Como Calcular O Número De Elétrons?

Como se calcular o número de elétrons?

Com esta lista de exercícios sobre cálculo das partículas atômicas, você descobrirá se sabe determinar ou não o número de prótons, nêutrons e elétrons de um átomo. – Publicado por: Diogo Lopes Dias em Exercícios de Química Questão 1 Um átomo é constituído por 28 elétrons e possui número de massa igual a 50.

Assinale a alternativa que apresenta seu número atômico e seu número de nêutrons, respectivamente. a) 26 e 24 b) 28 e 50 c) 28 e 22 d) 19 e 40 e) 26 e 20 Questão 2 Em um átomo que apresenta 40 elétrons e 65 nêutrons, podemos afirmar que seu número de prótons é igual a: a) 25 b) 40 c) 65 d) 105 e) nda.

Questão 3 (UFPI-PI) A representação 26 Fe 56 indica que o átomo do elemento químico ferro apresenta a seguinte composição nuclear: a) 26 prótons, 26 elétrons e 30 nêutrons b) 26 elétrons e 30 nêutrons c) 26 prótons, 26 elétrons e 56 nêutrons d) 26 prótons e 26 elétrons e) 26 prótons e 30 nêutrons Questão 4 (MACKENZIE-SP) A soma dos prótons, elétrons e nêutrons (p +, e –, n°) do átomo 2x–2 Q 4x, que possui 22 nêutrons, é igual a: a) 62 b) 58 c) 74 d) 42 e) 92 Respostas Resposta Questão 1 Letra c) O exercício fornece o número de elétrons (28) e o número de massa (50).

  1. Para determinar o número atômico (Z), basta lembrar que o número de elétrons é igual ao número atômico.
  2. Logo, vale 28.
  3. Para determinar o número de nêutrons (n), basta substituir o número atômico e o número de massa na expressão abaixo: A = Z + n 50 = 28 + n 50 – 28 = n n = 22 Resposta Questão 2 Letra b) O exercício informa que o número de elétrons do átomo é igual a 40, logo seu número de prótons também será igual a 40.

Resposta Questão 3 Letra e) Na sigla do ferro, são indicados dois valores: 26, que é o número atômico (Z) localizado à esquerda inferior da sigla, e 56, que é o número de massa (A) localizado à esquerda ou à direita superior da sigla. • Para determinar o número de prótons e elétrons, basta lembrar que o número atômico é igual ao número de prótons e ao número de elétrons.

Logo, o átomo de ferro apresenta 26 prótons e 26 elétrons. • Para determinar o número de nêutrons, basta substituir o número de prótons e o número de massa na expressão abaixo: A = p + n 56 = 26 + n 56 – 26 = n n = 30 Resposta Questão 4 Letra b) O exercício indica que: • Número de massa (A) = 4x • Número de prótons = 2x – 2 • Número de elétrons = número de prótons • Número de nêutrons = 22 Passo 1: Determinar o valor de x utilizando os dados na expressão abaixo: A = p + n 4x = 2x – 2 + 22 4x – 2x = 20 2x = 20 x = 20 2 x = 10 Passo 2: Para encontrar o número de prótons, basta substituir o valor de x na expressão abaixo: prótons = 2x – 2 prótons = 2.10 – 2 prótons = 20 – 2 prótons = 18 Obs.: Como o número de elétrons é igual ao número de prótons, esse átomo apresenta 18 elétrons.

Passo 3 : Somar o número de prótons, nêutrons e elétrons: Soma = p + n + e Soma = 18 + 22 + 18 Soma = 58

Como se calcula o número de prótons elétrons e nêutrons?

Número Atômico e Número de Massa –

  • Vale destacar que o número atômico (Z) e o número de massa (A) são informações que compõem a estrutura dos elementos químicos.
  • Contudo, deve-se atentar aos conceitos para que não haja confusão, visto que o número atômico representa o número de prótons de um átomo, e o corresponde a soma do número de prótons e o número de nêutrons que existem no núcleo.
  • O número de massa é expresso pela seguinte fórmula:
  • A = p + n
  • Note que a partir dessa expressão, pode-se calcular também:
  • Número de prótons: Z = A – n ou P = A – n
  • Número de nêutrons: n = A – Z
  1. Exemplo resolvido: Se o átomo do elemento químico sódio apresenta número de massa 23 e número atômico 11, quantos nêutrons existem em seu núcleo?
  2. n = A – Z n = 23 – 11
  3. n = 12
  4. Portanto, um átomo de sódio contém 11 prótons e 12 nêutrons em seu núcleo.

Como se calcula el número de átomos?

Como se calcula o número atômico? – O número atômico é igual ao número de prótons da estrutura atômica. O número atômico é igual ao número de prótons no núcleo. Sendo assim, para c onhecer o valor de Z, basta saber o número de prótons que a partícula atômica possui em seu núcleo. Por exemplo, um átomo que possui oito prótons no núcleo tem um número atômico igual a oito (Z = 8).

Outra forma de cálculo do número atômico é se aproveitar do número de elétrons, Sabe-se que um átomo é uma espécie eletricamente neutra, ou seja, possui o mesmo número cargas positivas (prótons) e negativas (elétrons). Assim, se um átomo possui 30 elétrons, por ser eletricamente neutro, também terá 30 prótons e, consequentemente, Z = 30.

Deve-se ter cautela no cálculo do número atômico pelo número de elétrons no caso de íons, espécies atômicas carregadas positivamente ou negativamente, consequência de perda ou ganho de elétrons. Por exemplo, o cátion divalente do cálcio (Ca 2+ ) possui 18 elétrons.

