Tabela De Aperto De Biela E Mancal?

Qual o torque dos parafusos de biela?

Torque recomendado para os parafusos: 6kgfm.

Qual é o torque do mancal?

Torque nas capas de mancal: 95 Nm. Torque no cabeçote: Nos M11, 40 Nm + 120º; Nos M8, 15 Nm + 45º

Qual é o torque do motor MWM?

Motores Industriais

Motores cilindrada Torque
Série 12 – 4.12TCA 4.8 litros 555 Nm 1400 rpm
Série 12 (MAR – I / STAGE IIIA) – 4.12TCAi 4.8 litros 550 Nm 1300 a 1400 rpm
Série 229-4T 4.2 litros 395 Nm 1500 rpm
Série 229-4NA 4.2 litros 282 Nm 1500 rpm

Quantos quilos vai na biela do Corsa?

Torque biela

  • pessoal gostaria de saber qual o torque nos parafusos que biela do corsa 1.6 8v biela original quem puder ajudar eu agrade?o
    • bom pessoal ontem fiz um corre por aqui e achei o aperto de bielas.
    • 4kg parafuso de biela
    • prisioneiros de cabeçote 1 aperto 2,5kg, depois 3 apertos de 60?
    • valeu
  • acho que foi isto q usei no meu (2,5+3 de 60) peguei no catalogo da mahle. vem o que de gm 1,6???
  • acho que foi isto q usei no meu (2,5+3 de 60) peguei no catalogo da mahle. vem o que de gm 1,6??? 682813
    1. acho que foi isto q usei no meu (2,5+3 de 60)
    2. r: então eu fiz meio que diferente dei o 1 com 3kg depois mais um com 4kg e depois 2 de 60?
    3. pensa no medo de repuchar a rosca ou quebrar o parafuso
    4. peguei no catalogo da mahle.

    vem o que de gm 1,6??? 682813

  • daniel, para falar a verdade eu nem lembro dá um google que foi assim que eu achei e cuidado p não exagerar no torque pq força a a sa?da das bronzinas e quebra o filme de óleo.
  • eu apertei as minhas no braão mesmodeu certo ? que sou mecânico de motores diesel e não tinha tabela pra gasolina. oque vc pretende fazer nesse gm 1.6 8vó eu tenho uma pick-up corsa e vou turbinar ela, mas não tenho grana pra forjar, quantos cv da pra tira de um motor desses sem forçar muuuito? o fusivel deles é a biela né? desculpe não te ajudar valeu
  • daniel, para falar a verdade eu nem lembro dá um google que foi assim que eu achei e cuidado p não exagerar no torque pq força a a sa?da das bronzinas e quebra o filme de óleo.682957 então nas biela eu dei somente 3,5kg ja que os parafuso ja estão usado não quiz arriscar nos 4kg
  • eu apertei as minhas no braão mesmodeu certo ? que sou mecânico de motores diesel e não tinha tabela pra gasolina. oque vc pretende fazer nesse gm 1.6 8vó eu tenho uma pick-up corsa e vou turbinar ela, mas não tenho grana pra forjar, quantos cv da pra tira de um motor desses sem forçar muuuito? o fusivel deles é a biela né?
    • desculpe não te ajudar
    • valeu
    • 682964

    fala rapaiz. se vc manter a mistura fina com 0,9 você manda os pistões para o c?u, kkkk isto eu digo pelo meu motor. se você usar mistura mais gorda a biela vai embora com uns 1,2. isto por dois colegas e isto eu digo para puxadas de 0-200km/h. não é farol a farol. o fato é que estes motores rendem bem mais que ap com a mesma pressão. porém quebram antes dos ap. no meu com 0,9 e cabecote eu dava bucha em ap kit mortadela com mais de 1,5. e ele traciona muito bem para um dianteira

    1. realmente esse motosinhos são muito bons pena as benditas bielas serem finas
    2. no caso do corsa que nos estamos falando aqui ele vai rodar com pressão final de 1,2kg.
    3. setup:
    4. 4bicos originais atualmentes que serão trocados logo logo pelo de omega a alcool
    5. 1bico extra controlado por his analogico
    6. turbina mp 42 48 rotor 46,5mm eixo 49,5mm
    7. escape de 2,5pol
    8. coletor escape tubular
    9. bomba original mais uma de gti.(pressão de combustivel varis de 2,2kg carro parado ate 4,0 4,2kg pressão final
    10. regulador de pressão original corsa 1.6
    11. embreagem de ceramica
    12. susp fenix rosca atraz
    13. noopcar na frente rosca
    14. bandeija noop com buchas de pu

