Tabela De Composição De Custos Para Construção Civil?

O que é composição na construção civil?

A Composição de preços unitários é um dos itens mais fundamentais para um orçamento de Obra. Na construção civil composição é sinônimo de serviço completo, ou seja, é um composto de itens (insumos ou outras composições) que formam um serviço, um exemplo de composição poderia ser “Colocação de revestimento porcelanato”, esta composição teria cada um dos itens necessários para realizar este serviço, alguns seriam: Azulejista, Servente, Argamassa, Rejunte e Cimento.

Muitas pessoas (inclusive alguns profissionais iniciantes da construção civil) nos questionam e até confundem a definição de composição, insumos e orçamento. Uma composição sempre é composta de Insumos e/ou outras composições (chamada de auxiliares). Insumos podem ser de vários tipos: Materiais, Mão de Obra, Ferramentas, Taxas, etc.

Não confunda serviço com mão de obra, parece ser a mesma coisa, mas não é. Mão de obra é parte de um serviço. Para cada um dos insumos ou composição auxiliar de uma composição, há um coeficiente (ou quantidade). Exemplo, na”Colocação de revestimento porcelanato” há um insumo chamado de “Mão de obra de Azulejista” com um coeficiente que indica quantidade de tempo necessário para execuçãodo serviço.

Você encontra vários tipos de composições prontas no mercado brasileiro, algumas com base de preços nacionais, como: SINAPI (criadas e mantidas pelo IBGE e CEF, todos os meses cerca de 6000 composições são liberadas completas e com preços) e SICRO (DNIT) e outras estaduais como SEINFRA e ORSE. Uma das mais usadas para elaboração de orçamentos são insumos e composições SINAPI (inclusive se tornou obrigatória para obras publicas, ver aqui ).

Existem também composições do tipo mão de obra, estas possuem o serviço em si (ex. Mão de obra de Azulejista) acrescido de insumos que correspondem a encargos complementares para sua execução, exemplo: alimentação proporcional, ferramentas, EPI entre outras.

  • Nada impediria também a criação de suas próprias composições.
  • Tendo composições já prontas e aferidas (Que é caso do SINAPI, SICRO, ORSE, SIURB entre outras) você consegue elaborar um orçamento com muito mais facilidade, pois não será preciso colocar insumo por insumo no orçamento, bastaria colocar a composição, por exemplo, tem uma composição SINAPI chamada de “limpeza de terreno” no qual você apenas precisaria adiciona-la informando a quantidade e a própria composição já teria definido o tempo de ” mão de obra ” necessário para execução completa do serviço.

Onde você elabora orçamentos com tabela de preços atualizados (SINAPI, SICRO, ORSE, SIURB). Faz cálculo de preços com opção desonerado e não desonerado, tem Gerador de Orçamentos, que cria um orçamento totalmente guiado com custo m2, materiais, mão de obra e tudo que é necessário para uma obra residencial completa.

O que é planilha de composição de custos?

Você sabe o que é Planilha de Custos e Formação de Preços nas Licitações Públicas?

