Como Calcular A Constante De Velocidade De Uma Reação De Primeira Ordem?

Como calcular o valor da constante de velocidade da reação?

A equação da velocidade será: v = k ou v = k 2.

Qual a unidade da constante de velocidade para uma reação de primeira ordem?

Podemos escrever que a velocidade da reação é igual à constante ‘k’ vezes a concentração de ‘A’, elevado a 1.

Como saber se uma reação é de primeira ordem?

Uma reação é de primeira ordem se, ao dobrarmos a con- centração, a velocidade dobrar. Uma reação é de ordem n se, ao dobrarmos a concentra- ção, a velocidade aumentar de 2n.

Como determinar a equação da velocidade de uma reação?

Lei da velocidade para reações não elementares Conforme explicado no texto, a equação usada para representar a lei da velocidade de uma reação é dada pelo produto entre a constante característica da reação numa determinada temperatura e as concentrações dos reagentes elevadas aos seus respectivos expoentes: v = k,α,β,

Veja um exemplo: 2NO (g) → N 2 O 2(g) A equação da velocidade dessa reação é dada por: v = k,2, Isso significa que em todos os casos o expoente da concentração do reagente será exatamente igual ao seu coeficiente na reação? Não. Isso só aconteceu nesse caso porque se trata de uma reação elementar, ou seja, é uma reação que ocorre numa única etapa, sem compostos intermediários.

Nos casos em que a reação não for elementar, os expoentes devem ser determinados experimentalmente, Mas, como isso é feito? E como é possível saber se a reação é elementar ou não?

  • Bem, vamos considerar outra reação:
  • CO + NO 2 → CO 2 + NO
  • Digamos que um cientista realizou essa reação diversas vezes, alterando a concentração dos reagentes de formas diferentes, mas mantendo a temperatura constante. Ele obteve os seguintes dados:

Observe que, da primeira para a segunda etapa, ele dobou a concentração do CO, o que não alterou a velocidade da reação. Portanto, o expoente dessa substância é zero. Como qualquer número elevado a zero é igual a 1, o CO não participa da equação da velocidade da reação. Não pare agora. Tem mais depois da publicidade 😉 Agora, veja que do 2º experimento para o 3º dobrou-se a concentração do NO 2, o que fez com que a velocidade da reação quadruplicasse. Assim, o expoente da concentração dessa substância na equação da velocidade das reações é igual a 2 (4/2). Desse modo, descobrimos qual é a equação da velocidade dessa reação: v = k,2, Veja que nesse caso o expoente na equação não foi igual ao coeficiente na reação.

  1. Foi proposto o seguinte mecanismo:
  2. Etapa 1 (lenta): NO 2(g) + NO 2(g) → NO 3(g) + NO (g) Etapa 2 (rápida): NO 3(g) + CO (g) → CO 2(g) + NO 2(g)
  3. Equação global: CO + NO 2 → CO 2 + NO
  4. Veja que a lei da velocidade experimental coincide com a etapa mais lenta:
  5. v global = v etapa lenta

k,2 = k,,

  • Isso nos mostra que, em qualquer mecanismo, a etapa determinante da taxa de desenvolvimento de uma reação será sempre a etapa lenta, ou seja, a taxa de desenvolvimento da reação global será proporcional apenas às concentrações dos reagentes que participaram da etapa lenta.
  • É importante determinar corretamente esses expoentes porque são eles que irão indicar qual é a ordem da reação.
  • Por Jennifer Fogaça
  • Graduada em Química

: Lei da velocidade para reações não elementares

Qual o valor de uma velocidade constante?

A velocidade da luz mede o espaço percorrido pelas ondas eletromagnéticas a cada segundo. No vácuo, as ondas eletromagnéticas propagam-se com velocidade constante de, aproximadamente, 299.792.458 metros por segundo, A letra c, usada para representar a velocidade da luz no vácuo, tem origem do latim celeritas, que significa rapidez.

