Tabela De Preço De Plano De Saúde Para Recém-Nascido Unimed?

Quanto custa um plano de saúde para um bebê Recém-nascido?

QUANTO CUSTA O PLANO DE SAÚDE PARA BEBÊ? – Analisando as informações que trouxemos, o custo para todo o atendimento médico que um bebê precisa em seu primeiro ano pode ser muito alto. Isto porque, seu valor pode chegar até os 5 mil reais, aproximadamente.

Um Plano de Saúde para bebês, custa, em média, de R$120,00 à R$140,00 reais por mês, sendo o total anual entre R$1.440 e R$1.680 reais. Comparando esses valores, você percebe o quanto é vantajoso contratar um Plano de Saúde para o seu bebê. Além de pagar menos, você terá cobertura para todos os procedimentos, tratamentos e exames, e ainda poderá garantir a proteção do seu bebê mesmo em momentos imprevisíveis.

Agora você já sabe porque contratar um Plano de Saúde para bebê pode ser muito vantajoso, por trazer para você tranquilidade, segurança e uma boa economia de dinheiro. Portanto, sem demora, venha conferir nossas melhores opções de planos de saúde para bebês.

Como incluir recém nascido em plano de saúde Unimed?

A inclusão deverá ser solicitada pessoalmente nas Unidades de Atendimento pelo Contratante e/ou Responsável Financeiro, apresentando a cópia da certidão de nascimento do RN.

Como fazer plano de saúde para Bebê Recém-nascido?

Como incluir o bebê no plano de saúde dos pais? – Nos primeiros 30 dias após o nascimento, a criança tem cobertura automática, desde que um dos pais seja titular de um plano com obstetrícia. Para adicionar o bebê ao convênio, basta fazer esse requerimento à operadora durante seu primeiro mês de vida.

Como funciona o plano de saúde para RN?

Como Funciona A Carência No Plano De Saúde Para Recém-Nascido? – O recém-nascido garante isenção de carências caso seja incluído no plano de saúde dos pais em até 30 dias após o parto, depois desse prazo é necessário cumprir o período exigido, que costuma ser equivalente a 6 meses. É importante reforçar que as carências só são isentas se o titular já as tiver cumprido.

Qual o melhor plano de saúde do RN?

Saiba mais dessas Principais Operadoras de Planos de Saúde em Natal e RN – A Unimed Natal está presente no Estado do Rio Grande do Norte há 44 anos, podendo ser considerada uma das melhores, maiores e mais completas Operadoras de Saúde do RN e do Brasil. Nesses 44 anos de história, a Unimed Natal conseguiu se destacar na preferência do público potiguar, por meio de uma ampla rede de atendimento, a qual é constituída pela melhor rede hospitalar, laboratorial e clínica do Estado, contando com a parceria de mais de 1.600 médicos cooperados.

A Operadora também mantém uma robusta estrutura de Rede Própria, formada pelo Hospital Unimed, Centros Clínicos, um Pronto Atendimento Pediátrico de ponta, além de Centros de Imagem e Diagnósticos e Laboratórios de excelente qualidade, tudo isso lhe colocando num patamar de muito respeito e credibilidade junto ao público potiguar.

Todos estes atributos de excelência, e toda essa estrutura, asseguram hoje, à Unimed Natal, um quantitativo de 200 mil beneficiários. Tratando um pouco de sua Rede Própria, a Unimed Natal possui dois Hospitais de grande porte (um em Natal e outro em Mossoró), sete Centros Clínicos (sendo 6 em Natal e 1 em Mossoró), três laboratórios próprios, e uma Central de Atendimento com funcionamento de segunda a sexta-feira.

Além disso, possui a Unimed Fisio, no bairro de Petrópolis (Natal/RN), a qual tem atendimento para especialidades como Fisioterapia Respiratória, Fisioterapia Ortopédica e Traumatológica, e Fisioterapia Neurológica. Clientes Unimed Natal também podem contar com o serviço próprio do SOS Unimed – serviço de UTI móvel da Unimed Natal -, com atendimento médico hospitalar 24 horas, ambulâncias e UTIs altamente equipadas.

