Considere A Tabela De Constantes De Ionização Ka?

Considere A Tabela De Constantes De Ionização Ka

Como calcular o valor de Ka?

Em geral, a reação entre um ácido e a água pode ser traduzida por: HA (aq) + H 2 O (l)? A- (aq) + H 3 O + (aq) sendo a constante de acidez (Ka) dada pela seguinte expressão: Ka = e e / e.

Como calcular a constante de ionização?

Constante de ionização é o nome da expressão matemática utilizada em equilíbrios químicos que envolvem eletrólitos que se ionizam. Constante de ionização ou constante do equilíbrio de ionização é a relação estabelecida entre as concentrações dos produtos e reagentes participantes de uma ionização (produção de cátions e ânions) ou dissociação (liberação de cátions e ânions).

Ka: Constante de ionização do ácido Kb: Constante de ionização da base Kd: Constante de dissociação dos ácidos ou das bases

OBS.: O termo ionização e a sigla Ki podem ser utilizados para qualquer eletrólito (ácidos, bases etc.). Ionização e dissociação a) Ionização Ionização é o termo utilizado para indicar a produção de um cátion e um ânion a partir de um eletrólito formado por ligações covalentes, como os ácidos quando estão dissolvidos em água. Equilíbrio de ionização de um ácido qualquer b) Dissociação : Dissociação é o termo utilizado para indicar a liberação de um cátion e um ânion a partir de um eletrólito formado por ligação iônica, como as bases (YOH) e os sais (YX) quando estão dissolvidos em água. Equilíbrio de dissociação de uma base qualquer Expressão da constante de ionização Assim como em qualquer constante de equilíbrio, a constante de ionização apresenta uma expressão matemática, a qual é montada pela divisão entre a multiplicação das concentrações dos participantes do produto e a multiplicação das concentrações dos participantes do reagente. Equilíbrio de ionização do ácido A montagem da expressão da constante de ionização do ácido sulfídrico possui as concentrações dos produtos (H + e S -2 ) e do reagente (H 2 S), da seguinte forma: Ki = 2, OBS.: Como foram produzidos 2 mol de H +, logo, sua concentração deve ser elevada ao quadrado na expressão. Equilíbrio de dissociação da base A montagem da expressão da constante de ionização do ácido sulfídrico possui as concentrações dos produtos e do reagente, da seguinte forma: Ki =,3 OBS.: Como foram produzidos 3 mol de OH -, logo, sua concentração deve ser elevada ao cubo na expressão.

As concentrações do numerador são maiores do que as do denominador; Para o numerador ter maior valor, é necessária a presença de muitos íons na solução, logo, trata-se de um ácido ou de uma base que se ioniza muito; Indica ácidos e bases fortes; Indica que o equilíbrio tende sempre para o lado dos íons, o lado direito.

Equação indicando a prevalência da reação direta por ser um eletrólito forte b) Valor baixo para Ki Para afirmar que o resultado do cálculo da constante de ionização é baixo, utilizamos a referência da ordem de 10 -5, Assim, como o Ki envolve uma divisão, se o resultado é um número baixo, podemos realizar as seguintes generalizações:

As concentrações do numerador são maiores do que as do denominador; Para o numerador ter maior valor, é necessária a presença de muitos íons na solução, logo, trata-se de um ácido ou de uma base que se ioniza pouco; Indica ácidos e bases fracas; Indica que o equilíbrio tende sempre para o lado do eletrólito (ácido ou base), o lado esquerdo.

Equação indicando a prevalência da reação inversa por ser um eletrólito fraco OBS.: Caso um ácido ou base sofra ionização parcial, cada etapa da ionização apresentará uma constante de ionização. Videoaulas relacionadas:

O que e o Ka?

O grau de ionização de um ácido é denominado de constante de acidez, e representado por Ka.

O que e KA e KB?

Cálculo da constante de ionização O cálculo da de um eletrólito, seja ele um, seja uma, é muito importante no estudo dos equilíbrios químicos iônicos para determinar a força desse eletrólito. Por intermédio desse cálculo, podemos prever se teremos muitos ou poucos íons (cátions e ânions) em uma solução.

  • A representação do cálculo da constante de ionização é feita, geralmente, pela sigla Ki, mas existem outras siglas que podem representá-lo, como o Ka (constante de ionização do ácido), o Kb (constante de dissociação da base) e Kd (constante de ionização).
  • De uma forma geral, o cálculo da constante de ionização (Ki) pode ser realizado levando-se em consideração duas vertentes:
  • Cálculo da constante de ionização a partir de equações de ionização ou dissociação
  • Quando um ácido se ioniza, sua equação de ionização pode ser representada da seguinte forma:
  • Equação de ionização de um ácido qualquer
  • Assim, por meio dessa equação, podemos montar a expressão para o cálculo da constante de ionização, na qual teremos a multiplicação das concentrações dos produtos dividida pela multiplicação das concentrações dos reagentes:
  • Ki =,

OBS.: A concentração da água não participa da expressão para o cálculo da constante de ionização porque a água é uma constante para a ionização, ou seja, sem ela, a ionização não ocorre. Para realizar o cálculo da constante de ionização desse ácido, basta conhecer os valores das concentrações dos participantes da expressão montada acima.O mesmo princípio utilizado para os ácidos é utilizado no caso das bases.

  1. Equação de dissociação de uma base qualquer
  2. Ki =,
  3. Cálculo da constante de ionização para poliácidos ou polibases
  4. Quando um ácido ou uma base apresenta mais de um hidrogênio ionizável ou mais de uma hidroxila dissociável, para cada íon, existe uma equação correspondente e, consequentemente, uma constante de ionização (Ki).
  5. Para o ácido H 2 X, por exemplo, que apresenta dois hidrogênios ionizáveis, as equações de ionização são:
  6. Equações de ionização de um poliácido
  7. Para determinar o valor da constante de ionização para o ácido em questão, basta multiplicar os valores das constantes de ionização de cada etapa:
  8. Ki = K 1,K 2
  9. Cálculo da constante de ionização a partir da lei da diluição de Ostwald

De acordo com o químico Wilhelm Ostwald, à medida que a concentração em mol/L de um eletrólito diminui, seu grau de dissociação ou ionização aumenta. Esse fato é conhecido como,

  • Essa lei diz que a constante de ionização pode ser calculada levando-se em consideração o produto entre a molaridade (concentração em mol/L) e o grau de ionização de um eletrólito, segundo a equação a seguir:
  • Ki = α 2,M
  • Se a diluição envolver um eletrólito forte, a expressão deverá ser escrita de forma diferente, já que esse tipo de eletrólito apresenta maior capacidade de formar ou liberar íons. Veja:
  • Ki = α 2,M (1- α)
  • Exemplos de cálculos da constante de ionização

