Sobre A Organização Da Tabela Periódica Atual Responda?

Sobre A Organização Da Tabela Periódica Atual Responda

Como e a organização da tabela periódica atual?

Organização da tabela periódica – A tabela periódica moderna é composta por 118 elementos e é organizada de acordo com o número atômico de cada espécie, em ordem crescente, da esquerda para a direita. Os elementos são distribuídos ao longo de 18 grupos, representados pelas colunas verticais, e em sete períodos, que são as linhas horizontais.

Essa configuração foi proposta por Dmitri Mendeleev, em 1869, depois de ele ter notado padrões entre os elementos químicos e percebido que poderia agrupá-los conforme tais similaridades. Assim, apenas pela localização de um elemento na tabela periódica, é possível conhecer algumas de suas características químicas.

A tabela periódica ainda pode ser organizada em blocos que se relacionam à distribuição eletrônica dos elementos. Nessa abordagem, a tabela é dividida de acordo com o subnível ocupado de maior energia, ou seja, a subcamada que contém os elétrons mais externos.

Bloco Subnível mais energético Quem faz parte?
s s Grupos 1 e 2
p p Grupos 13 a 18
d d Grupos 3 a 12
f f Séries dos lantanídeos e actinídeos

Tabela periódica dividida em blocos denominados s, p, d e f. De modo mais amplo, os elementos podem ser ainda divididos em metais e não-metais, de acordo com características físico-químicas. Os metais englobam a maior parte dos elementos e ainda se dividem em subclasses.

Em geral, são aqueles que possuem brilho e condutividade térmica e elétrica. Os não-metais, ou ametais, incluem apenas 11 elementos químicos: carbono, nitrogênio, fósforo, oxigênio, enxofre, selênio, flúor, cloro, bromo, iodo e astato. Por fim, os constituintes da tabela ainda podem serem divididos entre elementos de transição e elementos representativos, contudo essa classificação vem sendo pouco utilizada.

Elementos representativos estão presentes nas extremidades esquerda e direita da tabela, englobando os grupos 1, 2, 14, 15, 16, 17 e 18. Já os elementos de transição são aqueles situados na região central, englobando os grupos 3 a 11. O grupo 12 é comumente classificado como elemento de transição, no entanto é importante destacar que esse grupo não cumpre os requisitos para isso, que seria possuir um subnível d incompleto.

Como os elementos são listados na tabela?

Questão 4 – (UFC) Um átomo x tem um próton a mais que um átomo y. Com base nessa informação, determine a afirmativa correta. a) Se y for alcalino-terroso, x será metal alcalino. b) Se y for um gás nobre, x será um halogênio. c) Se y for um metal de transição, x será um gás nobre.

d) Se y for um gás nobre, x será metal alcalino. e) x está localizado no mesmo período antes do átomo y, na tabela periódica. Ver Resposta Alternativa correta: d) Se y for um gás nobre, x será metal alcalino. A tabela periódica está organizada por ordem crescente de número atômico. Se Y tem número atômico z e X tem um próton a mais que ele, quer dizer que esses dois elementos estão no mesmo período e X é subsequente à Y.

Exemplo:

Elemento Elemento subsequente
z Y z + 1 X
11 Na 12 Mg

Os dois elementos estão no 3º período e o magnésio tem um próton a mais que o sódio. Segundo esse raciocínio temos que: a) ERRADA. Um metal alcalino vem antes do metal alcalinoterroso na tabela periódica. A afirmativa correta seria: Se y for metal alcalino, x será alcalinoterroso.

b) ERRADA. Um halogênio vem antes do gás nobre na tabela periódica. A afirmativa correta seria: Se y for halogênio, x será gás nobre. c) ERRADA. Metais de transição e gases nobres estão separados por outros elementos químicos e, por isso, não são sequenciais. d) CORRETA. Os gases nobres são o último grupo da tabela periódica e os metais alcalinos o primeiro, sendo assim, são sequenciais.

Exemplo:

Gás nobre Metal alcalino
z Y z + 1 X
2 He 3 Li

O lítio, metal alcalino, tem um próton a mais que o hélio, que é um gás nobre. e) ERRADA. X está no mesmo período que Y só que após ele, não antes como afirma a alternativa.

