnice vaginal posterior com utilização de agulha para obtenção de líquidos do fundo de saco (o qual é posterior ao útero) para culturas e testes de detecção de sangue de gestação ectópica rota ou cisto ovariano. Realiza-se broncoaspiração endometrial se as mulheres > 35 anos têm sangramento vaginal inexplicável. Uma cureta de plástico fina e flexível é inserida através do colo (em geral a dilatação não é necessária) até o nível do fundo uterino. A sucção é aplicada ao aparelho, o qual é movido 360º para cima e para baixo algumas vezes para se retirarem amostras de diferentes partes da cavidade endometrial. Por vezes, o útero deve ser estabilizado e retificado com pinça cervical. Hormônios hipofisários e hipotalâmicos e ovarianos podem ser avaliados quando infertilidade é investigada ou quando há suspeitas de anormalidades. Outros testes podem ser feitos para indicações clínicas específicas. Eles incluem:

Colposcopia: exame da vagina e da colo do útero com lentes de aumento (p. ex., para identificar áreas que exigem biópsia) Curetagem endocervical: inserção de uma cureta para coletar tecido de dentro do canal cervical (p. ex., usado com biópsia direcionada por colposcopia para diagnosticar o câncer do colo do útero) Dilatação e curetagem (D e C): expansão das paredes vaginais com um espéculo, dilatação do colo do útero e inserção de uma cureta para remover tecido do endométrio ou o conteúdo uterino por raspagem ou escavação (p. ex., para tratar abortamento incompleto). Em geral, realiza-se D & C com anestesia ou analgesia. Histerossalpingografia: imagem fluoroscópica do útero e das tubas uterinas após injeção de agente radiopaco no útero (p. ex., feito para verificar se há lesões pélvicas e intrauterinas, que podem interferir na fertilização ou implantação ou causar dismenorreia) Histeroscopia: inserção de um tubo de visualização fino (histeroscópio) através da vagina e colo do útero (usado para visualizar o interior do útero e identificar anormalidades e/ou para fazer alguns procedimentos cirúrgicos que utilizam instrumentos inseridos através do laparoscópio) Procedimento de excisão elétrica por alça (PEEA): uso de uma alca de fio fino que conduz uma corrente elétrica para remover o tecido (p. ex., para biópsia ou como tratamento) Histerossonografia (ecografia com infusão de soro fisiológico): injeção de líquido isotônico através da colo do útero durante a ultrassonografia (p. ex., para detectar e avaliar pequenos pólipos endometriais, outras anomalias uterinas e lesões tubárias)

1. US Preventive Services Task Force : Screening for Cervical Cancer: US Preventive Services Task Force recommendation statement. JAMA 320 (7):674–686, 2018. doi:10.1001/jama.2018.10897

Os recursos em inglês a seguir podem ser úteis. Observe que O Manual não é responsável pelo conteúdo destes recursos.

US Preventive Services Task Force: Cervical Cancer: Screening : os benefícios e malefícios do rastreamento à procura de câncer de colo do útero para os tipos de alto risco do papilomavírus humano (HPVar) são revisados sistematicamente, com base em evidências atualizadas sobre o rastreamento à procura de câncer de colo do útero. O foco é a eficácia das estratégias de rastreamento à procura de HPVar em comparação com o rastreamento citológico. A revisão concluiu que o rastreamento primário à procura de HPVar detectou taxas mais altas de NIC 3+ no primeiro rastreamento do que a citologia. US Preventive Services Task Force : Chlamydia and gonorrhea: Screening. Essa revisão avalia a eficácia do rastreamento à procura de gonorreia e infecções por clamídia, que são muitas vezes assintomáticas. Concluiu que os testes de rastreamento podem detectar com precisão essas doenças, reduzir as complicações dessas doenças e causar pouco ou nenhum dano.

O que significa estar no percentil 90?