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  1. a) Primeiro exemplo
  2. (Osec-SP) Sabendo-se que o gau de ionização (α) de uma solução 0,1 molar de ácido acético a 25° C é 1,35×10 -2, podemos concluir que a constante de ionização do ácido acético, na mesma temperatura, é:
  3. a) 1,84×10 -3
  4. b) 1,84×10 -6
  5. c) 1,37×10 -2
  6. d) 1,82×10 -5
  7. e) 1,52×10 -4
  8. Resolução:
  9. Os dados fornecidos pelo exercício foram:
  • α = 1,35×10 -2
  • M = 0,1 molar
  • Ki = ?
  • Agora basta utilizar esses valores na expressão do cálculo da constante de ionização segundo a diluição de Ostwald.
  • Ki = α 2,M
  • Ki = (1,35×10 -2 ) 2,0,1

Ki = 1,8225.10 -4,0,1 Ki = 1,8225.10 -5 b) Segundo exemplo Ao dissolver 0,1 mol de ácido acético em água suficiente para um litro, 0,06 g do ácido acético ioniza-se. Qual é o valor da constante de ionização desse ácido? Resolução: Dados fornecidos pelo exercício:

  • número de mol do ácido acético = 0,1 mol
  • Volume total da solução = 1L
  • Molalidade do ácido no início da reação = 0,1 mol/L
  • Massa do ácido ionizada = 0,06 g
  • Ki = ?
  1. Para determinar o valor do Ki, é necessário fazer o seguinte:
  2. Passo 1: Montar a equação de ionização do ácido.
  3. Equação de ionização do ácido acético
  4. Passo 2: Montar a expressão da constante de ionização do ácido acético.
  5. Ki =,
  6. Passo 3: Determinar as concentrações de cada um dos participantes da expressão do Ki.
  7. É necessário primeiro transformar a massa do ácido ionizada para mol pela seguinte regra de três:
  8. 1 mol de – 60 g/mol
  9. x mol – 0.06g de ácido
  10. x = 0,06 60
  11. X = 0,001 mol
  12. ou
  13. x = 10 -3 mol
  14. Em seguida, podemos determinar as concentrações de cada um dos participantes do equilíbrio de ionização da seguinte forma:
  15. = Subtrair a quantidade inicial do ácido pela quantidade ionizada (fornecida pelo ácido).
  16. = 0,1 – 10 -3
  17. = 0,099 mol/L
  18. = A quantidade de H + é determinada pela multiplicação da quantidade de matéria do ácido ionizada com o coeficiente estequiométrico do cátion H + na equação.
  19. = 10 -3,1
  20. = 10 -3 mol/L
  21. = A quantidade de H + é determinada pela multiplicação da quantidade de matéria do ácido ionizada com o coeficiente estequiométrico do cátion H + na equação.
  22. = 10 -3,1
  23. = 10 -3 mol/L
  24. Passo 4: Calcular a constante de ionização com os valores encontrados no passo 2.
  25. Ki =,
  26. Ki = 10 -3,10 -3 0,099
  27. Ki = 10 -6 0,099
  28. Ki = 1,01.10 -5 mol/L
  29. c) Terceiro exemplo
  30. Observe os dados contidos nos equilíbrios aquosos e suas constantes de ionização a 25ºC:
  31. Equações de ionização de um poliácido
  32. Qual é o valor correspondente à constante de equilíbrio do ácido fosfórico?
  33. Resolução : Para determinar o valor da constante de ionização geral do ácido fosfórico, o qual apresenta três ionizações (por ser um triácido), devemos utilizar a seguinte expressão:

Ki = Ki 1, Ki 2,Ki 3 Ki = 7,5.10 -3,6,2.10 -8,3,6.10 -13 Ki = 167,4.10 -24 Ki = 1,674.10 -22 : Cálculo da constante de ionização

O que e ka em química?

Licenciatura Plena em Química (Universidade de Cruz Alta, 2004) Mestrado em Química Inorgânica (Universidade Federal de Santa Maria, 2007) Este artigo foi útil? Considere fazer uma contribuição: Ouça este artigo: Um ácido, de acordo com uma de suas definições, trata-se de uma espécie química capaz de ionizar-se, liberando íons de hidrogênio (H + ) em meio aquoso.

Sua identificação teórica pode se dar com relação à presença do elemento hidrogênio em sua molécula, ou experimentalmente por sua propriedade de liberação desse hidrogênio no estado gasoso quando em reação química com metal mais reativo do que o hidrogênio. Abaixo são mostrados dois exemplos de ácidos de elevada importância, tanto para a indústria como no laboratório de pesquisa, o primeiro um hidrácido (não apresenta oxigênio em sua molécula) e o segundo um oxiácido (apresenta o oxigênio ).

HCl: ácido clorídrico H 2 SO 4 : ácido sulfúrico Quando um ácido se ioniza em água, passa a ocorrer um processo de equilíbrio, representado por: HA + H 2 O ↔ A – + H 3 O + Ou ainda, de modo simplificado: HA ↔ A – + H + O grau de ionização de um ácido é denominado de constante de acidez, e representado por Ka, As espécies representadas entre conchetes representam suas concentrações molares. Dessa forma, o cálculo da constante de acidez considera o quociente entre o produto da concentração molar de sua base conjugada e de seu número de íons de hidrogênio, pelo de suas partículas não ionizadas.

ÁCIDOS Ka FORÇA ÁCIDA
HCl 10 +7 Muito Forte
H 2 SO 4 10 +3 Muito Forte
H 2 SO 3 1,5.10 -2 Forte
H 3 PO 4 7,6.10 -3 Fraco
HNO 2 4,3.10 -4 Fraco
HF 3,5.10 -4 Fraco
CH 3 COOH 1,8.10 -5 Fraco
H 2 CO 3 4,3.10 -7 Fraco
H 2 S 1,3.10 -7 Fraco
HCN 4,9.10 -10 Muito Fraco
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Tabela 1. Constante de acidez de alguns ácidos 1, No topo da tabela estão os ácidos mencionados no início deste texto. Tanto o ácido clorídrico quanto o ácido sulfúrico apresentam elevado Ka, tratando-se de ácidos muito fortes. Já o ácido cianídrico, em contraponto, apresenta um baixo Ka, tratando-se de um ácido muito fraco.

  1. Dessa forma, podemos concluir que uma solução de ácido clorídrico ou de ácido sulfúrico apresenta uma grande parte de íons em solução, já uma solução a partir do ácido cianídrico apresenta grande parte de moléculas dissolvidas.
  2. Experimentalmente pode-se averiguar esse comportamento ao se fazer tais soluções serem atravessadas por uma corrente elétrica, compondo um circuito capaz de acender uma lâmpada, por exemplo.

