Tabela De Procedimentos De Enfermagem Coren 2018?

Quanto uma enfermeira cobra para fazer um curativo?

Tabela de Honorários

Ações Desenvolvidas Quadro Valor
6.4 curativo limpo I-II-III 18,17
6.5 curativo infectado I-II-III 28,90
6.6 curativo e troca de bolsas em estomas I-II-III 21,76
6.7 curativo e troca de cânula de traqueostomia I-II-III 21,76

Quais são os procedimentos básicos de enfermagem?

Os cuidados de enfermagem envolvem desde dar banho em enfermos, trocar o lençol de acamados, administrar medicamentos até orientar sobre o funcionamento de determinados exames e como proceder após a sua realização.

Quais são as 5 etapas do SAE?

Artigo: Sistematização da Assistência de Enfermagem Desde o início da minha experiência com a implementação do Processo de Enfermagem, que vem lá da década de 80, entrei em contato com os termos “Sistema/Sistemática/Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE)”.

Este último se consagrou na nossa cultura e com o decorrer do tempo passou a ser visto como sinônimo de Processo de Enfermagem, talvez pela influência da teoria das Necessidades Humanas Básicas (1) e do modelo teórico onde o Processo de Enfermagem é descrito como “a dinâmica das ações sistematizadas e inter-relacionadas, visando a assistência ao ser humano”.

Tive muitas dúvidas, fui à busca de respostas e assumi que Sistematização é um termo distinto e mais amplo que Processo de Enfermagem. Inúmeras vezes iniciei palestras, aulas, estudos e orientações de trabalhos sobre o tema, considerando a diferença entre os dois.

Sistematização refere-se ao ato ou efeito de organizar um conjunto de elementos concretos ou abstratos; de ideias logicamente solidárias consideradas nas suas relações; de regras ou leis que fundamentam determinada ciência e fornecem explicação para os fatos, uma teoria ou uma estrutura formada com base num conjunto de unidades inter- relacionáveis, numa ordem que torna mais fácil sua observação e estudo.(2) Na enfermagem, como vocabulário técnico-científico Sistematização é definida de uma forma ampla, como o ato de dispor elementos de forma racional e coordenada para funcionarem integralmente no atendimento às necessidades de enfermagem do cliente em todos os aspectos relacionados à saúde.(3) Assim, o termo pode ser entendido como um método, aplicado tanto no manejo de aspectos administrativos, assistenciais, de ensino e de pesquisa em enfermagem.

Já o Processo de Enfermagem, entendo como um instrumento básico de trabalho da enfermagem em qualquer cenário de atenção direta ao paciente/cliente/usuário, orientado pelo menos por uma teoria de enfermagem e composto por etapas ordenadas, seqüenciais, dinâmicas, inter-relacionadas e interdependentes.

É utilizado para sistematizar os cuidados dirigidos ao individuo, família ou comunidade. É importante observar que qualquer instituição de saúde, em qualquer nível: primário, secundário ou terciário, pode ter a assistência de enfermagem sistematizada, ou seja, organizada com protocolos, normas e rotinas, sem, no entanto, ter o Processo de Enfermagem, com todos seus elementos.

A Resolução COFEN 272/2002(4) que explicitou as etapas do Processo de Enfermagem, disposto em lei apenas como Prescrição de Enfermagem (Decreto Lei 94.406/1987 e Lei 7498), foi ótimo apoio para conscientização dos profissionais de enfermagem e equipe de saúde.

Senti-me mais protegida e fiquei mais segura quanto ao exercício da assistência enfermagem sistematizada com base neste Processo. Foi um respaldo legal importante no enfrentamento das adversidades inerentes a esta prática e na negociação da autonomia dos enfermeiros no atendimento ao cliente. Porém, mesmo reconhecendo seu valor, na minha experiência administrativa, prática, de ensino e de pesquisa, sempre salientava que usaria conceitos associados de forma diferente.

A Resolução recomendava que a implementação da Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) deveria ocorrer em toda instituição da saúde, pública e privada e deveria ser registrada formalmente no prontuário do paciente/cliente/usuário nas seguintes fases: Histórico, Exame Físico, Diagnóstico, Prescrição da Assistência, Evolução e Relatório de Enfermagem, cada uma delas com sua definição, com exceção do Relatório de enfermagem.

Sob a minha perspectiva, assistia, ensinava e pesquisava considerando o Processo de Enfermagem em quatro etapas fundamentais, levando em conta o termo disposto em lei (Prescrição) e sua interdependência com fases anteriores e posteriores: Coleta de Dados ou Histórico de Enfermagem, Diagnóstico, Prescrição e Evolução de Enfermagem.

Pela Resolução COFEN 272/2002(4) o Histórico de Enfermagem era uma etapa independente do Exame físico. Sob minha ótica era e é o primeiro encontro (admissão) do enfermeiro com seu cliente e depois disto ao reentrar no sistema de atenção de enfermagem é atualizado e centrado no motivo da reentrada.

  • É uma fase composta pela integração da Entrevista dirigida e pelo Exame físico que permeia todas as etapas do Processo de Enfermagem, desde o histórico até a Evolução.
  • No entanto, convém ressaltar que a explicitação do Exame físico, como uma etapa independente do Histórico nesta Resolução, não deixou dúvida quanto a esta atribuição dos enfermeiros nos cenários onde este papel era questionado.

No que se refere ao Diagnóstico de Enfermagem, considerei sua definição limitada, quando descrevia somente a identificação de problemas de enfermagem, embora no final tenha sido observado que o julgamento clínico do cliente se dá mediante os problemas e processos de vida vigentes ou potenciais.

Entendo o Diagnóstico de Enfermagem como um julgamento (decisão) do enfermeiro sobre as reações e comportamentos biopsicosócioespirituais do cliente (indivíduo, família ou comunidade) a uma situação de doença, enfermidade ou estágio de desenvolvimento, que são agrupadas e recebem denominações específicas que refletem basicamente quatro condições: atuais, de risco, de bem-estar e de promoção da saúde.

Estes diagnósticos geram intervenções de enfermagem e resultados a serem atingidos.(5-7). A Prescrição de Enfermagem foi apresentada na Resolução 272(4:2) como “o conjunto de medidas decididas pelo enfermeiro, que direciona e coordena a assistência de Enfermagem ao paciente de forma individualizada e contínua” e Evolução de Enfermagem como o registro feito pelo enfermeiro após a avaliação do estado geral do paciente, onde constam os problemas novos identificados, um resumo sucinto dos resultados dos cuidados prescritos e os problemas a serem abordados nas 24 horas subsequentes.

Pela minha avaliação, ambas as definições eram pertinentes para a época e centradas nos pontos principais: medidas e avaliação dos resultados dos cuidados prescritos pelo enfermeiro. Porém, não vejo a evolução limitada a 24 horas subseqüentes, o que é válido apenas para pacientes institucionalizados e instáveis.

Pacientes crônicos, acompanhados em consultas de enfermagem e em visitas domiciliares podem ter a evolução estabelecida em prazos diferentes. Descrevo a Prescrição de Enfermagem como o conjunto de cuidados de enfermagem (intervenções e ações) planejados e implementados num determinado período de tempo, em função dos diagnósticos e problemas colaborativos de enfermagem.

Esta etapa inclui os Resultados de Enfermagem e o Planejamento da Assistência, privativos dos enfermeiros e a Implementação da assistência planejada, de responsabilidade dos enfermeiros, técnicos e auxiliares. A execução dos cuidados de enfermagem gera as anotações de enfermagem, que correspondem à documentação pontual das reações do cliente durante e/ou após realização dos cuidados.

Como o Relatório de Enfermagem previsto na Resolução não tinha definição, considerei que poderia se referir às anotações de enfermagem. A Evolução de Enfermagem é baseada nas mudanças ocorridas no cliente (individuo, família ou comunidade), considerando como referência os diagnósticos de enfermagem identificados e os resultados dos cuidados implementados, a partir da comparação dos dados de entrevista e exame físico sumários do dia, das anotações, da evolução e outras informações anteriores.

Com a nova Resolução COFEN 358/2009(8) verifiquei que algumas mudanças vieram ao encontro das minhas observações. É um segundo e progressivo momento que acompanha a evolução dos conceitos vinculados ao tema e organiza-os com maior consistência. Na sua análise identifiquei vários diferenciais positivos em relação à Resolução anterior.

O primeiro deles é que Sistematização da Assistência de Enfermagem foi diferenciada de Processo de Enfermagem, sem, no entanto esclarecer claramente se o primeiro é um método, mas pode-se deduzir que sim, já que o segundo é descrito como um instrumento metodológico.

  • Nesta Resolução a Sistematização da Assistência de Enfermagem é definida como organizadora do trabalho profissional “quanto ao método, pessoal e instrumentos, tornando possível a operacionalização do Processo de Enfermagem”.
  • Já o Processo de Enfermagem é considerado “um instrumento metodológico que orienta o cuidado profissional de Enfermagem e a documentação da prática profissional”.

(8:3) O segundo diferencial, é mais um avanço, ao ser determinado no Artigo 3º, que o Processo de Enfermagem deve estar baseado num suporte teórico que oriente suas etapas. Isto é fundamental para que os enfermeiros se esforcem para refletir na prática os seus conceitos nucleares: enfermagem, saúde, cliente e ambiente de enfermagem.

