Tabela De Jogos Brasileirao 2019?

Quem é o maior pontuador da era dos pontos corridos?

Campeões dos pontos corridos na história do Brasileirão – O Brasileirão é disputado no sistema de pontos corridos desde 2003. O campeonato entrou no mesmo formato atual em 2005, quando passou a ter 20 clubes na primeira divisão. Todos se enfrentam em turno e returno, o que dá um total de 38 jogos.

  • O time que mais pontuou na história dos pontos corridos foi o Cruzeiro, que marcou 100 pontos em 2003, mas com 46 jogos disputados (2,17 pontos por jogo), pois eram 24 clubes na primeira divisão.
  • Se levarmos em conta o formato atual, com 20 times, o Flamengo foi o que teve a maior pontuação em 2019, com 90 pontos em 38 jogos (média de 2,63 pontos por jogo).

O Botafogo 2023 tem uma média de 2,11 pontos conquistados por partida. Se seguir nesta toada, o clube carioca chegará a 80 pontos no final do Brasileirão, o que seria uma pontuação suficiente para ser campeão em 12 dos campeonatos disputados na história dos pontos corridos (veja a tabela abaixo).

Brasileirão: Pontuação do campeão na era dos pontos corridos

Ano Campeão Pontuação
2003 Cruzeiro 100 pontos (disputou 46 jogos)
2004 Santos 89 pontos (disputou 46 jogos)
2005 Corinthians 81 pontos
2006 São Paulo 78 pontos
2007 São Paulo 77 pontos
2008 São Paulo 75 pontos
2009 Flamengo 67 pontos
2010 Fluminense 71 pontos
2011 Corinthians 71 pontos
2012 Fluminense 77 pontos
2013 Cruzeiro 76 pontos
2014 Cruzeiro 80 pontos
2015 Corinthians 81 pontos
2016 Palmeiras 80 pontos
2017 Corinthians 72 pontos
2018 Palmeiras 80 pontos
2019 Flamengo 90 pontos
2020 Flamengo 71 pontos
2021 Atlético-MG 84 pontos
2022 Palmeiras 81 pontos

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Qual é o time que mais fez gols no mundo?

O Santos é o time com mais gols no futebol mundial. O Alvinegro já marcou 12 691 vezes na sua história.

Qual o time que cr7 fez mais gols?

Análise Big Data: Perfil goleador de Cristiano Ronaldo Cristiano ronaldo Sporting (2002-2003), Manchester United (2003-2009 e 2021/2022), Real Madrid (2009-2018), Juventus (2018-2021), Al-Nassr (2022-Presente) No dia 14 de agosto de 2002, estreava pelo Sporting, de Portugal, o jogador que atualmente ostenta o título de maior goleador da história do futebol em partidas oficiais: Cristiano Ronaldo.

  1. Desde o início, o português chamou a atenção do planeta futebol.
  2. Mas foi o Manchester United que agiu com maior rapidez.
  3. Apenas um ano após a sua estreia, Ronaldo assinaria contrato com os ‘Diabos Vermelhos’.
  4. Isso, depois de brilhar em um amistoso justamente contra o clube inglês.
  5. Ali, convenceu de que valia a pena investir 18 milhões de euros na contratação de um jovem de 18 anos.

De lá para cá, o português tem convencido todos os treinadores que teve na sequência. “Treiná-lo foi o melhor que me aconteceu na carreira. É o atleta mais profissional que conheci”, disse José Mourinho sobre Cristiano Ronaldo, após trabalharem juntos no Real Madrid. A transformação: da ponta ao papel de ‘ 9 ‘ Cristiano Ronaldo formou-se na academia do Sporting, de Portugal, e logo ganhou espaço no time principal como um ponta ágil, explosivo e dono de diferentes habilidades para driblar, com destaque para suas pedaladas.

  • Apesar de ainda ser, na temporada 2002-03, um jogador em desenvolvimento, Ronaldo já era peça importante da equipe de Laszló Boloni, então técnico do Sporting.
  • Uma decisão que Boloni tomou depois de ver Ronaldo jogar nas categorias de base do clube.
  • Com os juvenis, jogava de número 9, mas decidi usá-lo como extremo-direito.

