Tabela De Fator De Utilização De Luminárias Osram?

Como calcular o fator de utilização da luminária?

Descubra como é feito o cálculo luminotécnico – Inicialmente, para se fazer o cálculo luminotécnico é identificado o nível de iluminação médio, conforme as orientações da, que define os requisitos indispensáveis para áreas de trabalho internas. O valor é verificado tendo em vista a atividade desenvolvida no ambiente específico.

  1. Em seguida, deve ser realizado o cálculo do índice do local que observa as dimensões em metros das estruturas físicas.
  2. Depois disso, é feita a definição do fator de utilização que foi fornecido pelo fabricante da,
  3. Uma tabela vem com os itens para fazer o cruzamento dos índices de refletância com o índice do recinto.

O próximo passo é definir o ou depreciação que está relacionado com o fluxo emitido pelo dispositivo no seu período inicial e depois do período de revisão. A luz direcionada à área pode causar o ofuscamento que precisa ser delimitado. Dessa maneira, o nível de ofuscamento também precisa ser considerado.

Iluminância média;Metragem do ambiente;Número de dispositivos de LED;Fluxo luminoso;Fator de utilização e manutenção;Distribuição das luminárias de LED;Fator de fluxo luminoso do reator.

Os sistemas de iluminação são dimensionados de acordo com o fator de perdas luminosas, a atividade desenvolvida, o tipo do ambiente e os modelos de luminárias ou utilizados. Esses parâmetros são úteis por que no decorrer do tempo de uso dos equipamentos eles reduzem o fluxo luminoso, em função do desgaste e do acúmulo de poeira.

  1. Determinada a quantidade de itens necessários para atingir o nível ideal de luminosidade, será efetivada a distribuição equilibrada no ambiente com distâncias entre os dispositivos e deles com as paredes.
  2. Luminárias podem ser acrescentadas se o cálculo for incompatível com a distribuição ideal.
  3. Vamos imaginar um exemplo prático desse cálculo em um ambiente com atividades básicas durante algumas horas.

Se a (Associação Brasileira de Normas Técnicas) informa que são necessários 200 lux para a realização das tarefas, utiliza-se a fórmula “X LM/ 5 metros quadrados = 200”. Nesse caso, temos o seguinte: 200 x 5 = 1.000 lumens. Com duas luminárias que emitam 500 lumens, cada, o ambiente estará perfeitamente iluminado.

Como calcular o fator de depreciação da luminária?

Como calcular o fator de manutenção? – Normalmente, o fator de manutenção mais utilizado pelos projetistas e também pelos fabricantes é de 0,80. Ou seja, quando a luminária perder 20% de sua capacidade de iluminação, terá chegado ao fim de sua vida útil.

Essa perda acontecerá de acordo com a vida útil das luminárias LED, demonstrando a quantidade de horas também especificada pelo fabricante, conforme citamos no item 11 ( Análise da depreciação luminosa ) sobre as luminárias L70 e L85. Para que seu investimento tenha efetividade, é recomendável que você utilize produtos de qualidade e que tenham, em média a indicação de mais de 50.000 horas de uso com suas plenas capacidades.

Vejamos um exemplo prático da aplicabilidade do fator de manutenção : Um projeto de iluminação precisa de 400 lux de iluminância média e o fator de manutenção é de 0.80. Dessa forma, o cálculo seria da seguinte forma: Divide-se, primeiramente, o fator de manutenção total máximo é 1.00 (ou 100%) pelo fator 0.80 (que é o fator do projeto) = 1.25.

Depois multiplicamos, ao instalar as luminárias, a iluminância média de 400 lux vezes o fator 1.25 = 500 lux, Ou seja, sempre que o fator de manutenção for de 0.80, a quantidade de lux se elevará em 25%. Essa é a importância de se aplicar o fator de manutenção no projeto, sob pena de comprometer a iluminância do ambiente.

Desta forma, este projeto luminotécnico ficará dentro das normas de iluminação vigentes até o final de sua vida útil.

Como calcular fator de iluminação?

