Tabela De Situações Atualizadas Do Seguro Desemprego Para Envio Do Caged Diario?

Qual é a tabela do seguro-desemprego?

Como calcular o valor do seguro desemprego? – Para calcular o valor do seguro desemprego para o profissional formal, deve-se considerar o salário médio dos três meses anteriores à dispensa e, depois, aplicar este valor ao cálculo orientado na Tabela Seguro desemprego 2023. Então, para utilizar a Tabela Seguro Desemprego 2023 para seu cálculo, basta seguir o esquema:

Valor da primeira faixa de salário médio x 0.8 (80%); O que ultrapassar a primeira faixa de salário x 0,5 (50%). O resultado, soma-se (+) à quantia estabelecida na tabela; Quem ganhava acima das faixas de salário médio, receberá o valor invariável do benefício, ou seja, o limite máximo do seguro desemprego.

Como funciona a nova lei do seguro-desemprego?

Seguro-desemprego em 2023 tem novo valor com mudança no salário mínimo; veja O reajuste do salário mínimo em 1º de maio, passando de R$ 1.302 para R$ 1.320, alterou também os valores e a tabela do seguro-desemprego, O valor mínimo das parcelas do benefício de um salário mínimo.

Até R$ 1.968,36 – multiplica-se o salário médio por 0,8De R$ 1.968,37 até R$ 3.280,93 – o que exceder a R$ 1.968,36 multiplica-se por 0,5 e soma-se com R$ 1.574,69Acima de R$ 3.280,93 – o valor será invariável de R$ 2.230,97

O que deve ser informado no Caged?

O que significa Caged? – A sigla CAGED é uma abreviação para “Cadastro Geral de Empregados e Desempregados”. Esse cadastro reúne informações sobre todas as admissões e demissões feitas pelas empresas que atuam de acordo com o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT),

Como contar os meses para receber o seguro-desemprego?

Quantas parcelas de seguro-desemprego tenho direito? – Por mais que esse benefício seja necessário para sobrevivência do desempregado, ele tem direito entre três e cinco parcelas do seguro-desemprego. O trabalhador receberá três parcelas se tiver no mínimo 6 meses trabalhados; quatro parcelas se tiver no mínimo 12 meses; e cinco parcelas se trabalhou 24 meses ou mais.

Quais são as novas regras do seguro-desemprego 2023?

O seguro-desemprego é um auxílio financeiro, pago pelo governo ao trabalhador que tinha carteira assinada, demitido sem justa causa, ou, ainda, fez o pedido de rescisão indireta do contrato de trabalho. O valor do seguro-desemprego deve ser de, pelo menos, um salário mínimo vigente no ano, em 2023 esse valor é de R$ 1.320,00, e pode chegar até a R$2.230,97, o valor máximo repassado pelo governo federal.

Como ficou o seguro-desemprego em 2023?

O seguro desemprego está amparado pelo sistema de proteção dos direitos sociais dentro da constituição federal. O artigo 7º, inciso II, CF/88, dispõe que é dever do estado proteger o empregado da demissão involuntária.

Quais foram as mudanças do seguro-desemprego?

Quais as atualizações no seguro-desemprego 2023? – O seguro-desemprego sempre considera o valor do salário mínimo vigente como base de cálculo. Portanto, em 2023, a parcela mínima do benefício é de R$ 1.320. Já o pagamento máximo é de R$ 2.230,97, que corresponde ao teto. O valor a ser recebido deve ser calculado considerando a média salarial dos últimos três meses antes da demissão.

Como funciona o seguro-desemprego depois da reforma trabalhista?

Primeira solicitação – Quando o trabalhador faz a primeira solicitação, deve ter trabalhado no mínimo 12 meses. Cumprindo essa condição tem direito a 4 parcelas. Caso tenha trabalhado 24 meses ou mais, terá direito a 5 parcelas de Seguro-desemprego.

Quem tem direito a 7 parcelas do seguro?

Entenda quem tem direito ao seguro-desemprego ampliado de 7 parcelas Os trabalhadores demitidos entre dezembro de 2008 e fevereiro de 2009, em setores afetados pela crise financeira internacional, terão direito ao seguro-desemprego ampliado em sete parcelas.

