Tabela De Idade Para Vacinação?

Quais as vacinas para cada idade?

Vacinação

IDADE VACINAS DOENÇAS EVITADAS
15 meses VOP ( vacina oral contra pólio) Poliomielite (paralisia infantil)
DTP (tríplice bacteriana) Difteria, tétano e coqueluche
4 – 6 anos DTP (tríplice bacteriana Difteria, tétano e coqueluche
SRC (tríplice viral) Sarampo, rubéola e caxumba

Qual a idade da vacinação infantil?

2 doses 1º reforço 1ª dose: 3 meses 2ª dose: 5 meses 1º Reforço: 12meses Vacina pode ser administrada em criança a partir dos três meses de idade até os quatro anos de idade (quatro anos, 11 meses e 29 dias).

Quais são as vacinas de 0 a 5 anos?

Vacinação

IDADE VACINAS DOENÇAS EVITADAS
15 meses DTP (tríplice bacteriana) Difteria, tétano e coqueluche
4 – 6 anos DTP (tríplice bacteriana Difteria, tétano e coqueluche
SRC (tríplice viral) Sarampo, rubéola e caxumba
10 anos Vacina contra febre amarela Febre amarela

Quais as vacinas obrigatórias adulto?

Adultos devem atualizar caderneta de vacinação | Pfizer Brasil Home Notícias Últimas notícias Adultos devem atualizar caderneta de vacinação Adultos devem atualizar caderneta de vacinação 19/06/2019 Você está com a sua caderneta de vacinação em dia? Muita gente não sabe, mas os adultos também precisam ser imunizados.

Quem está com as vacinas desatualizadas coloca em risco não apenas a própria saúde, mas também pode se tornar um transmissor de doenças, em especial para as crianças e idosos, que são grupos mais vulneráveis. Saiba quais vacinas devem ser tomadas na fase adulta. Principais vacinas que adultos devem tomar Segundo o Ministério da Saúde, a partir dos 20 anos você precisa se vacinar ao menos contra sarampo, caxumba, rubéola, hepatite B, febre amarela, difteria e tétano.

Para se proteger de todas essas doenças, são quatro tipos de vacinas, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS): Hepatite B – são três doses, para quem não tomou durante a infância ou nunca teve a doença. Você deve tomar a segunda dose um mês após a primeira; e a terceira, seis meses após a segunda.

Tríplice viral (SRC) – protege contra sarampo, caxumba e rubéola. A dose é única e é contraindicada para gestantes e pessoas com imunidade comprometida. A rubéola é uma doença que pode prejudicar o feto quando acomete mulheres grávidas, portanto é importante se vacinar antes de planejar a gravidez. Dupla adulto (dt) – protege contra difteria e tétano.

São três doses iniciais: a segunda deve ser tomada dois meses após a primeira, e a terceira, quatro meses após a segunda. Depois disso, você precisa tomar uma dose a cada dez anos, por toda a vida. Febre amarela – de acordo com o risco epidemiológico, uma segunda dose pode ser considerada.

No início de 2019, o Ministério da Saúde ampliou a vacinação para todo o país, devido ao aumento dos casos de febre amarela entre 2017 e 2018. Antes era indicada somente para quem morava ou ia viajar para lugares onde o risco da doença é alto. A vacina contra a febre amarela é contraindicada para gestantes e mulheres que estiverem amamentando.

Vacinas indicadas para idosos Idosos se enquadram em um grupo de risco para determinadas doenças, que podem causas complicações graves à saúde. Além das comuns aos adultos, é importante que pessoas acima de 60 anos tomem as seguintes vacinas: Gripe – o vírus da gripe sofre mutações e a vacina é atualizada anualmente, portanto é importante se imunizar uma vez por ano.

A dose pode causar efeitos colaterais, mas muito menores do que a doença. Pneumococo – a dose é única e protege de doenças graves, como pneumonia e meningite. Se você perdeu sua caderneta de vacinação e não sabe quais vacinas já tomou, o melhor a fazer é considerar não ter sido vacinado, já que a repetição de doses não traz problemas.

Mas o ideal é fazer um controle. Por meio de um exame de sangue é possível afirmar se você está imunizado contra uma determinada doença. Converse regularmente com seu médico. Referências PP-PFE-BRA-1907 : Adultos devem atualizar caderneta de vacinação | Pfizer Brasil

Quais as vacinas de 0 a 7 anos?

Vacinação

IDADE VACINAS DOENÇAS EVITADAS
15 meses DTP (tríplice bacteriana) Difteria, tétano e coqueluche
4 – 6 anos DTP (tríplice bacteriana Difteria, tétano e coqueluche
SRC (tríplice viral) Sarampo, rubéola e caxumba
10 anos Vacina contra febre amarela Febre amarela

Quais são as vacinas do calendário infantil?

Vacinação

IDADE VACINAS DOENÇAS EVITADAS
12 meses SRC (tríplice viral) Sarampo, rubéola e caxumba
15 meses VOP ( vacina oral contra pólio) Poliomielite (paralisia infantil )
DTP (tríplice bacteriana) Difteria, tétano e coqueluche
4 – 6 anos DTP (tríplice bacteriana Difteria, tétano e coqueluche

Qual é a idade para tomar a vacina da poliomielite?

A vacina contra a Poliomielite é indicada para prevenir a Poliomielite (paralisia infantil). Esquema de vacinação em duas gotas, exclusivamente oral. Na rotina, a vacina está disponível para crianças até 4 (quatro) anos 11 meses e 29 dias. Administrar o primeiro reforço aos 15 meses e o segundo aos 4 (quatro) anos de idade.

Administrar o primeiro reforço com intervalo mínimo de 6 (seis) meses após a última dose do esquema primário (três doses) de VIP (vacina inativada poliomielite). Administrar o segundo reforço com intervalo mínimo de 6 (seis) meses após o primeiro reforço. Atenção: Não repetir a dose se a criança regurgitar, cuspir ou vomitar após a administração da vacina.

