Nome Dos Elementos Da Tabela Periódica?

Qual e o rei dos elementos químicos?

Logo, o hidrogênio pode ser considerado ‘o rei’ apenas desse pedaço que conhecemos.

Como ler os elementos da Tabela Periódica?

Tabela Periódica. Entendendo a Tabela Periódica A Tabela Periódica é uma forma de organizar todos os elementos químicos de acordo com as suas propriedades e de mostrar algumas informações sobre eles. No cotidiano, a organização é muito importante para facilitar a nossa vida.

  • Por exemplo, imagine o seu guarda-roupa bagunçado, com meias misturadas com camisas e calças.
  • Ficaria muito difícil e demoraria mais para encontrar alguma meia específica que você quisesse usar, não é mesmo?! Mas se você organizar o seu guarda-roupa e colocar todas as meias em uma só gaveta, ter uma gaveta para camisetas, outra para bermudas e assim por diante, ficará muito mais fácil encontrar o que precisa.

E quanto mais roupas você possui, mais a organização é necessária. Do mesmo modo, os cientistas foram descobrindo muitos elementos químicos com o passar do tempo. Para você ter uma ideia, em 1850, eram conhecidos cerca de 60 elementos, mas hoje sabemos da existência de 118.

  • A Tabela Periódica que usamos hoje é organizada em linhas horizontais em ordem crescente de número atômico.
  • Você deve consultar a Tabela Periódica como se estivesse lendo um texto normal, ou seja, você sempre começa pela primeira linha e do lado esquerdo para o direito e depois segue descendo para as próximas linhas. Os elementos químicos foram colocados na Tabela Periódica em quadradinhos separados, onde o símbolo do elemento fica no meio e o valor do número atômico fica escrito geralmente na parte de cima, como mostra o exemplo do hidrogênio a seguir:
  • Símbolo do hidrogênio e seu número atômico conforme aparece na Tabela Periódica

O número atômico é a quantidade de prótons ou cargas positivas que os átomos do elemento têm. Esse valor é igual ao número de elétrons quando o átomo está em seu estado fundamental. O hidrogênio é um elemento que só tem 1 próton, ou seja, seu número atômico é 1.

  • Por isso, o hidrogênio é o primeiro elemento colocado na Tabela.
  • O próximo elemento que está na mesma linha que o hidrogênio é o hélio, porque ele possui número atômico igual a 2.
  • Passando para a linha de baixo, o primeiro é o Lítio com número atômico igual a 3, ao lado dele tem o Berílio com número atômico 4 e assim por diante.

Veja as primeiras linhas da Tabela Periódica mostradas abaixo e veja que a ordem do número atômico vai crescendo certinho.

  1. Duas primeiras linhas da Tabela Periódica
  2. Existem sete linhas na Tabela Periódica e essas linhas são chamadas de períodos, Veja:
  3. Períodos da Tabela Periódica

Existem 18 colunas que são chamadas de famílias ou grupos, Um aspecto importante é que os elementos que pertecem à mesma família são aqueles que possuem propriedades físicas e químicas semelhantes. Famílias ou grupos da Tabela Periódica Vamos ver se você entendeu? Me diga qual é o elemento químico pertencente ao 4º período e à família 16? Se você disse Se (selênio), acertou! Agora me diga qual é o número atômico dele. Isso mesmo, é 34. Em cada quadradinho que vem o elemento também se encontram outras informações importantes, como a massa atômica e os elétrons que estão em cada camada eletrônica dos átomos.

