Como Calcular Depreciação De Veículos?

Como Calcular Depreciação De Veículos

Como fazer o cálculo de depreciação de um veículo?

Dessa forma, a cada ano de vida, um carro perde 20% do seu valor até chegar a 0. Isso significa que também perde ao redor de 1,666667% ao mês. Portanto, basta contar a idade do automóvel e calcular sua depreciação usando esses valores (20% para anos e 1,666667% para meses).

Como fazer o cálculo de depreciação?

Depreciação anual = (custo de aquisição – valor residual) / anos de vida útil. Para realização deste cálculo, utilizamos o valor da aquisição, que é identificado pela nota de compra e o valor residual, juntamente com os anos de vida útil, que são valores estimados.

Como fazer o cálculo de depreciação mensal?

Como calcular a depreciação? – Há diversas maneiras de calcular a depreciação de um bem ao longo da sua vida útil. As empresas podem escolher qual método usar para realizar esse cálculo. Dessa maneira, ela pode decidir qual método reflete melhor o padrão de consumo do bem e o que trouxer mais benefícios contábeis para si.

Método da linha reta Método dos saldos decrescentes Método de unidades produzidas.

Se não souber qual é o mais adequado para sua empresa, recomendamos contratar uma contabilidade consultiva, que o auxiliará a tomar as decisões contábeis, mitigando riscos, otimizando os impostos e criando as melhores estratégias para sua empresa. Entenda o funcionamento de cada método:

Método da linha reta

É o cálculo mais utilizado para calcular a depreciação, devido ser o método mais simples. Nele, a depreciação encontrada resulta numa despesa constante durante a vida útil do ativo, salvo quando seu valor residual é alterado. Nesse caso, a depreciação envolve apenas o tempo, não o ativo em questão.

Método dos saldos decrescentes

Esse método resulta em despesa decrescente durante a vida útil. Ou seja, no início da vida útil de um ativo, o valor da depreciação é maior do que ao final. Isso porque a redução acontece de forma progressiva, conforme o bem envelhece. Nesse método, a taxa percentual usada para o cálculo é constante durante os períodos.

Método de unidades produzidas

Esse método resulta na despesa baseada no uso ou produção esperados pelo ativo imobilizado. Dessa forma, para definir o valor da depreciação, usa-se a fórmula: Depreciação = valor original do bem x taxa de depreciação Já para descobrir a taxa de depreciação e usa-se a fórmula: Taxa de depreciação = número de unidades produzidas no período / número de unidades previstas para serem produzidas durante a vida útil do bem.

Como calcular depreciação em 5 anos?

Método Acelerado – Este método parte do pressuposto que o ativo perde mais valor no primeiro ano que nos próximos, Para colocar isso no cálculo de depreciação, os anos são somados e cada ano vai corresponder a uma fração do valor decrescente pela soma total dos anos.

Da = Depreciação anual VN = Valor novo VR = Valor Residual Nd = numeração do ano da vida útil em ordem decrescente TN = Soma dos anos de vida útil

Como esse método nunca chega a zero, é natural que ele seja substituído pelo Método de Linha Reta no final da vida útil.

Como fazer cálculo de depreciação no Excel?

BD, BDV, BDD e DPD (cálculos de depreciação) A função BD(DB) serve para calcular a depreciação de um ativo em um período especificado, usando o método aritmético de depreciação de saldo. Temos como sintaxe: BD(custo; valor residual; validade; periodo ) cujos parâmetros significam:

  • custo: O custo inicial do ativo.
  • recuperacao: O valor do ativo no final da depreciação.
  • duracao: O número de períodos em que o ativo é depreciado.
  • periodo: O período único dentro de duracao sobre o qual calcular a depreciação.
  • mes : O número de meses no primeiro ano de depreciação.

Devemos levar em conta que a duracao e o periodo precisam ser medidos com as mesmas unidades, por exemplo, se nossa duração é em dias o período precisa ser em dias, se for em ciclos, nosso período precisa ser em ciclos e assim por diante. Vejamos no vídeo abaixo como utilizar este recurso, levando em conta que temos um Computador que custou inicialmente R$ 5000,00 e que ao final do período de 5 anos custará R$ 1000,00.

1º ANO R$ 3.625,00
2º ANO R$ 2.628,12
3º ANO R$ 1.905,39
4º ANO R$ 1.381,41
5º ANO R$ 1.001,52

Como depreciar um bem usado?