Era jovem, veloz, pesava uns 60 kg, e teria dificuldades de jogar de costas contra defensores de 100 kg. Na ponta, com velocidade e um chute fantástico, seria muito mais eficiente”, explicou Boloni em uma entrevista ao Marca. Sporting (2002-03): 5 gols em 31 jogos / 0,2 gol por partida Foi no Manchester United, sob o comando de Sir Alex Ferguson, que o jogador português voltou a atuar na posição de ‘9′ que interpretou na base do Sporting.

  1. Ali, deixou de ser um ponta implacável para tornar-se um goleador indiscutível.
  2. Os números comprovam sua evolução em Old Trafford: 6 gols na temporada 2003-04; 9 em 2004-05; 12 em 2005-06; 23 em 2006-07; 42 em 2007-08 e 26 em sua última temporada, 2008-09.
  3. Um total de 118 gols em 292 partidas pelo United (0,4 gol por jogo).

A explosão goleadora de Cristiano Ronaldo no Manchester United de Ferguson chegou através de uma grande mudança em seu jogo. Como explicou (auxiliar de Ferguson entre 2007 e 2013) ao The Coaches’ Voice. “Eu achava que era um dos melhores atacantes desde muito jovem, mas ainda não era suficientemente produtivo.

  • Nós precisávamos que marcasse mais gols.
  • E sabíamos que ele queria a mesma coisa”.
  • Meu objetivo era fazê-lo entender isso.
  • Identificar como poderia sair de onde estava e chegar aonde queria estar”, acrescentou Meulensteen.
  • Também se tratava de estabelecer objetivos e metas.
  • Explicamos a ele que as pessoas que têm um objetivo claro e traçam uma estratégia para alcançá-lo são muito mais bem sucedidas.

Ele era receptivo a tudo que poderia ajudá-lo a se aproximar do que queria”. “Jogar centralizado não é minha posição favorita, mas tive que me adaptar”, confessou o jogador português depois de eliminar, com seus gols, o Arsenal das semifinais da Champions League em 2009.

Certamente não sou o mesmo jogador de dez anos atrás quando comecei no Sporting, nem mesmo aquele do Manchester United, quando era um ponta que driblava e cruzava. Com o tempo, passei a ver o futebol de outra maneira. Em alguns momentos, posso parecer um ‘9’, mas não sou. Gosto de ter liberdade em campo”.

Manchester United (2003-2009): 118 gols em 292 jogos / 0,4 gol por partida Um finalizador letal no Real Madrid: Se seus números já eram destacados no United, em seu primeiro ano no Real Madrid ficaram ainda mais robustos, com 33 gols feitos em 35 partidas. Manuel Pellegrini, então técnico dos merengues, escalava Ronaldo pelo lado esquerdo (Raúl González, Karin Benzema e Gonzalo Higuaín eram os atacantes), mas cada vez mais cresciam suas investidas por dentro (abaixo) e o tempo que permanecia em zonas de finalização a gol.

  • Fez 11 gols em posicionamento de centroavante e 16 gols de primeira, com um toque na bola.
  • Então, já tinha se tornado um dos melhores finalizadores do mundo, potencializando ainda mais esta faceta com a chegada de José Mourinho ao Real Madrid e motivado, por outro lado, com seu particular duelo com Lionel Messi.

Com o então jogador do Barcelona, buscavam superar todas as marcas possíveis. Se solidificou como atacante definidor, sob o 4-2-3-1 de Mourinho, chegando à área rival como ‘9′ junto a Higuaín ou Benzema. Na temporada 2010-11, somou 53 gols em 54 partidas; foram 60 gols em 55 jogos em 2011-12 e 55 gols em 55 partidas em 2012-13. Karim Benzema, seu melhor parceiro A chegada de Zinedine Zidane ao clube (substituindo Rafa Benítez), em janeiro de 2016, não alterou a posição nem diminuiu a efetividade de Cristiano em campo. Ao contrário, pavimentou ainda mais o caminho ao gol, fortalecendo sua parceria ofensiva com Benzema.

Zidane detectou que o impacto goleador do atacante português, já com menos potência e velocidade em seu jogo, crescia ao lado de um jogador com a mobilidade e capacidade associativa de Benzema. O atacante francês deixou de pensar exclusivamente na necessidade de fazer gols, focando também em habilitar Ronaldo com sua movimentação em diferentes zonas do ataque (abaixo).

