Tabela De Aumento Dos Professores Do Piaui 2017?

Quanto ganha Professor do Estado do Piauí?

A média salarial estimada do cargo de Professor na empresa Secretaria da Educação do Estado do Piauí (SEDUC/PI) é de R$ 3.854 por mês. O salário mensal do cargo de Professor na empresa Secretaria da Educação do Estado do Piauí (SEDUC/PI) varia de R$ 1.954 a R$ 4.500.

Quanto ganha um Professor 40 horas no Estado do Piauí?

Qual é o salário de Professor 40 Horas na empresa Secretaria da Educação do Estado do Piauí (SEDUC/PI)? Os salários de Professor 40 Horas na Secretaria da Educação do Estado do Piauí (SEDUC/PI) estão entre R$3.521 e R$3.790.

Quanto ganha um celetista no Estado do Piauí?

O valor passa a ser de R$ 4.420,55 mensais para a jornada de 40 horas semanais.

Qual o salário do Professor do Estado do Maranhão?

Atualizado em 4 de nov. de 2023 Faixa de salário base BRL 2 mil – BRL 6 mil /mês Média salarial 87 salários Média : R$ xx.xxx Intervalo : R$ xx.xxx A média salarial de Professor é de R$ 5.474 por mês nessa localidade (São Luís, MA). A remuneração variável de Professor em São Luís, MA é de R$ 1.306, variando entre R$ 1.109 e R$ 1.503.

Quanto ganha um Professor 20 horas em Teresina?

Professores e Pedagogos (Classe ‘Auxiliar’, Nível ‘VI’) – 20h/semanais: R$ 2.211,24.

Quanto ganha um pedagogo em Teresina?

A média salarial de Pedagogo é de R$ 1.702 por mês em Teresina, que é 62% menor do que a média salarial mensal da empresa Secretaria da Educação do Estado do Piauí (SEDUC/PI) para essa vaga, que é de R$ 4.510.

Quanto ganha um Professor de 20 horas no RS?

Notas: Lei 6672/1974 – Estatuto do Magistério, carga horária de 20h. EXEMPLO: ➢ Professora Maria, A-1 e trabalha 20h: recebe o vencimento básico de R$ 630,10 + completivo de R$ 648,77. ou, para 40h, vencimento básico de R$ 1.260,20 + completivo de R$ 1.297,54.

Qual o salário do prefeito do Piauí?

Art.1º O subsídio mensal do Prefeito, do Vice-Prefeito e dos Secretários Municipais de São João da Fronteira, no período de 1º de janeiro de 2021 a 31 de dezembro de 2024, é fixado de acordo com os seguintes valores: I – Prefeito: R$ 14.800,00 (quatorze mil e oitocentos reais).

Qual é o salário mínimo do Piauí?