O cálculo de Lúmens para cada espaço – Para saber qual a quantidade de iluminância necessária no ambiente deve-se multiplicar o valor do lux médio pela área total do cômodo (NBR 5413). Caso queira apenas saber se a quantidade de luz existente é o suficiente para aquele ambiente, é só somar o lúmen de todas e dividir esse valor pelo metro quadrado.

  • Veja o exemplo: Analisando uma cozinha com 23m², a média de iluminância necessária seria de 150 lx de acordo com a norma.
  • Multiplicando esses dois fatores, resultaria em um lúmen necessário de 3450.
  • Se fossem estabelecidos quatro pontos de luz naquele ambiente, poderiam ser duas lâmpadas de 1100 lúmens, uma de 800 lúmens e uma de 450 lúmens.

Se nesse caso fosse escolhido o uso de lâmpadas de LED, então seriam duas de 13-15 watts, uma de 8-12 watts e uma de 6-9 watts. Apesar de ser fundamental, o cálculo não deve ser o único fator decisivo, muitas outras variáveis devem ser levadas em consideração, como a quantidade de luz natural existente, a cor da parede e revestimentos, altura do pé direito a distância entre os pontos de luz e entre outros. Escrito por Equipe G-light A G-Light é atualmente uma das maiores empresas de iluminação do país. Além, de investir em inovação, preza pelo desenvolvimento de soluções em iluminação que agreguem economia, design atrativo, qualidade e tecnologia sustentável sempre buscando a satisfação do cliente. Aqui você encontrará dicas, informações e curiosidades sobre iluminação.

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Qual o fator de potência de lâmpadas?

Como o fator de potência pode ser calculado? – Você se lembra que, mais acima, comentamos que o fator de potência se refere ao cosseno do ângulo de defasagem entre a tensão e a corrente elétrica? Pois bem, agora essa informação é mais útil do que nunca! É através dela, inserida em uma fórmula interessante, que descobrimos a quantidade numérica exata do FP de um circuito elétrico.

FP é o Fator de Potência; Cos Ⲫ é o Cosseno do ângulo fi; KW é a potência ativa; e KVA é a potência aparente, que é a soma da potência ativa e reativa.

Desse cálculo, o valor resultante pode estar entre -1, que é uma quantidade indutiva, ou seja, literalmente negativa, ou 1, que é uma quantia capacitiva, ou positiva e indica que o FP está trabalhando corretamente. Assim, a meta é sempre deixar o circuito elétrico o mais perto possível do valor 1, respeitando também a regulamentação nacional.

Como calcular o fator de utilização?

Para determinar o Fator de Utilização, basta cruzar o valor do Índice do Local (K) calculado anteriormente (dado na horizontal) com os dados de refletância das superfícies do teto, da parede e do piso (dado na vertical).

O que é um fator de utilização?

➢Fator de Utilização: É o fator pelo qual deve ser multiplicada a potência nominal do aparelho para se obter a potência média absorvida pelo mesmo, nas condições de utilização.

Como fazer tabela de depreciação?

O cálculo da taxa de depreciação de máquinas e equipamentos possui a seguinte fórmula: Depreciação anual = (custo de aquisição – valor residual) / anos de vida útil.

Como descobrir o fator de manutenção?

Como calcular esse valor de maneira adequada para iluminação de áreas internas e para iluminação pública? – O projetista da iluminação será responsável por definir os métodos de cálculo aplicados em seus projetos. Para compreender essa conta, vamos fornecer um exemplo prático.

Fator de manutenção = 1 – depreciação esperadaFator de manutenção = 1 – 0,30 = 0,70

A solução para esse problema é avaliar essas condições na hora de fazer o, Por exemplo, uma empresa precisa de iluminância mantida de 100 lux, de modo que o projetista decida acrescentar 43% e trabalhar com o percentual de 143%. Esse valor vai reduzindo aos poucos, com o passar do tempo, por causa da depreciação.