No período que coincidiram no Madrid, participaram juntos de 76 gols. O gol como objetivo final de seu jogo. Assim, chegou a se converter no maior artilheiro da história do Real Madrid em um tempo recorde: 450 gols e 438 jogos (1,02 gol por partida), superando os 323 de Raúl em 741 jogos (0,4). Manter a ambiçã o competitiva Depois de sua passagem pelo Real Madrid, poderia ter escolhido um destino mais fácil para seguir alimentando suas estatísticas, mas sua ambição competitiva é tão grande quanto sua lista de gols. Assim, optou por ir à Serie A.

  1. Uma competição que sempre foi um grande desafio para os goleadores.
  2. A disciplina tática da maioria das equipes costuma diminuir as oportunidades de gol para os atacantes.
  3. Cristiano, então com 33 anos, aceitou o desafio e, novamente, foi bem sucedido na arte de balançar as redes.
  4. A exemplo de sua última temporada no Real Madrid, o português marcou a maioria de seus gols pela Juventus de dentro da área (100% em 2019-20), mantendo-se em segundo plano nas construções ofensivas para atacar a bola no momento decisivo (abaixo).

Em seu primeiro ano – com Massimiliano Allegri como treinador -, chegou a 28 gols em 43 jogos (com destaque para o “hat-trick” contra o Atlético de Madrid no jogo de volta das oitavas de final da Champions); na temporada seguinte, 2019-20, fez 37 gols; e outros 36 em 2020-21. Finalizada sua etapa na Itália, Cristiano Ronaldo, então com 36 anos, decidiu continuar competindo no mais alto nível e retornou ao Manchester United. Encontrou uma equipe bem diferente daquela de sua primeira passagem, quando Ferguson estava no comando. Em algumas ocasiões, também optava por deslocar-se à ponta esquerda para traçar a diagonal para dentro, especialmente nas transições ofensivas, onde por momentos fez lembrar aquele Cristiano Ronaldo de seus primeiros anos, mesclando potência na corrida com finalizações espetaculares (acima).

O atacante português, como já havia feito em sua transição de jogador de lado para homem de referência nos primeiros anos de sua carreira, foi evoluindo seu jogo de acordo com suas virtudes físicas. Hoje, já não tem a mesma velocidade de outros tempos, mas está cada vez mais inteligente para interpretar os espaços e momentos ideias de entrar em ação.

E assim, se manter entre os melhores atacantes do mundo. Manchester United (2021- 2022): 27 gols em 54 jogos / 0,5 gol por partida

Al-Nassr (2023-Presente) Cristiano Ronaldo, depois de sua saída do Manchester United, surpreendeu muita gente ao deixar o futebol europeu e seguir para a liga da Arábia Saudita, assinando contrato com o Al-Nassr.Mudança de rumo, o mesmo faro de gols: como ‘9′ puro, Ronaldo atingiu uma nova marca expressiva em sua carreira no dia 09 de fevereiro de 2023, superando a marca de 500 gols em ligas depois de marcar quatro vezes na vitória de sua equipe contra o Al-Wahda.Redacción: The Coaches’ Voice

: Análise Big Data: Perfil goleador de Cristiano Ronaldo

Quantos gols o Neymar já fez em toda sua carreira?

Veja quantos gols o atacante marcou na carreira, até agora, por Al Hilal, PSG, Barcelona, Santos e seleção brasileira Neymar foi apontado por muitos anos como o sucessor de Lionel Messi e Cristiano Ronaldo e segue construindo seu caminho no futebol mundial, mas ainda com um grande objetivo a cumprir: a conquista da Copa do Mundo.

Agora no Al Hilal, clube da Arábia Saudita, o brasileiro quer aumentar ainda mais seus números. Além dos muitos títulos que já levantou, Neymar fez no total de sua carreira 439 gols defendendo Al Hilal, PSG, Barcelona, Santos e seleção brasileira principal, A seguir, a GOAL mostra como os gols do craque estão divididos até o momento.

*Números atualizados em 12 de outubro de 2023, às 10h09 (de Brasília)

Qual é o time brasileiro que tem todos os títulos?

São Paulo e Internacional são os únicos times que ganharam todos os títulos listados acima e, por isso, afirmam ser ‘campeões de tudo’.

Qual o time brasileiro com mais títulos nacionais e internacionais?