Qual a lei de velocidade para a reação?

Lei da velocidade das reações químicas. Lei da velocidade – Brasil Escola A lei da velocidade diz que a taxa de desenvolvimento das reações é diretamente proporcional ao produto da constante da reação pelas concentrações dos reagentes. A velocidade das reações é diretamente proporcional à concentração dos reagentes A Lei da Velocidade da Reação relaciona a rapidez de uma transformação química com as concentrações dos reagentes em quantidade de matéria (mol/L), podendo ser enunciada da seguinte forma: Por exemplo, considere a reação genérica a seguir: aA + bB → cC + dD Digamos que nós aumentemos a concentração dos reagentes A e B, o que acontecerá com a velocidade da reação? Bem, como a quantidade de partículas dos reagentes irá aumentar num mesmo espaço, haverá mais choques efetivos entre elas que resultarão no aumento da taxa de desenvolvimento da reação.

  • Em que:
  • v = velocidade da reação; k = constante que só depende do valor da temperatura;
  • α e β = expoentes determinados experimentalmente.

Apenas quando a reação é elementar, ou seja, ocorre numa única etapa, é que os expoentes são exatamente iguais aos coeficientes da equação química balanceada: v = k,a,b, Porém, nos outros casos, a potência apropriada à qual se deve elevar a concentração de cada reagente deve ser determinada experimentalmente. Não pare agora. Tem mais depois da publicidade 😉

  1. A lei da velocidade das reações recebe muitos nomes, veja alguns: Lei da Ação das Massas, Equação de Rapidez, Lei Cinética da Reação e Lei de Guldberg-Waage.
  2. Considere um exemplo de como aplicar essa lei:
  3. Considere a seguinte reação elementar:
  4. 2 HCl (g) → H 2(g) + Cl 2(g)
  5. a) Escreva a equação de velocidade dessa reação;
  6. b) Por meio de experiências, a velocidade dessa reação de decomposição do gás cloreto de hidrogênio e a concentração desse reagente, em temperatura constante de 25 ºC, foram anotadas na tabela abaixo:
  • Com base nisso, determine a constante de velocidade característica dessa reação na temperatura mencionada.
  • Resolução:
  • a) v = k,2

b) v = k,2 k = _ v _ 2 k = 1,01,10 -3 mol, L -1, min -1 0,01 mol, L -1 k = 1,01,10 -1 min -1 Para resolver a letra “b”, podem-se usar os dados de qualquer uma das experiências que o valor obtido será o mesmo. Mas, e se a reação não for elementar? Como será possível resolver questões semelhantes a essas em reações não elementares? Para saber como, leia o texto Lei da velocidade para reações não elementares. Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja: FOGAçA, Jennifer Rocha Vargas. “Lei da velocidade das reações químicas”; Brasil Escola, Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/quimica/lei-velocidade-das-reacoes-quimicas.htm. Acesso em 03 de novembro de 2023. : Lei da velocidade das reações químicas. Lei da velocidade – Brasil Escola

You might be interested:  Calcular O Período Fértil?

O que e uma reação de primeira ordem?

Uma reação é de ordem zero em um reagente se a variação da concentração daquele reagente não produz nenhum efeito. Uma reação é de primeira ordem se, ao dobrarmos a concentração, a velocidade dobrar. Uma reação é de ordem n se, ao dobrarmos a concentração, a velocidade aumentar de 2n.

Qual a unidade de medida K?

Kelvin (K): é a unidade da grandeza temperatura termodinâmica fixada em termos da constante de Boltzmann, cujo valor é 1,380649 x 10 – 23 J.K – 1. Mol (mol): é a unidade da grandeza quantidade de matéria expressa em termos da constante de Avogadro, cujo valor é 6,02214076 x 10 23 mol – 1.

Como calcular a taxa de reação?