Tudo isso com a preocupação clara de salvar vidas e melhor assistir sua imensa rede de beneficiários. Portanto, se você está procurando um Plano de Saúde com credibilidade e estrutura de alto nível, a Unimed Natal lhe possibilita isso, sendo uma Empresa marcada por um sistema de saúde inovador e sustentável. O Sistema Hapvida é um sistema de saúde bem robusto e confiável, e a cada ano vem se aprimorando e melhorando seus níveis de excelência e qualidade. Aqui no Rio Grande do Norte, o Hapvida possui dois Hospitais próprios de grande porte (Hospital Celina Guimarães em Mossoró, e o Hospital Antônio Prudente em Natal), um Pronto Atendimento na Zona Norte de Natal (funcionando das 07 às 21 horas, todos os dias da semana), seis Hapclínicas em Natal e uma em Mossoró (para consultas e atendimentos eletivos), além de cinco Centros de Imagem e Laboratório, para exames simples, complexos, e laboratoriais.

O Hapvida tem se destacado com sistema de Gestão Inteligente, contando com toda a qualidade que você precisa para cuidar bem de você, apostando em: 1) protocolos médicos pautados na agilidade na solução de casos, diagnósticos assertivos e tratamentos precoces; e 2) padronização de procedimentos médicos, por meio de responsabilidade administrativa e sócio-ambiental, e padronização de procedimentos cirúrgicos e hospitalares.

Logo, quando o assunto é Inovação na Saúde, o Hapvida está sempre dando um passo à frente, com uma tecnologia de Gestão Inteligente que prima por mais celeridade, praticidade e eficiência. Por fim, o Hapvida é uma Operadora de Saúde com mais de 40 anos no Mercado, com mais de 20 anos no ramo de planos Odontológicos, e se destacando entre as maiores Operadoras de Saúde do Brasil, com mais de 4 milhões de clientes em todo o território nacional. A Humana Saúde traz para o Mercado do RN um conceito em assistência médica diferenciado, com ampla cobertura e sem burocracias. Conta com um time de profissionais qualificados e comprometidos com uma Assistência em Saúde de ponta, vindo para o Rio Grande do Norte para oferecer ao norte-rio-grandense uma assistência em saúde diferenciada e humanizada, assim como já faz nos Estados do Espírito Santo, Maranhão, Piauí e Paraná.

  1. Composta de Rede Própria completa e ampla Rede Credenciada, com quase 500 prestadores de serviços parceiros, a mesma está voltada para a prestação de serviços pautada no atendimento humanizado, com foco na excelência.
  2. Além do mais, oferece Planos de acordo com as suas necessidades, além de programas e benefícios exclusivos para você e sua empresa.

Portanto, vale à pena conhecer o mais novo Plano de Saúde do RN, que já “chegou com tudo” e que promete revolucionar o conceito de Assistência em Saúde no nosso Estado!

Quanto custa um recém-nascido por mês?

Toda essa adaptação do bebê à casa pode chegar à média de R$ 10 mil. Também é preciso considerar as mensalidades do convênio de saúde (entre R$ 150 a R$ 300). Somando tudo, os gastos com o recém-nascido podem facilmente ultrapassar o valor de R$ 1.000 mensais, chegando a uma média de R$ 1.400.

Quanto tempo recém-nascido pode usar plano de saúde da mãe?

A relatora, ministra Nancy Andrighi, explicou que o artigo 12, III, a, da Lei 9.656/1998 estabelece garantia de cobertura assistencial ao recém-nascido, filho natural ou adotivo do consumidor, ou de seu dependente, durante os primeiros 30 dias após o parto.

Qual teste do pezinho a Unimed cobre?