Quem organizou a atual tabela periódica?

Dimitri Ivanovich Mendeleev Nasceu na Sibéria em 1834, sendo o mais novo de dezessete irmãos. Mendeleev foi educado em St. Petersburg, e posteriormente na França e na Alemanha. Conseguiu o cargo de professor de química na Universidade de St. Petersburg. Escreveu um livro de química orgânica em 1861.

Em 1869, enquanto escrevia seu livro de química inorgânica, organizou os elementos na forma da tabela periódica atual. Mendeleev criou uma carta para cada um dos 63 elementos conhecidos. Cada carta continha o símbolo do elemento, a massa atômica e sua s propriedades químicas e físicas. Colocando as cartas em uma mesa, organizou-as em ordem crescente de suas massas atômicas, agrupando-as em elementos de propriedades semelhantes.Formou-seentãoatabelaperiódica.

A vantagem da tabela periódica de Mendeleev sobre as outras, é que esta exibia semelhanças, não apenas em pequenos conjuntos como as tríades. Mostravam semelhanças numa rede de relações vertical, horizontal e diagonal. Em 1906, Mendeleev recebeu o Prêmio Nobel por este trabalho.

Quais são os nomes dos gases nobres?

Gases Nobres. Elementos pertencentes ao grupo dos gases nobres Os elementos do grupo 18 da Tabela Periódica são os gases nobres Os elementos químicos do grupo dos gases nobres da Tabela Periódica são aqueles que estão localizados na família 18 ou, conforme notação mais antiga, família 8 A, Essa família também é chamada de grupo zero, porque a reatividade desses elementos em condições ambientes é nula.

Portanto, os gases nobres são: hélio (He), neônio (Ne), argônio (Ar), criptônio (Kr), xenônio (Xe) e radônio (Rb). Não pare agora. Tem mais depois da publicidade 😉 Conforme o próprio nome indica, todos esses elementos estão no estado gasoso em condições ambientes e são chamados de “nobres” ou “raros” porque a principal característica química deles é sua grande estabilidade, pois não precisam se ligar a outros elementos químicos para ficarem estáveis.

Isso ocorre porque esses elementos possuem a configuração eletrônica na camada de valência (nível eletrônico mais externo do átomo) igual a ns 2 np 6, ou seja, possuem oito elétrons na sua última camada. A exceção é o hélio, que, por deter somente a camada eletrônica K, possui somente dois elétrons.

  • 10 Ne: 1s 2 / 2s 2 2p 6
  • 18 Ar: 1s 2 / 2s 2 2p 6 / 3s 2 3p 6
  • 36 Kr : 1s 2 / 2s 2 2p 6 / 3s 2 3p 6 3d 10 / 4s 2 4p 6
  • 54 Xe : 1s 2 / 2s 2 2p 6 / 3s 2 3p 6 3d 10 / 4s 2 4p 6 4d 10 / 5s 2 5p 6
  • 86 Rn: 1s 2 / 2s 2 2p 6 / 3s 2 3p 6 3d 10 / 4s 2 4p 6 4d 10 4f 14 / 5s 2 5p 6 5d 10 / 6s 2 6p 6
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Inclusive, a baseia-se nessa ocorrência para explicar porque os demais elementos químicos realizam ligações químicas. Ela diz que, para um elemento ficar estável, ele precisa receber, perder ou compartilhar elétrons com outro elemento, com a finalidade de ficar com um total de 8 elétrons na camada de valência.

Os elementos como o hidrogênio e o neônio, que possuem somente uma camada eletrônica, devem ficar com dois elétrons para ficarem estáveis. Até o ano de 1960 os cientistas pensavam que os gases nobres eram inertes, não se combinando de forma alguma com outros elementos. No entanto, hoje sabemos que isso é possível sim, como os compostos XePtF 6 e XeF 4,

Veja as principais utilizações de cada um dos elementos do grupo dos gases nobres:

  1. Para mais detalhes sobre cada gás nobre, leia os textos a seguir:
  2. * ;
  3. * ;
  4. * ;
  5. * ;
  6. * ;
  7. *,

: Gases Nobres. Elementos pertencentes ao grupo dos gases nobres

Qual foi a última atualização da tabela periódica?