Como se calcula o número de nêutrons?

Para encontrar a quantidade de nêutrons presentes em um átomo, é feita a subtração entre o número de massa (A) e o número atômico (Z). O número de nêutrons é representado pela letra n.

Como saber o número de elétrons na camada de valência?

Transcrição de vídeo – RKA11E – Agora que já classificamos os nossos elementos da tabela periódica em grupos, vamos ver como podemos determinar o número de elétrons de valência. Nesse vídeo, vamos falar apenas sobre os elétrons de valência para os elementos dos grupos principais.

  • Quando falamos dos grupos principais, estamos usando um sistema de classificação de oito grupos.
  • Então temos aqui 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 e 8.
  • Então dessa forma, vamos ignorar outras maneiras de classificar os grupos.
  • Portanto, nesse vídeo, vamos ignorar os grupos de 3 a 12.
  • Assim, quando estamos falando dos elementos dos grupos principais, os elétrons de valência são os elétrons que estão na camada mais externa ou no nível de energia mais externo.

E sabendo disso, vamos ver se podemos descobrir quantos elétrons de valência o sódio tem. Escrevendo a configuração eletrônica do sódio temos 1s² 2s², percorrendo todo o caminho até o neon, temos 2p⁶, e em seguida chegamos à terceira camada ou terceiro nível de energia.

  • E você tem mais um elétron para se preocupar, é claro, esse elétron entra no orbital 3s.
  • Então, a configuração eletrônica total do sódio é 1s² 2s² 2p⁶ e 3s¹.
  • Caso você queira descobrir o número de elétrons de valência, basta observar o número de elétrons que tem na camada mais externa, no nível de energia mais externo.

Para o sódio, por exemplo, ele tem o primeiro e o segundo nível de energia completo, e o terceiro nível seria o mais externo. Sabendo que o sódio possui apenas um elétron em seu nível mais externo, sabemos que ele tem um elétron de valência. E isso é muito conveniente, porque o sódio se encontra no grupo 1.

  • Assim, para os grupos principais, se você quiser descobrir o número de elétrons de valência que o elemento tem, basta saber em qual grupo ele está.
  • O número do grupo vai ser o número de elétrons de valência, com isso fica tudo mais fácil.
  • Então, se eu quiser representar um átomo de sódio com seu elétron valência, eu poderia colocar o sódio aqui e colocar esses elétrons de valência aqui, certo? Vamos em frente agora, e também escrever a configuração eletrônica para o cloro.

Se eu quiser a escrever a configuração eletrônica do cloro, teríamos aqui 1s² 2s², novamente percorrendo todo o caminho até o neon, teríamos 2p⁶, e agora chegamos ao terceiro nível de energia. Inicialmente preenchendo os orbitais 3s², quantos elétrons teríamos no orbital “p”? 1, 2, 3, 4, 5.

Temos 3p⁵, ou seja, 5 elétrons no orbital “p” no terceiro nível de energia. E essa aqui seria a configuração eletrônica para o cloro. Se você quiser descobrir agora quantos elétrons de valência tem o cloro, é só olhar para a camada mais externa ou o nível de energia mais externo. E mais uma vez temos o terceiro nível sendo mais externo, então quantos elétrons tem nessa terceira camada? Há 2 elétrons no orbital “s” e 5 do orbital “p”, isso dá um total de sete elétrons da última camada.

Então, o cloro tem sete elétrons de valência. E mais uma vez, a gente percebe que isso é muito conveniente porque o cloro está no grupo 7, Como vimos, ele tem 7 elétrons de valência, vamos representar aqui o cloro e os seus 7 elétrons de valência.1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7.

Eu não escolhi o sódio e cloro aleatoriamente, tem um motivo para eu ter feito isso e o motivo é claro, é porque o sódio e o cloro vão reagir conjunto para formar o cloreto de sódio. E vamos analisar o que está acontecendo aqui usando as nossas configurações eletrônicas. O sódio, como a gente viu, perde um elétron, e normalmente um átomo neutro de sódio, tem um número igual de prótons e elétrons.

Mas ele vai perder o elétron de valência para o cloro. Então agora se eu representar o sódio, eu tenho que representá-lo como um íon, ou seja, como um cátion, já que antes ele tinha mesmo número de prótons e elétrons. Mas agora ele perdeu um elétron e portanto, ficou com o número desequilibrado de prótons.

Como agora ele tem mais prótons do que elétrons, temos uma carga positiva. Assim, o Na⁺ é o cátion de sódio. O cátion de sódio é estável, e isso tem a ver com a configuração eletrônica resultante. Se eu olhar o resultante da configuração eletrônica, teremos aqui 1s² 2s² e 2p⁶. E essa configuração eletrônica do cátion de sódio, é a mesma do neon, que é um gás nobre.

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Sabemos que os gases nobres não são reativos, e isso tem a ver com o fato de sua configuração eletrônica estar completa em seu nível de energia mais externo. Assim, o cátion de sódio é estável porque ele tem uma configuração eletrônica igual a de um gás nobre.

  1. Podemos pensar da mesma forma com o cloro, o cloro tem 7 elétrons de valência.
  2. Se o cloro ganha mais um elétron, ele terá uma configuração eletrônica igual a do argônio, que é um gás nobre.
  3. Então vamos escrever essa nova configuração eletrônica para o cloro.
  4. Se um átomo de cloro neutro pega um elétron, podemos acrescentar o elétron aqui.

