Tabela De Diluição De Medicamentos Em Pediatria Pdf?

Como deve ser feita a diluição dos medicamentos?

Você sabe fazer diluição de medicamentos? Vamos te ensinar de uma maneira fácil a fazer os cálculos que você precisa saber! A diluição de medicamentos é o processo de redução da concentração de um medicamento pela adição de um diluente ou solvente a ele.

Isso geralmente é feito para facilitar a administração do medicamento, principalmente se o medicamento for muito potente e precisar ser administrado em doses menores para minimizar os efeitos colaterais ou a toxicidade. A diluição do medicamento pode ser realizada de várias maneiras, dependendo do medicamento e do uso pretendido.

Em alguns casos, o medicamento pode ser misturado com água estéril ou solução salina para reduzir a concentração. Outras vezes, o medicamento pode ser misturado com um diluente específico que foi desenvolvido para funcionar com esse medicamento em particular.

Como diluir adrenalina para criança?

Segurança de nebulização com 3 a 5 ml de adrenalina (1:1000) em crianças: uma revisão baseada em evidência Artigo de Revisão • • OBJETIVO: Apresentar evidências sobre a segurança da nebulização com 3 a 5 ml de adrenalina (1:1000) no tratamento das crianças com obstrução inflamatória aguda das vias aéreas. FONTES DE DADOS: Uma busca eletrônica foi feita, utilizando-se, principalmente, o banco de dados do MEDLINE (janeiro de 1949 a julho de 2004). Os critérios de inclusão do estudo para esta revisão foram: 1) ensaio clínico randomizado; 2) pacientes (até 12 anos) com diagnós tico de bronquiolite ou laringotraqueobronquite; 3) uso de adrenalina (1:1000) através de nebulização. Os principais dados extraídos dos ensaios dizem respeito a doses de adrenalina e seus efeitos sobre a freqüência cardíaca e a pressão arterial sistêmica, bem como outros efeitos colaterais. SÍNTESE DOS DADOS: Sete ensaios clínicos, com um total de 238 pacientes, foram incluídos para esta revisão. Dos cinco ensaios clínicos nos quais a maior dose (> 3 ml) de adrenalina foi usada, dois demonstraram aumento significativo de freqüência cardíaca. O aumento médio de freqüência cardíaca variou de sete a 21 batimentos por minuto, até 60 minutos após o tratamento. A maior incidência de palidez foi observada em um ensaio clínico com 21 crianças tratadas com 3 ml de adrenalina através de nebulização (47,6% no grupo de adrenalina versus 14,3% no grupo de salbutamol, 30 minutos após o tratamento). Não foram observados, em dois ensaios clínicos, efeitos significativos em nebulização com adrenalina (4 e 5 ml) na pressão arterial sistêmica. CONCLUSÃO: As evidências mostram que nebulização com 3 a 5 ml de adrenalina (1:1000) é uma terapia segura, com poucos efeitos colaterais, em crianças com obstrução inflamatória aguda das vias aéreas. Adrenalina; nebulização; laringotraqueobronquite; bronquiolite; efeitos colaterais OBJECTIVE:To present the evidence regarding the safety of nebulization with 3-5 ml of adrenaline (1:1000) for the treatment of children with acute inflammatory airway obstruction. SOURCES OF DATA: An electronic search was undertaken, using mainly Medline databases (January of 1949-July of 2004). The study inclusion criteria for this review were: 1) randomized clinical trial; 2) Patients (up to 12 yrs) with diagnosis of bronchiolitis or laryngotracheobronchitis; 3) use of adrenaline (1:1000) by nebulization. The principal data extracted from the trials included adrenaline dosages and their effects on heart rate and blood pressure and any other side-effects. SUMMARY OF THE FINDINGS: Seven clinical trials with a total of 238 patients were included for this review. Two of the five trials in which larger dosages (> 3 ml) of adrenaline were used demonstrated a significant increase in heart rate. The mean increase in heart rate varied from seven to 21 beats per minute, up to 60 minutes after treatment. The highest incidence of pallor was observed in one trial with 21 children treated by nebulization with 3 ml of adrenaline (47.6% in the adrenaline group vs.14.3% in the salbutamol group, 30 minutes after treatment). Two clinical trials failed to observe a significant effect on blood pressure from nebulization with adrenaline (4 and 5 ml). CONCLUSION: Evidence shows that nebulization with 3 to 5 ml of adrenaline (1:1000) is a safe therapy, with minor side-effects, for children with acute inflammatory airway obstruction. Adrenaline; nebulization; laryngotracheobronchitis; bronchiolitis; side-effects

  • ARTIGO DE REVISÃO
  • Segurança de nebulização com 3 a 5 ml de adrenalina (1:1000) em crianças: uma revisão baseada em evidência
  • Linjie Zhang I ; Lucas Soares Sanguebsche II
  • I Doutor em Medicina (Pneumologia) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, RS
  • II Médico residente em Pediatria
  • RESUMO
  • OBJETIVO: Apresentar evidências sobre a segurança da nebulização com 3 a 5 ml de adrenalina (1:1000) no tratamento das crianças com obstrução inflamatória aguda das vias aéreas.