Esta vacina é contraindicada para pessoas imunodeprimidas, contatos de pessoa HIV positiva ou com imunodeficiência, bem como aqueles que tenham histórico de paralisia flácida associada à dose anterior da VOP (vacina oral poliomielite).

Como saber todas as vacinas que já tomei na vida?

Por meio do aplicativo Conecte SUS Cidadão (Android ou iOS) ou da versão web, o cidadão consegue acompanhar se o registro da vacina foi inserido no sistema de informação.

Quais são as vacinas que não podem ser feitas juntas?

Esta é uma dúvida muito comum entre as pessoas que buscam vacinação nos postos de saúde e rede particular – Publicado em 17 de dezembro de 2019 às 15:21 0 min de leitura Vacinas. (Divulgação) Conteúdo originalmente publicado em 03/2017 As vacinas contra febre amarela e vírus da gripe podem ser tomadas no mesmo dia. Esta é uma dúvida que atinge muitas pessoas que buscam postos de saúde e rede particular em busca de vacinação.

O médico infectologista Paulo Peçanha entrou em contato com a reportagem para fazer o esclarecimento: “As vacinas podem ser tomadas no mesmo dia, mas em braços diferentes. Não é preciso ter um intervalo entre elas.” O especialista enfatizou que a pessoa pode aproveitar a ida ao local de vacinação para se imunizar contra as duas doenças de uma só vez.

A infectologista Rubia Miossi destaca que apenas vacinas produzidas a partir de vírus vivo, por exemplo: febre amarela, sarampo e rubéola, não podem ser tomadas juntas no mesmo dia. Sendo o intervalo recomendado de 30 dias entre elas. Como a vacina de gripe é feita a partir de pedaços do vírus, que não estão vivos, pode ser aplicada com outras vacinas, ainda que as outras sejam de vírus vivos.

  1. A médica faz uma ponderação.
  2. Caso o paciente já tenha tomado vacina de febre amarela e esteja com algum sintoma, como febre, mal-estar ou mesmo sinais de gripe, ele deve aguardar a recuperação para depois tomar a outra vacina.” A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) também enviou uma nota com a norma do Ministério da Saúde sobre a vacinação.

Em menores de 2 anos de idade a vacina febre amarela não deve ser administrada simultaneamente com as vacinas tríplice viral, tetra viral ou varicela que também são constituídas por vírus vivos atenuados. Deve ser estabelecido o intervalo mínimo de 30 dias entre as doses, salvo em situações especiais que impossibilitem manter o intervalo indicado.

Em maiores de 2 anos de idade a vacina febre amarela pode ser administrada simultaneamente com as vacinas tríplice viral, tetra viral ou varicela ou estabelecer o intervalo mínimo de 30 dias entre as doses, salvo em situações especiais que impossibilitem manter o intervalo indicado. Mito A médica também ressalta que a hipótese de que a vacina contra a gripe possa causar gripe em quem tomá-las trata-se apenas de um mito, já que as doses não possuem vírus vivos.

“O que pode acontecer é a pessoa já estar com o vírus incubado e, após tomar a vacina, ele se manifestar”, esclarece. Para Rúbia, a chegada das doses antes do prazo convencional (que normalmente ocorre no final de abril) é muito bem-vinda em termos de prevenção.

“Quando a vacina chega mais tarde nós perdemos a proteção que deve ser feita no início do outono, que é quando as temperaturas começam a mudar e as pessoas tendem a ficar em ambientes mais fechados, onde os vírus respiratórios circulam mais.” Doses são de vacina trivalente As vacinas da gripe, que começarão a ser disponibilizadas pela rede pública em abril são do tipo trivalente, garantindo proteção contra três tipos de vírus da gripe: H1N1, H2N3 e Influenza B.

Já a vacina mais abrangente – que inclui ainda mais um tipo do vírus Influenza B e, por isso, é chamada de quadrivalente – é oferecida apenas em clínicas particulares. Segundo a presidente da Comissão de Revisão de calendários e Consensos da Sociedade Brasileira de Imunização, Isabella Ballalai, a vacina quadrivalente representa uma evolução e deverá ser cada vez mais usada no futuro.

Mas, como ainda são necessários estudos de custo e benefício, não há previsão para que o Ministério da Saúde passe a ofertá-las. “A trivalente é muito boa e as pessoas não devem deixar de tomá-la. Mas, se você pode pagar por uma vacina, é melhor tomar a quadrivalente”, aconselha. Perguntas e respostas Gripe e resfriado são a mesma doença? Não.

Ambos são causados por vírus, mas o resfriado é mais leve, pode ser mais curto e nele as pessoas têm espirros, nariz irritado e no máximo tosse. Não há febre ou sensação de corpo mole. Já a gripe é uma doença que atinge o corpo todo. O vírus fica não só nas vias respiratórias, podendo também atingir o pulmão.

You might be interested:  Tabela Fipe Do Corolla Xei 2016?

Entre os sintomas estão febre e dor de cabeça e complicações podem levar à pneumonia. Em casos mais graves pode haver internação e até mesmo a morte. No caso da gripe sempre ocorre febre. Como a gripe é transmitida? A gripe é transmitida através de gotículas de secreção veículadas pela tosse, espirro ou mesmo conversa com alguém infectado.

Por isso, uma boa dica é manter ambientes abertos e ventilados. Quem estiver tossindo ou com coriza deve evitar transmitir a secreção higienizando as mãos. Usar álcool em gel e ter cuidado ao tocar em superfícies, como maçanetas e balcões, também são ações preventivas.

  • Antigripal cura a gripe? Não, mas melhora os sintomas.
  • Eles dão um conforto maior.
  • Mas as pessoas não devem se automedicar, especialmente quando há febre.
  • A gripe tem remédio próprio (é tratada com antiviral) e que funciona se tomado logo no início.
  • Qual a eficácia da vacina contra gripe? É de 80% em média.