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Em química e mais especificamente na área de cinética química taxa de reação ou, um tanto impropriamente¹, velocidade de reação é uma medida da rapidez com que uma reação se efetua. De modo mais preciso, é a taxa de variação das concentrações dos reagentes e produtos, divididos pelos respectivos coeficientes estequiométricos, independentemente do sinal algébrico obtido,

O que e uma reação de ordem 2?

A lei da velocidade integrada para uma reação de segunda ordem A → produtos é 1/_t = kt + 1/_0. Como essa equação tem a forma y = mx + b, um gráfico da inversa de como uma função do tempo resulta em uma linha reta.

Como identificar o tipo de reação?

Resumo sobre reações químicas –

Uma reação química é um processo de interconversão de espécies químicas. A ocorrência de uma reação química pode ser identificada, também, por alterações em propriedades organolépticas, como cor, sabor e odor. As reações químicas são regidas pelas leis ponderais, as quais explicam o aspecto quantitativo das reações. Ao equacionar uma reação química, devemos fazer o devido balanceamento dos participantes, de modo a obedecer às leis ponderais. Na Química Inorgânica, conhecem-se quatro tipos de reações químicas: reações de adição (ou síntese), reações de decomposição (ou análise), reações de simples troca (ou deslocamento) e reações dupla troca (ou permutação). A compreensão das reações químicas é primordial para tudo que envolve a Química.

Qual fator influencia a constante de velocidade?

Lei cinética de uma reação k : constante da velocidade da reação, dependente da temperatura.

Quem determina a velocidade de uma reação?

Velocidade das reações químicas. A velocidade das reações químicas é uma área estudada pela Cinética Química. Esse estudo é importante porque é possível encontrar meios de controlar o tempo de desenvolvimento das reações, tornando-as mais lentas ou mais rápidas, conforme a necessidade.

  • Alguns dos fatores que interferem na velocidade das reações são:
  • * Temperatura: um aumento na temperatura provoca um aumento na velocidade das reações químicas, sejam elas endotérmicas ou exotérmicas, pois isso faz com que se atinja mais rápido o complexo ativado;
  • * Concentração: um aumento na concentração dos reagentes acelera a reação, pois haverá um maior número de partículas dos reagentes por unidade de volume, aumentando a probabilidade de ocorrerem colisões efetivas entre elas;
  • * Pressão: Esse fator interfere unicamente em sistemas gasosos. O aumento da pressão aumenta também a rapidez da reação, pois deixa as partículas dos reagentes em maior contato;
  • * Superfície de contato: Quanto maior a superfície de contato, maior a velocidade com que a reação se processa, pois, conforme explicado nos dois últimos itens, a reação depende do contato entre as substâncias reagentes;

* Catalisador: O uso de catalisadores específicos para determinadas reações pode acelerá-las. Essas substâncias não participam da reação em si, pois são totalmente regeneradas ao final dela. Além desses fatores principais, a natureza dos reagentes e fatores externos como luz e eletricidade podem influenciar a velocidade de certas reações químicas.

  1. A natureza do reagente interfere porque quanto maior for o número de ligações dos reagentes que precisam ser rompidas para que a reação ocorra e também quanto mais fortes elas forem, mais lenta será a reação.
  2. Não pare agora.
  3. Tem mais depois da publicidade 😉 Já a luz influencia em reações fotoquímicas, em que há algum reagente fotoquimicamente ativo.

Um exemplo é a fotossíntese, que não ocorre sem as radiações luminosas captadas pela clorofila das plantas — o pigmento responsável pela cor verde. Outro exemplo é a decomposição da água oxigenada, que ocorre com maior rapidez se houver luz. É por isso que os frascos que contêm esse produto são sempre escuros ou opacos, impedindo a entrada de luminosidade.