  1. Caso a norma estabeleça que uma área deverá ter, no mínimo, 30 lux, o projeto jamais poderá ter uma média inferior a esse parâmetro no final da vida útil de seus dispositivos.
  2. Para compensar a perda natural, é aplicado o fator de manutenção, que serve para prever o futuro da iluminância mantida com base nas propriedades iniciais de um sistema.

Geralmente, os fabricantes dos dispositivos de iluminação utilizam o fator de manutenção 0,80. Em virtude disso, a iluminação poderá ser 25% maior do que foi projetado pelo especialista no momento da instalação. Muitos equipamentos perdem 20% da sua luminosidade depois de 30.000 horas de uso, entretanto, é possível encontrar dispositivos com qualidade superior.

O que é RCR iluminação?

PBE EDIFICA Moderador: Mensagens: Registrado em: Sex Jul 25, 2014 10:03 am por » Sex Jul 25, 2014 11:05 am Desejo saber qual é a diferença entre a utilização dos índice “k” ou “RCR” na análise da eficiência do sistema de iluminação pelo método das atividades do edifício,

  • Mensagens: Registrado em: Seg Jun 09, 2014 11:13 pm por » Ter Jul 29, 2014 3:59 pm st1po escreveu: Desejo saber qual é a diferença entre a utilização dos índice “k” ou “RCR” na análise da eficiência do sistema de iluminação pelo método das atividades do edifício,
  • O Índice de Ambiente classifica diferentes ambientes de acordo com a área, considerando a distribuição uniforme das luminárias.

O RCR corresponde às dimensões de um espaço fechado (comprimento, largura, altura), determinando os efeitos do coeficiente global de utilização de uma luminária dentro dele. Entretanto, não existe diferença entre os dois. Ambos são índices utilizados para avaliação da iluminação na geometria interna dos ambientes pelo método das atividades.

  1. Mensagens: Registrado em: Sex Jul 25, 2014 10:03 am por » Sex Ago 01, 2014 5:20 pm Acho que minha pergunta foi vaga e não exprimiu a minha real dúvida.
  2. Porque escolher K ou RCR, qual é a vantagem de utilizar um ou outro que balizaria a escolha do cliente.
  3. Mensagens: Registrado em: Seg Jun 09, 2014 11:13 pm por » Seg Ago 04, 2014 10:53 am st1po escreveu: Acho que minha pergunta foi vaga e não exprimiu a minha real dúvida.

Porque escolher K ou RCR, qual é a vantagem de utilizar um ou outro que balizaria a escolha do cliente. Não existe por que nem vantagem na escolha entre K ou RCR. São índices semelhantes calculados de maneiras distintas. A escolha entre um ou outro depende da afinidade do consultor com os cálculos.

Como calcular luminárias?

O cálculo de Lúmens para cada espaço – Para saber qual a quantidade de iluminância necessária no ambiente deve-se multiplicar o valor do lux médio pela área total do cômodo (NBR 5413). Caso queira apenas saber se a quantidade de luz existente é o suficiente para aquele ambiente, é só somar o lúmen de todas e dividir esse valor pelo metro quadrado.

Veja o exemplo: Analisando uma cozinha com 23m², a média de iluminância necessária seria de 150 lx de acordo com a norma. Multiplicando esses dois fatores, resultaria em um lúmen necessário de 3450. Se fossem estabelecidos quatro pontos de luz naquele ambiente, poderiam ser duas lâmpadas de 1100 lúmens, uma de 800 lúmens e uma de 450 lúmens.

Se nesse caso fosse escolhido o uso de lâmpadas de LED, então seriam duas de 13-15 watts, uma de 8-12 watts e uma de 6-9 watts. Apesar de ser fundamental, o cálculo não deve ser o único fator decisivo, muitas outras variáveis devem ser levadas em consideração, como a quantidade de luz natural existente, a cor da parede e revestimentos, altura do pé direito a distância entre os pontos de luz e entre outros. Escrito por Equipe G-light A G-Light é atualmente uma das maiores empresas de iluminação do país. Além, de investir em inovação, preza pelo desenvolvimento de soluções em iluminação que agreguem economia, design atrativo, qualidade e tecnologia sustentável sempre buscando a satisfação do cliente. Aqui você encontrará dicas, informações e curiosidades sobre iluminação.