    abraços

  • as bielas são fraquinhas até pra motor originaleu ja quebrei as minhas e tive que trocar o bloco tbm, coloquei um bloco com pistões originais, r$ 2200 eu tava pensando em usar 0.8 de pressão, no máximo 1 kg. tenho que usar uma pressão que seja confiavel pq gosto de andar pisado 100% do tempo esse motorzim da gm é espertinho e a relação de marxas da pick-up corsa é meio longa, a minha da 170 em 4 e não cortou giro, e agora com rodas 16 e perfil 45 da um poko mais. vai bem arrega?ar os dutosó que valvulas serve? 3 angulos ou 1 só? sera que com um modulo pra gerenciar e um bico auxiliar da conta do recado ou tem que retrabalhar os bicos originais tbm?
  • hehehe um dia vc leva outro dia toma. tem mto ap forte por aí é só questão de tempo. o cambio do meu (hatch 1,6 ano 96) era extremamente curto. cortava de 5a a uns 220@6500rpm bem fácil. pneus 195/50/15 agora coloquei um frankstein com miolo de astra e zafira e ficou legal está exatamente a 3000rpm de 120kph muito bom e ele ainda empurra até o corte de 5a com gosto o cabecote eu não lembro das medidas exatas, pois tem mais de 2 anos rodando, mas (se não me engano) tem válvulas 41mm adm e 36mm escape. mas não tenho certeza. depois de passar na bancada ele ficou bem legal vale o custo o setup é k16 com refluxo, duas gti em paralelo.4 bicos abertos + 1 suplementar de monza alcool pelo digipulse. vai bem, mas a vazão do comb está no limite. ando com 1,5 e não vai mais, pq os bicos não alimentam. precisaria mandar abrir o suplementar ou instalar outro.

: Torque biela

Qual a norma para torque de parafusos?

Esta parte da NBR15998 estabelece um método de ensaio para determinação do torque de inserção de parafusos ósseos absorvíveis em um material padronizado, seja um produto acabado ou um componente oriundo de ensaio para avaliação de degradação in vitro.

Como saber o torque de aperto de um parafuso?

O que é torque? – O torque é a “força de giro” ou momento de torção que fazemos ao apertar um parafuso ou porca. Seu objetivo é gerar uma força de tração no parafuso, que por sua vez transmite para a junta este esforço sob a forma de tensões de compressão. No segmento de fixadores, o torque é comumente avaliado ou especificado em Nm (Newton metro). Para se determinar o valor do torque de aperto de um parafuso, é usualmente utilizada uma equação simplificada, conforme abaixo: T = D x K x P, onde: T = Torque de aperto (Nm); D = Diâmetro nominal da rosca do fixador (mm); K = Fator de torque, sendo este dependente do revestimento do fixador, do material dos substratos a serem unidos, entre outros fatores; P = Força de aperto, que corresponde a carga de prova do parafuso.

Quanto é um torque bom?

O que é o torque máximo? – Sempre que está funcionando, o motor produz torque, em um valor que varia de acordo com as rotações. O torque máximo é sempre obtido em rotações mais baixas, enquanto o ápice da potência só é alcançado nos giros mais altos. O torque máximo de um carro geralmente se dá em um ponto específico, que pode ser entre 2.800 e 4.000 rpm.

Como calcular mancal?

O que é carga específica e velocidade de deslizamento? – A carga específica, também chamada de pressão do mancal, é baseada nas forças que serão aplicadas ao mancal ao longo de sua vida útil. Ela é uma função da força e da área de contato do material do mancal.

  • As unidades SI (International Standards) para carga específica são os Newtons por milímetro quadrado (N/mm 2 ), também conhecidos como Mega Pascal (MPa).
  • A velocidade de deslizamento, também chamada de velocidade (U), é a velocidade relativa de deslizamento entre a superfície do mancal e a superfície de contato (eixo, face de pressão ou superfície de deslizamento do revestimento).

As unidades SI para velocidade de deslizamento são os metros por segundo (m/s).

Por que a carga específica e a velocidade de deslizamento (U) são importantes? Os fatores, MPa e U, são usados para determinar a adequação de um determinado projeto de mancal e a escolha do material do mancal aos vários requisitos da aplicação. Por exemplo, ao selecionar primeiro o material, o projetista pode especificar as dimensões apropriadas do mancal que atenderão aos requisitos da aplicação. Alternativamente, ao determinar primeiro as dimensões do mancal, o projetista pode então selecionar um material que atenderá aos vários requisitos da aplicação. Um fator importante no projeto de um mancal a seco é o produto da carga específica (MPa) e da velocidade de deslizamento, conhecida como fator U. O fator U em combinação com o coeficiente de atrito determina a taxa de calor gerado pelo atrito térmico para um determinado projeto de mancal a seco que relaciona a capacidade do material do mancal de resistir ao calor. As brochuras da GGB listam o U e limites de U para os vários materiais de mancal. Em uma aplicação lubrificada, a capacidade de um mancal de luva de formar uma película de lubrificação hidrodinâmica entre o eixo e a superfície do mancal é determinada pela relação entre a carga específica (MPa) e a velocidade de deslizamento (U), a viscosidade dinâmica (centiPoise) do lubrificante e a relação comprimento/diâmetro do mancal (B/D). A relação entre esses fatores é: onde o valor 7,5 é um fator de proporcionalidade baseado em unidades ISO.