Mas à medida que mais pessoas se vacinam, mais a comunidade estará protegida. E com a vacina, mesmo que a gripe se manifeste, será de forma mais leve. Quando a vacina começa a fazer efeito? Cerca de duas semanas depois da aplicação da dose. Quem pode ser vacinado? Todas as pessoas a partir dos seis meses.

Pode haver reações à vacina? É mais comum que haja uma reação local, como vermelhidão. Dor no corpo ou febre nas primeiras 24 horas também podem acontecer, mas são incomuns. A vacina contra gripe pode causar gripe? Não. A vacina contra gripe é uma vacina inativada e fracionada, o que significa que os vírus estão mortos e replicados, não podendo se reproduzir dentro do organismo das pessoas vacinadas.

O que pode ocorrer é a pessoa já estar com o vírus e ele se manifestar após o dia da vacinação. Existem grupos prioritários para receber a vacina?

Quais são as principais vacinas indicadas para adolescentes de 11 a 19 anos?

Principais vacinas para adolescentes: confira a lista completa – Segundo o Ministério da Saúde as vacinas na adolescência são: hepatite B, dTpa, HPV, febre amarela, tríplice viral e dupla adulto (dT), mas isso pode variar de acordo de como está o calendário de cada um.

  • Mas também existem outras recomendações de acordo com a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), entidade científica que atua junto aos órgão públicos no estímulo à imunização.
  • Confira abaixo uma lista de vacinas na adolescência para ficar atento! Conheça a Vacina Tetra Viral e fique protegido da Sarampo, caxumba, rubéola e varicela! A varicela é uma doença muito comum na infância, mas para adolescentes ela pode apresentar sintomas mais graves e sérios.

A partir dela, outras doenças podem surgir, como:

pneumonia; infecção da pele; inflamação das articulações; encefalite.

A SBIm, recomenda que a vacina seja aplicada aos adolescentes suscetíveis à doença, isto é, àqueles que nunca tiveram catapora. São indicadas duas doses com intervalo de um a dois meses para este público. No SUS é oferecida apenas a vacina combinada para menores de 12 anos, e no privado é possível encontrá-la separadamente e também combinada a outras vacinas, como a tetraviral (SCRV).

  1. A vacina da gripe é oferecida com prioridade para públicos mais suscetíveis à doença, o que não é o caso dos adolescentes.
  2. Entretanto, isso não significa que a vacina não é indicada para a faixa etária, muito pelo contrário.
  3. O imunizante contra a influenza é indicado para todas as faixas etárias, mas por questões estratégicas ela não é aplicada gratuitamente no SUS neste público.

Por isso, a vacina na adolescência contra a gripe deve ser feita em uma unidade clínica particular que oferece a vacina 3V ou 4V. A segunda é a mais indicada pela SBIm, já que protege contra 4 cepas da doença. Mas na impossibilidade de tomar a 4V, recomenda-se vacinar com a 3V.

  • O imunizante deve ser aplicado anualmente.
  • A vacina na adolescência contra a hepatite A e B é indicada para crianças que não tomaram os dois imunizantes quando crianças.
  • É possível tomar cada um separadamente, entretanto, se houver necessidade de tomar tanto a vacina contra hepatite A quanto para a hepatite B, é possível tomar apenas uma dose combinada dos dois imunizantes.

Confira como funciona o esquema vacinal para cada um dos casos:

Hepatite A : duas doses, no esquema 0 – 6 meses; Hepatite B: três doses, no esquema 0 – 1 – 6 meses; Hepatite A e B: para menores de 16 anos: duas doses aos 0 – 6 meses. A partir de 16 anos: três doses aos 0 – 1 – 6 meses.

Vale lembrar que existem 5 tipos de hepatite B no mundo, mas para apenas duas delas existe vacina. A hepatite B, além de ser uma doença sexualmente transmissível, também é transmitida por situações corriqueiras do dia a dia, como o compartilhamento de alicates de unha, por exemplo.

Quais as vacinas de 0 a 4 anos?

Vacinação

IDADE VACINAS DOENÇAS EVITADAS
15 meses DTP (tríplice bacteriana) Difteria, tétano e coqueluche
4 – 6 anos DTP (tríplice bacteriana Difteria, tétano e coqueluche
SRC (tríplice viral) Sarampo, rubéola e caxumba
10 anos Vacina contra febre amarela Febre amarela

Quais as vacinas de 0 a 1 ano?

Vacinação

IDADE VACINAS DOENÇAS EVITADAS
6 meses Vacina contra hepatite B Hepatite B
9 meses Vacina contra febre amarela (5) Febre amarela
12 meses SRC (tríplice viral) Sarampo, rubéola e caxumba
15 meses VOP ( vacina oral contra pólio) Poliomielite (paralisia infantil)

Quais vacinas tomar depois dos 40 anos?

Algumas vacinas devem ser administradas ou reforçadas depois da adolescência. Saiba aqui quais são elas. As campanhas de vacinação, geralmente, são voltadas para crianças e idosos. Por isso, muitas pessoas ficam perdidas, sem saber quais imunizantes devem ser tomados ou reforçados também na fase adulta.

  1. Para se ter uma ideia, em uma pesquisa realizada em 2017 pelo Instituto Ipsos Mori, 69% dos adultos brasileiros estavam com o calendário de vacinação incompleto.
  2. Manter todas as vacinas em dia é fundamental para o controle de doenças endêmicas, que podem retornar de tempos em tempos, como os casos mais recentes de sarampo e febre amarela, por exemplo.

Os postos de saúde têm vacinas direcionadas a cada grupo. Para adultos, o Ministério da Saúde recomenda doses contra hepatite B, difteria e tétano, a tríplice viral e a da febre amarela. E, para os idosos, as vacinas contra hepatite B, difteria e tétano, pneumocócica 23-valente e influenza.

Quais vacinas tomar com 30 anos?

Adultos devem atualizar caderneta de vacinação | Pfizer Brasil Home Notícias Últimas notícias Adultos devem atualizar caderneta de vacinação Adultos devem atualizar caderneta de vacinação 19/06/2019 Você está com a sua caderneta de vacinação em dia? Muita gente não sabe, mas os adultos também precisam ser imunizados.