1º Junho 2018 – Os testes de triagem neonatal são realizados nas primeiras horas ou dias de vida do recém-nascido. Eles ajudam a identificar, precocemente, algumas doenças e a prevenir futuras sequelas. Os exames, que devem ser realizados ainda na maternidade, são quatro: a triagem metabólica (teste do pezinho); triagem auditiva (teste da orelhinha); triagem visual (teste do olhinho); e o exame de oximetria de pulso (teste do coraçãozinho). Desde 2001, o exame é obrigatório em todo o Brasil. Ele ajuda a identificar doenças que podem interferir no desenvolvimento físico, neurológico e motor. O exame é realizado, preferencialmente, entre o 3º e o 5º dia de vida, com apenas uma gota de sangue retirada do calcanhar do bebê, região rica em vasos sanguíneos. O teste do olhinho ou pesquisa do reflexo vermelho é um exame rápido, simples e indolor que permite detectar precocemente doenças que possam comprometer a visão, como a catarata congênita, o glaucoma congênito, más-formações oculares, inflamações intraoculares, entre outras. O teste da orelhinha (triagem auditiva neonatal) tem como objetivo detectar deficiências auditivas. Uma lei de 2010 determina que nenhum recém-nascido saia da maternidade sem ter realizado o exame. O teste é simples e indolor. O médico utiliza um aparelho que emite ondas sonoras e analisa a resposta do ouvido a esse estímulo. O teste do coraçãozinho é realizado para ajudar a detectar algum tipo de cardiopatia congênita, ou seja, anormalidades na estrutura ou função do coração. O exame, realizado por meio de uma oximetria de pulso, mede a oxigenação do sangue e os batimentos cardíacos do bebê com o auxílio de um sensor de saturação – uma espécie de pulseira – colocado nos primeiros dias de vida no pulso e no pé do recém-nascido.

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Qual a carência para recém-nascido?

3. O bebê recém-nascido tem direito à plano de saúde sem carência? – Sim, desde que a inclusão do recém-nascido como dependente no plano de saúde do pai ou da mãe ocorra em até 30 dias após o parto. Se, no entanto, o plano de saúde não possuir cobertura obstétrica, mas prever no contrato a possibilidade de inclusão de dependentes, o recém-nascido poderá ser inscrito como dependente, mas terá que cumprir os prazos de carência previstos na legislação.

  1. ATENÇÃO 1 : Observe que, independentemente de a mãe ou o pai incluir o bebê como dependente no plano de saúde, o recém-nascido continuará tendo direito ao atendimento médico pelo plano de saúde da mãe ou do pai – contratado com a segmentação obstétrica – durante os primeiros 30 dias após o parto.
  2. ATENÇÃO 2 : A Lei assegura o direito à inclusão do recém-nascido no plano de saúde de um dos pais como dependente e sem carência se a inclusão for feita em até 30 dias após o parto, mas a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), extrapolando a sua competência legislativa, estabeleceu que se o pai ou a mãe ainda não tiver cumprido o prazo de carência de 180 dias, o recém-nascido terá que também cumprir carência até que o titular do plano de saúde complete 180 dias da contratação, carência essa que pode ser discutida judicialmente, já que não prevista na Lei.

Fontes: Artigo 12, III, “b” da Lei n.9.656/98 e item 10.2 da Súmula 25/2012 da ANS

Como reduzir a carência para parto?

Como quebrar a carência para parto? – É possível quebrar a carência para parto se houver qualquer situação de urgência ou emergência com a mãe ou com o bebê que justifique a antecipação do parto, ou se naturalmente este for realizado, por exemplo, at é a 36ª semana, pois nesse caso não poderá haver carência de 300 dias.

  1. Em situação de urgência ou emergência a carência será imediatamente reduzida, tal como aqueles partos realizados até a 36ª semana, pois eles naturalmente envolvem risco e não são considerados como parto a termo,
  2. Sempre que houver qualquer risco à gestante ou ao bebê que justifique o parto ser feito em situação de urgência ou emergência, haverá direito a quebra da carência para parto.

Em caso de urgência ou emergência no parto o médico da paciente deverá atestar a situação e justificar a opção por antecipar o parto para o período de carência, explicando os riscos que a gestante ou o bebê incorrem em adiar o momento do parto. Sempre que houver urgência ou emergência para parto a carência deverá ser reduzida para 24 horas, não podendo prevalecer a carência de 06 meses ou 180 dias para parto e, ainda, tal carência começa a contar do momento em a gestante ingressou no plano de saúde (dia seguinte à assinatura do contrato) e as despesas deverão ser integralmente custeadas.

Tem algum plano de saúde que não tem carência para parto?

Existe plano de saúde sem carência para parto? – Dependendo da situação, o ideal é contratar um plano de saúde sem carência para parto, em especial quando a beneficiária já está grávida, Para isso, porém, será preciso acertar na escolha da modalidade do plano. Normalmente, os planos de saúde tem um prazo de carência de 300 dias para parto

Quem tem plano de saúde paga o parto?