Ao invés de 3p⁵, teríamos que escrever 3p⁶. Então, a configuração eletrônica para o ânion cloro fica assim: 1s² 2s² 2p⁶ 3s² e 3p⁶. Então vamos representar isso aqui, nós não estamos falando sobre um átomo de cloro neutro, mas sim de um ânion cloreto, já que ele pegou um elétron do sódio.

  • Algo que costumava ser geralmente neutro, já que possuía mesmo número de cargas positivas e negativas, como acabou de ganhar um elétron, ficou com carga negativa, por isso agora ele é um ânion cloreto.
  • E o que temos aqui é um vínculo aniônico, formado entre o cátion, do sódio e o ânion cloreto.
  • Assim, a atração entre essas cargas opostas forma uma ligação iônica.

E o que nós vimos aqui, foi um exemplo de um elemento dos metais alcalinos reagindo com halogênio. Em nosso vídeo anterior sobre a tabela periódica, falamos sobre esses elementos, lembra? Nós falamos sobre estes aqui sendo os nossos metais alcalinos, e sabemos que estes metais alcalinos estão todos no grupo 1.

Sendo assim, todos eles vão ter um elétron de valência. Nós também falamos que esses elementos desse grupo são os halogênios e que eles são extremamente reativos. E a razão pela qual deles serem tão reativos, é porque se adicionar mais um elétron a eles, eles adquirem a configuração de um gás nobre. E dessa forma, observando as configurações eletrônicas, e pensando sobre os elétrons de valência, podemos perceber um pouco mais sobre a ideia de reação.

Inclusive dizer porque os grupos de metais são tão reativos, assim como o grupo dos halogênios também ser então reativos. É por causa desse conceito de configurações eletrônicas, e a ideia de elétrons de valência. Então, só para finalizar, como podemos descobrir quantos elétrons de valência alguma coisa tem? Basta olhar o número do grupo que ele se encontra, certo? Então vamos supor que a gente queira descobrir quantos elétrons de valência o oxigênio tem.

Qual e a quantidade de elétrons em um átomo que apresenta 15 prótons e 16 nêutrons?

Um átomo de fósforo ( 15 P 31 ) eletricamente neutro possui 15 prótons, 15 elétrons e 16 nêutrons (n = A – Z = 31 – 15 = 16).

Quantos elétrons tem em um átomo?

Configuração eletrônica – O número de elétrons que cada órbita de um átomo possui e sua estrutura eletrônica pode ser descrito pela configuração eletrônica. Na prática, cada nível de energia (camada) comporta uma quantidade máxima de elétrons, e os níveis são divididos em subníveis:

Camada Nível Subnível Quantidade máxima de elétrons
K L M N O P Q 1 2 3 4 5 6 7 s s p s p d s p d f s p d f s p d s 2 8 18 32 32 18 8

O número de elétron que cada subnível comporta é: s = 2 elétrons; p = 6 elétrons; d = 10 elétrons; f = 14 elétrons. Na eletrosfera, a tendência é que os elétrons ocupem a posição de menor energia, ou seja, as mais próximas do núcleo. Um elétron do nível 3 possui mais energia do que um elétron do nível 2. Diagrama de Pauling (Foto: Colégio Qi) O elemento sódio ( 11 Na) possui a seguinte configuração eletrônica, segundo o diagrama de Pauling: 1s 2 2s 2 2p 6 3s 1 A camada de valência do sódio é a camada M. No caso de íons, quando um átomo perde ou ganha elétrons, o número de elétrons difere do número de prótons no átomo.

O que são elétrons prótons e nêutrons?

Prótons – Partículas de carga positiva que compõem o núcleo de um átomo; Elétrons – Partículas de carga negativa localizadas na eletrosfera; Nêutrons – Partículas de carga neutra que, assim como os prótons, constituem o núcleo do átomo.

Como se calcula o número de moléculas?

Transcrição de vídeo – RKA22JL – Olá, meu amigo ou minha amiga. Tudo bem com você? Seja muito bem-vindo ou bem-vinda a mais um vídeo da Khan Academy Brasil. E, nesse vídeo, vamos resolver um exemplo sobre a lei dos gases ideais, que tem como objetivo calcular o número de mols.

Esse problema diz o seguinte: “Um atleta respira fundo, inalando 1,85 litros (1,85 L) de ar a 21°C, e 754 milímetros (754 mm) de mercúrio. Quantos mols de área existem na respiração. Quantas moléculas?” Que tal você pausar esse vídeo e tentar descobrir isso? E aí, conseguiu? Vamos fazer isso juntos agora? A primeira coisa a fazer é pensar sobre as informações que estão sendo dadas, e o que precisamos descobrir.

Aqui, temos a informação do volume, também temos a temperatura, e a pressão. O que o problema está pedindo é o número de mols, que normalmente representamos com o “n” minúsculo. A gente conhece alguma expressão que relaciona a pressão, temperatura, volume e número de mols? Com certeza! É a lei dos gases ideais, também conhecida como equação de Clapeyron.

Essa lei diz que o produto entre a pressão e o volume é igual ao produto entre o número de mols, n minúsculo, à constante dos gases ideais, que representamos com o R maiúsculo e à temperatura absoluta, que representamos com o T maiúsculo. Aqui, já conhecemos todas as informações, exceto o n. Então precisamos resolver para o n.