  1. Frasco opaco de água oxigenada
  2. A velocidade média de uma reação química é determinada em função dos reagentes ou em função dos produtos. Basta usar a seguinte fórmula:
  3. V m = variação da concentração do reagente ou do produto intervalo de tempo

V m = ? ? t

  • ou
  • V m = (t final – t inicial )
  • Se fizermos em relação a um reagente, teremos que acrescentar o sinal negativo na fórmula, pois, visto que os reagentes são consumidos durante o processo, a sua concentração final é menor que a inicial, por isso o resultado daria negativo.
  • Veja mais detalhes de como aplicar essas fórmulas no texto,

: Velocidade das reações químicas.

Qual a unidade da constante cinética?

Min – 1 ou em mol.

Como calcular a aceleração constante?

Fórmula da aceleração – Em geral, a aceleração é dada por uma derivada (taxa de variação no cálculo diferencial). Nesse caso, sua fórmula é:

a = dv/dt.

Porém, essa equação não é útil para o Ensino Médio, no qual não se aprende os fundamentos do cálculo diferencial, Por isso estudamos a aceleração apenas em algumas situações específicas, como veremos a seguir.

Qual é a aceleração quando a velocidade é constante?

Representada pelo símbolo ‘a’ é a taxa de variação da velocidade em relação ao intervalo de tempo. De forma simplificada, pode-se dizer que se a velocidade de um objeto modifica com o tempo, ele tem aceleração. Caso a velocidade seja constante (aquela que não varia com o tempo), a aceleração do objeto é nula.

O que determina a velocidade de uma reação?

Velocidade das Reações Químicas – O que determina a rapidez com que ocorre uma reação química é o tempo em que os reagentes são consumidos para formar produtos. Assim, a velocidade de uma reação pode ser representada tanto pelo consumo de um reagente, quanto pela geração de um produto. A Velocidade Média de uma reação química é a variação na quantidade de um reagente ou produto em um determinado intervalo de tempo. Quando calculamos a velocidade média, queremos saber a velocidade em que um reagente foi consumido ou a velocidade em que um produto foi formado. As unidades utilizadas no cálculo para expressar as substâncias produzidas ou consumidas podem ser, por exemplo, concentração, em mol/L, quantidade de matéria, em mol, e variação da pressão para gases, em atm.

  • Onde,
  • A e B são os reagentes C e D são os produtos
  • a, b, c e d são os coeficientes da equação balanceada
  • Portanto, a velocidade de consumo dos reagentes e de formação dos produtos podem ser expressas da seguinte forma:
You might be interested:  Como Calcular O Patrimônio Líquido?
Consumo Formação

Note que o símbolo refere-se à concentração, geralmente apresentada em mol/L. A taxa de desenvolvimento média de uma reação química leva em consideração, além do consumo ou formação dos produtos, os coeficientes da equação balanceada. Observe que os valores negativos indicam o consumo da substância e os valores positivos indicam que as substâncias estão surgindo. As reações químicas diferem na velocidade em que acontecem. Elas podem ser rápidas, moderadas ou lentas:

  • Reações rápidas ocorrem instantaneamente, com duração de microssegundos. Um exemplo é a queima do gás de cozinha.
  • Reações moderadas levam de minutos a horas para serem finalizadas. Um exemplo é a queima do papel.
  • Reações lentas podem durar séculos, porque os reagentes combinam-se lentamente. Um exemplo é a formação do petróleo.

Como calcular o valor da constante de equilíbrio?

O cálculo da constante de equilíbrio envolve uma relação entre os participantes do produto e do reagente de uma reação química que se encontra em equilíbrio. Uma reação está em equilíbrio sempre que a velocidade da reação direta (para a direita) é igual à da reação inversa (para a esquerda). Equação genérica de uma reação química em equilíbrio De uma forma geral, o cálculo da constante de equilíbrio químico pode ser realizado por meio das seguintes variáveis:

Concentrações em mol/L dos participantes; Grau do equilíbrio ; Pressões parciais dos participantes ;