  • Eles algumas vezes não parecem nortear a prática de enfermagem, que nestes casos, focaliza apenas as doenças e seus sinais e sintomas.
  • O terceiro diferencial diz respeito às etapas do Processo de Enfermagem.
  • Pela Resolução COFEN 358/2009(8), são estabelecidas cinco etapas: Coleta de Dados ou Histórico de Enfermagem, Diagnóstico, Planejamento, Implementação e Avaliação.

Estas etapas estão em sintonia com as fases descritas na literatura internacional e melhoraram a Resolução anterior, mas não privilegiaram o termo Prescrição de Enfermagem, previsto em lei e nem a Evolução, incorporada no cotidiano da prática da enfermagem brasileira.

  • No entanto, elas permitem o ajuste a estes termos.
  • O quarto diferencial na recente Resolução em relação à anterior é que a Coleta de Dados ou o Histórico de Enfermagem, pela definição, inclui a integração do exame físico e entrevista e permite a inserção da coleta de dados de admissão (Histórico de Enfermagem) e a coleta de dados continua, feita para o acompanhamento do cliente (exame físico e entrevista sumários, diários ou a cada retorno): “processo deliberado, sistemático e contínuo, realizado com o auxílio de métodos e técnicas variadas, que tem por finalidade a obtenção de informações sobre a pessoa, família ou coletividade humana e sobre suas respostas em um dado momento do processo saúde e doença”.(8:2) O quinto diferencial diz respeito à definição de Diagnóstico de Enfermagem que está mais ampliada, mais aberta e mais coerente com o estágio de desenvolvimento atual do conhecimento neste quesito: ” processo de interpretação e agrupamento dos dados coletados na primeira etapa, que culmina com a tomada de decisão sobre os conceitos diagnósticos de enfermagem que representam, com mais exatidão, as respostas da pessoa, família ou coletividade humana em um dado momento do processo saúde e doença; e que constituem a base para a seleção das ações ou intervenções com as quais se objetiva alcançar os resultados esperados”.

(8:3) O sexto diferencial refere-se ao Planejamento de Enfermagem e sua Implementação, que envolvem os resultados, intervenções e ações decorrentes dos diagnósticos identificados. Estas etapas podem ser inseridas na Prescrição de Enfermagem, se este termo for adotado.

O sétimo diferencial é a Avaliação de Enfermagem, que ficou mais clara e coerente com os conceitos vigentes: “processo deliberado, sistemático e contínuo de verificação de mudanças nas respostas da pessoa, família ou coletividade humana em um dado momento do processo saúde doença, para determinar se as ações ou intervenções de enfermagem alcançaram o resultado esperado; e de verificação da necessidade de mudanças ou adaptações nas etapas do Processo de Enfermagem”.

(8:3) Esta definição de Avaliação pode ser aplicada a todo Processo de Enfermagem, desde a primeira até a última etapa. Embora não faça referência ao termo Evolução de Enfermagem também pode sustentar sua conceituação: uma forma de avaliação baseada nas mudanças ocorridas no cliente (individuo, família ou comunidade), considerando como referência os diagnósticos de enfermagem identificados e os resultados atingidos.

  • A Resolução COFEN 358/2009(8), nos artigos, 4º e 5º, também esclarece outros pontos relativos às atribuições das categorias de enfermagem, que não era componente da resolução anterior.
  • Art.4º Ao enfermeiro, observadas as disposições da Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986 e do Decreto nº 94.406, de 08 de junho de 1987, que a regulamenta, incumbe à liderança na execução e avaliação do Processo de Enfermagem, de modo a alcançar os resultados de enfermagem esperados, cabendo-lhe, privativamente, o diagnóstico de enfermagem acerca das respostas da pessoa, família ou coletividade humana em um dado momento do processo saúde e doença, bem como a prescrição das ações ou intervenções de enfermagem a serem realizadas, face a essas respostas” (8:3) A ressalva neste aspecto é quanto às atividades privativas dos enfermeiros, que são relacionadas apenas ao Diagnóstico e Prescrição de Enfermagem.

O termo Prescrição não foi utilizado no estabelecimento das etapas do Processo de Enfermagem pela resolução e a meu ver, todas elas são privativas dos enfermeiros, desde o histórico até a Evolução, com exceção da Implementação da assistência de enfermagem planejada.

  1. O último diferencial a ser considerado é pertinente ao Art.6º que recomenda o registro formal de todo Processo de Enfermagem como uma forma de tornar visível o papel do enfermeiro e sua equipe, contribuindo para o reconhecimento profissional.
  2. A enfermagem, principalmente os enfermeiros registram muito pouco do que fazem na assistência direta ao cliente e incorporar esta atividade no cotidiano pode ser o caminho para sua visibilidade e reconhecimento, desde que executada sob os pilares da competência e da qualidade.

Vera Lúcia Regina Maria Enfermeira, Mestre e Doutora em Enfermagem com experiência na implementação da assistência sistematizada com base no Processo de Enfermagem, com inclusão dos Diagnósticos de Enfermagem. Atuou no Instituto Dante Pazzanese (1980-2004), hoje é Consultora em SAE e Professora da Pós-Graduação em Enfermagem.

Quanto uma enfermeira cobra para dar banho?

Tabela de Honorários

Ações Desenvolvidas Quadro Valor
1.4 banho no leito I-II-III 9,09
1.5 banho de aspersão I-II-III 3,73
1.6 banho de RN I-II-III 18,17
1.7 higiene oral com ou sem prótese I-II-III 5,36

Quanto custa um plantão noturno de Enfermagem?

Quanto custa um plantão de técnico de enfermagem de 24 horas? O plantão de técnico de enfermagem de 12 horas depende do valor do seu salário base. Considerando o piso salarial bruto atual de R$ 3.325, pode chegar a R$ 554 (valor bruto).

Qual o número máximo de pacientes por técnico de enfermagem?

Resolução COFEN Nº 527 DE 03/11/2016 – Federal

  • (Revogado pela Resolução COFEN Nº 543 DE 18/04/2017):
  • O Conselho Federal de Enfermagem – Cofen, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei nº 5.905, de 12 de julho de 1973, e pelo Regimento da Autarquia, aprovado pela Resolução Cofen nº 421, de 15 de fevereiro de 2012, e
  • Considerando a prerrogativa estabelecida ao Cofen no artigo 8º, incisos IV, V e XIII, da Lei nº 5.905/1973, de baixar provimentos e expedir instruções, para uniformidade de procedimento e bom funcionamento dos Conselhos Regionais, dirimir as dúvidas suscitadas pelos Conselhos Regionais e exercer as demais atribuições que lhe são conferidas por lei;
  • Considerando que o artigo 15, inciso II, III, IV, VIII e XIV, da Lei nº 5.905/1973, dispõe que compete aos Conselhos Regionais de Enfermagem: disciplinar e fiscalizar o exercício profissional, observadas as diretrizes gerais do Conselho; fazer executar as instruções e provimentos do Conselho Federal; manter o registro dos profissionais com exercício na respectiva jurisdição; conhecer e decidir os assuntos atinentes à ética profissional impondo as penalidades cabíveis; e exercer as demais atribuições que lhes forem conferidas por esta Lei ou pelo Conselho Federal;

Considerando a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, e o Decreto nº 94.406, de 08 de junho de 1987, que regulamentam o exercício da Enfermagem no país;

  1. Considerando o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, aprovado pela Resolução Cofen nº 311, de 8 de fevereiro de 2007;
  2. Considerando a Resolução Cofen nº 358, de 15 de outubro de 2009, que dispõe sobre a Sistematização da Assistência de Enfermagem e a implementação do Processo de Enfermagem em ambientes públicos, privados e filantrópicos, e dá outras providências;
  3. Considerando o Regimento Interno da Autarquia aprovado pela Resolução Cofen nº 421/2012;
  4. Considerando Resolução Cofen nº 429, de 30 de maio de 2012, que dispõe sobre o registro das ações profissionais no prontuário do paciente e em outros documentos próprios da enfermagem, independente do meio de suporte – tradicional ou eletrônico;
  5. Considerando as recomendações do relatório das atividades realizadas pelo Grupo de Trabalho – GT do Coren-SP, indicadas no Processo Administrativo Cofen nº 0562/2015;
  6. Considerando as pesquisas que validaram as horas de assistência de enfermagem preconizadas na Resolução COFEN nº 293/2004 e aquelas que apontam novos parâmetros para áreas especificas;
  7. Considerando os avanços tecnológicos e as necessidades requeridas pelos gestores, gerentes das instituições de saúde, dos profissionais de enfermagem e da fiscalização dos Conselhos Regionais, para revisão e atualização de parâmetros que subsidiem o planejamento, controle, regulação e avaliação das atividades assistenciais de enfermagem;
  8. Considerando que o quantitativo e o qualitativo de profissionais de enfermagem interferem, diretamente, na segurança e na qualidade da assistência ao paciente;
  9. Considerando que compete ao enfermeiro estabelecer o quadro quantiqualitativo de profissionais necessário para a prestação da Assistência de Enfermagem;
  10. Considerando a necessidade de atingir o padrão de excelência do cuidado de enfermagem e favorecer a segurança do paciente, do profissional e da instituição de saúde;
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Considerando as sugestões e recomendações emanadas da Consulta Pública no período de 09.07.2016 à 16.09.2016 no site do Conselho Federal de Enfermagem;

  • Considerando todos os documentos acostados aos autos do PAD Cofen nº 562/2015;
  • Considerando as deliberações do Plenário do Cofen em sua 481ª Reunião Ordinária, ocorrida em 27 de setembro de 2016, na cidade do Rio de Janeiro;
  • Resolve:

Art.1º Estabelecer, na forma desta Resolução e de seus anexos I e II (que poderão ser consultados através do sítio de internet www.cofen.gov.br), os parâmetros mínimos para dimensionar o quantitativo de profissionais das diferentes categorias de enfermagem para os serviços/locais em que são realizadas atividades de enfermagem.

