Tabela De Insulina Nph E Regular?

Como regular a dosagem da insulina humana NPH?

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Apoio ao Tratamento Núcleo de Telessaúde Minas Gerais – NUTEL | 22 julho 2014 | ID: sofs-6881 A insulinoterapia, assim como todas as condutas médicas, deve ser individualizada levando em consideração aspectos próprios de cada paciente. Lembrando que as informações e ideias aqui contidas são apenas uma sugestão de conduta, feita à distância, em um contexto de segunda opinião formativa, que deve ser analisada e incorporada/adotada ou não, de acordo com o julgamento clínico do médico que assiste ao paciente, sendo esse, portanto, o único responsável pelas condutas tomadas, devendo, na adoção da insulinoterapia, ter especial atenção às comorbidades do paciente, ao grau, frequência e horários de hiperglicemia (visualizada pela auto-monitorização glicêmica domiciliar), aos riscos associados à hipoglicemia e à capacidade de resolução das mesmas.

De antemão, é preciso conhecer bem as opções de insulina disponíveis. Geralmente, os análogos de insulina de ação prolongada reduzem a incidência de hipoglicemia durante a noite, e análogos de insulina de ação rápida reduzem as excursões de glicose tardias pós-prandial, quando comparada com as correspondentes insulinas humanas (NPH e regular, respectivamente).

Uma dúvida comum é sobre a manutenção da terapia oral. A metformina é frequentemente mantida quando a insulina basal é adicionada, com estudos demonstrando menor ganho de peso quando os dois são usados juntos.² As sulfoniuréias são descontinuadas quando o paciente está em terapia plena com insulina.

  1. Para muitos pacientes com DM2, uma suplementação basal de insulina é usualmente adequada para um bom controle glicêmico, uma vez que a secreção endógena do hormônio pode ainda controlar os picos pós-prandiais.
  2. Esquema inicial: adição de insulinas de ação intermediária (NPH) à hora de deitar ou as de ações longas (Glargina ou Detemir) antes do jantar ou ao deitar, com manutenção dos hipoglicemiantes orais ou apenas da metformina.

Indicação: controle inadequado com medicamentos orais NPH – a dosagem inicial recomendada é de 6-10 unidades ou 0,1-0,2UI/kg (aplicada entre às 20-22hrs se a monitorização capilar do paciente estiver sendo feita às 7 ou 8hrs da manhã), sendo mais conveniente sempre iniciar com doses menores (4-6 unidades, para minimizar os riscos de hipoglicemia).

  1. Dessa maneira, a dose de insulina noturna pode ser ajustada ao longo das semanas ou meses.
  2. O reajuste deve visar manter a glicemia capilar de jejum abaixo de 100 mg/dl (relativizar conforme individualidade do paciente).
  3. Assim, diante de glicemias de jejum elevadas, aumenta-se progressivamente a NPH.
  4. Os portadores de DM que utilizam insulina NPH antes de dormir e apresentam glicemia de jejum adequada e hemoglobina glicada elevada, devem realizar monitorização da glicemia em outros períodos do dia (pré e pós-prandial do almoço e jantar).

A observação de níveis acima dos objetivos glicêmicos, repetidas vezes, no período da tarde ou noite, é indicativa da necessidade de introdução da segunda dose de insulina NPH, a ser administrada antes do café da manhã. Quando necessário, pode-se fracionar a NPH (2 ou 3 x) para manter níveis mais elevados de insulina basal ao longo de todo o dia.

  1. Esse regime de duas aplicações diárias de NPH é útil no controle de uma hiperglicemia persistente, sendo efetivo em muitos pacientes.
  2. As doses iniciais são em torno de 0,5-1,0 unidade/kg/dia, distribuídas em 2/3 da NPH pela manhã e 1/3 à noite.
  3. NPH 3x ao dia, são mais utilizadas em pacientes portadores de DM tipo 1, para melhor fracionamento da dose total de insulina utilizada no dia.

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Quando insulinizar o paciente com diabetes mellitus tipo 2? Quando iniciar insulina para um paciente com Diabetes tipo 2? Quais opções de insulinização do paciente com diabetes mellitus tipo 2? Pacientes diabéticos em uso de insulina podem receber apenas uma aplicação diária? Podem ser usados hipoglicemiantes orais em associação à insulina para pacientes com DM tipo2? Qual o melhor regime de tratamento com insulina para crianças com Diabetes Mellitus tipo 1: intensivo ou convencional? Qual medicação usar em pacientes diabéticos tipo 2, usando metformina + glimepirida em dose máxima, sem controle adequado da glicemia? Deve ser iniciada a insulinoterapia? Quando iniciamos a insulinoterapia, é melhor uma dose noturna de NPH, pois há melhora do controle glicêmico por inibir a gliconeogênese hepática?

Como ajustar insulina NPH é regular?

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Cuidados de Enfermagem Núcleo de Telessaúde Santa Catarina | 26 janeiro 2015 | ID: sofs-16929 A mistura de insulina permite maior flexibilidade de dose, porém requer mais destreza dos pacientes do que o uso de insulina pré-misturada(1). A escolha do sistema de administração de insulina depende da preferência, necessidade pessoal(1) e o objetivo da intervenção terapêutica.

  1. Quando o médico prescreve mistura de insulina de ação intermediária (NPH –N) com insulina de ação rápida (Regular – R) o objetivo é melhorar o tratamento com as ações complementares destas insulinas, numa mesma aplicação (2, 3, 4).
  2. Esse procedimento diminui o número de injeções, porém requer habilidade, conhecimento da técnica e atenção especial do usuário (3).

Existem à disposição do mercado, preparações de insulinas pré-misturadas em diferentes proporções, mas nem sempre elas são adequadas às necessidades do paciente ou estão disponíveis na rede pública de saúde. Dessa forma, é comum na prática clínica o preparo de dois tipos de insulina na mesma seringa.

Este procedimento diminui o número de injeções (5), Em caso de combinação de insulina NPH com insulina Regular, aspirar antes a insulina de ação curta (regular) para que o frasco não se contamine com a insulina de ação intermediária (NPH) (2). A mistura de NPH com Regular pode ser realizada e utilizada imediatamente ou armazenada para uso até 30dias.