→ Cálculo da constante de equilíbrio em termos de concentração em mol/L A constante do equilíbrio pode ser calculada por meio das concentrações em mol/L, sendo chamada, por isso, de Kc. Para calcular o Kc, basta montar a expressão do equilíbrio e utilizar os valores das concentrações molares dos participantes, desde que elas estejam no equilíbrio. Veja um exemplo: Considere este equilíbrio: Equação genérica de uma reação química em equilíbrio A expressão do Kc deve apresentar a multiplicação das concentrações dos produtos (C, D) elevadas aos seus respectivos expoentes (c,d) e divididas pela multiplicação das concentrações dos reagentes (A,B) elevadas aos seus respectivos expoentes (a, b): Kc = c, Um frasco de 3,00L contém as seguintes quantidades de equilíbrio, a 200ºC: 0,120mol de PCl 5 ; 0,600mol de PCl 3 ; e 0,0120mol de Cl 2, Calcule o valor da constante de equilíbrio, em mol/L, a essa temperatura. a) 20 b) 50 c) 75 d) 100 e) 125 Dados fornecidos pelo exercício:

número de mol do PCl 5 = 0,120 número de mol do PCl 3 = 0,600 número de mol do Cl 2 = 0,0120

1 o Passo: Determinar a concentração em mol/L de cada um dos participantes pela divisão do número de mol pelo volume fornecido.

PCl 5 = 0,120 = 0,04 molL 3 PCl 3 = 0,600 = 0,2 mol/L 3 Cl 2 = 0,0120 = 0,004 mol/L 3

2 o Passo: Montar a expressão do Kc: Kc = 1 1,1 3 o Passo: Utilizar os valores encontrados na expressão do Kc: Kc = 1 1,1 Kc = (0,04) 1 (0,2) 1,(0,004) 1 Kc = 0,04 0,2.0,004 Kc = 0,04 0,2.0,004 Kc = 0,04 0,0008 Kc= 50 mol/L -1 → Cálculo da constante de equilíbrio em termos de concentração em mol/L, mas envolvendo o grau de equilíbrio (α).

O grau de equilíbrio (α) pode ser utilizado para realizar o cálculo da constante de equilíbrio, Esse grau é determinante para encontrar os valores das concentrações em mol/L existentes no equilíbrio. Assim, se utilizamos 2 mol de um reagente da reação e o grau de equilíbrio é igual a 50%, temos que 1 mol foi convertido em produto, logo, no equilíbrio, há apenas a presença de 1 mol desse reagente.

Exemplo: (ENQ-RJ) Aqueceram-se 2 mol de pentacloreto de fósforo gasoso, PCl 5, em um recipiente fechado, com capacidade de 2L. Atingido o equilíbrio, o PCl 5 estava 40% dissociado em PCl 3 e Cl 2, Qual será o valor da constante de equilíbrio da reação? Dados fornecidos pelo exercício:

número de mol inicial do PCl 5 = 2; Volume do recipiente = 2 L; grau do equilíbrio (α) = 40%.

1 o Passo: Determinar a concentração em mol/L do PCl 5 que foi adicionada ao recipiente por meio da divisão do número de mol pelo volume fornecido. Não pare agora. Tem mais depois da publicidade 😉

PCl 5 = 2 = 1 mol/L 2

2 o Passo: Determinar as concentrações de todos os participantes no equilíbrio:

Como foi adicionado 1 mol/L de PCl 5 e apenas 40% dele se dissociou, então, foram dissociados dele 0,4 mol/L, resultante da multiplicação entre 1 mol/L e 40%; A proporção de todos os participantes é 1:1:1, por isso, temos 0,4 mol/L de PCl 3 e 0,4 mol/L de Cl 2 no equilíbrio; Como foi adicionado 1 mol/L de PCl 5 e apenas 0,4 mol/L dele se dissociou, logo, no equilíbrio, temos 0,6 mol/L dele (resultante do cálculo 1- 0,4).