  1. Art.2º O dimensionamento do quadro de profissionais de enfermagem deve basear-se em características relativas:
  2. I – ao serviço de saúde: missão, visão, porte, política de pessoal, recursos materiais e financeiros; estrutura organizacional e física; tipos de serviços e/ou programas; tecnologia e complexidade dos serviços e/ou programas; atribuições e competências, específicas e colaborativas, dos integrantes dos diferentes serviços e programas e requisitos mínimos estabelecidos pelo Ministério da Saúde;
  3. II – ao serviço de enfermagem: aspectos técnicos – científicos e administrativos: dinâmica de funcionamento das unidades nos diferentes turnos; modelo gerencial; modelo assistencial; métodos de trabalho; jornada de trabalho; carga horária semanal; padrões de desempenho dos profissionais; índice de segurança técnica (IST); proporção de profissionais de enfermagem de nível superior e de nível médio e indicadores de qualidade gerencial e assistencial;
  4. III – ao paciente: grau de dependência em relação à equipe de enfermagem (sistema de classificação de pacientes – SCP) e realidade sociocultural.

Art.3º O referencial mínimo para o quadro de profissionais de enfermagem, para as 24 horas de cada unidade de internação (UI), considera o SCP, as horas de assistência de enfermagem, a distribuição percentual do total de profissionais de enfermagem e a proporção profissional/paciente. Para efeito de cálculo, devem ser consideradas:

  • I – como horas de enfermagem, por paciente, nas 24 horas:
  • 1) 4 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado mínimo;
  • 2) 6 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado intermediário;
  • 3) 10 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado de alta dependência ;
  • 4) 10 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado semi-intensivo;
  • 5) 18 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado intensivo.
  • II – A distribuição percentual do total de profissionais de enfermagem, deve observar:
  • a) O SCP e as seguintes proporções mínimas:
  • 1) Para cuidado mínimo e intermediário: 33% são enfermeiros (mínimo de seis) e os demais auxiliares e/ou técnicos de enfermagem;
  • 2) Para cuidado de alta dependência: 36% são enfermeiros e os demais técnicos e/ou auxiliares de enfermagem;
  • 3) Para cuidado semi-intensivo: 42% são enfermeiros e os demais técnicos de enfermagem;
  • 4) Para cuidado intensivo: 52% são enfermeiros e os demais técnicos de enfermagem.
  • III – Para efeito de cálculo devem ser consideradas: o SCP e a proporção profissional/paciente nos diferentes turnos de trabalho:
  • 1) Cuidado mínimo: 1 profissional de enfermagem para 6 pacientes, 1 enfermeiro para 18,18, aproximadamente 18 pacientes, e 1 técnico/auxiliar de enfermagem para 8,95, aproximadamente 9 pacientes;
  • 2) Cuidado intermediário: 1 profissional de enfermagem para 4 pacientes, 1 enfermeiro para 12,12, aproximadamente 12 pacientes, e 1 técnico/auxiliar de enfermagem para 5,97, aproximadamente 6 pacientes;
  • 3) Cuidado de alta dependência: 1 profissional de enfermagem para 2,4, aproximadamente 2,5 pacientes, 1 enfermeiro para 6,66, aproximadamente 7 pacientes, e 1 técnico/auxiliar de enfermagem para 3,75, aproximadamente 3,5 pacientes;
  • 4) Cuidado semi-intensivo: 1 profissional de enfermagem para 2,4, aproximadamente 2,5 pacientes, 1 enfermeiro para 5,7, aproximadamente 6 pacientes, e 1 técnico de enfermagem para 4,13, aproximadamente 4 pacientes;
  • 5) Cuidado intensivo: 1 profissional de enfermagem para 1,33, aproximadamente 1,5 pacientes, 1 enfermeiro para 2,56, aproximadamente 2,5 pacientes e 1 técnico de enfermagem para 2,77, aproximadamente 3 pacientes.
  • § 1º A distribuição de profissionais por categoria referido no inciso II, deverá seguir o grupo de pacientes que apresentar a maior carga de trabalho.
  • § 2º Cabe ao enfermeiro o registro diário da classificação dos pacientes segundo o SCP, para subsidiar a composição do quadro de enfermagem para as unidades de internação.
  • § 3º Para alojamento conjunto, o binômio mãe/filho deve ser classificado, no mínimo, como cuidado intermediário,
  • § 4º Para berçário e unidade de internação em pediatria todo recém-nascido e criança menor de 6 anos deve ser classificado, no mínimo, como cuidado intermediário, independente da presença do acompanhante.
  • § 5º Os pacientes de categoria de cuidados intensivos deverão ser internados em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) com infraestrutura e recursos tecnológicos e humanos adequados.
  • § 6º Os pacientes classificados como de cuidado semi-intensivo deverão ser internados em unidades que disponham de recursos humanos e tecnologias adequadas.
  • Art.4º Para assistir pacientes de saúde mental, considerar :
  • a) Como horas de enfermagem:
  • 1) CAPS I – 0,5 horas por paciente (8 horas/dia);
  • 2) CAPS II (CAPS Adulto e CAPS Álcool e Drogas) – 1,2 horas por paciente (8 horas/dia);
  • 3) CAPS Infantil e Adolescente – 1,0 hora por paciente (8 horas/dia);
  • 4) CAPS III (CAPS Adulto e CAPS Álcool e Drogas) – 10 horas por paciente (24 horas);
  • 5) UTI Psiquiátrica – 16 horas por paciente (24 horas);
  • 6) Observação de paciente em Pronto Socorro Psiquiátrico e Enfermaria Psiquiátrica – 10 horas por paciente (24 horas);
  • 7) Lar Abrigado/Serviço de Residência Terapêutica – deve ser acompanhado pelos CAPS ou ambulatórios especializados em saúde mental, ou ainda, equipe de saúde da família (com apoio matricial em saúde mental).
  • b) Como proporção profissional/paciente, nos diferentes turnos de trabalho:
  • 1) CAPS I – 1 profissional para cada 16 pacientes, 1 enfermeiro para 32 pacientes e 1 técnico/auxiliar de enfermagem para 32 pacientes;
  • 2) CAPS II (CAPS Adulto e CAPS Álcool e Drogas) – 1 profissional para cada 6,6, aproximadamente 7 pacientes, 1 enfermeiro para 13,3, aproximadamente 13 pacientes, e 1 técnico e/ou auxiliar de enfermagem para 13,3, aproximadamente 13 pacientes;
  • 3) CAPS Infantil e Adolescente – 1 profissional para cada 8 pacientes, 1 enfermeiro para 16 pacientes e 1 técnico e/ou auxiliar de enfermagem para 16 pacientes;
  • 4) CAPS III (CAPS Adulto e CAPS Álcool e Drogas) -1 profissional para cada 2,4, aproximadamente 2,5 pacientes, 1 enfermeiro para 4,8, aproximadamente 5 pacientes, e 1 técnico/auxiliar de enfermagem para 4,8, aproximadamente 5 pacientes;
  • 5) UTI Psiquiátrica – 1 profissional para cada 1,5 pacientes, 1 enfermeiro para 3 pacientes e 1 técnico de enfermagem para 3 pacientes;
  • 6) Observação de paciente em Pronto Socorro Psiquiátrico e Enfermaria Psiquiátrica – 1 profissional para cada 2,4, aproximadamente 2,5 pacientes, 1 enfermeiro para 5,7, aproximadamente 6 pacientes, e 1 técnico e/ou auxiliar de enfermagem para 4,6 pacientes.
  • c) A distribuição percentual do total de profissional de enfermagem deve observar as seguintes proporções mínimas:
  • 1) CAPS I – 50% de enfermeiros e os demais técnicos e/ou auxiliares de enfermagem;
  • 2) CAPS II (CAPS Adulto e CAPS Álcool e Drogas) – 50% de enfermeiros e os demais técnicos e/ou auxiliares de enfermagem;
  • 3) CAPS Infantil e Adolescente – 50% de enfermeiros e os demais técnicos e/ou auxiliares de enfermagem;
  • 4) CAPS III (CAPS Adulto e CAPS Álcool e Drogas) – 50% de enfermeiros e os demais técnicos de enfermagem;
  • 5) UTI Psiquiátrica – 50% de enfermeiros e os demais técnicos de enfermagem;
  • 6) Observação de pacientes em Pronto Socorro Psiquiátrico e Enfermaria Psiquiátrica – 42% de enfermeiros e os demais técnicos e/ou auxiliares de enfermagem.
  • Art.5º Para Centro de Diagnóstico por Imagem (CDI), as horas de assistência de enfermagem por paciente em cada setor, deverá considerar o tempo médio da assistência identificado no estudo de Cruz :
SETORES TOTAL DE HORAS ENFERMEIRO TOTAL DE HORAS TEC. ENF. TOTAL DE HORAS POR EXAMES
Mamografia (*) 0 0,3 0,3
Medicina Nuclear 0,3 0,7 1,0
Rx Convencional 0 1,0 1,0
Tomografia 0,1 0,4

*) Nos setores de Mamografia e Rx Convencional a participação do enfermeiro se faz em situações pontuais: supervisão, urgência e emergência, devendo ser garantida a presença de 1 enfermeiro nestes locais durante todo turno de trabalho para exercer as referidas atividades.