DEPRECIAÇÃO DE VEÍCULO COMPRADO DE TERCEIROS ( USADO) – Contabilidade Depreciação de bens usados Art.322. A taxa anual de de bens adquiridos usados será fixada tendo em vista o maior dos seguintes prazos:I – a metade da vida útil admissível para o bem adquirido novo; ouII- o restante da vida útil, considerada esta em relação à primeira instalaçãopara utilização do bem. Metade da vida útil admissível para o bem adquirido novo Bem comprado novo: R$100.000,00Tempo de vida útil: 5 anosCompra pela outra empresa feita após 3 anos de uso do bem pelo valor de R$ 70.000,00Prazo de vida útil restante para fins de depreciação do bem: 2 anos e meio.Depreciação anual: R$ 28.000,00 >> R$ 70.000,00 divididos por 2,5 anosDepreciação mensal: R$ 2.333,33= R$ 70.000,00 / 30 meses COMO A METADE DA VIDA ÚTIL DO BEM (2,5 ANOS) É MAIOR QUE O TEMPO RESTANTE DE VIDA ÚTIL (2 ANOS), O PRAZO A SERCONSIDERADO É DE DOIS ANOS E MEIO.Lançamento Contábil:D – Depreciação (Conta de Resultado) R$ 2.333,33C – Depreciação Acumulada (Conta Redutora do Ativo Imobilizado) R$2.333,33Essa contabilização deve ser feita mensalmente pelo prazo de vida útil considerado, ou seja, 2 anos e meio.Restante devida útil do bem, considerada em relação à primeira instalação para utilização Bem comprado novo: R$100.000,00Tempo de vida útil: 10 anosCompra pela outra empresa feita após 2 anos de uso do bem pelo valor de R$ 70.000,00Prazo de vida útil restante para fins de depreciação do bem: 8 anos.Depreciação anual: R$ 8.750,00 >> R$ 70.000,00 divididos por 8 anosDepreciação mensal: R$ 729,17 =R$ 70.000,00 / 96 mesesCOMO O TEMPO RESTANTE DE VIDA ÚTIL (8 ANOS)É MAIOR QUE A METADE DA VIDA ÚTIL DO BEM (5 ANOS), O PRAZO A SER CONSIDERADO ÉDE OITO ANOS.Lançamento Contábil: D – Depreciação (Conta de Resultado) R$ 729,17C – Depreciação Acumulada (Conta Redutora do Ativo Imobilizado) R$729,17Essa contabilização deve ser feita mensalmente pelo prazo de vida útil considerado, ou seja, 8 anos Bem usado adquirido totalmente depreciado Caso um bem já esteja totalmente depreciado, e uma outra empresa venha a comprá-lo, a empresacompradora não pode mais depreciar esse bem.Pontos de atenção Ao adquirir um bem usado, a empresa deve munir-se de documentos que comprove a época da compra desse bemnovo ou em que ele foi instalado para utilização pela primeira vez.Esse cuidado é importante porque, se da data da compra até a da sua última aquisição, tiver decorridoprazo menor à metade da vida útil normal admitida para o bem novo, deveprevalecer, para fins de depreciação, o prazo restante da vida útil.Por outro lado, isto é, se já houver passado prazo igual ou maior do que a metade da vida útil normal,prevalece, para fins de depreciação, o prazo correspondente à metade da vidaútil admissível para o bem novo. Carlos AlbertoContador MBA – Controladoria Estratégica-FECAP : DEPRECIAÇÃO DE VEÍCULO COMPRADO DE TERCEIROS ( USADO) – Contabilidade

Qual a taxa de depreciação?

Taxa de depreciação de máquinas e equipamentos – Receita Federal

BENS DEPRECIÁVEIS TAXA ANUAL DE DEPRECIAÇÃO (%)
Instalações. 10%
Edificações. 4%
Cartões magnéticos. 33,3%
Veículos para inspeção e manutenção de vias. 10%

Qual o método de depreciação mais utilizado no Brasil?

Depreciação linear A depreciação linear considera que a perda de valor ocorre de forma linear ao longo do tempo. É a forma de depreciação mais básica e mais utilizada por empresas para o cálculo de valor do seu patrimônio.

Quem define a taxa de depreciação?

Impacto no cálculo de impostos – A contabilização da depreciação do ativo da empresa é importante não apenas para aumentar o controle sobre as finanças e os riscos, mas sobretudo por ter impacto direto no cálculo dos impostos do Lucro Real. Regras para registrar a depreciação Para fins tributários, a depreciação deve ser registrada no balanço das empresas de acordo com as regras e os limites estabelecidos na legislação fiscal.

  • É a Receita Federal quem determina qual a vida útil estimada de um bem e, com base nela, sua taxa anual de depreciação.
  • A depreciação pode começar a ser contada a partir da instalação do bem e, ao final do período de vida útil, não poderá ultrapassar o custo de aquisição do ativo.
  • De acordo com as tabelas da Receita Federal, a estimativa de vida útil é de 25 anos no caso dos imóveis, de 5 anos no caso dos veículos e dos computadores e de 10 anos para a maioria das máquinas, equipamentos, móveis e utensílios.

A tabela abaixo mostra a taxa de depreciação anual de alguns dos principais bens, segundo as regras da Receita.

Bem Taxa anual Anos de vida útil
Edifícios 4% 25
Ferramentas 15% 6
Máquinas e Equipamentos 10% 10
Instalações 10% 10
Móveis e Utensílios 10% 10
Veículos até 10 passageiros 20% 5
Veículos de carga 25% 4
Computadores 20% 5

A existência de uma tabela da Receita Federal não impede a empresa de computar uma quota diferente, que seja mais compatível às condições efetivas de depreciação de seus bens. No entanto, se usar uma taxa baseada em uma expectativa diferente de vida útil, será necessário comprovar essa adequação. : Depreciação

Como depreciar imobilizado?

Início e fim da depreciação – O ativo imobilizado começa a ser depreciado quando ele está no local, instalado e em condição de uso de acordo com o planejado pela empresa. Termina quando o ativo é classificado como mantido para venda ou quando ele é baixado.

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Qual o valor mínimo para depreciar um bem?

Valor mínimo para Imobilização do Ativo Imobilizado – De acordo com o regulamento do Imposto de Renda (art.301), poderá ser deduzido diretamente como despesa, os bens cujo prazo de vida útil seja inferior ao período de 1 ano (sem limite de valor de aquisição) ou cujo custo unitário seja inferior a R$ 1.200,00.

Qual a taxa de depreciação do imobilizado?