FONTES DE DADOS: Uma busca eletrônica foi feita, utilizando-se, principalmente, o banco de dados do MEDLINE (janeiro de 1949 a julho de 2004). Os critérios de inclusão do estudo para esta revisão foram: 1) ensaio clínico randomizado; 2) pacientes (até 12 anos) com diagnós tico de bronquiolite ou laringotraqueobronquite; 3) uso de adrenalina (1:1000) através de nebulização. Os principais dados extraídos dos ensaios dizem respeito a doses de adrenalina e seus efeitos sobre a freqüência cardíaca e a pressão arterial sistêmica, bem como outros efeitos colaterais. SÍNTESE DOS DADOS: Sete ensaios clínicos, com um total de 238 pacientes, foram incluídos para esta revisão. Dos cinco ensaios clínicos nos quais a maior dose (> 3 ml) de adrenalina foi usada, dois demonstraram aumento significativo de freqüência cardíaca. O aumento médio de freqüência cardíaca variou de sete a 21 batimentos por minuto, até 60 minutos após o tratamento. A maior incidência de palidez foi observada em um ensaio clínico com 21 crianças tratadas com 3 ml de adrenalina através de nebulização (47,6% no grupo de adrenalina versus 14,3% no grupo de salbutamol, 30 minutos após o tratamento). Não foram observados, em dois ensaios clínicos, efeitos significativos em nebulização com adrenalina (4 e 5 ml) na pressão arterial sistêmica.

  1. CONCLUSÃO: As evidências mostram que nebulização com 3 a 5 ml de adrenalina (1:1000) é uma terapia segura, com poucos efeitos colaterais, em crianças com obstrução inflamatória aguda das vias aéreas.
  2. Palavras-chave: Adrenalina, nebulização, laringotraqueobronquite, bronquiolite, efeitos colaterais.
  3. Introdução

A adrenalina (epinefrina) é um estimulante potente de receptores a- e b-adrenérgicos. Além de sua ampla utilização na ressuscitação cardiopulmonar, a adrenalina tem sido aplicada, através da via inalatória, em crianças com obstrução aguda das vias aéreas, causada por processos inflama tórios, tais como laringotraqueobronquite (crupe) e bronquiolite 1-3,

Acredita-se que os benefícios clínicos da adrenalina no tratamento da obstrução aguda das vias aéreas resultem dos seguintes efeitos farmacológicos: redução das secreções respiratórias e do edema da mucosa respiratória (efeitos a-adrenérgicos), relaxamento do músculo liso das vias aéreas e inibição do processo inflamatório (efeitos b-adrenérgicos) 1,4,

Apesar dessas propriedades farmacológicas na teoria, uma meta-análise recente não demonstrou efeitos significativos do uso inalatório de adrenalina em lactentes internados com bronquiolite 5, No entanto, os benefícios da adrenalina por via inalatória foram bem confirmados em crianças com laringotraqueobronquite.

  • Foram avaliados, inicialmente, os efeitos da adrenalina racêmica 6-9, porém dois ensaios clínicos recentes mostraram eficácia e segurança na nebulização com 4 e 5 ml de adrenalina comum (1:1000) em crianças com laringotraqueobronquite 10,11,
  • Com base nos resultados desses estudos, as literaturas internacionais sobre manejo de crianças com laringotraqueobronquite recomendam nebulização com adrenalina racêmica 2,25%, 0,5 ml diluída em 2-3 ml de soro fisiológico, ou com adrenalina comum (1:1000), 3 a 5 ml 1-3,

No Brasil, está disponível somente a adrenalina comum. Há grande variação em relação a doses de adrenalina recomendadas nas literaturas brasileiras para crianças com laringotraqueobronquite 12-16, Na maioria das vezes, as menores doses são recomendadas, variando de 0,5 a 3 ml de adrenalina, diluída em 2 ml de soro fisiológico 12,13,15,

  • Porém, a eficácia da nebulização com adrenalina em menores doses ainda não foi avaliada adequadamente em crianças com laringotraqueobronquite.
  • Observamos que, muitas vezes, a nebulização com adrenalina em menores doses resulta em alívio incompleto da obstrução das vias aéreas causada por laringotraqueobronquite, motivando o uso repetitivo de nebulizações com adrenalina, que raramente são necessárias quando a dosagem for adequada.

Os potenciais efeitos colaterais da adrenalina, tais como taquicardia, hipertensão, arritmia e palidez, são as principais preocupações do uso da adrenalina 12, Provavelmente, essas preocupações levam os médicos a usar nebulizações com menores doses de adrenalina em crianças com laringotraqueobronquite.