Trata-se de uma excepcionalidade uma vez que este benefício é pago em três parcelas, para quem trabalhou registrado no mínimo seis meses e no máximo 11 meses; quatro, para quem trabalhou registrado no mínimo 12 meses e no máximo 23 meses; e em cinco, para quem trabalhou registrado no mínimo 24 meses.

A ampliação de dois meses é permitida pela legislação em situações de emergência, como neste caso, podendo ser em no mínimo cinco parcelas e no máximo, sete. O valor do benefício também não pode ser inferior ao valor do salário mínimo, que neste caso entrou em vigor desde o dia 1º de Janeiro de 2010, ou seja, R$ 510,00.

  • Entre os setores que serão contemplados estão o da extração mineral; indústria metalúrgica; mecânica; material elétrico e comunicação; transporte; madeira e mobiliário; de papel, papelão e editoração; borracha, fumo e couros; química e farmacêutica; têxtil e de vestuário; calçados; produtos alimentícios e bebidas; de utilidade pública; construção civil; comércio varejista e atacadista; o das instituições financeiras; ensino; agricultura; e o de alguns setores de serviços como favoráveis ao recebimento das parcelas extras.
  • Abaixo informações sobre como dar entrada no seguro-desemprego e como saber se você será contemplado:
  • Quem pode requerer o seguro-desemprego?
  • Todo trabalhador demitido sem justa causa, com contrato regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que trabalhe na mesma empresa por pelo menos seis meses.
  • Como saber se você terá direito ao benefício estendido?
  • Se você foi demitido entre dezembro 2008 e fevereiro 2009 e era empregado dos setores estipulados pelo Ministério do Trabalho – MTE, você deverá dar entrada no pedido e aguardar a análise ser feita pelo Ministério.
  • Onde requerer?
  • Em qualquer posto de atendimento do Ministério do Trabalho, nos postos estaduais do Sine (Sistema Nacional de Emprego) ou nas agências da Caixa Econômica Federal.
  • Quais documentos é preciso levar?
  • – Comunicação de Dispensa (via marrom) e Requerimento do Seguro-Desemprego (via verde), que são fornecidos preenchidos pelo empregador após a demissão;
  • – Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho quitado pelo empregador;
  • – Carteira de Trabalho e Previdência Social;
  • – Documento de identificação (carteira de identidade, certidão de nascimento ou casamento com o protocolo de requerimento de nova identidade, carteira de motorista com foto, passaporte ou certificado de reservista);
  • – Cartão do Cadastro de Pessoa Física (CPF);
  • – Cartão do PIS/Pasep ou Cartão do Cidadão; e
  • – Os dois últimos holerites.
  • Até quanto tempo após a demissão é possível dar entrada no requerimento do seguro?
  • Até 120 dias corridos contados a partir do dia seguinte ao da demissão.
  • Quando será paga a primeira parcela?
  • Trinta dias após a data do requerimento.
  • Onde receber o dinheiro?
  • O pagamento só é feito nas agências da Caixa Econômica Federal e em seus correspondentes com a apresentação do Cartão do Cidadão.
  • Quem estiver recebendo seguro-desemprego e conseguir outro emprego formal, não pode mais ter o benefício?
You might be interested:  Tabela Fipe Classic 2013 1.0 Completo?

O benefício é cancelado no caso de admissão em novo emprego. No caso de uma nova demissão, no período máximo de 16 meses da demissão anterior, é possível retomar o recebimento das parcelas. Passado o período de 16 meses, o empregado terá de fazer uma nova requisição do seguro-desemprego.

  1. Qual é o valor do seguro-desemprego?
  2. O valor do benefício varia entre R$ 510 e R$ 954,21.
  3. Como o governo sabe quem continua tendo direito ao benefício?
  4. No pagamento de cada parcela, é verificado na carteira de trabalho se o trabalhador continua na condição de desempregado.
  5. Em que casos o benefício é suspenso?
  6. Na admissão em novo emprego ou no caso de recebimento de benefício continuado da Previdência Social – exceto o auxílio-acidente e a pensão por morte.

: Entenda quem tem direito ao seguro-desemprego ampliado de 7 parcelas

É obrigatório enviar o Caged?

O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) é o registro de admissões, dispensas e transferências de trabalhadores com contrato de trabalho regido pela CLT. As empresas são obrigadas a informar mensalmente junto ao Ministério do Trabalho e Emprego: – as admissões de trabalhadores que estejam recebendo seguro-desemprego: 1 (um) dia após o trabalhador ter entrado EFETIVAMENTE em atividade; e – demais admissões, desligamentos e transferências: até o dia 7 do mês subsequente ao informado.