– A legislação do Imposto de Renda reconhece a dedutibilidade, como custo ou despesa operacional das pessoas jurídicas submetidas a tributação com base no lucro real, de importância correspondente a diminuição do valor de bens do Ativo Imobilizado, resultante do desgaste por uso, ação da natureza e obsolescência normal (art.305 do RIR/99).

  1. Salienta-se que:
  2. a) a depreciação poderá ser utilizada pelo contribuinte que suportar o encargo econômico do desgaste ou da obsolescência, de acordo com as condições de propriedade, posse ou uso do bem;
  3. b) a quota de depreciação é dedutível a partir da época em que o bem for instalado, posto em serviço ou em condições de produzir;
  4. c) em qualquer hipótese, o montante acumulado das quotas de depreciação não poderá ultrapassar o custo de aquisição do bem, corrigido monetariamente até 31 de dezembro de 1995 (quando se tratar de bem adquirido até essa data).

Conforme a Resolução CFC 1.027 de 15 de abril de 2005, que aprovou a NBC T 19.5 Depreciação, Amortização e Exaustão, o valor depreciável, amortizável e exaurível de um ativo deverá ser apropriado, sistematicamente, durante sua vida útil, período de uso ou volume de produção.

  1. Indedutibilidade do encargo de depreciação a partir de 1996 A partir de janeiro de 1996 é indedutível a depreciação de bens móveis ou imóveis que não sejam relacionados intrinsecamente com a produção ou a comercialização de bens e serviços.
  2. A depreciação de bens não relacionados com as atividades da pessoa jurídica não é dedutível, tanto para fins de apuração do lucro real como da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro (art.13, inciso III, da Lei 9.249/95).

Poderão ser depreciados todos os bens físicos sujeitos a desgaste pelo uso ou por causas naturais ou obsolescência normal, inclusive edifícios e construções, bem como as florestas destinadas a exploração dos respectivos frutos (art.307 do RIR/99).

  • No tocante a depreciação de edifícios e construções, observa-se que o art.307 do RIR/99 estabelece que:
  • a) a quota de depreciação é dedutível a partir da época da conclusão e do inicio da utilização;
  • b) o valor das edificações deverão estar destacados do custo de aquisição do terreno, admitindo-se o destaque baseado em laudo pericial.

Portanto, para que possa ser objeto de depreciação, o valor das edificações deverão estar destacados do valor do terreno, com base em documentação idônea. No caso de imóvel adquirido já construído, se na escritura de compra e venda não houver esse destaque, para que seja possível a depreciação da edificação, precisará ser providenciado um laudo pericial que determine a parcela do valor do imóvel que corresponde a edificação.

Segundo a Resolução CFC 1.027 de 15 de abril de 2005, que aprovou a NBC T 19.5 Depreciação, Amortização e Exaustão, os terrenos e construções são ativos que deverão ser registrados separadamente, mesmo quando adquiridos em conjunto. Com algumas exceções, tais como pedreiras e aterros, os terrenos têm vida útil ilimitada e não deverão ser depreciados.

As construções têm vida limitada e deverão ser depreciadas. Aumento no valor do terreno no qual a construção está situada não afeta a determinação do valor depreciável do edifício. Quando o custo do terreno incluir gastos de demolição, remoção e recuperação do local, essa parcela do ativo terreno será amortizada ao longo do período de obtenção de benefícios por aqueles custos incorridos.

  1. Os animais que deverão ser classificados no Ativo Imobilizado das empresas agropecuárias serão os seguintes (PN CST 57/76):
  2. a) animais de trabalho (compreendendo eqüinos, bovinos e outros destinados ao trabalho agrícola, sela ou transporte);
  3. b) reprodutores e matrizes.
  4. Tratando-se de bens físicos cuja vida útil é de duração limitada, não resta dúvida de que é perfeitamente admissível a depreciação de tais animais, uma vez que com o decorrer do tempo vão perdendo paulatinamente a sua capacidade de trabalho ou de reprodução.

Obs.: (art.314 do RIR/99): Para fins de apuração do lucro real, os bens do Ativo Imobilizado da empresa rural, exceto a terra nua, quando destinados à produção, poderão ser depreciados integralmente no ano da aquisição, observadas as regras da depreciação acelerada a titulo de incentivo fiscal.

  • Não podem ser depreciados (art.307, § único, do RIR/99):
  • a) terrenos, salvo em relação aos melhoramentos ou construções;
  • b) prédios e construções não alugados nem utilizados na produção dos rendimentos da empresa ou destinados a revenda;
  • c) bens que normalmente aumentam de valor com o tempo, como obras de arte e) antigüidades;
  • d) bens para os quais sejam registrados quotas de exaustão.

O Decreto 3.000/99 (RIR/99) estabelece, no caput de seu art.310, que a taxa anual de depreciação será fixada em função do prazo durante o qual se possa esperar a utilização econômica do bem pelo contribuinte na produção de seus rendimentos. O § 1 º do referido artigo determina que a Secretaria da Receita Federal publicará periodicamente o prazo de vida útil admissível, em condições normais ou médias para cada espécie de bem.