A última atualização realizada na Tabela Periódica foi no ano de 2016, quando os elementos 113, 115, 117 e 118 passaram a fazer parte oficialmente dela.

Quando foi criada a tabela periódica atual?

Evolução da Tabela Periódica – O modelo de tabela periódica que conhecemos atualmente, foi proposto pelo químico russo Dmitri Mendeleiev (1834-1907), no ano de 1869. A finalidade fundamental de criar uma tabela era para facilitar a classificação, a organização e o agrupamento dos elementos químicos conforme suas propriedades.

Muitos estudiosos já tentavam organizar estas informações e, portanto, muitos modelos anteriores foram apresentados. Da Grécia Antiga vieram as primeiras tentativas de organizar os elementos conhecidos. Empédocles foi um filósofo grego que falou da existência de quatro “elementos”: água, fogo, terra e ar.

Posteriormente, Aristóteles fez a primeira organização desses elementos e lhes associou algumas “propriedades” como úmido, seco, quente e frio. Antoine Lavoisier (1743-1794) observou que por meio da eletrólise, a água se decompunha em hidrogênio e oxigênio.

  1. Classificou então as substâncias encontradas em elementares por não conseguir dividi-las em substâncias mais simples.
  2. Ele identificou alguns dos primeiros elementos químicos e, em 1789, organizou uma lista de 33 elementos divididos em conjuntos de substâncias simples, metálicas, não-metálicas e terrosas, mas não conseguiu estabelecer uma propriedade que os diferenciasse.

Johann W. Döbereiner (1780-1849) foi um dos primeiros a observar uma ordem para organizar os elementos químicos. Como no início do século XIX valores aproximados de massa atômica para alguns elementos haviam sido estabelecidos, ele organizou grupos de três elementos com propriedades semelhantes. Tríades de Döbereiner O modelo de classificação proposto por Döbereiner chamou bastante atenção da comunidade científica na época. Ele sugeriu uma organização baseada em tríades, ou seja, os elementos eram agrupados em trios conforme as suas propriedades semelhantes.

  1. A massa atômica do elemento central era a média das massas dos outros dois elementos.
  2. Por exemplo, o sódio tinha um valor aproximado de massa que correspondia a média das massas de lítio e potássio.
  3. Entretanto, muitos elementos não podiam ser agrupados dessa forma.
  4. Alexandre-Emile B.
  5. De Chancourtois (1820-1886), geólogo francês, organizou 16 elementos químicos por ordem crescente de massa atômica.

Para isso, utilizou um modelo conhecido por Parafuso Telúrico. No modelo proposto por Chancourtois, ocorre a distribuição das informações na base, em forma de cilindro, alinhando verticalmente os elementos com propriedades semelhantes. Modelo do Parafuso Telúrico John Newlands (1837-1898) também desempenhou papel fundamental. Ele criou a lei das oitavas para os elementos químicos. Suas observações mostraram que, organizando os elementos por ordem crescente de massa atômica, a cada oito elementos as propriedades se repetiam, estabelecendo assim, uma relação periódica. Tabela de Newlands O trabalho de Newlands ainda era restrito, pois essa lei se aplicava até o cálcio. Entretanto, seu pensamento foi precursor das ideias de Mendeleiev. Julius Lothar Meyer (1830-1895), baseando-se principalmente nas propriedades físicas dos elementos, fez uma nova distribuição segundo as massas atômicas.

  1. Ele observou que entre elementos consecutivos, a diferença das massas era constante e concluiu a existência de relação entre massa atômica e propriedades de um grupo.
  2. Através do estudo proposto por Meyer foi possível comprovar a existência de periodicidade, ou seja, ocorrência de propriedades semelhantes em intervalos regulares.