  • A presente revisão tem como objetivo apresentar evidências sobre a segurança da nebulização com 3 a 5 ml de adrenalina (1:1000) no tratamento das crianças com obstrução inflamatória aguda das vias aéreas.
  • Métodos
  • Identificação dos estudos

O banco de dados eletrônico do MEDLINE (janeiro de 1949 a julho de 2004) foi usado para identificar os estudos. As palavras-chave utilizadas para a busca foram: adrenaline OU epinephrine E ( laryn * OU croup OU bronchiolitis ) E ( nebul * OU inhal *). Os limites para a busca foram definidos como: child (0-18 anos), clinical trial e human, Uma busca adicional dos estudos foi feita nos bancos de dados eletrônicos do Lilacs e do Cochrane controlled clinical trials register, As referências bibliográficas dos artigos seleciona- dos também foram verificadas para identificar os estudos adicionais. Seleção dos estudos A seleção dos estudos foi realizada em duas etapas. Inicialmente, dois autores examinaram independentemente o título, o resumo e as palavras-chave dos artigos identificados nos bancos de dados eletrônicos, para selecionar os estudos potencialmente relevantes com vistas a uma leitura mais detalhada do texto completo. Depois da leitura do texto completo, dois autores decidiram independentemente a inclusão do estudo para esta revisão. Os estudos foram incluídos quando todos os seguintes critérios foram preenchidos: 1) ensaio clínico randomizado; 2) pacientes com diagnóstico de bronquiolite ou laringotraqueobronquite, com idade igual ou menor que 18 anos; 3) uso de adrenalina (1:1000) através de nebulização. As concordâncias entre os dois autores quanto à inclusão do estudo foram avaliadas (Kappa: 0,89), e as desconcordâncias, resolvidas pelo consenso. Extração e manejo de dados Dois autores extraíram independentemente os dados dos estudos selecionados, utilizando uma tabela pré-definida. Os dados extraídos incluíram número e faixa etária dos pacientes estudados, doses de adrenalina aplicadas, efeitos da adrenalina sobre a freqüência cardíaca e a pressão arterial sistêmica, além de outros efeitos colaterais da adrenalina. Esses dados obtidos pelos dois autores foram comparados para verificar os erros na extração. Foram apresentados, comparativamente, os efeitos colaterais da adrenalina em nebulizações com 3 a 5 ml e, também, com doses menores do medicamento. Resultados Sete ensaios clínicos foram incluídos para esta revisão. Cinco ensaios avaliaram os efeitos da adrenalina em bronquiolite 4,17-20, e dois em laringotraqueobronquite 10,11, A mostra as características dos sete ensaios clínicos. Um total de 238 pacientes recebeu nebulização com adrenalina (1:1000), dos quais 184 (77,3%) utilizaram dose igual ou maior que 3 ml. O esquema de nebulização com adrenalina em laringotraqueobronquite foi semelhante em dois ensaios clínicos (4 e 5 ml, em dose única). Porém, existe grande variação entre as doses de adrenalina aplicadas em bronquiolite nos outros cinco ensaios clínicos. Não foram registrados efeitos adversos severos da adrenalina nos sete ensaios clínicos, e não houve abandono de paciente em estudo por causa de efeitos colaterais da adrenalina. Efeitos da adrenalina inalatória sobre a freqüência cardíaca Efeitos da adrenalina sobre a freqüência cardíaca foram avaliados em todos os sete ensaios clínicos. Dos cinco ensaios clínicos nos quais a dose de adrenalina foi igual ou maior que 3 ml 4,10,11,17,19, dois demonstraram aumento significativo de freqüência cardíaca 17,4, No primeiro estudo, 99 crianças internadas por bronquiolite receberam três nebulizações consecutivas com 4 ml de adrenalina (1:1000) a cada 4 horas 17, Comparando-se com a freqüência cardíaca basal, antes da nebulização, o aumento médio foi de 13 a 21 batimentos por minuto (bpm), 30 minutos após cada nebulização, e de 10 a 15 bpm, 60 minutos após cada nebulização. Esses aumentos foram estatisticamente significativos, comparados com o grupo de controle (nebulização com soro fisiológico) (p valores entre 0,02 a < 0,001). Sessenta minutos após a última nebulização, a média da freqüência cardíaca foi de 151 bpm (95% IC: 147 a 156) no grupo da adrenalina, e de 138 bpm (95% IC: 134 a 142) no grupo de controle (p < 0,001). No segundo estudo, 19 crianças internadas por bronquiolite receberam nebulização com 3 ml de adrenalina (1:1000) em dose única 4, O aumento médio da freqüência cardíaca foi, aproximadamente, de 7 bpm, 40 minutos após a nebulização (p < 0,05). Em contraste com esses dois estudos, Waisman et al. mostraram uma diminuição da freqüência cardíaca após nebulização com 5 ml de adrenalina (1:1000) em 14 crianças atendidas na sala de emergência por laringotraqueobronquite 10, Comparada com a freqüência cardíaca basal, a diminuição média foi, respectivamente, de 5 e 10 bpm, 30 e 60 minutos após a nebulização. Não há dados sobre significância estatística dessa diminuição. Não houve diferença significativa quanto à freqüência cardíaca entre os grupos da adrenalina comum e da adrenalina racêmica. Dois ensaios clínicos, nos quais menores doses de adrenalina foram aplicadas, não