  1. a) o uso esperado do ativo, que deve ser avaliado com base na capacidade esperada ou na produção física do ativo;
  2. b) o desgaste físico esperado, que depende de fatores operacionais, tais como o número de turnos durante os quais o ativo será usado, o programa de reparo e manutenção, inclusive enquanto estiver ocioso;
  3. c) a obsolescência tecnológica resultante de mudanças ou aperfeiçoamentos na produção ou mudanças na demanda no mercado pelo produto ou serviço produzido pelo ativo; e
  4. d) os limites legais ou semelhantes sobre o uso do ativo, tais como datas de expiração dos respectivos arrendamentos, permissões de exploração ou concessões.
  5. A vida útil, o período de uso e o volume de produção de um ativo podem ser mais curtos do que a sua vida econômica quando a política de administração dos ativos de uma entidade incluir a sua venda depois de um determinado período ou depois do consumo de uma certa proporção dos benefícios econômicos incorporados no ativo.
  6. TAXAS MAIS USUAIS

Computadores e Periféricos – Hardware,20% Edifícios e benfeitorias,4% Instalações.10% Maquinários.10% Moveis e Utensílios,10% Semoventes – Animais de tração.20% Veículos Automotores: Caminhões fora-de-estrada,25% Motociclos,25% Tratores.25% Veículos de passageiros (até 9 pessoas).20% Veículos de passageiros (10 pessoas ou mais).25% Veículos para transporte de mercadorias.25% TAXA APLICÁVEIS AS ENTIDADES DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR Conforme dispõe a Portaria nº 168/96, da Secretaria de Previdência Complementar, a partir de 01.01.96 deverão ser aplicadas as seguintes taxas anuais de depreciação nos bens móveis e imóveis das Entidades de Previdência Complementar: Bens imóveis (exceto terrenos),2% Instalações em geral,10% Instalações elétricas,20% Móveis, utensílios, máquinas e equipamentos de uso,10% Sistemas de comunicação (exclusive direito de uso),10% Sistemas de segurança (exclusive veículos),10% Computadores e periféricos (hardware),20% Veículos,20% Utilitário (automóvel),33% Ambulância,33% Ventilador – refrigerador de ar,25% Aparelho cinematográfico (som e projeção),15% Nota: Os bens ou equipamentos das Entidades do Sistema de Previdência Complementar não relacionados nesta tabela, serão depreciados de acordo com as taxas anuais admitidas pela jurisprudência administrativa do Imposto de Renda divulgadas pela Receita Federal.

É assegurado a empresa o direito de computar a quota efetivamente adequada as condições de depreciação de seus bens, mediante utilização de taxas diferentes das que foram mencionadas, desde que faça prova dessa adequação (art.310, par.1 º do RIR/99). De acordo com o par.2 º do art.310 do RIR/99, no caso de dúvida, o contribuinte poderá pedir perícia do Instituto Nacional de Tecnologia, ou ainda de entidade oficial de pesquisa cientifica ou tecnológica, prevalecendo os prazos de vida útil recomendados por essas instituições, enquanto não forem alterados por decisão administrativa superior ou por sentença judicial, baseadas, igualmente, em laudo técnico idôneo.

O Instituto Nacional de Tecnologia (INT), órgão ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, emite parecer técnico sobre uso de taxas de depreciação das usuais, devendo o interessado enviar sua consulta para a sede desse órgão, na Av. Venezuela, 82, sala 207-A, CEP 20081-310 – Rio de Janeiro (RJ), ou fazê-la por telefone (021) 296-6611, Fax (021) 263-6552 – Setor de Avaliações Técnicas.

  • Para os bens adquiridos usados, o prazo de vida útil admissível para fins de depreciação é o maior dentre os seguintes (art.311 do RIR/99):
  • a) metade do prazo de vida útil admissível para o bem adquirido novo;
  • b) restante do prazo de vida útil do bem, considerado este em relação a primeira instalação para utilização.

Desse modo, ao adquirir um bem usado, a empresa deverá munir-se de documento que comprove a época em que ele foi instalado para utilização pela primeira vez, porque se dessa data até a da sua última aquisição tiver decorrido prazo inferior a metade da vida útil normal admitida para o bem novo, para efeito de depreciação, deverá prevalecer o prazo restante da vida útil.

  1. EXEMPLOS
  2. I – Se uma empresa adquire um veiculo (cujo prazo de vida útil admitido para o bem adquirido novo é de 5 anos) após ter ele sido usado durante 3 anos pela vendedora, o prazo admissível para sua depreciação é de 2 anos e meio, devendo, portanto, utilizar a taxa anual de 40%.
  3. II – Em outra hipótese, considerando a aquisição de um equipamento usado (cujo prazo de vida útil admitido para o equipamento novo seja de 10 anos), após ter sido utilizado pela vendedora (que o adquiriu novo) durante 2 anos, a empresa que o adquiriu usado deverá respeitar, para efeito de sua depreciação, o prazo mínimo de 8 anos (prazo restante considerado em relação a primeira aquisição), sendo então aplicável a taxa anual de 12,5%.
  4. UTILIZADOS NA EXPLORAÇÃO MINERAL OU FLORESTAL

Tratando-se de bens aplicados exclusivamente na exploração de minas, jazidas e florestas, cujo período de exploração total seja inferior ao tempo de vida útil desses bens a quota de depreciação poderá ser determinada, opcionalmente, em função do prazo de concessão ou do contrato de exploração ou, ainda, em função do volume da produção de cada ano e sua relação com a possança da mina ou dimensão da floresta explorada (art.309, par.3 º do RIR/99).

DE INSTALAÇÕES OU EQUIPAMENTOS Quando o registro do imobilizado for feito por conjunto de instalação ou equipamentos, sem especificações suficiente para permitir aplicar as diferentes taxas de depreciação de acordo com a natureza do bem, e o contribuinte não tiver elementos para justificar as taxas médias adotadas para o conjunto, será obrigado a utilizar as taxas aplicáveis aos bens de maior vida útil que integrem o conjunto (art.310, par.3 º, do RIR/99).