Como calcular a carga específica. Para determinar a capacidade dos mancais de resistir à deformação permanente nos piores cenários, devemos primeiro determinar a força máxima aplicada, F max,. Para determinar a força máxima, que é crucial para um projeto de mancal robusto, devemos considerar: cargas previstas; histórico de carga baseado em projetos similares; cargas medidas; informações sobre a fonte de energia como torque versus velocidade; cargas de impacto. A carga máxima específica, p max, é usada para determinar se o material do mancal tem capacidade de carga suficiente para suportar a carga máxima. Ao determinar a vida útil de um mancal para produtos específicos da GGB, uma carga média ou média ponderada da carga do mancal, F, é usada para determinar se o material do mancal fornecerá vida útil suficiente considerando a velocidade de deslizamento. A carga média do mancal é calculada quando os dados de carga são limitados a valores mínimos e máximos. Se a faixa de carga for relativamente pequena (menos de 25%) entre as cargas mín./máx., então simplesmente tire a média dos dois valores. Se a faixa de carga for relativamente grande, então tome 2/3 da diferença e adicione à carga mínima para uma média “conservadora”. Se um histórico de carga estiver disponível, supondo uma velocidade constante, então é possível obter uma média ponderada: onde t n e F n são os tempos e as cargas respectivamente para cada incremento de tempo/carga e St, Se a velocidade variar, substitua o número de rotações, n 1, n 2, n n e Sn pelos incrementos de tempo t 1, t 2, t n e St. Com as forças máximas e médias determinadas, é muito fácil calcular a carga específica:

Para mancais de luva, a área projetada, A = D i ´ B, com base no diâmetro interno do mancal de luva, D i, multiplicada pelo comprimento do mancal, B: Para arruelas de pressão, A = 0,25 ´ p ´ (D o 2 – D i 2 ), onde D o e D i são os diâmetros externos e internos das arruelas respectivamente. Para superfícies de pressão de mancais flangeados, A = 0,04 ´ p ´ (D o 2 – D i 2 ), onde D o é o diâmetro externo do flange e D i é o diâmetro interno do mancal flangeado. Para guias lineares, A = L ´ W, onde L = comprimento do material do mancal; W = largura do material do mancal.

Como calcular a velocidade de deslizamento A velocidade de deslizamento, U, também chamada de velocidade, geralmente não é tão difícil de determinar, especialmente em aplicações que são acionadas por motores. A velocidade gera calor na interface mancal/superfície de contato, que, com o tempo, afetará o desempenho do mancal. Quanto maior a velocidade, maior a quantidade de calor gerada. Movimentos muito lentos ou períodos muito ocasionais de movimento relativo podem não desenvolver calor suficiente para degradar as propriedades do material do mancal. A velocidade, U, em metros por segundo, é calculada a partir do tipo básico de aplicação: Rotação contínua :

Para mancais de luva, D i = ID do mancal de luva em mm, N = velocidade do eixo, rpm: Para arruelas de pressão, D o = OD da arruela em mm, D i = ID da arruela em mm, = velocidade em rpm:

Movimento oscilatório :

Para mancais de luva, D i = ID em mm, N osc = velocidade de oscilação do eixo, cpm: Para arruelas de pressão, D o = OD em mm, D i = ID, N osc em mm = velocidade de oscilação em cpm:

Movimento linear:

Para mancais de luva e guias lineares, L s = comprimento do curso linear em mm, c = taxa de ciclagem em cpm:

Qual o torque de um motor a diesel?

O Torque do motor é o momento onde o motor produz. força e nem sempre essa força se reproduz com muita. velocidade.

Qual é o torque máximo do motor?

O que é o torque máximo? – Sempre que está funcionando, o motor produz torque, em um valor que varia de acordo com as rotações. O torque máximo é sempre obtido em rotações mais baixas, enquanto o ápice da potência só é alcançado nos giros mais altos. O torque máximo de um carro geralmente se dá em um ponto específico, que pode ser entre 2.800 e 4.000 rpm.

O que é torque máximo do motor?

O que é torque, potência, cilindrada do motor? | Honda Motos Quando você dá a partida no motor de sua motocicleta ele produz torque e potência, duas grandezas físicas ligadas entre si, muito comentadas em rodinhas de aficionados. No entanto, apesar de estarem “na boca do povo”, o conceito exato de torque e potência é bem pouco compreendido, e assim vale a pena explicá-lo.

Ao girar o acelerador, com motor ligado, o que acontece? Uma porção de ar misturado a combustível entra na câmara de combustão (ou câmaras, no caso de motores de mais de um cilindro). Esta mistura explode por “culpa” da faísca da vela, e a energia gerada por tal explosão empurra o pistão – ou pistões – violentamente, uma força longitudinal que é transformada em movimento circular pela biela ligada ao virabrequim, ou árvore de manivelas.

O torque, geralmente expresso em kgf.m (quilograma força por metro) ou Nm (Newton por metro) é a capacidade do motor de fazer um esforço, ou seja, gerar energia. Já a potência, usualmente expressa em cv (cavalo vapor) ou kW (quilowatt), é a quantidade de força que um motor pode realizar em um determinado período tempo.

Complicado? Então vamos dar um exemplo um tanto quanto tosco, mas que ajuda a entender melhor tais conceitos. Imagine você usando uma chave de fenda para sacar um parafuso: quando você faz força no cabo da ferramenta e o parafuso está emperrado, por mais que ele não gire, você está fazendo força, ou seja, aplicando torque.

Caso ele gire, potência será este torque multiplicado pela velocidade máxima com a qual você vai conseguir girar a chave de fenda. Comprova este exemplo o fato de que, matematicamente, potência é torque multiplicado por rpm, as rotações por minuto. Para produzir mais potência, o motor requer ou mais torque, ou mais rotações por minutos, ou ambos.