Dmitri Mendeleiev (1834-1907), em 1869, estando na Rússia, teve a mesma ideia que Meyer, que realizava seus estudos na Alemanha. Ele, de forma mais meticulosa, organizou um quadro periódico, onde os 63 elementos químicos conhecidos estavam dispostos em colunas com base em suas massas atômicas. Tabela periódica proposta por Mendeleiev Além disso, deixou espaços vazios na tabela para os elementos que ainda não eram conhecidos. Mendeleiev era capaz de descrever algumas informações dos elementos faltantes com base na sequência que elaborou. O Trabalho de Mendeleiev foi o mais completo até então realizado, pois organizou os elementos conforme suas propriedades, reuniu um grande número de informações de maneira simples e constatou que novos elementos seriam descobertos, deixando espaços para inseri-los na tabela.

  1. Até então, nada se sabia a respeito da constituição dos átomos, mas a organização proposta por Meyer-Mendeleiev originou inúmeras investigações para justificar a periodicidade dos elementos e constitui a base da atual Tabela Periódica.
  2. Henry Moseley (1887-1915), em 1913, fez importantes descobertas, estabelecendo o conceito de número atômico,

Com o desenvolvimento de estudos para explicar a estrutura dos átomos, um novo passo foi dado para organização dos elementos químicos. A partir de seus experimentos, ele atribuiu números inteiros a cada elemento e, posteriormente, foi constatada a correspondência ao número de prótons no núcleo do átomo.

Moseley reorganizou a tabela proposta por Mendeleiev de acordo com os números atômicos, eliminando algumas falhas da tabela anterior e estabeleceu o conceito de periodicidade da seguinte forma: Muitas propriedades físicas e químicas dos elementos variam periodicamente na sequência dos números atômicos.

De fato, todos os modelos propostos, de alguma forma, contribuíram para as descobertas sobre os elementos químicos e suas classificações. Além disso, foram fundamentais para que chegasse ao modelo atual de tabela periódica que apresenta 118 elementos químicos,

Quais são as famílias dos elementos?

As famílias da tabela periódica são os grupos 1, 2, 13, 14, 15, 16, 17 e 18, dispostos de acordo com os respectivos números atômicos e as propriedades físicas e químicas dos elementos. Esses grupos correspondem às duas primeiras colunas verticais e as seis últimas colunas, também verticais, existentes na organização.

Quais são os elementos que existe?

Continua após publicidade Rodrigo Rezende Fogo, terra, água e ar. Os filósofos gregos acreditavam que esses quatro elementos formavam tudo o que existe. E eles não estavam tão errados assim. Hoje sabemos que você, as pedras e as estrelas são o resultado de alguns poucos ingredientes e da forma como eles interagem entre si.

  • Para entender isso melhor, olhe seu dedo, que está segurando esta revista.
  • Ele é composto de 99,9% de vazio.
  • Não toca nada.
  • O que mantém esta revista na sua mão são partículas insanamente pequenas trocadas freneticamente entre os átomos dos seus dedos e os do papel.
  • Essas partículas, os verdadeiros elementos fundamentais da natureza, habitam o universo quântico.
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Duas delas, os quarks e elétrons, formam toda a matéria que você vê. Outras quatro são bloquinhos de energia pura. Há também o neutrino, uma partícula sem casa, que vive do lado de fora dos átomos. Nosso mergulho no mundo subatômico começa por ele. E termina numa enrascada que faz a ciência de hoje parecer tão limitada quanto as ideias dos filósofos gregos.1.

Neutrino Em 1 segundo, mais de 120 bilhões de partículas minúsculas e quase sem massa terão atravessado seus olhos a uma velocidade próxima a 300 mil quilômetros por segundo. E, até o final desta reportagem, cerca de 10 milhões delas serão criadas dentro de você. Sabe qual o efeito de toda essa atividade? Praticamente nenhum.

Isso porque o neutrino, a forma de matéria mais leve que existe, interage tão pouco com as outras coisas que é chamado de partícula fantasma. Ele surge dentro do núcleo atômico, quando um próton vira nêutron (ou vice-versa). Isso acontece nos átomos de hidrogênio do Sol.