  • Você sabe o que é Planilha de Custos e Formação de Preços nas licitações públicas?
  • A Instrução Normativa nº 05 de 26 de maio de 2017, expedida pela Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, dispõe sobre as regras e diretrizes do procedimento de contratação de serviços sob o regime de execução indireta no âmbito da Administração Pública federal direta, autárquica e fundacional.
  • O novo ato revogou a IN nº 02/08, que durante anos foi utilizada como referência para as contratações de serviços da Administração Pública, atualizando, assim, a legislação sobre a matéria e incorporando orientações de acórdãos do TCU.
  • Dessa forma, trouxe sensíveis alterações na apresentação e preenchimento da planilha de custos e formação de preços de serviços para execução de forma indireta.
  • A planilha de custos e formação de preços é um instrumento para precificação, servindo para chegar ao custo estimado da contratação.
  • Ela tem enorme importância no planejamento da licitação, e quando devidamente formalizada, é por onde a Administração efetua as pesquisas de mercado externas.
  • É por meio da planilha de custos e formação preços que a Administração sabe quanto vai pagar ou qual a média no mercado para os itens que pretende contratar, seja por contratação direta, quando cabível a exigência da planilha, ou por licitação.
  • O detalhamento de custos na planilha de formação de preços é regra precedente de qualquer contratação pública, não dispensada a pesquisa de mercado para certificação da realidade mercadológica do preço do produto ou serviço pleiteado.
  • A planilha de formação de preços não repercute apenas no processo de contratação, mas também durante a execução do contrato, visto que nesta etapa a Administração Pública está sujeita a recompor os valores inicialmente pactuados.
  • A empresa vencedora da licitação, ao apresentar pedido de repactuação, se utiliza da planilha para montar sua solicitação, detalhando assim o valor do pedido.
  • Nesse sentido, o artigo 57 da IN 05/2017 detalha sobre a utilização da planilha de custos e formação de preços no que diz respeito às repactuações:
  • “As repactuações serão precedidas de solicitação da contratada, acompanhada de demonstração analítica da alteração dos custos, por meio de apresentação da planilha de custos e formação de preços ou do novo Acordo, Convenção ou Dissídio Coletivo de Trabalho que fundamenta a repactuação, conforme for a variação de custos objeto da repactuação.” (grifo nosso)
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Ademais, diante da recente Lei nº 14.133, de 01 de abril de 2021, que dispõe sobre a Nova Lei de Licitações e Contratos, o §6º, do artigo 135, dispõe que ” a repactuação será precedida de solicitação do contratado, acompanhada de demonstração analítica da variação dos custos, por meio de apresentação da planilha de custos e formação de preços, ou do novo acordo, convenção ou sentença normativa que fundamenta a repactuação.” (grifo nosso)

  1. Assim, a norma define planilha de custos e formação de preços como o documento a ser utilizado para detalhar os componentes de custo que incidem na formação do preço dos serviços, podendo ser adequado pela Administração em função das peculiaridades dos serviços a que se destina, no caso de serviços continuados.
  2. Também destaca no anexo sobre as Diretrizes para Elaboração do Projeto Básico ou Termo de Referência que, no caso de serviços com regime de dedicação exclusiva de mão de obra, o custo estimado da contratação deve contemplar o valor máximo global e mensal estabelecido em decorrência da identificação dos elementos que compõem o preço dos serviços.
  3. Um desses elementos é definido por meio do preenchimento da planilha de custos e formação de preços, observados os custos dos itens referentes ao serviço, podendo ser motivadamente dispensada naquelas contratações em que a natureza do seu objeto torne inviável ou desnecessário o detalhamento dos custos para aferição da exequibilidade dos preços praticados.
  4. De qualquer forma, as repactuações futuras de contratos de serviços continuados serão realizadas em vista da planilha apresentada.
  5. Com relação ao modelo de planilha de custos e formação de preços, a última instrução apresenta um novo modelo de planilha, contendo algumas diferenças em relação à anterior, amplamente adotada nas contratações públicas.
  6. O padrão deverá ser adaptado às especificidades do serviço e às necessidades do órgão ou entidade contratante, de modo a permitir a identificação de todos os custos envolvidos na execução do serviço, e constituirá anexo do ato convocatório a ser preenchido pelos proponentes.
  7. Sendo Pregão a modalidade de licitação, realizado na forma eletrônica, a planilha de custos e formação de preços deve ser entregue e analisada no momento da aceitação do lance vencedor.

A Planilha detalhada de custos é indispensável para serviços e obras. Dessa forma, será obrigatório que a Administração elabore essa planilha na fase interna da contratação.