  • Se as movimentações não forem declaradas, a empresa estará sujeita a multa com valor condicionado ao tempo de atraso e número de movimentações omitidas.
  • IMPORTANTE: – As empresas e as pessoas físicas equiparadas a empresas estão desobrigadas de comunicar as admissões e dispensas pelo Caged a partir da competência de janeiro de 2020, de acordo com a Portaria/MTP nº 671, de 8 de novembro de 2021.

– As pessoas jurídicas de direito público e as organizações internacionais ainda são obrigadas a comunicar as admissões e demissões pelo Caged. – Para a competência de dezembro de 2019 e anteriores, ainda é obrigatório o envio das informações pelo Caged.

Como saber se o Caged foi informado?

Acesso Rápido. Extrato da Movimentação Processada disponível para impressão na Internet, após o dia 20 de cada mês. Consulte e/ou imprima a 2ª via do Recibo do CAGED e obtenha informações das declaraçães e do seu estabelecimento.

Pode juntar os meses de trabalho para receber seguro-desemprego 2023?

SEGURO-DESEMPREGO – Como funciona o seguro-desemprego para quem acumula vínculos empregatícios

13/07/2023 Brasil Contábeis

O seguro-desemprego é um benefício criado pelo governo para auxiliar financeiramente os trabalhadores brasileiros que foram demitidos sem justa causa. Ele é pago em até cinco parcelas e tem o objetivo de oferecer uma assistência temporária enquanto o trabalhador busca uma nova oportunidade no mercado de trabalho.

  1. No entanto, existem certos requisitos que devem ser cumpridos para ter acesso a esse benefício, como estar dentro do período de carência.
  2. Muitas pessoas se questionam se é possível somar o tempo trabalhado em mais de uma empresa para cumprir o período de carência ou aumentar o número de parcelas do seguro-desemprego.

A resposta é não. O trabalhador deve atender aos critérios estabelecidos de acordo com o número de solicitações do benefício. Quem tem direito ao seguro-desemprego? O benefício é destinado ao trabalhador que foi dispensado sem justa causa e está desempregado no momento em que solicita o benefício.

Primeira solicitação: é preciso ter trabalhado pelo menos 12 meses nos últimos 18 meses imediatamente anteriores à data da dispensa; Segunda solicitação: é necessário ter trabalhado pelo menos 9 meses nos últimos 12 meses imediatamente anteriores à data da dispensa; Demais solicitações: é preciso ter trabalhado por 6 meses imediatamente anteriores à data da dispensa.

É importante ressaltar que a quantidade de parcelas a que cada trabalhador tem direito foi alterada após a Reforma Trabalhista de 2017. Agora, é possível receber de 3 a 5 parcelas, dependendo do tempo de trabalho. Primeira solicitação:

Trabalho entre 12 a 23 meses: 4 parcelas; Trabalho de 24 meses ou mais: 5 parcelas.

Segunda solicitação:

Trabalho entre 9 a 11 meses: 3 parcelas; Trabalho entre 12 a 23 meses: 4 parcelas; Trabalho de 24 meses ou mais: 5 parcelas.

Terceira solicitação:

Trabalho entre 6 a 11 meses: 3 parcelas; Trabalho entre 12 a 23 meses: 4 parcelas; Trabalho de 24 meses ou mais: 5 parcelas.

É importante frisar que o seguro-desemprego não é acumulativo. Ou seja, os vínculos empregatícios entre um emprego e outro são encerrados, e um novo vínculo começa a ser contado a partir do registro em carteira. No entanto, existe uma exceção. Se o trabalhador for demitido do novo emprego sem justa causa dentro de 120 dias, ele poderá solicitar o seguro-desemprego referente ao seu emprego anterior e continuar recebendo de onde parou.

Porém, é necessário ressaltar que o benefício se refere apenas ao último vínculo empregatício. Mesmo que o trabalhador tenha atuado em várias empresas ao longo dos anos, ele só poderá receber o seguro-desemprego referente ao seu último emprego. Portanto, no cálculo para concessão das parcelas do seguro-desemprego, não é levado em conta a quantidade de empresas em que o trabalhador atuou dentro do período de carência.