Veja os valores do salário mínimo por estado: –

Acre: segue o valor do salário mínimo fixado pelo decreto federal. Alagoas: segue o valor do salário mínimo fixado pelo decreto federal. Amapá: segue o valor do salário mínimo fixado pelo decreto federal. Amazonas: segue o valor do salário mínimo fixado pelo decreto federal. Bahia: segue o valor do salário mínimo fixado pelo decreto federal. Ceará: segue o valor do salário mínimo fixado pelo decreto federal. Distrito Federal: segue o valor do salário mínimo fixado pelo decreto federal. Espírito Santo: segue o valor do salário mínimo fixado pelo decreto federal. Goiás: segue o valor do salário mínimo fixado pelo decreto federal. Maranhão: segue o valor do salário mínimo fixado pelo decreto federal. Mato Grosso: segue o valor do salário mínimo fixado pelo decreto federal. Mato Grosso do Sul: segue o valor do salário mínimo fixado pelo decreto federal. Minas Gerais: segue o valor do salário mínimo fixado pelo decreto federal. Pará: segue o valor do salário mínimo fixado pelo decreto federal. Paraíba: segue o valor do salário mínimo fixado pelo decreto federal. Paraná: não segue o valor o valor do salário mínimo fixado pelo decreto federal. Para 2022, o mínimo no estado ainda não foi definido, mas seguirá o índice aplicado ao salário mínimo nacional, o INPC. A estimativa do governo é que o valor, que atualmente é de R$ 1.467,40 a R$ 1.696,20, passará para entre R$ 1.600 e R$ 1.870. Pernambuco: segue o valor do salário mínimo fixado pelo decreto federal. Piauí: segue o valor do salário mínimo fixado pelo decreto federal. Rio de Janeiro: não segue o valor do salário mínimo fixado pelo decreto federal. Ainda não foi definido o piso estadual para 2022. Vigora atualmente o piso adotado em 2019, com faixas de rendimento que vão de R$ 1.238,11 a R$ 3.158,96. Rio Grande do Norte: segue o valor do salário mínimo fixado pelo decreto federal. Rio Grande do Sul: não segue o valor do salário mínimo fixado pelo decreto federal. O piso regional, que em 2021 foi de R$ 1.237,15 e R$ 1.567,81, já foi reajustado em dezembro de forma retroativa a outubro e passou para as faixas entre R$ 1.305,56 e R$ 1.654,50. Rondônia: segue o valor do salário mínimo fixado pelo decreto federal. Roraima: segue o valor do salário mínimo fixado pelo decreto federal. Santa Catarina: não segue o valor do salário mínimo fixado pelo decreto federal. O piso estadual de 2022 será definido em março e terá reajuste. Vigora atualmente no estado o valor adotado em 2021, com os pisos salariais entre R$ 1.281,00 e R$ 1.467,00. São Paulo: não segue o valor do salário mínimo fixado pelo decreto federal. Ainda não foi definido o piso estadual para 2022, mas o governo adiantou que não há previsão de reajuste. Vigora atualmente no estado o piso adotado em 2019, com faixas de rendimento que vão de R$ 1.163,55 a R$ 1.183,33. Sergipe: segue o valor do salário mínimo fixado pelo decreto federal. Tocantins: segue o valor do salário mínimo fixado pelo decreto federal.

Qual o menor salário de um servidor público?

Faixa de salário base BRL 5 mil – BRL 12 mil /mês Média salarial 212 salários Média : R$ xx.xxx Intervalo : R$ xx.xxx A média salarial de Servidor Público Federal é de R$ 12.727 por mês nessa localidade (Brasil). A remuneração variável de Servidor Público Federal em Brasil é de R$ 4.727, variando entre R$ 1.063 e R$ 623.553.

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Qual cidade do Brasil paga melhor Professor?

1º lugar em ranking nacional De acordo com o levantamento feito pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão vinculado ao Ministério da Educação (MEC), o município de Paulínia, em São Paulo, é o que melhor paga os professores.

Quanto ganha um Professor 40 horas no Maranhão?

Entre as capitais brasileiras, pelo menos nove remuneram acima do mínimo estabelecido pelo governo federal. O valor do piso sofreu um reajuste de quase 15% em relação ao do ano passado, que era de R$ 3.845,63, Embora definido pelo governo federal, o pagamento é feito pelas prefeituras e governos estaduais, que precisam decidir localmente se vão aderir ao piso.

O aumento é contestado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), que, pelo segundo ano seguido, voltou a orientar os gestores municipais a ignorarem esse reajuste, Além do impacto nos cofres municipais, a entidade contesta o novo piso por entender que os critérios usados não têm respaldo jurídico.

Por sua vez, a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), representante dos profissionais da educação, discorda e defende a validade legal do aumento. ( Leia mais abaixo sobre o impasse jurídico.) Além disso, o presidente da entidade, Heleno Araújo, observa que, por lei, o valor do piso deve considerar apenas o salário-base do docente, sem acréscimo de qualquer tipo de auxílio.