Quem está com as vacinas desatualizadas coloca em risco não apenas a própria saúde, mas também pode se tornar um transmissor de doenças, em especial para as crianças e idosos, que são grupos mais vulneráveis. Saiba quais vacinas devem ser tomadas na fase adulta. Principais vacinas que adultos devem tomar Segundo o Ministério da Saúde, a partir dos 20 anos você precisa se vacinar ao menos contra sarampo, caxumba, rubéola, hepatite B, febre amarela, difteria e tétano.

Para se proteger de todas essas doenças, são quatro tipos de vacinas, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS): Hepatite B – são três doses, para quem não tomou durante a infância ou nunca teve a doença. Você deve tomar a segunda dose um mês após a primeira; e a terceira, seis meses após a segunda.

Tríplice viral (SRC) – protege contra sarampo, caxumba e rubéola. A dose é única e é contraindicada para gestantes e pessoas com imunidade comprometida. A rubéola é uma doença que pode prejudicar o feto quando acomete mulheres grávidas, portanto é importante se vacinar antes de planejar a gravidez. Dupla adulto (dt) – protege contra difteria e tétano.

São três doses iniciais: a segunda deve ser tomada dois meses após a primeira, e a terceira, quatro meses após a segunda. Depois disso, você precisa tomar uma dose a cada dez anos, por toda a vida. Febre amarela – de acordo com o risco epidemiológico, uma segunda dose pode ser considerada.

No início de 2019, o Ministério da Saúde ampliou a vacinação para todo o país, devido ao aumento dos casos de febre amarela entre 2017 e 2018. Antes era indicada somente para quem morava ou ia viajar para lugares onde o risco da doença é alto. A vacina contra a febre amarela é contraindicada para gestantes e mulheres que estiverem amamentando.

Vacinas indicadas para idosos Idosos se enquadram em um grupo de risco para determinadas doenças, que podem causas complicações graves à saúde. Além das comuns aos adultos, é importante que pessoas acima de 60 anos tomem as seguintes vacinas: Gripe – o vírus da gripe sofre mutações e a vacina é atualizada anualmente, portanto é importante se imunizar uma vez por ano.

A dose pode causar efeitos colaterais, mas muito menores do que a doença. Pneumococo – a dose é única e protege de doenças graves, como pneumonia e meningite. Se você perdeu sua caderneta de vacinação e não sabe quais vacinas já tomou, o melhor a fazer é considerar não ter sido vacinado, já que a repetição de doses não traz problemas.

Mas o ideal é fazer um controle. Por meio de um exame de sangue é possível afirmar se você está imunizado contra uma determinada doença. Converse regularmente com seu médico. Referências PP-PFE-BRA-1907 : Adultos devem atualizar caderneta de vacinação | Pfizer Brasil

Quantas vacinas devemos tomar ao longo da vida?

A vacinação deve ser feita em todas as fases da vida? A vacina é, sem dúvida, um dos maiores avanços da ciência, Dentre os inúmeros benefícios, podemos citar a diminuição da mortalidade infantil e a redução significativa do risco de adoecer e morrer de doenças que podem ser evitadas pela vacinação.

  • As vacinas estimulam o sistema imune à produção de anticorpos, o que garante imunidade e proteção contra a agressão dos vírus e bactérias ao nosso organismo.
  • Na infância, é natural que os pais se preocupem em vacinar seus filhos.
  • Durante muito tempo, acreditou-se que vacina era “coisa de criança”, mas esse conceito tem mudado, com a produção de novas vacinas e evidências clínicas que comprovam sua eficácia ao longo dos ciclos da vida — lactente, criança, adolescente, adulto, idoso — e podendo se estender à vacinação da mulher, do homem, do viajante, da saúde ocupacional, entre outros públicos.

Entenda a importância de se vacinar em todas as fases da vida e saiba o que é necessário para deixar seu cartão vacinal em dia. A gerente de imunização do Grupo Sabin, Dra. Ana Rosa dos Santos, colaborou com este material para ajudar você a cuidar da saúde.

  • Com o passar do tempo, as vacinas podem diminuir sua proteção.
  • Para garantir a cobertura, são fundamentais o cumprimento dos esquemas vacinais e a atualização das doses de reforço, que têm a capacidade de estimular e relembrar o sistema imune de reconhecer a presença de agentes infecciosos.
  • Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), atualmente, a vacina previne de 3,5 a 5 milhões de mortes, todos os anos, por doenças imunopreveníveis — aquelas que podem ser evitadas com a administração da vacina.
You might be interested:  Tabela Fipe Gol 2007 4P?

As principais doenças imunopreveníveis por vacina são a difteria, o tétano, a coqueluche, a influenza (gripe), o sarampo, a poliomielite, a, a caxumba, a febre amarela, a B, entre outras. Desde 1973, o Brasil conta com o (PNI), que permite que as vacinas alcancem os lugares mais remotos do país.

  1. O dispõe de vacinas para mais de 20 doenças imunopreveníveis, contemplando pessoas de todas as idades e contribuindo para que tenham vidas mais longas e saudáveis.
  2. O Brasil sempre foi conhecido por suas altas taxas de cobertura vacinal.
  3. Entretanto, nos últimos anos, os números vêm caindo de forma alarmante, gerando uma grande preocupação na saúde pública em relação ao reaparecimento de doenças até mesmo consideradas eliminadas do território nacional.

Milhões de pessoas têm deixado de se vacinar e completar o esquema vacinal. Um exemplo de baixas coberturas resultou no retorno do ao país, doença que havia sido considerada eliminada. A é uma doença erradicada que se encontra em situação iminente, correndo o risco de reintrodução, caso o percentual de cobertura vacinal não atinja a meta de 95%, de forma homogênea, em todos os municípios brasileiros.