É importante ficar atento aos requisitos e prazos para garantir o acesso ao benefício e buscar orientação junto aos órgãos competentes em caso de dúvidas. : SEGURO-DESEMPREGO – Como funciona o seguro-desemprego para quem acumula vínculos empregatícios

Qual o tempo de intervalo de um seguro-desemprego para o outro em 2023?

O Ministério do Trabalho atualizou a tabela de faixas salariais para cálculos dos valores do seguro-desemprego que serão pagos este ano a trabalhadores e trabalhadoras formais, dispensados sem justa causa. Os novos valores estão em vigor desde o dia 11 de janeiro, data em que o ministério publicou as alterações.

Veja qual o valor mínimo do seguro-desemprego, como calcular o valor que será pago em 2023, quem tem direito e como solicitar o benefício. Qual o valor do seguro-desemprego? O valor do seguro-desemprego não pode ser inferior ao valor do salário mínimo, que este ano é de R$ 1.302,00, pelo menos até maio, quando deve ser alterado segundo declarou o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, durante reunião com representantes da CUT e demais centrais nesta quarta-feira (18).

A Lei 7.998/1990 e a resolução 957/2022 do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), que regulamentam o programa do seguro-desemprego determinam que o benefício não pode ter valor menor do que o piso nacional. Como calcular o valor do seguro-desemprego em 2023 No caso dos trabalhadores cujo rendimento médio mensal era maior que o mínimo à época da demissão, o cálculo deve ser feito de acordo com os índices determinados pela tabela nas três faixas salariais.

You might be interested:  Consultando A Tabela Periodica Indique Para Os Elementos Quimicos Calcio?

Na faixa até R$ 1.968,36: multiplica-se o salário médio por 0,8 (80% do valor)

Exemplo: se o salário médio era de R$ 1.600,00, o valor da parcela do seguro será de R$ 1.280,00 (80% de R$ 1.600)

Na faixa que vai de R$ 1.968,37 até R$ 3.280,93: multiplica-se o EXCEDENTE (o que sobra) de R$ 1.986,37 por 0,5 e soma-se com R$ 1.574,69

Exemplo: se o salário médio foi de R$ 2.500,00, a conta deve seguir os seguintes passos:

R$ 2.500 – R$ 1.968,37 = R$ 531,63 R$ 531,63 X 0,5 = R$ 265,81 R$ 265,81 + R$ 1.571,69 = R$ 1.837,50

, Neste caso, o valor da parcela será de R$ 1.837,50.

Na faixa acima de R$ 3.280,93, o trabalhador ou trabalhadora receberá o valor fixo de R$ 2.230,97, que é o teto do seguro-desemprego.

Para atualizar as tabelas nas faixas salariais, o governo levou em consideração o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), de 2022, estabelecido em 5,93%. Quem tem direito ao seguro-desemprego?

trabalhador formal, inclusive os domésticos, contratados pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), ou seja, com carteira assinada, desde que sejam demitidos sem justa causa ;trabalhador que teve o contrato suspenso em virtude de participação em programa de qualificação profissional oferecido pelo empregador;o pescador artesanal durante o período defeso – época do ano em que a pesca de determinada espécie está proibida ou controlada. A paralisação acontece para reprodução ou povoamento, portanto, um período em que o trabalhador fica sem renda;o trabalhador resgatado da condição semelhante à de escravo.

Quanto tempo de trabalho preciso para pedir seguro-desemprego? Para solicitar o seguro-desemprego pela primeira vez, o trabalhador precisa ter atuado por pelo menos 12 meses com carteira assinada em regime CLT. Para solicitar pela segunda vez, precisa ter trabalhado por 9 meses nos últimos 12 meses anteriores à demissão.

Para solicitar pela terceira vez e nas demais, precisa ter trabalhador no mínimo 6 meses. O prazo entre um pedido de seguro outro deve ser de, pelo menos, 16 meses. E atenção: se o trabalhador conseguir um emprego com carteira assinada logo após a demissão ou durante o recebimento do seguro-desemprego, ele perde direito ao benefício.

Para solicitar o benefício é preciso ainda que o trabalhador formal atenda aos seguintes requisitos:

estar desempregado ao requerer o benefício.não ter renda própria para o seu sustento e da sua família;não estar recebendo Benefícios de Prestação Continuada (BPC) ou outros benefícios da Previdência Social, exceto pensão por morte ou auxílio-acidente.

