Em Qual Aba Superior Localizamos A Opção De Inclusão De Tabela?

Em Qual Aba Superior Localizamos A Opção De Inclusão De Tabela

Em qual aba superior encontramos a inclusão de tabela?

Para inserir uma tabela básica, clique em Inserir > Tabela e mova o cursor sobre a grade até realçar o número de colunas e linhas desejado. Para inserir uma tabela maior ou personalizar uma tabela, selecione Inserir > Tabela > Inserir Tabela, Dicas:

Se você já tiver texto separado por guias, poderá convertê-lo rapidamente em uma tabela. Selecione Inserir > Tabela e selecione Converter Texto em Tabela, Para desenhar sua própria tabela, selecione Inserir > Tabela > Tabela de Desenho,

Onde fica a ferramenta de tabela no Excel?

Clique na guia Inserir → grupo Tabelas → Tabela Dinâmica. Será exibida a caixa de diálogo Criar Tabela Dinâmica. Em Tabela/Intervalo, verifique se o Excel selecionou todo o intervalo (‘Base de Dados’!

Em qual Guia encontramos a opção estilos de tabela?

Em Ferramentas de Tabela, clique na guia Design. No grupo Estilos de tabela, deixe o ponteiro do mouse sobre cada estilo de tabela até encontrar o estilo que deseja usar. Clique no estilo para aplicá-lo à tabela.

Onde fica Layout de ferramentas de tabela?

Formatos de tabela – O grupo de Formatos de tabela contém uma galeria de formatos predefinidos que você pode aplicar à sua tabela. Colocando o ponteiro do mouse sobre cada um dos estilos de tabela pré-formatados, você pode visualizar a aparência a tabela.

  1. Clique na tabela que deseja formatar.
  2. Em Ferramentas de Tabela, clique na guia Design,
  3. No grupo de Formatos de tabela, coloque o ponteiro sobre cada estilo de tabela até encontrar um estilo que você deseja usar. Observação: Para ver mais estilos, clique na seta mais,
  4. Clique no estilo para aplicá-lo à tabela.

Em qual aba está a ferramenta de inserir tabela?

Para inserir uma tabela básica, clique em Inserir > Tabela e mova o cursor sobre a grade até realçar o número de colunas e linhas desejado. Para inserir uma tabela maior ou personalizar uma tabela, selecione Inserir > Tabela > Inserir Tabela, Dicas:

Se você já tiver texto separado por guias, poderá convertê-lo rapidamente em uma tabela. Selecione Inserir > Tabela e selecione Converter Texto em Tabela, Para desenhar sua própria tabela, selecione Inserir > Tabela > Tabela de Desenho,

O que significa aba na inclusão?

Importância e os desafios do método ABA na inclusão de alunos autistas – Para destacar a importância e os desafios da utilização do método ABA no processo de inclusão do aluno autista na rede regular de ensino, inicialmente, é preciso enfatizar algumas situações considerando esse processo de inclusão.

Primeiramente cabe dizer que a Constituição da República, de 1988, institui a educação como um direito essencial e que o Estado deve assegurar a efetivação da sua prestação e também universalização, que fica evidente nos Arts.205 a 208 da Carta Magna, que definem as questões fundamentais desse direito.

Art.205. A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.

Art.206. O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: I – igualdade de condições para o acesso e permanência na escola; Art.208. O dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de: III – atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino (Brasil, 1988).

Assim, constitucionalmente, a Educação Especial, como abordada antigamente, foi garantida às pessoas com qualquer deficiência; a igualdade de oportunidade e acesso à educação. Cabe destacar ainda que o Art.58 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, estabelece que Art.58.

  1. § 1º Haverá, quando necessário, serviços de apoio especializado, na escola regular, para atender às peculiaridades da clientela de educação especial.
  2. § 2º O atendimento educacional será feito em classes, escolas ou serviços especializados, sempre que, em função das condições específicas dos alunos, não for possível a sua integração nas classes comuns de ensino regular.
  3. § 3º A oferta de educação especial, dever constitucional do Estado, tem início na faixa etária de zero a seis anos, durante a educação infantil. (Revogado)

§ 3º A oferta de educação especial, nos termos do caput deste artigo, tem início na educação infantil e estende-se ao longo da vida, observados o inciso III do Art.4º e o parágrafo único do Art.60 desta Lei (Redação dada pela Lei nº 13.632, de 2018) (Brasil, 1996).

Desta forma, fica claro que a lei atua em favor de todos, em suas necessidades, garantindo-lhes serviços de apoio especializado para que a inclusão possa ocorrer de fato. Assim, pode-se destacar também um importante documento que garantiu ainda mais conquistas para a Educação Inclusiva, a Declaração de Salamanca (Unesco, 1994).

A partir dessa declaração, os sistemas de ensino começaram a garantir o direito universal à educação e, ainda, a igualdade do acesso. Ou seja, as escolas inclusivas devem reconhecer e satisfazer as necessidades diversas dos seus alunos, adaptando-se aos vários estilos e ritmos de aprendizagem, de modo a garantir um bom nível de educação para todos através de currículos adequados, de uma boa organização escolar, de estratégias pedagógicas, de utilização de recursos e de uma cooperação com as respectivas comunidades (Unesco, 1994, p.21).

  1. Com esse modelo de escola inclusiva, passaram a ser analisados e admitidos processos de intervenção que propiciaram a educação de qualidade para todos.
  2. Assim, passou-se a assumir as diversidades como algo natural o que é essencial para a mudança de atitudes para se obter uma sociedade mais inclusiva.

Sabemos que a criança autista tem suas singularidades e necessidades diferenciadas, com isso, a inclusão desses alunos deve considerar que uma grande dificuldade no cotidiano do deficiente se dá quando inicia sua relação no meio social, melhor dizendo, a sua vida escolar.

  • Segundo Almeida (1997), o ser humano já nasce programado para criar as suas vinculações sociais, porém, destaca que o desenvolvimento social só acontece na continuidade e no encadeamento das interações, sejam elas em qualquer estágio da vida.
  • Afirma ainda que o percurso individual não é definido apenas pelos elementos genéticos e nem exclusivamente nos primeiros anos de vida, muito embora esse momento seja importante para o desenvolvimento.

Almeida (1997) continua sua afirmação esclarecendo que o desenvolvimento social é determinado principalmente pelas transformações biológicas esperadas, por meio das condições do meio que envolve a criança, ainda pelas convivências sociais que a circundam, e o desenvolvimento cognitivo da criança dentre outros.

  • Ou seja, com intervenção é possível reduzir as dificuldades que caracterizam qualquer síndrome e a realização dessa intervenção é possível também na rede regular de ensino.
  • Desse modo, pode-se dizer que possibilitar às crianças com autismo oportunidades de estar e conviver com outras com a mesma idade na escola, propicia o estímulo às suas habilidades de interação, o que pode minimizar o isolamento regular.

Além do mais, as capacidades sociais também são passíveis de serem conquistadas pelas influências e trocas que ocorrem na aprendizagem que se dá em convivência com o outro, o que pode ser possibilitado pela sua inclusão na rede regular. Mas cabe reforçar que para que isso ocorra é necessário que tanto os professores quanto os demais envolvidos neste processo de inclusão escolar devem buscar compreender e respeitar as singularidades de cada um.

Com efeito, diante de um processo de inclusão na rede regular de ensino, mesmo de crianças com que deficiências cognitivas acentuadas e grandes dificuldades em assimilação de conteúdos curriculares da educação comum, a criança pode se favorecer das experiências coletivas. O aprendizado de atitudes cotidianas, mesmo que simples, podem possibilitar que as crianças autistas se tornem mais autônomas, facilitando a possibilidade de conquistar seu lugar no ambiente em que vive.

Outrossim, na medida em que vai se dando o desenvolvimento da criança, de sua autonomia propriamente dita e de suas relações com o outro, as possibilidades de se apresentarem outros conteúdos mais formais vai aos poucos se tornando possível (Zilmer, 2003).

Assim, mesmo com suas limitações, é concebível que a criança com autismo possa aprender maneiras para se incluir em seu meio social. Logo, por meio de intervenções intensivas do comportamento, realizadas de maneira a atender às necessidades e individualidades da criança, é possível o desenvolvimento cada vez mais produtivo e significativo da criança autista (Zilmer, 2003).