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Quanto de iluminação por m2?

Como realizar o cálculo de iluminação LED por metro quadrado? – Agora que você sabe que a quantidade de lâmpadas LED que você precisa para um ambiente varia de acordo com certos fatores, veja como calcular a iluminação LED. Nessa etapa, o conceito mais importante é o de “lúmen”, a medida de quantidade total de luz visível emitida por uma fonte.

  1. Determine a quantidade de lúmens necessários por metro quadrado (lm/m²). Por exemplo, para escritórios, recomenda-se 500 lm/m².
  2. Meça a área do ambiente: multiplique o comprimento pela largura.
  3. Calcule o total de lúmens necessário: multiplique a área pelo valor de lúmens recomendado por m².
  4. Verifique a capacidade de lúmen de sua lâmpada LED: encontrado na embalagem ou nas especificações.
  5. Divida o total de lúmens necessários pela capacidade de lúmen da lâmpada: o resultado é o número de lâmpadas necessárias.

Exemplo: Se um escritório tem 20m² e você está usando lâmpadas que fornecem 1.000 lúmens, você precisaria de 10 lâmpadas. Leia também > Lúmens e watts em lâmpadas: Entenda a relação com o brilho Realizar o cálculo de iluminação LED corretamente garante que o ambiente seja bem iluminado, proporcionando bem-estar e funcionalidade. O investimento em LED, aliado a um planejamento correto, resultará em ambientes mais agradáveis e úteis, contribuindo significativamente para a satisfação de todos que o utilizam. Ao planejar a iluminação de um espaço, é essencial considerar a quantidade de luz necessária para torná-lo funcional e confortável. A tecnologia LED, com suas inúmeras vantagens, é uma opção atrativa e eficiente. Quer ir além de saber como calcular o número de lâmpadas para um espaço? Então, leia também o nosso artigo sobre benefícios da iluminação LED e faça a melhor escolha para o seu projeto.

Quanto ilumina um plafon de 18W?

Compre Por Kits Fechados – Compre mais, pague menos 5 un.10 un.12 un.24 un.50 un. energiluxPrancheta 30 FRETE GRÁTIS* 10% de desconto à vista ou 1x no cartão sobre Crie ambientes espetaculares com a nossa luminária LED sobrepor! Nós da Energilux sabemos que um projeto de iluminação só está completo quando percebemos que tudo o que planejamos saiu como queríamos, não é mesmo? Por isso, se o seu ambiente está com uma iluminação opaca e você quer revitalizá-lo, aposte na luminária LED sobrepor 18W ! Ela ilumina sem ofuscamento e seu acabamento é impecável, ideal para quem deseja ter o aspecto “clássico” no ambiente.

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Saiba +

Qual fator de potência usar?

Este artigo é uma continuação de uma série sobre os indicadores em nossa conta de energia. No artigo anterior foi explicado sobre o Fator de Carga e como ele pode nos ajudar a entender melhor o nosso regime de consumo de energia. Neste artigo, será explicado um outro indicador muito importante, principalmente quando se trata de contas de energia industriais: o Fator de Potência,

Antes de entrar na explicação sobre o Fator de Potência, é importante entender o conceito de Potência Reativa, Potência Aparente e Potência Ativa: Potência Aparente: é a potência instantânea medida multiplicando a tensão pela corrente, medida em kVA (quilo Volt-Ampere). Potência Ativa: é aquela que é usada no equipamento para realizar trabalho, ou seja, é de fato utilizada na conversão de energia elétrica em mecânica, térmicaetc.