  • Ao menos dez estados pagam acima do novo piso nacional : Amazonas, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso (jornada de 30 horas), Mato Grosso do Sul, Paraíba (30 horas), Roraima, Sergipe e São Paulo.
  • Outras unidades da federação, a exemplo de Acre, Alagoas, Amapá, Goiás, Minas Gerais, Pará, Piauí e Rio Grande do Sul, informaram que estudam equiparar os salários de seus professores ao piso nacional.

Confira, abaixo, o piso do magistério pago pelos estados. Em princípio, o valor não considera benefícios ou gratificações.

  1. Acre: O piso é de R$ 2.880 (30 horas semanais).
  2. Alagoas: O piso é de R$ 3.845,63 (40 horas) para professores com nível médio
  3. Amapá: O piso é de R$ 3.921,26 (40 horas).
  4. Amazonas: O piso é de R$ 4.749,22 (40 horas).
  5. Bahia: O piso é de R$ 3.850 (40 horas).
  6. Ceará: O piso é de R$ 5.413,18 (40 horas).
  7. Distrito Federal: O piso é de R$ 4.228,56 (40 horas).
  8. Espírito Santo: O piso é de R$ 4.579,20 (40 horas).
  9. Goiás: O piso é de R$ 3.845,63 (40 horas).
  10. Maranhão: O piso é de R$ 6.867,68 (40 horas) para professores com licenciatura.
  11. Mato Grosso: O piso é de R$ 5.024,57 (30 horas) para professores com licenciatura.
  12. Mato Grosso do Sul: O piso é de R$ 10.318,18 (40 horas). O estado não esclareceu se esse valor inclui benefícios ou não.
  13. Minas Gerais: O piso é de R$ 3.845,61 (40 horas).
  14. Pará: O piso é de R$ 3.845,64 (40 horas).
  15. Paraíba: O piso é de R$ 3.564,44 (30 horas).
  16. Paraná: O piso é de R$ 3.903,32 (40 horas).
  17. Pernambuco: O piso é de R$ 3.900 (40 horas).
  18. Piauí: O piso é de R$ 3.954,63 (40 horas).
  19. Rio de Janeiro: não informou
  20. Rio Grande do Norte: O piso é de R$ 4.038,76 (40 horas).
  21. Rio Grande do Sul: O piso é de R$ 4.038,52 (40 horas).
  22. Rondônia: O piso é de R$ 3.845,63 (40 horas) para professores da educação básica.
  23. Roraima: O piso é de R$ 6.103,14 (40 horas).
  24. Santa Catarina: O piso é de R$ 3.845,00 (40 horas).
  25. Sergipe: O piso é de R$ 4.451,14 (40 horas).
  26. São Paulo: O piso é de R$ 5.000 (40 horas) para quem aderiu ao “Nova Carreira Docente”. Professores que não optam pela nova carreira, recebem o estipulado no piso salarial nacional 2022.
  27. Tocantins: O piso é de R$ 3.999,60 (40 horas) para professores da educação básica.

(CORREÇÃO: O g1 errou ao informar que o piso do DF era de R$ 5.497,13. O valor se refere à remuneração total, que é o “vencimento base” acrescido do valor da Gratificação de Atividade Pedagógica. O texto foi corrigido às 20h12.) Sala de aula da rede municipal de Macapá – estudantes — Foto: Jorge Júnior/Rede Amazônica

  • Ao menos nove capitais pagam mais do que o piso nacional, considerando jornada de 40 horas ou proporcional,
  • Quatro capitais que trabalham com jornadas de 40 horas semanais nas suas redes pagam acima do piso nacional : Brasília, Manaus, Rio de Janeiro e São Paulo.
  • Em outras duas (Cuiabá e João Pessoa), o valor da jornada de 30 horas já supera o piso nacional.
  • Três capitais (Belo Horizonte, Campo Grande e Rio Branco), que trabalham com jornadas menores, pagam, proporcionalmente, mais do que o piso nacional.

Confira, abaixo, o piso do magistério pago em cada uma das capitais brasileiras. Com exceção de Aracaju, o valor não considera benefícios ou gratificações. Algumas prefeituras, como a de Teresina, informaram que pretendem equiparar o salário pago ao piso nacional.

