Como Calcular Resistência Equivalente?

Como se calcula a resistência equivalente?

Associação em paralelo –

Na associação em paralelo, os resistores encontram-se ligados ao mesmo potencial elétrico, no entanto, a corrente elétrica que atravessa cada resistor pode ser diferente, caso os resistores tenham resistências elétricas diferentes. Na associação em paralelo, a corrente elétrica é dividida entre os diferentes ramos do circuito. A associação em paralelo é obtida quando os resistores são ligados de modo que a corrente elétrica divide-se ao passar por eles, Nesse tipo de associação, a resistência elétrica equivalente será sempre menor do que a menor das resistências. Para o caso em que se deseja calcular a resistência de somente dois resistores em paralelo, é possível fazê-lo por meio do produto pela soma das resistências individuais. Confira: Outro caso específico, é aquele em que N resistores idênticos encontram-se ligados em paralelo, Nesse caso, para calcularmos a resistência equivalente do circuito, basta que se divida o valor da resistência individual pelo número de resistores: Resumindo:

Na ligação em paralelo, a corrente elétrica divide-se de acordo com a resistência elétrica de cada ramo; Na ligação em paralelo, a resistência equivalente é menor que a menor das resistências; Na ligação em paralelo, todos os resistores encontram-se ligados sob o mesmo potencial elétrico.

    Como calcular a resistência equivalente dos resistores?

    Quando dois resistores estão em paralelo, a resistência equivalente é o produto dos dois resistores dividido pela sua soma. Quando ambas as resistências são do mesmo valor, a resistência equivalente é exatamente metade da resistência original. Versão original criada por Willy McAllister.

    Como calcular resistência equivalente com 4 resistores?

    R eq = R 1 + R 2 + R 3 + R 4

    O que é um resistor equivalente?

    Associação em série – Em uma associação em série de resistores, o resistor equivalente é semelhante à soma de todos os resistores desta associação. A resistência equivalente da associação em série será sempre maior que o resistor de maior resistência. Fórmulas utilizadas para calcular resistor equivalente em uma associação. Veja na imagem abaixo como é o aspecto de uma associação de resistores em série. Diagrama final da associação de resistores em série.

    Como calcular a resistência equivalente de uma associação mista?

    Material Didático – IMD Neste tipo de associação, como pode se observar pela Figura 15, os três resistores estão submetidos à mesma tensão U.

    • Baseando-se no principio de que a tensão é a mesma em todos os resistores, pela lei de Ohm, a resistência equivalente da associação paralela mostrada na Figura 15 será dada por:
    • $$ \frac } + \frac } + \frac } = \frac } $$
    • Ou seja:
    • $$ \frac } + \frac } + \frac } = \frac } $$
    • Generalizando, o inverso da resistência total (equivalente) de uma associação em paralelo é igual à soma dos inversos das resistências que compõem a associação paralela.
    • É importante atentarmos para alguns casos particulares.
    • 1 – Se no circuito tivermos apenas dois resistores em paralelo, a resistência equivalente será dada pelo produto das resistências dos dois resistores, dividido pela sua soma. Ou seja,
    • $$ R_ = \frac \, \ R_ } + R_ } $$
    • 2 – No caso dos n resistores que compõem a associação paralela apresentarem a mesma resistência, a resistência equivalente será dada por,
    • $$ R_eq = \frac $$
    • E claro, se forem apenas dois resistores,
    • $$ R_ = \frac $$
    • Denomina-se, normalmente, de associação mista de resistores toda associação que pode ser reduzida a uma associação em série e em paralelo.
    • Para se calcular a resistência equivalente em uma associação mista, é preciso resolver as associações singulares (série ou paralelo) que estão evidentes e, a seguir, simplificar o circuito até uma única ligação singular.
    • Exercício resolvido : Dado o circuito abaixo (ver figura) apresente a resistência equivalente desse circuito, veja que o mesmo possui associação de resistores em serie e em paralelo. Os valores de $R_ = R_ = R_ = 2$ e o valor de $R_ = 4$
    1. Para resolução desse circuito vamos resolvê-lo por partes, o primeiro passo é a resolução da associação em serie de R1 e R3, assim temos:
    2. $$ R_ = R_ + R_ = 2 + 2 = 4Ω $$
    3. Agora obtemos um novo circuito, já com a associação desses resistores:
    • O próximo passo é fazer a associação dos dois resistores em paralelo $R_ $ e $R_ $
    • $$ \frac } = \frac } + \frac } = \frac + \frac = \frac \rightarrow R_ = 2Ω $$
    • Uma forma mais fácil de resolver a associação acima é lembrar do caso particular, para associação de resistores em paralelo com mesmo valor, que será igual á,
    • $$ R_ = \frac = \frac = 2Ω $$
    • Assim obtemos agora um novo circuito na figura abaixo, e o próximo passo é fazer novamente a associação em serie de $R_ $ com $R_ $.
    1. Resolvendo a equação para associação desses resistores temos que:
    2. $$ R_ = R_ + R_ = 2 + 2 = 4Ω $$
    3. Podemos concluir que a resistência equivalente da associação mista de resistores é igual a 4Ω.