EM FUNÇÃO DE HORAS /OPERAÇÃO Para a depreciação de bens móveis, as taxas normais admitidas poderão ser majoradas em função do número de horas diárias de operação, mediante aplicação dos seguintes coeficientes (art.312 do RIR/99):

  • a) um turno de 8 horas = 1,0
  • b) dois turnos de 8 horas = 1,5
  • c) três turnos de 8 horas = 2,0
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Assim, por exemplo, um equipamento para o qual seja admitida a taxa normal de 10% ao ano poderá ser depreciado a taxa de 15% ao ano, se operar regularmente 16 horas por dia. E, se esse bem operar regularmente 24 horas por dia, poderá ser depreciado a taxa de 20% ao ano.

  1. Não é exigida autorização prévia para que a empresa possa efetuar a depreciação acelerada em função do número de horas diárias de operação.
  2. Entretanto, o Fisco poderá, posteriormente, exigir a justificação da aplicação das taxas aceleradas, devendo, neste caso, a empresa comprovar que, no período em que adotou referidas taxas, os bens realmente estiveram em operação em 2 ou 3 turnos diários de 8 horas, conforme o caso.
  3. De acordo com a aplicação da SRF “Plantão Fiscal – Perguntas e Respostas – IRPJ – 1990” (resposta a pergunta nº 265), para tal comprovação poderão ser utilizados, dentre outros, os seguintes elementos:
  4. a) folha de pagamento relativa a 2 ou 3 operadores diários para um mesmo equipamento que necessite de um único operador durante o período de 8 horas;
  5. b) produção condizente com o número de horas de operação do equipamento;
  6. c) consumo de energia elétrica compatível com o regime de horas de operação.
  • A titulo de incentivo fiscal, tem sido concedido a determinados tipos de indústria ou determinadas atividades o beneficio da depreciação acelerada de bens, consistente na dedução, para fins de apuração do lucro real (no LALUR), de uma quota adicional de depreciação não vinculada ao prazo de vida útil dos bens.
  • Registros no LALUR
  • A todos os casos de depreciação acelerada incentivada aplicam-se as seguintes normas (art.313 do RIR/99):
  • I – os bens objeto de depreciação acelerada incentivada são, na escrituração comercial, depreciados mediante aplicação das taxas admitidas em função do prazo de sua vida útil, pois o gozo do beneficio fiscal dá-se mediante registro da parcela adicional de depreciação, como exclusão do lucro liquido, na parte A do Livro de Apuração do Lucro Real ;
  • II – a parcela de depreciação acelerada, excluída do lucro liquido, na parte A do LALUR, deverá ser também registrada em folha própria na parte B do LALUR;

III – a partir do período-base em que a soma da depreciação acumulada normal, registrada na escrituração comercial, somada com a depreciação acumulada incentivada, registrada no LALUR, atingir 100% do custo de aquisição do bem, corrigido monetariamente até 31.12.95 (no caso de bens adquiridos até essa data), a depreciação normal, que for registrada na escrituração comercial, deverá ser adicionada ao lucro liquido para efeito de determinação do lucro real.

  1. Não-cumulatividade de benefícios
  2. O benefício fiscal da depreciação acelerada previsto em determinado dispositivo legal não pode ser usufruído cumulativamente com outro de igual natureza previsto na legislação, em relação a um mesmo bem.
  3. Todavia, a depreciação acelerada a titulo de incentivo fiscal pode ser perfeitamente usufruída cumulativamente com a depreciação acelerada, em função do número de horas de trabalho.

Segundo o PN CST nº 79/76, a empresa tem a faculdade de utilizar, em qualquer período-base, taxas inferiores as admitidas, ou até mesmo deixar de computar a depreciação, já que, para efeitos fiscais, a dedução de tal encargo é uma faculdade e não uma obrigação.

  • O “Plantão Fiscal Perguntas e Respostas – IRPJ – 1990” (respostas a pergunta nº 257) afirma, reportando-se ao PN CST nº 79/76, que cabe a empresa, técnicamente falando, registrar a quota efetivamente incorrida segundo as condições de utilização do bem, e que “não se justifica nem será admissível qualquer recuperação de quotas não utilizadas anteriormente”.
  • Nesse mesmo pronunciamento, o Fisco ressalva ser admitida quota acima da usualmente utilizada, desde que o contribuinte prove a sua adequação em função da utilização do bem em condições adversas em determinado período, e não decorrente de simples “recuperação”.

A quota de depreciação registrável na escrituração, como custo ou despesa operacional, é determinada mediante aplicação da taxa admitida sobre o custo de aquisição dos bens (corrigido monetariamente até 31.12.95, no caso de bens adquiridos até essa data).

A quota anual (resultante da aplicação da taxa anual sobre o custo dos bens) deverá ser ajustada proporcionalmente no caso de período-base com duração inferior a doze meses, e de bem acrescido ao ativo, ou dele baixado, no curso do período-base (art.309, 1 º, do RIR/99). Em caso de apuração mensal, apropria-se a depreciação em quotas mensais (um duodécimo da quota anual), dispensando o ajuste da taxa para os bens postos em funcionamento ou baixados no curso do mês (art.309, 2 º, do RIR/99).