Portanto, tendo em vista as dificuldades particulares da criança autista, percebe-se que a escola deve-se atentar a necessidade de uma intervenção que atenda às necessidades individuais desse aluno. Nesse contexto, será abordada a metodologia ABA, que vem sendo utilizada como modelo de intervenção eficaz no comportamento do autista que diante inúmeros benefícios, contribui para resultados positivos e proveitosos quanto ao desenvolvimento tanto pedagógico quanto cognitivo da pessoa com autismo.

  • A propósito, ABA (Applied Behavior Analysis, Análise Comportamental Aplicada) é um termo que tem origem no campo científico do Behaviorismo que trata de observar, analisar e também de explicar o vínculo entre a aprendizagem, o comportamento e o ambiente (Lear, 2004).
  • Com efeito, após a análise de um comportamento, é possível que um plano de ação seja realizado em busca de modificar determinado comportamento.

A saber, a ABA significa, portanto, a prática, a análise do comportamento que consiste na execução de métodos de análises comportamentais e de dados científicos objetivando modificar o comportamento e tem sido extensivamente utilizada na assistência a pessoas com autismo (Lear, 2004).O acompanhamento do autista com a aplicação do método ABA demanda o ensino individualizado e intensivo das competências essenciais para que a pessoa possa se tornar independente conquistando assim, cada vez mais, uma melhor qualidade de vida (Lear, 2004).

Desse modo, as habilidades trabalhadas envolvem os comportamentos sociais, a comunicação funcional e o estabelecimento de contato visual. Ainda, engloba as práticas acadêmicas em especial a leitura, escrita, matemática e a higiene pessoal. Além disso, o tratamento comportamental inclui a redução de comportamentos como agressões verbais e não verbais, fugas, as estereotipias e autolesões tendo em vista que esses comportamentos influem não somente na integração do autista, mas no seu desenvolvimento (Anderson, 2007).

Assim, a metodologia ABA é o uso científico dos princípios da abordagem comportamental para desenvolver, manter e aumentar comportamentos desejados e diminuir comportamentos indesejados. Envolvendo uma serie de diferentes estratégias, que podem ser utilizadas em variadas situações para modificar ou ensinar novos comportamentos (Anderson, 2007, p.10).

As experiências que deram origem a essa terapia do comportamento apresentaram benefícios relevantes ao clínico, pois envolve o treinamento da observação das condutas verbais e não verbais não somente no consultório, mas em casa e também na escola reunindo assim, dados relevantes para toda a conjuntura do tratamento.

Dessa forma, pode-se dizer que o método ABA estuda a influência que o meio desempenha e verifica as possíveis hipóteses e interferências desse no comportamento da criança autista. Outra competência é o entendimento daquilo que é verificado como um procedimento comportamental, com constantes interações e com isso, a possível conquista de mudanças (Windholz, 2002).

De acordo com Windholz (2002), há uma relação contínua entre o terapeuta e o educador, dado que, para aquele que analisa o comportamento, ser terapeuta é o mesmo que agir como o próprio educador, já que envolve procedimentos estruturados do processo de ensino aprendizagem, e até pode-se dizer de uma reaprendizagem.

Segundo Meyer (2003), um dos fundamentos primordiais da metodologia ABA é que o comportamento é definido por alguma ação que pode ser verificada e contada sempre com uma regularidade e duração. O autor defende ainda que o comportamento pode ser esclarecido através da busca em compreender e identificar o que aconteceu anteriormente e suas consequências.

  • Logo, entende-se que se trata de identificar as relações entre os acontecimentos do seu meio e as reações do seu organismo.
  • Após essas verificações, análises e observações, os comportamentos serão motivados de maneira mais agradável possível.
  • Ou seja, tem uma função exclusiva de ajudar a conseguir o que quer.

Sabe-se que o comportamento em geral, é algo aprendido, mas não quer dizer que alguém nos ensinou determinado comportamento, mas, sim, aprendemos que através deles podemos conseguir o que se deseja. Em suma, pode-se afirmar que o método ABA consegue intencionalmente ensinar o autista a apresentar comportamentos mais pertinentes no lugar do comportamento que, pode-se dizer, vem sendo negativo.

Por esse motivo, Lear (2004) nos expõe que nessa mudança de paradigmas comportamentais, é necessário, após análise e investigação da origem de determinado comportamento, seguir os objetivos de intervenção da metodologia em questão que envolvem trabalhar os déficits, diminuir maus comportamentos, desenvolver habilidades e promover a interação social.

No entanto, para a realização desses objetivos é necessário frisar que o processo de avaliação comportamental é extremamente necessário para identificar e compreender alguns aspectos da criança autista e sua relação com o ambiente. Para que isso ocorra, deve-se buscar perceber o repertório de comunicação da criança, seu relacionamento com o ambiente, qual a função dos seus comportamentos, por que tais comportamentos ocorrem ou não, quais as consequências desses comportamentos (Lear, 2004).

  1. Nessa perspectiva, para melhor entender o desenvolvimento desse processo realizado no ABA, devemos saber que um programa de ABA frequentemente começa em casa, quando a criança é muito pequena.
  2. A intervenção precoce é importante, mas esse tipo de técnica também pode beneficiar crianças maiores e adultos.

A metodologia, técnicas e currículo do programa também podem ser aplicados na escola. A sessão de ABA normalmente é individual, em situação de um-para-um, e a maioria das intervenções precoces seguem uma agenda de ensino em período integral – algo entre 30 a 40 horas semanais (Lear, 2004, p.11).

  • Assim, vê-se que é importante poder ser aplicado tanto em casa quanto na escola, e que normalmente é realizado de forma individual, como descrito na citação: um-para-um.
  • Ainda cabe enfatizar que o programa é não aversivo – rejeita punições, concentrando-se na premiação do comportamento desejado.
  • O currículo a ser efetivamente seguido depende de cada criança em particular, mas geralmente é amplo; cobrindo as habilidades acadêmicas, de linguagem, sociais, de cuidados pessoais, motoras e de brincar.

O intenso envolvimento da família no programa é uma grande contribuição para o seu sucesso (Lear, 2004, p.11). Após a seleção desses programas, logo devem ser estabelecidos de exatamente quais instruções oferecer, a forma como será apresentada os materiais e qual tipo de resposta será satisfatória.

Porém, ainda cabe destacar que, quanto ao currículo, Lear (2004) esclarece que é importante a sua divisão em uma série de programas de maneira gradativa, podendo envolver habilidades de cuidados pessoais, habilidades sociais, habilidades de linguagem, habilidades acadêmicas etc., organizadas em níveis de dificuldade, de maneira que você comece com habilidades básicas, muito simples, e depois as use para desenvolver as mais complexas (Lear, 2004, p.16).

Assim como Lear (2004), Windholz (1995) nos ajuda a entender a estrutura desse tratamento que, por sinal, é dividido em quatro etapas. A primeira etapa trata da avaliação comportamental que procura identificar os fatores que influem o comportamento que se quer atingir, mas é importante conhecer os aspectos sociais e biológicos em que o autista está inserido; a segunda fase é o momento em que se selecionam as metas e os objetivos que se quer atingir considerando desenvolver a comunicação e também fazer com que o comportamento em seu ambiente social seja mais aceitável.

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Para essa segunda fase é importante destacar que os objetivos devem estar relacionados à generalização e à funcionalidade desses comportamentos que serão aprendidos levando em conta a adequação à faixa etária. Cabe dizer que as habilidades a serem estimuladas são realizadas em partes com apoio de reforçadores que podem, aos poucos, ser descartados.

A terceira fase é a elaboração de programas de tratamento em que serão estabelecidos os comportamentos a ser ensinado assim como, a forma em que será realizado. Para isso, são necessários procedimentos claros, um reforçador sistemático e eficiente e a averiguação por dados do que o autista já aprendeu, sendo fundamental registrar e, ainda, mensurar o desenvolvimento do programa para se possa apurar todo o procedimento e os avanços ocorridos na aprendizagem.