    O que é a primeira lei de Ohm?

    A primeira Lei de Ohm diz que a corrente elétrica é diretamente proporcional à diferença de potência aplicada. Já na segunda Lei de Ohm, ele determina que a resistência elétrica do condutor tem relação direta com constituição do material e é proporcional ao seu comprimento.

    Como calcular a corrente?

    A corrente de um circuito é diretamente proporcional à tensão e inversamente proporcional à resistência. Dela, extrai-se a seguinte fórmula básica: Ou seja, I=V/ R, sendo: I: Corrente elétrica, dado em ampere (A).

    Qual é a DDP em cada resistor?

    Em uma associação de resistores em série, a ddp em cada resistor é diretamente proporcional à sua resistência elétrica.

    Qual é a unidade de medida da resistência?

    Ohm é a unidade de medida de resistência elétrica que representa a relação entre a tensão (medida em volts) e a corrente elétrica (medida em amperes) de um elemento.

    Como saber se o circuito está em série ou paralelo?

    Qual é a diferença entre circuito em série e paralelo? – A principal diferença entre circuito em série e paralelo é a maneira como a tensão e a corrente apresentam-se. A tensão será a mesma em todos os pontos do circuito em paralelo e a corrente poderá variar.

    • Já no circuito em série, é a tensão que pode ser diferente, enquanto a corrente elétrica é a mesma.
    • Entender as peculiaridades e formas de funcionamento de cada um desses tipos de circuitos é fundamental para quem quer garantir uma ligação elétrica eficiente.
    • Conhecer a diferença entre circuito em série e paralelo e aplicar essa informação de maneira adequada não são tarefas complicadas, no entanto, é preciso ter atenção para realizar um serviço correto e evitar danos.

    O que você acha de aprofundar ainda mais seus conhecimentos sobre elétrica? Muito importante, não é mesmo? Então, aprenda o que fazer quando o disjuntor estiver desarmando sozinho,

    Como calcular a resistência equivalente de um circuito em série?

    A resistência total de todos os receptores conectados em série é a soma da resistência de cada receptor: Rt = R1 + R2 + R3 Se um elemento dos conectados em série deixa de funcionar, os demais também deixam.

    Como calcular a resistência equivalente entre AEB?

    Cálculo da resistência (R eq ) do resistor equivalente na associação série a resistência do resistor equivalente entre A e B é fornecida pela soma das resistências de cada resistor.

    Qual é o valor da resistência equivalente?

    Fórmulas da associação de resistores em paralelo – Abaixo seguem as fórmulas da associação de resistores em paralelo :

    corrente total: i = i1 + i2 + i3 + + in;resistência equivalente: 1/Req = 1/R1 + 1/R2 + 1/R3 + +1/Rn;resistência equivalente (circuito com apenas dois resistores): Req = (R1, R2)/(R1 + R2);lei de Ohm: U = R,i.

    Qual é a fórmula da associação em série?

    Resumo

    Associação em Série Associação em Paralelo
    Diferença de Potencial v n = i‧R n Igual para todos os resistores
    Corrente Igual para todos os resistores i n = v/R n
    Resistência Equivalente R eq = R 1 + R 2 + + R n 1/R eq = 1/R 1 + 1/R 2 +. + 1/R n

    Como calcular a diferença de potencial?