3 o Passo: Determinar a expressão do Kc Kc = 1,1 1 4 o Passo: Utilizar os valores encontrados na expressão do Kc. Kc = 1,1 1 Kc = (0,4) 1,(0,4) 1 (0,6) 1 Kc = 0,4.0,4 0,6 Kc = 0,16 0,6 Kc = 0,266 mol/L -1 → Cálculo da constante de equilíbrio em termos de pressão A constante do equilíbrio pode ser calculada por meio das pressões parciais dos participantes, sendo chamada, por isso, de Kp. Equação genérica de uma reação química em equilíbrio A expressão do Kp deve apresentar a multiplicação das pressões parciais dos produtos (C, D) elevadas aos seus respectivos expoentes (c,d) e divididas pela multiplicação das pressões parciais dos reagentes (A,B) elevadas aos seus respectivos expoentes (a, b): Kc = (pC) c, No equilíbrio valem, respectivamente, 0,8 atm, 2 atm e 1 atm. Qual é o valor de Kp? a) 1,6 b) 2,65 c) 0,8 d) 0,0625 e) 0,625 Dados fornecidos pelo exercício:

pressão parcial do NO = 1 atm; número de mol do N 2 = 0,8 atm; número de mol do O 2 = 2 atm.

1 o Passo: Montar expressão do Kp. Kp = (pNO) 2 (pN 2 ) 1,(pO 2 ) 1 2 o Passo: Utilizar os valores encontrados na expressão do Kp. Kp = (pNO) 2 (pN 2 ) 1,(pO 2 ) 1 Kp = (1) 2 (0,8) 1,(2) 1 Kp = 1 0,8.2 Kp = 1 1,6 Kp = 0,625 → Relação entre as constantes de equilíbrio em termos de concentração e pressão Podemos ainda calcular a constante de equilíbrio em termos de concentração ou em termos de pressão por meio de uma única fórmula, a qual está representada abaixo: Kp = Kc.(R.T) Δn

Kc = contante do equilíbrio em termos de concentração em mol/L; Kp = contante do equilíbrio em termos de pressão; R= constante geral dos gases (vale 0,082 para pressões em atm); T = temperatura na escala Kelvin; ∆n = subtração entre os coeficientes dos produtos pelos coeficientes dos reagentes.

Exemplo: (Unimep) O valor do Kp para o equilíbrio: é de 2,8.10 2 à 10 3 K. O valor do Kc nessa temperatura será aproximadamente igual a : a) 5,6.10 5 b) 2,8.10 6 c) 3,6.10 3 d) 8,2.10 2 e) 2,3.10 4 Dados fornecidos pelo exercício:

Temperatura = 10 3 K; Kp = 2,8.10 2,

OBS.: R é igual a 0,082 1 o Passo: Determinar o valor do ∆n pela subtração do coeficiente do produto pela soma dos coeficientes dos reagentes. Δn = 2 – (2 + 1) Δn = 2 – 3 Δn = -1 2 o Passo: Utilizar os valores fornecidos e encontrados na expressão do Kp abaixo: Kp = Kc.(R.T) Δn 2,8.10 2 = Kc.

O que é o coeficiente estequiométrico?

Coeficiente estequiométrico: é o número que vem antes da fórmula para indicar a quantidade de cada substância e a proporção de moléculas que participam da reação.

Como calcular o valor da constante de equilíbrio?

O cálculo da constante de equilíbrio envolve uma relação entre os participantes do produto e do reagente de uma reação química que se encontra em equilíbrio. Uma reação está em equilíbrio sempre que a velocidade da reação direta (para a direita) é igual à da reação inversa (para a esquerda). Equação genérica de uma reação química em equilíbrio De uma forma geral, o cálculo da constante de equilíbrio químico pode ser realizado por meio das seguintes variáveis:

Concentrações em mol/L dos participantes; Grau do equilíbrio ; Pressões parciais dos participantes ;