  • No caso de compras, inicialmente não há obrigatoriedade da planilha, mas ela pode existir, especialmente quando houver dúvida sobre a exequibilidade das propostas durante a licitação.
  • Neste contexto, a planilha do órgão/entidade além de ser um dos instrumentos utilizados para pesquisa de mercado, também funciona como parâmetro, subsidiando a Administração Pública na contratação segura e contribuindo para a análise das propostas no certame.
  • Por outro lado, a planilha de custos e formação de preços é uma ferramenta que precisa de completo conhecimento para quem transaciona com os órgãos/entidades da administração pública, pois ela é um documento essencial para avaliação e sustentação do valor cobrado pelas empresas.
  • Por tudo aqui exposto, este assunto demanda conhecimento dos profissionais do setor público e privado a fim de evitar riscos em contratações sem o respaldo devido, acarretando prejuízos ao erário.
  • É por conta disso que o Tribunal de Contas da União (TCU), no Acórdão Nº 1.750/2014 – Plenário – assim se manifestou:

“9.3.1. solicite, por ocasião da celebração de contrato a ser entabulado junto à licitante vencedora do Pregão Eletrônico 16/2013, o fornecimento de planilha contendo o detalhamento dos custos e preços unitários que compõem a sua proposta, para conhecimento e análise da entidade contratante e para que fique à disposição dos órgãos de controle, devendo a mesma ser inserida no processo licitatório, para subsidiar futuras contratações semelhantes;” Da mesma forma, o Acórdão TCU nº 1.598/2021 – Plenário – trouxe: “1.7.3.

exigência de enquadramento sindical à Convenção Coletiva de Trabalho do Sindicado dos Trabalhadores nas Empresas de Asseio e Conservação para fins de elaboração da planilha de formação de preços por todos os licitantes quando compete à própria empresa definir esse enquadramento com base na sua atividade econômica preponderante, exigência essa identificada no Pregão Eletrônico 23/2020, em afronta ao art.581, § 2º, da CLT, art.8º, inciso II, da Constituição Federal, e jurisprudência deste Tribunal, a exemplo dos Acórdãos 1.097/2019 e 2.101/2020, ambos do Plenário.”(grifo nosso) Portanto, é de extrema importância a elaboração de uma planilha criteriosa e detalhada durante o processo licitatório, evitando problemas durante a execução dos contratos e facilitando a análise da Administração Pública, principalmente quando houver alterações contratuais.

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Quer saber tudo sobre planilha de custos e formação de preços? A MMP possui um curso completo: ‘ Planilha de Custos e Formação de Preços, de Acordo com a IN 05/2017 MPOG, atualizado pelo decreto 9.507/18 e Reforma Trabalhista – Lei n° 13.467/17’

  1. O Curso é EXCELENTE e o Professor é muito experiente e qualificado.
  2. Observe nos depoimentos constantes no link abaixo o que os alunos falam sobre o curso.

Espero que este post te ajude a compreender um pouco mais sobre o tema! Caso tenha mais dúvidas sobre o assunto deixe um comentário aqui embaixo ou nos escreva através do e-mail: ou Whatsapp 61 99445-4563, Será um prazer ajudar você! #planilhadecustos #formaçãodepreços #governança #contratações #comprasgovernamentais #licitações #contratos : Você sabe o que é Planilha de Custos e Formação de Preços nas Licitações Públicas?

Como calcular o custo direto de uma obra?

Custo Direto = (gastos com compra de matéria-prima + custo da mão de obra) / quantidade de produtos fabricados.

Como calcular o preço de custo?

4. Deixar impostos de lado – Este é outro erro comum na precificação : deixar os impostos de lado compromete uma precificação assertiva e, por consequência, o lucro. “Eu não sei todos os impostos que eu pago.” Nem todo empreendedor sabe quais são os impostos que incidem sobre os produtos e serviços e como fazer esses cálculos.

O que é composição orçamento?

O que é composição de custos? – A composição de custos é o processo de elaboração dos orçamentos de obras na construção civil, ou seja, a forma como se calcula quanto cobrar na execução de um projeto ou na oferta de um serviço específico para garantir que tudo seja pago e a construtora tenha sua margem de lucros e crescimento.