  1. I – Como horas de enfermagem, por cirurgia no período eletivo:
  2. 1) 1,4 horas de enfermagem, por cirurgia de Porte 1;
  3. 2) 2,9 horas de enfermagem, por cirurgia de Porte 2;
  4. 3) 4,9 horas de enfermagem, por cirurgia de Porte 3;
  5. 4) 8,4 horas de enfermagem, por cirurgia de Porte 4.
  6. II – Como tempo de limpeza, por cirurgia:
  7. 1) Cirurgias eletivas – 0,5 horas;
  8. 2) Cirurgias de urgência e emergência – 0,6 horas.
  9. III – Como tempo de espera, por cirurgia:
  10. 1) 0,2 horas por cirurgia.
  11. IV – Como proporção profissional/categoria, nas 24 horas:
  12. 1) 20% do total de profissionais deverão ser enfermeiros e 80% técnicos ou auxiliares de enfermagem.
  13. Art.7º A Carga de trabalho dos profissionais de enfermagem para a unidade Central de Materiais e Esterilização (CME), deve fundamentar-se na produção da unidade (número de kits ou pacotes processados), multiplicada pelo tempo padrão das atividades realizadas, nas diferentes áreas, conforme indicado no estudo de Costa :
DESCRIÇÃO DE ATIVIDADES TEMPO PADRÃO
Minuto Hora
Suja ou contaminada (expurgo) Recepção e recolhimento dos materiais contaminados 2 0,033
Limpeza dos materiais 2 0,033
Controle de materiais em consignação Recepção dos materiais em consignação 6 0,1
Conferência dos Materiais Consignados após cirurgia 5 0,15
Devolução dos materiais em consignação 3 0,05
Preparo de materiais Secagem e distribuição dos materiais após limpeza 3 0,05
Inspeção,teste, separação e secagem dos materiais 3 0,05
Montagem e embalagem dos materiais 3 0,05
Montagem dos materiais de assistência ventilatória 2 0,033
Esterilização de materiais Montagem da carga de esterilização 8 0,133
Retirada da carga estéril e verificação da esterilização 3 0,05
Guarda dos Materiais 4 0,066
Armazenamento e distribuição de materiais Montagem dos carros de transporte das unidades 5 0,083
Organização e controle do ambiente e materiais estéreis 1 0,016
Distribuição dos materiais e roupas estéreis 2

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  • 1) A CME deve contar com um profissional enfermeiro em todos os turnos em que ocorrer processamento de material, além daquele responsável pela unidade.
  • Art.8º Nas Unidades de Hemodiálise convencional, considerando os estudos de Lima, o referencial mínimo para o quadro de profissionais de enfermagem, por turno, de acordo com os tempos médios do preparo do material, instalação e desinstalação do procedimento, monitorização da sessão, desinfecção interna e limpeza das máquinas e mobiliários, recepção e saída do paciente, deverá observar:
  • 1) 4 horas de cuidado de enfermagem/paciente/turno;
  • 2) 1 profissional para 1,5 pacientes;
  • 3) Como proporção profissional/paciente/turno:
  • a) 33% dos profissionais devem ser enfermeiros e 67% técnicos de enfermagem;
  • b) 1 enfermeiro para 4,5 pacientes;
  • c) 1 técnico de enfermagem para cada 2,2 pacientes.
  • Art.9º Para a Atenção Básica, considerar o modelo, intervenções e parâmetros do estudo de Bonfim – (AnexoII). Art.10. Ao quantitativo de profissionais estabelecido deverá ser acrescido o índice de segurança técnica (IST) de 15% do total, dos quais 8,3% são referentes a férias e 6,7% a ausências não previstas.

    Art.11. Para o serviço em que a referência não pode ser associada ao leito-dia, a unidade de medida será o sítio funcional (SF), devendo ser considerado as variáveis: intervenção/atividade desenvolvida com demanda ou fluxo de atendimento, área operacional ou local da atividade e jornada de trabalho. Art.12.

    Para efeito de cálculo deverá ser observada a cláusula contratual quanto à carga horária semanal (CHS). Art.13. O responsável técnico de enfermagem deve dispor de 5% do quadro geral de profissionais de enfermagem da instituição para cobertura de situações relacionadas à rotatividade de pessoal e participação em programas de educação permanente.

    Parágrafo único. O quantitativo de enfermeiros para o exercício de atividades gerenciais, educacionais, pesquisa e comissões permanentes, deverá ser dimensionado de acordo com a estrutura do serviço de saúde. Art.14. O quadro de profissionais de enfermagem de unidades assistenciais, composto por 50% ou mais de pessoas com idade superior a 50 (cinquenta) anos ou 20% ou mais de profissionais com limitação/restrição para o exercício das atividades, deve ser acrescido 10% ao quadro de profissionais do setor.

    Art.15. O disposto nesta Resolução aplica-se a todos os serviços e locais em que são realizadas atividades de enfermagem. Art.16. Esta Resolução entra em vigor após a sua assinatura e publicação na imprensa oficial, revogando as disposições em contrário, em especial a Resolução Cofen nº 293 de 21 de setembro de 2004.

    Referências Bibliográficas Bonfim D. Planejamento da força de trabalho de enfermagem na Estratégia de Saúde da Família: indicadores de carga de trabalho. São Paulo: Escola de Enfermagem, Universidade de São Paulo, 2014. Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo. Relatório das atividades desenvolvidas pelo Grupo de Trabalho instituído pela Portaria Coren-SP/DIR/158/2013.

    Disponível em: http://bit.ly/234L1FF. Acesso em 04 de julho de 2016. Costa JA. Método para dimensionamento de pessoal de enfermagem em Centro de Material e Esterilização (CME). São Paulo: Escola de Enfermagem, Universidade de São Paulo, 2015. Cruz CWM. Carga de trabalho de profissionais de enfermagem em Centro de Diagnóstico por Imagem.

    São Paulo: Escola de Enfermagem, Universidade de São Paulo, 2015. Lima AFC. Custo direto da hemodiálise convencional realizada por profissionais de enfermagem em hospitais de ensino. São Paulo: Escola de Enfermagem, Universidade de São Paulo, 2015. Possari JF. Dimensionamento de pessoal de enfermagem em Centro Cirúrgico no período transoperatório: estudo das horas de assistência, segundo o porte cirúrgico,

    São Paulo: Escola de Enfermagem, Universidade de São Paulo, 2001. Possari JF. Dimensionamento de pessoal de enfermagem em Centro Cirúrgico especializado em oncologia: análise dos fatores intervenientes. São Paulo: Escola de Enfermagem, Universidade de São Paulo, 2011.

    Soares AVN. Carga de trabalho de enfermagem no sistema alojamento conjunto, São Paulo: São Paulo: Escola de Enfermagem,Universidade de São Paulo, 2009. Tsukamoto R. Tempo médio de cuidado ao paciente de alta dependência de enfermagem segundo Nursing Activities Score, São Paulo: São Paulo: Escola de Enfermagem, Universidade de São Paulo, 2010.

    MANOEL CARLOS N. DA SILVA Presidente do Conselho MARIA R.F.B. SAMPAIO Primeira-Secretária : Resolução COFEN Nº 527 DE 03/11/2016 – Federal

    Quais são os 6 processos de enfermagem?

    DE ENFERMAGEM com seis etapas, a saber: histórico de enfermagem, diagnóstico de enfermagem, plano assistencial, prescrição de enfermagem, evolução e prognóstico.

    Quais são os 3 pilares da SAE?

    Sistematização da Assistência de Enfermagem: Compreensão à Luz de Seus Pilares e Elementos Constituintes – 14 de julho de 2021 por filipesoares Imprimir Analisa os pilares da Sistematização da Assistência de Enfermagem e seus elementos constituintes. A expressão contemporânea da organização do trabalho profissional da enfermagem brasileira tem sido associado à Sistematização da Assistência de Enfermagem ( SAE ), enquanto o Processo de Enfermagem ( PE ) tem sido associado à orientação do cuidado e ao consequente registro − ou seja, a documentação clínica da assistência de enfermagem prestada. Sistematização da Assistência de Enfermagem: Compreensão à Luz de Seus Pilares e Elementos Constituintes. Foto: Divulgação Esta profusão de termos e, por consequência, a confusão de conceitos que se suscita levam a dificuldades de entendimento do que seja propriamente a SAE e, sobretudo, a atribuição de seus significados, quando considerada na prática – a organização do trabalho profissional, de que trata o marco legal que a regulamenta.

    A resolução normativa apresenta a SAE a partir dos pilares Método, Pessoal e Instrumentos, os quais organizam o trabalho profissional, tornando possível a operacionalização do PE. Já este é apresentado como instrumento metodológico que orienta o cuidado profissional de enfermagem e a documentação da prática profissional.

    O PE, na mesma resolução, estar bem definido sobre cada uma de suas fases (histórico, diagnóstico, planejamento, implementação e avaliação) − diferentemente dos pilares da SAE (método, pessoal e instrumentos), em que apenas citam-se tais termos, sem aprofundamento conceitual e operacional, dificultando a compreensão e utilização destes, quando considerada a organização do trabalho profissional nos diversos contextos assistenciais.