  • Símbolo do neônio na Tabela Periódica e seu átomo
  • Agora observe dois aspectos interessantes: (1) o neônio só possui duas órbitas ou camadas onde ficam seus elétrons, é por isso que ele ocupa o 2º período (2ª linha); e (2) ele possui oito elétrons na última camada, é por isso que ele é da família 18,
  • Isso nos mostra o seguinte:
  • * Os elementos que estão em um mesmo período da tabela periódica possuem a mesma quantidade de camadas eletrônicas, sendo que podem ter no máximo sete;
  • * Os elementos químicos que estão em uma mesma família da tabela periódica possuem a mesma quantidade de elétrons na última camada eletrônica:
  • *Família 1: Possuem todos 1 elétron na última camada eletrônica;
  • *Família 2: Possuem todos 2 elétrons na última camada eletrônica;
  • *Família 13: Possuem todos 3 elétrons na última camada eletrônica;
  • *Família 14: Possuem todos 4 elétrons na última camada eletrônica;
  • *Família 15: Possuem todos 5 elétrons na última camada eletrônica;
  • *Família 16: Possuem todos 6 elétrons na última camada eletrônica;
  • *Família 17: Possuem todos 7 elétrons na última camada eletrônica;
  • *Família 18: Possuem todos 8 elétrons na última camada eletrônica.
  • Alguns grupos ou famílias da Tabela Periódica recebem nomes específicos, veja alguns:
  • Família 1: Metais alcalinos;
  • Família 2: Metais alcalinoterrosos;
  • Família 16: Calcogênios;
  • Família 17: Halogênios;
  • Família 18: Gases Nobres.
  1. ​Organização das famílias da tabela periódica
  2. Novamente vamos testar seus conhecimentos. Responda às perguntas a seguir apenas consultando a Tabela Periódica:
  3. 1- Qual é o nome da família do cloro?
  4. 2- Qual é o seu número atômico e sua massa atômica?
  5. 3- Quantas camadas eletrônicas um átomo de cloro possui?
  6. 4- Quantos elétrons um átomo de cloro possui na sua última camada eletrônica?
  7. Respostas:
  8. 1- Halogênios (família 17).
  9. 2- O número atômico do cloro é 17 e sua massa atômica é igual a 35,45 u.
  10. 3- Um átomo de cloro possui três camadas eletrônicas porque ele pertence ao 3º período da Tabela.
  11. 4- Um átomo de cloro possui sete elétrons na camada de valência porque ele pertence à família 17.

Existem ainda outras informações importantes que a Tabela Periódica nos transmite e que falaremos melhor em textos posteriores. Mas as que tratamos aqui são as principais para você começar a entender como os elementos estão organizados nela. Lembre-se de que uma tabela não é feita para decorar, mas você deve conhecê-la bem para conseguir consultá-la quando necessário.

  • Por Jennifer Fogaça
  • Graduada em Química
  • Aproveite para conferir nossas videoaulas relacionadas ao assunto:
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: Tabela Periódica. Entendendo a Tabela Periódica

Como ler um elemento químico?

Veja quais são os elementos químicos e como identificá-los | O TEMPO Elemento químico é o conjunto de todos os átomos com o mesmo número atômico (Z), representado por um símbolo que, em geral, deve ser a letra inicial do seu nome sozinha ou aglutinada, caso já exista. Cada quadro da tabela fornece os dados referentes ao elemento químico : símbolo, massa atômica, número atômico, nome do elemento, elétrons nas camadas e se o elemento é radioativo. As filas horizontais são os períodos. Neles, os elementos químicos estão dispostos na ordem crescente de seus números atômicos.

O número da ordem do período indica o número de níveis energéticos ou camadas eletrônicas do elemento. As colunas verticais constituem as famílias ou os grupos, nos quais os elementos estão reunidos segundo suas propriedades químicas: alcalinos, alcalinos terrosos, família do boro, família do Carbono, família do nitrogênio, família dos calcogênios, família dos halogênios e gases nobres.

Os elementos químicos podem ser resumidos em três grupos: metais, não metais e gases nobres. O Hidrogênio (H) não se encaixa em nenhuma dessas classificações porque possui características próprias, Normalmente, os setores são representados pela diferenciação nas cores, mas existem muitas tabelas com ênfases diferentes.

Metais: são elementos químicos sólidos à temperatura de 25ºC e pressão de 1atm (menos o Hg, Mercúrio) com propriedades específicas como brilho, condutividade térmica e elétrica, maleabilidade e ductibilidade (podem ser reduzidos a fios). Ligas metálicas são misturas de dois ou mais metais para atingir determinadas aplicações, como o bronze (Cobre e Estanho) e o latão (Cobre e Zinco).

Exemplos: Ouro (Au), Prata (Ag) e Cobre (Cu). Não metais: são maus condutores de eletricidade, quase não apresentam brilho, não são maleáveis nem dúcteis. Tendem a formar ânions (íons negativos). Exemplos: Carbono (C), Flúor (F) e Cloro (Cl). Gases nobres: constituem cerca de 1% do ar.