Quando falamos em composição de custos na construção civil, falamos de um custo total da obra ou serviço e para que ela possa ser calculada é importante saber como fazer a Composição de Preços Unitários (CPU) de seus projetos. A definição aqui é a mesma, sempre considerando índices de produtividade, quantidades de materiais e equipamentos, utilizando o valor de cada unidade dos insumos ou serviços para chegar ao valor total do projeto.

Ou seja, analisamos a quantidade de materiais, mão de obra, tempo e equipamentos para cada atividade para chegar ao valor do projeto completo. Para realizar o cálculo, então, são considerados os seguintes componentes:

Insumos – são os elementos essenciais para que o serviço seja realizado, fazendo referência a mão de obra, equipamentos e materiais de construção. Unidade – faz referência às quantidades de insumos com base em unidades de medida. Os cálculos podem ser feitos em metros, m², quilogramas, toneladas, dependendo da atividade, material, tipo de serviços e outras variáveis. Índice – é a quantidade necessária de cada um dos insumos para que a atividade a ser executada seja completada, o que pode ser chamado, também, de coeficiente de utilização de cada insumo. Custo Unitário – é o valor a ser pago por cada unidade de insumo utilizadas naquele serviço; Custo Total – é o valor total do serviço, considerando todos os insumos que serão utilizados, calculado pela fórmula: Índice x Custo Unitário.

Agora que você já entendeu o que é a composição de custos, que tal aprender a criá-la de forma mais assertiva e eficiente?

Quem determina os elementos estruturais de uma construção?

PROJETO ESTRUTURAL: O QUE É E POR QUE ELE É NECESSÁRIO? – É o projeto estrutural que fornece todos os dados essenciais sobre a quantidade de materiais necessários para a execução de uma obra segura, bem como determina todos os elementos estruturais (lajes, vigas, pilares e fundação) que devem constituí-la.

Ele gera economia de tempo e dinheiro, além de atender todas as exigências do cliente. Este projeto avalia tudo que envolve a obra, como dimensões e quantidade de aço necessário, assim como o tipo de concreto utilizado. Por isso, é necessário antes de iniciar os cálculos, fazer um levantamento de todas as informações.

É preciso analisar o projeto arquitetônico, realizar o estudo topográfico e o de sondagem. Assim, com base na análise realizada, inicia o dimensionamento estrutural para que suporte todas as cargas incluídas na edificação. Portanto, o modelo estrutural é o esqueleto da construção, é ela que vai sustentar as paredes, as lajes e transferir toda essa força para a fundação.

O que deve constar numa planilha de custos?

O que é planilha de custos? – A planilha de custos nada mais é do que um arquivo, geralmente feito em Excel, no qual você ou a pessoa responsável pela gestão financeira do seu negócio irá inserir todos os dados referentes às receitas e despesas da empresa.

  • Essa planilha de custos pode ser de diversos formatos e níveis de complexidade, dependendo muito do seu objetivo: você pode estruturar uma planilha que demonstre apenas seus gastos mensais, por exemplo, ou até mesmo para que te auxilie em projeções financeiras.
  • Seja qual for o modelo, o importante é conhecer a saúde financeira do seu negócio e saber exatamente para onde vai o dinheiro.
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Dessa forma, você consegue ter uma visão macro e analisar com mais facilidade as áreas que precisam de corte de gastos e aquelas que podem receber mais aportes.

O que entra em custos?

Custos Ou Despesas Fixas – São os gastos que não variam de acordo com o volume produzido ou comercializado. Ou seja, os valores pagos serão os mesmos todos os meses, independentemente dos resultados da empresa. Alguns exemplos são os salários dos colaboradores, o aluguel, a conta de água, entre outras coisas.

Como fazer cálculo de construção?

Como calcular piso Mede-se a largura e o comprimento do espaço; Faz-se a conversão dos valores para metros, se necessário (para fazer a conversão de centímetros para metros basta multiplicar o valor por 100); Por fim, multiplica-se um valor pelo outro, totalizando, dessa forma, a metragem quadrada do espaço.