    Diferença de potencial de uma pilha. Diferença de potencial (ddp) Conforme explicado no texto, as pilhas são dispositivos que possuem dois eletrodos ou polos formados por metais diferentes, sendo que, de modo espontâneo, o metal mais reativo doa elétrons para o metal menos reativo, ocorrendo uma reação de oxirredução que produz uma corrente de elétrons.

    1. Isso significa que a energia química é transformada em energia elétrica.
    2. A intensidade dessa corrente elétrica ou força eletromotriz (E) da pilha pode ser medida por meio de um aparelho chamado voltímetro,
    3. Quanto maior for a intensidade da corrente elétrica, maior será a força eletromotriz da pilha.
    4. Esse valor é indicado no voltímetro em volts (V), unidade usada em homenagem ao criador da primeira pilha, Alessandro Volta.

    Essa intensidade da corrente dependerá do potencial de redução e de oxidação dos metais que compõem os eletrodos, porque quanto maior for o potencial de oxidação de um metal, maior será a sua capacidade de ceder elétrons, e quanto maior for o potencial de redução de um metal, maior será a sua tendência de receber elétrons.

    Desse modo, quando em uma pilha são conectados eletrodos que apresentam uma diferença de potencial (ddp ou U) muito grande, a intensidade da corrente elétrica é também muito grande e o valor da força eletromotriz é elevado. O contrário também é verdadeiro, ou seja, quanto menor for a diferença de potencial (ddp) entre os eletrodos, menor será a força eletromotriz da pilha.

    A diferença de potencial é uma espécie de força eletromotriz. Mas aqui vamos considerar essas duas grandezas como tendo o mesmo valor, porque, em Física, a diferença de potencial de um gerador como uma pilha é dada pela fórmula: U = E – r, i, sendo que U = ddp, E = força eletromotriz, r = resistência e i = intensidade da corrente elétrica.

    1. Mas no estudo da eletroquímica, consideramos as pilhas como sendo geradores ideais, em que a resistência é igual a zero.
    2. Assim, U = E,
    3. Visto que a ddp de uma pilha está relacionada com a tendência de oxidação do agente redutor e com a tendência de redução do agente oxidante, por convenção, adotou-se um eletrodo-padrão a fim de usá-lo para medir o potencial de redução e de oxidação das espécies químicas que compõem os eletrodos de uma pilha.

    Esse eletrodo-padrão é o eletrodo de hidrogênio mostrado a seguir: Eletrodo de hidrogênio usado para medir o potencial dos outros eletrodos Adotou-se que o potencial do hidrogênio nas condições-padrão (temperatura igual a 25ºC ou 298K, pressão igual a 1 atm e eletrodo mergulhado em uma solução de 1 mol/L que contenha os seus íons) é igual a zero,

    • Assim, se quisermos saber o valor dos potenciais dos demais eletrodos, basta conectá-los ao eletrodo de hidrogênio e medir o potencial da pilha com um voltímetro.
    • O valor indicado no voltímetro é igual ao potencial do eletrodo do meta l, já que o potencial do eletrodo de hidrogênio é zero.
    • Por exemplo, considere que formamos uma pilha em que um eletrodo é o eletrodo-padrão de hidrogênio e o outro é formado por um metal de zinco mergulhado em uma solução de sulfato de zinco.

    O potencial de redução mostrado no voltímetro é de – 0,76 V. O sinal negativo indica que o zinco possui um potencial de redução menor que o do hidrogênio e o sentido dos elétrons é desse metal (ânodo) para o eletrodo de hidrogênio (cátodo). Semirreação do ânodo: Zn ( s) ↔ Zn 2+ (aq) + 2 e – Semirreação do cátodo: 2 H 3 O + (aq) + 2 e – ↔ H 2(g) + 2 H 2 O (l) ΔE 0 = E 0 red (cátodo) – E 0 red (ânodo) – 0,76 = E red H2 – E red Zn 2+ – 0,76 = 0 – E red Zn 2+ E red Zn 2+ = + 0,76 V Não pare agora. Pilha zinco-hidrogênio usada para medir o potencial-padrão do zinco Agora, se fizermos uma pilha formada por um eletrodo de cobre ligado a um eletrodo-padrão de hidrogênio, o valor do potencial de redução indicado no voltímetro será + 0,337 V. O sinal positivo indica que o sentido da corrente elétrica é do eletrodo-padrão de hidrogênio (ânodo) para o eletrodo de cobre(cátodo).