demonstraram aumento significativo de freqüência cardíaca 18,20, Efeitos da adrenalina inalatória sobre a pressão arterial sistêmica Dois ensaios clínicos avaliaram os efeitos da adrena- lina sobre a pressão arterial sistêmica. A dose de adrenalina (1:1000) foi maior que 3 ml em ambos os estudos. Wainwright et al. mostraram um aumento de 5 mmHg, tanto na pressão arterial sistólica quanto na pressão arterial diastólica, 30 minutos após nebulização com 4 ml de adrenalina (1:1000) em crianças com bronquiolite 17, Entretanto, esses aumentos não foram estatisticamente significativos (valores p: 0,06 e 0,83). Waisman et al. também não demonstraram efeitos significativos de nebulização com 5 ml de adrenalina (1:1000) sobre a pressão arterial sistêmica em crianças com laringotraqueobonquite 10, Os valores médios da pressão arterial sistólica foram, respectivamente, 115, 114 e 109 mmHg, antes, 30 e 60 minutos após nebulização. Os valores médios da pressão arterial diastólica foram, respectivamente, 75, 71 e 68 mmHg, antes, 30 e 60 minutos após nebulização. Outros efeitos colaterais da adrenalina inalatória A presença de palidez foi avaliada em três ensaios clínicos 4,19,18, Nos dois primeiros, a dose de adrenalina foi igual ou maior que 3 ml. Somente um demonstrou maior incidência de palidez no grupo da adrenalina (3 ml, duas doses em 30 minutos), comparada com o grupo controle (salbutamol), 30 minutos (47,6 versus 14,3%, p < 0,05) e 60 minutos (38,1 versus 14,3%, p = 0,06) após a nebulização 19, Fitzgerald et al. relataram outros efeitos adversos, tais como hiperatividade, vômito, eritema, diarréia, sibilância e epistaxe, em seis pacientes em cada grupo de tratamento (adrenalina 1:1000, 4 ml versus budesonida 0,05%, 4 ml) 11, Discussão Nesta revisão, utilizamos o protocolo do Cochrane para identificar e selecionar os ensaios clínicos randomizados. Essa estratégia garante as melhores evidências para abordagem do assunto, evitando os erros na conclusão, os quais ocorrem freqüentemente nos artigos de revisão tradicionais 21, Grosso modo, as evidências apresentadas nesta revisão mostram um perfil seguro da nebulização com 3 ml ou mais de adrenalina (1:1000) em crianças com obstrução inflamatória aguda das vias aéreas. Entre 184 crianças tratadas com essas doses, nenhum efeito adverso severo foi registrado, e não houve abandono de paciente em estudo por efeitos colaterais. A taquicardia é o efeito colateral comum da adrenalina aplicada por via subcutânea ou endovenosa 12,15,22, As avaliações foram feitas em todos os sete ensaios clínicos sobre potenciais efeitos da adrenalina inalatória na freqüência cardíaca. Entre cinco ensaios clínicos nos quais a maior dose (> 3 ml) de adrenalina foi usada, somente dois demonstraram um aumento pequeno, mas estatisticamente significativo, da freqüência cardíaca. No entanto, do ponto de vista clínico, esses aumentos podem ser considerados toleráveis e sem relevância clínica. Além disso, foi observada, ainda, a tendência de redução da freqüência cardíaca em crianças tratadas com doses maiores de adrenalina através de nebulização 10, Não é surpresa que o uso inalatório de adrenalina aumente, em pequena intensidade, ou até mesmo reduza a freqüência cardíaca em crianças com obstrução inflamatória aguda das vias aéreas. Nessa ocasião, os potentes efeitos vasoconstritores da adrenalina nas mucosas respiratórias limitam sua absorção sistêmica e, conseqüentemente, seus efeitos b 1 -adrenérgicos (taquicardiogênicos) 2,4, Os efeitos vasoconstritores e broncodilatadores da adrenalina reduzem a obstrução inflamatória das vias aéreas, regulam a relação ventilação-perfusão pulmonar e, assim, melhoram a hipoxemia, que é um importante fator taquicardiogênico e arritmiogênico 4, Uma outra preocupação com o uso de adrenalina é o aumento da pressão arterial sistêmica causada por seus efeitos a-adrenérgicos. Nesta revisão, os efeitos da adrenalina inalatória sobre a pressão arterial sistêmica foram avaliados em dois ensaios clínicos com 113 crianças. Ambos os estudos não demonstraram aumento significativo, tanto da pressão sistólica quanto da pressão diastólica. A pequena quantidade de absorção sistêmica da adrenalina inalatória é, provavelmente, o fator responsável pela ausência dos efeitos significativos sobre a pressão arterial sistêmica. A palidez é um outro efeito colateral comum do uso sistêmico de adrenalina. Esse fenômeno é causado também pelos efeitos a-adrenérgicos da adrenalina. Entre sete ensaios clínicos que avaliaram efeitos colaterais da adrenalina, somente um mostrou maior freqüência de palidez 19, Esses dados indicam que a presença de palidez é infreqüente em crianças tratadas com adrenalina inalatória. Em resumo, as evidências apresentadas nesta revisão mostram que a nebulização com 3 a 5 ml de adrenalina (1:1000) é uma terapia segura, com poucos efeitos colaterais. Baseando-se nessas evidências, recomendamos nebulização com 3 a 5 ml de adrenalina (1:1000) em crianças com obstrução inflamatória aguda das vias aéreas. Artigo submetido em 26.10.04, aceito em 16.03.05