Recomenda-se dar preferência pela aplicação imediata após o preparo e se possível pelo próprio usuário, capacitado, para evitar instabilidade do produto e redução do efeito esperado. Não há exigência para que a aplicação da mistura da insulina seja feito por um profissional de saúde.

A mistura de insulinas pode ser feita pelo próprio usuário, pois o autocuidado fortalece a autonomia do mesmo (5). O que é necessário é orientar o usuário a realizar a assepsia dos frascos e do local, aspirar primeiro a Insulina Regular para depois a NPH, pois fazendo o contrário, os cristais da NPH podem entrar no frasco da Regular, reduzindo a sua atividade (3).

Técnica de preparo da mistura das insulinas NPH e Regular, na mesma seringa (2,5) :

Lavar e secas as mãos; Reunir a insulina prescrita, seringa com agulhas, algodão e álcool 70%; Homogeneizar a insulina suspensão. Para homogeneizar corretamente as suspensões de insulina NPH recomenda-se rolar o frasco, gentilmente entre as mãos, de 10 a 20 vezes para misturá-la, antes de aspirar seu conteúdo; Proceder a desinfecção da borracha do frasco de insulina com algodão embebido em álcool 70%; Manter o protetor da agulha; Aspirar ar até a graduação correspondente à dose de insulina NPH prescrita; Injetar o ar no frasco de insulina NPH. Retirar a agulha do frasco sem aspirar à insulina NPH. A injeção do ar no frasco de insulina, antes do preparo da dose, na quantidade correspondente à dose de insulina a ser aspirada do frasco, quando se usa seringa, evita a formação de vácuo. A formação de vácuo dentro do frasco dificulta a aspiração dose correta, dificulta o total aproveitamento da insulina na mesma seringa, provoca a aspiração da primeira insulina já contida dentro da seringa, para dentro do frasco da segunda insulina a ser aspirada; Aspirar o ar até a graduação correspondente à dose de insulina R; Injetar o ar no frasco de insulina R, virar o frasco e aspirar a insulina R correspondente à dose prescrita; Retornar o frasco de insulina R para a posição inicial e retirar a agulha; Posicionar de cabeça para baixo o frasco de insulina NPH, pegar a seringa que já está com a insulina R, introduzir a agulha e aspirar a dose correspondente à insulina NPH. O total de insulina na seringa deve corresponder à soma das doses das duas insulinas; Retomar o frasco para a posição inicial; Remover a agulha do frasco, protegendo-a até o momento da aplicação; Se a dose aspirada na seringa for maior que a soma das doses prescritas, o excesso não deve ser devolvido aos frascos. Descartar a seringa com a insulina e reiniciar o procedimento com nova seringa. Quando cometer erros, nunca devolva para nenhum dos frascos as insulinas já misturadas. Não faça nenhum tipo de mistura sem prescrição e orientação médica. Após aberto, o frasco pode ser mantido em temperatura ambiente para minimizar dor no local da injeção, entre 15°C e 30°C, ou também em refrigeração, entre 2°C a 8°C. Não congelar a insulina. Após um mês do início do uso, a insulina perde sua potência, especialmente se mantida fora da geladeira. Por isso, é importante orientar que a pessoa anote a data de abertura no frasco (2).

O tratamento do diabetes visa manter um bom controle metabólico, diminuir as internações por complicações agudas (hipoglicemia e cetoacidose), prevenir ou postergar as complicações crônicas (microvasculares e macrovasculares), diminuir a ocorrência de problemas psicossociais (depressão, transtornos alimentares, desajuste social) e estimular a adoção de hábitos de vida saudáveis (5,6),

O modelo de atenção às condições crônicas poderia contemplar dois grandes campos: o sistema de atenção à saúde e à comunidade. No sistema de atenção à saúde, recomendam-se mudanças na organização da atenção à saúde, nos sistemas de informação clínicos e no autocuidado apoiado. Na comunidade, as mudanças estão centradas na articulação dos serviços de saúde com os equipamentos sociais e recursos de apoio à comunidade.

Esses campos de atuação intersetorial e interdisciplinar permite desenvolver pessoas e equipes informadas e proativas preparadas para produzir melhores resultados sanitários e funcionais para a população ( 7), Além disso, o apoio da equipe NASF poderá auxiliar as equipes de SF nas orientações e articulações intersetoriais, com equipes de atenção especializada e outros pontos de atenção para orientação sobre uso da insulina, seu armazenamento em domicílio, sobre autocuidado, sobre a técnica de mistura, fortalecendo a autonomia do usuário (8),

Quando iniciamos a insulinoterapia, é melhor uma dose noturna de NPH, pois há melhora do controle glicêmico por inibir a gliconeogênese hepática? Quais os cuidados gerais para paciente com DM2 em insulinoterapia? Como monitorar? O que fazer quando o paciente com DM2 em uso de insulina basal, mantem o controle glicêmico insatisfatório? Como insulinizar o paciente com DM2? Com quais doses começar? Quais opções de insulinização do paciente com diabetes mellitus tipo 2? Quando insulinizar o paciente com diabetes mellitus tipo 2? Quantas vezes reutilizar uma seringa para aplicação de insulina?

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Qual a quantidade de insulina NPH por dia?

Pacientes diabéticos em uso de insulina podem receber apenas uma aplicação diária? Podem ser usados hipoglicemiantes orais em associação à insulina para pacientes com DM tipo2? A insulina NPH pode ser usada em dose única diária em todos os pacientes utilizando doses até 40 UI/dia.

Qual é a diferença entre a insulina NPH e a regular?

– A Insulina Regular é uma solução clara de aspecto límpido e transparente. – A Insulina NPH é uma solução de aspecto leitoso (esbranquiçada) e turva. – Antes do uso, verifique o aspecto da insulina. Não utilize se notar cor ou aspecto diferente do normal e se estiver fora da validade.

Quantas unidades de insulina NPH devo tomar?

Insulina Humana NPH – botão injetor cor verde. Insulina Humana Regular – botão Injetor amarelo. A insulina NPH precisa ser ressuspendida antes da utilização por meio de agitação suave. Para isso, deve haver no dispositivo (carpule) no mínimo 12 unidades de insulina.