    • Semirreação do ânodo: H 2(g) + 2 H 2 O (l) ↔ 2 H 3 O + (aq) + 2 e – Semirreação do cátodo: Cu 2+ (aq) + 2 e – ↔ Cu ( s)
    • ΔE 0 = E 0 red (cátodo) – E 0 red (ânodo) + 0,337 = E red Cu 2+ – E red H2 + 0,337 = E red Cu 2+ – 0 E red Zn 2+ = + 0,337 V
    • O potencial de redução do cobre é +0,337 V e o seu potencial de oxidação é de – 0,337 V.
    • Pilha cobre-hidrogênio usada para medir o potencial-padrão do cobre
    • Esses exemplos mostram-nos que os potenciais de redução e de oxidação de um elemento são numericamente iguais, apenas com o sinal oposto.
    • Com base nesse método, foram medidos experimentalmente os potenciais-padrão de redução e de oxidação dos cátions de diversos metais, conforme mostrado na tabela a seguir:
    • Tabela de potenciais-padrão de redução e de oxidação
    • A IUPAC recomenda que se trabalhe com os potenciais de redução em vez dos potenciais de oxidação.
    • Com esses valores em mão, podemos calcular a diferença de potencial (ddp) para qualquer pilha, pois a variação da força eletromotriz (?E) pode ser calculada por:
    • ΔE 0 = E 0 red (maior) – E 0 red (menor) ou ΔE 0 = E 0 oxi (maior) – E 0 oxi (menor)

    Por exemplo, vamos determinar a diferença de potencial (ddp) para uma pilha formada por um eletrodo de zinco e um de cobre. Conforme já mencionado, o potencial-padrão de redução do cobre é de + 0,337 e do zinco é -0,76 V. Como o cobre possui maior potencial de redução, é ele que reduz (ganha elétrons), sendo o cátodo, e o zinco oxida-se (perde elétrons), sendo o ânodo:

    1. Esquema de pilha de zinco-cobre sem ponte salina
    2. Semirreação no ânodo: Zn ( s) ↔ Zn 2+ (aq) + 2 e – Semirreação no cátodo: Cu 2+ (aq) + 2 e – ↔ Cu ( s) Reação Global: Zn ( s) + Cu 2+ (aq) ↔ Zn 2+ (aq) + Cu ( s)
    3. Δ E 0 = E 0 red (maior) – E 0 red (menor)
    4. Δ E 0 = 0,337- (-0,76)
    5. Δ E 0 = + 1,097 V ≈ + 1,1 V
    6. Força eletromotriz de uma pilha

    Isso confirma o que falamos no início: que quanto maior for essa diferença dos potenciais dos eletrodos na pilha, mais potente será a pilha. Além disso, o valor de ΔE 0 sempre será positivo, porque a oxirredução que ocorre na pilha é espontânea. Portanto, se você fizer as contas e o valor de ΔE 0 der negativo, isso significa que a reação não ocorre entre as duas espécies em questão e a pilha não funciona.

    • Existem também mais dois fatores que interferem na diferença de potencial de uma pilha, a temperatura e a concentração das soluções,
    • Aproveite para conferir nossas videoaulas sobre o assunto:

    Por Jennifer Rocha Vargas Fogaça : Diferença de potencial de uma pilha. Diferença de potencial (ddp)

    Qual a fórmula dos resistores?

    Associação de Resistores – Nos circuitos elétricos há uma quantidade de resistores que se organizam em série ou em paralelo. Note que o chamado “resistor equivalente” (R eq ) representa a resistência total dos resistores associados.