    Quais são os 4 tipos de diagnóstico de enfermagem?

    Quais são os diagnósticos de enfermagem? – Existem 4 principais tipos de diagnósticos de enfermagem especificados pela NANDA-I: diagnóstico com foco no problema, diagnóstico de risco, diagnóstico de promoção de saúde e síndrome. Page load link

    O que não deve ter na anotação de enfermagem?

    Como fazer uma anotação de enfermagem completa e eficaz? – Baseado no guia elaborado pelo COFEN (Conselho Federal de Enfermagem), selecionamos informações importantes sobre como proceder de forma eficaz ao fazer as anotações de enfermagem, levando-se em consideração seus vários aspectos e ainda para respaldar ética e legalmente tanto o profissional de saúde quanto o paciente.

    O primeiro ponto a se destacar é em relação às informações que devem preceder as anotações, como, por exemplo, a data e a hora de início de cada plantão. Outro fator importante é a assinatura do profissional que executou a atividade, seguido do número do Coren – visto o uso do carimbo ser facultativo.

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    Informações básicas iniciais sobre o paciente devem ser inseridas, tais como: procedência, presença de acompanhante e em quais condições de locomoção o paciente se encontra (deambulando, cadeira de rodas, maca, etc.). A seguir, devem ser anotadas as condições gerais do paciente, observando aspectos como o nível de consciência, estado de humor, estado nutricional e coloração da pele.

    Nessa etapa é importante anotar também se há o uso de dispositivos, como, por exemplo, cateter de acesso venoso, sondas e curativos e se atentar também às queixas do paciente. Outra parte essencial da anotação de enfermagem é registrar todas as recomendações feitas ao paciente, tais como jejum, dietas específicas e inserção venosa.

    Dados sobre exames físicos, cuidados e procedimentos realizados e possíveis intercorrências também devem ser registrados. As anotações devem ser realizadas imediatamente após a prestação dos cuidados. É fundamental evitar rasuras, linhas em branco ou espaços.

    As anotações devem ser feitas em caneta (azul ou vermelha), não sendo permitido a utilização de lápis ou corretivo. Escrita de forma legível, completa, precisa e pontual, a anotação ainda deve constar a resposta do paciente ao tratamento efetuado, as informações obtidas e as recomendações fornecidas pelo profissional bem como intercorrências e sintomas observados.

    A anotação de enfermagem deve conter a descrição de características específicas como tamanho (centímetros e milímetros), quantidade (gramatura, milimetragem, etc.) além de coloração e forma, e não deve conter termos que remetam à quantidade ou intensidade, tais como: muito, pouco, quase, etc.

    Como fazer a anotação dos sinais vitais?

    Exemplos de anotações de enfermagem na admissão do paciente em setor de emergência – A admissão de um paciente em um setor de emergência é um momento crítico e exige uma avaliação e registro detalhados da condição do paciente. Abaixo estão alguns exemplos de anotações de enfermagem que podem ser realizadas na admissão do paciente em um setor de emergência:

    Identificação do paciente: Registro do nome completo, data de nascimento, número de registro, sexo e informações de contato. Exemplo: ” Paciente João da Silva, nascido em 01/01/1970, registro nº 123456, sexo masculino, telefone de contato (11) 99999-9999,” Motivo da admissão: Registro do motivo pelo qual o paciente foi admitido no setor de emergência. Exemplo: ” Paciente admitido por apresentar dor torácica de forte intensidade e sudorese. ” Avaliação inicial: Registro das informações iniciais da avaliação, incluindo os sinais vitais, saturação de oxigênio, nível de consciência, queixas principais e exame físico. Exemplo: ” PA: 160×100 mmHg; FC: 110 bpm; FR: 20 irpm; SatO2: 93%; nível de consciência reduzido, queixando-se de dor torácica intensa, sudorese e dispneia. Exame físico: dor à palpação na região torácica, ruídos respiratórios diminuídos em bases pulmonares. ” Histórico médico: Registro do histórico médico do paciente, incluindo doenças prévias, alergias, medicamentos em uso e antecedentes familiares. Exemplo: ” Paciente com histórico de hipertensão arterial, diabetes mellitus e colesterol elevado. Nega alergias. Medicamentos em uso: enalapril, metformina e sinvastatina. ” Resultados de exames: Registro dos resultados dos exames realizados, como eletrocardiograma, hemograma, creatinina, entre outros. Exemplo: ” Eletrocardiograma com alterações compatíveis com isquemia miocárdica. Hemograma dentro dos valores de referência. Creatinina sérica de 1,2 mg/dL. “

    É importante que as anotações de enfermagem na admissão do paciente em um setor de emergência sejam completas e precisas, para garantir uma avaliação e tratamento adequados e eficientes.

    Quanto custa para um enfermeiro aplicar injeção?

    Quanto cobrar para aplicar injeção na minha farmácia? – Analisamos dados de 209.052 aplicações de injeção, realizadas durante o ano de 2020, de janeiro a dezembro, por farmácias que utilizam a Plataforma Clinicarx em todo país. Importante lembrar que os dados incluem todo período de tempo da pandemia de Covid-19.

    • Em todo país, o preço médio praticado por esse serviço é de R$ 11,40, podendo variar desde o preço simbólico de R$ 1,00 até R$ 50,00 por aplicação.
    • Cobrar para aplicar injeção na sua farmácia deve ser pensado com base nessa análise de mercado que estamos fazendo aqui.
    • A região com maior preço médio é o Sul, com R$ 13,36 por aplicação, seguida pelo Nordeste, com R$ 11,32.

    A região com menor preço praticado é o Sudeste, com apenas R$ 9,64 por aplicação. A seguir, confira a tabela nacional contendo preço médio, mínimo e máximo praticados para esses serviços conforme a região do país.

    Qual valor da consulta de enfermagem?

    RELATO DE PESQUISA Aferição do tempo e do custo médio do trabalho da enfermeira na consulta de enfermagem * * Extraído da Dissertação “Aferição do Tempo e do Custo Médio do Trabalho da Enfermeira na Consulta de Enfermagem em Ambulatório de Cardiologia”, Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (EEUSP), 2004 Time and mean cost rate of a nurse’s work in nursing consultation Evaluación del tiempo y del costo medio del trabajo de la enfermera en la consulta de enfermería Elisabete Sabetta Margarido I ; Valéria Castilho II I Enfermeira Chefe do Ambulatório do Instituto do Coração – HCFMUSP.

    • Mestre em Administração de Serviços de Enfermagem – EEUSP Vice Coordenadora do Curso de Especialização em Gerenciamento em Enfermagem da Universidade Bandeirantes – UNIBAN [email protected] II Enfermeira.
    • Doutora em Enfermagem.
    • Docente do Departamento de Orientação Profissional da EEUSP [email protected] Correspondência Correspondência: Valéria Castilho Av.

    Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 419 – Cerqueira César CEP 05403-000 – São Paulo – SP e-mail: [email protected] RESUMO Neste estudo, a autora objetivou caracterizar os atendimentos de Consulta de Enfermagem, segundo pacientes pré-cirúrgicos do Programa de Coronária, estimar o tempo e o custo médio do trabalho de enfermeira na realização da Consulta de Enfermagem, estudar a existência de associação/correlação entre o tempo, o custo e outras variáveis de interesse.

    • O desenvolvimento da consulta seguiu as fases da Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE).
    • A amostra foi constituída de 44 pacientes, sendo que 37 (84%) foram atendidos em consultas novas e 7 (16%) em consultas de seguimento.
    • Os resultados alcançados foram: tempo médio igual a 48,91 minutos para as consultas novas e 22,14 minutos para as de seguimento, com um custo médio de cerca de R$ 18,01 para as consultas novas e de R$ 8,15 para as de seguimento.

    Os resultados mostram que o tempo médio de consultas novas superam de forma estatisticamente significativa o tempo médio das consultas de seguimento e, conseqüentemente, os custos. Descritores : Gerenciamento do tempo. Enfermagem. Custos e análise de custo.

    ABSTRACT In this study, the author aimed at characterizing Nursing Consultation attendances according to pre-surgical patients of the Coronary Program, estimating the nurse’s average time and work mean cost in performing it, and studying the existence of association/ correlation between time, cost and other variables of interest.

    The development of the consultation followed the phases of the Assistance Systemization Nursing (ASN). The sample was comprised of 44 patients, of which 37 (84%) were attended in new consultations and 7 (16%) in follow up consultations. Results obtained from the coronary program were mean time of 48.91 minutes for new consultations and 22.14 minutes for follow ups, with a mean cost of around R$ 18.01 for new consultations and R$ 8.15 for follow ups.

    1. These figures show that new consultations mean time exceeds with statistical significance follow up consultations mean time and, consequently, so do costs.
    2. Ey words: Time management. Nursing.
    3. Costs and cost analysis.
    4. RESUMEN Este estudio tuvo como objetivo caracterizar las atenciones de la Consulta de Enfermería según los pacientes pre quirúrgicos del Programa de Coronaria, estimar el tiempo y el costo medio del trabajo de la enfermera en la realización de la Consulta de Enfermería, analizar la existencia de asociación/correlación entre el tiempo, el costo y otras variables de interés.