  1. É muito difícil conseguir compostos com esses gases.
  2. Raramente eles reagem, porque são muito estáveis.
  3. Suas camadas exteriores estão completamente preenchidas de elétrons, e todos ficam no grupo 18 da tabela periódica.
  4. Exemplos: Hélio (He), Argônio (Ar) e Radônio (Rn).
  5. Carbono: é o elemento que tem sua massa padronizada (A =12).

Uma unidade de massa atômica (u) é 1/12 da massa de um átomo de Carbono (A=12). Isso equivale a estabelecer o valor 12u como a massa de um átomo de Carbono. Quando medimos uma grandeza, comparamos com outra como referência, Para a Química, a comparação é sempre em relação à massa do Carbono.

Qual e o átomo mais pesado?

Físico-química  – Ao completar 150 anos, o diagrama que reúne os elementos químicos por semelhança enfrenta dificuldades para continuar crescendo Acelerador de partículas do GSI, na Alemanha, um dos centros que tentam descobrir elementos superpesados G. Otto/GSI Helmholtz Center for Heavy Ion Research Em 1869, um professor da Universidade de São Petersburgo, o russo Dmitri Mendeleev (1834-1907), concebeu um diagrama em que ordenava cerca de 60 elementos químicos então conhecidos em função de sua respectiva massa.

  1. Essa foi a primeira versão do que viria a ser conhecida como a moderna tabela periódica, hoje composta de 118 elementos, dispostos em 18 grupos (colunas) e 7 períodos (linhas).
  2. Atualmente, os elementos são organizados de forma crescente em razão de seu número atômico – a quantidade de prótons em seu núcleo – e os de um mesmo grupo apresentam propriedades similares.

Em seu sesquicentenário, essa ferramenta ainda é indispensável para explicar (e prever) interações químicas e inferir características dos elementos, como reatividade, densidade e disposição dos elétrons em torno do núcleo atômico, onde, além dos prótons, ficam os nêutrons.

Hoje a tabela periódica pode ser considerada a enciclopédia mais concisa que existe. Quem sabe usá-la encontra muitas informações em uma única folha de papel”, diz Carlos Alberto Filgueiras, químico e historiador da ciência da Universidade Federal de Minais Gerais (UFMG). “Não existe nada igual em outra área do conhecimento.” A partir dos anos 1940, não foram expedições de campo que fizeram a tabela periódica crescer de tamanho, mas experimentos conduzidos em aceleradores de partículas.

Faz 80 anos que a ciência não descobre um elemento desconhecido na natureza – o último foi o frâncio (Fr), de número 87, há exatos 80 anos. Desde então, os cerca de 30 novos membros agregados à tabela foram primeiramente produzidos por meio de reações nucleares, embora alguns, como o plutônio, acabaram também sendo encontrados na natureza depois de terem sido fabricados artificialmente em instalações da Europa, dos Estados Unidos e da Ásia. Entrevista: Alinka Lépine-Szily Um dos pesquisadores que se questionam sobre isso tem predicados especiais. O físico nuclear Yuri Oganessian, 85 anos, do Instituto Unificado de Pesquisa Nuclear (JINR), em Dubna, distante cerca de 120 quilômetros de Moscou, é a segunda pessoa viva cujo nome foi usado como inspiração para denominar um elemento.

Na atual versão da tabela periódica, o elemento mais pesado, que figura em seu canto inferior direito, é o oganessônio (Og), de número atômico 118. Há 60 anos, o russo se dedica a produzir novos elementos superpesados, aqueles com número atômico superior ao 92 do urânio (U), os chamados transurânicos, tendo participado da descoberta de cerca de uma dezena de elementos.

O oganessônio foi produzido apenas como um punhado de átomos num experimento conduzido em 2006 no acelerador de partículas do Laboratório Flerov do JINR. Foi obtido por meio de colisões, em condições especiais, que promoveram a fusão de átomos do elemento 20, o cálcio, e do 98, o califórnio.

  1. Devido ao pequeno número de átomos produzidos e sua meia-vida muito curta, ainda hoje, os pesquisadores não conseguiram analisar as propriedades químicas do oganessônio.
  2. Caso ele corresponda ao que se espera da sua posição na tabela periódica (grupo 18), ele é um gás nobre, como o hélio, com baixa reatividade.