Para os trabalhadores domésticos:

​​ter sido dispensado sem justa causa, como no caso das demais categorias profissionais;trabalhado, exclusivamente, como empregado doméstico, por pelo menos 15 meses nos dois anos anteriores à demissão;ter, no mínimo, 15 recolhimentos ao FGTS como empregado doméstico;ser inscrito como Contribuinte Individual da Previdência Social;não ter renda própria de qualquer outra natureza;não estar recebendo Benefício de Prestação Continuada (BPC) ou outros benéficos da Previdência Social, exceto pensão por morte ou auxílio-acidente.

Para pescadores artesanais é preciso:

estar inscrito no INSS na categoria de segurado especial;comprovar a venda do pescado a pessoas jurídicas ou cooperativas nos 12 meses que antecederam o início do defeso;não estar recebendo Benefícios de Prestação Continuada (BPC) ou outros benéficos da Previdência Social, exceto pensão por morte ou auxílio-acidente;comprovar o exercício profissional da atividade de pescador artesanal e que se dedicou à pesca, em caráter ininterrupto, durante o período compreendido entre o defeso anterior e o em curso;não ter vínculo de emprego, outra relação de trabalho ou outra fonte de renda além da pesca artesanal.

Documentos necessários para requerer o seguro-desemprego: 1) Trabalhadores formais, inclusive domésticos, devem apresentar:

Documento de identificação (RG e CPF);Comprovante de inscrição no PIS/Pasep.Requerimento do Seguro-Desemprego (documento fornecido pelo empregador no ato da demissão)

2) Pescadores artesanais precisam levar os seguintes documentos:

RG ou CPFcomprovante que vendeu o produto;comprovante de que exerceu a função pelo período acima descrito.

3) Trabalhador resgatado deverá apresentar:

Comprovante de inscrição no PIS;Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) ou Termo de Rescisão do Contrato;Comunicação de Dispensa do Trabalhador Resgatado.

Onde dar entrada no pedido de seguro-desemprego? A solicitação pode ser feita diretamente nas agências da Caixa Federal ou ainda pelos seguintes meios:

Aplicativo móvel Carteira de Trabalho Digital (disponível para ANDROID ou IOS pelo E-mail das Superintendências Regionais do Trabalho: trabalho.(uf)@economia.gov.br. : em (UF), o trabalhador deve colocar a sigla do estado. Exemplo:,, etc. App Caixa Trabalhador. Disque 158 – para agendar, por telefone, o local de atendimento para dar entrada.diretamente nas agências da Caixa. Portal de Serviços Gov.br

Quando o trabalhador começa a receber o seguro-desemprego?

A primeira parcela é liberada 30 dias após o trabalhador dar entrada no pedido do seguro. As parcelas seguintes são liberadas também com intervalo de tempo de 30 dias.É possível acompanhar o andamento do pedido de seguro-desemprego pelo aplicativo Caixa Trabalhador, pelo Serviço de Atendimento ao Cidadão da Caixa, pelo fone 0800-7260207 ou ainda pelo site da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia.

Quem tem 8 meses de carteira assinada recebe seguro-desemprego?

Quem trabalha 6 meses tem direito ao seguro-desemprego? – Para ter direito ao seguro-desemprego pela primeira vez, é necessário seguir alguns requisitos, dentre eles o tempo mínimo de atividade de carteira assinada. Ou seja, em caso de primeira solicitação do seguro-desemprego, é necessário o trabalhador ter trabalhado por pelo menos 12 meses.

Confira as melhores soluções meutudo para você
Produto Taxa a partir de Pagamento
Antecipação Saque-aniversário 1,80% a.m antecipe a partir de R$100 Simular

Foi aprovada a nova lei do seguro-desemprego?

Trabalho, Previdência e Assistência Hoje, a Lei do Seguro-Desemprego permite condicionar o benefício à frequência em curso de formação ou qualificação profissional 11/05/2023 – 10:52 Pablo Valadares/Câmara dos Deputados A relatora, deputada Rogéria Santos A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4923/19, pelo qual o pagamento do seguro-desemprego poderá ser condicionado à comprovação da prestação de serviços à administração pública ou a entidades sem fins lucrativos.