4. Assistência ao recém-nascido – O plano de saúde hospitalar com obstetrícia cobre também o atendimento ao recém-nascido, seja ele filho natural ou adotivo, nos 30 primeiros dias de vida, mesmo que a criança ainda não esteja inserida no plano. Após esse prazo, o titular do plano de saúde deverá incluir o bebê como dependente para que ele continue usufruindo dos serviços existentes.

Quais são os direitos do RN?

Direitos – Aleitamento Materno exclusivo (Salvo as exceções); -Ser acompanhado pelos pais; -Receber a visita Dos avós e dos irmãos; -Ser atendido e acompanhado pela equipe interdisciplinar; Cartão de Vacina; Teste do Pezinho; -Certidão de Nascimento; -Cartão do SUS; -Acesso ao Benefício de Prestação Continuada – BPC; –

Quem tem plano de saúde paga parto?

É possível incluir um recém-nascido no plano de saúde? – Sim, e seu plano de saúde possuir cobertura para obstetrícia é IMPRESCINDÍVEL que a inclusão do bebê seja requisitada dentro dos 30 primeiros dias de vida do bebê (não é um mês, são 30 dias corridos), com prova por escrito de que você fez tal solicitação.

Não esqueça: tenha prova de que você solicitou a inclusão da criança no plano de saúde. Não negligencie esta dica, Todo mês uma mãe aparece no escritório dizendo que solicitou a inclusão da criança nos 30 primeiros dias de vida e que o plano está dizendo que “não recebeu qualquer solicitação”. Sem provas de que houve solicitação, será mais difícil ajudar.

Se incluído dentro dos 30 primeiros dias, não haverá qualquer carência ao bebê e qualquer que seja o tratamento, exame ou tempo de internação que ele necessite, o plano de saúde deverá custear.

Quando contratar plano de saúde para o bebê?

Entenda como funciona um plano de saúde para recém-nascido Um bebê que acabou de vir ao mundo precisa de todo o cuidado e amor de sua família, assim como vários serviços médicos. Afinal, os primeiros dias e meses de vida podem impactar bastante em seu desenvolvimento.

  1. Por isso, é tão importante contratar um plano de saúde para recém-nascidos.
  2. Na realidade, o mais recomendado para os pais é já considerar a contratação do plano antes mesmo do nascimento.
  3. Com o planejamento certo, fica bem mais fácil comparar suas opções e encontrar aquela que deixa seu bebê mais protegido.

Acompanhe e entenda melhor como funciona o plano de saúde para recém-nascido, sua importância e como fazer a melhor escolha para seu bebê.

Qual é a renda mínima para ter um filho?

– R$ 2 milhões de reais (famílias com renda mensal superior a 25 mil reais). De acordo com os economistas, os gastos gerais com um filho até os 21 anos ficam entre R$ 200 mil e R$ 2 milhões. Mas, calma!

Quantas latas de leite um bebê gasta por mês?

Custo e economia da prática do aleitamento materno para a família

  • ARTIGOS ORIGINAIS ORIGINAL ARTICLES
  • Custo e economia da prática do aleitamento materno para a família
  • Costs and savings for the family as the result of breast feeding
  • Maria de Fátima Moura de Araújo I ; Adriana Del Fiaco II ; Letícia Silva Pimentel II ; Bethsáida de Abreu Soares Schmitz II

I Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde e Ministério da Saúde. Av. W3 Norte, Quadra 501 Bloco A – FEPECS. Brasília (DF), Brasil. CEP: 70.710-907 II Departamento de Nutrição. Faculdade de Ciências da Saúde. Universidade de Brasília. Brasília (DF), Brasil RESUMO OBJETIVOS: comparar o custo da alimentação complementar da nutriz em relação à alimentação do bebê com substitutos do leite materno.

  1. MÉTODOS: o custo do gasto energético da lactação foi calculado com a adição de um ou dois alimentos da dieta habitual para suprir a demanda extra da lactante.
  2. Foram elaborados e calculados cardápios adicionais para a nutriz, e estimado o custo da alimentação com fórmula infantil e com leite de vaca tipo C para lactentes menores de seis meses, segundo recomendações nutricionais para essas fases da vida, para um consumo de seis meses.
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Determinou-se a porcentagem de salário mínimo gasto com cada tipo de alimentação. RESULTADOS: observou-se que a alimentação complementar da nutriz custa em média 8,7% do salário mínimo. Gasta-se aproximadamente 35% do salário mínimo na alimentação do bebê com fórmula infantil e 11% com leite de vaca tipo C.