    Associação de Resistores em Série : Na associação em série, o resultado total será igual à soma de todas as resistências presentes no circuito, de modo que a corrente elétrica (i) é a mesma para todos os resistores do circuito. Portanto, para calcular o valor dos resistores, utiliza-se a seguinte expressão: R T = R 1 +R 2 +R 3 +R 4 +R 5 +.R n, Associação de Resistores em Paralelo : Na associação em paralelo, a corrente elétrica que passa por todo o circuito é igual à soma das correntes elétricas que passa por cada um dos resistores da associação. Dessa forma, a resistência equivalente (R eq ) dos resistores associados em paralelo, será menor que o resistor de menor resistência da associação, sendo calculado pela seguinte fórmula: R T = 1/(1/R 1 + 1/R 2 + 1/R n ). Associação de Resistores Mista : Nesse tipo de associação, os resistores se encontram associados em série e em paralelo. Dessa forma, para calcular a resistência do circuito, primeiramente deve-se calcular o valor total dos resistores associados em paralelo, somá-los aos resistores em série, para assim, obter o resultado final.

    Leia também:

    Associação de Resistores Resistência Elétrica Exercícios sobre Lei de Ohm com respostas Potência Elétrica Fórmulas de Física Leis de Kirchhoff

    Quais são os resistores mais usados?

    Resistor de Carbono – Os resistores de carbono são os mais utilizados, pois é o material mais comum. Eles são resistores de uso geral baratos aplicados circuitos eletrônicos e elétrico. Seu elemento resistivo é fabricado a partir de uma mistura de pó de carbono finamente moído ou grafite (semelhante à grafite de lápis) e um pó de cerâmica não-condutor (argila) para unir todos.

    A proporção de pó de carbono para cerâmica (condutor para isolante) determina o valor resistivo geral da mistura e quanto maior a proporção de carbono, menor a resistência geral. A mistura é moldada em uma forma cilíndrica com fios de metal ou condutores são fixados em cada extremidade para fornecer a conexão elétrica como mostrado, antes de ser revestida com um material isolante externo e marcações codificadas por cores para denotar seu valor resistivo.

    Os resistores carbono são muito baratos para fabricar e, portanto, são comumente usados em circuitos e placas elétricas. No entanto, devido ao seu processo de fabricação, os resistores do tipo carbono têm tolerâncias muito grandes, portanto, para obter mais precisão e resistências de alto valor, resistores do tipo filme são usados.

    Qual é o símbolo do resistor?

    Símbolos do resistor O resistor é um componente elétrico que reduz a corrente elétrica. A capacidade do resistor de reduzir a corrente é chamada resistência e é medida em unidades de ohms ( símbolo : Ω).

    Qual a fórmula para calcular a potência elétrica?

    Introdução – A potência elétrica é a medida da energia elétrica fornecida ou consumida por um circuito elétrico, Essa grandeza pode ser calculada com base em parâmetros como tensão, corrente e resistência elétrica, sendo expressa em watts (W). Assim, a fórmula para calcular a potência elétrica é P = V.I. 📚 Você vai prestar o Enem? Estude de graça com o Plano de Estudo Enem De Boa 📚 Mas os resistores não são os únicos componentes capazes de converter essa energia potencial elétrica em outras formas de energia. Podemos ligar nesse circuito, por exemplo, um certo motor, que vai converter essa energia elétrica em energia mecânica, a fim de movimentar uma turbina.

    Portanto, vemos que, de modo geral, circuitos elétricos funcionam com base em conversões de energia, Seja de energia elétrica em outra qualquer, ou de alguma energia qualquer em elétrica, conforme ocorre no gerador. Dessa forma, podemos avaliar o funcionamento de determinado circuito elétrico com base na sua potência elétrica, ou seja, na sua taxa de conversão de energia.

    Tal qual em outras áreas da física, a potência será dada por: $$P=\frac $$ em que E é a energia fornecida pelo gerador durante o intervalo de tempo Δt, Assim como em outras áreas da Física, a unidade da potência no Sistema Internacional é o watt (W).

    Como calcular a diferença de potencial?

    Diferença de potencial de uma pilha. Diferença de potencial (ddp) Conforme explicado no texto, as pilhas são dispositivos que possuem dois eletrodos ou polos formados por metais diferentes, sendo que, de modo espontâneo, o metal mais reativo doa elétrons para o metal menos reativo, ocorrendo uma reação de oxirredução que produz uma corrente de elétrons.