Como calcular doses de insulina para correção de glicemia?

Algumas dicas importantes (AGUIAR, 2011): –

  • Bolus correção – Dose de insulina usada para corrigir a glicemia medida antes da refeição.
  • Bolus refeição – Dose de insulina necessária para metabolizar os carboidratos em cada refeição.
  • Fator de sensibilidade – É a medida de quanto uma unidade de insulina rápida ou ultrarrápida é capaz de reduzir o valor da insulina, sendo calculado dividindo 1700 (para as insulinas ultrarrápidas) ou 1500 (para as insulinas rápidas) pela dose total usada durante o dia (basal + ultrarrápida + rápida).
  • A reposição em bolus é classificada em: correção que é calculada subtraindo o valor da meta glicêmica do valor da glicemia do momento e dividindo o resultado pelo fator de sensibilidade; refeição que é calculada através da divisão de 500 pela dose total de insulina aplicada ao dia.

Figura 1 Cálculo do bolus correção

  1. Autora: Martha Monteiro
  2. instagram:

Pode tomar insulina NPH duas vezes ao dia?

Quando iniciamos a insulinoterapia, é melhor uma dose noturna de NPH, pois há melhora do controle glicêmico por inibir a gliconeogênese hepática? Doses de insulina noturna superiores a 30U (1) e a falta de controle adequado com a insulina noturna (HbA1C > 7%) usada em associação com hipoglicemiante oral (metformina), afastados problemas de adesão ao plano alimentar e à atividade física, podem requerer esquemas mais complexos de insulinização.(1,2) Ocorrência de hipoglicemia também justificam mudanças no horário de administração ou fracionamento. A insulina NPH (neutral protamine Hagedorn) tem duração de ação intermediária (pico em 6 a 12h e duração usual 16 a 20h) e por esse motivo é utilizada 1 ou 2 vezes por dia (noite/antes do desjejum) para manter níveis basais de insulina. Insulinas de ação curta (por exemplo regular) podem ser utilizadas antes das refeições no manejo da hiperglicemia pós-prandial. O efeito fisiológico primário da insulina é o aumento da disponibilidade de glicose em tecidos-alvo (principalmente músculos esqueléticos) e a redução da produção hepática de glicose em estados de jejum. (3) A insulina aplicada à noite inibe a produção hepática de glicose, reduzindo a glicemia de jejum e, consequentemente, o perfil glicêmico das 24 horas. (2) Ao invés de recomendar algoritmos específicos para o manejo da hiperglicemia, as últimas diretrizes da American Diabetes Association / European Association for the Study of Diabetes são menos prescritivas e mais centradas no paciente, exatamente como espera-se da prática em Atenção Primária à Saúde (APS). As recomendações devem ser adaptadas às necessidades, preferências e tolerâncias individuais do paciente e baseadas em diferenças de idade e curso da doença. Outros fatores que interferem na definição do plano de tratamento individual incluem sintomas específicos, comorbidades, peso, raça/etnia, sexo e estilo de vida. A escassez de bons estudos comparando as diferentes estratégias de tratamento da hiperglicemia motivou a mudança de postura das referidas associações. Esquemas de insulina com mais de uma aplicação diária requerem auto monitoramento da glicemia capilar e variam de acordo com os tipos de insulina utilizadas. A prescrição de tais tratamentos pode ser realizado no contexto da APS, desde que o profissional tenha capacitação e experiência para tal. De outra forma, o manejo deve ser compartilhado com especialista focal. Aspectos chave no tratamento da hiperglicemia (3):

As metas e a terapêutica devem ser individualizados de acordo com as características específicas do paciente. O cerne de qualquer tipo de programa de tratamento de diabetes tipo 2 ainda é dieta, exercício e educação. A metformina é o tratamento de primeira linha (na ausência de contra-indicações). Os dados quanto ao uso de outros agentes hipoglicemiantes são limitados. Uma abordagem razoável é a terapia de combinação, com o objetivo de minimizar os efeitos secundários. Muitos pacientes, ao final, necessitarão de insulina em monoterapia ou em combinação com outros medicamentos para controle adequado. Sempre que possível, o paciente deve participar de todas as decisões do tratamento, focando em suas preferências, necessidades e valores. A meta principal do tratamento deve ser a redução global do risco cardiovascular.

O diabetes é uma doença crônica. Seu manejo pode ser otimizado pelo acompanhamento regular pela mesma equipe de saúde (LONGITUDINALIDADE). É através deste acompanhamento que é possível fazer ajustes no tratamento, verificar adesão ao tratamento (medicamentoso e não-medicamentoso) e identificar possíveis complicações.

A presença da figura do médico clínico de referência continua sendo fundamental mesmo quando a pessoa é encaminhada ao especialista. O cuidado com as interações medicamentosas, monitoração do tratamento, impacto da doença e suas complicações sobre as atividades cotidianas, atividade profissional e estado psico afetivo devem ser considerados (INTEGRALIDADE/COORDENAÇÃO DO CUIDADO).

: Quando iniciamos a insulinoterapia, é melhor uma dose noturna de NPH, pois há melhora do controle glicêmico por inibir a gliconeogênese hepática?

Quem usa insulina NPH pode usar a regular?

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Cuidados de Enfermagem Núcleo de Telessaúde Santa Catarina | 26 janeiro 2015 | ID: sofs-16929 A mistura de insulina permite maior flexibilidade de dose, porém requer mais destreza dos pacientes do que o uso de insulina pré-misturada(1). A escolha do sistema de administração de insulina depende da preferência, necessidade pessoal(1) e o objetivo da intervenção terapêutica.

Quando o médico prescreve mistura de insulina de ação intermediária (NPH –N) com insulina de ação rápida (Regular – R) o objetivo é melhorar o tratamento com as ações complementares destas insulinas, numa mesma aplicação (2, 3, 4). Esse procedimento diminui o número de injeções, porém requer habilidade, conhecimento da técnica e atenção especial do usuário (3).