  1. CONCLUSÕES: os resultados apontam que é mais barato e eficaz garantir a complementação alimentar de nutrizes carentes, para se promover a amamentação, que distribuir fórmulas ou leites, e favorecer o desmame precoce.
  2. Palavras-chave: Economia, Aleitamento materno, Suplementação alimentar
  3. ABSTRACT
  4. OBJECTIVES: to compare supplementary food cost of nursing mothers related to breast feeding with breast milk substitutes.

METHODS: the cost of energy spent during lactation was calculated with the addition of one or two types of food of the usual diet to supply the extra demand of a nursing baby. Menus were designed and calculated for the mothers and food cost estimated as well as the cost of baby formulas and type C cow milk for children under six months of age according to nutritional recommendations for this phase of life considering a six month consumption period.

  1. Percentage of minimum wage spent with each type of food was determined.
  2. RESULTS: supplementary food offered to mothers has an average cost of 8.7% of the minimum wage.
  3. Approximately 35% of the minimum wage is spent in feeding the baby with formulas and 11% with type C cow milk.
  4. CONCLUSIONS: these values, similar to other surveys indicate the supplementary food aiming at promoting breast feeding is more cost-effective than maternal milk substitutes.

The results indicate that it is cheaper and more efficient to assure supplementary food to poor nursing mothers to promote breast feeding than to distribute formulas or milk that induce early weaning.

  • Key words: Economics, Breast feeding, Supplementary feeding
  • Introdução
  • Vários estudos têm comprovado os benefícios da amamentação natural na saúde da criança, na saúde da mulher, no fortalecimento do vínculo afetivo entre mãe e filho, bem como na economia para famílias, instituições de saúde, governos e nações, entre outros aspectos.1-8
  • Os benefícios econômicos do aleitamento materno são diretos, quando se compara o baixo custo da amamentação com a utilização dos substitutos do leite materno, e indiretos, quando gastos com doenças relacionadas ao aleitamento artificial são relacionados.7,9,10

Infelizmente, ainda é baixa no Brasil a prevalência de lactentes amamentados exclusivamente até os seis meses de idade, período recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pelo governo brasileiro. A Pesquisa Nacional de Prevalência de Aleitamento Materno nas Capitais Brasileiras e no Distrito Federal, 11 realizada em 1999, demonstrou que na faixa etária de 151 a 180 dias apenas 9,7 dos lactentes estavam em aleitamento materno exclusivo, enquanto que na faixa etária de 271 a 364 dias apenas 44,2% das crianças estudadas continuavam recebendo o leite materno.

Em relação à alimentação complementar oportuna — que informa a proporção de lactentes com idades de 180 a 299 dias, que além do leite materno estão recebendo alimentos sólidos e semi-sólidos — apenas 48,9% das crianças estudadas apresentaram alimentação complementar oportuna no Brasil, indicando que mais da metade já estão recebendo fórmula infantil ou outro tipo de leite nessa faixa etária.11-13 Em uma situação de impossibilidade de a criança receber leite materno, a fórmula infantil tem sido indicada, por ser modificada especialmente para atender as necessidades nutricionais e as condições fisiológicas do lactente no primeiro ano de vida.

No entanto, é importante considerar que os produtos industrializados destinados a lactentes não apresentam dois benefícios fundamentais, só supridos pelo leite materno: o imunológico e o emocional.14 Contudo, o leite de vaca, apesar de não ser a melhor escolha do ponto de vista nutricional, é a fonte mais comumente utilizada para crianças menores de um ano de idade como substituto do leite materno, pois as fórmulas infantis são substancialmente mais caras.8 Um dos aspectos que deve ser considerado ao se orientar a alimentação de um lactente não amamentado ao peito é a condição socioeconômica da família.