E dentro de você também. Certos átomos de potássio que formam seu corpo estão emitindo neutrinos agora mesmo. Mas ele não vem do nada, claro: é que sempre sobra alguma energia quando essas transformações acontecem. Essa força, segundo Einstein, se converte em massa, e o processo dá origem, entre outras coisas, a um novo e levíssimo neutrino.

Mas nem todos os elementos que formam o Universo são tão fantasmagóricos e antissociais como o neutrino. Um deles, muito pelo contrário, é bem interativo. O nosso número 2.2. Elétron Continua após a publicidade O neutrino está vagando por aí, solto pelo espaço.

  1. Já o elétron, seu primo mais gordo, também é meio nômade, mas costuma morar numa espécie de habitat natural: a periferia do átomo.
  2. E essa perifa do átomo, também conhecida por eletrosfera, é gigantesca.
  3. Se o núcleo do átomo fosse do tamanho de uma bola de futebol, o “pedaço” habitado pelos elétrons seria do tamanho de um estádio.

Apesar de terem massa desprezível, os elétrons são os responsáveis pelas maravilhas da civilização: chocam-se contra a tela da TV e acendem a imagem, movem-se no filamento da lâmpada e produzem luz, espremem-se contra o ferro de passar e produzem calor, transformam em dados as batidas do teclado de quem escreveu este texto e alimentam a gráfica que imprimiu esta revista.

O elétron foi a primeira partícula subatômica a ser descoberta, em 1897, e a única da “velha geração” que continua a ser fundamental. Diferentemente dos pesadões próton e nêutron, que já foram tidos como elementos fundamentais, mas acabaram rebaixados. Eles são feitos de outras partículas, encontradas em 1964.

Os 3. Quarks “Três quarks para muster mark.” Foi dessa frase do livro Finnegann¿s Wake, do irlandês James Joyce, que o físico americano Murray Gell-Mann tirou o nome dos blocos de partículas formadores de prótons e nêutrons. Um nome que não significa nada.

Mas os quarks significam muito: eles são os tijolos que a natureza usa para construir prótons e nêutrons, as superpartículas que formam o núcleo atômico. Cada uma delas é feita de três quarks. Pudera: eles são como uma panelinha de amigos fiéis. Existem só em grupos de três e possuem um tipo de “carga elétrica” chamada cor, que pode ser azul, vermelha ou verde.

Dentro de suas panelinhas, eles ficam trocando de cor (ou carga) o tempo todo, como modelos trocando de vestido, num desfile dentro do átomo. Os quarks estão confinados dentro de seu grupo por uma força absurdamente alta, que os puxa violentamente de volta cada vez que eles tentam abandonar a turma.

  1. E essa força também é formada por uma partícula. É o 4.
  2. Glúon Continua após a publicidade Os glúons são como estilistas de quark no desfile subatômico.
  3. Eles ficam circulando de um quark a outro dentro da panelinha e são os responsáveis pela troca da cor dos vestidos.
  4. Essas partículas funcionam como uma espécie de mola, que deixa os quarks livres quando estão próximos ao centro do grupo, mas os puxam de volta com muita força quando eles se afastam.

A força formada pelo glúon é a mais poderosa do Universo, quase infinitamente mais forte do que a gravidade que nos une ao chão. Responde pelo nome de força nuclear forte e mantém o núcleo do átomo coeso. Mas às vezes o elástico arrebenta, e o núcleo do átomo se desfaz.

  • Esse processo é chamado fissão nuclear, quando o átomo é partido em dois, ou decaimento radioativo, quando pedaços do núcleo atômico se soltam, espalhando-se por aí.
  • Essa bagunça atômica, a radioatividade, é causada por partículas desordeiras, verdadeiras destruidoras de átomo.
  • São os nada famosos 5.
  • Bósons W e Z Essas partículas são como valentões de colégio: grandes e pesadas, passam a vida tratando a cotoveladas os quarks, elétrons e neutrinos.

A gangue da força fraca é formada por três integrantes: os bósons W-, W+ e Z, todos eles com mais de 86 vezes o peso de um próton inteiro. Eles tocam o terror dentro do núcleo, chegando a expulsar partículas de dentro dos átomos mais pesados (daí a radiação).