Existem à disposição do mercado, preparações de insulinas pré-misturadas em diferentes proporções, mas nem sempre elas são adequadas às necessidades do paciente ou estão disponíveis na rede pública de saúde. Dessa forma, é comum na prática clínica o preparo de dois tipos de insulina na mesma seringa.

  • Este procedimento diminui o número de injeções (5),
  • Em caso de combinação de insulina NPH com insulina Regular, aspirar antes a insulina de ação curta (regular) para que o frasco não se contamine com a insulina de ação intermediária (NPH) (2).
  • A mistura de NPH com Regular pode ser realizada e utilizada imediatamente ou armazenada para uso até 30dias.

Recomenda-se dar preferência pela aplicação imediata após o preparo e se possível pelo próprio usuário, capacitado, para evitar instabilidade do produto e redução do efeito esperado. Não há exigência para que a aplicação da mistura da insulina seja feito por um profissional de saúde.

A mistura de insulinas pode ser feita pelo próprio usuário, pois o autocuidado fortalece a autonomia do mesmo (5). O que é necessário é orientar o usuário a realizar a assepsia dos frascos e do local, aspirar primeiro a Insulina Regular para depois a NPH, pois fazendo o contrário, os cristais da NPH podem entrar no frasco da Regular, reduzindo a sua atividade (3).

Técnica de preparo da mistura das insulinas NPH e Regular, na mesma seringa (2,5) :

Lavar e secas as mãos; Reunir a insulina prescrita, seringa com agulhas, algodão e álcool 70%; Homogeneizar a insulina suspensão. Para homogeneizar corretamente as suspensões de insulina NPH recomenda-se rolar o frasco, gentilmente entre as mãos, de 10 a 20 vezes para misturá-la, antes de aspirar seu conteúdo; Proceder a desinfecção da borracha do frasco de insulina com algodão embebido em álcool 70%; Manter o protetor da agulha; Aspirar ar até a graduação correspondente à dose de insulina NPH prescrita; Injetar o ar no frasco de insulina NPH. Retirar a agulha do frasco sem aspirar à insulina NPH. A injeção do ar no frasco de insulina, antes do preparo da dose, na quantidade correspondente à dose de insulina a ser aspirada do frasco, quando se usa seringa, evita a formação de vácuo. A formação de vácuo dentro do frasco dificulta a aspiração dose correta, dificulta o total aproveitamento da insulina na mesma seringa, provoca a aspiração da primeira insulina já contida dentro da seringa, para dentro do frasco da segunda insulina a ser aspirada; Aspirar o ar até a graduação correspondente à dose de insulina R; Injetar o ar no frasco de insulina R, virar o frasco e aspirar a insulina R correspondente à dose prescrita; Retornar o frasco de insulina R para a posição inicial e retirar a agulha; Posicionar de cabeça para baixo o frasco de insulina NPH, pegar a seringa que já está com a insulina R, introduzir a agulha e aspirar a dose correspondente à insulina NPH. O total de insulina na seringa deve corresponder à soma das doses das duas insulinas; Retomar o frasco para a posição inicial; Remover a agulha do frasco, protegendo-a até o momento da aplicação; Se a dose aspirada na seringa for maior que a soma das doses prescritas, o excesso não deve ser devolvido aos frascos. Descartar a seringa com a insulina e reiniciar o procedimento com nova seringa. Quando cometer erros, nunca devolva para nenhum dos frascos as insulinas já misturadas. Não faça nenhum tipo de mistura sem prescrição e orientação médica. Após aberto, o frasco pode ser mantido em temperatura ambiente para minimizar dor no local da injeção, entre 15°C e 30°C, ou também em refrigeração, entre 2°C a 8°C. Não congelar a insulina. Após um mês do início do uso, a insulina perde sua potência, especialmente se mantida fora da geladeira. Por isso, é importante orientar que a pessoa anote a data de abertura no frasco (2).

O tratamento do diabetes visa manter um bom controle metabólico, diminuir as internações por complicações agudas (hipoglicemia e cetoacidose), prevenir ou postergar as complicações crônicas (microvasculares e macrovasculares), diminuir a ocorrência de problemas psicossociais (depressão, transtornos alimentares, desajuste social) e estimular a adoção de hábitos de vida saudáveis (5,6),

  1. O modelo de atenção às condições crônicas poderia contemplar dois grandes campos: o sistema de atenção à saúde e à comunidade.
  2. No sistema de atenção à saúde, recomendam-se mudanças na organização da atenção à saúde, nos sistemas de informação clínicos e no autocuidado apoiado.
  3. Na comunidade, as mudanças estão centradas na articulação dos serviços de saúde com os equipamentos sociais e recursos de apoio à comunidade.

Esses campos de atuação intersetorial e interdisciplinar permite desenvolver pessoas e equipes informadas e proativas preparadas para produzir melhores resultados sanitários e funcionais para a população ( 7), Além disso, o apoio da equipe NASF poderá auxiliar as equipes de SF nas orientações e articulações intersetoriais, com equipes de atenção especializada e outros pontos de atenção para orientação sobre uso da insulina, seu armazenamento em domicílio, sobre autocuidado, sobre a técnica de mistura, fortalecendo a autonomia do usuário (8),

Quando iniciamos a insulinoterapia, é melhor uma dose noturna de NPH, pois há melhora do controle glicêmico por inibir a gliconeogênese hepática? Quais os cuidados gerais para paciente com DM2 em insulinoterapia? Como monitorar? O que fazer quando o paciente com DM2 em uso de insulina basal, mantem o controle glicêmico insatisfatório? Como insulinizar o paciente com DM2? Com quais doses começar? Quais opções de insulinização do paciente com diabetes mellitus tipo 2? Quando insulinizar o paciente com diabetes mellitus tipo 2? Quantas vezes reutilizar uma seringa para aplicação de insulina?

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Pode aplicar insulina NPH depois de comer?

Insulinas rápidas e ultrarrápidas. – As insulinas utilizadas para o bolus são as chamadas rápidas e as ultrarrápidas. Elas têm como ação o período da alimentação, promovendo um bom controle da glicemia nos períodos próximos da alimentação. A insulina rápida ou regular começa a agir em 30 a 60 minutos e, tem seu pico de ação em 2 a 4 horas e duração de ação de 6 a 8 horas.