    El desarrollo de la Consulta de Enfermería siguió las fases de la Sistematización de la Asistencia de Enfermería (SAE). La muestra incluyó 44 pacientes, 37(84%) fueron atendidos en nuevas consultas y 7 (16%) en consultas de seguimiento. Los resultados alcanzados fueron: tiempo medio de 48,91 minutos para las nuevas consultas y de 22,14 minutos para las de seguimiento, con un costo medio de aproximadamente R$ 18,01 para las nuevas consultas y R$ 8,15 para las de seguimiento.

    Los resultados muestran que el tiempo medio de nuevas consultas supera de forma estadísticamente significativa el tiempo medio de las consultas de seguimiento y, consecuentemente, los costos. Descriptores: Administración del tiempo. Enfermería. Costos y análisis de costo. INTRODUÇÃO Atualmente, as enfermeiras, no cotidiano de suas atividades gerenciais começam a se preocupar em obter informações sobre custos.

    Dessa forma, podem fundamentar seus argumentos em relação à obtenção e manutenção de recursos para a assistência de enfermagem e, além disso, conhecer os custos reais do seu trabalho. Questões relativas a custos são importantes dentro das instituições de saúde, públicas ou privadas, pois estas freqüentemente contam com recursos escassos.

    Com a realização da Consulta de Enfermagem em nossa instituição para os pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) e com a possibilidade desse atendimento ser aplicado também à pacientes particulares e conveniados, originou a questão a respeito do tempo necessário que deve ser reservado para esse atendimento e do custo deste procedimento.

    Esta questão nos impulsionou a desenvolver este estudo, dentro de uma perspectiva econômica. A avaliação econômica é uma análise sistemática que facilita a identificação de alternativas para a introdução de programas de saúde com o conhecimento da magnitude dos problemas.

    • Esclarece que a análise econômica lida com insumos e produtos que são os custos e com as conseqüências das ações, sendo que a análise dessa relação custos e resultados auxilia nas tomadas de decisões (1),
    • Uma dificuldade reconhecida na realização da avaliação econômica, diz respeito a necessidade de se calcular o custo unitário das atividades ou procedimentos que compõem um programa de assistência, como é o caso da Consulta de Enfermagem.

    Custo é um gasto, que só é reconhecido como custo no momento da utilização dos fatores de produção (bens e serviços) para a fabricação de um produto ou execução de um serviço (2), O conhecimento dos custos nas organizações de saúde e na enfermagem têm como principais objetivos: avaliar o crescimento quantitativo e financeiro das unidades, conhecer os custos dos tratamentos e procedimentos realizados, negociar a tabela de preços e remuneração, alocar os recursos de modo eficiente, identificar ineficiências e desperdícios no processo produtivo, entre outros.

    Em relação ao tempo no trabalho, ele se constitui em um dos recursos fundamentais de uma organização, uma vez que a sua gestão contribui para a melhoria dos desempenhos coletivo e individual e, conseqüentemente, da produtividade (3), As principais finalidades do estudo do tempo são: estabelecer padrões para os processos de produção, fornecer dados para determinar o custo padrão, estimar o custo de um produto ou serviço novo e fornecer dados para o estudo do balanceamento de estruturas de produção (3),

    O padrão de mão de obra é definido como a quantidade de minutos que o trabalhador utiliza para concluir um item do trabalho, sob condições normais (4), Vários métodos têm sido aplicados para estudar o tempo no trabalho, sendo possível adotar os mais simples, como a observação direta estruturada contínua, ou os mais elaborados, com ênfase na amostragem de trabalho, desenvolvidos pela engenharia de produções (3),

    O tempo, no nosso estudo, constitui-se em uma variável importante para mensurar o custo relacionado ao trabalho da enfermeira na realização da Consulta de Enfermagem. A Assistência de Enfermagem engloba várias atividades, dentre elas a Consulta de Enfermagem que em planejamento de saúde é considerada como uma atividade fim, passível de mensuração, um dado de grande valor para a programação das ações de saúde e, conseqüentemente, para a avaliação das mesmas (5),

    O Artigo 11, inciso I, alínea “i” da Lei do Exercício Profissional n.º 7.498, de 25 de junho de 1986, e o Decreto 94.406/87 legitimam a Consulta de Enfermagem como uma atividade privativa do enfermeiro (6), O Comitê de Consulta de Enfermagem (a) (a) Resumo da discussão em Comitê de Especialistas sobre Consulta de Enfermagem, realizada no XXXI CBEn – Fortaleza – Ceará – 1979, reunido no XXXI Congresso Brasileiro de Enfermagem, em 1979, definiu Consulta de Enfermagem como: a atividade diretamente prestada pela enfermeira ao cliente, através da qual são identificados problemas de saúde/doença e prescritas e implementadas medidas de enfermagem que contribuam à promoção, proteção, recuperação ou reabilitação ao cliente.

    1. A Consulta de Enfermagem é definida como o conjunto de ações realizadas pela enfermeira, em uma sucessão ordenada, para conhecer a situação de saúde da clientela e tomar decisões quanto à assistência a ser prestada, visando mudanças favoráveis à saúde (7),
    2. Essas ações objetivam conscientizar o cliente, durante a consulta, levando-o a promover mudanças na sua qualidade de vida, adquirindo hábitos de vida saudáveis.

    Na definição estabelecida pela Resolução COFEN – 159/96 (6), a Consulta de Enfermagem é uma atividade privativa do enfermeiro que utiliza componentes do método científico para identificar situação de saúde/doença, prescrever e implementar medidas de enfermagem que contribuam para a promoção, prevenção, proteção da saúde, recuperação e reabilitação do indivíduo, família e comunidade.

    • A Enfermeira, ao atender um indivíduo não hospitalizado, aparentemente sadio ou doente, em tratamento ambulatorial, poderá aplicar o processo de enfermagem e, quando o faz, está realizando uma Consulta de Enfermagem (8),
    • Diante das colocações acima, depreende-se que a Consulta de Enfermagem é similar ao processo de enfermagem aplicada aos pacientes internados, o que a diferencia é a sua aplicação no contexto ambulatorial.

    A aplicação do processo de enfermagem com ênfase no auto-cuidado, nos indivíduos não hospitalizados, propicia aos enfermeiros exercerem sua autonomia profissional, bem como explorarem novas dimensões da profissão (9), A Consulta de Enfermagem, para ter validade prática, deve proporcionar mudanças favoráveis na saúde do indivíduo (5),

    Estudos demonstram que a atuação do enfermeiro, por meio da Consulta de Enfermagem, melhora a adesão ao tratamento, acelera o restabelecimento do paciente e, acreditamos, diminui o custo final da assistência. Para o desenvolvimento da Consulta de Enfermagem, é necessária a observação de alguns fatores, além da metodologia, da eficácia e da capacitação da enfermeira.

    Segundo pesquisador (5), é necessário formalizar a atividade de Consulta de Enfermagem na instituição como integrante das ações do sistema de prestação de serviços de saúde; e a adequação das normas de atendimento para possibilitar o seu desenvolvimento e opção do cliente para essa atividade.

    • Em relação ao ambiente físico onde ocorre a Consulta de Enfermagem, é preciso observar as instalações que propiciem a interação enfermeira/paciente, na qual se respeite a privacidade do paciente, sem interrupções de terceiros que possam interromper o elo da comunicação que se está estabelecendo.
    • O mobiliário e equipamento, para esse atendimento, também devem ser adequados.

    Diante do exposto, constatamos que para o desenvolvimento da Consulta de Enfermagem são necessários profissionais capacitados para essa atividade, além de condições materiais e físicas para o seu desenvolvimento. Dessa forma, consideramos importante iniciar estudos que possibilitem mensurar o custo para a sua realização, visando auxiliar o planejamento de recursos a serem utilizados nesse procedimento.

    1. A Resolução COFEN n.º 159/96 (6), que dispõe sobre a Consulta de Enfermagem, normatizando-a, não menciona o tempo que deve ser reservado para a sua realização.
    2. A Portaria n.º 1101, do Ministério da Saúde (10), de 12 de junho de 2002, que estabelece os parâmetros assistenciais do SUS, preconiza como capacidade de produção para o enfermeiro 03/consultas/hora e para o médico 04/consultas/hora, não fazendo distinção entre a consulta nova e consulta de seguimento.

    Ressalta que esses dados podem variar de acordo com convenções sindicais, dissídios coletivos das categorias profissionais ou adoção, pelo gestor, de políticas específicas. Diante dessas diferentes constatações e por não dispormos de trabalhos referentes a essa temática, optamos por estudar o tempo despendido durante a realização da Consulta de Enfermagem na Seção de Ambulatório do Instituto de Coração (InCor) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, para um melhor planejamento da assistência e do agendamento e, ainda, estabelecer um parâmetro para definir o preço.

    OBJETIVOS • Caracterizar os atendimentos da Consulta de Enfermagem, segundo o grupo de pacientes do programa pré-cirúrgico de coronária, do ambulatório de cirurgia eletiva e as enfermeiras que as realizam. • Estimar o tempo médio da Consulta de Enfermagem e, com base nele, o correspondente custo para atender pacientes do grupo de coronária.

    • Estudar a existência de associação/correlação entre o tempo, o custo referido e as variáveis do programa de consulta de coronária. METODOLOGIA O estudo, do tipo prospectivo, exploratório, descritivo-correlacional, foi desenvolvido no período de 30 de abril a 31 de julho de 2003, na Seção de Ambulatório(AB) do Instituto do Coração (InCor ) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

    Trata-se de um Hospital público especializado em cardiologia, que atende, além do Sistema Único de Saúde (SUS), pacientes de diversos convênios e pacientes particulares. A população alvo deste estudo constituiu-se de pacientes pertencentes ao programa pré-cirúrgico, do Ambulatório de Cirurgia Eletiva (ACE), do grupo de coronariopatias, para o qual o desenvolvimento da consulta segue o modelo assistencial denominado Sistemática de Assistência de Enfermagem (SAE), aplicando-se 4 das 6 fases do processo preconizado por Horta (8) : histórico de enfermagem, plano assistencial, prescrição de enfermagem, evolução de enfermagem.