  1. Precisamos desta recuperação e, para isso, esforços têm sido realizados pelo Ministério da Saúde, com a intensificação de campanhas de vacinação contra a pólio, além de ações de vigilância ambiental e epidemiológica”, alerta Dra. Ana Rosa.
  2. Não custa reforçar que a vacinação deve ser respeitada não apenas durante a infância, mas em todas as fases da vida.

Fazer os esquemas vacinais corretamente contribui para o controle e a eliminação de doenças, além de proteger toda a população. A seguir, preparamos um compilado para que você conheça quais vacinas são indispensáveis em cada momento da vida. Salve e compartilhe com sua família e amigos.

Idade Vacina Esquema vacinal Reforço Rede pública Rede privada
Ao nascer BCG Dose única (deve ser administrada ainda na maternidade) Não Sim Sim
Ao nascer Hepatite B 4 doses (0, 2, 4 e 6 meses;ou 0, 1, 2 e 6 meses) Não Sim Sim (combinada)
2 meses Poliomielite (VIP) 3 doses(2, 4 e 6 meses) 2 reforços da VOP são recomendados(vide abaixo, na tabela) Sim Sim
2 meses Rotavírus 2 doses(2 e 4 meses) Não Sim Sim
2 meses Tríplice bacteriana (difteria, tétano e coqueluche) 3 doses (2, 4 e 6 meses) Sim Sim Sim
2 meses Pneumocócica 10-valente (PCV) 2 doses(2 e 4 meses) Sim Sim Sim
3 meses Meningocócica C 2 doses(3 e 5 meses) Sim Sim Sim
3 meses Meningocócica B 2 doses(3 e 5 meses) Sim Não Sim
6 meses Influenza (gripe) Dose anual Sim Sim Sim
6 meses Covid-19 2 doses Sim (consultar ciclo vacinal) Sim Não
9 meses Febre amarela 2 doses Não Sim Sim
12 meses Sarampo, caxumba e rubéola (SCR) 2 doses(uma SCR + uma SCRV) Não Sim Sim
15 meses Sarampo, caxumba, rubéola e varicela (SCRV) 2 doses(segunda dose de SCRV + primeira de varicela) Não Sim Sim
15 meses Poliomielite (VOP) 2 doses(15 meses e 4 anos) Não Sim Não
15 meses Hepatite A Dose única Não Sim Sim
4 anos Varicela (catapora) 2 doses, contando a dose anterior da SCRV Não Sim Sim
A partir dos 5 anos Pneumocócica 23-valente (PCV) Dose única(indígenas que não tomaram a PCV 10) Não Sim Sim
A partir dos 7 anos Difteria e tétano (dT) 3 doses, contando as doses anteriores de pentavalente e DTP A cada 10 anos Sim Sim
Entre 9 e 14 anos (meninas)Entre 11 e 14 anos (meninos) Papilomavírus humano (HPV) 2 doses(intervalo de 6 meses) Não Sim Sim
11 ou 14 anos Meningocócica ACWY Dose única Não Sim Sim

Fontes: (MS) e (SBIm) “Na vida adulta, as vacinas protegem evitando complicações de doenças como gripes, pneumonias, além de comorbidades como doenças cardiovasculares, pulmonares, neurológicas, entre outras. Nessa fase da vida, existem profundas alterações no sistema imune a partir dos 60 anos, com a queda da imunidade — a chamada imunossenescência”, informa Dra.

Ana Rosa. É comum que muitos adultos acreditem que não precisam se imunizar, tendo em vista as vacinas que tomaram na infância. Entretanto, isso é uma inverdade. “O adulto precisa se conscientizar que estar com a vacinação em dia é estar protegido. Ao mesmo tempo, não irá transmitir e disseminar doenças às crianças, antes dos primeiros meses de vida.

A vacinação dos pais, avós, irmãos, cuidadores (babás), professoras e até os profissionais de saúde (enfermeiras, médicos, etc.) está recomendada”, complementa a médica. Por isso, é fundamental que a população adulta e idosa também faça o acompanhamento periódico de sua caderneta de vacinação, a fim de evitar que alguma dose fique de fora.

Vacina Esquema vacinal Rede pública Rede privada
Difteria e tétano (dT) A cada 10 anos, deve ser feito um reforço. Sim Sim
Sarampo, caxumba e rubéola (SCR) 2 doses (20 a 29 anos)1 dose (30 a 59 anos) Sim Sim
Febre amarela Dose única para quem nunca tomou a vacina Sim Sim
Influenza (gripe) Anual Sim Sim
HPV 3 doses para adultos não imunizados Não Sim
Pneumocócica 23 Dose única, a partir de 60 anos Não Sim
Hepatite B 3 doses para adultos não imunizados Sim Não
Varicela (catapora) 2 doses para adultos imunossuprimidos Não Sim
Dose única para a vacina atenuada e 2 doses para a vacina inativada (a partir dos 50 anos como rotina, ou a partir dos 18 anos para imunossuprimidos) Não Sim
2 doses com reforço (consultar ciclo vacinal) Sim Não

Fontes: (MS) e (SBIm) Além dos exames para o controle da gestação, o pré-natal também inclui algumas vacinas primordiais para a saúde da gestante e do bebê. São elas:

Vacina Recomendação Rede pública Rede privada
Difteria e tétano (dT) 3 doses para gestantes não vacinadas1 dose se a gestante já tiver tomado a primeira Sim Sim
Difteria, tétano e coqueluche (dTpa) 1 dose a partir da 20ª semana de gestação Sim Sim
Hepatite B 3 doses (0, 1 e 6 meses de gestação) Sim Não
Influenza (gripe) Dose única, em qualquer idade gestacional Sim Sim

Fontes: (MS) e (SBIm) Dra. Ana Rosa aproveita para destacar: “Conforme resultados apresentados em um jornal de pediatria, a mãe é a principal fonte de infecção (33%) quando uma criança menor de dois meses, ainda desprotegida de vacinas, faz um quadro de coqueluche (tosse comprida).