Eu sei que talvez você vai falar “Ei, a gente conhece o R?” Sim! O R é uma constante e vamos utilizar um valor que vai depender das unidades que usamos. Assim, dependendo das unidades, vamos utilizar um desses valores que estão aqui na tabela ao lado.

  • Normalmente, essas tabelas de constantes são fornecidas em diversas avaliações.
  • Então é algo que você não precisa decorar.
  • Como sabemos o valor de R, só precisamos resolver para n.
  • Para resolver para n, precisamos dividir ambos os lados da equação por RT.
  • Assim, teremos que n é igual ao produto entre a pressão e o volume dividido pelo produto entre R e T.

E isso vai ser igual a quê? Nossa pressão é 754 milímetros (754 mm) de mercúrio. Repare aqui do lado que temos vários valores para a constante dos gases ideais. Cada um desses valores foi obtido para certas unidades de pressão, volume e temperatura. Como a questão já forneceu em milímetros de mercúrio e já temos essa unidade aqui em um dos valores de R, vamos utilizar o valor para R que tem essa unidade de medida.

Porém, existem situações em que será necessário trabalhar nos valores das unidades de medida para utilizar um desses valores, ok? Como já temos o valor de acordo com a constante, vamos substituir essa informação na expressão. Ou seja, temos aqui 754 milímetros (754 mm) de mercúrio. Aí, multiplicamos isso pelo volume.

Aqui no problema foi informado o volume em litros (L), e é essa a unidade que está nessa constante dos gases ideais que marcamos antes. Temos litro (L), milímetros (mm) de mercúrio, mol e Kelvin (K). Então está tudo certinho, e vamos colocar o nosso volume, que é 1,85 litro (L).

  • Isso será dividido por: a constante dos gases ideais, que já marcamos aqui qual iremos utilizar.
  • Eu sei, eu sei, você deve tá falando: “A temperatura informada está em Celsius (C) e, na constante, temos a temperatura em Kelvin (K)”.
  • Não tem problema, basta converter a temperatura de Celsius (C) para Kelvin (K).

E, para isso, basta adicionar 273 ao 21°C que temos aqui. Sendo assim, vou utilizar esse valor que eu tenho. Então, temos 62,36 litros de milímetros de mercúrio por mol Kelvin (K). E aí multiplicamos isso pela temperatura. Quanto que é 21°C em Kelvin (K)? Como eu falei, basta adicionar 273 ao 21.

Assim, teremos 294 Kelvin (K). Vamos ver se está tudo certinho com as unidades de medida. Esse litro (L) cancela esse litro (L), esse milímetro (mm) de mercúrio cancela esse milímetro (mm) de mercúrio, e esse Kelvin (K) cancela esse Kelvin (K). Assim, o que vai sobrar vai ser esse 1 sobre mol no denominador, que basicamente, resolvendo tudo isso aqui, a gente vai encontrar um certo valor, uma certa quantidade de número de mols.

Vamos pegar a calculadora para descobrir o número de mols nessa respiração. Temos que n vai ser igual a 754 vezes 1,85 dividido por 62,36. Dividimos também por 294. Então, temos isso aqui. Vamos ver quantos algarismos significativos temos aqui? Temos três aqui, três aqui, três aqui e quatro aqui.

  1. Quando estamos multiplicando e dividindo, precisamos utilizar a menor quantidade de algarismos significativos que estamos utilizando em nossos cálculos.
  2. Então precisamos ter três algarismos significativos em nosso resultado.
  3. Então teremos 0,0761, logo, n vai ser igual a 0,0761 mol.
  4. Eu poderia dizer aproximadamente, porque estamos arredondando, mas são três algarismos significativos que temos, então esse é o número de mols de ar na respiração.

Agora, a próxima pergunta é: quantas moléculas é isso? Como sabemos, cada um mol tem cerca de 6,022 vezes 10²³ moléculas. Sendo assim, para saber o número de moléculas, basta pegar esse valor e multiplicar isso por 6,022 vezes 10 elevado à vigésima terceira potência.

  1. Então, podemos colocar aqui 0,0761 mol vezes 6,022 vezes 10²³ moléculas por mol.
  2. Isso acaba cancelando isso.
  3. Aí, ficamos apenas com as moléculas.
  4. O ideal agora é pegar o número que a gente tinha calculado antes, porque é sempre bom manter a precisão até que a gente tenha que pensar sobre os algarismos significativos.

Aí sim, depois de fazer todo cálculo, a gente arredonda tudo para ter apenas três algarismos significativos. Então, pegamos isso aqui, e multiplicamos por 6,022 vezes 10 elevado à vigésima terceira potência, que, nesse caso, vai ser igual a esse valor aqui.

Quantos átomos existem em um mol?

1 mol de átomos ~ 6,02.10²³ átomos.

Qual o conceito de elétrons?

O elétron é a partícula subatômica de carga negativa. Ele é importante aos fenômenos de condutividade elétrica e de condutividade térmica e à formação de ligações químicas. Representação de uma descarga elétrica, fenômeno relacionado à movimentação de elétrons.

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Qual e a carga elétrica de nêutrons?

Nêutron é uma partícula neutra que faz parte do núcleo do átomo. Esse elemento não possui carga elétrica, mas é formado por quarks – partículas elementares que constituem a estrutura da matéria.

Quantos elétrons em cada camada?