  1. Aracaju: Segundo a prefeitura, o piso bruto, com gratificações, é de R$ 5.189,04 (40 horas). De acordo com o Sindicato dos Profissionais do Ensino do Município de Aracaju, o piso salarial para 40 horas de jornada, sem as gratificações, é de R$ 2.242,92,
  2. Belém: O piso é R$ 2.900,65 (40 horas).
  3. Belo Horizonte: O piso é de R$ 3.047,92 (22,5 horas).
  4. Boa Vista: O piso é de R$ 2.567,00 (25 horas).
  5. Brasília: O piso é de R$ 5.497,13 (40 horas).
  6. Campo Grande: O piso é de R$ 2.330,83 (20 horas).
  7. Cuiabá: O piso é de R$ 6.829,05 (30 horas).
  8. Curitiba: O piso é de R$ 3.845,63 (40 horas) para professores da educação infantil.
  9. Florianópolis: O piso é de R$ 4.370,32 (40 horas).
  10. Fortaleza: não informou
  11. João Pessoa: O piso é de R$ 5.260,24 (30 horas).
  12. Goiânia: O piso é de R$ 4.160,41 ( 40 horas).
  13. Macapá: O piso é de R$ 2.886,40 (40 horas).
  14. Maceió: O piso é de R$ 3.845,63 (40 horas) para professores com nível médio.
  15. Manaus: O piso é de R$ 4.686,06 (40 horas).
  16. Natal: O piso é de R$ 2.577,27 (20 horas).
  17. Palmas: O piso é de R$ 3.845,63 (40 horas).
  18. Porto Alegre: O piso é de R$ 3.221,58 (40 horas)
  19. Porto Velho: O piso é de R$ 3.845,63 (40 horas).
  20. Recife: O piso é de R$ 3.900,00 (40 horas).
  21. Rio Branco: O piso é de R$ 3.004,40 (25 horas para professores com nível superior).
  22. Rio de Janeiro: O piso é de R$ 6.073,29 (40 horas).
  23. Salvador: não informou
  24. São Luís: O piso é de R$ 3.845,63 (40 horas).
  25. São Paulo: O piso é de R$ 5.050 (40 horas).
  26. Teresina: O piso é de R$ 4.400 (40 horas).
  27. Vitória: O piso é de R$ 4.247,99 (40 horas).
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Piso nas capitais — Foto: Arte/g1 Estudantes durante aula na rede pública de Salvador — Foto: Jefferson Peixoto/Secom A lei 11.738, de 2008, determina que o piso salarial dos professores seja reajustado anualmente, no mês de janeiro, Os critérios para fixar o percentual remetem à lei do antigo Fundeb, de 2007.

  1. A polêmica é em torno dos critérios usados para definir o percentual de reajuste,
  2. Um novo Fundeb entrou em vigor em 2021 e, por essa razão, a CNM, entidade que representa os municípios, questiona as regras se basearem no Fundeb de 2007.
  3. O MEC, por sua vez, defende haver “entendimento jurídico consolidado e vigente sobre a questão”, garantindo respaldo técnico e jurídico aos critérios de reajuste.

A CNTE, que representa os profissionais da educação, discorda do posicionamento da CNM. Segundo a entidade, a lei do piso mínimo segue válida e o reajuste deve ser imediato, A entidade argumenta que o Supremo Tribunal Federal ( STF ) confirmou a constitucionalidade dos critérios de reajuste em 2021, quando a emenda à Constituição que gerou, na avaliação da CNM, uma insegurança jurídica já havia sido promulgada. Ministro da Educação anuncia reajuste de quase 15% no piso salarial dos professores

Qual será o piso salarial dos professores em 2023 DF?

CLDF Publicado em 08/08/2023 15h30 Foto: Carlos Gandra/CLDF Projeto concretiza acordo firmado com a intermediação da CLDF que deu fim à greve da categoria. Votação em plenário está prevista para 15/08 No início da tarde desta terça-feira (8), os parlamentares membros da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF) aprovaram o PL 470/2023 que reestrutura a carreira do magistério no Distrito Federal.