  1. Na prática, especialmente no mundo dos motores motociclísticos, podemos simplificar as coisas da seguinte maneira: os motores terão mais torque – e consequentemente mais potência –, quanto maior for seu tamanho, e aí chegamos ao terceiro elemento citado lá em cima, no título: a,
  2. Você sabe o que é cilindrada do motor ? Bom vamos lá, este substantivo feminino exprime o volume interno do cilindro (ou cilindros) de um motor a combustão, o seu tamanho, usualmente indicado pela abreviação (cc ou cm3, dá na mesma) da unidade de medida comumente usada no Brasil, centímetros cúbicos.

É errado dizer que a potência de um motor “é de 350 cm3”, pois este é seu tamanho e potência deve ser expressa em cv ou kW. Porém, relacionar tamanho, a quantidade de cm3 (a cilindrada!) com potência, tende a ser correto. Porquê “tende”? Pela razão de que, dependendo do tipo de construção e destinação, um motor de cilindrada menor pode ter mais potência que um bem maior.

Um bom exemplo é comparar duas motos com motores de tamanho idêntico, mas com potências bem diferentes: a Honda CB Twister com a Honda NSF 250R, que compete na Moto3, categoria do Mundial de Motovelocidade. A NSF 250R, projetada para competição, tem 48,3 cv de potência a 13.000 rpm e torque máximo de 2,85 kgf.m a 10.500 rpm.

Já a CB Twister, pensada para o uso no dia a dia, tem 22,4 cv a 7.500 rpm e 2,24 kgf.m a 6.000 rpm. Esta brutal diferença se explica não apenas pela evidente diferença do regime de rotação máxima de seus motores, mas por outras características construtivas e materiais empregados, e principalmente pelo tipo de uso, a finalidade do projeto.

Qual o torque da biela do Celta?

O torque das capas de biela é de 15° + 2 Nm + 40°.

Qual o torque da biela do motor GM 18?

Biela Billet Chevrolet Gm Corsa /fiat 1.8 Forjada Ancona – R$ 3.200 Nossas bielas Ancona são de aço 4340 forjado, o material comprado vem com certificado de qualidade, são usinadas em CNC, tratadas e controladas uma a uma, os parafusos são ARP, enfim, tenha certeza que vc terá um excelente produto.

Aplicação: disponível para motores 1.0,1.4,1.6,1.8. Verifique a aplicação correta para o seu motor. Acompanha o jogo de buchas de teflon para o pino do pistão pois nossas bielas usam pinos deslizantes. Aplicação Motor: GM 1.0, 1.4, 1.6 e 1.8, FIAT 1.8 ESTILO 1.6 e 1.8. Torque do Parafuso: 6,0 Kgf / 60Nm.

Centro a Centro: 129,50 mm. Diâmetro Munhão: 46,00 mm. Largura Munhão: 21,80 mm. Diâmetro Pino: 18 mm. Material Biela: Aço. Lubrificante: Óleo. Parafuso de Biela: ARP. Distensão Parafuso: 0.004″ – 0.006″. PRODUTO COM GARANTIA E NOTA FISCAL : Biela Billet Chevrolet Gm Corsa /fiat 1.8 Forjada Ancona – R$ 3.200

Qual a medida da biela?

Descrio Geral Biela Completa Txk Cg 160 Titan Fan 160 Nxr Bros 160 Xre 190 Biela Txk Top Off Road, Biela Txk Racing e Biela Txk padrão original, são produtos de alta qualidade para motos de baixa cilindrada, off road e média cilindrada, reconhecidos no mercado pela força, durabilidade e resistência.

  1. Fabricadas utilizando processos de tratamento térmico que resulta em uma maior resistência aumentando assim a vida útil do produto.
  2. Apresenta o desempenho do produto original.
  3. A melhor do mercado Desde 1999.
  4. Especificações: Diâmetro Inferior: 36mm.
  5. Diâmetro Superior: 14mm.
  6. Comprimento Haste: 79,50mm.
  7. De Centro a Centro furos: 104,5mm.

Medida Externa: 137,50mm. Espessura: 16mm. Pino: 28x47mm. Gaiola Rolamento: 35,80 x 15,70 x 29mm – 16 roletes 4mm. Aplicável: Cg 160 Titan Fan 160 Nxr Bros 160 Xre 190 Itens incluso: Biela. Pino. Gaiola. Nosso compromisso com o cliente: 1 – Envio no máximo em 24 horas úteis.2 – Em caso de devoluções, o reembolso é feito no ato da postagem ou no máximo 24 horas após o produto chegar em nosso centro de distribuição.3 – Cliente tem 7 dias corridos para arrependimento da compra.4 – Todos os produtos com garantia (consultar garantia do produto).5 – Devolução sem custo para o cliente (dentro do prazo de 7 dias ou em caso de garantia).

Código 1104294
Código de barras 7899248133532
Estoque 2
Categoria Biela
Marca Txk
Itens Inclusos Biela. Pino. Gaiola.
Garantia 90 dias aps o recebimento do produto

Como ler tabela de torque?

Olhando a tabela de torque de parafusos, a coluna de rosca refere-se ao diâmetro do parafuso em milímetros (mm). Um parafuso com rosca M3 tem 3 mm de diâmetro e, da mesma forma, um parafuso com rosca M5 tem 5 mm. Quanto maior o parafuso, mais torque é necessário para atingir a força de união necessária.

O que significa A2 70 em um parafuso?