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    A amostra foi constituída de 44 pacientes do grupo de coronariopatias, que foram atendidos em 2 modalidades de Consulta de Enfermagem _ nova e de seguimento, sendo 37 em consultas novas e 7 em consultas de seguimento. O projeto de pesquisa foi encaminhado a Comissão de Ética de Projetos de Pesquisa da Diretoria Clínica do Hospital das Clínicas da FMUSP e para a Comissão Científica e de Ética do Instituto do Coração, sendo aprovada por ambas.

    1. Para a realização da coleta de dados, foram convidadas as 4 enfermeiras assistenciais da Unidade, que desenvolvem a Consulta de Enfermagem, obtendo-se das mesmas a assinatura no Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.
    2. As Enfermeiras foram denominadas no estudo de A,B,C e D.
    3. Para o levantamento do tempo médio despendido pelas enfermeiras na Consulta de Enfermagem, foi registrado a hora de início e término da consulta, no instrumento de coleta de dados, pelas próprias enfermeiras que as realizaram.

    A enfermeiras assinalaram também as fases da consulta que tinham realizado, são elas: análise do prontuário, realização do histórico de enfermagem, orientações, solicitações de exames, realização de procedimentos, registro da avaliação/evolução e prescrição e agendamento de retorno e, ainda, se a consulta era nova ou de seguimento.

    O levantamento do custo do trabalho da enfermeira, durante a Consulta de Enfermagem, foi realizado baseado na média de tempo gasto e no custo/hora da enfermeira, calculado pela média salarial das profissionais que participaram do estudo. Para o cálculo dos salários das enfermeiras encontramos a média salarial de R$ 4.419,95.

    Esse montante foi dividido por 200 horas mensais contratuais. O custo da enfermeira por hora, no InCor, foi em torno de R$ 22,09 e de R$ 0,37 por minuto. O custo da consulta de enfermagem foi calculado multiplicando o tempo médio gasto em minutos pelo custo médio do salário da enfermeira por minuto.

    A análise descritiva foi feita sobre as variáveis respostas utilizando distribuições de frequência e as medidas resumo média, desvio padrão, mediana, mínimo e máximo. Na análise inferencial foram utilizados: Teste de Normalidade de Kolmo-gorov – Smirnov, Intervalos de confiança de 95% para a Média, Teste t-Student, Teste U de Mann Witney, Análise de Variância Clássica, Coeficiente de Correlação Linear de Pearson, Coeficiente de Correlação Ordinal de Sperman e Teste Qui-Quadrado de Associação e Teste de Kruskall-Wallis.

    ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS Analisando-se o conjunto de Consultas de Enfermagem aos pacientes do programa de coronária obtivemos: das 44 consultas realizadas, 37 (84%) foram de consultas novas e 7 (16%), foram de consultas de seguimento. O exame da Tabela 1 sugere cumprimento pleno das fases 1, 3 e 6 tanto nas consultas novas, quanto nas de seguimento e no conjunto das consultas.

    Vale destacar que a fase 5 não foi cumprida em qualquer um dos tipos de consulta. Ressaltamos, também, que o Histórico de Enfermagem não foi totalmente feito no conjunto das consultas, ou seja, nem nas consultas novas nem nas de seguimento, porque durante a coleta de dados, foram atendidos pacientes que já haviam passado por consulta nova e estavam passando, novamente, por consulta de seguimento.

    Observamos, também, que em um paciente de consulta de seguimento foi realizado o Histórico de Enfermagem, isso se explica, pois na prática quando no desenvolvimento da primeira consulta na fase da Análise do Prontuário se detecta um problema que implica numa ação de imediato da enfermeira como por exemplo: um exame alterado, faz-se primeiro o encaminhamento a outro profissional.

    No retorno o paciente volta como consulta de seguimento, onde nessa consulta é realizado o Histórico de Enfermagem. O exame dos dados da Tabela 2 sugere, para o grupo de consultas novas, predominância de indivíduos em que a consulta cumpriu 4 fases com 33 (89,19%) citações; número médio de fases cumpridas igual a 4,05 (DP=0,53); mediana de 4 e variação de 4 a 6 fases cumpridas.

    Para o grupo de consultas de seguimento os dados sugerem predominância de consultas em que foram cumpridas 3 fases com 4 (57,1%) citações; número médio de fases cumpridas igual a 3,57 (DP=0,79); mediana de 3 e variação de 3 a 5 fases cumpridas. Para o conjunto de consultas os dados sugerem predominância de consultas em que foram cumpridas 4 fases com 34 (77,3%) citações; número médio de fases cumpridas igual a 4,07(DP=0,55); mediana de 4 e variação de 3 a 6.

    • Convém observar que o Teste U de Mann-Whitney mostra evidências de que o número médio de fases no grupo de consulta nova supera o do grupo de consulta de seguimento de forma estatisticamente significativa (p = 0,041).
    • O exame dos dados da Tabela 3 sugere predominância de consultas ligadas à enfermeira D no grupo de consultas novas com 16 (43,2%) citações.

    No grupo de consultas de seguimento o predomínio foi de consultas ligadas à enfermeira B com 3 (42,9%) citações. Para o conjunto de consultas o predomínio coube às consultas ligadas à enfermeira D com 18 (40,9%) citações. Análise do Tempo O exame dos dados da Tabela 4 sugere para o grupo de consultas novas predominância de um tempo de consulta de 28,1 a 46 minutos com 18 (48,6%) citações; tempo médio igual a 48,91(DP=15,68); mediana de 45 e variação de 10 a 100 minutos.

    Para as consultas de seguimento os dados sugerem predominância de um tempo de consulta de 10 a 28 minutos com 5 (71,4%) citações; tempo médio igual a 22,14 (DP=13,80); mediana de 15 e variação de 10 a 50 minutos. Para o conjunto de consultas os dados sugerem predominância de um tempo de consulta de 28,1 a 46 minutos com 19 (43,2%) citações; tempo médio igual a 44,65 (DP=18,18); mediana de 45 e variação de 10 a 100 minutos.

    Convém observar que o Teste T-Student para Amostras Independentes mostra evidências de que o tempo médio de atendimento no grupo de consulta nova supera o do grupo de consulta de seguimento de forma estatisticamente significativa (p = 0,000). A margem de erro para o tempo médio de atendimento no grupo de consulta nova é 5,14, isto é, pode-se inferir, com uma confiança de (95%), que o tempo médio para o atendimento de consulta nova oscila de 43,77 a 54,05 minutos.

    • A margem de erro para o tempo médio de atendimento no grupo de consulta de seguimento é de 12,71, isto é, pode-se inferir, com uma confiança de (95%), que o tempo médio de consulta de seguimento oscila entre 9,43 e 34,85 minutos.
    • Para o conjunto de consultas, a margem de erro para o tempo médio de atendimento é 5,48, isto é, pode-se inferir, com uma confiança de (95%), que o tempo médio de atendimento oscila entre 39,17 e 50,13 minutos.

    Análise de Custo Os dados da Tabela 4 também sugerem, para o grupo de pacientes de consultas novas, predominância de um custo de procedimento entre R$ 10,40 e R$ 16,90 com 18 (48,6%) citações; custo médio igual a 18,01 (DP=5,77); mediana de 16,56 e variação de R$ 3,68 a R$ 36,82.

    • Para as consultas de seguimento os dados sugerem predominância de um custo do procedimento entre R$ 3,70 a R$ 10,30 com 5 (71,4%) citações; custo médio igual a 8,15 (DP=5,08), mediana de 5,52 e variação de R$ 3,68 a R$ 18,41.
    • Para o conjunto de pacientes os dados sugerem predominância de um custo de consulta de R$ 10,40 a R$ 16,90 com 19 (43,2%) citações; custo médio igual a 16,44 (DP=6,69); mediana de 16,56 e variação entre R $ 3,68 a R$ 36,82.

    Convém observar que o Teste T-Student para Amostras Independentes mostra evidências de que o custo médio de atendimento no grupo de consulta nova supera o do grupo de consulta de seguimento de forma estatisticamente significativa (p = 0,000). A margem de erro para o custo médio de atendimento no grupo de consulta nova é 1,89, isto é, pode-se inferir, com uma confiança de 95%, que o custo médio para o atendimento de consulta nova oscila entre R$ 16,12 a R$ 19,90.

    • A margem de erro para o custo médio de atendimento no grupo de consulta de seguimento é 4,68, isto é, pode-se inferir, com uma confiança de (95%), que o custo médio de consulta de seguimento oscila entre R$ 3,47 a R$ 12,83.
    • Para o conjunto de consultas a margem de erro para o custo médio de atendimento é de 2,02, isto é, pode-se inferir, com uma confiança de (95%), que o custo médio de atendimento oscila entre R$ 14,42 a R$ 18,45.

    Os dados da Tabela 5 mostram evidências estatísticas de que o Tempo de Consulta e o correspondente Custo apresenta correlação positiva estatisticamente significativa com o número de fases (r = 0,369, p = 0,014). O resultado indica que consultas que consomem maior número de fases tendem a consumir maior tempo e, conseqüentemente, maiores custos.