A Resolução CFC 1.027/2005, que aprovou a NBC T 19.5 – Depreciação, Amortização e Exaustão, expediu as seguintes orientações:

  1. – O método de depreciação, amortização e exaustão usado deverá refletir o padrão previsto de consumo pela entidade dos benefícios econômicos futuros do ativo e ser aplicado uniformemente;
  2. – O método de depreciação, amortização e exaustão aplicado ao ativo deverá ser revisado, pelo menos, no final de cada exercício e, quando existir mudança significativa no padrão esperado de consumo dos benefícios econômicos futuros incorporados ao ativo, o método deverá ser mudado para refletir a mudança de padrão;
  3. – Dentre os métodos de cálculo dos encargos de depreciação, amortização e exaustão destacam-se:
  4. a) o método linear que resulta numa despesa constante durante a vida útil, se o valor residual do ativo não mudar;
  5. b) o método dos saldos decrescentes que resulta em despesa decrescente durante a vida útil;
  6. c) o método das unidades produzidas que resulta em despesa baseada na expectativa de produção.
  7. Exemplo de cálculo
  8. Balanço Patrimonial em 31/12/2004
  9. ATIVO
  10. Ativo Permanente
  11. Ativo Permanente Imobilizado
  12. Máquina 10.000,00
  13. Depreciação Acumulada de Máquina (6.000,00)
  14. * Valor contábil: 4.000,00
  15. A conta Máquina registrada no Ativo Permanente Imobilizado já foi depreciada em 60% do seu valor de aquisição, representada por 6 anos de atividade na empresa, visto a taxa de depreciação normal ser de 10% ao ano.
  16. A seguir vamos calcular e apropriar em 31/12/2005, o encargo de depreciação anual relativo ao exercício de 2005, que será efetuado da seguinte forma:
  17. Máquina 10.000,00
  18. (x) Taxa anual de 10%
  19. (=) Encargo de depreciação do exercício 2005 = 1.000,00
  20. Contabilização:
CONTAS DÉBITO CRÉDITO
Depreciação (custo ou despesa) 1.000,00
Depreciação Acumulada de Máquina 1.000,00

ul>

  • Balanço Patrimonial em 31/12/2005
  • ATIVO
  • Ativo Permanente
  • Ativo Permanente Imobilizado
  • Máquina 10.000,00
  • Depreciação Acumulada de Máquina (7.000,00)
  • * Valor contábil: 3.000,00
  • 16.1 PERMANÊNCIA NA CONTABILIDADE O simples fato de a depreciação acumulada de um bem do Ativo Imobilizado haver atingido 100% do custo do bem, corrigido monetariamente, não autoriza a sua baixa contábil, ainda que o bem tenha se tornado imprestável para a finalidade a que se destinava.

    Isto porque a baixa contábil só poderá ser efetuada quando o bem for baixado fisicamente, isto é, sair em definitivo do patrimônio da empresa (PN CST 146/75). Enquanto não ocorrer a baixa física do bem, devem permanecer registrados na escrituração o seu custo de aquisição e a respectiva depreciação acumulada, embora o seu valor contábil (custo corrigido menos a depreciação acumulada) seja zero.

    Apesar de permanecerem registrados no Ativo Imobilizado, os bens cuja depreciação acumulada já tenha atingido 100% do custo corrigido não poderão mais, obviamente, ser objeto de cálculo de quotas de depreciação (par.3 º do art.305 do RIR/99). A baixa contábil de bem totalmente depreciado somente será admitida quando ocorrer a sua baixa física.

    Importa observar que o PN CST 146/75 esclareceu que, embora a lei não imponha formalidade especial para a eliminação do ativo, em qualquer caso fica o contribuinte sujeito a comprovar, pela forma estabelecida nas leis comerciais e fiscais, o ato ou fato econômico que serviu de base aos lançamentos contábeis efetuados.

    O que o Fisco quis dizer é que os registros contábeis deverão estar lastreados em documentação hábil e idônea. A propósito, veja-se o que diz o art.923 do RIR/99 (cuja matriz legal é o par.1 º do art.9º do Decreto Lei 1.598/77): ” par,1 º – A escrituração mantida com observância das disposições legais faz prova a favor do contribuinte dos fatos nela registrados e comprovados por documentos hábeis, segundo sua natureza, ou assim definidos em preceitos legais.” Normalmente, a baixa física de um bem do Ativo Imobilizado decorre da sua venda, ainda que como sucata, hipótese em que a nota fiscal de venda será o documento hábil a comprovar a baixa física e lastrear a baixa contábil.

    1. Estando o bem totalmente depreciado, todo o valor obtido na sua venda constituirá ganho de capital tributável.
    2. Jurisprudência: É aceito Laudo de autoridade fiscal chamada ao local para certificar a destruição ou falta do bem ( AC.1ºCC 101-76.186/85 – DOU 13/01/1988).
    3. A Resolução CFC 1.025/2005, que aprovou a NBC T 19.1 Imobilizado, expediu orientações sobre as baixas, determinando que o valor contábil de um bem do ativo imobilizado deverá ser baixado quando alienado ou quando não se prevê obter benefícios econômicos futuros com seu uso ou venda.

    Os ganhos ou perdas decorrentes da baixa de um bem do ativo imobilizado deverão ser reconhecidos no resultado não-operacional quando o bem for baixado. : DEPRECIAÇÃO DE BENS DO ATIVO IMOBILIZADO

    Como calcular o tempo de vida útil de um bem?

    Em primeiro lugar, é importante entender como a vida útil de um bem é calculada. O cálculo é feito através da seguinte equação: Vida útil (VU) = anos x horas de uso por ano.