Observa-se então que em todas as soluções há passagem de corrente elétrica, mas a lâmpada está mais intensa na medida em que o ácido é mais forte (apresenta um maior número de partículas iônicas em solução, responsáveis pela transmissão de corrente elétrica).

Quanto mede um Ka?

O seu porta-malas tem um espaço de 257 litros e o tanque de combustível tem capacidade para 51 litros. O veículo suporta 423 kg de carga útil. Em tamanho o Ford Ka Se 2019 tem 3.941 mm de comprimento, 1525 mm de altura, 1695 mm de largura, um espaço de 2.491 mm entre os eixos e 169 mm no vão livre do solo.

O que e ka e pKa?

A constante de acidez (Ka) geralmente é expressa pelo negativo do seu logaritmo (pKa). do seu ácido conjugado, ou seja, quanto maior o pKa do ácido conjugado, mais forte será a base.

Quanto maior o Ka?

Ka é a constante de ionização do ácido Kb é a constante de dissociação da base. Observe que podemos determinar a força de um ácido ou uma base pelo valor de sua constante de ionização. Quanto maior o Ka -> mais forte é o ácido. Quanto maior o Kb -> mais forte é a base.

Como calcular a ionização?

Como saber a energia de ionização? Para saber identificar o potencial de ionização basta observar a tabela periódica. É possível defini-la de acordo com a posição dos elementos químicos quanto a família ou ao período.

Qual valor de um Ka?

Novo Ford Ka chega com preço sugerido de R$ 35.390.

Quem são Ka?

Ka – Wikipédia, a enciclopédia livre

Esta página, mas que todo o conteúdo, Ajude a, Conteúdo não pode ser,— Encontre fontes: • • ( • • ) ( Setembro de 2014 )

Nota: Para outros significados, veja,

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/td> Ka (kȝ)

Entre os, o Ka designava uma espécie de que acreditavam que existia, tanto nos homens, como nos, O conceito em si é difícil de trasladar hoje para qualquer outra língua viva através de uma só palavra. Em português, o termo que melhor o poderá traduzir será talvez o de, ressalvando no entanto as devidas distâncias entre a concepção da alma, e a concepção egípcia do Ka.

O Ka pode então ser definido como um princípio ou elemento metafísico, imaterial, invisível, volátil e, de certa forma, metafórico, que permitia assegurar a sobrevivência dos homens neste mundo, e lhes conferia a vida eterna no outro. Em contra parte ao analisar os fundamentos do Ka e propor uma perspectiva oriental sobre o assunto, vemos que o Ka pode ser comparado ao ou seja uma energia mística que pode ser utilizada para fins que vão além da compreensão humana.

Por isso deuses possuem apenas Ka pois eles são a própria energia mística, como também descritos em textos os homens possuem um e um Ka, no entanto os deuses são compostos de um Ba e muitos Kas reforçando a ideia de que essa força mística seria o que os move ou o que os torna deuses, e assim diferentes de nós que somos compostos de um, um Ka, (Ba unido ao Ka após a morte), Sahu, Sekhem, Ab ou Ib e Ren.

Este artigo sobre é um, Você pode ajudar a Wikipédia,

Como calcular Ka a partir do pKa?

Os cientistas Henderson e Hasselbalch desenvolveram uma expressão matemática para realizar o cálculo do pH de uma solução-tampão, a qual leva em consideração o pKa e a concentração de um ácido fraco e a concentração do sal : Fórmula para cálculo do pH de uma solução-tampão Obs.: pKa é igual ao colog da constante de ionização do ácido (Ka). Logo, seu valor pode ser determinado por –log, Como observado acima, Henderson e Hasselbalch criaram a fórmula para o cálculo do pH de uma solução-tampão, formada por um ácido fraco e um sal que apresenta o mesmo ânion desse ácido. Fórmula para cálculo do pH de uma solução-tampão Obs.: pKb é igual ao colog da constante de dissociação da base (Kb). Assim, seu valor pode ser determinado por –log, Nessa expressão, a diferença com relação à expressão de Hasselbalch é que utilizamos o valor do pKb e a concentração da base, Fórmula para cálculo do pH e pOH de uma solução-tampão Outra forma de calcular o pH de uma solução-tampão é utilizando uma expressão matemática que relaciona o pH com o pKw e o pKb, como podemos observar abaixo: Fórmula alternativa para cálculo do pH de uma solução-tampão Acompanhe a seguir alguns exemplos de cálculo do pH de uma solução-tampão : 1º Exemplo – (UEM-PR) Qual é o pH aproximado de uma solução obtida através da mistura de 100 mL de uma solução aquosa de HCN 1.10 –2 mol.

= 1.10 –2 = 5.10 –2 pKa = 9,31 log 5 = 0,7 pH = ?

Para realizar o cálculo do pH dessa solução-tampão, basta utilizar os valores na expressão de Henderson e Hasselbalch: Cálculo do pH de uma solução-tampão 2º Exemplo: (PUC-SP) O ácido acético, CH 3 COOH, possui uma constante de dissociação, (Ka), igual a 1,8.10 –5, Relativamente às soluções aquosas de ácido acético, pedem-se: a) O valor de pH de uma solução 0,1 mol/L de CH 3 COOH; Para determinar o pH da solução de CH 3 COOH, a partir da sua concentração molar, basta utilizar a expressão que aplica o cologaritmo da concentração do hidrônio (que é igual a concentração molar do ácido, já que o exercício não informa seu grau de ionização, α): Cálculo do pH de uma solução ácida b) A relação entre as concentrações de CH 3 COOH e de CH 3 COONa que deve ser usada para preparar uma solução-tampão de pH = 5. Dado log 1,34 = 0,13 Dados fornecidos pelo exercício:

log 1,34 = 0,13 Ka = 1,8.10 –5 pH = 5 CH 3 COOH = x CH 3 COONa

Obs.: Nesse exemplo, vamos utilizar a fórmula para o cálculo do pH de uma solução-tampão para calcular outro aspecto com relação à solução. Para determinar o valor da relação pedida pelo exercício, devemos utilizar a expressão de Hasselbalch, já que se trata de um tampão formado por um ácido fraco e um sal: Utilização da expressão para o cálculo do pH solicitado no exercício Obs.: Quando temos a subtração de logaritmos, podemos utilizar a propriedade logarítmica, na qual há a divisão entre esses dois logaritmos. Agrupando os dois logaritmos da expressão Obs.: Para eliminar o logaritmo, basta utilizar a propriedade logarítmica, na qual a base 10 do logaritmo deve ter o valor do outro lado da igualdade como expoente. Excluindo o logaritmo da expressão Assim, ao multiplicar cruzado, temos: Resultado da relação entre a concentração do sal pelo ácido Como o exercício pede a relação entre a concentração do ácido pela concentração do sal: Resultado da relação entre a concentração do ácido pelo sal

Como calcular Ka a partir de KB?