Mapa Mental: Distribuição Eletrônica – *Para baixar o mapa mental em PDF, clique aqui ! Por meio de métodos experimentais, os químicos concluíram que o número máximo de elétrons que cabe em cada camada ou nível de energia é:

Nível de energia Camada Número máximo de elétrons
K 2
L 8
M 18
N 32
O 32
P 18
Q 2 (alguns autores admitem até 8)

Em cada camada ou nível de energia, os elétrons se distribuem em subcamadas ou subníveis de energia, representados pelas letras s,p,d,f, em ordem crescente de energia. O número máximo de elétrons que cabe em cada subcamada, ou subnivel de energia, também foi determinado experimentalmente: energia crescente ->

Subnível s p d f
Número máximo de elétrons 2 6 10 14

O número de subníveis que constituem cada nível de energia depende do número máximo de elétrons que cabe em cada nível. Assim, como no 1ºnível cabem no máximo 2 elétrons, esse nível apresenta apenas um subnível s, no qual cabem os 2 elétrons. O subnível s do 1º nível de energia é representado por 1s.

Nível Camada Nº máximo de elétrons Subníveis conhecidos
K 2 1s
L 8 2s e 2p
M 18 3s, 3p e 3d
N 32 4s, 4p, 4d e 4f
O 32 5s, 5p, 5d e 5f
P 18 6s, 6p e 6d
Q 2 (alguns autores admitem até 8) 7s 7p

Linus Carl Pauling (1901-1994), químico americano, elaborou um dispositivo prático que permite colocar todos os subníveis de energia conhecidos em ordem crescente de energia. É o processo das diagonais, denominado diagrama de Pauling, representado a seguir. A ordem crescente de energia dos subníveis é a ordem na sequência das diagonais. 1s, 2s, 2p, 3s, 3p, 4s, 3d, 4p, 5s, 4d, 5p, 6s, 4f, 5d, 6p, 7s, 5f, 6d, 7p -> energia crescente de energia Acompanhe os exemplos de distribuição eletrônica: 1 – Distribuir os elétrons do átomo normal de manganês (Z=25) em ordem de camada. Solução: O símbolo “Z” corresponde ao número atômico, que é a quantidade de prótons que o átomo possui em seu núcleo. Quando o átomo está no estado fundamental, a quantidade de prótons é igual à quantidade de elétrons. Assim, se Z=25, isto significa que no átomo normal de manganês há 25 elétrons. Aplicando o diagrama de Pauling, teremos: K – 1s 2 L – 2s 2 2p 6 M – 3s 2 3p 6 3d 5 N – 4s 2 4p 4d 4f O – 5s 5p 5d 5f P – 6s 6p 6d Q – 7s 7p Resposta: K=2; L=8; M=13; N=2 2 – Distribuir os elétrons do átomo normal de xenônio (Z=54) em ordem de camada. Solução: K – 1s 2 L – 2s 2 2p 6 M- 3s 2 3p 6 3d 10 N- 4s 2 4p 6 4d 10 4f O- 5s 2 5p 6 5d 5f P- 6s 6p 6d Q- 7s 7p Resposta: K=2; L=8; M=18; N=18; O=8 Há alguns elementos químicos cuja distribuição eletrônica não “bate” com o diagrama de Pauling. * Crédito da Imagem: catwalker / Shutterstock ** Mapa Mental por Me. Diogo Lopes Por Líria Alves Graduada em Química

Quantos elétrons tem Na?

Sódio (Na): elétrons = 11 (K=2, L=8, M=1).

Como saber quantos elétrons livres tem um elemento?

→ Distribuição eletrônica – A distribuição eletrônica é a sequência com que os elétrons ocupam os níveis de energia dos átomos, respeitando o sentido crescente de energia. A distribuição eletrônica é facilmente obtida pela aplicação do diagrama de Linus Pauling, que organiza os níveis e subníveis em ordem de energia, respeitando a quantidade de elétrons que pode ser alocada em cada subnível. Diagrama de distribuição eletrônica. Para descobrir o número de elétrons de um elemento a serem distribuídos, basta conhecer seu número atômico (Z), que equivale à quantidade de prótons, É bom lembrar que, em um átomo neutro, o número de prótons e o de elétrons são o mesmo. Veja alguns exemplos de como encontrar a camada de valência:

Oxigênio (Z = 8): h á oito elétrons a serem distribuídos e a configuração eletrônica é 1s 2 2s 2 2p 4,

De acordo com a configuração eletrônica, a última camada ocupada (camada de valência) do oxigênio é o nível 2, preenchido com seis elétrons, os elétrons de valência.

Cálcio (Z = 20): há 20 elétrons a serem distribuídos e a configuração eletrônica é 1s 2 2s 2 2p 6 3s 2 3p 6 4s 2,

Para o cálcio, a última camada ocupada é o nível 4, preenchido com apenas dois elétrons, os elétrons de valência.

Quantos elétrons tem um átomo de 17Cl 1?

E) 17Cl- possui, como já vimos, 17 prótons e 18 elétrons ; 35Br- possui 35 prótons e 36 elétrons; 53I- possui 53 prótons e 54 elétrons, não sendo, portanto isoeletrônicas. prótons do átomo.

Qual e o número de prótons elétrons e nêutrons do átomo de 226 88?

A polêmica da radioatividade: será que ela é boa ou ruim? (V.3, N.10, P.14, 2020) Tempo estimado de leitura: 11 minute(s) Divulgador da Ciência: Julián Andrés Munévar Cagigas-CCNH A descoberta da radioatividade, iniciada por W. Röntgen e seus estudos que desvelaram os raios x, mudou o rumo da ciência no século XX.