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    • Publicação nesta coleção 09 Ago 2005
    • Data do Fascículo Jun 2005
    • Aceito 16 Mar 2005
    • Recebido 26 Out 2004

    : Segurança de nebulização com 3 a 5 ml de adrenalina (1:1000) em crianças: uma revisão baseada em evidência

    Como diluir dipirona EV para criança?

    Incompatibilidades/compatibilidades – Dipirona sódica pode ser diluída em solução de glicose 29 a 5%, solução de cloreto de sódio a 0,9% ou solução de Ringer- lactato 80, Entretanto, tais soluções devem ser administradas imediatamente, uma vez que suas estabilidades são limitadas.

    Como é feita a diluição da dipirona?

    Diluição: Para solução injetável diluir cada ampola com 20mL de SF ou SG. Concentração máxima: 50 mg/mL. ​VO. Pode ser ingerido com ou sem alimentos.

    Qual a diluição da epinefrina?

    162 EPINEFRINA Nome Comercial / Apresentação Adren 1mg/mL (1:1000) – ampola 1mL Classe Terapêutica Agonista Adrenérgico Indicação Suporte hemodinâmico em situações de parada cardiorespiratória ou estados de choque, reação de hipersensibilidade, crise asmática grave e pouco responsiva às medidas terapêuticas habituais, controle de pequenas hemorragias cutâneas, indução e manutenção da midríase durante cirurgia intraocular.1,2 Off-label (ACLS guidelines): fibrilação ventricular ou taquicardia ventricular sem pulso, assitolia, atividade elétrica sem pulso, hipotensão/ choque não responsivo a reposição volêmica, bradicardia sintomática e suporto inotrópico.3 Dose Adulto Assistolia, parada cardíaca sem pulso, fibrilação ventricular ou taquicardia ventricular sem pulso: 1mg, a cada 3-5min.

    Na parada cardíaca pode ser utilizada a via intracardíaca, limitada à sala cirúrgica, quando não há possibilidade de uso de outras vias.1 Bradicardia: 2-10mcg/min ou 0,1-0,5mcg/kg/min, infusão EV.3 Broncodilatação: 0,3-0,5mg, SC, a cada 20min por 3 doses.3 Reação de hipersensibilidade: 0,2-0,5mg, IM ou SC, a cada 5-15min; 0,1mg por 5min, EV, com infusão de 1-4mcg/min.

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    A administração SC resulta numa absorção mais lenta e menos confiável. A administração IM no anterolateral do terço médio da coxa é preferível em situações de anaflaxia.3 Hipotensão/choque não responsivo a reposição volêmica (Off-label): 0,1-0,5mcg/kg/min, infusão EV.3 Indução e manutenção da midríase durante cirurgia intraocular: diluir a solução de 1:1000 (1mg/ mL) para uma concentração final de 1:100.000 a 1:1.000.000 (10mcg/mL a 1mcg/mL), intraocular.3 Pediatria Assistolia, parada cardíaca sem pulso, fibrilação ventricular ou taquicardia ventricular sem pulso: 0,01mg/kg, EV, a cada 3-5 min.

    1. Dose máxima por dose: 1mg; 0,1-1mcg/kg/min, infusão EV; Bradicardia: 0,01mg/kg, EV, a cada 3-5min se necessário.
    2. Dose máxima por dose: 1mg; 0,1-1mcg/kg/min, infusão EV; Broncodilatação: 0,01mg/kg, SC, a cada 20min por 3 doses; Reação de hipersensibilidade: 0,01mg/kg, IM ou SC, a cada 5-15min.
    3. A administração SC resulta numa absorção mais lenta e menos confiável.

    A administração IM no anterolateral do terço médio da coxa é preferível em situações de anaflaxia; Hipotensão/choque não responsivo a reposição volêmica (off-label): 0,1-01mcg/kg/min, infusão EV; Indução e manutenção da midríase durante cirurgia intraocular: Igual a dose de adulto.3 Ajuste de dose Insuficiência renal: Não é necessário ajuste para insuficiência renal.3 Hemodiálise: Não foram encontrados informações sobre ajuste de dose para pacientes em hemodiálise.1,2,3,4,5,6,7 Insuficiência hepática: Não é necessário ajuste para insuficiência hepática.3 Preparo / Diluição Diluir em SF ou SG 5%.