Transcrição de vídeo – RKA4JL – Nós já vimos que o NH₄ e o NH₃, o amônio e a amônia, respectivamente, são um par conjugado ácido-base. Vamos olhar aqui o NH₄. O íon amônio iria funcionar como um ácido e ele doaria um próton para a água, formando assim H₃O⁺.

E a gente ainda teria NH₃⁻ aqui. Aqui embaixo, vamos olhar a amônia, agora. A amônia é uma base fraca, então a água estaria atuando como um ácido aqui e a amônia ganharia um próton. Então, ela se transformaria em amônio e a gente ainda teria OH⁻ nessa reação aqui. O Ka para a reação de cima, do NH₄ mais a água, é 5,6 vezes 10⁻¹⁰.

E o Kb para a reação da amônia com água é 1,8 vezes 10⁻⁵. O que aconteceria se a gente adicionasse, somasse essas duas reações? Bom, vamos fazer aqui. Nós temos duas moléculas de água, então vou adicionar aqui duas moléculas de água e vou colocar isso aqui em equilíbrio.

Perceba que a gente tem amônio no lado esquerdo e no lado direito da equação, então eles podem se anular. A gente vai cancelar esse termo. Isso também funciona para a amônia, porque a gente tem ela aqui do lado esquerdo e a gente vai ter do lado direito também. Então, eu posso cancelar esses termos e a gente só vai ter água.

Assim, os nossos únicos reagentes aqui seriam duas moléculas de H₂O e os nossos produtos seriam um íon hidrônio, H3O+, mais OH-. Essa reação deve soar familiar para você porque ela é uma reação de autoionização da água, onde uma molécula de água vai agir como ácido e a outra molécula vai agir como uma base.

Por isso que nós temos H3O+ e OH- de produto. A constante de equilíbrio da água, ou Kw, você já deve ter visto que ela é igual a 1,0 vezes 10⁻¹⁴. Então, se nós somarmos essas duas reações aqui, a gente vai ter esses produtos. É isso que vai acontecer. Mas o que nós faríamos com o valor de Ka e valor de Kb para poder obter o valor de Kw? Bom, é muito simples: a gente só precisa multiplicar esses dois valores.

Eu posso fazer Ka vezes Kb e vou ter o valor de Kw, igual a Kw. Então, se eu substituir Ka pelo valor dele ali em cima, eu vou ter 5,6 vezes 10⁻¹⁰ (eu vou colocar isso aqui entre parênteses). O valor de Kb é 1,8 vezes 10⁻⁵ e isso aqui vai ser igual a Kw.

  • Então, eu vou puxar uma calculadora aqui.
  • Vou puxar minha calculadora e eu vou fazer 5,6 vezes 10⁻¹⁰, vou multiplicar isso por 1,8 vezes 10⁻⁵ e eu vou ter 1,0 vezes 10⁻¹⁴, que foi esse valor aqui que a gente já tinha discutido anteriormente.
  • Quando você soma duas reações para obter uma reação líquida, você multiplica as constante de equilíbrio para descobrir a constante de equilíbrio da reação líquida, que nesse caso é o nosso Kw aqui de cima.

Bom, vamos analisar mais detalhadamente isso aqui. Então (eu puxei um pouquinho para baixo), a gente sabe que o Ka é a concentração dos nossos produtos sobre os reagentes. Então, posso falar que o Ka, que isso aqui também é igual à concentração de íons hidrônio, de H₃O⁺, vezes a concentração de NH₃⁻ sobre a concentração de NH₄⁺ (vou colocar isso aqui entre parênteses).

E para o Kb, a gente faz a concentração de NH₄⁺ vezes a concentração de OH-, a concentração dos produtos, sobre os reagentes, então a gente vai colocar aqui a concentração de NH₃⁻. Isso aqui vai ser igual ao meu Kw. Essa é só uma outra maneira de você pensar sobre isso. Isso pode ser importante, relacionar Ka e Kb, porque se você sabe o valor de um, é possível calcular o valor do outro.

Então, vamos pensar aqui em um ácido forte. Pode ser o ácido clorídrico, HCl. O ácido clorídrico é um ácido forte e a base conjugada dele é um íon de cloro, Cl⁻. E vamos pensar no que essa equação, essa equação aqui, significa. O HCl é um ácido forte, o que significa que o Ka dele vai ser muito alto.

Então, vou marcar aqui que o Ka dele vai ser alto. A base conjugada é o Cl⁻, é um íon de cloro. E se o valor de Ka for muito alto para o ácido, então o valor de Kb para a base conjugada tem que ser bem baixo, você tem que pensar sempre nessa equação aqui, porque isso aqui, Ka vezes Kb, tem que ser igual a Kw.

Bom, isso descreve matematicamente o que nós estávamos discutindo anteriormente: quanto mais forte for um ácido, mais fraca será sua base conjugada. Agora nós vamos fazer um exercício onde a gente calcula esses valores. A metilamina é uma base fraca, então o Kb da metilamina é 3,7 vezes 10⁻⁴.

  • Calcule o valor de Ka para o íon metilamônio.
  • Estamos falando neste problema de um par conjugado: entre eles há a diferença somente de um próton.
  • Então, a gente vai colocar a equação que diz que Ka vezes Kb é igual a Kw.
  • Assim, aqui a gente só precisa substituir o valor de Kb por esse valor que o problema está dando para a gente.

Então, eu posso falar que Ka vezes 3,7, vezes 10⁻⁴ vai ser igual a 1,0 vezes 10⁻¹⁴. Então, se eu puxar uma calculadora aqui eu vou fazer 1,0 vezes 10⁻¹⁴, vou dividir isso por 3,7 vezes 10⁻⁴ e eu vou ter 2,7 vezes 10⁻¹¹. Então, vou ter que o meu Ka vai ser igual a 2,7 vezes 10⁻¹¹.

Bom, a gente já resolveu o problema, mas vamos analisar um pouquinho mais isso aqui. Vamos um pouquinho mais a fundo. Vamos pegar de novo a equação (e eu vou fazer em uma cor diferente). Vamos fazer aqui Ka vezes Kb igual a Kw. Bom, eu vou colocar o logaritmo nos dois lados. Então, eu tenho que log de Ka vezes Kb vai ser igual a log de Kw.

Bom, log de Ka vezes Kb é a mesma coisa que log de Ka mais log de Kb (isso é uma propriedade de logaritmo) e eu vou igualar isso aqui a log de Kw. Bom, agora vou colocar negativo dos dois lados, então em todos os termos eu vou colocar -log de Ka (vou colocar entre parênteses) mais -log de Kb e eu vou igualar isso aqui a -log de Kw.