Posteriormente, o entendimento da estrutura do átomo permitiu-se verificar que ele é composto por partículas que podem ser ejetadas de forma espontânea. A manipulação da estrutura do átomo levou, entre outras coisas, ao projeto Manhattan na cidade de Los Alamos, nos Estados Unidos (Los Alamos foi fundada por causa do projeto Manhattan) e ao uso da matéria como fonte de energia em usinas nucleares, como a usina nuclear de Angra dos Reis, no estado do Rio de Janeiro.

A radioatividade já causou algumas catástrofes como a de Chernobyl, que aconteceu em 1986 na Ucrânia; a de Fukushima, no Japão em 2011; e, para não ir tão longe, o acidente de Goiânia em 1987. Por causa desses acidentes e do seu potencial destruidor, a energia nuclear vive um momento de retrocesso, pois, após o acidente de Fukushima, uma série de programas nucleares de países que usam esta fonte de energia começou a ser cancelada, procurando migrar para energias potencialmente mais limpas.

  1. Mas não nos enganemos.
  2. O uso da radioatividade não vai desaparecer assim tão rápid, pois ele ocorrede diversas formas, seja para tratamento de doenças por meio da radioterapia e outras aplicações biomédicas, ou em equipamentos de pesquisa, em metrologia, datação etc.
  3. Isótopos – De onde vêm a radioatividade? O átomo é composto de nêutrons, prótons e elétrons.

Os prótons têm carga positiva, e os elétrons têm carga negativa. Os nêutrons, que fazem parte do núcleo, não possuem carga elétrica, mas ficam grudados aos prótons por forças chamadas de nucleares. Os elétrons são os responsáveis pelas propriedades físicas que vemos nos materiais, ou seja, se o elemento é magnético, corrosivo, metal, isolante, gás, sólido, líquido, se derrete nas nossas mãos ou se explode ao contato com água; enquanto o núcleo é o responsável pela massa dos átomos.

O que determina que o oxigênio seja oxigênio é o número de prótons que ele possui no núcleo: s 8 prótons. E, se fossem 9, não seria mais oxigênio, mas flúor, e com um próton a menos, totalizando 7, seria nitrogênio. Em um átomo estável, o número de elétrons e prótons é igual e a soma das cargas elétricas é zero, e neste caso as forças de repulsão eletrostática no núcleo (cargas iguais se repelem, cargas opostas se atraem) são compensadas pelas forças nucleares.

Esta força nuclear só atua no núcleo, e além desse núcleo não existe mais essa compensação de forças. Ainda, um núcleo pode ter qualquer número de nêutrons no seu núcleo porque este não possui carga e pode ficar se agrupando com os prótons já existentes, graças às forças nucleares (as mesmas que mantém os prótons presos no núcleo). N a maioria dos casos, os isótopos têm um número de nêutrons diferente do número de prótons no núcleo. O núcleo não será tão estável se houver um desbalanço grande entre o número de prótons e nêutrons, ou se tiver muitas destas partículas no núcleo (o que acontece no caso de elementos pesados como o chumbo, o urânio e o mercúrio).

Quando isto acontece, o núcleo se encontra em um estado que é frágil em termos das forças atuando nele. Dito de outra forma, todo mundo precisa caber no núcleo, e assim as forças nucleares manterão todo mundo no lugar. Se entrarem mais partículas (ou menos) do que o núcleo pode segurar, ele tentará compensar esse desbalanço de forças.

Nesse processo, os núcleos se desfazem de energia, envolvendo transformações e ejeção de energia em forma de partículas. Para saber o número de prótons e nêutrons precisamos de duas coisas: do número de prótons Z e do número de prótons e nêutrons N. Para cada isótopo, representamos estes números com a notação N X Z,

  1. Nesse caso, o isótopo de rádio (símbolo Ra) com que a Marie Curie trabalhava, por exemplo, é representado por 226 Ra 88, ou seja, o núcleo possui 88 prótons e 138 (226-88) nêutrons.
  2. Por simplicidade, os isótopos são representados apenas com o número N ( 226 Ra).
  3. O decaimento radioativo, aquele processo em que o núcleo se desfaz do que o está incomodando, é um processo aleatório, mas cada isótopo radioativo tem um tempo característico no qual a quantidade destes isótopos radioativos cai para a metade, e este tempo é chamado de tempo de meia vida.

Este tempo é muito importante. Para entendermos o porquê, basta pensarmos nos cadernos e anotações do laboratório da Marie Curie. Esses objetos estão contaminados com o isótopo com o qual ela trabalhava na época, o 226 Ra. A meia vida deste isótopo é de 1600 anos.

Isso quer dizer que, para que a quantidade de radioatividade desse caderno seja a metade da quantidade atual demorará 1600 anos. Após esses 1600 anos o caderno ainda terá radioatividade, mas aproximadamente a metade do que tem atualmente. Por outro lado, o 131 I, amplamente usado em aplicações relacionadas a tratamentos da tireoide, fígado e coração, tem uma meia vida de 8 dias, o que significa que uma pessoa fazendo tratamento com este isótopo terá a metade dos isótopos em 8 dias, e após algumas semanas a quantidade de 131 I estará abaixo do detectável.