Por fim, a quarta etapa trata da intervenção propriamente dita, do seu planejamento considerando que as crianças autistas apresentam dificuldades no aprendizado por isso; esse processo deve ser elaborado de maneira cautelosa (Windholz, 1995). Quanto aos reforçadores, é essencial compreender que é um procedimento em que o comportamento é confortado ou fortalecido quando se tem uma consequência, uma resposta imediata que precisamente segue a esta ocorrência, pois quando o comportamento é confortado, torna-se provável que possa acontecer novamente (Miltenberger, 2001).

Segundo Lear (2004), temos que nos atentar para os efeitos do comportamento que podem ser positivos, mas também podem ser negativos. Assim, o “Reforçador Positivo (S R+) é a adição de alguma coisa que resulta no fortalecimento do comportamento”, ou seja, é a descoberta do que é agradável para despertar o comportamento que se deseja alcançar.

  1. Por seu lado, o “Reforçador Negativo (S R–) é a remoção de alguma coisa desagradável que resulta no fortalecimento de um comportamento.
  2. Ele é também chamado de ‘aversivo'” (Lear, 2004, p.32).
  3. Dessa forma, quando as consequências são positivas são chamadas de reforçadoras, porque tendem a reforçar o comportamento que seguem.

Quando as consequências são negativas, são chamadas de punição. Ao usar ABA para ensinar crianças com autismo, usamos apenas consequências positivas, ou reforçadoras (Lear, 2004, p.31). Inclusive, para auxiliar ainda mais esse processo de aprendizagem, costuma-se utilizar os chamados níveis de dicas.

Para isso, é importante saber que uma dica é um estímulo extra que ajudará o comportamento desejado a ocorrer sob o estímulo correto. A meta é usar o menor nível possível de dica necessário para conseguir o efeito desejado e então esvanecer (remover gradualmente) as dicas o mais rapidamente possível, de maneira que a criança possa fazer tudo sozinha (Lear, 2004, p.65).

Assim, ao iniciar os procedimentos de intervenção, a criança é auxiliada com dicas indispensáveis. Essas dicas podem ser de resposta que compreende o comportamento da pessoa que a auxilia e dicas de estímulo que se referem a alguma atitude que irá fazer com que o estímulo seja possível de ser escolhido.

As dicas de respostas podem ser verbais, gestuais, de modelação e física. Já as dicas de estímulo são dica intraestímulo, quando se altera algo do estímulo para chamar a atenção, e dica extraestímulo algo que é adicionado ao estímulo para auxiliar a resposta correta por parte da criança (Lear, 2004).

Cabe enfatizar que, durante o processo do ABA, deve-se pensar em tornar o ambiente de aprendizagem reforçador. Para isso, de acordo com Lear (2004), deve-se ter como início o “pareamento”, que é o tempo investido em apenas ficar com a criança e pareando com os reforçadores ou seja, deve-se estar com a criança e dar a ela o que ela gosta o que a atrai.

  • Após esse momento, deve-se estabelecer uma relação de atrativo, de maneira que, ao entrar no espaço em que ocorrerá o processo, a criança encontre algo que a atraia para a mesa que irá ficar.
  • Nesse momento, é importante que se gaste um tempo brincando com a criança, a fim de criar vínculo e conseguir parear através do reforçador.

Ainda é importante tornar o ambiente divertido; por isso, não consulte seu relógio e anuncie para a criança que o tempo de brincar acabou e que agora é hora de trabalhar. Seu papel é fazer do trabalho o mais divertido possível. É trabalho para você, mas não deve ser percebido como tal para a criança.

Não tenha medo de parecer ridículo, fazer barulho, cantar, dançar, sujar-se e rolar pelo chão. Não tem problema manter a massinha na mesa enquanto você começa a trabalhar no programa. Você pode lhe mostrar algumas figuras e pedir-lhe para tateá-las enquanto brinca. Talvez você possa incorporar a massinha no trabalho para conseguir uma transição suave.

A criança terá menos vontade de escapar da situação de ensino se ela for divertida e reforçadora (Lear, 2004, p.106). Observa-se que esse momento anterior ao momento de aprendizado propriamente dito, é de suma importância para o desenvolvimento de tudo o que irá ocorrer posteriormente.

  • Assim, é essencial se atentar ainda para a quantidade de atividades por isso, deve-se iniciar com um número reduzido de tentativas para cada programa aplicado e assim, vai aumentando aos poucos.
  • É importante ainda que no início as sessões sejam mais curtas, e gradativamente podem ir aumentando esse tempo, passando a sessões mais longas – isso dependerá muito da capacidade e do envolvimento da criança.

Por isso, é necessário a reflexão a respeito do tempo de concentração dessa criança. Dessa forma, pode-se observar que a preparação do ambiente é muito importante para todo o processo, pois durante a realização o mesmo não se deve haver interrupções ou algo que possa distrair a atenção da criança.

Lear (2004) diz que esse ambiente deve conter: uma cadeira para o aluno e outra a pessoa que irá acompanhá-la e uma mesa de tamanho próprio para a criança; os materiais de ensino, ou os estímulos; não se pode esquecer dos cartões de dicas para o professor ou a pessoa que estará acompanhando o processo e os reforçadores que devem estar disponíveis em recipiente em que a criança possa alcançar com os olhos.

Caso seja o dia de realizar as sondagens todo o material, canetas e fichas, já devem estar em mãos. Pode ser utilizado o aparelho de TV/DVD se estiver no planejamento, desde que sejam preparados anteriormente para que não ocorram distrações. Para a realização de todos os procedimentos é necessário o uso de cartões de dicas.

Para o uso desses cartões de dicas, é necessário que a pessoa que os estarão manuseando encontre uma forma de movimentar-se facilmente e rapidamente durante o uso sem causar distração à criança autista. Tais possibilidades de aprendizagem são e devem ser repetidas por diversas vezes até que a criança autista apresente a assimilação da habilidade sem erro em diferentes situações.

Nessa perspectiva, é fundamental salientar que o ABA é um programa que possibilita de forma abrangente a intervenção no desenvolvimento da criança com autismo frente as mudanças de comportamento. Porém, para o sucesso do programa, deve-se destacar que é fundamental a participação de toda a família no processo tendo em vista que garante a generalização e o aperfeiçoamento das habilidades que serão estimuladas na criança.

Como faço para inserir tabela no Excel?

Criar e formatar tabelas

Selecione uma célula dentro dos dados. Selecione Página Inicial > Formatar como Tabela. Escolha um estilo para a tabela. Na caixa de diálogo Criar Tabela, defina o intervalo de células. Marque a caixa de seleção se a tabela tiver cabeçalhos. Selecione OK,

Insira uma tabela na sua planilha. Consulte para obter mais informações. Selecione uma célula dentro dos dados. Selecione Página Inicial > Formatar como Tabela. Escolha um estilo para a tabela. Na caixa de diálogo Criar Tabela, defina o intervalo de células. Marque a caixa de seleção se a tabela tiver cabeçalhos. Selecione OK,

Para adicionar uma tabela em branco, selecione as células que você deseja incluir na tabela e clique em Inserir > Tabela, Para formatar os dados existentes como uma tabela usando o estilo de tabela padrão, siga este procedimento:

Selecione as células que contêm os dados. Clique em Página Inicial > Tabela > Formato como tabela, Se você não marcar a caixa Minha tabela tem cabeçalhos, Excel para a Web adicionará cabeçalhos com nomes padrão como Coluna1 e Coluna2 acima dos dados. Para renomear um cabeçalho padrão, clique duas vezes nele e digite um novo nome.

Observação: Você não pode alterar a formatação padrão da tabela em Excel para a Web. : Criar e formatar tabelas

Como ativar tabela no Excel?

Vá para Ferramentas de Tabela > Design na faixa de opções. No grupo Opções de Estilo de Tabela, marque a caixa de seleção Linha de Cabeçalho para ocultar ou exibir os cabeçalhos da tabela.

Como inserir tabela no Excel atalho?

ALT+SHIFT+F1 insere uma nova planilha. F2 Edita a célula ativa e posiciona o ponto de inserção no fim do conteúdo da célula.

O que tem na guia Inserir?

Abrir a guia Inserir para inserir tabelas, imagens e formas, cabeçalhos ou caixas de texto.

Como adicionar tabela no Adobe?