  1. Bom, eu sei que -log de Ka é igual a pKa, -log de Kb vai ser igual a pKb e -log de Kw vai ser igual a 14.
  2. Então, tenho que pKa mais PKb vai ser igual a 14.
  3. Agora que a gente tem mais uma coisa com que trabalhar, nós vamos utilizar o valor de Ka para encontrar o valor de pKa.
  4. Então, eu vou fazer um pouquinho mais aqui em cima e vou fazer em outra cor).

Eu sei que pKa vai ser igual a -log de Ka. Então, pKa vai ser igual -log de 2,7 vezes 10⁻¹¹. Vou puxar minha calculadora aqui e eu vou ter que meu pKa vai ser. Vou puxar a calculadora e agora vou tirar -log disso. Então, -log de 2,7 vezes 10⁻¹¹. Eu vou ter que o meu valor de pKa vai ser 10,56, mas eu vou arredondar aqui para 10,57.

Esse é o meu valor de pKa. Esse é o valor de pKa para o metilamônio. Vamos dizer que o problema te deu pKa do metilamônio e você precisa saber o pKb da metilamina. Como que eu vou calcular o pKb da metilamina? Tudo o que a gente precisa fazer é utilizar essa fórmula que a gente fez antes, então vou substituir o valor, vou colocar o valor de pKa, que é 10,57.

Então (eu vou marcar aqui também em uma outra cor), eu vou fazer 10,57 mais pKb igual a 14. Se eu fizer essa conta, eu vou ter que pKb vai ser igual a 3,43. Se você quiser tirar uma prova real para ver se isso aqui está certo, você não está confiando muito nessa fórmula, você só precisa tirar o log desse número aqui de cima que o problema deu, de 3,7 vezes 10⁻⁴.

Quando usar Ka ou Kb?

Ka é a constante de ionização do ácido Kb é a constante de dissociação da base. Observe que podemos determinar a força de um ácido ou uma base pelo valor de sua constante de ionização. Quanto maior o Ka -> mais forte é o ácido. Quanto maior o Kb -> mais forte é a base.

Como calcular o valor de KP?

O cálculo da constante de equilíbrio envolve uma relação entre os participantes do produto e do reagente de uma reação química que se encontra em equilíbrio. Uma reação está em equilíbrio sempre que a velocidade da reação direta (para a direita) é igual à da reação inversa (para a esquerda). Equação genérica de uma reação química em equilíbrio De uma forma geral, o cálculo da constante de equilíbrio químico pode ser realizado por meio das seguintes variáveis:

Concentrações em mol/L dos participantes; Grau do equilíbrio ; Pressões parciais dos participantes ;

→ Cálculo da constante de equilíbrio em termos de concentração em mol/L A constante do equilíbrio pode ser calculada por meio das concentrações em mol/L, sendo chamada, por isso, de Kc. Para calcular o Kc, basta montar a expressão do equilíbrio e utilizar os valores das concentrações molares dos participantes, desde que elas estejam no equilíbrio. Veja um exemplo: Considere este equilíbrio: Equação genérica de uma reação química em equilíbrio A expressão do Kc deve apresentar a multiplicação das concentrações dos produtos (C, D) elevadas aos seus respectivos expoentes (c,d) e divididas pela multiplicação das concentrações dos reagentes (A,B) elevadas aos seus respectivos expoentes (a, b): Kc = c, Um frasco de 3,00L contém as seguintes quantidades de equilíbrio, a 200ºC: 0,120mol de PCl 5 ; 0,600mol de PCl 3 ; e 0,0120mol de Cl 2, Calcule o valor da constante de equilíbrio, em mol/L, a essa temperatura. a) 20 b) 50 c) 75 d) 100 e) 125 Dados fornecidos pelo exercício:

número de mol do PCl 5 = 0,120 número de mol do PCl 3 = 0,600 número de mol do Cl 2 = 0,0120

1 o Passo: Determinar a concentração em mol/L de cada um dos participantes pela divisão do número de mol pelo volume fornecido.

PCl 5 = 0,120 = 0,04 molL 3 PCl 3 = 0,600 = 0,2 mol/L 3 Cl 2 = 0,0120 = 0,004 mol/L 3

2 o Passo: Montar a expressão do Kc: Kc = 1 1,1 3 o Passo: Utilizar os valores encontrados na expressão do Kc: Kc = 1 1,1 Kc = (0,04) 1 (0,2) 1,(0,004) 1 Kc = 0,04 0,2.0,004 Kc = 0,04 0,2.0,004 Kc = 0,04 0,0008 Kc= 50 mol/L -1 → Cálculo da constante de equilíbrio em termos de concentração em mol/L, mas envolvendo o grau de equilíbrio (α).

O grau de equilíbrio (α) pode ser utilizado para realizar o cálculo da constante de equilíbrio, Esse grau é determinante para encontrar os valores das concentrações em mol/L existentes no equilíbrio. Assim, se utilizamos 2 mol de um reagente da reação e o grau de equilíbrio é igual a 50%, temos que 1 mol foi convertido em produto, logo, no equilíbrio, há apenas a presença de 1 mol desse reagente.

Exemplo: (ENQ-RJ) Aqueceram-se 2 mol de pentacloreto de fósforo gasoso, PCl 5, em um recipiente fechado, com capacidade de 2L. Atingido o equilíbrio, o PCl 5 estava 40% dissociado em PCl 3 e Cl 2, Qual será o valor da constante de equilíbrio da reação? Dados fornecidos pelo exercício:

número de mol inicial do PCl 5 = 2; Volume do recipiente = 2 L; grau do equilíbrio (α) = 40%.

1 o Passo: Determinar a concentração em mol/L do PCl 5 que foi adicionada ao recipiente por meio da divisão do número de mol pelo volume fornecido. Não pare agora. Tem mais depois da publicidade 😉

PCl 5 = 2 = 1 mol/L 2

2 o Passo: Determinar as concentrações de todos os participantes no equilíbrio:

Como foi adicionado 1 mol/L de PCl 5 e apenas 40% dele se dissociou, então, foram dissociados dele 0,4 mol/L, resultante da multiplicação entre 1 mol/L e 40%; A proporção de todos os participantes é 1:1:1, por isso, temos 0,4 mol/L de PCl 3 e 0,4 mol/L de Cl 2 no equilíbrio; Como foi adicionado 1 mol/L de PCl 5 e apenas 0,4 mol/L dele se dissociou, logo, no equilíbrio, temos 0,6 mol/L dele (resultante do cálculo 1- 0,4).