    1. Concentração máxima²: Adultos: 16mcg/mL; Crianças: 64mcg/mL.3 Medicamento fotossensível, proteger da luz durante armazenamento e administração.
    2. Administração ​EV, IM, SC, INAL, intraocular, intracardíaca.1,3 Medicamento Vesicante: administrar via cateter venoso central (CVC) devido a alto risco de ulceração e necrose.

    Medicamento fotossensível, proteger da luz durante administração. Estabilidade / Conservação ​Pós-diluição: imediata. A porção restante na ampola deve ser desprezada. Proteger da luz. Não utilizar se a solução estiver escurecida ou com precipitado.1 Cuidados Específicos e Monitoramento Medicamento Sintomático Recomendado Atualizado em: 24/04/2023 07:24

    Como diluir a epinefrina?

    Push dose de epinefrina, já ouviu falar? – Galera, o push dose de Epinefrina está sendo muito queridinho pelos os emergencistas. É uma técnica usada há muito tempo pelos anestesistas, e nada mais é do que a administração de pequenas doses intermitentes de vasopressores para otimizar o estado hemodinâmico do paciente, e a Epinefrina é a droga mais utilizada, devido à sua menor tendência de causar taquicardia ou reduzir o débito cardíaco.

    1 amp Epinefrina + 99ml SF0,9% = 10mcg/ml 1 – 3 ml de 5/5min

    Como fazer diluição de noradrenalina?

    Diluição – Quanto à diluição, o Uptodate recomenda uma ou duas ampolas (4 ou 8 mg) de noradrenalina em 246 (ou 242) mL de soro fisiológico ou soro glicosado 5% (16-32 mg/L), mas concentrações de até 128 mg/L são costumeiramente recomendadas, inclusive no Brasil,

    descubra a concentração padrão do serviço e use-a;se não conseguir descobrir, dilua duas ou quatro ampolas de norepinefrina (8-16 mg) em 242 ou 234 mL de soro glicosado 5%;apesar da noradrenalina ser estável em solução salina, a maioria dos serviços costuma usar soro glicosado mesmo — não brigue por causa disso.

    Quantos mL de amoxicilina 250mg por kg infantil?

    A amoxicilina tri-hidratada, um antibiótico eficaz contra grande variedade de bactérias, é indicada para tratamento de infecções bacterianas causadas por germes sensíveis à ação da amoxicilina. Entretanto, seu médico pode receitar este medicamento para outro uso.

    Se desejar mais informações, pergunte ao seu médico. Este medicamento não pode ser usado por pessoas alérgicas à amoxicilina, a outros antibióticos penicilínicos ou antibióticos similares, chamados cefalosporinas. Se você já teve uma reação alérgica (como erupções da pele) ao tomar um antibiótico, deve conversar com seu médico antes de usar amoxicilina tri-hidratada.

    Este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista. Modo de usar Importante: AGITE BEM O FRASCO ANTES DE ADICIONAR A ÁGUA. Siga as orientações de seu médico sobre a maneira e a hora correta de tomar o medicamento.

    1. Ele vai decidir a quantidade diária que você precisa e o tempo durante o qual você deve usar o medicamento.
    2. Leia esta bula com cautela.
    3. Se você tiver alguma dúvida, fale com seu médico.
    4. Recomenda-se ingerir o medicamento nas refeições, embora ele continue eficaz mesmo que você o tome em outros horários.

    Continue tomando este medicamento até o fim do tratamento prescrito pelo médico. Não pare somente porque se sente melhor. Preparo da suspensão Verifique se o selo está intacto antes do uso do produto Antes de preparar a suspensão, com o frasco ainda lacrado, agite bem para que o pó se solte das paredes, conforme FIGURA 1.

    1. Adicione água filtrada até a marca impressa no rótulo, conforme.
    2. Recoloque a tampa e agite o frasco até que se forme uma suspensão homogênea, conforme FIGURA 3.
    3. Verifique se a mistura atingiu a marca indicada no rótulo.
    4. ISTO É IMPORTANTE! Caso contrário, adicione mais água até a marca e torne a agitar o frasco.

    Uma regra simples é tomar amoxicilina às 7 h da manhã, às 3 h da tarde e as 11 h da noite, no regime de três vezes ao dia, caso a caso, e conforme prescrição médica. Utilize o copo dosador para tomar o medicamento. Agite a suspensão oral antes de usá-la.

    Cuidados de conservação após reconstituição Este medicamento mantém sua potência antibiótica por até 14 dias quando conservado em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C). Após este prazo, despreze a suspensão não utilizada. Posologia 7 horas 15 horas 23 horas Dose para adultos e crianças acima de 40 kg Dose padrão: 250 mg, três vezes ao dia (de 8 em 8 horas), podendo ser aumentada para 500 mg, três vezes ao dia (de 8 em 8 horas) nas infecções mais graves.