É medida em kW (quilo Watts). Potência Reativa: é utilizada na manutenção dos campos eletromagnéticos nas estruturas das cargas indutivas, como motores de indução. Sua unidade de medida é o kVAr (quilo Volt-Ampere Reativo). Quando cargas indutivas são acionadas com alimentação por corrente alternada, ocorre um fenômeno de defasagem entre as ondas da tensão e da corrente, causando o surgimento da Potência Reativa. Logo, de uma forma resumida, o Fator de Potência (FP) nada mais é que uma medida de quanto da potência elétrica consumida está de fato sendo convertido em trabalho útil. Segundo a Legislação Brasileira o Fator de Potência mínimo permitido para as contas de energia é de 0,92.

  • Abaixo deste valor, a Concessionária deve cobrar multa na fatura de energia sobre o consumo de Potência Reativa além dos 8% máximos permitidos.
  • As principais cargas que causam baixo FP são lâmpadas fluorescentes, transformadores em vazio (sem carga) ou com baixa carga e motores de indução (motores mais usados na indústria).

Equipamentos baseados em resistências elétricas como lâmpadas incandecentes e aquecedores elétricos em geral tem FP próximo a 1, ou seja, são os que menos contribuem para o surgimento das multas. A forma de compensar o baixo Fator de Potência é a instalação de bancos de capacitores em paralelo na entrada de energia ou no próprio equipamento com carga indutiva.

Onde achar fator de potência?

FP = Cos Ⲫ = KW / KVA Cos Ⲫ é o Cosseno do ângulo fi; KW é a potência ativa; e KVA é a potência aparente, que é a soma da potência ativa e reativa.

Onde encontrar o fator de potência?

O fator de potência exibido no quadro de cargas é obtido através da Potência total (W) e da Potência total (VA). A Potência total (W) é obtida somando a potência (W) de todas as peças associadas ao circuito. Esta informação é retirada diretamente do cadastro da peça.

O que é fator de fluxo luminoso?

Fator de fluxo luminoso (FFL): indica qual será o fluxo luminoso emitido pela lâmpada. Ex.: se uma lâmpada de 2700 lúmens for empregada com reator eletrônico de FFL = 1,1, ela emitirá 2970 lúmens.

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Como calcular o fator de demanda elétrica?

Para realizar o cálculo de demanda de energia elétrica, o padrão nacional é calcular a média de todas as potências registradas em uma unidade consumidora, ligando todos os equipamentos e lâmpadas simultaneamente, em intervalos de 15 minutos. A soma dessas potências é demanda do sistema elétrico.

O que é cálculo luminotécnico?

O cálculo luminotécnico é uma etapa fundamental para o planejamento adequado de qualquer sistema de iluminação. Quando focado em um setor tão segmentado quanto a indústria, o projeto se torna ainda mais relevante.

O que é índice de luminosidade?

Ela é o limite da razão do fluxo luminoso recebido pela superfície em torno de um ponto considerado, para a área da superfície quando esta tende para zero.

O que é fator de demanda na elétrica?

Fator de demanda – De acordo com a Resolução Normativa nº 414/2010 da Agência Nacional de Energia Elétrica ( ANEEL ), o fator de demanda é a razão entre a demanda máxima de potência registrada num intervalo de tempo especificado, ou potência de alimentação, e a potência instalada na unidade consumidora. O fator de demanda é usado geralmente para o dimensionamento de instalações elétricas, pela análise da simultaneidade de uso dos equipamentos. Isso porque não é economicamente interessante se projetar uma instalação elétrica por inteiro considerando a potência instalada somada de todos os equipamentos, sendo que nem todos os equipamentos vão estar funcionando ao mesmo tempo.

No caso de novas instalações, em geral, os projetistas não têm disponíveis os valores do fator de demanda prático, pois essa técnica não é usual. Felizmente, fatores de demanda típicos, seja para indústria, comércio, e outros ramos de atividades, são disponibilizados em normas técnicas e literaturas especializadas para suportar o projeto e o dimensionamento de novas instalações elétricas.

Tipicamente a potência instalada é consideravelmente maior que a potência de alimentação da instalação, que é a demanda máxima de potência no pico da curva de carga. Por isso, a determinação correta da potência de alimentação através de medição é fundamental para uma revisão segura e econômica da instalação.