3 o Passo: Determinar a expressão do Kc Kc = 1,1 1 4 o Passo: Utilizar os valores encontrados na expressão do Kc. Kc = 1,1 1 Kc = (0,4) 1,(0,4) 1 (0,6) 1 Kc = 0,4.0,4 0,6 Kc = 0,16 0,6 Kc = 0,266 mol/L -1 → Cálculo da constante de equilíbrio em termos de pressão A constante do equilíbrio pode ser calculada por meio das pressões parciais dos participantes, sendo chamada, por isso, de Kp. Equação genérica de uma reação química em equilíbrio A expressão do Kp deve apresentar a multiplicação das pressões parciais dos produtos (C, D) elevadas aos seus respectivos expoentes (c,d) e divididas pela multiplicação das pressões parciais dos reagentes (A,B) elevadas aos seus respectivos expoentes (a, b): Kc = (pC) c, No equilíbrio valem, respectivamente, 0,8 atm, 2 atm e 1 atm. Qual é o valor de Kp? a) 1,6 b) 2,65 c) 0,8 d) 0,0625 e) 0,625 Dados fornecidos pelo exercício:

pressão parcial do NO = 1 atm; número de mol do N 2 = 0,8 atm; número de mol do O 2 = 2 atm.

1 o Passo: Montar expressão do Kp. Kp = (pNO) 2 (pN 2 ) 1,(pO 2 ) 1 2 o Passo: Utilizar os valores encontrados na expressão do Kp. Kp = (pNO) 2 (pN 2 ) 1,(pO 2 ) 1 Kp = (1) 2 (0,8) 1,(2) 1 Kp = 1 0,8.2 Kp = 1 1,6 Kp = 0,625 → Relação entre as constantes de equilíbrio em termos de concentração e pressão Podemos ainda calcular a constante de equilíbrio em termos de concentração ou em termos de pressão por meio de uma única fórmula, a qual está representada abaixo: Kp = Kc.(R.T) Δn

Kc = contante do equilíbrio em termos de concentração em mol/L; Kp = contante do equilíbrio em termos de pressão; R= constante geral dos gases (vale 0,082 para pressões em atm); T = temperatura na escala Kelvin; ∆n = subtração entre os coeficientes dos produtos pelos coeficientes dos reagentes.

Exemplo: (Unimep) O valor do Kp para o equilíbrio: é de 2,8.10 2 à 10 3 K. O valor do Kc nessa temperatura será aproximadamente igual a : a) 5,6.10 5 b) 2,8.10 6 c) 3,6.10 3 d) 8,2.10 2 e) 2,3.10 4 Dados fornecidos pelo exercício:

Temperatura = 10 3 K; Kp = 2,8.10 2,

OBS.: R é igual a 0,082 1 o Passo: Determinar o valor do ∆n pela subtração do coeficiente do produto pela soma dos coeficientes dos reagentes. Δn = 2 – (2 + 1) Δn = 2 – 3 Δn = -1 2 o Passo: Utilizar os valores fornecidos e encontrados na expressão do Kp abaixo: Kp = Kc.(R.T) Δn 2,8.10 2 = Kc.

O que e o Ka de um ácido?

Em química, a constante de acidez K a, também chamada constante de dissociação ácida ou constante de ionização ácida, é uma constante de equilíbrio que exprime o grau de dissociação para um dado ácido de Brønsted numa reação de equilíbrio químico.

Como saber qual ácido e mais forte pelo Ka?

Por exemplo, o ácido carbônico, H 2 CO 3, tem K a = 4,2 x 10 – 7, e o ácido fosfórico, H 3 PO 4, tem K a = 7,5 x 10 – 3. Como se pode verificar, o K a do ácido fosfórico é maior, logo é considerado um ácido mais forte em relação ao ácido carbônico.

Qual a constante de ionização?

A constante de ionização (representada pela sigla Ki) é a constante de equilíbrio que trata da concentração molar (quantidade em mol/L) dos íons presentes em uma solução preparada pela dissolução de um composto iônico em água.

Qual o peso do Ka?

Ford Ka 2021

Altura (mm) 1.525
Comprimento (mm) 3.886
Peso (Kg) 1.007
Tanque (L) 52
Entre-eixos (mm) 2.491

Quantos litros Ka?

Ford Ka 2021

Altura (mm) 1.525
Peso (Kg) 1.033
Tanque (L) 51
Entre-eixos (mm) 2.490
Porta-Malas (L) 257

Quantos kg pesa um Ka?

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Altura do veículo (mm) 1525
Pneu 175/65 R14
Porta-malas (L) 445
Peso do veículo em ordem de marcha (Kg) 1041
Peso bruto total (Kg) 1460

Como calcular o valor da constante K?

O cálculo da constante de equilíbrio envolve uma relação entre os participantes do produto e do reagente de uma reação química que se encontra em equilíbrio. Uma reação está em equilíbrio sempre que a velocidade da reação direta (para a direita) é igual à da reação inversa (para a esquerda). Equação genérica de uma reação química em equilíbrio De uma forma geral, o cálculo da constante de equilíbrio químico pode ser realizado por meio das seguintes variáveis:

Concentrações em mol/L dos participantes; Grau do equilíbrio ; Pressões parciais dos participantes ;

→ Cálculo da constante de equilíbrio em termos de concentração em mol/L A constante do equilíbrio pode ser calculada por meio das concentrações em mol/L, sendo chamada, por isso, de Kc. Para calcular o Kc, basta montar a expressão do equilíbrio e utilizar os valores das concentrações molares dos participantes, desde que elas estejam no equilíbrio. Veja um exemplo: Considere este equilíbrio: Equação genérica de uma reação química em equilíbrio A expressão do Kc deve apresentar a multiplicação das concentrações dos produtos (C, D) elevadas aos seus respectivos expoentes (c,d) e divididas pela multiplicação das concentrações dos reagentes (A,B) elevadas aos seus respectivos expoentes (a, b): Kc = c, Um frasco de 3,00L contém as seguintes quantidades de equilíbrio, a 200ºC: 0,120mol de PCl 5 ; 0,600mol de PCl 3 ; e 0,0120mol de Cl 2, Calcule o valor da constante de equilíbrio, em mol/L, a essa temperatura. a) 20 b) 50 c) 75 d) 100 e) 125 Dados fornecidos pelo exercício:

número de mol do PCl 5 = 0,120 número de mol do PCl 3 = 0,600 número de mol do Cl 2 = 0,0120

1 o Passo: Determinar a concentração em mol/L de cada um dos participantes pela divisão do número de mol pelo volume fornecido.