  1. Sendo assim, deve ser usada de 30 a 45 minutos antes da refeição.
  2. A insulina ultrarrápida – lispro, aspart ou glulisina – começa a agir em menos de 15 minutos, tem seu pico de ação em 1 a 2 horas e duração de ação de 3 a 4 horas.
  3. Sendo assim, deve ser usada em menos de 15 minutos antes da refeição, ou mesmo durante a refeição.

Esta última tem menor risco de hipoglicemia do que a rápida.

Quantas horas dura o efeito da insulina NPH?

➢ NPH (disponível no SUS): início de ação em 2 a 4 horas, pico de ação após 4 a 10 horas, duração do efeito terapêutico por 10 a 18 horas.3- Insulinas de ação rápida: ➢ Regular (disponível no SUS): início de ação em meia a uma hora, pico de ação após 2 a 3 horas, duração do efeito terapêutico por 5 a 8 horas.

Qual o melhor horário para tomar a insulina humana NPH?

Quando iniciamos a insulinoterapia, é melhor uma dose noturna de NPH, pois há melhora do controle glicêmico por inibir a gliconeogênese hepática? Doses de insulina noturna superiores a 30U (1) e a falta de controle adequado com a insulina noturna (HbA1C > 7%) usada em associação com hipoglicemiante oral (metformina), afastados problemas de adesão ao plano alimentar e à atividade física, podem requerer esquemas mais complexos de insulinização.(1,2) Ocorrência de hipoglicemia também justificam mudanças no horário de administração ou fracionamento. A insulina NPH (neutral protamine Hagedorn) tem duração de ação intermediária (pico em 6 a 12h e duração usual 16 a 20h) e por esse motivo é utilizada 1 ou 2 vezes por dia (noite/antes do desjejum) para manter níveis basais de insulina. Insulinas de ação curta (por exemplo regular) podem ser utilizadas antes das refeições no manejo da hiperglicemia pós-prandial. O efeito fisiológico primário da insulina é o aumento da disponibilidade de glicose em tecidos-alvo (principalmente músculos esqueléticos) e a redução da produção hepática de glicose em estados de jejum. (3) A insulina aplicada à noite inibe a produção hepática de glicose, reduzindo a glicemia de jejum e, consequentemente, o perfil glicêmico das 24 horas. (2) Ao invés de recomendar algoritmos específicos para o manejo da hiperglicemia, as últimas diretrizes da American Diabetes Association / European Association for the Study of Diabetes são menos prescritivas e mais centradas no paciente, exatamente como espera-se da prática em Atenção Primária à Saúde (APS). As recomendações devem ser adaptadas às necessidades, preferências e tolerâncias individuais do paciente e baseadas em diferenças de idade e curso da doença. Outros fatores que interferem na definição do plano de tratamento individual incluem sintomas específicos, comorbidades, peso, raça/etnia, sexo e estilo de vida. A escassez de bons estudos comparando as diferentes estratégias de tratamento da hiperglicemia motivou a mudança de postura das referidas associações. Esquemas de insulina com mais de uma aplicação diária requerem auto monitoramento da glicemia capilar e variam de acordo com os tipos de insulina utilizadas. A prescrição de tais tratamentos pode ser realizado no contexto da APS, desde que o profissional tenha capacitação e experiência para tal. De outra forma, o manejo deve ser compartilhado com especialista focal. Aspectos chave no tratamento da hiperglicemia (3):

As metas e a terapêutica devem ser individualizados de acordo com as características específicas do paciente. O cerne de qualquer tipo de programa de tratamento de diabetes tipo 2 ainda é dieta, exercício e educação. A metformina é o tratamento de primeira linha (na ausência de contra-indicações). Os dados quanto ao uso de outros agentes hipoglicemiantes são limitados. Uma abordagem razoável é a terapia de combinação, com o objetivo de minimizar os efeitos secundários. Muitos pacientes, ao final, necessitarão de insulina em monoterapia ou em combinação com outros medicamentos para controle adequado. Sempre que possível, o paciente deve participar de todas as decisões do tratamento, focando em suas preferências, necessidades e valores. A meta principal do tratamento deve ser a redução global do risco cardiovascular.

O diabetes é uma doença crônica. Seu manejo pode ser otimizado pelo acompanhamento regular pela mesma equipe de saúde (LONGITUDINALIDADE). É através deste acompanhamento que é possível fazer ajustes no tratamento, verificar adesão ao tratamento (medicamentoso e não-medicamentoso) e identificar possíveis complicações.

A presença da figura do médico clínico de referência continua sendo fundamental mesmo quando a pessoa é encaminhada ao especialista. O cuidado com as interações medicamentosas, monitoração do tratamento, impacto da doença e suas complicações sobre as atividades cotidianas, atividade profissional e estado psico afetivo devem ser considerados (INTEGRALIDADE/COORDENAÇÃO DO CUIDADO).

: Quando iniciamos a insulinoterapia, é melhor uma dose noturna de NPH, pois há melhora do controle glicêmico por inibir a gliconeogênese hepática?

Como usar insulina regular e NPH juntas?

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Cuidados de Enfermagem Núcleo de Telessaúde Santa Catarina | 26 janeiro 2015 | ID: sofs-16929 A mistura de insulina permite maior flexibilidade de dose, porém requer mais destreza dos pacientes do que o uso de insulina pré-misturada(1). A escolha do sistema de administração de insulina depende da preferência, necessidade pessoal(1) e o objetivo da intervenção terapêutica.

Quando o médico prescreve mistura de insulina de ação intermediária (NPH –N) com insulina de ação rápida (Regular – R) o objetivo é melhorar o tratamento com as ações complementares destas insulinas, numa mesma aplicação (2, 3, 4). Esse procedimento diminui o número de injeções, porém requer habilidade, conhecimento da técnica e atenção especial do usuário (3).

Existem à disposição do mercado, preparações de insulinas pré-misturadas em diferentes proporções, mas nem sempre elas são adequadas às necessidades do paciente ou estão disponíveis na rede pública de saúde. Dessa forma, é comum na prática clínica o preparo de dois tipos de insulina na mesma seringa.