Por ora, no entanto, pouco se sabe sobre suas propriedades. “Será que o elemento 118 se parece com um gás nobre? Frequentemente a resposta dada a isso é não”, disse Oganessian durante um encontro de cientistas de renome para celebrar os 150 anos do trabalho de Mendeleev, realizado em Paris no final de janeiro pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

  1. Acho que o elemento 118 provavelmente ainda vai se mostrar um integrante do 18º grupo da tabela.
  2. Na transição do 118 para o 119, espero ver mudanças, que provavelmente serão observadas, mas ainda de forma fraca.” Esse otimismo, porém, não vai muito além.
  3. Acho que, nos elementos 120, 121 ou 123, a diferença entre os grupos será bastante menor ou desaparecerá completamente”, afirma Oganessian.
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“A partir desse ponto, a tabela periódica teria de mudar?” A pergunta do russo leva a outra questão. Se até agora tudo o que se viu em química respeita as regras da tabela periódica, que razão há para se suspeitar que seu diagrama pode se tornar obsoleto em razão de novas descobertas? O fantasma assombrando a tabela tem nome e sobrenome: Albert Einstein e sua teoria da relatividade especial.

Oganessian explica que, quanto mais massa tem um núcleo atômico (onde ficam os prótons, com carga elétrica positiva), mais ele atrai os elétrons, de carga negativa, situados na primeira camada formada por essas partículas que orbitam o núcleo. Esses elétrons passam então a se movimentar mais rápido e, no caso dos núcleos de elementos superpesados, aproximam-se muito da velocidade da luz.

Esse cenário leva os elétrons, que, em condições normais, têm massa 1.800 vezes menor que a do próton, a se tornarem mais pesados. Assim, acabam alterando a massa final do átomo e desorganizando o esquema das órbitas dos elétrons, um dos parâmetros explicados pela atual tabela periódica.

A produção de elementos superpesados que duram mais tempo é um desafio da pesquisa em física nuclear Antes mesmo de o problema ser observado em experimentos, alguns teóricos já se ocupam em construir uma tabela periódica relativística. Nela, a relatividade de Einstein também passa a ter um papel relevante na descrição do átomo, antes compreendido apenas pelas forças eletromagnéticas e nucleares, que são explicadas pela mecânica quântica.

No entanto, poucos cientistas se atrevem a fazer afirmações categóricas sobre o que poderá ser visto nos aceleradores de partículas. Simular matematicamente um núcleo atômico de um elemento superpesado, com mais de 100 prótons e quase 200 nêutrons, é ainda tarefa impossível.

  • Não há poder computacional disponível para isso, e a abordagem estatística não é confiável para descrição de certas propriedades.
  • Precisamos então usar instrumentos matemáticos que permitam tratar um problema ‘não muito erradamente’, e a descrição que obtivermos será evidentemente uma aproximação”, explica Alinka Lépine-Szily, do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (IF-USP).

Desde 2008, a física da USP faz parte da Comissão de Física Nuclear da União Internacional de Física Pura e Aplicada (Iupap). O grupo que arbitra as reivindicações de descobertas de novos elementos produzidos em laboratório, denominado Joint Working Party (JWP), é escolhido pelas direções da Iupap e da União Internacional de Química Pura e Aplicada (Iupac). VPRO/Wikimedia Commons O elemento mais pesado da tabela periódica foi batizado de oganessônio em homenagem ao físico russo Yuri Oganessian VPRO/Wikimedia Commons Por ora em compasso de espera, a expansão da tabela pode vir do domínio de novas técnicas de fusão nuclear capazes de gerar variantes (isótopos) de elementos superpesados que sejam mais estáveis.

  • Todos os isótopos de um elemento apresentam a mesma quantidade de prótons (têm, portanto, o mesmo número atômico), mas diferem no número de nêutrons em seu núcleo.
  • Nos elementos naturais leves, o número de prótons é igual ao de nêutrons.
  • Nos mais pesados, há mais nêutrons que prótons, tendência que cresce conforme aumenta o peso do átomo.

Para os superpesados, cálculos teóricos preveem a existência de núcleos mais estáveis, denominados “ilhas de estabilidade”. Esses elementos seriam mais duradouros do que os que têm sido produzidos em aceleradores de partículas até agora. “Alguns desses isótopos poderiam ter meia-vida de horas ou dias ou, segundo os mais otimistas, até milhões de anos”, comenta Lépine-Szily.