PCl 5 = 0,120 = 0,04 molL 3 PCl 3 = 0,600 = 0,2 mol/L 3 Cl 2 = 0,0120 = 0,004 mol/L 3

2 o Passo: Montar a expressão do Kc: Kc = 1 1,1 3 o Passo: Utilizar os valores encontrados na expressão do Kc: Kc = 1 1,1 Kc = (0,04) 1 (0,2) 1,(0,004) 1 Kc = 0,04 0,2.0,004 Kc = 0,04 0,2.0,004 Kc = 0,04 0,0008 Kc= 50 mol/L -1 → Cálculo da constante de equilíbrio em termos de concentração em mol/L, mas envolvendo o grau de equilíbrio (α).

  • O grau de equilíbrio (α) pode ser utilizado para realizar o cálculo da constante de equilíbrio,
  • Esse grau é determinante para encontrar os valores das concentrações em mol/L existentes no equilíbrio.
  • Assim, se utilizamos 2 mol de um reagente da reação e o grau de equilíbrio é igual a 50%, temos que 1 mol foi convertido em produto, logo, no equilíbrio, há apenas a presença de 1 mol desse reagente.

Exemplo: (ENQ-RJ) Aqueceram-se 2 mol de pentacloreto de fósforo gasoso, PCl 5, em um recipiente fechado, com capacidade de 2L. Atingido o equilíbrio, o PCl 5 estava 40% dissociado em PCl 3 e Cl 2, Qual será o valor da constante de equilíbrio da reação? Dados fornecidos pelo exercício:

número de mol inicial do PCl 5 = 2; Volume do recipiente = 2 L; grau do equilíbrio (α) = 40%.

1 o Passo: Determinar a concentração em mol/L do PCl 5 que foi adicionada ao recipiente por meio da divisão do número de mol pelo volume fornecido. Não pare agora. Tem mais depois da publicidade 😉

PCl 5 = 2 = 1 mol/L 2

2 o Passo: Determinar as concentrações de todos os participantes no equilíbrio:

Como foi adicionado 1 mol/L de PCl 5 e apenas 40% dele se dissociou, então, foram dissociados dele 0,4 mol/L, resultante da multiplicação entre 1 mol/L e 40%; A proporção de todos os participantes é 1:1:1, por isso, temos 0,4 mol/L de PCl 3 e 0,4 mol/L de Cl 2 no equilíbrio; Como foi adicionado 1 mol/L de PCl 5 e apenas 0,4 mol/L dele se dissociou, logo, no equilíbrio, temos 0,6 mol/L dele (resultante do cálculo 1- 0,4).

3 o Passo: Determinar a expressão do Kc Kc = 1,1 1 4 o Passo: Utilizar os valores encontrados na expressão do Kc. Kc = 1,1 1 Kc = (0,4) 1,(0,4) 1 (0,6) 1 Kc = 0,4.0,4 0,6 Kc = 0,16 0,6 Kc = 0,266 mol/L -1 → Cálculo da constante de equilíbrio em termos de pressão A constante do equilíbrio pode ser calculada por meio das pressões parciais dos participantes, sendo chamada, por isso, de Kp. Equação genérica de uma reação química em equilíbrio A expressão do Kp deve apresentar a multiplicação das pressões parciais dos produtos (C, D) elevadas aos seus respectivos expoentes (c,d) e divididas pela multiplicação das pressões parciais dos reagentes (A,B) elevadas aos seus respectivos expoentes (a, b): Kc = (pC) c, No equilíbrio valem, respectivamente, 0,8 atm, 2 atm e 1 atm. Qual é o valor de Kp? a) 1,6 b) 2,65 c) 0,8 d) 0,0625 e) 0,625 Dados fornecidos pelo exercício:

pressão parcial do NO = 1 atm; número de mol do N 2 = 0,8 atm; número de mol do O 2 = 2 atm.

1 o Passo: Montar expressão do Kp. Kp = (pNO) 2 (pN 2 ) 1,(pO 2 ) 1 2 o Passo: Utilizar os valores encontrados na expressão do Kp. Kp = (pNO) 2 (pN 2 ) 1,(pO 2 ) 1 Kp = (1) 2 (0,8) 1,(2) 1 Kp = 1 0,8.2 Kp = 1 1,6 Kp = 0,625 → Relação entre as constantes de equilíbrio em termos de concentração e pressão Podemos ainda calcular a constante de equilíbrio em termos de concentração ou em termos de pressão por meio de uma única fórmula, a qual está representada abaixo: Kp = Kc.(R.T) Δn

Kc = contante do equilíbrio em termos de concentração em mol/L; Kp = contante do equilíbrio em termos de pressão; R= constante geral dos gases (vale 0,082 para pressões em atm); T = temperatura na escala Kelvin; ∆n = subtração entre os coeficientes dos produtos pelos coeficientes dos reagentes.

Exemplo: (Unimep) O valor do Kp para o equilíbrio: é de 2,8.10 2 à 10 3 K. O valor do Kc nessa temperatura será aproximadamente igual a : a) 5,6.10 5 b) 2,8.10 6 c) 3,6.10 3 d) 8,2.10 2 e) 2,3.10 4 Dados fornecidos pelo exercício:

Temperatura = 10 3 K; Kp = 2,8.10 2,

OBS.: R é igual a 0,082 1 o Passo: Determinar o valor do ∆n pela subtração do coeficiente do produto pela soma dos coeficientes dos reagentes. Δn = 2 – (2 + 1) Δn = 2 – 3 Δn = -1 2 o Passo: Utilizar os valores fornecidos e encontrados na expressão do Kp abaixo: Kp = Kc.(R.T) Δn 2,8.10 2 = Kc.

Como calcular o valor da constante de equilíbrio?

O cálculo da constante de equilíbrio envolve uma relação entre os participantes do produto e do reagente de uma reação química que se encontra em equilíbrio. Uma reação está em equilíbrio sempre que a velocidade da reação direta (para a direita) é igual à da reação inversa (para a esquerda). Equação genérica de uma reação química em equilíbrio De uma forma geral, o cálculo da constante de equilíbrio químico pode ser realizado por meio das seguintes variáveis:

Concentrações em mol/L dos participantes; Grau do equilíbrio ; Pressões parciais dos participantes ;

→ Cálculo da constante de equilíbrio em termos de concentração em mol/L A constante do equilíbrio pode ser calculada por meio das concentrações em mol/L, sendo chamada, por isso, de Kc. Para calcular o Kc, basta montar a expressão do equilíbrio e utilizar os valores das concentrações molares dos participantes, desde que elas estejam no equilíbrio. Veja um exemplo: Considere este equilíbrio: Equação genérica de uma reação química em equilíbrio A expressão do Kc deve apresentar a multiplicação das concentrações dos produtos (C, D) elevadas aos seus respectivos expoentes (c,d) e divididas pela multiplicação das concentrações dos reagentes (A,B) elevadas aos seus respectivos expoentes (a, b): Kc = c, Um frasco de 3,00L contém as seguintes quantidades de equilíbrio, a 200ºC: 0,120mol de PCl 5 ; 0,600mol de PCl 3 ; e 0,0120mol de Cl 2, Calcule o valor da constante de equilíbrio, em mol/L, a essa temperatura. a) 20 b) 50 c) 75 d) 100 e) 125 Dados fornecidos pelo exercício:

número de mol do PCl 5 = 0,120 número de mol do PCl 3 = 0,600 número de mol do Cl 2 = 0,0120

1 o Passo: Determinar a concentração em mol/L de cada um dos participantes pela divisão do número de mol pelo volume fornecido.