    Isso significa que a energia química é transformada em energia elétrica. A intensidade dessa corrente elétrica ou força eletromotriz (E) da pilha pode ser medida por meio de um aparelho chamado voltímetro, Quanto maior for a intensidade da corrente elétrica, maior será a força eletromotriz da pilha. Esse valor é indicado no voltímetro em volts (V), unidade usada em homenagem ao criador da primeira pilha, Alessandro Volta.

    Essa intensidade da corrente dependerá do potencial de redução e de oxidação dos metais que compõem os eletrodos, porque quanto maior for o potencial de oxidação de um metal, maior será a sua capacidade de ceder elétrons, e quanto maior for o potencial de redução de um metal, maior será a sua tendência de receber elétrons.

    Desse modo, quando em uma pilha são conectados eletrodos que apresentam uma diferença de potencial (ddp ou U) muito grande, a intensidade da corrente elétrica é também muito grande e o valor da força eletromotriz é elevado. O contrário também é verdadeiro, ou seja, quanto menor for a diferença de potencial (ddp) entre os eletrodos, menor será a força eletromotriz da pilha.

    A diferença de potencial é uma espécie de força eletromotriz. Mas aqui vamos considerar essas duas grandezas como tendo o mesmo valor, porque, em Física, a diferença de potencial de um gerador como uma pilha é dada pela fórmula: U = E – r, i, sendo que U = ddp, E = força eletromotriz, r = resistência e i = intensidade da corrente elétrica.

    Mas no estudo da eletroquímica, consideramos as pilhas como sendo geradores ideais, em que a resistência é igual a zero. Assim, U = E, Visto que a ddp de uma pilha está relacionada com a tendência de oxidação do agente redutor e com a tendência de redução do agente oxidante, por convenção, adotou-se um eletrodo-padrão a fim de usá-lo para medir o potencial de redução e de oxidação das espécies químicas que compõem os eletrodos de uma pilha.

    Esse eletrodo-padrão é o eletrodo de hidrogênio mostrado a seguir: Eletrodo de hidrogênio usado para medir o potencial dos outros eletrodos Adotou-se que o potencial do hidrogênio nas condições-padrão (temperatura igual a 25ºC ou 298K, pressão igual a 1 atm e eletrodo mergulhado em uma solução de 1 mol/L que contenha os seus íons) é igual a zero,

    Assim, se quisermos saber o valor dos potenciais dos demais eletrodos, basta conectá-los ao eletrodo de hidrogênio e medir o potencial da pilha com um voltímetro. O valor indicado no voltímetro é igual ao potencial do eletrodo do meta l, já que o potencial do eletrodo de hidrogênio é zero. Por exemplo, considere que formamos uma pilha em que um eletrodo é o eletrodo-padrão de hidrogênio e o outro é formado por um metal de zinco mergulhado em uma solução de sulfato de zinco.

    O potencial de redução mostrado no voltímetro é de – 0,76 V. O sinal negativo indica que o zinco possui um potencial de redução menor que o do hidrogênio e o sentido dos elétrons é desse metal (ânodo) para o eletrodo de hidrogênio (cátodo). Semirreação do ânodo: Zn ( s) ↔ Zn 2+ (aq) + 2 e – Semirreação do cátodo: 2 H 3 O + (aq) + 2 e – ↔ H 2(g) + 2 H 2 O (l) ΔE 0 = E 0 red (cátodo) – E 0 red (ânodo) – 0,76 = E red H2 – E red Zn 2+ – 0,76 = 0 – E red Zn 2+ E red Zn 2+ = + 0,76 V Não pare agora. Pilha zinco-hidrogênio usada para medir o potencial-padrão do zinco Agora, se fizermos uma pilha formada por um eletrodo de cobre ligado a um eletrodo-padrão de hidrogênio, o valor do potencial de redução indicado no voltímetro será + 0,337 V. O sinal positivo indica que o sentido da corrente elétrica é do eletrodo-padrão de hidrogênio (ânodo) para o eletrodo de cobre(cátodo).