Como usar a opção Inserir tabela –

  1. Para desenhar uma tabela dentro de um quadro de texto existente, use a ferramenta Texto e posicione o ponto de inserção no local em que você deseja que a tabela apareça.
  2. Escolha Tabela > Inserir tabela. Se o cursor não estiver dentro de um quadro de texto, a opção Criar tabela está disponível.
  3. Especifique o número de linhas e colunas.
  4. Se o conteúdo da tabela se estender por mais de uma coluna ou quadro, especifique o número de linhas de cabeçalho ou de rodapé para as informações a serem repetidas.
  5. (Opcional) Especifique um estilo de tabela.
  6. A nova tabela ocupa a largura do quadro de texto.

O que é Layout de tabela?

Um layout da tabela é uma coleção de metadados que descreve e define os dados brutos no arquivo de dados de origem ou na localização de origem. Sem um layout da tabela, os dados de origem pareceriam uma confusão de números e letras não diferenciados.

Onde fica a aba da planilha?

Onde estão minhas guias de planilha? Excel para Microsoft 365 Excel 2021 Excel 2019 Excel 2016 Excel 2013 Excel 2010 Mais.Menos Se as guias de planilha não estiverem visíveis na parte inferior da pasta de trabalho do Excel, navegue pela tabela abaixo para encontrar a solução e uma causa possível.

Causa Solução
O dimensionamento da janela oculta as guias.

Se você restaurar várias janelas no Excel, verifique se as janelas não estão sobrepostas. Talvez a parte superior da janela do Excel cubra as guias da planilha de outra janela. A barra de status se moveu totalmente para cima até a Barra de Fórmulas. As guias também podem desaparecer se a resolução da tela do computador for maior do que a definida pela pessoa que salvou a pasta de trabalho pela última vez.

Tente maximizar a janela para revelar as guias. Basta clicar duas vezes na barra de título da janela. Se você ainda não vir as guias, clique em Exibição > Organizar Tudo > Lado a Lado > OK,

A configuração Mostrar guias da planilha está desativada. Primeiro verifique se a opção Mostrar guias da planilha está habilitada. Para fazer isso,

Para todas as outras versões do Excel, clique em Arquivo > Opções > Avançado e, em Exibir opções para esta pasta de trabalho, certifique-se de marcar a caixa de seleção Mostrar guias da planilha,

A barra de rolagem horizontal encobre as guias. Passe o ponteiro do mouse na borda da barra de rolagem até ver a seta de duas pontas (consulte a figura). Clique e arraste a seta para a direita até ver o nome completo da guia e as guias subsequentes.
A planilha em si fica oculta. Para reexibir uma planilha, clique com o botão direito em qualquer guia visível e, em seguida, clique em Reexibir, Na caixa de diálogo Reexibir, clique na planilha que você deseja reexibir e clique em OK,

O que tem na aba Inserir do Excel?

Conhecendo as guias do Excel Conhecendo as Guias do Excel Olá Leitor do Blog ! Na Dica de hoje, vamos apresentar detalhadamente as guias do, Assim, você fica familiarizado e não perde muito tempo procurando algum recurso desejado.

As guias disponíveis são: Início (Vs 2007) ou Página Inicial (Vs 2010, 2013, 2016): A guia “Início” é a mais utilizada no Excel, pois é nela que encontramos um resumo das opções de formatação e algumas das principais ferramentas que utilizamos no dia a dia, como por exemplo o “Filtro” e a “classificação”. Inserir: Nesta guia encontramos os “objetos” que podemos inserir em uma planilha, como por exemplo, Tabela Dinâmica, Imagem, Formas, SmartArt, todos os tipos de Gráficos, entre outros.

Layout da Página : Esta é a guia que utilizamos para formatar a impressão das planilhas. Nela é possível alterar a margem do papel, orientação (retrato ou paisagem), Quantidade de páginas de largura e altura, etc. Fórmulas : Nesta guia está disponível a “biblioteca de fórmulas”, que organiza todas as fórmulas disponíveis no Excel. Além disso, um botão bastante importante nesta guia é o “Gerenciador de Nomes” que será bastante utilizado durante o curso. Dados: Está disponível nesta guia algumas opções para tratar os dados, como “Validação de Dados” e “Remover Duplicadas”, além das opções para inserir dados de outras fontes, como do Access, Web, etc. Revisão: Utilizada quando finalizamos uma planilha e precisamos proteger, corrigir erros de ortografia, etc. Exibição: É uma das mais importantes guias. Traz funções que alteram a forma de visualizar a planilha. Desenvolvedor: por padrão, não vem habilitada no Excel. Somente deve-se habilitar para trabalhar com VBA (linguagem de programação do Excel). Dentro de cada guia encontramos os “grupos”, que serve para facilitar a organização dos comandos. Por exemplo, na guia “Início” encontramos os grupos: ” Área de Transferência”, “Fonte”, “Parágrafo”, “Estilo” e “Edição”. Tem muito mais em nosso canal do YouTube, você pode E se você já quer ter muito mais conteúdo sobre produtividade, inscreva-se para o totalmente online e gratuito. : Conhecendo as guias do Excel

O que é aba da planilha?

O Excel ainda é uma das principais ferramentas de trabalho de muita gente quando falamos de softwares para escritório. Seja em pequenas empresas, escritórios ou grandes corporações, fato é que, de forma assertiva ou não, muitos colaboradores recorrem ao Excel diariamente para executar os mais variados tipos de tarefas.

O que eu sempre pensei sobre a maioria das tecnologias é que o seu uso prático agrega conhecimento e domínio muito maior do que a teoria. Todavia, um pouco de teoria sempre é muito bem-vindo e somente o conhecimento prático, muitas vezes, pode gerar uma ou outra interpretação equivocada futuramente. Ajudando pessoas há algum tempo com dúvidas, automações ou diversas outras tarefas, percebemos que muitas vezes alguns termos são utilizados de forma incorreta.

Já tive contato com pessoas que me ensinaram muito e já ouvi muitas vezes outras coisas que tive que filtrar. Um dos termos que mais ouvimos no Excel é “Aba”. “Fulano, crie uma cópia dessa aba”. Na essência, o termo em si não está incorreto, pois no próprio Visual Basic for applications, por exemplo, temos a referência “tab”, que podemos traduzir como aba.

  • O que muitas vezes não está certo é a confusão entre eles.
  • A aba ou guia da planilha é a forma com que o Excel organiza a pasta de trabalho, que poderá conter diversas planilhas, essas, por sua vez, podem ser acessadas por abas ou guias.
  • Acredito que essa confusão tenha ajudado a difundir outro uso incorreto de terminologia, que seria a troca dos termos planilha e pasta de trabalho.

Muitas pessoas se referem a planilha como se estivessem tratando do arquivo de Excel em si, ou em sua nomenclatura correta, pasta de trabalho. Contudo, como já dissemos, temos, na verdade, várias planilhas em uma pasta e essas podem ser acessadas pelas suas abas. Imagem elaborada pelo autor no Microsoft Excel Esse cuidado com os termos evita, todavia, algumas confusões em diversas situações, seja no Excel ou no VBA, onde o Excel irá apresentar a sua própria forma de chamar um objeto. Vejam na imagem acima, que o conhecimento sobre tal distinção, facilitaria, por exemplo, entender o que nos esperamos do Excel quando pedimos para localizar algo na planilha ou na pasta de trabalho.

Quais são os tipos de ABA?

O ABA pode ser realizado de forma mais clássica, através da técnica de Tentativas Discretas (geralmente na mesinha) ou de forma mais naturalista, como é o Modelo Denver de Intervenção Precoce (link acima) que é indicado para crianças menores, de até 5 anos.

Como ABA é usada para ensinar crianças com autismo?

DESENVOLVIMENTO – Autismo é uma disfunção do cérebro, em que o comportamento social, a capacidade de comunicação e a faculdade de raciocínio não se desenvolvem normalmente. Afeta a assimilação sensorial, provocando nos autistas uma super-reação a certas sensações (vistas, sons, odores, e assim por diante) e uma sub-reação a outras.

