Pensão Alimentícia Como Calcular?

Pensão Alimentícia Como Calcular

Como deve ser feito o cálculo da pensão alimentícia?

Como é feito o cálculo da pensão alimentícia? Não há uma fórmula matemática ou uma porcentagem fixa para calcular o valor da pensão alimentícia. O cálculo é feito com base no binômio necessidade x possibilidade, ou seja, leva-se em conta as despesas de quem recebe e a renda de quem paga.

Quem ganha 3 mil paga quanto de pensão alimentícia?

Exemplos práticos: – “Desta forma, a título de exemplo, imaginemos que um pai tem 2 filhos e deve pagar alimentos aos dois. No entanto, uma das crianças possui alguns problemas de saúde, tendo que tomar determinados remédios, passar por consultas periódicas, exames, tratamentos e etc., sendo que a outra tem a saúde perfeita e demanda apenas os gastos comuns de toda criança.

Neste caso, o valor da pensão para cada um dos filhos será diferente, em razão da necessidade de uma das crianças ser maior do que a da outra. Outro exemplo: A mãe deve alimentos ao filho, que demanda um gasto mensal de 1.500 reais por mês. Esta mulher recebe um salário de 10 mil reais, por exercer a gerência em uma grande empresa.

Ela deverá pagar 30% do seu salário (3 mil reais) para a criança, mesmo o filho necessitando de apenas 15% (1.500 reais)? Não! O valor, novamente, será de acordo com a necessidade do filho, portanto, 1.500 reais, 15% de seu salário. Também para ilustrar a possibilidade dos pais, imaginemos que um pai receba mil reais por mês (um salário mínimo).

  • Seu filho tem alguns problemas de saúde e demanda um gasto de mil reais por mês.
  • O pai deverá repassar todo seu salário para pagar a pensão do filho.
  • A resposta é não! Por mais que a necessidade da criança seja de mil reais, a possibilidade financeira do pai não consegue suportar este valor, pois, caso contrário, ele não poderá se sustentar.

Neste último caso, o valor da pensão, como determina o entendimento jurisprudencial, não deverá ultrapassar 30% do rendimento do pai, ou seja, 300 reais. Outro ponto que merece atenção é de que, por lei, o sustento dos filhos deve ser de responsabilidade do pai e da mãe, e não deve recair somente sobre um ou outro.

Quem ganha 2 mil paga quanto de pensão alimentícia?

Quem ganha 2000 paga quanto de pensão para 1 filho? – Normalmente, a pensão é fixada em 20% da renda do pai quando tem apenas um filho. O percentual de 30% é usual quando existem dois ou mais filhos, podendo ser superior no caso de prole numerosa. Se forem dois filhos de mães diferentes, costuma ser em 15% para cada um.

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Quem ganha 5.500 paga quanto de pensão?

Quem ganha 5.500 paga quanto de pensão? – E um limite máximo, será que existe? – A lei não estabelece nenhum limite do quanto da renda do pagante a pensão alimentícia pode comprometer. Porém, existe um entendimento dos tribunais de que o valor da pensão não deve ultrapassar 30% da renda da pessoa.

  • Ou seja, imagine um pai que tem renda de R$5 mil por mês.
  • É provável que o valor da pensão que ele paga ao filho não exceda R$1.500.
  • Mas isso não é lei! Não se trata de uma regra.
  • Por isso, dependendo das circunstâncias, esse valor pode, sim, ser ultrapassado.
  • Um exemplo: se esse pai tem mais de um filho, inclusive de outras relações conjugais.

Pode ser que o valor determinado para as pensões ultrapasse os 30% de sua renda. Ou ainda se o pagante tiver uma renda mensal significativa. Neste caso, mesmo sendo apenas um filho e de um casamento, ainda pode ultrapassar os 30%. Lembrando que a principal regra é: cada caso é um caso.

Quem ganha 4 mil paga quanto de pensão alimentícia?

• Como isso funciona na prática? Confira o exemplo: – Vamos considerar uma criança com um gasto total de um mil reais por mês. O pai ganha o dobro da mãe (por exemplo, ele 4.000 reais e ela 2.000 reais). Então, ele dará 666 reais e ela 333 reais. Como a renda dele é duas vezes a dela, ambos estarão contribuindo de maneira equilibrada, na mesma porcentagem, sobre aquilo que possuem (16,65%).