Esta radioatividade, como já comentamos, já causou bastantes estragos na história da sociedade moderna. No entanto, como muitas outras descobertas da ciência, ela pode ser usada para o nosso benefício. São algumas destas aplicações:

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Radioterapia: tratamento de tumores cancerígenos usando radiação ionizante (fontes radioativas ou aceleradores de partículas). Marcadores radioativos para expor o funcionamento de órgãos no corpo humano e estudar suas funções biológicas. Datação nuclear: estimação de tempo de objetos antigos (paleontologia) ou de estrelas através do decaimento do 14 C e 87 Rb, respectivamente. Esterilização de alimentos sem comprometer a qualidade ou a possibilidade de ingestão segura. Detecção de incêndios com 241 Am Baterias nucleares com 238 Pu, 60 Co, 90 Sr, para fornecimento de eletricidade em dispositivos como a sonda Voyager, usando dispositivos termoelétricos. Geração de energia elétrica em usinas nucleares.

E sses radioisótopos, ao serem instáveis, eventualmente atingem um outro estado mais estável, e para atingir este estado precisam se desfazer de energia. E, para entender como o decaimento e a emissão de partículas equivale à liberação de energia, precisamos lembrar da famosa fórmula do Einstein. Essa fórmula estabelece uma relação entre massa e energia. Um núcleo instável, por exemplo o do 14 C, emite uma partícula beta (um elétron criado no núcleo) e tem um tempo de meia vida de 5730 anos (por isto é que o teste de 14 C serve para saber a idade de objetos muito antigos).

Quando este núcleo, composto por 6 prótons e 8 nêutrons, decai para 12 C (6 prótons e 6 nêutrons), este isótopo está se livrando da energia equivalente à massa de 2 nêutrons, só que o que realmente observamos é a emissão de uma partícula beta- (ou um elétron). Como estabelecemos a energia liberada neste decaimento? E=mc²,

De forma simplificada, a energia equivalente à massa desses 2 nêutrons deve ser igual à massa da partícula beta mais a energia cinética dessa partícula. Sim, a partícula beta é criada e é ejetada para fora do núcleo, e a energia cinética dessa partícula vai ser exatamente igual à energia equivalente à massa dos dois nêutrons menos a energia equivalente à massa da partícula beta.

  1. Os radioisótopos podem emitir partículas alfa (núcleos de Hélio, ou seja, núcleos com 2 prótons e 2 nêutrons), partículas beta (elétrons ou pósitrons) e partículas gamma (fótons de alta energia).
  2. A seguinte pergunta é: o que acontece com essa partícula (alfa, beta ou gamma) após a ejeção? Bom, ela tem o universo inteiro para interagir, mas na nossa Terra, essa partícula não avança mais do que alguns centímetros ou metros sem ser espalhada por algum átomo.

Quando essa partícula interage com um átomo, transfere parte da energia que carrega para ele, e esse átomo aumenta um pouco a sua energia total. Isso é muito importante para o funcionamento das baterias nucleares, já que as partículas que são produto do decaimento podem aquecer o mesmo material que o contém, como o combustível nuclear.

As baterias nucleares usam radioisótopos de baixa atividade (numero menor de átomos radioativos), e os decaimentos têm o potencial de aquecer materiais próximos, devido à transferência de energia para o átomo preso numa rede cristalina, que faz com que aumente a amplitude de oscilação do átomo (o átomo chacoalhando), e portanto aumenta a temperatura do material.

Como aproveitar esse calor criado para funcionalizar o dispositivo em uma bateria? Fazendo uso de materiais termoelétricos. Os materiais termoelétricos são capazes de criar uma diferença de temperatura a partir de uma tensão elétrica, ou vice-versa: criar uma tensão elétrica a partir de uma diferença de temperatura. Uma das grandes dificuldades associadas à fabricação de materiais termoelétricos é a eficiência, pois geralmente é baixa. Um material termoelétrico ideal seria aquele que permitisse uma alta mobilidade dos elétrons (boa condutividade elétrica) e que não fosse eficiente na troca de calor (condutividade térmica ruim), para preservar a diferença de temperatura dentro do material.

  1. Como os elétrons geralmente estão envolvidos também na troca de calor, isto quer dizer que um material com boa condutividade elétrica também é um bom condutor térmico.
  2. Além deste inconveniente, as vibrações dos átomos que compõem o material também contribuem para conduzir calor.
  3. Existem vários materiais que mesmo com essas dificuldades são termoelétricos que permitem a criação de dispositivos para aplicações tecnológicas, como aquela de aproveitar a energia gerada por rejeitos radioativos em um dispositivo que a partir de uma diferença de temperatura possa criar uma voltagem.

Esses materiais são usualmente semicondutores compostos de chumbo, bismuto, materiais com estruturas cristalinas complexas como as skuterruditas, óxidos, materiais orgânicos, e materiais baseados em silício e germânio. Esses materiais podem ter estruturas cristalinas complexas, ou serem nanoestruturas, ou materiais amorfos.

Em geral, esses materiais possuem propriedades físicas bastante complexas, onde interações eletrônicas de diversas naturezas estão envolvidas e levam a comportamentos inusitados ou fortemente dependentes de outras grandezas físicas, e por isso são chamados de materiais quânticos. Este tipo de materiais é assunto de pesquisa do grupo de materiais quânticos da UFABC.

: A polêmica da radioatividade: será que ela é boa ou ruim? (V.3, N.10, P.14, 2020)

Qual e a carga elétrica de um íon com 13 prótons?

O que são os Cátions? – Os elementos químicos conhecidos e encontrados na Tabela Periódica tendem a ganhar ou perder elétrons. Estes elétrons se encontram na camada de valência para tornarem-se estáveis com 8 elétrons na última camada, salvo algumas exceções à esta regra, como por exemplo, o alumínio e o boro, que se estabiliza com 6 elétrons na camada de valência, o berílio que estabiliza com 4 elétrons na última camada, o fósforo que pode receber até 10 elétrons e o enxofre que podem receber 12 elétrons.