  1. Os danos do autismo produzem uma gama de traços de comportamento incomuns.
  2. Os sintomas, que em geral aparecem antes dos três anos, podem variar muito de uma criança para outra.
  3. Autismo é uma síndrome definida por alterações presentes desde idades muito precoces, tipicamente antes dos três anos de idade, e que se caracteriza sempre por desvios qualitativos na comunicação, na interação social e no uso da imaginação.

(MELLO, 2007, p.16). O Autismo é considerado uma síndrome caracterizada por transtornos qualitativos e quantitativos de interação social, comunicação e uso da imaginação. Os sintomas surgem nos primeiros 36 meses de vida. Em média 60 a 65% dos autistas sofrem de retardo mental e 15 a 30% de convulsões.

  1. Hoje, o autismo é nomeado como “síndrome do espectro autista” porque o quadro clínico é muito variado.
  2. Existem autistas com elevado grau de desenvolvimento intelectual e sociabilidade e outros que apresentam um quadro severo de retardo mental e insociabilidade.
  3. A criança com autismo pode entrar em uma sala com várias crianças e não brincar com elas.

Muitos são resistentes à mudança de rotina. Existem relatos de autistas que não reconheceram o caminho para escola porque o pai mudou o percurso ou não queriam ir para a aula porque a camiseta do uniforme tinha mudado de cor. Eles não mantêm o contato visual, usam as pessoas como ferramenta para conseguirem o que querem.

  1. Apresentam risos e movimentos inapropriados, modo e comportamento arredio, giram objetos de forma bizarra e peculiar, não demonstram medo de perigos reais, agem como se fossem surdos e resistem ao contato físico.
  2. Esta síndrome não apresenta sintomas clínicos.
  3. Quando você olha para um autista sua aparência é de uma pessoa normal.

Somente quando se observa o seu comportamento percebe-se que ele é diferente. Para o diagnóstico, é imprescindível que os profissionais envolvidos sejam treinados e capacitados, pois é baseado em avaliação clínica. Essa síndrome pode ocorrer em qualquer família, não escolhe raça ou classe social.

A prevalência mundial é de 15-20 autistas para cada 10.000 habitantes. Nos Estados Unidos, dados de 2008 mostram uma incidência maior, ou seja, de 1 em cada 150 crianças, com tendências a aumentar esse número. O sexo masculino é mais afetado. Cerca de 3 homens para cada mulher, embora ainda não se tenha uma explicação científica para isso.

O número de novos casos diagnosticados aumenta em média 3,8% ao ano, e isso se deve ao maior número de diagnósticos de casos leves. Antigamente, pouco se sabia sobre a doença, por isso apenas casos mais severos eram identificados. O único dado oficial do Brasil revela a existência 600.000 autistas, mas estima-se que existe pelo menos um milhão de casos não diagnosticados.

A causa do autismo ainda é desconhecida existe uma associação entre fatores genéticos e ambientais. Os fatores genéticos estão relacionados a alterações neurológicas, mas até o momento não existe nada definido de forma conclusiva. O fator ambiental está ligado às condições pré e pós-natal como a ocorrência de rubéola durante a gravidez, baixo peso ao nascer, complicação durante o parto e dificuldade respiratória.

Para que se tenha um bom prognóstico com relação ao tratamento, é preciso que seja realizado um diagnóstico precoce. Um diagnóstico seguro pode ser realizado antes de a criança completar dois anos de idade, desde que alguns aspectos clínicos não sejam desprezados.

O autismo não tem cura. O tratamento deve envolver uma equipe multidisciplinar e tem como objetivo melhorar a qualidade de vida através do controle dos sintomas comportamentais e condicionamento do indivíduo à vida social respeitando suas limitações. Devido às incertezas sobre sua causa existem várias propostas de tratamento.

Nos EUA, há uma Lei que regulamenta a terapia ABA como a forma mais eficaz para o tratamento de pessoas com autismo. Atualmente, as linhas comumente adotadas são o tratamento farmacológico onde a prescrição medicamentosa atua sobre os sintomas e a intervenção psicológica baseada na Análise Aplicada do Comportamento (ABA), que tem trazido resultados surpreendentes.

Cada método utilizado para ajudar na aprendizagem dos autistas tem a sua importância; e não seria diferente com a terapia ABA. A meta do ensino é, obviamente, que o aprendizado adquirido na sessão de um-para-um, seja generalizado para situações mais cotidianas, como as de casa e da escola. Um bom programa de ABA sempre inclui a generalização do aprendizado.

À medida que a criança progride pode tornar-se mais capaz de “aprender incidentalmente”, o que significa simplesmente assimilar linguagem ou conceitos ou habilidades que não são ensinadas. Imagine tentar dar amor a seu filho e não obter reação alguma.

  1. Isto acontece muitas vezes com crianças autistas.
  2. Em vez de relacionar-se com outros, a maioria das crianças autistas prefere ficar a sós.
  3. Talvez não gostem de afago, evitem o contato visual e usem as pessoas como se fossem ferramentas — não se dando conta dos sentimentos dos outros.
  4. Em casos graves, algumas parecem não fazer distinção entre membros da família e estranhos.

Parecem viver num mundo próprio, alheias às pessoas e aos eventos que as cercam. O termo “autismo”, da palavra grega autós, com o sentido de “por si próprio”, refere-se a essa qualidade de ficar absorto em si mesmo. Em contraste com sua indiferença para com pessoas, as crianças autistas talvez se entretenham com um objeto ou atividade específicos, ocupando-se nisso por horas a fio, de maneira bizarra e repetitiva.

Por exemplo, em vez de simular que seus carros de brinquedo sejam reais, elas talvez os alinhem em fileiras retas e bem ordenadas, ou talvez fiquem o tempo todo girando as rodas. Elas exibem um comportamento repetitivo também de outras maneiras. Muitas não toleram mudanças na sua rotina diária, insistindo em sempre fazer as coisas exatamente da mesma maneira.

Há também crianças autistas que reagem de maneiras estranhas a eventos e situações com que se deparam. Suas reações podem ser desconcertantes, visto que a maioria delas é incapaz de descrever o que sente. Quase metade são mudas; não raro as que sabem falar usam palavras de maneiras incomuns.

  1. Algumas, em vez de responder sim a uma pergunta, simplesmente a repetem (fenômeno chamado de ecolalia).
  2. Outras usam expressões que parecem estranhamente despropositadas, só compreensíveis para quem conhece o seu “código”.
  3. Por exemplo, certa criança usava a frase “está tudo escuro lá fora” como termo para “janela”.

Muitas também acham difícil gesticular, e talvez gritem ou façam uma cena para sinalizar uma necessidade. A escola recebe uma criança com dificuldades em se relacionar, seguir regras sociais e se adaptar ao novo ambiente. Esse comportamento é logo confundido com falta de educação e limite.

E por falta de conhecimento, alguns profissionais da educação não sabem reconhecer e identificar as características de um autista, principalmente os de alto funcionamento, com grau baixo de comprometimento. Os profissionais da educação não são preparados para lidar com crianças autistas e a escassez de bibliografias apropriadas dificulta o acesso à informação na área.

A escola tem importante papel na investigação diagnóstica, pois é o primeiro lugar de interação social da criança separada de seus familiares, é onde a criança vai ter maior dificuldade em se adaptar às regras sociais, tarefa muito difícil para o autista.

  1. O diagnóstico é apenas o primeiro desafio que o Brasil precisa enfrentar.
  2. Em seguida, vem o mais complicado, o tratamento.
  3. Ele tem de ser individualizado e envolve uma série de profissionais.
  4. O autismo é uma condição crônica, caracterizado pela presença de importantes prejuízos em áreas do desenvolvimento, por esta razão o tratamento deve ser contínuo e envolver uma equipe multidisciplinar.

Existem vários tipos de tratamento que podem ser usados para ajudar uma criança com autismo. É digno de nota que uma boa intervenção consegue reduzir comportamentos inadequados e diminuir os prejuízos nas áreas do desenvolvimento. Os tratamentos visam tornar os indivíduos mais independentes em todas as suas áreas de atuação, favorecendo uma melhoria na qualidade de vida das pessoas com autismo e suas famílias.