Este procedimento diminui o número de injeções (5), Em caso de combinação de insulina NPH com insulina Regular, aspirar antes a insulina de ação curta (regular) para que o frasco não se contamine com a insulina de ação intermediária (NPH) (2). A mistura de NPH com Regular pode ser realizada e utilizada imediatamente ou armazenada para uso até 30dias.

Recomenda-se dar preferência pela aplicação imediata após o preparo e se possível pelo próprio usuário, capacitado, para evitar instabilidade do produto e redução do efeito esperado. Não há exigência para que a aplicação da mistura da insulina seja feito por um profissional de saúde.

  1. A mistura de insulinas pode ser feita pelo próprio usuário, pois o autocuidado fortalece a autonomia do mesmo (5).
  2. O que é necessário é orientar o usuário a realizar a assepsia dos frascos e do local, aspirar primeiro a Insulina Regular para depois a NPH, pois fazendo o contrário, os cristais da NPH podem entrar no frasco da Regular, reduzindo a sua atividade (3).

Técnica de preparo da mistura das insulinas NPH e Regular, na mesma seringa (2,5) :

Lavar e secas as mãos; Reunir a insulina prescrita, seringa com agulhas, algodão e álcool 70%; Homogeneizar a insulina suspensão. Para homogeneizar corretamente as suspensões de insulina NPH recomenda-se rolar o frasco, gentilmente entre as mãos, de 10 a 20 vezes para misturá-la, antes de aspirar seu conteúdo; Proceder a desinfecção da borracha do frasco de insulina com algodão embebido em álcool 70%; Manter o protetor da agulha; Aspirar ar até a graduação correspondente à dose de insulina NPH prescrita; Injetar o ar no frasco de insulina NPH. Retirar a agulha do frasco sem aspirar à insulina NPH. A injeção do ar no frasco de insulina, antes do preparo da dose, na quantidade correspondente à dose de insulina a ser aspirada do frasco, quando se usa seringa, evita a formação de vácuo. A formação de vácuo dentro do frasco dificulta a aspiração dose correta, dificulta o total aproveitamento da insulina na mesma seringa, provoca a aspiração da primeira insulina já contida dentro da seringa, para dentro do frasco da segunda insulina a ser aspirada; Aspirar o ar até a graduação correspondente à dose de insulina R; Injetar o ar no frasco de insulina R, virar o frasco e aspirar a insulina R correspondente à dose prescrita; Retornar o frasco de insulina R para a posição inicial e retirar a agulha; Posicionar de cabeça para baixo o frasco de insulina NPH, pegar a seringa que já está com a insulina R, introduzir a agulha e aspirar a dose correspondente à insulina NPH. O total de insulina na seringa deve corresponder à soma das doses das duas insulinas; Retomar o frasco para a posição inicial; Remover a agulha do frasco, protegendo-a até o momento da aplicação; Se a dose aspirada na seringa for maior que a soma das doses prescritas, o excesso não deve ser devolvido aos frascos. Descartar a seringa com a insulina e reiniciar o procedimento com nova seringa. Quando cometer erros, nunca devolva para nenhum dos frascos as insulinas já misturadas. Não faça nenhum tipo de mistura sem prescrição e orientação médica. Após aberto, o frasco pode ser mantido em temperatura ambiente para minimizar dor no local da injeção, entre 15°C e 30°C, ou também em refrigeração, entre 2°C a 8°C. Não congelar a insulina. Após um mês do início do uso, a insulina perde sua potência, especialmente se mantida fora da geladeira. Por isso, é importante orientar que a pessoa anote a data de abertura no frasco (2).

O tratamento do diabetes visa manter um bom controle metabólico, diminuir as internações por complicações agudas (hipoglicemia e cetoacidose), prevenir ou postergar as complicações crônicas (microvasculares e macrovasculares), diminuir a ocorrência de problemas psicossociais (depressão, transtornos alimentares, desajuste social) e estimular a adoção de hábitos de vida saudáveis (5,6),

  • O modelo de atenção às condições crônicas poderia contemplar dois grandes campos: o sistema de atenção à saúde e à comunidade.
  • No sistema de atenção à saúde, recomendam-se mudanças na organização da atenção à saúde, nos sistemas de informação clínicos e no autocuidado apoiado.
  • Na comunidade, as mudanças estão centradas na articulação dos serviços de saúde com os equipamentos sociais e recursos de apoio à comunidade.

Esses campos de atuação intersetorial e interdisciplinar permite desenvolver pessoas e equipes informadas e proativas preparadas para produzir melhores resultados sanitários e funcionais para a população ( 7), Além disso, o apoio da equipe NASF poderá auxiliar as equipes de SF nas orientações e articulações intersetoriais, com equipes de atenção especializada e outros pontos de atenção para orientação sobre uso da insulina, seu armazenamento em domicílio, sobre autocuidado, sobre a técnica de mistura, fortalecendo a autonomia do usuário (8),

Quando iniciamos a insulinoterapia, é melhor uma dose noturna de NPH, pois há melhora do controle glicêmico por inibir a gliconeogênese hepática? Quais os cuidados gerais para paciente com DM2 em insulinoterapia? Como monitorar? O que fazer quando o paciente com DM2 em uso de insulina basal, mantem o controle glicêmico insatisfatório? Como insulinizar o paciente com DM2? Com quais doses começar? Quais opções de insulinização do paciente com diabetes mellitus tipo 2? Quando insulinizar o paciente com diabetes mellitus tipo 2? Quantas vezes reutilizar uma seringa para aplicação de insulina?

Qual insulina faz efeito mais rápido NPH ou regular?

➢ NPH (disponível no SUS): início de ação em 2 a 4 horas, pico de ação após 4 a 10 horas, duração do efeito terapêutico por 10 a 18 horas.3- Insulinas de ação rápida: ➢ Regular (disponível no SUS): início de ação em meia a uma hora, pico de ação após 2 a 3 horas, duração do efeito terapêutico por 5 a 8 horas.

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Quais são os 4 tipos de insulina?