    O que é o fator de depreciação?

    Como é obtido o fator de depreciação? – O fator de depreciação (ou de manutenção ), conforme já citamos, é o número que nasce da relação entre o fluxo emitido da fonte de luz no fim do período de manutenção da luminária e o fluxo luminoso inicial desta mesma luminária.

    • Ele é importante para ser considerado no dimensionamento dos sistemas de iluminação.
    • É ele que indica qual será a perda luminosa em função do tipo de ambiente e da atividade nele desenvolvida.
    • Importante ressaltar que o fator de depreciação máximo, quando o ambiente é quase perfeito para iluminação, deve ser 0,80 a 0,85.
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    Como por exemplo, escritórios com manutenção e/ou limpeza praticamente diárias. Portanto, os valores que geralmente são utilizados são de 0,85 para as melhores condições e 0,6 nas piores, para efeito de cálculo.

    O que é o valor residual na depreciação?

    O que é valor residual? – Entende-se por valor residual como sendo o valor restante de um patrimônio após a sua depreciação completa, no final da sua vida útil, ou o tempo padrão para o seu uso. É diferente de um bem que não tem mais utilidade e precisa ser descartado, por exemplo.

    1. O valor residual pode não ser o fator que leva ao descarte de um bem porque raramente ele tem perda total após esse período.
    2. Por exemplo, muitos carros com mais de 20 anos ainda circulam pelas ruas.
    3. O seu tempo padrão de uso já acabou, mas ainda tem valor residual nele porque ainda há estado de conservação.

    Por essa lógica, muitos veículos têm isenção de Propriedades de Veículos Automotores (IPVA) porque quanto menor o valor residual de um bem, o seu imposto também será menor. Essa lógica também se aplica para determinar o valor do seguro de um veículo pois é baseado no seu valor de mercado.

    O que é a depreciação acumulada?

    O que é depreciação acumulada? – Praticamente todos os bens que nós adquirimos possuem uma vida útil devido ao uso frequente, além da obsolência e desgaste natural. Seja um computador, uma retroescavadeira, uma máquina de impressão, cadeiras, pisos, carro e dezenas de outros produtos, incluindo insumos e maquinários.

    • Desta forma, a depreciação acumulada nada mais é do que o cálculo sobre quanto determinado bem dura e qual o valor das perdas, seja por hora ou ano.
    • No entanto, na contabilidade, o cálculo sobre a desvalorização segue uma tabela de depreciação de bens estabelecida pela Receita Federal no artigo 305 do RIR/99.

    Segundo o documento, as máquinas e equipamentos começam a depreciar após dez anos de uso e os carros com cinco anos. Ainda, os móveis e utensílios ao atingirem 10 anos e os imóveis a partir de 25 anos após a construção. Apesar disso, a tabela de depreciação de bens não é obrigatória nos cálculos.

    O que é planilha de depreciação?

    Planilha Ativo Imobilizado em Excel | Depreciação e Valor Residual O modelo de preenchimento da planilha de depreciação do ativo imobilizado, A depreciação é o resultado do custo ou a despesa decorrente do desgaste ou da obsolescência dos ativos imobilizados.

    A planilha tem por finalidade o controle dos bens ativos fixos considerando a depreciação mensal e acumulada, também, leva-se em consideração o valor residual do bem. Existem duas sub-classes que compreendem o Ativo Fixo: tangíveis e intangíveis, ou em um português mais simples, são os ativos palpáveis e os não palpáveis.

    Ativos Tangíveis : podemos definir como ativos palpáveis, aqueles objetos que possuem materialidade, como mobília, equipamentos, prédios, bosques madeireiros e poços de petróleo. Tudo o que uma empresa possui de propriedade física e que se constitui de uma grande importância para o bom funcionamento dela, é chamado de ativo fixo tangível.

    Ativos Intangíveis : englobam as propriedades abstratas, aquelas que não podem ser tocadas, e são representadas por direitos de ordem jurídica ou econômica. A marca de uma empresa, como a Coca-Cola, bem como direitos de patentes e nomes, se configura como um ativo fixo intangível. Outro exemplo são os direitos autorais que uma editora possui sobre a publicação de seus livros.

    Em outra definição, o Ativo Fixo constitui-se de bens e direitos de caráter permanente que não são passiveis de venda a curto ou médio prazo. Também pode designar os direitos que uma empresa tem a receber a longo prazo. O uso do imobilizado determina uma depreciação, de tal forma que, ao fim de certo tempo, deve ser reposto.

    Esse custo de reposição não pode ser computado de um momento para outro, mas deve ser distribuído ao longo de sua vida útil. O que resultará no valor residual : que é o montante líquido que a entidade espera, com razoável segurança, obter por um ativo no fim de sua vida útil, deduzidos os custos esperados para sua venda.

    Abaixo está o link para efetuar o download, assim como, o vídeo tutorial e o passo a passo das principais células da planilha. Link para download : Quer mais? Acesse a relação de e o, Para facilitar o processo de controle do ativo fixo, segue o tutorial.

    Na aba cadastro estão os Itens do Bem Ativo Imobilizado/Intangível: Com base na instrução normativa divulgada pela Receita Federal do Brasil, o usuário será capaz de encontrar o NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul) para relacionar o item com as taxas e prazos de depreciação. Informe a data de aquisição do bem; Se preferir forneça o número da nota fiscal e razão social do fornecedor ; Descrição detalhada do bem, tais como: modelo, numeração, cor, etc. Enfim, algo que indique qual o bem que será depreciado; Digite a quantidade e valor de compra, conforme nota fiscal; Insira o valor do CIAP (Controle de Crédito do Ativo Permanente) e o item possui direito ao crédito e houve destaque do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) na nota fiscal; Apenas informe a data e valor quando houver a baixa do bem,

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    Como se depreciar?