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    Tratamento com dose alta (máximo recomendável de 6 g ao dia em doses divididas) Recomenda-se uma dose de 3 g, duas vezes ao dia (de 12 em 12 horas) nos casos que requerem tratamento de infecção respiratória purulenta (com a presença de pus) grave ou recorrente.

    • Tratamento de curta duração Gonorreia: dose única de 3 g.
    • Erradicação de Helicobacter pylori em úlcera péptica (no duodeno ou no estômago) Para combater o Helicobacter (bactéria que ataca o estômago e o duodeno), recomenda-se o uso de amoxicilina tri-hidratada no esquema de 750 mg a 1 g, duas vezes ao dia, em associação com um inibidor da bomba de prótons (exemplo: omeprazol, lanzopazol) e outro agente antimicrobiano (por exemplo claritromicina, metronidazol), por 7 dias.

    Dose para crianças abaixo de 40 kg Dose padrão para crianças: 20 a 50 mg/kg/dia em doses divididas (de 8 em 8 horas), até um máximo de 150 mg/kg/dia em doses divididas. Pacientes com insuficiência renal (dos rins) Na insuficiência renal, a eliminação do antibiótico é mais lenta.

    1. Conforme o grau dessa condição, seu médico pode indicar a redução da dose diária total de acordo com o esquema descrito a seguir.
    2. Adultos e crianças acima de 40 kg – insuficiência leve: nenhuma alteração de dose; – insuficiência moderada: máximo de 500 mg, duas vezes ao dia (de 12 em 12 horas); – insuficiência grave: máximo de 500 mg, uma vez ao dia.

    Crianças abaixo de 40 kg – insuficiência leve: nenhuma alteração de dose; – insuficiência moderada: 15 mg/kg, duas vezes ao dia (de 12 em12 horas); (no máximo de 500 mg, duas vezes ao dia); – insuficiência grave: 15 mg/kg, uma vez ao dia (no máximo de 500 mg).

    Pacientes que recebem diálise peritoneal Usa-se a mesma posologia indicada para pacientes com insuficiência renal grave. A diálise peritoneal (processo de limpeza das substâncias tóxicas do organismo através do peritônio, membrana que envolve o abdome) não remove a amoxicilina do corpo. Pacientes que recebem hemodiálise Usa-se a mesma posologia indicada para pacientes com insuficiência renal grave.

    A amoxicilina é removida do sangue por hemodiálise (processo que substitui os rins na filtragem sanguínea). Portanto, uma dose adicional (500 mg para adultos e crianças acima de 40 kg ou 15 mg/kg para crianças abaixo de 40 kg) pode ser administrada durante e no final de cada diálise.

    Seu médico poderá indicar tratamento por via parenteral (feito com aplicação de injeções intravenosas, intramusculares ou subcutâneas) nos casos em que a via oral for considerada inadequada (particularmente nos tratamentos urgentes de infecções graves). Conforme o grau de insuficiência renal, talvez seu médico ache necessário reduzir a dose diária total.

    Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Avise seu médico o mais cedo possível se você não se sentir bem durante o tratamento com amoxicilina tri-hidratada.

    1. Assim como todo medicamento, amoxicilina tri-hidratada pode provocar reações adversas, porém isso não ocorre com todas as pessoas.
    2. Os efeitos colaterais deste medicamento geralmente são leves.
    3. Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): – Diarreia (várias evacuações amolecidas por dia) e enjoo; quando isso acontece, os sintomas normalmente são leves e com frequência podem ser evitados tomando-se o medicamento no início das refeições.

    Se continuarem ou se tornarem graves, consulte o médico. – Erupções da pele. Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): – Vômito, urticária e coceira. Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): – Diminuição de glóbulos brancos (leucopenia reversível), que pode resultar em infecções frequentes, como febre, calafrios, inflamação da garganta ou úlceras na boca; – Baixa contagem de plaquetas (trombocitopenia reversível), que pode resultar em sangramento ou hematomas (manchas roxas que surgem com mais facilidade que o normal); – Destruição de glóbulos vermelhos e consequentemente anemia (anemia hemolítica), que pode resultar em cansaço, dores de cabeça e falta de ar causada pela prática de exercícios físicos, vertigem, palidez e amarelamento da pele e/ou dos olhos; – Sinais repentinos de alergia, tais como erupções da pele, prurido (coceira) ou urticária, inchaço da face, dos lábios, da língua ou de outras partes do corpo, falta de ar, respiração ofegante ou problemas para respirar; se esses sintomas ocorrerem, pare de usar o medicamento e procure socorro médico o mais rápido possível; – Convulsões podem ocorrer em pacientes com função renal prejudicada ou que estejam recebendo doses altas do medicamento; – Hipercinesia (presença de movimentos exacerbados e incontroláveis), tontura; – Candidíase mucocutânea, infecção micótica (causada por fungos) que normalmente afeta as partes íntimas ou a boca; na área genital, pode provocar coceira e queimação (com a presença de uma fina camada de secreção branca), e na boca ou na língua podem surgir pintas brancas dolorosas; – Colite associada a antibióticos ; – Sua língua pode mudar de cor, ficando amarela, marrom ou preta, e dar a impressão de ter pelos (língua pilosa negra); – Houve relatos de descoloração superficial dos dentes em crianças.