  1. Por outro lado, o único custo da amamentação exclusiva é a produção do leite materno, que é igual ao conteúdo energético do leite secretado, adicionado da energia necessária para produzi-lo.
  2. Portanto, o custo da lactação pode ser calculado como o custo adicional de uma fração de um ou dois alimentos da dieta cotidiana, que supram a demanda aumentada de nutrientes para a mãe, 15 e que sejam economicamente acessível às famílias de baixa renda.
  3. O presente estudo, realizado em Brasília, DF, Brasil, tem como objetivo comparar o custo da alimentação complementar da nutriz com o custo da alimentação de bebês com substitutos do leite materno, a fim de avaliar as evidências de que, em comunidades carentes, é melhor garantir a complementação alimentar da lactante, do que distribuir leite ou fórmula para crianças em fase de amamentação.
  4. Métodos

Foram elaborados e calculados dez cardápios adicionais para uma nutriz padrão, entre 18 e 30 anos (que abrange maior número de mulheres em idade reprodutiva), peso corpóreo de 54 Kg e 160 cm de altura, obedecendo às recomendações nutricionais da OMS, para essa fase da vida.15 Para o planejamento dos cardápios foram observados alguns alimentos de maior consumo na população brasileira, segundo o “Estudo multicêntrico de consumo alimentar”.16 Para o cálculo do custo dos cardápios, pesquisaram-se os preços dos gêneros alimentícios em quatro grandes supermercados de Brasília, utilizando-se os alimentos de menor preço e determinando-se a média aritmética desses.

  1. O preço foi multiplicado para um consumo de seis meses, e então calculada a porcentagem do salário mínimo, utilizada para esse gasto adicional na alimentação da nutriz.
  2. Para o cálculo do valor econômico do aleitamento artificial com as fórmulas infantis e com o leite de vaca tipo C, utilizaram-se as quantidades desses produtos capazes de atender às recomendações energéticas de crianças menores de seis meses de idade.

Para o cálculo do custo das fórmulas infantis, considerou-se que uma lata de 500 g de fórmula infantil é suficiente para alimentar um lactente menor de seis meses de idade por três a quatro dias, sendo necessárias, portanto, 44 latas para alimentar o bebê durante seis meses.17 Foram avaliadas duas fórmulas infantis de maior consumo aqui chamadas de fórmula A e fórmula B, sendo o preço das mesmas pesquisado em duas farmácias e em dois grandes supermercados de Brasília, resultando em uma média aritmética de preços.

Os valores foram multiplicados para um consumo de seis meses, e foram calculadas as porcentagens do salário mínimo gastas com a alimentação do bebê com fórmula artificial e com leite de vaca tipo C, conforme exemplo do,17 Para efeito de comparação com estudos feitos em outros países, os valores médios obtidos em reais foram convertidos para dólares americanos e calculados em valores equivalentes a um ano de alimentação, tanto da mãe quanto da criança.

Realizou-se, então, uma análise comparativa dos custos da alimentação complementar da nutriz em relação ao uso de fórmulas artificiais e leite de vaca, na nutrição do lactente.

  • Resultados
  • Os cardápios sugeridos encontram-se na, e atendem, em média, às necessidades de calorias, proteínas, 15 cálcio, vitaminas A e C recomendadas pela Recommended Dietary Allowances (RDA) para a lactante nos primeiros seis meses, tendo sido utilizados alimentos de uso comum à população.
  • Os percentuais do salário mínimo encontrados para os diferentes tipos de gastos com alimentação podem ser visualizados também na, tendo sido verificados os custos da alimentação da mãe com base no custo médio dos cardápios sugeridos, além do custo da alimentação do bebê com fórmula infantil e leite tipo C.
  • Observou-se que alimentar uma nutriz por seis meses com os cardápios adicionais custaria, em média, o correspondente a 8,7% do salário mínimo acumulado nesse período.
  • Apesar de alguns cardápios isoladamente não fornecerem a quantidade necessária de todos os nutrientes analisados, e determinados alimentos sugeridos não apresentarem proteína de alto valor biológico, a variação desses cardápios ao longo dos dias supre a demanda adicional da nutriz, como pode ser visto pelos valores médios dos mesmos, e representa a realidade da população.