O que é o fator de carga?

O fator de carga refere-se a um indicador que mede de que forma a eletricidade de uma instalação é uniformemente consumida. A sua sigla padrão é FC. O fator de carga pode ser calculado a partir de duas formas: Pela razão entre a necessidade média e máxima da unidade consumidora, ocorridas no mesmo intervalo de tempo.

O que é fator de iluminação?

O fator de manutenção para iluminação é um método utilizado para prever a manutenção a longo prazo do fluxo luminoso e as propriedades iniciais estabelecidas no projeto luminotécnico para o ambiente. Ele também prevê o melhor momento para substituição das luminárias, para que seja mantido a luminosidade ideal.

Como descobrir o fator de manutenção?

Como calcular esse valor de maneira adequada para iluminação de áreas internas e para iluminação pública? – O projetista da iluminação será responsável por definir os métodos de cálculo aplicados em seus projetos. Para compreender essa conta, vamos fornecer um exemplo prático.

Fator de manutenção = 1 – depreciação esperadaFator de manutenção = 1 – 0,30 = 0,70

A solução para esse problema é avaliar essas condições na hora de fazer o, Por exemplo, uma empresa precisa de iluminância mantida de 100 lux, de modo que o projetista decida acrescentar 43% e trabalhar com o percentual de 143%. Esse valor vai reduzindo aos poucos, com o passar do tempo, por causa da depreciação.

Caso a norma estabeleça que uma área deverá ter, no mínimo, 30 lux, o projeto jamais poderá ter uma média inferior a esse parâmetro no final da vida útil de seus dispositivos. Para compensar a perda natural, é aplicado o fator de manutenção, que serve para prever o futuro da iluminância mantida com base nas propriedades iniciais de um sistema.

Geralmente, os fabricantes dos dispositivos de iluminação utilizam o fator de manutenção 0,80. Em virtude disso, a iluminação poderá ser 25% maior do que foi projetado pelo especialista no momento da instalação. Muitos equipamentos perdem 20% da sua luminosidade depois de 30.000 horas de uso, entretanto, é possível encontrar dispositivos com qualidade superior.

Como calcular o fator de depreciação?

O cálculo da taxa de depreciação de máquinas e equipamentos possui a seguinte fórmula: Depreciação anual = (custo de aquisição – valor residual) / anos de vida útil.

Como calcular potência de luminária?

Qual fórmula que deve ser utilizada para calcular a iluminação? – Para calcular o lúmen necessário, ou seja, qual lâmpada comprar para cada ambiente, existem formulas bem definidas, que consideram a cor das paredes, a altura do pé direito e a disposição das lâmpadas.

  • Como regra geral, podemos usar a seguinte fórmula: lux médio desejado x área do ambiente.
  • Por exemplo: se a área geral da sala tiver 8 metros quadrados, o cálculo será 8 x 150 = 1.200 lúmens.
  • Outro exemplo: se uma área local da cozinha tiver 5 metros quadrado, a conta deve ser realizada da seguinte forma 5 x 300 = 1500 lúmens.

No mercado, existem diversos tipos de lâmpadas, que são produzidas com materiais e modelos diferentes. Entre as mais comuns estão as fluorescentes, as halógenas e as de LED — sendo que estas últimas são consideradas as mais modernas. A potência da lâmpada (watts) informa o quanto de energia elétrica ela consome, contudo isso não significa que quanto mais potência mais iluminação ela vai gerar.

As lâmpadas de LED, por exemplo, oferecem a mesma emissão de luz de uma lâmpada tradicional, porém em uma potência bem mais baixa. A iluminação é um dos principais elementos que podem ser utilizados para manter um ambiente agradável, funcional e acolhedor. Por isso, procure sempre identificar qual o tipo de luz ideal para cada espaço de sua casa, conferindo harmonia a ele e dando o seu toque pessoal.

Quer saber qual a potência da lâmpada ideal para o seu banheiro? Confira esses 6 tipos de iluminação que valorizam o espaço e conferem funcionalidade a esse ambiente!