As origens experimentais da terapia comportamental trouxeram algumas vantagens importantes ao clínico: ele foi treinado na observação de comportamentos verbais e não verbais, seja em casa, na escola e/ou no próprio consultório, o que é fonte de dados relevantes. Ele estuda o papel que o ambiente desempenha – ambiente este onde é possível interferir e verificar as hipóteses levantadas.

Outra habilidade é o entendimento do que é observado como um processo comportamental, com contínuas interações e, portanto, sujeito a mudanças. ABA é um termo advindo do campo científico do Behaviorismo, que observa, analisa e explica a associação entre o ambiente, o comportamento humano e a aprendizagem.

Uma vez que um comportamento é analisado, um plano de ação pode ser implementado para modificar aquele comportamento. O Behaviorismo concentra-se na análise objetiva do comportamento observável e mensurável em oposição, por exemplo, à abordagem psicanalítica, que assume que muito do nosso comportamento deve-se a processos inconscientes.

Ivar Lovaas e B.F. Skinner pesquisaram e descobriram os princípios científicos do Behaviorismo. São considerados os “Pais do Behaviorismo”. O livro de B.F. Skinner, lançado em 1938, “The Behavior of Organisms” (O comportamento dos organismos), descrevia sua mais importante descoberta, o Condicionamento Operante, que é o que se usa atualmente para mudar ou modificar comportamentos e ajudar na aprendizagem.

Condicionamento Operante significa que um comportamento seguido por um estímulo reforçador resulta em uma probabilidade aumentada de que aquele comportamento ocorra no futuro. Isso significa que, à medida que você vai levando a vida, vão lhe acontecendo coisas que vão aumentar ou diminuir a probabilidade de que você adote determinado comportamento no futuro.

Por exemplo, se durante seu caminho para o trabalho você acena e sorri para o motorista do carro ao lado, e ele deixa que você atravesse na sua frente, você provavelmente vai tentar a mesma estratégia no dia seguinte. Seu comportamento de acenar e sorrir ficará mais frequente, porque foi reforçado pelo outro motorista! Em 1958, Skinner publicou um livro chamado “O Comportamento Verbal” (edição brasileira lançada pelas editoras Cultrix/EDUSP, 1978, esgotada), que descreveu a aquisição de linguagem como outro tipo de comportamento humano influenciado pelo reforçamento.

  • Skinner acreditava que nós aprendemos linguagem através de associações e reforçamento.
  • Por exemplo, um bebê que emite sons de balbucio e gorjeio ao acaso, pode emitir o som “maa”, que será então reforçado por um sorriso e um abraço da mãe.
  • Isso serviria para aumentar a probabilidade de o bebê fazer o som “maa” de novo, esperando a mesma reação da mãe.

Skinner acreditava que você associou o item “bala” com a palavra “bala” porque quando você fez aquele determinado som (bala), frequentemente apareceria uma bala reforçando, assim, a associação entre o som “bala” e o objeto concreto. Assim trabalha o Condicionamento Operante.

  1. Isso foi uma virada e tanto para a comunidade científica, cuja crença até então era que “a linguagem fosse autogerativa” e inata.
  2. Ao lado do Condicionamento Operante, Skinner pesquisou e descreveu os termos: SD (Estímulo Discriminativo = Discriminative Stimulus), Reforçador (Reinforcer), Controle de Estímulo (Stimulus Control), Extinção (Extinction), Esquemas de Reforçamento (Schedules of Reinforcement) e Modelagem (Shaping).

Todos esses conceitos podem ser aplicados para trabalhar com uma gama de comportamentos humanos. O autismo é classificado como um transtorno invasivo do desenvolvimento que envolve graves dificuldades ao longo da vida nas habilidades sociais e comunicativas – além daquelas atribuídas ao atraso global do desenvolvimento do comportamento e interesses limitados e repetitivos.

Ambos os diagnósticos mais utilizados requerem a identificação de anormalidades no desenvolvimento da criança, antes da idade de 36 meses. Também conhecido como uma alteração “cerebral”/ “comportamental” que afeta a capacidade da pessoa comunicar, de estabelecer relacionamentos e de responder apropriadamente ao ambiente que a rodeia o autismo está presente em algumas crianças que, apesar de autistas, apresentam inteligência e fala intactas, algumas apresentam também retardo mental, mutismo ou importantes atrasos no desenvolvimento da linguagem.

Alguns parecem fechados e distantes e outros parecem presos a comportamentos restritos e rígidos padrões de comportamento. O autismo é mais conhecido como um problema que se manifesta por um alheamento da criança ou adulto acerca de seu mundo exterior, encontrando-se centrado em si mesmo, ou seja, existem perturbações das relações afetivas com o meio.

  • A maioria das crianças não fala e, quando falam, é comum a ecolalia (repetição de sons ou palavras), inversão pronominal etc.
  • O comportamento delas é constituído por atos repetitivos e estereotipado, não suportam mudanças de ambiente e preferem um contexto inanimado.
  • O termo autista se refere às características de isolamento e autoconcentração das crianças.

O autista possui uma incapacidade inata para estabelecer relações afetivas, bem como para responder aos estímulos do meio. É universalmente conhecida a grande dificuldade que os autistas têm em relação à expressão das emoções. Muitas descrições e revisões científicas foram realizadas a respeito dos conceitos de Autismo.

  1. Entre as características observadas, destacam-se a ausência de movimento antecipatório, a falta de aconchego ao colo e alterações na linguagem, como a ecolalia, a descontextualização do uso das palavras.
  2. Apesar disso, esse grupo ainda mostrava indícios de bom potencial intelectual e os pais das mesmas foram descritos como extremamente intelectualizados e pouco afetuosos.

Ainda que o Transtorno Autista seja considerado uma desordem que pode envolver comprometimentos de ordem neurológica, não há ainda um único tipo de exame ou procedimento médico que confirme isoladamente o seu diagnóstico. Por isso, é necessário realizar uma série de exames, avaliações e análises com fins de compilar um número suficiente de informações que permita esboçar mais seguramente este quadro clínico.

  1. Os exames mais comuns são os que avaliam a capacidade auditiva (audiometria, timpanometria), os que indicam a possibilidade da presença de tumores, convulsões ou anormalidades cerebrais (eletroencefalogramas, imagens por tomografias computadorizadas e por ressonância magnética).
  2. Buscando-se articular informações obtidas a partir destes exames, é importante avaliar a criança em termos de seu desenvolvimento, de modo a identificar como se apresentam suas habilidades emocionais, sociais, comunicativas e cognitivas através da observação direta da criança no seu ambiente natural (em casa, na escola), da análise de álbuns de fotografias e vídeos e da realização de entrevistas com pais, professores ou outros responsáveis.

Estas análises deverão ter continuidade no decorrer do tratamento, pois podem ocorrer mudanças que precisarão ser identificadas. A partir dessas informações, será possível estabelecer metas e os objetivos necessários e adequados à criança. Há várias características comuns entre os autistas, tais como dificuldade de relacionamento com outras crianças; riso inapropriado; pouco ou nenhum contato visual; aparente insensibilidade à dor; preferência pela solidão; modos arredios; rotação de objetos; inapropriada fixação em objetos (apalpá-los insistentemente, mordê-los); perceptível interatividade ou extrema inatividade; ausência de resposta aos métodos normais de ensino; insistência em repetição, resistência em mudança de rotina; não tem real medo do perigo (consciência de situações que envolvam perigo); procedimento com poses bizarras (fixar objetos ficando de cócoras; colocar-se de pé numa perna só; impedir a passagem por uma porta, somente liberando-a após tocar de uma determinada maneira os alisares); ecolalia (repete palavras ou frases em lugar da linguagem normal); recusa colo ou afagos; age como se estivesse surdo; dificuldade em expressar necessidades (usa gesticular e apontar no lugar de palavras); acesso de raiva (demonstra extrema aflição sem razão aparente); irregular habilidade motora (pode não querer chutar uma bola, mas pode arrumar blocos).

Ainda que o transtorno Autista possa vir associado a diversos problemas neurológicos e/ou neuroquímicos, não existe ainda nenhum exame específico que possa detectar a sua origem. O Método ABA é mais fácil de aprender e de usar; bem como torná-lo acessível a mais pessoas a um custo barato. Foi escrito por uma mãe para pais; professores, terapeutas, assistentes educacionais, provedores de serviços, tias, tios, acompanhantes, monitores de acampamento, babás, avós e qualquer pessoa que tenha a oportunidade de fazer diferença na vida de uma criança com autismo.