A análise do custo envolvido na manutenção de um lactente com fórmulas infantis, utilizando-se para tal a observação do custo de dois tipos de fórmulas (A e B), indicou que alimentar um bebê com a fórmula A, corresponderia a 36% do salário mínimo acumulado em um período de seis meses, e, para a fórmula B, o percentual corresponderia a 34%.

  1. Quanto à análise do custo referente à utilização do leite tipo C, observou-se que o valor necessário à manutenção de um lactente por seis meses seria o equivalente a 11% do salário mínimo acumulado em um período de seis meses.
  2. Foi realizada também uma análise comparativa dos valores médios em dólares, equivalentes ao custo da alimentação complementar da nutriz e do gasto com alimentação artificial da criança por um ano, buscando-se uma comparação com outros estudos, o que pode ser visualizado na,
  3. Discussão
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O valor econômico da amamentação, tanto para a família como para governos, em seus diferentes níveis de gestão, deve ser considerado. Incluir o leite humano nos cálculos orçamentários pode provar seu valor econômico, e, dessa forma, demonstrar o real peso dessa contribuição em termos alimentares para a nação.

  • Nos Estados Unidos, os programas materno-infantis gastam o dobro por mãe que faz uso de substitutos artificiais do leite materno para seus filhos, em relação aos gastos com alimentos para as mães que amamentam.
  • Para cada bebê amamentado durante seis meses, o governo dos EUA pode economizar de US$450 a US$800 em custos de saúde e bem-estar social.19 O custo do uso de leite artificial é especialmente oneroso ao se tratar de países em desenvolvimento, uma vez que, nos países do primeiro mundo, o leite faz parte da dieta diária usual, e é um alimento relativamente acessível.

Por outro lado, nos demais países, o leite pode ser um item de luxo. Como exemplo, observa-se que na Inglaterra o custo do uso do leite artificial é aproximadamente 2% do salário mínimo, enquanto que em países em desenvolvimento esse valor pode variar entre 10 e 80% do salário mínimo.19 O alto custo do leite artificial leva a um comportamento já comprovado, que é o da diluição do leite, com graves conseqüências para o crescimento, desenvolvimento e a própria sobrevivência das crianças.

  1. É difícil medir em termos puramente econômicos os itens relacionados aos cuidados com a criança alimentada artificialmente, e sua maior exposição às infecções.
  2. Entretanto, estimativas conservadoras colocam este valor em termos de bilhões de dólares a cada ano, montante este que poderia ser investido em medidas preventivas.20,21 No presente estudo, comparando-se o custo da alimentação complementar da nutriz com o custo de fórmulas infantis ou leite de vaca para a nutrição do bebê, por seis meses, verifica-se que acrescentar na dieta da mãe alimentos do seu consumo habitual significa, em média, 8,7% do salário mínimo acumulado nesse período.

Em contrapartida, gastam-se aproximadamente 35% do salário mínimo na alimentação do bebê com fórmulas infantis e 11% com leite tipo C. Chama a atenção o fato de que não estão computados os gastos adicionais com bicos e mamadeiras, combustível para ferver a água e esterilizar mamadeiras, além de possíveis gastos em saúde com o uso de medicamentos, combustível e tempo para se deslocar ao hospital, decorrentes das morbidades associadas com maior freqüência aos lactentes alimentados artificialmente.

  • Observa-se, portanto, que complementar a alimentação da nutriz é mais econômico para a família e para o Estado, do que substituir o leite materno por leite de vaca ou fórmula artificial na alimentação do bebê.
  • São raros os estudos que comparam o custo da alimentação complementar da mãe com o uso de substitutos do leite materno.

Visando uma análise comparativa dos dados obtidos no Brasil com outros trabalhos, e considerando que o momento de sua obtenção dos mesmos era diferente, procurou-se fazer essa análise tomando como referência os valores anuais em dólares. Observou-se que os resultados deste estudo foram similares aos observados na Costa do Marfim e na França ainda que em épocas diferentes.7,8,17 A redução nas ações de incentivo ao aleitamento materno pode levar ao decréscimo dos índices de aleitamento materno e conseqüentemente, a um maior gasto com substitutos do leite materno e com a assistência à saúde em nível nacional, como aconteceu em Singapura e nas Filipinas.17 O gasto em saúde durante o primeiro ano de vida é muito menor quando as crianças estão em aleitamento materno de acordo com as recomendações internacionais.