O Parafuso Inox 304 DIN/ISO A2 é um fixador de alta resistência corrosiva, devido às características da liga de inox usada na sua fabricação. Os parafusos A2 também são identificados como ASTM 304 18.8. Em razão da sua resistência à corrosão, são aplicados em diversos segmentos da indústria, tais como automotivo, na arquitetura, setor alimentício dentre outros. Os Parafuso Inox 304 A2 oferecem ótima resistência nas atmosferas corrosivas, mais especificamente em condições de umidade, ácidos orgânicos ou soluções de sais e substâncias alcalinas. Entretanto, para ambientes altamente corrosivos como maresia e atmosferas industriais, indica-se o Inox 316 A4, chamado também de aço à prova de ácidos, uma vez que é muito mais resistente à corrosão do que o A2.

Quantos quilos suporta um parafuso M10?

Classe de Resistência de Parafusos

Chave Allen (mm) Rosca Torque (especificação para parafusos gerais – N.m)
5 M6 6-10
6 M8 15-25
8 M10 30-40
12 M12 40-55

Como é calculado o torque?

ÁREA TÉCNICA – ARTIGOS E TEXTOS TÉCNICOS SOBRE OS PRODUTOS IBR – De forma simplificada, o torque é definido como uma força de rotação, que pode ou não resultar em movimento. Você gera, por exemplo, torque toda vez que utiliza uma alavanca e aplica força sobre ela. Um exemplo prático sobre isso é quando usamos uma chave de boca para apertar ou soltar os parafusos de uma roda. Este movimento realizado sobre o parafuso é o que podemos considerar torque. Normalmente o torque é medido em Nm (Newtons x metro) ou Kgfm (quilograma x força x metro). Para calcular, basta multiplicar a força aplicada pela distância entre o local de aplicação de força e o centro da rotação. Seguindo o exemplo anterior, a distância entre sua mão e o parafuso.

  1. Por exemplo, se você usar uma chave de 30,5cm (0,305m) para aplicar 4,5kg (44,15N) de força na cabeça do parafuso, logo você está gerando 1,37 kgfm ou 13,46 Nm de torque.
  2. O torque é uma grandeza vetorial bastante utilizada no dimensionamento de diversos equipamentos, como por exemplo os motores elétricos e redutores de velocidade.

Os motores elétricos possuem a capacidade de converter a energia elétrica em rotação do rotor, à uma determinada velocidade de rotação e um determinado torque, de acordo com sua potência. Cabe ressaltar que torque e potência não são a mesma coisa, mas são grandezas complementares.

  1. A potência gerada por um motor elétrico, por exemplo, é diretamente proporcional ao torque que ele gera à uma determinada velocidade de rotação.
  2. Ou seja, para uma mesma velocidade de rotação, quanto maior for a potência, maior será o torque fornecido.
  3. Por sua vez, os redutores de velocidade, através de sistemas de engrenagens, têm a capacidade de amplificar torques reduzindo as velocidades de rotação.

Portanto, a variação de torque provocada pelos redutores de velocidade, é inversamente proporcional à variação causada na velocidade de rotação. Quanto maior for a redução da velocidade, maior será o torque resultante. é importante ressaltar que a potência, entretanto, não se aumenta com o uso de redutores de velocidade.

O que é torque de aperto?

Ao apertar, ou aplicar torque, a um parafuso, a força de aperto prende as peças com uma enorme quantidade de força que, idealmente, permanecerá muito alta e consistente. Existem três fatores importantes para entender e encontrar o torque máximo recomendado para seu parafuso: tamanho do parafuso, classificação do parafuso e atrito.

A tabela acima é do catálogo de Ferramentas e soluções industriais de 2019 da Atlas Copco. Usá-la será útil para entender os três principais fatores que ajudarão a definir o torque máximo para o parafuso. O tamanho do parafuso é o primeiro fator para encontrar o torque máximo recomendado para seu parafuso.

Olhando a tabela acima, a coluna de rosca refere-se ao diâmetro do parafuso em milímetros (mm). Um parafuso com rosca M3 tem 3 mm de diâmetro e, da mesma forma, um parafuso com rosca M5 tem 5 mm. Quanto maior o parafuso, mais torque é necessário para atingir a força de aperto necessária.

  1. Para este artigo, usaremos uma rosca M12 para descrever o tamanho do parafuso.
  2. Um parafuso M12 tem cerca de 12 mm de diâmetro, ou 0,5 pol.
  3. Entender o tamanho do parafuso é fundamental para passar para o próximo fator, a classificação do parafuso.
  4. Os parafusos são feitos de diferentes classificações de aço.

A classificação do parafuso permitirá que você determine a quantidade de tensão e resistência à tração que o parafuso pode suportar antes de quebrar. Entender as classificações de parafusos é importante para determinar as ferramentas corretas para realizar o aperto.

  • Você sabia que um parafuso M12 de classificação 10,9, um fixador automotivo comum, possui uma resistência à tração máxima de aproximadamente 20.000 libras? De acordo com a tabela acima, o torque de aperto recomendado para um parafuso M12 com uma classe de parafuso de 10,9 seria de 114,0 Nm.
  • É importante observar que as classificações de parafuso mais altas exigem um torque maior para obter mais força de aperto.