Quando tem mais de um filho a pensão diminui?

Resposta: não – “4. O nascimento de um novo filho não é suficiente, por si só, a acarretar a revisão da obrigação alimentar, sendo necessária a efetiva comprovação, pelo alimentante, da redução de sua situação financeira, apta a afetar o equilíbrio do binômio necessidade-possibilidade.” Acórdão 1208634, 07023601720188070016, Relatora: ANA CANTARINO, Oitava Turma Cível, data de julgamento: 9/10/2019, publicado no DJE: 22/10/2019,

Quem ganha 1800 tem que pagar quanto de pensão?

Feita por >Natalia >.13 out 2016 Pensão Resposta enviada Em breve, comprovaremos a sua resposta para publicá-la posteriormente Algo falhou Por favor, tente outra vez mais tarde. A melhor resposta Esta resposta foi útil a 119 pessoas Prezada Natália: O valor é arbitrado pelo juiz. Normalmente fica entre 20% a 30% do salário mínimo. Caso tenha interesse em maiores esclarecimentos, entre em contato. Claudio Vasconcelos A resposta foi útil para você? Obrigado pela sua avaliação!

Quando o pai não tem condições de pagar a pensão Quem paga?

Aos filhos de pais separados ou divorciados, o pagamento da pensão alimentícia é obrigatório até atingirem a maioridade (18 anos de idade) ou, se estiverem cursando o pré-vestibular, ensino técnico ou superior e não tiverem condições financeiras para arcar com os estudos, até os 24 anos.

Quando a guarda é compartilhada tem que pagar pensão?

Com a “nova” lei da Guarda Compartilhada terei que continuar pagando pensão de alimentos? A Lei 13.058/14, que é a “nova” lei da guarda compartilhada, trouxe muitas dúvidas e a maior delas é com relação à obrigatoriedade de pagamento de pensão para os filhos.

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Se o juiz determinar a guarda compartilhada, estarei “liberado(a)” de pagar a pensão? A guarda da minha filha foi definida como unilateral há alguns anos, agora com a nova lei que torna obrigatória a guarda compartilhada minha situação muda automaticamente? Como faço para regularizar essa situação? Diante desse novo cenário temos que esclarecer algumas questões.

Fato é que, se você já possui a guarda dos seus filhos definida em juízo de forma unilateral,com fixação de pensão de alimentos, a situação não se altera automaticamente. Seria necessário ingressar com uma ação judiciária pedindo a alteração da cláusula que definiu a guarda como unilateral, para se tornar compartilhada.

Desse ponto vem a segunda questão. A partir do pedido de alteração para a guarda compartilhada, ou então no caso de genitores que ainda não tenham guarda estabelecida no judiciário e precisem regularizar essa situação (ou seja, todos os “novos” casos), quando o Juiz determinar a guarda compartilhada, como fica a pensão alimentícia? Para respondermos esta questão, é importante esclarecermos de forma sucinta que guarda compartilhada é diferente de guarda alternada.

Na guarda alternada divide-se o tempo de fato entre os genitores, ou seja, metade da semana ficaria na casa da mãe e a outra metade da semana na casa do pai, por exemplo. Dentro desses períodos de convivência o genitor residente tem total autonomia e liberdade para decidir o que bem entender da vida de seu filho, sem pedir autorização ou mesmo tendo que dar satisfações ao outro genitor.

Esta modalidade de guarda, além de criar uma grande duplicidade na vida da criança, não sendo saudável para ela, não tem previsão legal na legislação brasileira, apesar de ser muito confundida com a guarda compartilhada. Desta maneira, guarda compartilhada não é a divisão EXATA do tempo de convivência entre os genitores, mas sim a divisão de responsabilidades com relação ao menor.

Ou seja, todas as decisões concernentes à vida do filho terão que ser tomadas em conjunto, por ambos os genitores. As responsabilidades são compartilhadas. Decisões sobre qual escola frequentar, cursos de línguas, esportes, entre outras, terão que ser decididas de forma conjunta.