O São Paulo se isolou como sétimo clube com mais títulos nacionais no futebol brasileiro. A conquista ocorre após o time vencer o Flamengo nesse domingo (24) e levantar a taça da Copa do Brasil pela primeira vez, Além de ter conquistado esse título, o Tricolor é hexacampeão.

Qual é a maior torcida do mundo em 2023?

30 May, 2012 Siga Fernando A Fleury no twitter @f_fleury ou em outras redes Sei que o tema é polêmico, mas antes de inundarem os comentários com gritos histéricos vale apena dar uma lida no post por complete ;o) Segundo pesquisa realizada para Kantar o principal clube inglês: Manchester United é também o clube com mais torcedores espalhados mundo a fora. Tal número parece um exagero, principalmente se analisarmos que em 2007, segundo a mesma fonte, os Diabos Vermelhos não possuíam nem metade deste número em pesquisa do gênero. Pior, se levarmos o número a sério os Reds Devils possuem o dobro de fãs de outros grandes times do mundo como: Barcelona, Real Madrid e Chelsea.

  1. A Kantar afirma que o time inglês possui 71 milhões de torcedores nas Américas, 90 milhões na Europa, 173 milhões no Oriente Média e África e 325 milhões na Ásia – incluindo aí 108 milhões de torcedores apenas na China.
  2. Os números da pesquisa são grandes, não apenas na avaliação final, mas também no número de entrevistados: 54 mil pessoas em 39 países, espalhados em cinco continentes.

Em recente avaliação realizada pela Forbies ( leia aqui ) o time inglês foi apontando como o clube mais valioso do mundo (US$ 2,24 bilhões) e sua marca foi estimada, na mesma avaliação, em US$ 293 milhões. Um dos grandes destaques do Manchester United, que pode ter ajudada na questão da representatividade mundial do clube, é sua TV.

A MUTV foi lançada em 1996 e hoje está presente em 54 países, alcançado cerca de 1,2 bilhões de pessoas. Apesar de seus principais rivais (Arsenal, Liverpool, Chelsea, Barça) também possuírem estratégias de TV semelhantes o grande diferencial dos Diabos Vermelhos está na gestão da TV. Enquanto os clubes rivais terceirizam sua programação para agências como a IMG o ManUn cancelou o contrato com a própria IMG há 18 meses e desde então vem aumentando o número de países que recebem sua programação ao vivo tais como: Indonésia e Tailândia.

E os números devem ficar ainda maiores quando a MUTV puder transmitir ao vivo seus jogos para China e Índia que, hoje, estão proibidos de receber a transmissão das partidas devido a contratos de transmissão com outras operadores. E que fique claro: A Kantar é, apesar do que possa parecer, uma empresa respeitada no Reino Unido na área de pesquisa. Fernando Fleury 06 Dec, 2019 Tem muito o que se falar sobre o caso do sócio torcedor do Vasco da Gama. Podemos questionar muitas coisas, como por exemplo a capacidade de continuação do engajamento dos torcedores ou o fluxo financeiro continuo ao longo dos próximos meses.

Mas a verdade é uma só neste momento: O orgulho vascaíno está em alta e com toda razão Se dentro de campo os times cariocas sofrem com a sensação Flamengo, fora dele a torcida vascaína pode encher o peito e se orgulhar dos 150 mil sócios torcedores e de, hoje, serem a líderes no ranking dos projetos de sócio torcedor no Brasil.

Parece pouco, mas não é Quando falamos de marketing nem sempre falamos de retorno financeiro direto. Claro que, neste caso, também temos um retorno financeiro. Antes da chamada black friday o programa arrecadava R$ 1,3 milhões por mês e agora passa arrecadar pouco mais de R$ 2,5 milhões.

  • Mas, o grande ganho esta na mobilização da torcida e na sensação que o torcedor teve de se tornar parte de uma conquista importante do time.
  • E se boa parte não voltar a pagar? A campanha foi bem pensada.
  • O plano foi realizado por um valor baixo, mas com pagamento semestral. Então.
  • Até Junho do ano que vem o gigante da colina não terá problema neste quesito.