Ele foi planejado para atender às necessidades de dois diferentes grupos de pessoas: as famílias ou professores que não têm acesso a um psicólogo especializado em ABA, não pode pagar pelo serviço ou não quer esperar para começar o trabalho; famílias e professores que estão dirigindo um programa de ABA e precisam de um meio eficaz e barato para treinar novos professores.

  • O Método ABA envolve o ensino intensivo e individualizado das habilidades necessárias para que o indivíduo possa adquirir independência e a melhor qualidade de vida possível.
  • Dentre as habilidades ensinadas incluem-se comportamentos sociais, tais como contato visual e comunicação funcional; comportamentos acadêmicos, tais como pré-requisitos para leitura, escrita e matemática; além de atividades da vida diária como higiene pessoal.

A redução de comportamentos tais como agressões, estereotipias, autolesões, agressões verbais, e fugas também fazem parte do tratamento comportamental, já que tais comportamentos interferem no desenvolvimento e integração do indivíduo diagnosticado com autismo.

Durante o tratamento comportamental (ABA), habilidades geralmente são ensinadas em uma situação de um aluno com um professor através da apresentação de uma instrução ou uma dica, com o professor auxiliando a criança através de uma hierarquia de ajuda (chamada de aprendizagem sem erro). As oportunidades de aprendizagem são repetidas muitas vezes, até que a criança demonstre a habilidade sem erro em diversos ambientes e situações.

A principal característica do Método ABA é o uso de consequências favoráveis ou positivas (reforçadoras). Inicialmente, essas consequências são extrínsecas (ex. uma guloseima, um brinquedo ou uma atividade preferida). Entretanto o objetivo é que, com o tempo, consequências naturais (intrínsecas) produzidas pelo próprio comportamento sejam suficientemente poderosas para manter a criança aprendendo.

Durante o ensino, cada comportamento apresentado pela criança é registrado de forma precisa para que se possa avaliar seu progresso. Para ensinar crianças com autismo, ABA é usado como base para instruções intensivas e estruturadas em situação de um-para-um. Embora ABA seja um termo “guarda-chuva” que englobe muitas aplicações, as pessoas usam o termo “ABA” como abreviação, para referir- se apenas à metodologia de ensino para crianças com autismo.

Um programa com o Método ABA frequentemente começa em casa, quando a criança é muito pequena. A intervenção precoce é importante, mas esse tipo de técnica também pode beneficiar crianças maiores e também adultos. A metodologia, técnicas e currículo do programa também podem ser aplicados na escola.

  • A sessão de ABA normalmente é individual, em situação de um-para-um, e a maioria das intervenções precoces seguem uma agenda de ensino em período integral – algo entre 30 a 40 horas semanais.
  • O programa é não- aversivo – rejeita punições, concentrando-se na premiação do comportamento desejado.
  • O currículo a ser efetivamente seguido depende de cada criança em particular, mas geralmente é amplo; cobrindo as habilidades acadêmicas, de linguagem, sociais, de cuidados pessoais, motoras e de brincar.

O intenso envolvimento da família no programa é uma grande contribuição para o seu sucesso. O primeiro passo do tratamento ABA é a realização de uma avaliação abrangente das habilidades já demonstradas pelo cliente, dos seus comportamentos inadequados e de sua capacidade de aprender.

A ênfase da avaliação é na descrição de como elementos do ambiente estão relacionados aos comportamentos exibidos pelo cliente, o que é chamado de análise funcional. O passo seguinte é a criação de um plano de trabalho em que se definem objetivos e prazos para seus cumprimentos. A partir do plano, ocorre o tratamento propriamente dito.

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Todo o processo terapêutico é minuciosamente registrado, permitindo que seja constantemente avaliado e que o rearranjo de situações problemáticas em tempo hábil. O desenvolvimento de novas habilidades ocorre por meio de procedimentos graduais de ensino, em que comportamentos complexos são divididos em suas partes componentes.

Cada parte é ensinada individualmente e, após o estudante dominar todos os passos de ensino, o comportamento como um todo é sintetizado e generalizado. Há quatro tipos mais comuns de procedimento de ensino. A começar pela Tentativa Discreta que é constituída pelo que é chamado de unidade de ensino ou, na literatura conceitual analítico-comportamental, contingência de três termos: o terapeuta arranja os estímulos e faz um pedido (Sd), o estudante responde com ou sem ajuda (R) e é reforçado por seu sucesso (Sr).

Geralmente, a tentativa discreta é realizada em contexto planejado. No Ensino em Ambiente Natural, o estudante é ensinado a se comportar adequadamente em situações naturais. O ensino é planejado, assim como na tentativa discreta, mas necessariamente mais flexível e contextualizado.

  • Na Aprendizagem Incidental, o ensino não é planejado.
  • Aproveita-se o interesse imediato da criança para lhe ensinar habilidades adequadas, garantindo alto nível de motivação.
  • Além disso, há o Encadeamento de Trás para Frente, utilizado para o ensino de habilidades de autocuidado, como tomar banho, trocar de roupa, escovar os dentes, etc.

Consiste em quebrar comportamentos complexos em pequenos passos e ensiná-los de trás para frente, de modo que os passos iniciais sirvam de dicas para o último. Durante a Terapia, o estudante segue seu próprio ritmo de trabalho e jamais avança para tarefas mais complexas antes de apresentar domínio nas mais simples; tem pouca probabilidade de cometer erros devido aos procedimentos de modelagem e de fading out de dicas dadas pelo terapeuta (o terapeuta inicia ajudando intensamente e retira as dicas conforme o avanço da criança); é constantemente motivado; e jamais é criticado por seus erros.

  1. Para lidar com comportamentos inadequados são utilizados os procedimentos de Extinção que servem para reduzir a frequência de comportamentos inadequados, como birras ou respostas violentas.
  2. Nesses procedimentos, o reforço da resposta inapropriada é suspenso para que ela seja enfraquecida e, finalmente, desapareça.

Os Esquemas de Reforçamento de Respostas Incompatíveis são complementares à extinção. Além da suspensão do reforçador para respostas inadequadas, nos esquemas de reforçamento de respostas incompatíveis, são programados reforçadores para comportamentos adequados que substituam as respostas indesejadas ou que as tornem impossíveis de serem emitidas.

Os Quadros de Rotina servem ao propósito de ajudar o estudante a compreender o que fará no dia e iniciar a compreensão de encadeamento e sequenciamento das tarefas e rotina. O Redirecionamento é utilizado principalmente com as estereotipias. Consiste em redirecionar o comportamento repetitivo inadequado por outros semelhantes, mas considerados adequados.

De acordo com Mello (2001) ABA é um tratamento comportamental indutivo, tem por objetivo ensinar a criança habilidades, por etapas, que ela não possui. Cada habilidade é ensinada, em geral, em plano individual, de maneira associada a uma indicação ou instrução, levando a criança autista a trabalhar deforma positiva.

O método ABA incentiva o conhecimento através de materiais concretos cientificamente desenhados, para acrescentar o pensamento conceitual e levar abstração. Durante o tratamento comportamental (ABA), habilidades geralmente são ensinadas em uma situação de um aluno com um professor via a apresentação de uma instrução ou uma dica, com o professor auxiliando a criança através de uma hierarquia de ajuda (chamada de aprendizagem sem erro).

As oportunidades de aprendizagem são repetidas muitas vezes, até que a criança demonstre a habilidade sem erro em diversos ambientes e situações. A principal característica do tratamento ABA é o uso de consequências favoráveis ou positivas (reforçadoras).

  1. Durante o ensino, cada comportamento apresentado pela criança é registrado de forma precisa para que se possa avaliar seu progresso.
  2. Em alguns casos de pessoas com autismo, podem-se apresentar incríveis habilidades motoras, musicais, de memória e outras, que muitas vezes não estão de acordo com a sua idade cronológica.

Ivar Lovaas (1987) foi o primeiro psicólogo a aplicar os princípios da ABA e DTT para ensinar crianças com autismo. Por isso muitas pessoas falam do “método Lovaas” quando se referem ao ensino de crianças com autismo. Vale ressaltar que apesar do termo “DTT” ser frequentemente usado como sinônimo de “ABA”, trata-se de termos diferentes.