  1. A relatora, deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA), defendeu a aprovação com emenda para ajuste na redação.
  2. A procura por emprego dos trabalhadores que, desempregados, receberam o seguro-desemprego, é muito menor do que a realizada por aqueles que não foram beneficiados”, disse a parlamentar.
  3. Pelo texto, o trabalhador poderá atuar entre 20 e 30 horas semanais, conforme encaminhamento dos órgãos públicos responsáveis pela colocação ou recolocação.

A proposta altera a Lei do Seguro-Desemprego, que já permite à União condicionar o benefício à comprovação de matrícula e frequência em curso de formação ou de qualificação profissional com carga de no mínimo 160 horas. “Os trabalhadores que usufruírem do benefício do seguro-desemprego poderão se preparar melhor para o mercado de trabalho, adquirindo experiência, ao mesmo tempo que as fraudes serão inibidas”, afirmou o autor da proposta, deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP), ao defender a mudança.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Ralph Machado Edição – Marcia Becker

Qual é o valor do seguro-desemprego para quem ganha 2000?

Como calcular o Seguro-Desemprego – O valor do Seguro-Desemprego é diretamente influenciado pelo salário mínimo, Anualmente, conforme o salário mínimo sofre ajuste, o Ministério da Economia divulga uma nova tabela que serve como base para o pagamento do benefício a cidadãos que perderam o emprego.

salários de até R$ 1.858,17 — o valor da parcela é igual ao salário multiplicado por 0,8 (por exemplo: se o salário era de R$ 1,8 mil, a parcela será de R$ 1.440);, salários de R$ 1.858,18 até R$ 3.097,26 — o valor deve ser multiplicado por 0,5 e somado a R$ 1.486,53 (se o salário era de R$ 2 mil, a parcela será de R$ 1.557,44, ou seja, R$ 1.486,53 previstos mais R$ 70,91 da diferença entre R$ 2 mil e R$ 1.486,53 multiplicada por 0,5); salários acima de R$ 3.097,26 — o valor da parcela é R$ 2.106,08.

Para entender em qual categoria o seu salário se encaixa, some o valor bruto dos últimos três salários recebidos e divida o valor por 3 para encontrar a média salarial.

Qual a tabela de valores do seguro-desemprego 2023?

Quantas parcelas de seguro-desemprego tenho direito? Veja como calcular

Média dos Salários Cálculo da Parcela
De R$ 1.968,37 até R$ 3.280,93 O que exceder a R$ 1.968,36 multiplica-se por 0,5 e soma-se com R$ 1.574,69
Acima de R$ 3.280,93 O valor será invariável de R$ 2.230,97

Qual o valor do seguro-desemprego para quem ganha 2500?

Seguro desemprego ref.02/1991 –

Faixas de salário médio Valor da parcela
Até: Cr$ 38.058,63 Multiplica-se o salário médio por 0,8 (80%).
Mais de Cr$ 38058.63 Até Cr$ 63.431,05 O que exceder a Cr$ 38.058,63 multiplica-se por 0,5 (50%) e soma-se a Cr$ 30.446,90.
Acima de Cr$ 63431.05 O valor da parcela será Cr$ 43.133,11 invariavelmente.

Quem tem direito a receber 6 parcelas do seguro-desemprego?

Quantas parcelas de seguro-desemprego são pagas? – O número de parcelas, assim como seus respectivos valores, é definido pelo Ministério do Trabalho e Previdência. O trabalhador recebe entre três e cinco parcelas de seguro-desemprego, dependendo de quanto tempo trabalhou antes da demissão.

Quem tem direito a 7 parcelas do seguro?

Entenda quem tem direito ao seguro-desemprego ampliado de 7 parcelas Os trabalhadores demitidos entre dezembro de 2008 e fevereiro de 2009, em setores afetados pela crise financeira internacional, terão direito ao seguro-desemprego ampliado em sete parcelas.

Trata-se de uma excepcionalidade uma vez que este benefício é pago em três parcelas, para quem trabalhou registrado no mínimo seis meses e no máximo 11 meses; quatro, para quem trabalhou registrado no mínimo 12 meses e no máximo 23 meses; e em cinco, para quem trabalhou registrado no mínimo 24 meses.

A ampliação de dois meses é permitida pela legislação em situações de emergência, como neste caso, podendo ser em no mínimo cinco parcelas e no máximo, sete. O valor do benefício também não pode ser inferior ao valor do salário mínimo, que neste caso entrou em vigor desde o dia 1º de Janeiro de 2010, ou seja, R$ 510,00.