Mas vamos supor que 50% dos torcedores resolvam não renovar seu plano. O que eu, pessoalmente, acho um número improvável. O Vasco manteria, ainda assim, cerca de 75 mil sócios torcedores. Mais do que o dobro dos 32 mil que o programa tinha cadastrado até o inicio de novembro. Em suma, a ação pode render um bom dinheiro aos cofres do Vasco (R$ 12 milhões ano por baixo), mas o principal aspecto, como efeito de marketing é que colocou o Vasco de volta a vitrine, mostrou que seu torcedor, mesmo após anos tão duros ainda esta aí, vivo, e resgatou aquele sentimento de orgulho que todo torcedor gosta de sentir. Fernando Fleury 04 Nov, 2019 Por mais que os clubes e a imprensa tentem as discussões que cerceiam o futebol brasileiro estão longe do centro do que por natureza se entendo por marketing. Podemos definir marketing como: “uma função organizacional e um conjunto de processos que envolvem a criação, a comunicação e a entrega de valor para os clientes, bem como a administração do relacionamento com eles de modo que beneficie a organização e seu público interessado”.

Apesar das características próprias, o marketing esportivo pouco difere do marketing a não ser nas peculiaridades do segmento esportivo, que envolvem aspectos como produto, demanda, desejo, necessidade, valor, satisfação, qualidade e mercado. O marketing esportivo é uma extensão das estratégias de praça e promoção de empresas de bens e/ou serviços esportivos.

Ao ampliar a análise para qualquer empresa de produtos e/ou serviço, é possível avaliar o marketing esportivo como sendo, também, ação promocional para divulgação da marca. Em suma, podemos definir o marketing esportivo como: ” um processo de elaboração e programação das atividades de produção, formação de preço, promoção e distribuição de um produto esportivo para satisfazer a necessidades ou desejos dos consumidores e atingir os objetivos das empresas. vendas e marketing Ao centrarmos as discussões atuais em balanços ou fechamentos de patrocínios não estamos falando de estratégias de marketing e sim e questões financeiras e comerciais no Brasil. São assuntos importantes, porém distintos da atuação de uma diretoria de marketing.

  1. De modo mais claro.
  2. Os objetivos de um departamento de marketing não deveriam estar relacionados diretamente à trazer patrocínio para um time, por exemplo.
  3. Objetivos específicos de um departamento de marketing, de equipes esportivos, seriam: aumento de vendas de produtos relacionados; crescimento da torcida; fortalecimento da marca; aumento do público no estádio; divulgação de produtos e serviços; entre outros Já o patrocínio pode ser definido como um produto gerado pelo marketing que deverá ser trabalhado pelo departamento comercial para trazer receitas para o time.

Que depois entrará no balanço da equipe e será analisado pelo departamento financeiro. Nas próximas colunas falaremos um pouco mais sobre as atividades de marketing das equipes esportivas e o que vem faltando aqui no Brasil. Fonte: Fernando A. Fleury Fernando Fleury 02 Jan, 2019 Quando falamos em números e padrões no esporte automaticamente as pessoas pensam em táticas, sistemas de jogos ou treinamentos. Mas, para nós que trabalhamos com Data Science isso nem sempre é verdade. Em nossos laboratórios passa longe de ser verdade,

Passamos 100% do tempo estudando números e padrões para entender você. Exatamente. Entender você que está lendo está coluna. Um clique seu, um olhar para o lado e assim por diante. São pequenas relações, que muitas vezes podem parecer insignificantes para você, mas que nós vamos achar pontos de ligação e significados e com isso identificar caminhos que levarão a resultados positivos para todos: Times, patrocinadores e você, torcedor.

A campanha de lançamento da parceria Puma/Palmeiras é um modelo que mostra como analisar números funciona. A ideia de não usar a cor do rival não é algo que funciona para qualquer time, muito menos para qualquer cor. Transformar o verde esperança em verde de inveja é uma ideia muito boa para a torcida do Palmeiras. hábito dos torcedores brasileiros www.armatorems.com Porém vamos lembrar que a campanha é feita para os palmeirenses, não é uma campanha do Palmeiras, É uma homenagem. E aí vale ver o índice de torcedores do Palmeiras que deixariam de usar outras cores (bem baixo) e de torcedores rivais que deixam de usar o verde (bem acima da média). torcedores que evitam usar as cores do rival www.armatorems.com A sabedoria do Data Science é essa. Usar números a favor de todos. A partir de hoje falaremos bastante disso por aqui. Fonte: Fernando A. Fleury Fernando Fleury 04 Sep, 2017 Por Fernando A. Fleury, Sc.D in Sport Management & Pedro Corat Acesse Sport Marketing Science no facebook Quem acompanha o noticiário esportivo percebe o espaço cada vez mais amplo de temas que fogem do Brasileirão, dos estaduais ou da Copa do Brasil.