    • Evidencia que o tempo (e o correspondente custo) não apresenta correlação estatisticamente significativa com a idade, o número de diagnósticos ou número de fase.
    • O exame da Tabela 6 oferece evidência estatística de correlação estatisticamente significativa entre Tempo e o correspondente custo) e a Enfermeira que realizou o procedimento.

    A comparação 2 a 2 do tempo (e custo) médio das enfermeiras revelou que os tempos (e custo) médio de atendimento das enfermeiras A, B e C não diferem de forma estatisticamente significativa, todavia, revelou que a enfermeira D tende a apresentar um tempo(e custo) médio significativamente superior ao das enfermeira A e C.

    • CONSIDERAÇÕES FINAIS O dimensionamento dos recursos humanos, a adequação dos materiais necessários, o tempo despendido para a realização dos procedimentos e, ainda, os custos, são fontes de preocupação das enfermeiras, principalmente, daquelas que exercem atividades gerenciais.
    • Essa preocupação procede porque se sabe que a qualidade da assistência está atrelada à adequação desses recursos, pois, normalmente, eles são escassos.

    Determinar qual o tempo despendido pela enfermeira na realização da Consulta de Enfermagem, nos orienta para o dimensionamento de pessoal necessário para o desenvolvimento deste procedimento (lembrando que este deve estar baseado na filosofia estabelecida pela instituição e sustentado pelo referencial teórico), organizar a programação de agendamento melhor atender o paciente e também prever o custo do trabalho da enfermeira nesse procedimento.

    1. A Consulta de Enfermagem consumiu um tempo médio de aproximadamente 48,91 minutos para as consultas novas do grupo de coronária, e o custo da enfermeira foi de aproximadamente R$ 18,01.
    2. As consultas de seguimento levaram, em média, 22,14 minutos, e o custo da enfermeira girou em torno de R$ 8,15.
    3. Se compararmos com o que o SUS reembolsa – R$ 2,04 constatamos que o valor repassado pelo SUS fica muito aquém do cálculo efetuado.

    Esta realidade nos leva a refletir sobre a necessidade de gerenciarmos custos, porque em todas as literaturas consultadas a respeito de custo, que foram realizadas em hospitais governamentais, foi constatado que o repasse efetuado pelo SUS para os procedimentos não cobrem os gastos.

    1. Este estudo permitiu refletir sobre a importância de as enfermeiras que gerenciam unidades conhecerem o tempo gasto e o custo dos procedimentos, pois, é mediante comprovações fundamentadas e baseadas em evidências científicas que se justifica a necessidade de recursos.
    2. Dessa forma, acredita-se ser possível melhorar a qualidade da assistência e as condições de trabalho das profissionais, considerando sempre o ato do cuidar.

    Como já dissemos, não é nossa intenção com este estudo preconizarmos o tempo a ser despendido por enfermeiras na realização da Consulta de Enfermagem e nem definir um padrão. Sabemos que este estudo é um primeiro desafio para muitos outros que poderão ser realizados, uma vez que não encontramos na literatura pesquisas sobre este enfoque.

    Quanto custa uma enfermeira Home Care?

    Pesquisa mostra que internação Home Care tem custo menor em relação a internação hospitalar. – Enquanto o custo do paciente/dia internado em um hospital chega, em média, a R$ 1.576,92, o custo com internação domiciliar (home care) é de R$ 908,81. Esta é um das conclusões da pesquisa nacional realizada pela Unidas (União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde) em 2011 envolvendo instituições de todo o Brasil.

    Qual a área de Enfermagem que ganha mais?

    Qual o salário de um Enfermeiro? – O salário médio de um Enfermeiro no Brasil é de R$ 3.384,29. Os estados onde a profissão de Enfermeiro têm os melhores salários são Distrito Federal, São Paulo e Mato Grosso do Sul. As especialidades com os melhores salários são Enfermeiro Neonatologista, Perfusionista e Enfermeiro da Estratégia de Saúde da Família.

    Especialidade Salário médio
    Enfermeiro Neonatologista R$ 9.139,18
    Perfusionista R$ 8.295,42
    Enfermeiro da Estratégia de Saúde da Família R$ 7.910,82
    Enfermeiro Sanitarista R$ 7.588,32
    Enfermeiro Obstetrico R$ 6.422,24
    Enfermeiro Nefrologista R$ 6.021,55
    Enfermeiro Auditor R$ 5.856,17
    Enfermeiro do Trabalho R$ 5.577,43
    Enfermeiro Psiquiatrico R$ 5.553,96
    Enfermeiro de Centro Cirurgico R$ 5.379,76

    Qual o valor do plantão de 12 horas?

    Qual a remuneração média de um plantão? De acordo com a pesquisa, o valor médio pago a um plantão médico de 12 horas é de R$1.207,00. A maior parte da análise corresponde a plantões de Urgência & Emergência e Terapia Intensiva.

    Qual o valor do salário de uma enfermeira chefe?

    No cargo de Enfermeiro Chefe se inicia ganhando R$ 2.596,00 de salário e pode vir a ganhar até R$ 4.559,00, A média salarial para Enfermeiro Chefe no Brasil é de R$ 3.201,00. A formação mais comum é de Graduação em Enfermagem. –

    Quanto ganha um enfermeiro de feridas?

    Pós-graduação USCS – O que faz e quanto ganha um Enfermeiro especializado em Estomaterapia? Foi um alívio quando Bianca soube que poderia levar sua mãe para casa depois de quase um mês de internação no hospital. Sua mãe havia feito uma grande cirurgia no estômago e agora continuaria a recuperação em casa.

    No entanto, isso significaria muitas trocas de curativos e muito cuidado com uma cirurgia que ainda estava em processo de recuperação. As trocas de curativo e limpeza tinham que ser frequentes e muito bem feitas. Bianca não teve dúvidas e contratou o serviço de uma Enfermeira especializada em Estomaterapia.

    Se você já esteve diante de um paciente com uma ferida ou cirurgia aberta e nem sabia por onde começar, ou se sentiu frustrado por não saber como ajudar um paciente nessas condições; você entende perfeitamente porque a Bianca preferiu contratar um profissional especializado.

    1. O que faz um Enfermeiro Estomaterapeuta? Como diz o Dr.
    2. Evandro Pereira dos Reis, médico e enfermeiro Estomaterapeuta, “o enfermeiro estomaterapeuta é o principal ator no processo de cicatrização de feridas complexas.
    3. Sua expertise na avaliação e no cuidado de feridas permite uma abordagem abrangente e eficaz no tratamento dessas lesões”.

    A enfermagem em estomaterapia é uma especialidade que trata de feridas crônicas e agudas, simples e complexas, bem como para portadores de estomas, fístulas e outros dispositivos invasivos. Se você se tornar um Enfermeiro especializado em Estomaterapia, você poderá:

    Oferecer assistência ao indivíduo com estomias, fístulas, tubos, cateteres e drenos, feridas agudas e crônicas e incontinências anal e urinária; Fornecer educação em saúde de paciente e familiares no que se refere ao autocuidado para estomias, fístulas, tubos, cateteres e drenos, feridas agudas e crônicas e incontinências anal e urinária.

    Quanto ganha um Enfermeiro Estomaterapeuta? Segundo o Glassdoor, a média salarial de Enfermeiro é de R$ 8.650 por mês na cidade de São Paulo, mas a remuneração variável de Enfermeiro é de R$5 mil. Já o Guia de Profissões da Catho informou em 2022 que o salário de um enfermeiro estomaterapeuta era de R$ 2.396,82.

    Faça sua especialização em Estomaterapia da Pós USCS vai dar para você um novo campo de atuação, através da aquisição de uma formação qualificada, articulando o ensino, a pesquisa, a assistência, com atividades de extensão, oportunizando autonomia para a profissão nessa área. A metodologia da especialização da Pós USCS foi desenhada com base nas diretrizes e recomendações da World Council of Enterostomal Therapists (WCET), órgão internacional responsável pela normatização da especialidade em todo o mundo, e nas recomendações da Sociedade Brasileira de Estomaterapia (SOBEST).

    : Pós-graduação USCS – O que faz e quanto ganha um Enfermeiro especializado em Estomaterapia?

    Qual o valor de uma enfermeira particular?

    No cargo de Enfermeira Particular se inicia ganhando R$ 1.420,00 de salário e pode vir a ganhar até R$ 3.452,00, A média salarial para Enfermeira Particular no Brasil é de R$ 2.869,00. A formação mais comum é de Graduação em Enfermagem. –

    Quanto custa uma enfermeira Home Care?

    Pesquisa mostra que internação Home Care tem custo menor em relação a internação hospitalar. – Enquanto o custo do paciente/dia internado em um hospital chega, em média, a R$ 1.576,92, o custo com internação domiciliar (home care) é de R$ 908,81. Esta é um das conclusões da pesquisa nacional realizada pela Unidas (União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde) em 2011 envolvendo instituições de todo o Brasil.

    Qual é o valor de uma enfermeira?

    Salário de um Enfermeiro por especialidade

    Especialidade Salário médio
    Enfermeiro da Estratégia de Saúde da Família R$ 7.910,82
    Enfermeiro Sanitarista R$ 7.588,32
    Enfermeiro Obstetrico R$ 6.422,24
    Enfermeiro Nefrologista R$ 6.021,55