Principais tipos de insulina e como aplicar – A insulina é um hormônio produzido naturalmente pelo corpo para controlar os níveis de glicose no sangue, mas quando não se produz quantidade suficiente para esta função, como ocorre no diabetes, é necessário utilizar medicamentos com insulina sintética.

Existem vários tipos de insulina sintética, como insulinas regular, NPH, Lispro, Glargina ou Detemir, por exemplo, que imitam a ação do hormônio natural do corpo a cada momento do dia, e são aplicadas através de injeções diárias na pele com seringas, canetas ou pequenas bombas especializadas. Assim, a insulina ajuda a normalizar os valores de glicemia, detectadas pelo exame de sangue, e a permitir que o diabético mantenha uma vida saudável e evite as complicações do diabetes, como retinopatia, insuficiência renal e infarto, por exemplo.

No entanto, seu uso só deve ser iniciado por indicação do clínico geral ou endocrinologista, pois o tipo de insulina e suas quantidades variam de acordo com as necessidades de cada pessoa. Principais tipos de insulina Os tipos de insulina se diferenciam de acordo com o tempo de ação e o momento em que devem ser aplicados, incluindo: 1.

  • Insulina Detemir, Deglutega ou Glargina Estas são insulinas de ação lenta ou prolongada, que têm duração de um dia inteiro, e por isso a quantidade no sangue mantém-se constante, para imitar a insulina basal e mínima ao longo do dia.
  • Os principais tipos são o Detemir (Levemir), Deglutega (Tresiba), que duram mais de 24 horas ou a Glargina (Lantus), que chega a durar mais de 30 horas.

Atualmente existem as insulinas ultralongas, que chegam a agir por 2 dias, o que pode diminuir o número de picadas e melhora qualidade de vida do diabético.2. Insulina NPH, Lenta ou NPL Este tipo de insulina é considerada de ação intermediária e age durante cerca de metade do dia, entre 12 a 24 horas, e os principais tipos são NPH (Novolin N, Humulin N, Insulatard), Lenta (Humulin L, Novolin L) e NPL (Humalog Mix).

  1. Ela também pode imitar o efeito basal da insulina, sendo aplicadas de 1 a 3 vezes por dia, dependendo da quantidade necessária para cada pessoa, e da orientação pelo médico.3.
  2. Insulina Regular Também conhecida por insulina de ação rápida ou regular (Novorapid, Humulin R ou Novolin R), é uma insulina que deve ser aplicada cerca de 30 minutos antes das principais refeições, geralmente 3 vezes ao dia, e que ajuda a manter os níveis de glicose estáveis após a ingestão de alimentos.4.

Insulina Lispro, Aspart ou Glulisina É um tipo de insulina é a insulina de ação ultra-rápida, que tem o efeito mais imediato, e deve ser aplicada imediatamente antes de comer ou, em alguns casos, logo após comer, imitando a ação da insulina que é produzida quando comemos para evitar que os níveis de açúcar no sangue fiquem altos.

  • As principais são a Lispro (Humalog), Aspart (Novorapid Flexpen) ou Glulisina (Apidra).
  • Alguns diabéticos podem necessitar de preparados de insulina de ação rápida, ultra-rápida e de ação intermédia, chamados de insulina pré-misturada, como Humulin 70/30 ou Humalog Mix, por exemplo, para controlar a doença e, normalmente, é usada para facilitar o seu uso e diminuir o número de picadas, principalmente por pessoas idosas ou com dificuldade para preparar a insulina devido a problemas motores ou de visão.

Além das injeções de insulina aplicadas com caneta especializada ou seringa, também se pode usar a bomba de insulina, que é um aparelho eletrônico que fica ligado ao corpo e libera insulina durante 24 horas, e permite que haja um melhor controle dos níveis de açúcar no sangue e do diabetes, podendo ser utilizada para indivíduos de todas as idades, geralmente, no diabetes tipo 1.

  • Saiba mais sobre como usar e onde encontrar a bomba de insulina.
  • Como aplicar a insulina Para que qualquer tipo de tipo de insulina faça efeito é fundamental aplicá-la corretamente e, para isso é necessário: – Fazer uma pequena prega na pele, antes de aplicar a injeção, para que ela seja absorvida na região subcutânea; – Introduzir a agulha perpendicularmente à pele e aplicar a medicação; – Variar os locais das injeções, entre braço, coxa e barriga e mesmo nesses locais é importante rodar, para evitar hematomas e lipohipertrofia.

– Além disso, é importante conservar a insulina, mantendo-a no frigorifico enquanto não for aberta e depois da embalagem estar aberta deve se manter protegida do sol e do calor e não deve ser utilizada por mais de 1 mês. Fonte: https://www.tuasaude.com/tipos-de-insulina/ – Compartilhar! Ver todas

Qual a quantidade máxima de insulina por dia?

Pacientes diabéticos em uso de insulina podem receber apenas uma aplicação diária? Podem ser usados hipoglicemiantes orais em associação à insulina para pacientes com DM tipo2? A insulina NPH pode ser usada em dose única diária em todos os pacientes utilizando doses até 40 UI/dia.

Qual é a melhor insulina para diabetes tipo 2?

Existem vários estudos demonstrando que a melhor forma de iniciar a insulinização em DM2 é com insulina basal (glargina, detemir ou NPH), aplicada uma vez ao dia, na hora de dormir (bed time), mantendo os antidiabéticos orais durante o dia34(B).

Qual é o valor da glicemia para tomar insulina?

A dose de insulina basal inicial deve ser 10 unidades ou 0,2 unidades/kg/dia, sendo necessário fazer a titulação, baseada na glicemia de jejum, com o objetivo de chegar às metas de controle.

Qual o valor normal de insulina em jejum?

Ao fazer a medição sanguínea da glicemia, ela é considerada normal quando apresenta os seguintes valores: Glicemia de jejum: entre 70 a 99 mg/dL.

Como fazer a conta para saber a quantidade de insulina?

Necessidades diárias de insulina oscilam, utiliza-se 0,8 unidades/Kg de peso/dia. alguma quantidade de insulina, pode-se passar para 0,4 a 0,6 unidades/Kg de peso/dia.

Como fazer a contagem da insulina?