O futebol jogado fora daqui, sobretudo na Europa, bem como outras modalidades, como a NBA e a NFL, vêm crescendo em mídia e interesse do público brasileiro. Esse interesse vem despertando uma série de análises que mostram que muitos dos adolescentes já começam a torcer por times estrangeiros ao invés dos tradicionais times nacionais.

Duas pesquisas do IBOPE Repucom, uma de 2015 e outra de 2016, trazem informações que deveriam preocupar os departamentos de marketing dos times nacionais.69% dos entrevistados entre 16 e 29 torcem por algum time europeu de futebol. E 21% dos internautas brasileiros leem a respeito da NFL diariamente.

Em cima disso resolvemos entender se esse desejo por esportes e times estrangeiros é real. Ou seja, será que podemos comparar a força com que nós brasileiros torcemos pelos times estrangeiros com a forma como torcemos para os times nacionais? Esta indagação foi o objeto de estudo da pesquisa que realizamos.

O foco da pesquisa não foi apenas o futebol, mas sim torcedores de times estrangeiros, independentemente da modalidade. Natural, portanto, que a amostra tivesse alcance em duas frentes: fãs de times estrangeiros e fãs das ligas norte-americanas, Ao final, chegamos a algumas conclusões intrigantes: Entre elas a de que sim, existem brasileiros torcedores de times fora do futebol local.

Torcedores no sentido real da palavra. Ou seja, existe um grupo de torcedores que demostram se identificarem com os times estrangeiros tanto ou quanto os que se identificam com os times nacionais. Assim, existe uma geração de torcedores em formação que está sendo condicionada a preferir esportes que nunca fizeram parte do nosso dia-a-dia, por exemplo, NFL ou MLB.

Se a modalidade continua sendo o futebol os times europeus também possuem espaço garantido na mente desta geração. A partir da análise sociodemográfica dos respondentes, identificamos o perfil do tipo fã esportivo: o típico torcedor brasileiro é homem, tem entre 26 e 30 anos, possui renda familiar mensal entre R$ 3.000,00 e R$ 5.000,00, cursa ensino superior e possui TV por assinatura, mas não o pacote pay-per-view de esportes disponível na operadora.

  • A pesquisa não investigou os motivos que fazem um brasileiro, vivendo a milhares de quilômetros da sede do time, que talvez nunca o veja atuar de perto, se emocionar, consumir, interagir com os demais torcedores de clubes seja do futebol europeu, seja da NBA, da NFL ou da MLB.
  • Nosso objetivo era entender se os sentimentos que os torcedores de times estrangeiros possuem ou demonstram possuir por seu times são iguais aos dos que se declaram torcedores de times brasileiros.

Porém podemos inferir uma série de razões para tal fato. Uma delas pode estar no próprio futebol brasileiro. Com a carência de conquistas recentes pela seleção e por boa parte dos clubes, o torcedor se viu carente de comemorações, procurando por êxitos em outras searas para não abandonar sua sensação de pertencimento a algum grupo esportivo.

A falta de ídolos locais visto que nossos melhores atletas se encontram fora do país também pode ser uma das causas. O centro da investigação foi verificar se o fenômeno é real do ponto de vista do amor e do envolvimento dos torcedores com os times. Entre os itens pesquisados, encontravam-se o amor ao time – conceito transposto do brand love (amor à marca, isto é, o envolvimento emocional de indivíduos com marcas), a identificação com o time (o quão envolvido, do ponto de vista psicossocial, o torcedor é com seu time), e a intenção de compra (o quão disposto o torcedor está em adquirir itens com a marca do seu time).

Para desespero dos times nacionais e dos defensores do futebol raiz uma péssima notícia. O esporte nutela vem ganhando terreno. Os resultados confirmaram não haver diferença no brand love e na identificação com o time entre os dois grupos (torcedores de times locais e de times estrangeiros). Identificação com o time Pedro Corat & Fernando A. Fleury Amor ao time Pedro Corat & Fernando A. Fleury