O fator chave final é determinar o torque máximo para o parafuso é o atrito. O atrito estará sempre presente em uma junta aparafusada, pois é necessário impedir que a peça se solte em uma junta. Ele deve ser superado em dois locais separados no parafuso: nas roscas e sob a cabeça do parafuso.

Para calcular o torque de aperto, é importante entender os coeficientes de atrito, que são iguais a 0,125 em nossa tabela acima. Semelhante à classificação do parafuso, um atrito mais alto na junta exigirá um torque mais alto para atingir a força de aperto adequada. De acordo com o gerente do laboratório de serviços de aperto da Atlas Copco, cerca de 90% do torque que colocamos nos fixadores irá superar o atrito do parafuso.

Os 10% restantes do torque aplicado entram na força de aperto e esticam o parafuso de forma elástica. Encontrar o torque máximo recomendado para o parafuso específico é fundamental para atingir a força de aperto suficiente e garantir que a montagem funcione conforme pretendido.

  • Torque insuficiente ou uso incorreto de lubrificação podem fazer com que as juntas se soltem, enquanto um torque aplicado em excesso pode resultar em um parafuso quebrado.
  • Para encontrar o torque recomendado para seu parafuso, sugerimos encontrar o tamanho do parafuso, a classificação do parafuso e o atrito usando a tabela mostrada acima.

Para obter mais informações, entre em contato conosco e agende uma demonstração hoje mesmo.

Qual o torque de aperto da biela do Fire?

Acompanhe com exclusividade o processo de desmontagem, montagem e especificações do propulsor que equipa as linhas mais populares da Fiat: Palio, Punto e Doblò Carolina Vilanova Um motor moderno e compacto projetado para oferecer desempenho e economia de combustível. Essas características podem definir muito bem um dos propulsores mais utilizados da Fiat, o Fire 1.4 Flex HP (High Power), adotado nas linhas Palio, Punto e Doblò.

Essa versão do Fire é uma evolução do motor 1.4 antigo, com algumas evoluções que privilegiam a potência com redução de consumo e emissão de poluentes”, explica Matheus França Carvalho, analista de Experimentação de Motores da Fiat Powertrain. O Fire 1.4 Flex ganhou em cavalaria, hoje é capaz de entregar 85 cv de potência quando abastecido com gasolina e 86 cv com uso exclusivo do álcool.

A Fiat recomenda que, com relação à manutenção preventiva, sejam seguidas as instruções do manual do proprietário, utilizando peças genuínas e fluidos e lubrificantes especificados. | LEIA MAIS: Controle de emissões evaporativas: O que é o sistema ORVR? | LEIA MAIS: Raio X: tudo sobre o Ford Ranger XLT 2023 As principais novidades do novo motor 1.4 Flex são: – Novo coletor de admissão, com o diâmetro dos dutos otimizados de 30 para 33 milímetros para melhorar o rendimento volumétrico; – Novo coletor de escape fabricado em aço tubular; substituindo o ferro fundido, o que reduz a perda de carga no escape com consequente ganho de potência; – Novos pistões grafitados; – Sede das válvulas de admissão com novo material; – Nova calibragem do sistema de injeção privilegiando economia de combustível e redução de poluentes e melhoria de desempenho; – Sistema close-coupled, com catalisador mais próximo do motor, garantindo um nível ainda mais reduzido de emissões de poluentes; – Óleo 5W30, do tipo sintético low friction de menor viscosidade; – Adoção do Beauty Cover, uma carenagem do novo motor que traz filtro de ar integrado.

Prepare-se para o trabalho Para este trabalho, contamos com a ajuda do instrutor do SENAI-Vila Leopoldina, Fernando Landulfo, que deu as seguintes dicas: em qualquer intervenção nesse motor, o técnico deve estar atento aos EPIs necessários, que são óculos de proteção, luvas e sapatos de biqueira. “Outro aspecto é a organização, coloque as peças que forem retiradas em ordem para que sejam montadas seguindo o mesmo padrão, numa bancada limpa e livre de impurezas”, diz Landulfo.