  • De autoria do Executivo, o projeto é a concretização do acordo que pôs fim à greve da categoria realizada neste ano.
  • A proposta tem acordo do Colégio de Líderes para aprovação também nas demais comissões e votação em Plenário na sessão do dia 15 de agosto.
  • Em resumo, a proposta apresentada prevê o reajuste do vencimento básico da carreira Magistério Público, no percentual de 5% em 6 parcelas, com as seguintes vigências: 1º/10/2023, 1º/01/2024, 1º/07/2024, 1º/01/2025, 1º/07/2025 e 1º/01/2026.

Além disso, reduz gradualmente o percentual de duas gratificações da categoria até serem extintas, como forma de contrapartida. Durante a reunião extraordinária, foi aprovado também o PL 471/2023, que altera a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de forma a garantir a previsão orçamentária necessária para implementação das alterações na carreira do magistério.

De acordo com a proposta do PL 470/2023, a primeira alteração se dá nos vencimentos básicos dos cargos de professor de educação básica e de pedagogo-orientador educacional. Desta maneira, já incorporando os reajustes previstos na Lei nº 7.253/2023 (que concedeu reajuste geral de 18% em três parcelas a todos os servidores públicos do Executivo), os valores básicos para os profissionais que estão no início da carreira começam em R$ 1.993,69 para servidor com formação de ensino médio curso normal e carga de 20 horas e R$ 5.378,96 (para servidor com formação de doutorado e carga de 40 horas).

Conforme a contrapartida prevista no acordo entre a categoria e o GDF, a outra alteração do PL 470/2023 é que a Gratificação de Atividade Pedagógica (GAPED) e a Gratificação de Atividade de Suporte Educacional (GASE), ambas calculadas sobre o vencimento básico terão seus percentuais reduzidos gradativamente até à extinção, prevista para 01/01/2026. O deputado Jorge Vianna (PSD), relator da proposta na CEOF registrou que “conforme o PL que deu origem a Lei nº 7.253/2023, constou que o impacto financeiro na Secretaria de Educação, era estimado em R$ 264,18 milhões para o exercício de 2023 e R$ 2,063 bilhões em 2026.

Portanto, como relator dessas duas importantes medidas de valorização dos servidores, quero registrar meu elogio a iniciativa corajosa do Governo do DF que decidiu alocar mais essa fatia importante de recursos públicos em prol da educação de Brasília”. Vianna ainda declarou seu apoio permanente aos servidores.

“Existe uma fábula aqui no DF de que o servidor público ganha bem. É uma fábula mesmo. Se a gente comparar com a remuneração de outros estados, até com arrecadação menor, muitos ganham pouco. É uma ideia que as pessoas têm de que servidor público ganha bem, mas é porque os servidores juntam rendas ou se organizam.

  1. Aqui em Brasília, o professor ganha o piso nacional da categoria, acrescido de algumas vantagens, que muitas vezes saem quando ele se aposenta.
  2. Os nossos médicos, têm os piores salários do Brasil.
  3. Não é atrativo.
  4. Os monitores escolares tiveram uma luta para a nomeação e perguntei quanto é o salário: três mil e pouco.

Temos técnicos de enfermagem que ganham líquido pouco mais de R$ 800. Temos que melhorar muito, mas é o começo. Por isso, tenho que parabenizar o governador porque fez o compromisso e está cumprindo”, afirmou o relator. Por sua vez, o presidente da CEOF, deputado Eduardo Pedrosa (União), afirmou que parabeniza o GDF pela iniciativa. “A gente sabe que é um longo caminho pela frente para buscar a valorização que todos esses profissionais da educação merecem. Mas hoje a gente faz o nosso papel.

  • Essa proposta também foi fruto do trabalho e da luta de muitos deputados aqui desta Casa que não posso deixar de citar.
  • Se não fosse a batalha dos deputados, a interação que foi criada entre o parlamento e o governo, a gente não teria esse projeto aqui hoje.
  • Nos colocamos à disposição para, eventualmente, estarmos avançando ainda mais na valorização da carreira do magistério público”, afirmou Pedrosa.