    Método da Soma dos Dígitos –

    • O método da soma dos dígitos dos anos, ou em contas decrescentes, prevê uma desvalorização mais acentuada nos primeiros anos, portanto não linear.
    • É um cálculo mais complexo.
    • Primeiro, soma-se os algarismos do período de vida útil de um bem.
    • Por exemplo, se for de cinco anos, esse valor será 15 (afinal, 1 + 2 + 3 + 4 + 5 = 15).
    • Para determinar a depreciação de cada ano, multiplica-se o valor a ser depreciado por uma fração na qual:
    • O denominado r (número de baixo) é a soma dos dígitos.
    • O numerador (número de cima), no primeiro ano, é o total de anos da vida útil restante a cada ano.

    Por exemplo, se um bem vai perder R$ 50.000 em cinco anos, teremos:

    Primeiro ano = 50.000 x 5/15, ou (50.000 x 5 ) : 15 = R$ 16.666,67.

    • Segundo ano = 50.000 x 4/15, ou (50.000 x 4 ) : 15 = R$ 13.333,33.
    • Terceiro ano = 50.000 x 3/15, ou (50.000 x 3 ) : 15 = R$ 13.000,00.
    • Quarto ano = 50.000 x 2/15, ou (50.000 x 2 ) : 15 = R$ 6.666,67.
    • Quinto ano = 50.000 x 1/15, ou (50.000 x 1 ) : 15 = R$ 3.333,22.
    1. Lembre-se de que os R$ 50 mil representam o valor depreciável, ou seja, o total perdido ao longo daquele tempo.
    2. Caso seja levada em conta a depreciação total, deve-se usar o valor total do bem.
    3. Porém, se houver valor residual, como no caso anterior, descon te o valor residual do valor inicial para saber a quantia depreciável a ser usada no cálculo.

    Quais bens não sofrem depreciação?

    BENS NÃO DEPRECIÁVEIS A legislação tributária não admite a dedutibilidade de quota de depreciação referente a: a) terrenos, exceto quanto à edificações e benfeitorias; b) imóveis cedidos para fins residenciais a sócios, diretores, administradores ou empregados; c) prédios ou construções não alugados nem utilizados pelo proprietário na produção dos seus rendimentos ou destinados à revenda; d) bens que normalmente aumentam de valor com o tempo, tais como obras de arte ou antiguidades; e) bens que não estiverem funcionando ou em condições de produzir; f) bens para os quais seja registrada quota de exaustão; g) bens adquiridos no exterior por empresa instalada em Zona de Processamento de Exportação (ZPE).

    O que é o valor residual na depreciação?

    O que é valor residual? – Valor residual é o valor de um bem que sofre depreciação ao final da sua vida útil, interferindo diretamente no saldo do ativo da organização. Imagine que o período de vida útil de uma máquina seja de cinco anos. Nesse caso, o valor residual é o da venda estimada após este período.

    Como calcular os valores dos veículos para o próximo ano?

    Vamos a um exemplo prático de como calcular depreciação de carro: Suponha que você consultou a Tabela Fipe e verificou que um determinado automóvel estava precificado em R$45.500 em maio de 2023 e R$47.800 em maio de 2022. Pela fórmula, a conta é a seguinte: Índice de Desvalorização = X 100.

    Quando se inicia a depreciação de um bem?

    DEPRECIAÇÃO DE BENS DO ATIVO IMOBILIZADO Depreciação é a alocação sistemática do valor depreciável de um ativo ao longo da sua vida útil, ou seja, o registro d a redução do valor dos bens pelo desgaste ou perda de utilidade por uso, ação da natureza ou obsolescência.

    • DEPRECIAÇÃO DE BENS USADOS
    • A taxa de depreciação de bens usados, para fins de apuração do custo ou despesa operacional das empresas tributadas pelo lucro real, pode ser calculada considerando como prazo de vida útil o maior dentre:
    • 1. Metade do prazo de vida útil admissível para o bem adquirido novo;

    2. Restante da vida útil do bem, considerada esta em relação á primeira instalação para utilização. Assim, por exemplo, um caminhão de carga, cuja vida útil é de 4 anos, se adquirido após 3 anos de fabricação, poderá ser depreciado em 2 anos, aplicando-se a taxa de 50% ao ano (ao invés de 25% a.a., que seria a taxa para o caminhão novo).

    1. Portanto, a utilização da aceleração da depreciação contábil, quando há mais de um turno diário de operação, poderá permitir uma contabilização maior de encargos dedutíveis na apuração do resultado tributável.
    2. DEPRECIAÇÃO DAS PARTES E PEÇAS DE EQUIPAMENTOS SUBSTITUÍDOS
    3. As contas que registram recursos aplicados para manutenção em almoxarifado de partes e peças, máquinas e equipamentos de reposição, que têm por finalidade manter constante o exercício normal das atividades da pessoa jurídica, devem ser classificadas no ativo imobilizado.

    As partes e peças que quando aplicadas em substituição das danificadas resultarem em aumento de vida útil superior a um ano, prevista no ato de aquisição do bem, deverão ser acrescidas ao valor desse bem. Caso contrário, poderão ser computadas como custo ou despesa operacional.