“Para um trabalho de qualidade, utilize as ferramentas e equipamentos adequados, inclusive a ferramenta para fasagem e bloqueio dos eixos comando de válvulas para sincronizar o motor, goniômetro, etc. Essas ferramentas específicas podem ser adquiridas na rede de concessionárias da marca”, orienta Matheus. Desmontagem 1) Comece com a remoção dos chicotes elétricos, tomando cuidado com as travas que fixam os conectores aos componentes, que devem ser removidas com cuidado e guardadas num lugar adequado, para evitar o funcionamento incorreto quando forem reinstaladas. Depois de remover as travas, remova os conectores cuidadosamente. 2) Solte o parafuso do suporte do chicote localizado debaixo do coletor de admissão e o parafuso sextavado do chicote do alternador. Retire a capa superior da correia dentada para remoção do chicote, por meio do parafuso de fixação. 3) Retire os conectores dos injetores e dos sensores de rotação e pressão do óleo para remoção completa do chicote elétrico. (3a) 4) Em seguida, solte os cabos de vela, tomando cuidado para não puxa-los pelo fio, o que pode arrebentar o cabo. 5) Retire, em seguida, os quatro parafusos que fixam a bobina, que é do tipo convencional estática para os quatro cilindros. Para isso, use a chave torx T25. Na sequência, retire e peça. 6) Remova os seis parafusos do coletor de admissão com uma chave combinada 13. Não é necessário usar uma sequência determinada. Esse componente sofreu modificações nos dutos internos para melhorar a fluidodinâmica. Fique atento ao torque de montagem, que é de 25Nm. 7) Retire ainda os dois parafusos 13 mm do suporte do sensor de temperatura de líquido de arrefecimento, que estão presos no coletor. Obs: É importante lembrar que em toda intervenção no coletor é necessário trocar os anéis de vedação, sempre.8) Em seguida, remove-se também o coletor de escapamento, sendo que as juntas devem ser substituídas todas as vezes em que for desmontado.9) O próximo passo é remover a tampa de válvulas, soltando os oito parafusos com o auxílio de uma chave sextavada L10. Obs: Nesse caso, não é preciso trocar a junta todas as vezes em que abre a tampa, mas coloque um pouco de junta química nas quinas vivas entre os mancais do comando de válvulas e o cabeçote. 10) Em seguida, soltamos os parafusos de fixação do alternador para retirada da correia de acessórios e do alternador, com uma chave L 16 mm. Examine se não há fissuras ou danos nas estrias da correia. 11) Solte o parafuso do sensor de rotação e retire a peça. O torque na montagem é de 9 Nm, o mesmo torque do sensor de fase. 12) Agora é necessário fazer a remoção do sensor de detonação, com uma chave 13 mm, o torque na montagem é de 25 Nm. 13) O próximo passo é retirar com uma cinta apropriada o filtro de óleo do motor, que faz a lubrificação dos componentes internos. 14) Vamos agora fazer a retirada da polia do virabrequim, começando com a soltura dos três parafusos de fixação com uma chave 13 mm. Na montagem, tem um furo guia na polia que deve coincidir com o pino na engrenagem do virabrequim. O torque é de 25 Nm. A polia damper, como é conhecida, deve ser examinada quanto ao estado da borracha vulcanizada. (14a) 15) Depois, o técnico deve fazer a remoção da capa inferior da correia de sincronismo, que está presa por meio de um parafuso 10 mm e outro de 16 mm. O torque é de 10 Nm. 16) Retire a correia sincronizadora, que está presa por meio do tensor, utilizando uma chave L 13 mm para afrouxar a porca de fixação. A correia de sincronismo deve ser substituída dentro do período recomendado pelo fabricante, juntamente com o tensionador. 17) Em seguida, remova o eixo comando de válvulas, que não segue uma sequência determinada. São ao todo 8 parafusos, dois M6 mm, de 10Nm de torque e seis M8 mm com 20Nm de torque. 18) Solte as porcas que fixam o suporte da bobina no mancal de fixação do eixo comando. Troque sempre o anel o’ring do suporte da bobina. 19) Desencaixe o tubo de lubrificação que traz o óleo da linha de alta e os mancais do eixo comando. Na montagem, esses mancais têm posição correta, com o rasgo apontando para o lado do coletor de escapamento. 20) Retire o eixo comando de válvulas inteiramente. O comando precisa se medido com relação ao diâmetro do colo e aos ressaltos, para que fique de acordo com as especificações do fabricante. Em caso de desgaste excessivo, precisa ser substituído. Obs: Os mancais de apoio do comando não aceitam sobremedida. Caso haja desgaste entre o eixo comando e o cabeçote que ultrapasse os limites recomendados pelo fabricante, precisam ser substituídos.21) Remova os tuchos mecânicos, que devem ser armazenados na mesma ordem em que foram retirados para que sejam montados na mesma posição. (21a) Obs: A regulagem da folga de válvulas não é automática, ou seja, deve ser feita a verificação e controle dessa folga, que tem medidas de acordo com a tabela abaixo: 22) Agora é preciso remover os parafusos do cabeçote, seguindo a ordem indicada na foto. 23) Remova o cabeçote e a junta, que deve ser sempre substituída. Na montagem, veja a seta que posiciona o lado do volante e deve ser voltada pra cima. Retire os guias para não perdê-los. Virando o motor 1) Comece soltando os parafusos do cárter, que não têm ordem para remoção, porém é recomendado fazer o desaperto em cruz, das extremidades para o centro. São ao todo 15 parafusos e duas porcas, que na montagem tem torque de 10 Nm e ordem de aperto em cruz do centro para as extremidades. 2) Com a ajuda de uma espátula e um martelo de borracha, bata cuidadosamente para descolar a junta química e remova a tampa do cárter. Limpe a peça e tire toda a cola antes da remontagem. 