O cálculo consiste em dividir 1700 (ou 1500) pela dose total média das insulinas utilizadas em 24 horas (basal + ultrarrápida ou basal + rápida). O valor obtido corresponde ao FS.

Quantas unidades de insulina para baixar glicemia?

A dose inicial recomendada é de 10 unidades ou 0,1 a 0,2 unidades/kg/dia de NPH ou análogos (glargina, detemir, degludeca).

Como fazer ajuste de insulina?

O ajuste da dose de insulina pode ser feito em aumentos de 2 a 4 unidades a cada 3 a 7 dias, dependendo do valor das glicemias capilares do jejum, até atingir o alvo de 80 a 130 mg/dL, desde que não ocorra hipoglicemia noturna.

Como regular los niveles de insulina?

Pratique atividades físicas – O sedentarismo é um dos fatores que desencadeia a produção excessiva de insulina. Portanto, é essencial praticar exercícios físicos de modo regular, para equilibrar as taxas do hormônio no organismo. Como opções, pode-se praticar caminhadas, corrida leve, musculação, e outras atividades aeróbicas.

Como calcular correcao de insulina?

Algumas dicas importantes (AGUIAR, 2011): –

  • Bolus correção – Dose de insulina usada para corrigir a glicemia medida antes da refeição.
  • Bolus refeição – Dose de insulina necessária para metabolizar os carboidratos em cada refeição.
  • Fator de sensibilidade – É a medida de quanto uma unidade de insulina rápida ou ultrarrápida é capaz de reduzir o valor da insulina, sendo calculado dividindo 1700 (para as insulinas ultrarrápidas) ou 1500 (para as insulinas rápidas) pela dose total usada durante o dia (basal + ultrarrápida + rápida).
  • A reposição em bolus é classificada em: correção que é calculada subtraindo o valor da meta glicêmica do valor da glicemia do momento e dividindo o resultado pelo fator de sensibilidade; refeição que é calculada através da divisão de 500 pela dose total de insulina aplicada ao dia.

Figura 1 Cálculo do bolus correção

  1. Autora: Martha Monteiro
  2. instagram:

Como é administrada a insulina NPH?

Quando iniciamos a insulinoterapia, é melhor uma dose noturna de NPH, pois há melhora do controle glicêmico por inibir a gliconeogênese hepática? Doses de insulina noturna superiores a 30U (1) e a falta de controle adequado com a insulina noturna (HbA1C > 7%) usada em associação com hipoglicemiante oral (metformina), afastados problemas de adesão ao plano alimentar e à atividade física, podem requerer esquemas mais complexos de insulinização.(1,2) Ocorrência de hipoglicemia também justificam mudanças no horário de administração ou fracionamento. A insulina NPH (neutral protamine Hagedorn) tem duração de ação intermediária (pico em 6 a 12h e duração usual 16 a 20h) e por esse motivo é utilizada 1 ou 2 vezes por dia (noite/antes do desjejum) para manter níveis basais de insulina. Insulinas de ação curta (por exemplo regular) podem ser utilizadas antes das refeições no manejo da hiperglicemia pós-prandial. O efeito fisiológico primário da insulina é o aumento da disponibilidade de glicose em tecidos-alvo (principalmente músculos esqueléticos) e a redução da produção hepática de glicose em estados de jejum. (3) A insulina aplicada à noite inibe a produção hepática de glicose, reduzindo a glicemia de jejum e, consequentemente, o perfil glicêmico das 24 horas. (2) Ao invés de recomendar algoritmos específicos para o manejo da hiperglicemia, as últimas diretrizes da American Diabetes Association / European Association for the Study of Diabetes são menos prescritivas e mais centradas no paciente, exatamente como espera-se da prática em Atenção Primária à Saúde (APS). As recomendações devem ser adaptadas às necessidades, preferências e tolerâncias individuais do paciente e baseadas em diferenças de idade e curso da doença. Outros fatores que interferem na definição do plano de tratamento individual incluem sintomas específicos, comorbidades, peso, raça/etnia, sexo e estilo de vida. A escassez de bons estudos comparando as diferentes estratégias de tratamento da hiperglicemia motivou a mudança de postura das referidas associações. Esquemas de insulina com mais de uma aplicação diária requerem auto monitoramento da glicemia capilar e variam de acordo com os tipos de insulina utilizadas. A prescrição de tais tratamentos pode ser realizado no contexto da APS, desde que o profissional tenha capacitação e experiência para tal. De outra forma, o manejo deve ser compartilhado com especialista focal. Aspectos chave no tratamento da hiperglicemia (3):

As metas e a terapêutica devem ser individualizados de acordo com as características específicas do paciente. O cerne de qualquer tipo de programa de tratamento de diabetes tipo 2 ainda é dieta, exercício e educação. A metformina é o tratamento de primeira linha (na ausência de contra-indicações). Os dados quanto ao uso de outros agentes hipoglicemiantes são limitados. Uma abordagem razoável é a terapia de combinação, com o objetivo de minimizar os efeitos secundários. Muitos pacientes, ao final, necessitarão de insulina em monoterapia ou em combinação com outros medicamentos para controle adequado. Sempre que possível, o paciente deve participar de todas as decisões do tratamento, focando em suas preferências, necessidades e valores. A meta principal do tratamento deve ser a redução global do risco cardiovascular.

O diabetes é uma doença crônica. Seu manejo pode ser otimizado pelo acompanhamento regular pela mesma equipe de saúde (LONGITUDINALIDADE). É através deste acompanhamento que é possível fazer ajustes no tratamento, verificar adesão ao tratamento (medicamentoso e não-medicamentoso) e identificar possíveis complicações.

  • A presença da figura do médico clínico de referência continua sendo fundamental mesmo quando a pessoa é encaminhada ao especialista.
  • O cuidado com as interações medicamentosas, monitoração do tratamento, impacto da doença e suas complicações sobre as atividades cotidianas, atividade profissional e estado psico afetivo devem ser considerados (INTEGRALIDADE/COORDENAÇÃO DO CUIDADO).

: Quando iniciamos a insulinoterapia, é melhor uma dose noturna de NPH, pois há melhora do controle glicêmico por inibir a gliconeogênese hepática?