  1. O Método ABA é muito mais amplo e envolve muitos tipos diferentes de intervenções, estratégias de ensino e manejo comportamental.
  2. DTT é um método dentro do campo da ABA.
  3. Em 1987, Lovaas publicou os resultados de um estudo de longo prazo sobre o tratamento de modificação comportamental em crianças pequenas com autismo.

Os resultados do seguimento destas crianças mostraram que, em um grupo de 19crianças, 47% dos que receberam tratamento atingiram níveis normais de funcionamento intelectual e educacional, com QIs na faixa do normal e um desempenho bem-sucedido na 1ª série de escolas públicas.40% do grupo tratado foram depois diagnosticados como portadores de retardo leve e frequentaram classes especiais de linguagem, e os 10% remanescentes do grupo tratado foram diagnosticados como portadores de retardo severo.

  1. Segundo Lovaas (2002), parte do sucesso da terapia ABA está ligada à sua compreensão do autismo não como uma doença ou um problema a ser corrigido, mas como um conjunto de comportamentos que podem ser desenvolvidos por meio de procedimentos de ensino especiais.
  2. Esta compreensão, segundo Lovaas, permitiria ao profissional focar mais prontamente nas características particulares e necessidades específicas de aprendizagem dos indivíduos e aperfeiçoar habilidades adequadas já existentes.

Outro fator apontado como responsável pelos resultados positivos da terapia ABA consiste no fato de os seus procedimentos de intervenção serem embasados por evidências científicas acumuladas e utilizados com semelhante margem de sucesso em indivíduos típicos e especiais.

  • Há de se ressaltar que, além do conhecimento produzido acerca do autismo, ainda com muitas limitações, as atitudes positivas relacionadas com o interesse pessoal, a paciência e, sobretudo, o amor sempre farão a grande diferença na vida daqueles que sofrem com o autismo. Na Revista Construir Notícias, procurei expressar os sentimentos do meu sobrinho, Felipe Aranha, que foi diagnosticado com Espectro Autista,
  • Entrei no meu mundo e não quis sair.
  • Sair tão rápido!
  • Mantive-me ocupado
  • com os meus pensamentos inquietantes.
  • Estou trancado em mim mesmo.
  • Quem tem a chave do cadeado?
  • No cadeado, há um segredo.
  • O código está no lado esquerdo
  • e se revela no olhar ansioso de alguém que
  • me observa.
  • No coração, há uma mensagem com os
  • dizeres: EU TE AMO!
  • Eis a chave!
  • E o cadeado é aberto com um sorriso.
  • E somente agora consigo sair do meu mundo
  • outra vez
  • para escrever uma nova página desta história
  • que tem por alvo ser feliz e eterna.
  • (Marcos Bezerra – Bezerroft)

Não se recomenda aqui procedimentos técnicos, desvencilhados de qualidades que família alguma jamais deveria abrir mão. ABA e AMOR são nossas recomendações.

Como inserir uma planilha em uma aba?

Excluir uma planilha –

  • Clique com botão direito do mouse na guia Planilha e selecione Excluir,
  • Ou selecione a planilha e selecione Página inicial > Excluir > Excluir planilha,

Observação: As guias de planilhas são exibidas por padrão. Se não forem exibidas, clique em Opções > Avançadas > Opções de exibição desta pasta de trabalho > Mostrar guias de planilha, Para inserir uma nova planilha, siga um destes procedimentos:

  • Para inserir rapidamente uma nova planilha no final das planilhas existentes, clique na guia Inserir Planilha na parte inferior da tela.
  • Para inserir uma nova planilha na frente de uma existente, selecione a planilha existente e, na guia Página Inicial, no grupo Células, clique em Inserir e em Inserir Planilha, Dica: Você também pode clicar duas vezes na guia de uma planilha existente e clicar em Inserir, Na guia Geral, clique em Planilha e em OK, Observação: Para alterar a ordem das planilhas de uma pasta de trabalho, clique na guia da planilha que deseja mover e arraste-a para o local desejado.

Como colocar uma planilha em uma aba?

Excluir uma ou mais planilhas –

  1. Selecione a(s) planilha(s) que deseja excluir. Dica: Quando várias planilhas são selecionadas, aparece na barra de título na parte superior da planilha. Para cancelar uma seleção de várias planilhas em uma pasta de trabalho, clique em alguma planilha não selecionada. Se nenhuma planilha não selecionada estiver visível, clique com o botão direito do mouse na guia da planilha selecionada e clique em Desagrupar Planilhas no menu de atalho.
  2. Na guia Página Inicial, no grupo Células, clique na seta ao lado de Excluir e clique em Excluir Planilha, Dica: Você também pode clicar com o botão direito na guia de uma ou mais planilhas que deseja excluir e, em seguida, clicar em Excluir Planilha,

O que é aba da planilha?

O Excel ainda é uma das principais ferramentas de trabalho de muita gente quando falamos de softwares para escritório. Seja em pequenas empresas, escritórios ou grandes corporações, fato é que, de forma assertiva ou não, muitos colaboradores recorrem ao Excel diariamente para executar os mais variados tipos de tarefas.

O que eu sempre pensei sobre a maioria das tecnologias é que o seu uso prático agrega conhecimento e domínio muito maior do que a teoria. Todavia, um pouco de teoria sempre é muito bem-vindo e somente o conhecimento prático, muitas vezes, pode gerar uma ou outra interpretação equivocada futuramente. Ajudando pessoas há algum tempo com dúvidas, automações ou diversas outras tarefas, percebemos que muitas vezes alguns termos são utilizados de forma incorreta.

Já tive contato com pessoas que me ensinaram muito e já ouvi muitas vezes outras coisas que tive que filtrar. Um dos termos que mais ouvimos no Excel é “Aba”. “Fulano, crie uma cópia dessa aba”. Na essência, o termo em si não está incorreto, pois no próprio Visual Basic for applications, por exemplo, temos a referência “tab”, que podemos traduzir como aba.

  1. O que muitas vezes não está certo é a confusão entre eles.
  2. A aba ou guia da planilha é a forma com que o Excel organiza a pasta de trabalho, que poderá conter diversas planilhas, essas, por sua vez, podem ser acessadas por abas ou guias.
  3. Acredito que essa confusão tenha ajudado a difundir outro uso incorreto de terminologia, que seria a troca dos termos planilha e pasta de trabalho.

Muitas pessoas se referem a planilha como se estivessem tratando do arquivo de Excel em si, ou em sua nomenclatura correta, pasta de trabalho. Contudo, como já dissemos, temos, na verdade, várias planilhas em uma pasta e essas podem ser acessadas pelas suas abas. Imagem elaborada pelo autor no Microsoft Excel Esse cuidado com os termos evita, todavia, algumas confusões em diversas situações, seja no Excel ou no VBA, onde o Excel irá apresentar a sua própria forma de chamar um objeto. Vejam na imagem acima, que o conhecimento sobre tal distinção, facilitaria, por exemplo, entender o que nos esperamos do Excel quando pedimos para localizar algo na planilha ou na pasta de trabalho.

Em qual ferramenta podemos inserir uma tabela vinculada a partir da guia Inserir powerpoint?

  1. Selecione o slide ao qual deseja adicionar uma tabela.
  2. Na guia Inserir, escolha Tabela,
  3. Na grade suspensa, use o mouse para selecionar o número de linhas e colunas desejadas. Uma tabela vazia é adicionada ao slide.
  4. Para adicionar texto às células da tabela, clique em uma célula e insira o seu texto. Depois de inserir o texto, clique fora da tabela.
    • Para adicionar rapidamente uma linha ao final de uma tabela, clique dentro da última célula da última linha e pressione TAB.
    • Para adicionar linhas ou colunas, clique com o botão direito do mouse em uma célula, clique em Inserir na mini barra de ferramentas e escolha onde você gostaria de inserir a linha ou coluna.
    • Para excluir linhas ou colunas, clique com o botão direito do mouse em uma célula, clique em Excluir na mini barra de ferramentas e escolha o que você gostaria de excluir.