3) Faça agora a remoção da bomba de óleo, para isso, solte os parafusos que fixam o suporte, com a chave L10mm. Retire a polia motora, e com ajuda de uma espátula, solte o suporte e tire o conjunto. A junta da bomba de óleo também precisa ser substituída 4) Depois, retire a ferramenta de travamento do volante e então remova os seis parafusos passantes com a chave 13 mm que prendem o volante ao virabrequim. Use a trava química na hora de reinstalar os parafusos, com torque em cruz de 10 Nm. 5) Em seguida, remova o pescador, por meio dos dois parafusos de 10 mm. Na montagem o torque é de 10 Nm. O anel de vedação do pescador também deve ser substituído, (5a) 6) Retire os parafusos que fixam a tampa do retentor do volante, que é montado com o auxílio de uma ferramenta específica. Remova a tampa com o retentor traseiro, sendo que a junta seca é fornecida com a peça, assim como a lubrificação com graxa grafitada. Para instalar a peça use a ferramenta específica de alinhamento. (6a) 7) Em seguida, revoma a bomba de óleo que tem junta do tipo metal borracha e deve ser sempre substituída. Faça a retirada do bloco inferior, para isso solte os parafusos, 10 internos e 10 externos, que têm uma seqüência específica a ser seguida, como mostra a figura. 8) Remova o bloco inferior com ajuda de uma espátula e um martelo de borracha. Não esqueça de colocar o selante Loctite Ultra Black, de recomendação da Fiat Powertrain. A camada de selante deve ser de 3 a 4 mm de espessura. Não esqueça que na montagem, essa área precisa estar muito bem limpa para a aplicação da cola nova. 9) Agora, vamos tirar uma capa de biela, que na montagem tem torque de 20Nm 40º. As bielas são fraturadas, permitindo uma única posição de montagem. O pistão sai por baixo, ou seja, não tem como montar errado. O conjunto é removido em direção oposta ao virabrequim. Obs: A biela tem classificação a partir da numeração do cilindro onde deve ser montada na lateral da peça, que significa a ordem de montagem no bloco. E classificação do peso está indicada na parte superior da peça, lembrando que no mesmo motor todas as bielas têm o mesmo peso, ou seja, tem que ser da mesma classe. 10) Faça o mesmo processo com as outras bielas. Não monte as capas invertidas. Retire por fim o virabrequim. Observações antes da montagem Meça com o micrômetro o diâmetro dos munhões e moentes do virabrequim, que têm identificação em três classes (A, B e C) e admitiem uma única sobremedida encontrada na face do contrapeso. (A) As bronzinas também tem três classes (amarela, azul e vermelha) descritas na lateral, com única sobremedida de 0,127 mm. (B) Os pistões do motor são refrigerados com óleo sob pressão que vem do pulverizador de óleo, localizados nos mancais 1, 2, 4 e 5 do bloco do motor. Observe que os pistões são de classe B, inscrita na lateral do bloco e na cabeça do pistão, em caso de reposição, adquirir a mesma peça. (C) Os mancais também são identificados por classes, como mostrado na tabela de apoio ao lado, encontrar os diâmetros de cada classe, com única sobremedida de 0,127 mm. A identificação é encontrada na face do bloco. As letras gravada na árvore de manivelas indicam a classificação dos moentes. Vide fórmula Diâmetro do mancal – (diâmetro do virabrequim 2x espessura da bronzina) = a folga Detalhe importante diz respeito ao mancal numero 3, em que a bronzina possui as arruelas de ajuste da folga, que possuem uma certa mobilidade. (D) Anote a classe e a cor das bronzinas originais antes da substituição, para obedecer a mesma classe de cores. Montagem 1) Lubrifique as bronzinas antes da instalação nos respectivos alojamentos. Em seguida, reinstale o virabrequim. 2) Encaixe o bloco inferior, que permite apenas uma posição, que fixa o virabrequim no bloco, sempre com muita limpeza e lubrificação. A vedação é feita com a cola Ultra Black, recomendada pela Fiat Powertrain. 3) Os parafusos de fixação têm sequência de montagem, que é inversa a da desmontagem. O torque dos parafusos dos externos é 15 Nm 30 Nm e os internos 20 Nm 90º. Primeiro aplica-se o torque nos parafusos internos, depois nos externos. É essencial medir com o goniômetro o torque ângulo de todos os parafusos. 4) Na montagem dos pistões, o técnico deve observar três pontos importantes: as classes (A, B e C), a seta de referência na cabeça do pistão, que aponta para a distribuição, e a defasagem dos anéis, que deve ser de 120º. Veja a numeração da lateral da biela que identifica em qual cilindro o pistão deve ser colocado. 5) Ao montar o pistão no cilindro, com a ajuda da cinta, não esqueça de lubrificar previamente as paredes do cilindro. 6) A partir daí, comece o processo inverso da desmontagem até chegar o comando de válvulas. Obs: Vale lembrar: antes de montar o retentor traseiro, monte o volante e faça o ajuste da folga axial do virabrequim, depois desmonte e monte novamente o volante com o retentor e dê o aperto final. 7) No caso de ter que remover a engrenagem do comando de válvulas, o retentor deve ser trocado e utilizado uma ferramenta especial. 8) Para fazer a montagem da correia, utilize a ferramenta especifica de travamento do volante, já certificando que o primeiro e o quarto cilindro estão em PMS, por meio do relógio comparador. O tensionador é automático mas precisa de ajuste com ajuda da ferramenta especifica para coincidir as duas referências. Em seguida, aplique o torque que é de 25 Nm. 9) Por último, faça a regulagem das válvulas com um calibre de lâminas. Substitua as pastilhas caso as folgas esteja fora dos valores especificados na tabela.

Qual é o torque da biela do motor Fire?

O torque é de 10 Nm.

Qual o torque do bujão do Carter?

Para fixação do cárter de óleo do motor, aplique torque de: 48 Nm nos parafusos de 1 a 4; 19 Nm nos parafusos de 5 a 17.

Qual o torque da biela do Celta?

O torque das capas de biela é de 15° + 2 Nm + 40°.