  • É muito grave a coqueluche antes dos dois meses, e a gravidade pode ser medida pelos índices de mortalidade de crianças nessa idade”.
  • Antes de entrar em outro país, é preciso obter informações para que a viagem seja segura, especialmente em relação às doenças imunopreveníveis.
  • E isso envolve as exigências sanitárias praticadas em cada localidade.

Os que chegam ao Brasil devem seguir algumas recomendações do Ministério da Saúde (MS), que visam garantir maior segurança à saúde e evitar o risco de transmissão de doenças. Da mesma forma, o MS orienta que brasileiros que desejam se deslocar para outro país estejam com a situação vacinal atualizada.

Vacina Recomendação
Febre amarela Para quem está entrando no Brasil, cujo destino é um município da lista de : 10 dias de antecedência da viagem.Para quem está saindo do Brasil: obrigatória a vacina contra febre amarela em alguns país (confira a relação ).
Sarampo Vacina indicada para estrangeiros que vêm ao Brasil
Difteria, tétano e poliomielite Esquema completo recomendado para quem entra no Brasil

Fonte: (MS) Você sabe o que é vacinação ocupacional? É a vacinação destinada a imunizar os trabalhadores de determinado local. Esse tipo de vacinação é importante sobretudo para quem deixa de completar o calendário básico de vacinação. Além de contribuir para ampliar a cobertura vacinal, combate o adoecimento e promove a qualidade de vida dos trabalhadores.

A escolha das vacinas fica a critério do médico do trabalho, que, em consonância com o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), irá definir qual imunizante é adequado para cada trabalhador, de acordo com os riscos biológicos aos quais está submetido — destacando-se os profissionais de saúde.

Entre as principais vacinas utilizadas na saúde ocupacional, estão:

Sarampo, caxumba e rubéola (SCR);Hepatite B;Difteria, tétano e coqueluche (dTpa ou dT);Febre amarela;Influenza (gripe);Varicela (catapora);Covid-19.

Esperamos que, com este artigo, você entenda que, para estar totalmente protegido, é imprescindível receber todas as doses recomendadas nas diferentes etapas de vida. Lembrando que a vacinação pode ser feita a qualquer tempo, tanto nos postos do Sistema Único de Saúde (SUS) quanto na rede privada — e isso inclui o Sabin, que oferece mais de 20 imunizantes o ano inteiro.

Acesse nossa e saiba quais vacinas você pode tomar conosco. Outra dica bacana é que o Sabin pode ajudar você a checar se sua caderneta de vacinação está em dia, Quer saber como? Entre em e atualize-se. Fique atento! Quando se trata de vacina, existem diversas, que, infelizmente, são disseminadas na população.

Mas não se preocupe: vacinas são seguras. Para ajudar a esclarecer ainda mais sobre a segurança das vacinas, veja como elas, Para finalizar, um importante lembrete da Dra. Ana Rosa: “O adulto e o adolescente desempenham um papel fundamental na cadeia de transmissão das doenças respiratórias, que se dá de pessoa a pessoa por meio da tosse, da fala e ao espirrar, através das gotículas”.

  1. Portanto, o ato de se vacinar significa não apenas proteger a nós mesmos, mas também a quem nos cerca.
  2. Somente com o esforço conjunto, a imunização pode ser eficiente.
  3. É uma responsabilidade que precisa ser de todos.
  4. Precisamos fazer a nossa parte para manter as doenças afastadas e, principalmente, não permitir que as e as eliminadas voltem! Manter a vacinação em dia é um dever de saúde e, mais do que isso, é exercer um direito à vida.

E você, está fazendo sua parte? A vacinação deve ser feita em todas as fases da vida?; A vacina é, sem dúvida, um dos maiores avanços da ciência. Dentre os inúmeros benefícios, podemos citar a diminuição da mortalidade infantil e a redução significativa do risco de adoecer e morrer de doenças que podem ser evitadas pela vacinação.

As vacinas estimulam o sistema imune à produção de anticorpos, o que garante imunidade e proteção contra a agressão dos vírus e bactérias ao nosso organismo. Na infância, é natural que os pais se preocupem em vacinar seus filhos. Durante muito tempo, acreditou-se que vacina era “coisa de criança”, mas esse conceito tem mudado, com a produção de novas vacinas e evidências clínicas que comprovam sua eficácia ao longo dos ciclos da vida — lactente, criança, adolescente, adulto, idoso — e podendo se estender à vacinação da mulher, do homem, do viajante, da saúde ocupacional, entre outros públicos.

Entenda a importância de se vacinar em todas as fases da vida e saiba o que é necessário para deixar seu cartão vacinal em dia. A gerente de imunização do Grupo Sabin, Dra. Ana Rosa dos Santos, colaborou com este material para ajudar você a cuidar da saúde.

  1. A importância da vacinação para a prevenção de doenças Com o passar do tempo, as vacinas podem diminuir sua proteção.
  2. Para garantir a cobertura, são fundamentais o cumprimento dos esquemas vacinais e a atualização das doses de reforço, que têm a capacidade de estimular e relembrar o sistema imune de reconhecer a presença de agentes infecciosos.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), atualmente, a vacina previne de 3,5 a 5 milhões de mortes, todos os anos, por doenças imunopreveníveis — aquelas que podem ser evitadas com a administração da vacina. As principais doenças imunopreveníveis por vacina são a difteria, o tétano, a coqueluche, a influenza (gripe), o sarampo, a poliomielite, a meningite, a caxumba, a febre amarela, a hepatite B, entre outras.

  1. Desde 1973, o Brasil conta com o Programa Nacional de Imunizações (PNI), que permite que as vacinas alcancem os lugares mais remotos do país.
  2. O Calendário Nacional de Vacinação dispõe de vacinas para mais de 20 doenças imunopreveníveis, contemplando pessoas de todas as idades e contribuindo para que tenham vidas mais longas e saudáveis.