Nos EUA, resultados preliminares de um estudo de revisão sobre a factibilidade e o impacto de um programa de aleitamento materno numa Companhia de Seguros Médicos mostraram que o gasto com saúde de uma criança em aleitamento artificial, no primeiro ano de vida, é de aproximadamente 1146 dólares a mais, quando comparado com uma criança amamentada, especialmente em função dos gastos maiores por internações hospitalares.17 A vantagem econômica do aleitamento materno é clara.

Os resultados deste estudo mostram que prover a alimentação complementar da mãe carente, para que a mesma possa amamentar seu filho, além de ser mais saudável, tanto para a mãe, que melhorará seu estado nutricional, como para seu filho, que receberá o melhor alimento, o leite materno, traz vantagens econômicas importantes para famílias, unidades de saúde, estados, e governos.17,19 Conclusões O custo com a alimentação complementar da nutriz é cerca de 75% e 21% menor que o custo da alimentação do lactente com fórmula infantil e leite de vaca, respectivamente.

  • Os profissionais de saúde devem estar suficientemente conscientes desses benefícios, para que, no pré-natal e no pós-parto, possam orientar e apoiar às mães para que amamentem exclusivamente até os seis meses e continuem com a amamentação até os dois anos de idade ou mais.
  • Apesar das informações sobre a economia obtida com a amamentação serem importantes e úteis para os planejadores de saúde, como mais uma variável explicativa da relevância da amamentação, entende-se que estes dados sobre valor econômico do aleitamento se agregam àqueles já sobejamente conhecidos, relativos à maior imunidade, fortalecimento do vínculo afetivo mãe e filho, e valor nutricional superior, entre outros.
  • Nesse sentido, é importante também que governos implantem políticas e programas que visem apoiar a complementação alimentar da nutriz de baixa renda, de forma a contribuir para a efetiva manutenção do período de amamentação recomendado, com o objetivo de melhorar os índices de aleitamento materno e reduzir a morbi-mortalidade infantil no país.
  • Recebido em 14 de novembro de 2003
  • Versão final reapresentada em 04 de fevereiro de 2004
  • Aprovado em 15 de março de 2004

: Custo e economia da prática do aleitamento materno para a família

Quanto custa 1 mês de fraldas?

Itens mais caros nem sempre são os preferidos das crianças, e sim dos pais. – Fraldas: em média, o bebê usa cinco por dia. O pacote com 36 chega a custar R$ 20. Por mês, o gasto médio seria de R$ 140.

Quanto tempo o recém-nascido usa o plano de saúde da mãe?

A relatora, ministra Nancy Andrighi, explicou que o artigo 12, III, a, da Lei 9.656/1998 estabelece garantia de cobertura assistencial ao recém-nascido, filho natural ou adotivo do consumidor, ou de seu dependente, durante os primeiros 30 dias após o parto.

Quando fazer plano de saúde do bebê?

2. Quando devo contratar? –

  • Se os pais ou responsáveis já possuem um plano, é preciso solicitar a inclusão do recém-nascido neste plano o quanto antes, para que ele tenha o direito garantido à assistência médica em seus primeiros 30 dias de vida.
  • Com isso, ele estará isento do período de carências, independentemente de há quanto tempo que os pais ou responsável legal tenham contratado o plano de saúde.
  • E vale lembrar que, para além do primeiro mês de vida da criança, também é importante garantir a inclusão definitiva no plano de saúde, seja como dependente ou como titular.
  • Já se os pais ou responsáveis pelo recém-nascido ainda não possuírem um plano, sempre é possível contratar um específico para a criança, a fim de garantir os cuidados essenciais e seu correto desenvolvimento.
  • Essa contratação pode ocorrer a qualquer momento após o nascimento do bebê, mas é indicado que seja realizada o quanto antes, uma vez que pode ser exigido o cumprimento de carência para a realização de certos procedimentos e a criança pode ter necessidade deles há qualquer momento.

Como fazer plano de saúde somente para os filhos?

Como funciona um plano de saúde para crianças? – Caso você já faça parte de um plano de saúde familiar, seu filho pode ser incluído. No caso de recém-nascidos, a utilização é gratuita durante os 30 primeiros dias de vida, se as carências já estiverem cumpridas.