→ Cálculo da constante de equilíbrio em termos de concentração em mol/L A constante do equilíbrio pode ser calculada por meio das concentrações em mol/L, sendo chamada, por isso, de Kc. Para calcular o Kc, basta montar a expressão do equilíbrio e utilizar os valores das concentrações molares dos participantes, desde que elas estejam no equilíbrio. Veja um exemplo: Considere este equilíbrio: Equação genérica de uma reação química em equilíbrio A expressão do Kc deve apresentar a multiplicação das concentrações dos produtos (C, D) elevadas aos seus respectivos expoentes (c,d) e divididas pela multiplicação das concentrações dos reagentes (A,B) elevadas aos seus respectivos expoentes (a, b): Kc = c, Um frasco de 3,00L contém as seguintes quantidades de equilíbrio, a 200ºC: 0,120mol de PCl 5 ; 0,600mol de PCl 3 ; e 0,0120mol de Cl 2, Calcule o valor da constante de equilíbrio, em mol/L, a essa temperatura. a) 20 b) 50 c) 75 d) 100 e) 125 Dados fornecidos pelo exercício:

número de mol do PCl 5 = 0,120 número de mol do PCl 3 = 0,600 número de mol do Cl 2 = 0,0120

1 o Passo: Determinar a concentração em mol/L de cada um dos participantes pela divisão do número de mol pelo volume fornecido.

PCl 5 = 0,120 = 0,04 molL 3 PCl 3 = 0,600 = 0,2 mol/L 3 Cl 2 = 0,0120 = 0,004 mol/L 3

2 o Passo: Montar a expressão do Kc: Kc = 1 1,1 3 o Passo: Utilizar os valores encontrados na expressão do Kc: Kc = 1 1,1 Kc = (0,04) 1 (0,2) 1,(0,004) 1 Kc = 0,04 0,2.0,004 Kc = 0,04 0,2.0,004 Kc = 0,04 0,0008 Kc= 50 mol/L -1 → Cálculo da constante de equilíbrio em termos de concentração em mol/L, mas envolvendo o grau de equilíbrio (α).

  1. O grau de equilíbrio (α) pode ser utilizado para realizar o cálculo da constante de equilíbrio,
  2. Esse grau é determinante para encontrar os valores das concentrações em mol/L existentes no equilíbrio.
  3. Assim, se utilizamos 2 mol de um reagente da reação e o grau de equilíbrio é igual a 50%, temos que 1 mol foi convertido em produto, logo, no equilíbrio, há apenas a presença de 1 mol desse reagente.

Exemplo: (ENQ-RJ) Aqueceram-se 2 mol de pentacloreto de fósforo gasoso, PCl 5, em um recipiente fechado, com capacidade de 2L. Atingido o equilíbrio, o PCl 5 estava 40% dissociado em PCl 3 e Cl 2, Qual será o valor da constante de equilíbrio da reação? Dados fornecidos pelo exercício:

número de mol inicial do PCl 5 = 2; Volume do recipiente = 2 L; grau do equilíbrio (α) = 40%.

1 o Passo: Determinar a concentração em mol/L do PCl 5 que foi adicionada ao recipiente por meio da divisão do número de mol pelo volume fornecido. Não pare agora. Tem mais depois da publicidade 😉

PCl 5 = 2 = 1 mol/L 2

2 o Passo: Determinar as concentrações de todos os participantes no equilíbrio:

Como foi adicionado 1 mol/L de PCl 5 e apenas 40% dele se dissociou, então, foram dissociados dele 0,4 mol/L, resultante da multiplicação entre 1 mol/L e 40%; A proporção de todos os participantes é 1:1:1, por isso, temos 0,4 mol/L de PCl 3 e 0,4 mol/L de Cl 2 no equilíbrio; Como foi adicionado 1 mol/L de PCl 5 e apenas 0,4 mol/L dele se dissociou, logo, no equilíbrio, temos 0,6 mol/L dele (resultante do cálculo 1- 0,4).