Quais vacinas devemos tomar ao longo da vida? O Brasil sempre foi conhecido por suas altas taxas de cobertura vacinal. Entretanto, nos últimos anos, os números vêm caindo de forma alarmante, gerando uma grande preocupação na saúde pública em relação ao reaparecimento de doenças até mesmo consideradas eliminadas do território nacional.

  1. Milhões de pessoas têm deixado de se vacinar e completar o esquema vacinal.
  2. Um exemplo de baixas coberturas resultou no retorno do sarampo ao país, doença que havia sido considerada eliminada.
  3. A poliomielite é uma doença erradicada que se encontra em situação iminente, correndo o risco de reintrodução, caso o percentual de cobertura vacinal não atinja a meta de 95%, de forma homogênea, em todos os municípios brasileiros.

“Precisamos desta recuperação e, para isso, esforços têm sido realizados pelo Ministério da Saúde, com a intensificação de campanhas de vacinação contra a pólio, além de ações de vigilância ambiental e epidemiológica”, alerta Dra. Ana Rosa. Não custa reforçar que a vacinação deve ser respeitada não apenas durante a infância, mas em todas as fases da vida.

  • Fazer os esquemas vacinais corretamente contribui para o controle e a eliminação de doenças, além de proteger toda a população.
  • A seguir, preparamos um compilado para que você conheça quais vacinas são indispensáveis em cada momento da vida.
  • Salve e compartilhe com sua família e amigos.
  • ATENÇÃO! Para informações completas sobre cada vacina, consulte os sites do Ministério da Saúde (MS) ou da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

Vacinação em crianças e adolescentes De acordo com o Calendário Nacional de Vacinação, confira as principais vacinas que seu filho não pode deixar de tomar para estar protegido. IdadeVacinaEsquema vacinalReforçoRede públicaRede privadaAo nascerBCGDose única (deve ser administrada ainda na maternidade)NãoSimSimAo nascerHepatite B4 doses (0, 2, 4 e 6 meses;ou 0, 1, 2 e 6 meses)NãoSimSim (combinada)2 mesesPoliomielite (VIP)3 doses(2, 4 e 6 meses)2 reforços da VOP são recomendados(vide abaixo, na tabela)SimSim2 mesesRotavírus2 doses(2 e 4 meses)NãoSim Sim 2 mesesTríplice bacteriana (difteria, tétano e coqueluche)3 doses(2, 4 e 6 meses)SimSimSim2 mesesPneumocócica 10-valente (PCV)2 doses(2 e 4 meses)SimSimSim3 meses Meningocócica C2 doses(3 e 5 meses)SimSimSim3 mesesMeningocócica B2 doses(3 e 5 meses)SimNãoSim6 mesesInfluenza (gripe)Dose anualSimSimSim6 mesesCovid-192 dosesSim (consultar ciclo vacinal)SimNão9 mesesFebre amarela2 dosesNãoSimSim12 mesesSarampo, caxumba e rubéola (SCR)2 doses(uma SCR + uma SCRV)NãoSimSim15 mesesSarampo, caxumba, rubéola e varicela (SCRV)2 doses(segunda dose de SCRV + primeira de varicela)NãoSimSim15 mesesPoliomielite (VOP)2 doses(15 meses e 4 anos)NãoSimNão15 mesesHepatite ADose únicaNãoSimSim4 anosVaricela (catapora)2 doses, contando a dose anterior da SCRVNãoSimSimA partir dos 5 anosPneumocócica 23-valente (PCV)Dose única(indígenas que não tomaram a PCV 10)NãoSimSimA partir dos 7 anosDifteria e tétano (dT)3 doses, contando as doses anteriores de pentavalente e DTP A cada 10 anosSimSimEntre 9 e 14 anos (meninas)Entre 11 e 14 anos (meninos)Papilomavírus humano (HPV)2 doses(intervalo de 6 meses)NãoSimSim11 ou 14 anosMeningocócica ACWYDose únicaNãoSimSim Fontes: Ministério da Saúde (MS) e Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) Vacinação em adultos “Na vida adulta, as vacinas protegem evitando complicações de doenças como gripes, pneumonias, além de comorbidades como doenças cardiovasculares, pulmonares, neurológicas, entre outras.

Nessa fase da vida, existem profundas alterações no sistema imune a partir dos 60 anos, com a queda da imunidade — a chamada imunossenescência”, informa Dra. Ana Rosa. É comum que muitos adultos acreditem que não precisam se imunizar, tendo em vista as vacinas que tomaram na infância. Entretanto, isso é uma inverdade.

“O adulto precisa se conscientizar que estar com a vacinação em dia é estar protegido. Ao mesmo tempo, não irá transmitir e disseminar doenças às crianças, antes dos primeiros meses de vida. A vacinação dos pais, avós, irmãos, cuidadores (babás), professoras e até os profissionais de saúde (enfermeiras, médicos, etc.) está recomendada”, complementa a médica.

  • Por isso, é fundamental que a população adulta e idosa também faça o acompanhamento periódico de sua caderneta de vacinação, a fim de evitar que alguma dose fique de fora.
  • Abaixo, saiba quais são as principais vacinas recomendadas para essa faixa etária.
  • VacinaEsquema vacinalRede públicaRede privadaDifteria e tétano (dT)A cada 10 anos, deve ser feito um reforço.SimSimSarampo, caxumba e rubéola (SCR)2 doses (20 a 29 anos)1 dose (30 a 59 anos)SimSimFebre amarelaDose única para quem nunca tomou a vacinaSimSimInfluenza (gripe)AnualSimSimHPV3 doses para adultos não imunizadosNãoSimPneumocócica 23Dose única, a partir de 60 anosNãoSimHepatite B3 doses para adultos não imunizadosSimNãoVaricela (catapora)2 doses para adultos imunossuprimidosNãoSimHerpes-zósterDose única para a vacina atenuada e 2 doses para a vacina inativada (a partir dos 50 anos como rotina, ou a partir dos 18 anos para imunossuprimidos)NãoSimCovid-192 doses com reforço (consultar ciclo vacinal)SimNão Fontes: Ministério da Saúde (MS) e Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) Vacinação em gestantes Além dos exames para o controle da gestação, o pré-natal também inclui algumas vacinas primordiais para a saúde da gestante e do bebê.