  1. O problema é que talvez os experimentos hoje capazes de criar elementos superpesados ainda não consigam agregar nêutrons em quantidade suficiente para chegar à ilha de estabilidade.” Há, no entanto, progressos relativos nesse sentido.
  2. Apesar de o tempo de decaimento radioativo decrescer com o aumento da quantidade de prótons no núcleo, parece ter sido observada uma mudança de comportamento nos últimos elementos agregados à tabela periódica.

Em colaboração com os laboratórios nacionais norte-americanos de Oak Ridge e do Lawrence Livermore, o grupo de Oganessian criou isótopos superpesados dos elementos de número 115, 116 e 117 com tempo de decaimento radioativo que se mantém em torno de dezenas de milissegundos.

  1. Na parceria com o Flerov, os norte-americanos fornecem os alvos de metais radioativos, como berquélio (Bk), o elemento 97, que, no laboratório russo, são bombardeados por feixes intensos de átomos leves de um dos isótopos do cálcio.
  2. O último elemento produzido assim foi o tennesso (TS), de número atômico 117, em 2010.

A colaboração russo-americana é a favorita na corrida pela produção de elementos dentro da “ilha de estabilidade”, mas há laboratórios competitivos no Japão, como o Instituto Riken, e na Alemanha, como o GSI. Até o meio do ano, Oganessian e seus colegas de Dubna deverão contar com um novo centro, a Fábrica de Elementos Superpesados, para procurar elementos desse tipo, que custou US$ 60 milhões.

Os novos aceleradores de partículas serão capazes de operar com feixes de íons muito mais intensos. Dois experimentos com 50 dias de duração devem ser feitos ainda em 2019. Mesmo que a física nuclear não consiga produzir o oganessônio com a mesma facilidade com que fabrica o plutônio, há muita pesquisa a ser feita com uma quantidade mínima de átomos desses elementos superpesados.

“A técnica atual disponível nos arranjos experimentais e o conhecimento acumulado sobre propriedades dos elementos permitem que se estude a interação particular de um único átomo ou íon de elementos superpesados com vários outros elementos”, afirma, em entrevista por e-mail à Pesquisa FAPESP, Jadambaa Khuyagbaatar, do grupo de química de elementos superpesados do GSI. Wikimedia Commons Mineralogista, Andrada e Silva identificou o mineral petalita, que contém lítio Wikimedia Commons Terceiro elemento mais leve da tabela, o lítio foi identificado em um minério descrito por José Bonifácio de Andrada e Silva (1763-1838), conhecido como o Patriarca da Independência por sua articulação no movimento de 1822 ao lado de dom Pedro I.

  1. Famoso pela atuação política, esse paulista de Santos foi também um respeitado mineralogista.
  2. Em 1800, publicou descrições da petalita e do espodumênio, dois minerais que descobrira em uma expedição à ilha sueca de Utö.
  3. O lítio em si foi purificado pela primeira vez, a partir da petalita, em 1817 pelo sueco Johan August Arfwedson, seu “descobridor”.
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“José Bonifácio foi o primeiro cientista brasileiro de renome internacional”, diz Carlos Alberto Filgueiras, químico e historiador da UFMG. “Viveu no Brasil até os 19 anos, quando foi para Portugal. Circulou pela Europa até os 56 anos e teve uma carreira científica de êxito, com passagens pela Alemanha, Suécia, Dinamarca e Itália.” Ele morreu em 1838, três décadas antes da publicação da tabela periódica.

Porém transmitiu sua paixão pela química a dom Pedro II, de quem foi tutor entre 1831 e 1836. Um dos registros mais antigos a mencionar no Brasil a tabela de Mendeleev foi deixado pelo próprio imperador. “Era um pedaço de papel amassado sujo, rasgado, escrito por dom Pedro II, que o datou como de 1879, só 10 anos depois da publicação da tabela periódica”, conta Filgueiras, que estudou o documento, mantido na Fundação Maria Luisa e Oscar Americano, em São Paulo.

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Qual o elemento químico mais poderoso do mundo?

Ósmio
Densidade, dureza 22610 kg/m, 7
Número CAS 7440-04-2
Propriedade atómicas
Massa atómica 190,23(3) u

Qual foi o primeiro elemento da Terra?