  • O tempo de convívio com a criança certamente será ampliado, pois os genitores não terão mais apenas direito de visitas (apenas aos finais de semana, por exemplo), mas sim uma convivência diária, acompanhando as atividades rotineiras de seu filho.
  • Portanto, nessa espécie de guarda é necessário fixar um REFERENCIAL RESIDENCIAL,

E o que é isso? É justamente definir onde a criança irá morar, sua casa de referência. Em qual casa ela vai viver, dormir a maioria das noites e realizar a maior parte de suas tarefas. Este é o local que simbolizará “seu lar”. Esta é a chamada “base de moradia”,

O genitor que não detém essa base de moradia conviverá com seu filho de uma forma muito mais abrangente do que quando da guarda unilateral, conforme já explicitado, uma vez que participará não apenas do lazer (direito de visitas), mas também de atividades rotineiras (convivência), sendo possível inclusive o pernoite da criança em sua residência durante algumas noites da semana.

A consequência direta de se definir essa base de moradia é, chegando ao ponto central do nosso esclarecimento, o pagamento de pensão alimentícia. Ou seja, a ideia de que a Lei da Guarda Compartilhada exime um dos pais da responsabilidade do pagamento de pensão alimentícia é equivocada.

  • Sempre que definida a guarda compartilhada e consequentemente a base de moradia (referencial residencial), há que se definir o pagamento de pensão alimentícia pelo genitor não residente, que não detém a base de moradia.
  • Assim como na guarda unilateral o genitor que não detém a guarda deve pagar pensão, na guarda compartilhada o genitor que não detém a base de moradia também deve pagar pensão, uma vez que a maior parte das despesas da criança será na casa em que ela, de fato, morar.
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Assim, se a guarda de seu filho é unilateral e você está pensando em requerer a guarda compartilhada apenas com o intuito de se desobrigar da pensão alimentícia, é imprescindível que tome conhecimento de certos pontos desta Lei e do Enunciado 607 das Jornadas de Direito Civil, para que depois não seja pego desprevenido, uma vez que não há relação entre a fixação da guarda compartilhada e o não pagamento de pensão alimentícia.

O que é descontado na pensão alimentícia?

Quando o pai trabalha de carteira assinada, o valor da pensão pode ser descontado na folha de pagamento. Ou seja, o próprio empregador desconta o valor da pensão direto dos rendimentos do pai. A pensão será enviada para a conta bancária da mãe ou do próprio filho.

Quanto um salário de 1.800 paga a pensão?

Feita por >Natalia >.13 out 2016 Pensão Resposta enviada Em breve, comprovaremos a sua resposta para publicá-la posteriormente Algo falhou Por favor, tente outra vez mais tarde. A melhor resposta Esta resposta foi útil a 119 pessoas Prezada Natália: O valor é arbitrado pelo juiz. Normalmente fica entre 20% a 30% do salário mínimo. Caso tenha interesse em maiores esclarecimentos, entre em contato. Claudio Vasconcelos A resposta foi útil para você? Obrigado pela sua avaliação!

Quem ganha 1200 paga quanto de pensão?

O salário mínimo teve reajuste e será no valor de R$ 1.212,00 para esse ano de 2022. Com o aumento do salário mínimo, a atualização também ocorrerá no pagamento da pensão alimentícia, se esta foi fixada em porcentagem do salário mínimo. Portanto, se você recebe ou paga a pensão alimentícia em percentual do salário mínimo, O salário mínimo teve reajuste e será no valor de R$ 1.212,00 para esse ano de 2022.

  • Com o aumento do salário mínimo, a atualização também ocorrerá no pagamento da pensão alimentícia, se esta foi fixada em porcentagem do salário mínimo.
  • Portanto, se você recebe ou paga a pensão alimentícia em percentual do salário mínimo, é necessário calcular o novo valor.
  • Veja a tabela de novos valores: 30% = R$ 363,60 50% = R$ 606,00 70% = R$ 848,40 1 sal.

mín. = R$ 1.212,00 1,5 sal. mín. = R$ 1.818,00 2 sal. mín. = R$ 2.424,00 Se a porcentagem fixada no seu caso for diferente dos valores constantes na tabela, faça o seguinte cálculo: digite na calculadora o valor do salário mínimo (1212), clique no símbolo de multiplicação ( X) e digite o percentual fixado (por exemplo, 40) e clique no símbolo de porcentagem (%).