Como calcular gastos com materiais de construção?

Tijolos – Os tijolos devem receber atenção especial, já que existem variações de tamanhos e modelos. O segredo é calcular a área como um todo. Calcule a metragem total, sem descontos de portas e janelas, e adicione 10% a mais para o caso de perdas. Então, dessa forma, calcule altura x largura (levando em consideração o tipo e as dimensões do tijolo) para saber a quantidade a ser gasta por m² e o total necessário para sua reforma.

Qual a porcentagem de mão de obra e material na construção civil?

Depois você pode calcular ainda o percentual do custo referente à mão de obra e ao material: Mão de obra = 40% do valor total e Material = 60% do valor total (para um padrão médio de acabamento – se for utilizado um alto padrão de acabamento esse percentual será diferente).

O que são custos de 3 exemplos de custos?

Qual a importância de classificar os custos e despesas? – Exemplos de custos e despesa existem aos montes. Mas é preciso saber como geri-los da forma correta para que a empresa consiga dar lucro. Primeiramente, ao elaborar um planejamento de orçamento, é preciso fazer projeções, como a das receitas e também os custos dos diversos setores do negócio.

Dessa forma, é possível dividir corretamente os valores para cada área e definir prioridades, além de ter uma previsão da margem de lucro das operações, Assim, o gestor terá noção de como deve conduzir suas operações para ter o melhor resultado possível com as condições que possui. Por outro lado, se uma companhia não classificou corretamente os custos e despesas, seus gestores não poderão ter uma previsibilidade.

Assim, não saberão os recursos necessários para que a empresa continue suas operações. Portanto, na hora de definir a divisão orçamentária, não vai ser possível destinar da forma certa os valores para a confecção dos bens e serviços da empresa, sejam fixos ou variáveis. Perguntas frequentes sobre custos e despesas? Qual a diferença entre custos e despesas? Os custos são gastos que estão ligados diretamente à produção e vendas, enquanto as despesas são todos os gastos fundamentais para a manutenção das atividades da empresa.

  • Exemplos de custos e despesas Exemplos de custos são: salários dos funcionários da linha de produção, matéria-prima, comissões para vendedores.
  • Exemplos de despesas: salários de funcionários administrativos, aluguel, contas de água e luz.
  • Qual a diferença entre custos e despesas fixos e variáveis? Custos e despesas fixos são aqueles que não fariam conforme o volume de produção ou vendas.

Já os custos e despesas variáveis podem aumentar ou diminuir conforme o volume de produção, ou vendas.

Quais são os três elementos básicos na elaboração de custos?

Os custos são classificados em três elementos distintos, matéria-prima, mão- de-obra direta e custos indiretos. Matéria-prima é o primeiro elemento do custo, pois sem ele não há como produzir.

Quais são os custos totais?

Custo total – O custo total se refere à soma dos custos fixos e variáveis que envolvem a produção. Aqui, você terá o valor integral de todo o investimento envolvido na fabricação de seus produtos ou serviços. Aqui, é ideal calcular a média do custo total para cada unidade produzida.

Custo fixo: R$ 5.000; Custo variável: R$ 2.500; Custos extras: R$ 600; Mão de obra: R$ 1.600; Matéria-prima: R$ 3.000.

Dessa forma, o cálculo será: 5.000 + 2.500 + 600 + 1.600 + 3.000 = 12.700

Quais são os elementos que compõem o custo?

Os custos são classificados em três elementos distintos, matéria-prima, mão- de-obra direta e custos indiretos. Matéria-prima é o primeiro elemento do custo, pois sem ele não há como produzir.

Como calcular o preço de custo?

4. Deixar impostos de lado – Este é outro erro comum na precificação : deixar os impostos de lado compromete uma precificação assertiva e, por consequência, o lucro. “Eu não sei todos os impostos que eu pago.” Nem todo empreendedor sabe quais são os impostos que incidem sobre os produtos e serviços e como fazer esses cálculos.