O presidente da CEOF também foi relator do PL 471/2023 e proferiu parecer favorável, que foi aprovado pelos demais membros. Sobre a mudança na LDO, Pedrosa afirmou que “a proposição reúne as condições necessárias para aprovação, por isso, voto pela admissibilidade”.

Participaram da reunião as deputadas Paula Belmonte (Cidadania) e Jaqueline Silva (MDB), além do deputado Joaquim Roriz Neto (PL).Após aprovação pela CEOF, a proposta será analisada pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), Comissão de Educação, Saúde e Cultura (CESC) e Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Francisco Espínola – Agência CLDF

: CLDF

Quem é o professor mais rico do mundo?

Adi é o que se pode chamar de o professor do seu professor. Sua fortuna é avaliada em 2.3 bilhões de dólares.

Qual é o salário base de um professor?

Mais de 400 municípios não pagam o piso para professores da educação básica, diz deputada Após 15 anos da Lei do Piso Salarial, que tornou obrigatória a remuneração mínima nacional para profissionais do magistério público da educação básica, sancionada em 16 de julho de 2008, 404 municípios pelo país seguem sem pagar o piso, de acordo com um levantamento feito pelo mandato da deputada federal Luciene Cavalcante (PSOL-SP).

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Em 2020, a Lei n.14.113, que regulamentou o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), estabeleceu que 70% dos recursos totais anuais do fundo devem ser direcionados para o pagamento dos profissionais da educação básica em exercício em cada rede de ensino.

No entanto, apesar do repasse do governo federal e das exigências da legislação, os municípios em questão não estão cumprindo as determinações do pagamento, o que indica que os recursos do Fundeb não estão sendo alocados corretamente. Em janeiro deste ano, o Ministério da Educação reajustou em 14,9% o piso salarial dos professores, passando de R$ 3.845,63 para R$ 4.420,55, para a jornada de, no máximo, 40 horas semanais, devendo ser aplicado proporcionalmente para jornadas inferiores.

  • A Lei de Diretrizes e Base da Educação (LDB) estabelece que os reajustes devem ocorrer anualmente, sempre em janeiro.
  • José Honório de Oliveira Filho, presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Vera Cruz (Sindiver), cidade do interior de São Paulo, afirma que o piso foi cumprido no ano passado, mas que em 2023, os valores ainda não foram reajustados.

“Virou para o ano 2023 e o município simplesmente passou a ignorar essa lei”, afirma. O sindicato chegou a protocolar um pedido na Prefeitura para que o piso fosse cumprido, em e-mail enviado em janeiro deste ano. “A Prefeitura ignorou o nosso protocolo.

Então nós tivemos que entrar com a representação junto ao Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) e até agora eles não deram justificativa nenhuma de estar descumprindo o piso e nem a própria lei municipal, que já autoriza a prefeitura a pagar esse piso”, afirma Oliveira Filho. No ano passado, o município de Vera Cruz sancionou uma lei que autoriza o poder executivo municipal a atualizar a referência salarial dos professores sempre que o piso nacional for superior ao piso municipal.

“Foi aplicada apenas no ano de 2022, mas em 2023 não está sendo cumprida.” “Para a jornada de 30 horas semanais, teria que ser no valor de R$ 3.315, 41. A lei federal, que fala em 40 horas, não se aplica a nós, porque a nossa jornada é de 30 horas. Eu estou recebendo o salário base inicial para jornada de 30 horas no município, no valor de R$ 3.055,25, quando deveria estar em R$ 3.315,41, de acordo com a lei municipal que disciplina o assunto desde 2022”, afirma o presidente do sindicato.