PCl 5 = 0,120 = 0,04 molL 3 PCl 3 = 0,600 = 0,2 mol/L 3 Cl 2 = 0,0120 = 0,004 mol/L 3

2 o Passo: Montar a expressão do Kc: Kc = 1 1,1 3 o Passo: Utilizar os valores encontrados na expressão do Kc: Kc = 1 1,1 Kc = (0,04) 1 (0,2) 1,(0,004) 1 Kc = 0,04 0,2.0,004 Kc = 0,04 0,2.0,004 Kc = 0,04 0,0008 Kc= 50 mol/L -1 → Cálculo da constante de equilíbrio em termos de concentração em mol/L, mas envolvendo o grau de equilíbrio (α).

  • O grau de equilíbrio (α) pode ser utilizado para realizar o cálculo da constante de equilíbrio,
  • Esse grau é determinante para encontrar os valores das concentrações em mol/L existentes no equilíbrio.
  • Assim, se utilizamos 2 mol de um reagente da reação e o grau de equilíbrio é igual a 50%, temos que 1 mol foi convertido em produto, logo, no equilíbrio, há apenas a presença de 1 mol desse reagente.

Exemplo: (ENQ-RJ) Aqueceram-se 2 mol de pentacloreto de fósforo gasoso, PCl 5, em um recipiente fechado, com capacidade de 2L. Atingido o equilíbrio, o PCl 5 estava 40% dissociado em PCl 3 e Cl 2, Qual será o valor da constante de equilíbrio da reação? Dados fornecidos pelo exercício:

número de mol inicial do PCl 5 = 2; Volume do recipiente = 2 L; grau do equilíbrio (α) = 40%.

1 o Passo: Determinar a concentração em mol/L do PCl 5 que foi adicionada ao recipiente por meio da divisão do número de mol pelo volume fornecido. Não pare agora. Tem mais depois da publicidade 😉

PCl 5 = 2 = 1 mol/L 2

2 o Passo: Determinar as concentrações de todos os participantes no equilíbrio:

Como foi adicionado 1 mol/L de PCl 5 e apenas 40% dele se dissociou, então, foram dissociados dele 0,4 mol/L, resultante da multiplicação entre 1 mol/L e 40%; A proporção de todos os participantes é 1:1:1, por isso, temos 0,4 mol/L de PCl 3 e 0,4 mol/L de Cl 2 no equilíbrio; Como foi adicionado 1 mol/L de PCl 5 e apenas 0,4 mol/L dele se dissociou, logo, no equilíbrio, temos 0,6 mol/L dele (resultante do cálculo 1- 0,4).

3 o Passo: Determinar a expressão do Kc Kc = 1,1 1 4 o Passo: Utilizar os valores encontrados na expressão do Kc. Kc = 1,1 1 Kc = (0,4) 1,(0,4) 1 (0,6) 1 Kc = 0,4.0,4 0,6 Kc = 0,16 0,6 Kc = 0,266 mol/L -1 → Cálculo da constante de equilíbrio em termos de pressão A constante do equilíbrio pode ser calculada por meio das pressões parciais dos participantes, sendo chamada, por isso, de Kp. Equação genérica de uma reação química em equilíbrio A expressão do Kp deve apresentar a multiplicação das pressões parciais dos produtos (C, D) elevadas aos seus respectivos expoentes (c,d) e divididas pela multiplicação das pressões parciais dos reagentes (A,B) elevadas aos seus respectivos expoentes (a, b): Kc = (pC) c, No equilíbrio valem, respectivamente, 0,8 atm, 2 atm e 1 atm. Qual é o valor de Kp? a) 1,6 b) 2,65 c) 0,8 d) 0,0625 e) 0,625 Dados fornecidos pelo exercício:

pressão parcial do NO = 1 atm; número de mol do N 2 = 0,8 atm; número de mol do O 2 = 2 atm.

1 o Passo: Montar expressão do Kp. Kp = (pNO) 2 (pN 2 ) 1,(pO 2 ) 1 2 o Passo: Utilizar os valores encontrados na expressão do Kp. Kp = (pNO) 2 (pN 2 ) 1,(pO 2 ) 1 Kp = (1) 2 (0,8) 1,(2) 1 Kp = 1 0,8.2 Kp = 1 1,6 Kp = 0,625 → Relação entre as constantes de equilíbrio em termos de concentração e pressão Podemos ainda calcular a constante de equilíbrio em termos de concentração ou em termos de pressão por meio de uma única fórmula, a qual está representada abaixo: Kp = Kc.(R.T) Δn

Kc = contante do equilíbrio em termos de concentração em mol/L; Kp = contante do equilíbrio em termos de pressão; R= constante geral dos gases (vale 0,082 para pressões em atm); T = temperatura na escala Kelvin; ∆n = subtração entre os coeficientes dos produtos pelos coeficientes dos reagentes.

Exemplo: (Unimep) O valor do Kp para o equilíbrio: é de 2,8.10 2 à 10 3 K. O valor do Kc nessa temperatura será aproximadamente igual a : a) 5,6.10 5 b) 2,8.10 6 c) 3,6.10 3 d) 8,2.10 2 e) 2,3.10 4 Dados fornecidos pelo exercício:

Temperatura = 10 3 K; Kp = 2,8.10 2,

OBS.: R é igual a 0,082 1 o Passo: Determinar o valor do ∆n pela subtração do coeficiente do produto pela soma dos coeficientes dos reagentes. Δn = 2 – (2 + 1) Δn = 2 – 3 Δn = -1 2 o Passo: Utilizar os valores fornecidos e encontrados na expressão do Kp abaixo: Kp = Kc.(R.T) Δn 2,8.10 2 = Kc.

O que é ka e pKa?

A constante de acidez (Ka) geralmente é expressa pelo negativo do seu logaritmo (pKa). do seu ácido conjugado, ou seja, quanto maior o pKa do ácido conjugado, mais forte será a base.

Como calcular constante de acidez e basicidade?

Em geral, a reação entre uma base e a água pode ser traduzida por: B (aq) + H 2 O (l) ↔ HB + (aq) + HO- (aq) sendo a constante de basicidade (Kb) dada pela seguinte expressão: Kb = e e / e.