    • Semirreação do ânodo: H 2(g) + 2 H 2 O (l) ↔ 2 H 3 O + (aq) + 2 e – Semirreação do cátodo: Cu 2+ (aq) + 2 e – ↔ Cu ( s)
    • ΔE 0 = E 0 red (cátodo) – E 0 red (ânodo) + 0,337 = E red Cu 2+ – E red H2 + 0,337 = E red Cu 2+ – 0 E red Zn 2+ = + 0,337 V
    • O potencial de redução do cobre é +0,337 V e o seu potencial de oxidação é de – 0,337 V.
    • Pilha cobre-hidrogênio usada para medir o potencial-padrão do cobre
    • Esses exemplos mostram-nos que os potenciais de redução e de oxidação de um elemento são numericamente iguais, apenas com o sinal oposto.
    • Com base nesse método, foram medidos experimentalmente os potenciais-padrão de redução e de oxidação dos cátions de diversos metais, conforme mostrado na tabela a seguir:
    • Tabela de potenciais-padrão de redução e de oxidação
    • A IUPAC recomenda que se trabalhe com os potenciais de redução em vez dos potenciais de oxidação.
    • Com esses valores em mão, podemos calcular a diferença de potencial (ddp) para qualquer pilha, pois a variação da força eletromotriz (?E) pode ser calculada por:
    • ΔE 0 = E 0 red (maior) – E 0 red (menor) ou ΔE 0 = E 0 oxi (maior) – E 0 oxi (menor)

    Por exemplo, vamos determinar a diferença de potencial (ddp) para uma pilha formada por um eletrodo de zinco e um de cobre. Conforme já mencionado, o potencial-padrão de redução do cobre é de + 0,337 e do zinco é -0,76 V. Como o cobre possui maior potencial de redução, é ele que reduz (ganha elétrons), sendo o cátodo, e o zinco oxida-se (perde elétrons), sendo o ânodo:

    1. Esquema de pilha de zinco-cobre sem ponte salina
    2. Semirreação no ânodo: Zn ( s) ↔ Zn 2+ (aq) + 2 e – Semirreação no cátodo: Cu 2+ (aq) + 2 e – ↔ Cu ( s) Reação Global: Zn ( s) + Cu 2+ (aq) ↔ Zn 2+ (aq) + Cu ( s)
    3. Δ E 0 = E 0 red (maior) – E 0 red (menor)
    4. Δ E 0 = 0,337- (-0,76)
    5. Δ E 0 = + 1,097 V ≈ + 1,1 V
    6. Força eletromotriz de uma pilha

    Isso confirma o que falamos no início: que quanto maior for essa diferença dos potenciais dos eletrodos na pilha, mais potente será a pilha. Além disso, o valor de ΔE 0 sempre será positivo, porque a oxirredução que ocorre na pilha é espontânea. Portanto, se você fizer as contas e o valor de ΔE 0 der negativo, isso significa que a reação não ocorre entre as duas espécies em questão e a pilha não funciona.

    • Existem também mais dois fatores que interferem na diferença de potencial de uma pilha, a temperatura e a concentração das soluções,
    • Aproveite para conferir nossas videoaulas sobre o assunto:

    Por Jennifer Rocha Vargas Fogaça : Diferença de potencial de uma pilha. Diferença de potencial (ddp)

    Como saber se o circuito está em série ou paralelo?

    Qual é a diferença entre circuito em série e paralelo? – A principal diferença entre circuito em série e paralelo é a maneira como a tensão e a corrente apresentam-se. A tensão será a mesma em todos os pontos do circuito em paralelo e a corrente poderá variar.

    1. Já no circuito em série, é a tensão que pode ser diferente, enquanto a corrente elétrica é a mesma.
    2. Entender as peculiaridades e formas de funcionamento de cada um desses tipos de circuitos é fundamental para quem quer garantir uma ligação elétrica eficiente.
    3. Conhecer a diferença entre circuito em série e paralelo e aplicar essa informação de maneira adequada não são tarefas complicadas, no entanto, é preciso ter atenção para realizar um serviço correto e evitar danos.

    O que você acha de aprofundar ainda mais seus conhecimentos sobre elétrica? Muito importante, não é mesmo? Então, aprenda o que fazer quando o disjuntor estiver desarmando sozinho,