  1. Os gases nobres não recebem nem doam elétrons, pois já se encontram estáveis com 8 elétrons na camada de valência.
  2. Sendo assim, um cátion é um elemento químico ou molécula que perde ou cede elétrons para outro elemento químico, tornando-se positivamente carregado.
  3. Quando um elemento perde elétrons em uma ligação química, a quantidade de prótons excede a quantidade de elétrons e ele se transforma em um sistema eletricamente positivo, ou seja, um cátion,

Já quando o elemento ganha elétrons, a quantidade de elétrons excede a quantidade de prótons e ele se transforma em um sistema eletricamente negativo, ou seja, um ânion, Para calcular a carga elétrica de um átomo, basta somar o número de prótons (p), que são positivos, com o número de elétrons (e-), que são negativos.

Um átomo de sódio ( 11 Na 23 ) eletricamente neutro possui 11 prótons, 11 elétrons e 12 nêutrons (n = A – Z = 23 – 11 = 12). A carga elétrica desse átomo é +11 – 11 = 0. Ao perder 1 elétron de sua camada de valência ele transforma-se em um cátion sódio (Na + ), passando a possuir 11 prótons, 10 elétrons e 12 nêutrons. A carga elétrica desse íon passa então a ser +11 – 10 = +1

Átomo de sódio se transformando em um Cátion sódio.

  • Um átomo de cálcio ( 20 Ca 40 ) eletricamente neutro possui 20 prótons, 20 elétrons e 20 nêutrons (n = A – Z = 40 – 20 = 20). A carga elétrica desse átomo é +20 – 20 = 0. Ao perder 2 elétrons de sua camada de valência ele transforma-se em um cátion cálcio (Ca 2+ ), passando a possuir 20 prótons, 18 elétrons e 20 nêutrons. A carga elétrica desse íon passa então a ser +20 – 18 = +2.
  • Átomo de cálcio se transformando em um Cátion cálcio.
  • Um átomo de alumínio ( 13 Al 27 ) eletricamente neutro possui 13 prótons, 13 elétrons e 14 nêutrons (n = A – Z = 27 – 13 = 14). A carga elétrica desse átomo é +13 – 13 = 0. Ao perder 3 elétrons de sua camada de valência ele transforma-se em um cátion cálcio (Al 3+ ), passando a possuir 13 prótons, 10 elétrons e 14 nêutrons. A carga elétrica desse íon passa então a ser +13 – 10 = +3.

Átomo de alumínio se transformando em um Cátion alumínio Podemos ver pelas imagens que todos os cátions possuem raios atômicos menores que seus respectivos átomos. Isso porque perderam seus elétrons de valência, logo a quantidade de prótons tornou-se maior e o núcleo passou a exercer uma força de atração mais forte sobre os elétrons remanescentes, aproximando-os ao núcleo e diminuindo o raio atômico.

  • O íon que apresentar valência +1 é chamado de cátion monovalente ou íon monovalente positivo.
  • O íon que apresentar valência +2 é chamado de cátion bivalente ou íon bivalente positivo.
  • O íon que apresentar valência +3 é chamado de cátion trivalente ou íon trivalente positivo.

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Como calcular a carga elétrica de um elemento químico?

Exercícios resolvidos – Questão 1) Durante um processo de eletrização, um corpo recebe uma quantidade de 2,0.10 15 elétrons, tornando-se eletricamente carregado, com carga elétrica de: a) 3,2.10 -4 C b) 1,6.10 -18 C c) 3,2.10 -5 C d) 0,32.10 -5 C e) 320.10 -1 C Gabarito : Letra A Resolução: Vamos usar a fórmula da quantização da carga elétrica, observe: Após substituir os valores fornecidos pelo enunciado na fórmula, encontramos que a carga elétrica do corpo após a eletrização será de 3,2.10 -4 C. Logo, a alternativa correta é a letra A. Questão 2) Um corpo apresenta 1,2.10 3 elétrons a menos que prótons. Como explicado no enunciado, o corpo tem mais prótons que elétrons, por isso, sua carga será positiva. Questão 3) Determine qual é a quantidade de elétrons que precisam ser retirados de um corpo para que sua carga elétrica seja de 6,4 C. a) 4,0.10 15 elétrons b) 4,0.10 19 elétrons c) 2,5.10 18 elétrons d) 3,5.10 21 elétrons e) 1,6.10 12 elétrons Gabarito : Letra B Resolução: O exercício pede que encontremos o número de elétrons, logo, faremos o seguinte cálculo: Com base na resolução do exercício, descobrimos que é necessário que se remova 4,0.10 19 elétrons de um corpo, para que sua carga elétrica seja de 6,4 C. Fontes BRITANNICA. Eletric charge. Disponível em: https://www.britannica.com/science/electric-charge.

O que são elétrons prótons e nêutrons?

Prótons – Partículas de carga positiva que compõem o núcleo de um átomo; Elétrons – Partículas de carga negativa localizadas na eletrosfera; Nêutrons – Partículas de carga neutra que, assim como os prótons, constituem o núcleo do átomo.

O que significa a expressão a P n?

O número de massa (A) determina a quantidade de partículas presentes no núcleo de um átomo, pois é a soma do número de prótons (p) mais os de nêutrons (n).