  • Apesar da violência, essa força é menos intensa que a nuclear forte, cerca de 100 mil vezes mais poderosa.
  • É por isso que os valentões ganharam o apelido de “força fraca”.
  • Na realidade, a gangue da força fraca é uma dissidência de outro bando, muito maior e mais poderoso.
  • No início do Universo, eles estavam associados a outras partículas, com as quais compunham uma força chamada de eletrofraca, que não existe mais.

Bilhões dessas antigas companheiras da força fraca saltam desta página direto para os seus olhos a cada segundo. Estamos falando do radiante 6. Fóton Continua após a publicidade O sinal da televisão, do rádio, do celular, os raios X, a força que prende o ímã da pizzaria na sua geladeira.

Tudo isso é composto de fótons. Eles são mais conhecidos como as partículas que formam a luz visível. Mas essa é só uma de suas atribuições. O que o fóton faz é carregar a segunda força mais poderosa do cosmo: a eletromagnética, bilhões e bilhões de vezes mais poderosa que a gravidade e apenas cem vezes menos intensa que a nuclear forte.

Sabe quando falamos que seus dedos não seguram esta revista? Então: o que você entende como toque é nada mais que a repulsão eletromagnética entre o papel e a sua pele. Uma repulsão que acontece por causa dos fótons que sua mão e a revista trocam quando se aproximam.

Pense nisso quando fizer sexo: tudo o que você sente ali é uma grande troca de fótons. Bom, de quebra, a força eletromagnética também é a principal responsável por manter os elétrons em torno do núcleo. E é ela que comanda as ligações químicas dos átomos e moléculas. Ufa! Mas existe outra força por aí.

Justamente aquela que você mais percebe no dia a dia. É a velha gravidade, que seria o produto do 7. Gráviton Dissemos “seria” porque, acredite se quiser, a força que empurrou a maçã na cabeça de Newton e que mantém a Terra orbitando em torno do Sol ainda não é compreendida pela física quântica, para a qual toda força é feita de alguma partícula de energia.

A responsável pela gravidade tem até nome: gráviton. Mas, quando os físicos tentam espatifar átomos em aceleradores de partículas para analisar o que sai lá de dentro, cadê o gráviton? Ninguém sabe, ninguém viu. Ele continua sendo uma hipótese e um buraco no Modelo Padrão, a teoria da física que explica tudo o que você viu aqui.

Na verdade, o gráviton pode ser o calcanhar de aquiles da física. Há quem diga que só será possível entender a gravidade se olharmos ainda mais fundo na matéria. Para que a maçã de Newton faça sentido, talvez seja preciso pisar num mundo ainda mais misterioso que o da mecânica quântica: o das cordas – entidades fantasmagóricas que viveriam num mundo de 11 dimensões e estariam, segundo alguns teóricos, por trás dos sete elementos.

Quase oito O bóson de Higgs não é exatamente um “elemento”. É a entidade da natureza que cria a diferença entre partículas com massa e sem massa. Ele produz uma espécie de “campo de força” que permeia cada nanômetro quadrado do Universo. Fótons e outras partículas de energia pura, que não têm massa, não tomam conhecimento desse campo.

Quarks, elétrons e outras partículas com massa sofrem uma espécie de “atrito” ao atravessar o campo. E o resultado do atrito é a própria massa dessas partículas. Ou seja, não fosse pelo Higgs, a gente seria feito de energia pura. Continua após a publicidade Harmonia elementar Este esquema mostra um átomo de hidrogênio, que só tem um próton e um elétron.

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Mas é o suficiente para mostrar os sete elementos – as quatro forças fundamentais, formadas por partículas de energia, e os três tijolos básicos da matéria. Força Gravitacional Formada por grávitons, age em tudo o que existe. Mas não apita nada quando olhamos só para o mundo subatômico. Lá reinam forças trilhões e trilhões de vezes mais poderosas.