3 o Passo: Determinar a expressão do Kc Kc = 1,1 1 4 o Passo: Utilizar os valores encontrados na expressão do Kc. Kc = 1,1 1 Kc = (0,4) 1,(0,4) 1 (0,6) 1 Kc = 0,4.0,4 0,6 Kc = 0,16 0,6 Kc = 0,266 mol/L -1 → Cálculo da constante de equilíbrio em termos de pressão A constante do equilíbrio pode ser calculada por meio das pressões parciais dos participantes, sendo chamada, por isso, de Kp. Equação genérica de uma reação química em equilíbrio A expressão do Kp deve apresentar a multiplicação das pressões parciais dos produtos (C, D) elevadas aos seus respectivos expoentes (c,d) e divididas pela multiplicação das pressões parciais dos reagentes (A,B) elevadas aos seus respectivos expoentes (a, b): Kc = (pC) c, No equilíbrio valem, respectivamente, 0,8 atm, 2 atm e 1 atm. Qual é o valor de Kp? a) 1,6 b) 2,65 c) 0,8 d) 0,0625 e) 0,625 Dados fornecidos pelo exercício:

pressão parcial do NO = 1 atm; número de mol do N 2 = 0,8 atm; número de mol do O 2 = 2 atm.

1 o Passo: Montar expressão do Kp. Kp = (pNO) 2 (pN 2 ) 1,(pO 2 ) 1 2 o Passo: Utilizar os valores encontrados na expressão do Kp. Kp = (pNO) 2 (pN 2 ) 1,(pO 2 ) 1 Kp = (1) 2 (0,8) 1,(2) 1 Kp = 1 0,8.2 Kp = 1 1,6 Kp = 0,625 → Relação entre as constantes de equilíbrio em termos de concentração e pressão Podemos ainda calcular a constante de equilíbrio em termos de concentração ou em termos de pressão por meio de uma única fórmula, a qual está representada abaixo: Kp = Kc.(R.T) Δn

Kc = contante do equilíbrio em termos de concentração em mol/L; Kp = contante do equilíbrio em termos de pressão; R= constante geral dos gases (vale 0,082 para pressões em atm); T = temperatura na escala Kelvin; ∆n = subtração entre os coeficientes dos produtos pelos coeficientes dos reagentes.

Exemplo: (Unimep) O valor do Kp para o equilíbrio: é de 2,8.10 2 à 10 3 K. O valor do Kc nessa temperatura será aproximadamente igual a : a) 5,6.10 5 b) 2,8.10 6 c) 3,6.10 3 d) 8,2.10 2 e) 2,3.10 4 Dados fornecidos pelo exercício:

Temperatura = 10 3 K; Kp = 2,8.10 2,

OBS.: R é igual a 0,082 1 o Passo: Determinar o valor do ∆n pela subtração do coeficiente do produto pela soma dos coeficientes dos reagentes. Δn = 2 – (2 + 1) Δn = 2 – 3 Δn = -1 2 o Passo: Utilizar os valores fornecidos e encontrados na expressão do Kp abaixo: Kp = Kc.(R.T) Δn 2,8.10 2 = Kc.

Como podemos determinar o valor da velocidade?

Embora a rapidez e a velocidade sejam palavras frequentemente usadas de forma indistinta, em Física são conceitos diferentes. A velocidade (v) é uma grandeza vetorial que mede o deslocamento (ou alteração na posição, Δs) sobre a alteração no tempo (Δt) representado pela equação v = Δs/Δt.

Como calcular a taxa de reação?

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Em química e mais especificamente na área de cinética química taxa de reação ou, um tanto impropriamente¹, velocidade de reação é uma medida da rapidez com que uma reação se efetua. De modo mais preciso, é a taxa de variação das concentrações dos reagentes e produtos, divididos pelos respectivos coeficientes estequiométricos, independentemente do sinal algébrico obtido,

Qual será a velocidade média da reação no intervalo de 2 a 5 minutos?

Alternativa ‘a’. A velocidade média da reação no intervalo de 2 a 5 minutos é: a) 0,3 mol/L.