  1. Além disso, o teto de gastos com funcionários – o percentual da Receita Corrente Líquida (RCL) comprometida com as despesas com pessoal – dos municípios do estado de São Paulo está em 54%, de acordo com dados do TCE-SP.
  2. Em Vera Cruz, esse índice está em 36,62%.
  3. Apesar de estarmos falando especificamente sobre o piso dos professores, o fato do índice de gastos com pessoal estar muito baixo é mais um argumento objetivando demonstrar a possibilidade econômica do município em cumprir a legislação vigente”, afirma Oliveira Filho.

O deputado estadual Carlos Giannazi (PSOL-SP) protocolou uma representação ao TCE-SP solicitando que sejam cobradas explicações de cerca de 165 municípios em relação como vem sendo aplicada a lei do piso nacional do magistério, bem como sobre o direcionamento dos recursos do Fundeb.

“Diante dos inúmeros relatos de servidores da educação, de todo o Estado de São Paulo, este mandato tem verificado individualmente a situação de descumprimento por Municípios Paulistas. Em todos os casos recebidos, as prefeituras se recusam a fazer o reajuste dos valores base e assegurar o pagamento de piso – em alguns casos, desde reajustes e revisões anteriores à atual”, afirma Giannazi na representação enviada ainda em fevereiro deste ano.

O deputado ainda destacou que há casos de municípios que fizeram remanejamento de profissionais da educação, que estavam na folha de pagamento da educação para outras secretarias, “em uma manobra orçamentária que causou a redução da obrigatoriedade, remetendo recursos que deveriam ser da educação para outras áreas”.

Iara Cristina da Costa, professora da rede municipal de Bauru, afirma que nenhum professor na cidade recebe o piso nacional do magistério, independente da carga horária semanal. “Nenhum profissional dentro do município de Bauru recebe a base nacional.” “A prefeita se nega a pagar o piso porque diz que o sistema previdenciário que nós temos aqui, que é um sistema previdenciário próprio, não suportaria o pagamento do piso para todos os professores.” “Nós temos uma base que recebe algo em torno de R$ 1.600 por 20 horas semanais no salário-base.

Esses profissionais deveriam estar recebendo hoje R$ 2.210. E hoje os professores que deveriam receber o pagamento completo de R$ 4.420,55 estão recebendo algo em torno de R$ 3.600″, explica a professora. Os profissionais da rede municipal criaram o Coletivo Educação em Luta de Bauru, pelo qual entraram com uma ação coletiva no Ministério Público de São Paulo.

Outra educadora, da rede municipal de São Simão, também denunciou que a Prefeitura não está pagando o piso salarial dos professores. “A Prefeitura alega que não tem dinheiro, ainda que tenham recursos do Fundeb”, diz a servidora que preferiu não se identificar. “Tanto educadores quanto professores não recebem o piso.

Alguns entraram com ação na Justiça, mas uns ganharam e outros não. Quem não ganhou está ganhando cerca de R$ 1.800 por 40 horas semanais. Quem ganhou está recebendo aproximadamente R$ 3.000 pela mesma carga semanal.” Em ambos os casos, os salários estão abaixo dos R$ 4.420,55 estipulados pelo piso.

Como é calculado o piso nacional O cálculo do valor do piso salarial dos professores é determinado por meio da comparação do valor aluno-ano do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) dos dois últimos anos. O valor aluno-ano corresponde ao montante mínimo estabelecido pelo Fundeb para cada estudante matriculado na educação básica por ano.

O Fundeb repassa recursos que são provenientes da arrecadação de estados e municípios, e, quando necessário, da União, para complementação financeira. Outro lado O Brasil de Fato entrou em contato com as prefeituras dos municípios nominalmente citados nesta reportagem.

Quanto ganha um Professor 20 horas em Teresina?

Professores e Pedagogos (Classe ‘Auxiliar’, Nível ‘VI’) – 20h/semanais: R$ 2.211,24.

Quanto ganha um pedagogo em Teresina?

A média salarial de Pedagogo é de R$ 1.702 por mês em Teresina, que é 62% menor do que a média salarial mensal da empresa Secretaria da Educação do Estado do Piauí (SEDUC/PI) para essa vaga, que é de R$ 4.510.