Os blocos de construção de toda a matéria – Um átomo é muito pequeno, tão pequeno que não reflete a luz. Mesmo com toda a nossa tecnologia, nós ainda não fomos capazes de ver o interior de um átomo. No entanto, se um átomo fosse do tamanho de um grande estádio de futebol, o núcleo seria uma mosca no centro desse estádio vazio.

  1. Nesse imenso estádio algumas poucas cadeiras seriam ocupadas pelos elétrons.
  2. É o espalhamento desses elétrons, por fim, que define o tamanho do átomo.
  3. Um único tipo de átomo forma um elemento químico, que nada mais é do que um átomo característico, ou seja, um indivíduo.
  4. O primeiro elemento químico formado foi o hidrogênio (H).

Ele é o elemento químico mais simples do nosso universo, tem 1 próton, 1 elétron e nenhum nêutron. Os elétrons são partículas muito menores do que os prótons e nêutrons, sua massa é quase desprezível. Logo, a massa de um átomo depende da soma das partículas que ele tem no seu núcleo atômico.

  • No caso do H, a sua massa é 1.
  • No universo primordial, ainda muito quente, núcleos de H se fundiram para formar um segundo elemento químico, o hélio (He).
  • O hélio tem 2 prótons, 2 elétrons e 2 nêutrons; ou seja, sua massa é 4.
  • Logo após o Big Bang, as partículas fundamentais se transformaram em todo o H e parte do He que existem, e isso representa praticamente toda a massa conhecida do nosso universo.

O processo de transformação das partículas fundamentais em H e He é chamado de nucleossíntese primordial, Esse processo ocorreu nos primeiros minutos após o Big Bang, e foi um evento único. Todo o H do universo foi gerado ali, e nenhum outro átomo desse elemento será criado na história futura do nosso universo.

  1. É nesse ponto que tudo começa a acontecer, pois os elementos químicos são os blocos de construção básicos para toda a matéria que conhecemos,
  2. Quando elementos químicos são combinados, mantidos juntos por uma força de atração, ligação química, eles podem formar moléculas,
  3. Moléculas também se combinam, ou seja, átomos simples quanto juntos formam sistemas mais complexos.

O H gosta de formar moléculas, com dois átomos, mas por outro lado, o He prefere ficar sozinho. Ambos elementos químicos ocorrem naturalmente no estado gasoso, isto é, ocupam todo o espaço que encontram. Esses elementos foram os primeiros habitantes desse espaço em construção que hoje chamamos de universo.

Nesse momento de sua evolução, o universo é um espaço relativamente vazio, preenchido por gás de H e He. Em expansão, o universo vai ficando cada vez mais frio e menos denso, isto é, mais espaço para um mesmo número de indivíduos. Os átomos e moléculas de H e He se deslocavam a grandes velocidades nesse universo em expansão.

Por vezes, esses blocos de construção se agrupavam e formavam imensas e densas nuvens, que giravam sem parar. Essas nuvens, formadas em diferentes pontos do universo, atraiam ainda mais partículas, se adensando, e aumentando o espaço vazio. É lei, matéria atrai matéria devido a uma força de atração denominada de gravidade,

Essa matéria agrupada formou as primeiras nebulosas, que são imensas nuvens de gás, às vezes, com mais de trilhões de quilômetros. Nesse ponto o universo era bastante entediante. Milhões de anos se passaram. Em alguns pontos das nebulosas a matéria vai se acumulando pela ação da gravidade. Esses pontos de acúmulo de matéria se adensam e contraem até um ponto em que sofrem um colapso.

Desse colapso se formam gigantescas e densas esferas. A temperatura no interior dessas esferas era muito quente. Isso permitiu que núcleos de átomos de H se fundissem para formar átomos de He. Isto é, o H queimou para formar o He. Essa fusão nuclear fez com que as esferas “brilhassem”, num processo denominado de nucleossíntese estelar,

Quantos elementos têm a tabela periódica 2023?

Tabela Periódica Completa e Atualizada 2023 Carolina Batista Professora de Química A Tabela Periódica é um modelo que agrupa todos os elementos químicos conhecidos e suas propriedades. Eles estão organizados em ordem crescente de número atômico (número de prótons).