Força eletromagnética Composta de fótons, mantém os elétrons em volta do núcleo atômico. E é 1042 (o número 1 seguido de 42 zeros) mais forte que a gravidade. Tanto que basta um ímã minúsculo para levitar um alfinete – e vencer toda a gravidade do Terra.

Elétron Não está aqui de enfeite. Os elétrons são fundamentais para que os átomos liguem-se uns aos outros e formem coisas maiores, como o seu corpo. Força nuclear fraca Formada pelos bósons W e Z, pode transformar prótons em nêutrons. Não é pouco: sem isso, o Sol não existiria, já que seu brilho sai justamente da fusão de átomos “mutantes”, que tiveram prótons convertidos em nêutrons.

Continua após a publicidade Força nuclear forte Feita de glúons, mantém os quarks unidos. Funciona como uma mola: quando os quarks estão próximos uns dos outros, têm uma certa liberdade. Quando um escapa, é puxado de volta com força. Quark Dois tipos formam o núcleo atômico: o quark up e o quark down. A melhor notícia da Black Friday Assine Super e tenha acesso digital a todos os títulos e acervos Abril*. E mais: aproveite uma experiência com menos anúncio! É o melhor preço do ano! *Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas.

Como os elementos foram agrupados na tabela periódica?

Períodos e Famílias da Tabela Periódica Na Tabela Periódica, os elementos químicos estão dispostos em ordem crescente de número atômico, o que faz com que eles estejam posicionados em colunas horizontais (períodos) e colunas verticais (famílias). A Tabela Periódica apresenta sete colunas horizontais, portanto, sete períodos, que indicam a quantidade de níveis que um átomo de um elemento apresenta.

  • Isso quer dizer que, quanto maior o número do período do elemento, maior será a quantidade de níveis que cada um dos átomos do elemento apresenta.
  • Se um determinado elemento está posicionado no 5 o Período da Tabela Periódica, por exemplo, quer dizer que cada um de seus átomos apresenta cinco níveis eletrônicos ou cinco camadas eletrônicas.

Veja alguns exemplos:

Na (terceiro período) = seus átomos apresentam três níveis; Po (sexto período) = seus átomos apresentam seis níveis; H (primeiro período) = seus átomos apresentam um nível; Cu (quarto período) = seus átomos apresentam quatro níveis.

As colunas verticais, que são em número de 18, são denominadas de famílias, A Tabela apresenta 18 colunas, que formam apenas 16 famílias divididas em oito do tipo A e oito do tipo B. Representação das 18 colunas verticais da Tabela Periódica As famílias A são formadas pelas duas primeiras e pelas seis últimas colunas verticais da Tabela. Sendo assim, cada uma das colunas recebe a seguinte indicação:

coluna 1 = Família IA (com exceção do Hidrogenio-quadrado azul na tabela) coluna 2 = Família IIA coluna 13 = Família IIIA coluna 14 = Família IVA coluna 15 = Família VA coluna 16 = Família VIA coluna 17 = Família VIIA coluna 18 = Família VIIIA

Representação das famílias “A” da Tabela Periódica Não pare agora. Tem mais depois da publicidade 😉 Já as famílias B são compostas pelas colunas de 3 a 12. É importante observar que temos um total de 10 colunas que formam as famílias B. Por que então só consideramos oito famílias? Os elementos químicos que compõem as colunas 8 (coluna do ferro), 9 (coluna do cobalto) e 10 (coluna do níquel) apresentam características semelhantes e, por isso, consideramos essas três colunas como sendo uma única família.

coluna 3 = Família IIIB coluna 4 = Família IVB coluna 5 = Família VB coluna 6 = Família VIB coluna 7 = Família VIIB coluna 8, 9 e 10 = Família VIIIB coluna 11 = Família IB coluna 12 = Família IIB

Representação das Famílias B da Tabela Periódica Observação: As duas colunas horizontais localizadas do lado de fora da Tabela Periódica pertencem, respectivamente, ao sexto e sétimo períodos da família IIIB. Elas foram posicionadas assim para não descaracterizarem a tabela, já que cada uma delas apresenta 15 elementos diferentes. Representação do sexto e sétimo períodos da família IIIB : Períodos e Famílias da Tabela Periódica