Quando que o bebê é muito grande? O feto macrossômico é um termo utilizado para definir um feto grande, mais precisamente aquele cujo peso é superior a 4.000g. Entretanto esta definição não é muito boa para classificar os fetos com baixa idade gestacional (digamos 30 ou 32 semanas) e que estão muito grandes, pois nesta idade mesmo um feto com peso extremamente elevado dificilmente chega a 4.000g. Para tentar resolver este problema, utilizamos com maior freqüência a definição de Grande para a Idade Gestacional, que significa um feto que está acima do percentil 90 do peso para a sua idade gestacional. Estar acima do percentil 90 para a idade gestacional significa que 90% da população normal tem peso menor do que o do feto em questão; ou seja, não é comum termos um feto com tanto peso.

  • Temos também o outro extremo, aonde o feto é pequeno para a idade gestacional e pode ter sofrido uma,
  • Este peso exagerado não significa necessariamente doença pois cerca de 10% da população normal está acima do percentil 90.
  • Entretanto o médico sempre deverá ter uma atenção especial com os fetos muito grandes ou muito pequenos pois os extremos de peso podem estar associados com algum problema ou doença.

Entretanto é importante ressaltar que na maioria das vezes estes indivíduos são normais e não tem nenhuma doença. Se você não sabe se o peso do seu bebê está adequado consulte nossa tabela de, Habitualmente o crescimento fetal está predeterminado genéticamente, entretanto durante a gravidez alguns fatores podem favorecer o crescimento fetal ou inibí-lo.

A mãe sofre uma série de modificações metabólicas e vasculares para adaptar-se à gestação, inclusive ocorrendo a liberação de hormônios que predispõe a diabetes. Isto causa um aumento da glicemia materna e consequêncimente um aporte maior de glicose para o feto. Lembre que a glicose é um açúcar e no feto está glicose irá promover o ganho de peso e aumentará a sereção de insulina pelo pâncreas fetal.

No feto, diferentemente do adulto, a insulina é um hormônio cuja atuação provoca o crescimento e ganho de peso. E assim, o feto da mãe diabética tem geralmente um peso acima do encontrado nos fetos das mães não diabéticas. Os fatores de risco para a macrossomia fetal são: obesidade materna,, história prévia de fetos macrossomicos,, ganho de peso materno excessivo durante a gestação, multiparidade e idade materna avançada.

  1. Este incremento do crescimento fetal tem um impacto importante no desfecho da gestação.
  2. Os fetos muito grandes tem maior risco de complicações por partos distócicos ou traumáticos.
  3. Nos filhos de mães diabéticas também aumenta a incidência de hipóxia perinatal,, hipoglicemia neonatal e outras complicações metabólicas.

O método para rastrear crescimento fetal acelerado é a medida da (quando o obstetra mede a distância entre o osso da pube materna e o fundo uterino). Quando esta distância está acima do esperado isto pode ser um indício de crescimento fetal acelerado.

  • Para confirmar ou afastar esta hipótese diagnóstica é importante realizar um ultrassom, onde será estimado um peso fetal aproximado.
  • Cabe mencionar que o cálculo do peso é menos preciso quando se trata de fetos de grande tamanho (quando comparados com fetos de peso próximo a média), sendo os valores preditivos positivos para fetos macrossomicos de cerca de 70%.

O valor preditivo positivo de 70% significa que, quando o ultrassom diz que o feto está muito grande, a chance desta informação estar correta é de cerca de 70%. Deve-se ter em mente que os filhos das mães diabéticas apresentam um importante crescimento do tronco e das vísceras abdominais, enquanto que a taxa de crescimento da cabeça e do cérebro permanecem próximas ao normal.

  • Este aumento de crescimento geralmente só é observado após a 28 semana de gestação.
  • Isto acontece porque o hormônio lactogenio placentário, responsável pela característica diabetogênica da gravidez, começa a ser secretado em grande quantidade após a 25 semana de gestação.
  • É importante realizarmos a estimativa de peso fetal de maneira adequada pois a conduta obstétrica poderá ser alterada de acordo com a estimativa de peso fetal.

Além disso, algumas vezes o teste de tolerância oral à glicose (aquele que tem que tomar um suco bem doce e medir a glicemia depois) pode ter resultados falsos negativos (ou seja, a paciente ter a doença e o teste dar negativo). Na eventualidade de um feto muito grande e a paciente com um teste de tolerância oral à glicose negativo poderá ser necessário a repetição do teste, a critério de seu obstetra.