  • Entre os setores que serão contemplados estão o da extração mineral; indústria metalúrgica; mecânica; material elétrico e comunicação; transporte; madeira e mobiliário; de papel, papelão e editoração; borracha, fumo e couros; química e farmacêutica; têxtil e de vestuário; calçados; produtos alimentícios e bebidas; de utilidade pública; construção civil; comércio varejista e atacadista; o das instituições financeiras; ensino; agricultura; e o de alguns setores de serviços como favoráveis ao recebimento das parcelas extras.
  • Abaixo informações sobre como dar entrada no seguro-desemprego e como saber se você será contemplado:
  • Quem pode requerer o seguro-desemprego?
  • Todo trabalhador demitido sem justa causa, com contrato regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que trabalhe na mesma empresa por pelo menos seis meses.
  • Como saber se você terá direito ao benefício estendido?
  • Se você foi demitido entre dezembro 2008 e fevereiro 2009 e era empregado dos setores estipulados pelo Ministério do Trabalho – MTE, você deverá dar entrada no pedido e aguardar a análise ser feita pelo Ministério.
  • Onde requerer?
  • Em qualquer posto de atendimento do Ministério do Trabalho, nos postos estaduais do Sine (Sistema Nacional de Emprego) ou nas agências da Caixa Econômica Federal.
  • Quais documentos é preciso levar?
  • – Comunicação de Dispensa (via marrom) e Requerimento do Seguro-Desemprego (via verde), que são fornecidos preenchidos pelo empregador após a demissão;
  • – Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho quitado pelo empregador;
  • – Carteira de Trabalho e Previdência Social;
  • – Documento de identificação (carteira de identidade, certidão de nascimento ou casamento com o protocolo de requerimento de nova identidade, carteira de motorista com foto, passaporte ou certificado de reservista);
  • – Cartão do Cadastro de Pessoa Física (CPF);
  • – Cartão do PIS/Pasep ou Cartão do Cidadão; e
  • – Os dois últimos holerites.
  • Até quanto tempo após a demissão é possível dar entrada no requerimento do seguro?
  • Até 120 dias corridos contados a partir do dia seguinte ao da demissão.
  • Quando será paga a primeira parcela?
  • Trinta dias após a data do requerimento.
  • Onde receber o dinheiro?
  • O pagamento só é feito nas agências da Caixa Econômica Federal e em seus correspondentes com a apresentação do Cartão do Cidadão.
  • Quem estiver recebendo seguro-desemprego e conseguir outro emprego formal, não pode mais ter o benefício?

O benefício é cancelado no caso de admissão em novo emprego. No caso de uma nova demissão, no período máximo de 16 meses da demissão anterior, é possível retomar o recebimento das parcelas. Passado o período de 16 meses, o empregado terá de fazer uma nova requisição do seguro-desemprego.

  1. Qual é o valor do seguro-desemprego?
  2. O valor do benefício varia entre R$ 510 e R$ 954,21.
  3. Como o governo sabe quem continua tendo direito ao benefício?
  4. No pagamento de cada parcela, é verificado na carteira de trabalho se o trabalhador continua na condição de desempregado.
  5. Em que casos o benefício é suspenso?
  6. Na admissão em novo emprego ou no caso de recebimento de benefício continuado da Previdência Social – exceto o auxílio-acidente e a pensão por morte.

: Entenda quem tem direito ao seguro-desemprego ampliado de 7 parcelas

Quem tem direito a 5 parcelas de seguro?

Quantas parcelas de seguro-desemprego tenho direito? – Por mais que esse benefício seja necessário para sobrevivência do desempregado, ele tem direito entre três e cinco parcelas do seguro-desemprego. O trabalhador receberá três parcelas se tiver no mínimo 6 meses trabalhados; quatro parcelas se tiver no mínimo 12 meses; e cinco parcelas se trabalhou 24 meses ou mais.

Quem tem direito a 5 parcelas do seguro-desemprego 2023?

E por quanto tempo o seguro é pago? – O assegurado irá receber de 3 a 5 parcelas de seguro-desemprego. Ele receberá:

3 parcelas se tiver trabalhado por pelo menos 6 meses; 4 parcelas se tiver trabalhado por pelo menos 12 meses; e 5 parcelas se tiver trabalhado por pelo menos 24 meses.