    Uma boa higiene oral ajuda a prevenir esse efeito porque o produto pode, em geral, ser removido com a escovação (apenas amoxicilina tri-hidratada em suspensão oral); – Inflamação da membrana que reveste o cérebro (meningite asséptica); – Efeitos relacionados ao fígado; esses sintomas podem manifestar-se como enjoo, vômito, perda de apetite, sensação geral de mal-estar, febre, coceira, amarelamento da pele e dos olhos e escurecimento da urina e aumento de algumas substâncias (enzimas) produzidas pelo fígado; – Reações cutâneas graves: erupção cutânea (eritema multiforme), que pode formar bolhas (com pequenas manchas escuras centrais rodeadas por uma área pálida, com um anel escuro ao redor da borda); erupção cutânea generalizada com bolhas e descamação da pele na maior parte da superfície corporal (necrólise epidérmica tóxica); erupções na pele com bolhas e descamação, especialmente ao redor da boca, nariz, olhos e genitais (síndrome de Stevens-Johnson); erupções na pele com bolhas contendo pus (dermatite esfoliativa bolhosa); erupções escamosas na pele, com bolhas e inchaços sob a pele (exantema pustuloso); – Doença renal (problemas para urinar, possivelmente com dor e presença de sangue ou cristais na urina); – Sintomas semelhantes aos da gripe com erupção cutânea, febre, glândulas inchadas e resultados anormais de exames de sangue,

    Se qualquer desconforto incomum se manifestar enquanto você estiver tomando o medicamento, informe seu médico o mais breve possível. Informe seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

    Como diluir 1 mL de dipirona?

    Incompatibilidades/compatibilidades – Dipirona sódica pode ser diluída em solução de glicose 29 a 5%, solução de cloreto de sódio a 0,9% ou solução de Ringer- lactato 80, Entretanto, tais soluções devem ser administradas imediatamente, uma vez que suas estabilidades são limitadas.

    Pode diluir diazepam em soro fisiológico?

    Administração: no braço. Não diluir.

    Quantos mL de soro para diluir dipirona?

    Diluição: Para solução injetável diluir cada ampola com 20mL de SF ou SG.

    Como calcular mL por kg remédio?

    Como calcular dosagem de medicamentos por peso? – A dosagem de um medicamento que será prescrita pode depender de alguns fatores, como as particularidades do indivíduo e a composição do medicamento. A forma mais prática e utilizada para calcular a dosagem de medicamentos por peso é por meio de uma regra de três simples,

    • Para realizar a regra de três, é imprescindível que as grandezas estejam nas mesmas medidas.
    • Ou seja: se estivermos calculando o fármaco em miligramas (mg), todos os dados deverão estar nessa unidade.
    • Se o peso do paciente estiver em gramas (g), os outros também deverão estar nessa unidade e assim por diante.

    Após separar as grandezas da mesma unidade na mesma coluna, você deve montar a proporção e resolver a regra de três. Por exemplo : se na descrição da bula do medicamento estiver indicando que a prescrição deve ser 100mg/Kg/dia quer dizer que em um dia deve ser administrado, no máximo, 100 mg do medicamento para cada quilo do paciente.

    Quantos mL de amoxicilina por kg?

    A dose usual diária recomendada é de: 25 mg/kg/dia para tratamento de infecções leves a moderadas; 45 mg/kg/dia para o tratamento de infecções mais graves.

    Como transformar 5 mg em mL?

    ML = mg / 1000.

    Como diluir o remédio na seringa?

    – Segurar a seringa com a mão dominante e introduzir a agulha com o bisel voltado para baixo, encostado na parede da ampola. – Aspirar a dose prescrita do medicamento e diluí-lo conforme protocolo da instituição ou prescrição médica.

    Como dar medicação a criança?

    Supervisione a ingestão – A criança deve tomar remédios que devem ser engolidos sentados ou em pé para evitar engasgo. Cápsulas e comprimidos podem ser tomados com cerca de 100 ml de líquido (água ou chá). Se engolir com água e não funcionar, você também pode oferecer uma colher de purê de maçã ou outros alimentos leves de fácil ingestão.

    Quais as vias de administração de medicamentos em crianças?

    29 A seguir, são apresentados os principais fatores relacionados ao organismo pediátrico na distribuição de fármacos. Existem diversas vias para a administração de um medicamento ( oral, sublingual, intradérmica, subcutânea, intramuscular e intravenosa ).