São elas: VacinaRecomendaçãoRede públicaRede privadaDifteria e tétano (dT)3 doses para gestantes não vacinadas1 dose se a gestante já tiver tomado a primeiraSimSimDifteria, tétano e coqueluche (dTpa)1 dose a partir da 20ª semana de gestaçãoSimSimHepatite B3 doses (0, 1 e 6 meses de gestação)SimNãoInfluenza (gripe)Dose única, em qualquer idade gestacionalSimSim Fontes: Ministério da Saúde (MS) e Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) Dra.

  • Ana Rosa aproveita para destacar: “Conforme resultados apresentados em um jornal de pediatria, a mãe é a principal fonte de infecção (33%) quando uma criança menor de dois meses, ainda desprotegida de vacinas, faz um quadro de coqueluche (tosse comprida).
  • É muito grave a coqueluche antes dos dois meses, e a gravidade pode ser medida pelos índices de mortalidade de crianças nessa idade”.

Vacinação em viajantes Antes de entrar em outro país, é preciso obter informações para que a viagem seja segura, especialmente em relação às doenças imunopreveníveis. E isso envolve as exigências sanitárias praticadas em cada localidade. Os viajantes que chegam ao Brasil devem seguir algumas recomendações do Ministério da Saúde (MS), que visam garantir maior segurança à saúde e evitar o risco de transmissão de doenças.

Da mesma forma, o MS orienta que brasileiros que desejam se deslocar para outro país estejam com a situação vacinal atualizada. Se você se encontra em uma dessas situações, veja a tabela a seguir. VacinaRecomendaçãoFebre amarelaPara quem está entrando no Brasil, cujo destino é um município da lista de Áreas com Recomendação de Vacinação (ACRV): 10 dias de antecedência da viagem.Para quem está saindo do Brasil: obrigatória a vacina contra febre amarela em alguns país (confira a relação aqui).SarampoVacina indicada para estrangeiros que vêm ao BrasilDifteria, tétano e poliomieliteEsquema completo recomendado para quem entra no Brasil Fonte: Ministério da Saúde (MS) Vacinação ocupacional Você sabe o que é vacinação ocupacional? É a vacinação destinada a imunizar os trabalhadores de determinado local.

Esse tipo de vacinação é importante sobretudo para quem deixa de completar o calendário básico de vacinação. Além de contribuir para ampliar a cobertura vacinal, combate o adoecimento e promove a qualidade de vida dos trabalhadores. A escolha das vacinas fica a critério do médico do trabalho, que, em consonância com o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), irá definir qual imunizante é adequado para cada trabalhador, de acordo com os riscos biológicos aos quais está submetido — destacando-se os profissionais de saúde.

  1. Entre as principais vacinas utilizadas na saúde ocupacional, estão: Sarampo, caxumba e rubéola (SCR);Hepatite B;Difteria, tétano e coqueluche (dTpa ou dT);Febre amarela;Influenza (gripe);Varicela (catapora);Covid-19.
  2. Esperamos que, com este artigo, você entenda que, para estar totalmente protegido, é imprescindível receber todas as doses recomendadas nas diferentes etapas de vida.

Lembrando que a vacinação pode ser feita a qualquer tempo, tanto nos postos do Sistema Único de Saúde (SUS) quanto na rede privada — e isso inclui o Sabin, que oferece mais de 20 imunizantes o ano inteiro. Acesse nossa loja virtual e saiba quais vacinas você pode tomar conosco.

Outra dica bacana é que o Sabin pode ajudar você a checar se sua caderneta de vacinação está em dia. Quer saber como? Entre em nossa página dedicada exclusivamente às vacinas e atualize-se. Fique atento! Quando se trata de vacina, existem diversas informações enganosas, que, infelizmente, são disseminadas na população.

Mas não se preocupe: vacinas são seguras. Para ajudar a esclarecer ainda mais sobre a segurança das vacinas, veja como elas agem em nosso organismo. Para finalizar, um importante lembrete da Dra. Ana Rosa: “O adulto e o adolescente desempenham um papel fundamental na cadeia de transmissão das doenças respiratórias, que se dá de pessoa a pessoa por meio da tosse, da fala e ao espirrar, através das gotículas”.

  • Portanto, o ato de se vacinar significa não apenas proteger a nós mesmos, mas também a quem nos cerca.
  • Somente com o esforço conjunto, a imunização pode ser eficiente.
  • É uma responsabilidade que precisa ser de todos.
  • Precisamos fazer a nossa parte para manter as doenças afastadas e, principalmente, não permitir que as erradicadas e as eliminadas voltem! Manter a vacinação em dia é um dever de saúde e, mais do que isso, é exercer um direito à vida.

E você, está fazendo sua parte? : A vacinação deve ser feita em todas as fases da vida?

Quais as vacinas de 0 a 7 anos?

Vacinação

IDADE VACINAS DOENÇAS EVITADAS
15 meses DTP (tríplice bacteriana) Difteria, tétano e coqueluche
4 – 6 anos DTP (tríplice bacteriana Difteria, tétano e coqueluche
SRC (tríplice viral) Sarampo, rubéola e caxumba
10 anos Vacina contra febre amarela Febre amarela

Como saber todas as vacinas que já tomei na vida?

Por meio do aplicativo Conecte SUS Cidadão (Android ou iOS) ou da versão web, o cidadão consegue acompanhar se o registro da vacina foi inserido no sistema de informação.

Quais são as vacinas obrigatórias?

É obrigatório tomar vacinas específicas para viajar dentro do Brasil? – No Brasil, a recomendação da vacina febre amarela é atualmente para todo o território nacional. Outras vacinas também podem ser solicitadas para adentrar em algum estado, como Tétano, Difteria, Hepatite A, Hepatite B e Tríplice Viral.