Tabela Peso Especifico Do Solo?

Como saber o peso específico do solo?

Por definição, o peso específico aparente do solo é a relação entre o peso total do solo e o volume total do solo quando a umidade do solo é diferente de zero! Em campo, podemos determinar o peso específico aparente do solo através do ‘frasco de areia’.

Qual o peso específico aparente do solo seco?

O peso específico não varia muito entre os diferentes solos. Situa-se em torno de 19 a 20 kN/m3 e, por esse motivo, quando não é conhecido pode ser estimado como igual a 20 kN/m3. Peso específico aparente seco (γd): É a relação entre o peso dos sólidos e o volume total.

Quais os índices físicos do solo?

Os Índices físicos determinados em laboratório são: umidade (w), densidade real do grão (δ=Gs) e peso específico aparente úmido (γ), os demais são calculados a partir destes, por meio de expressões que os correlacionam.

O que significa argila rija?

Areia: compacta e muito compacta, define-se como AREIA COMPACTA; Argila: muito mole, mole e média, define-se como ARGILA MOLE; Argila: rija e dura, define-se como ARGILA RIJA.

Qual a melhor densidade do solo?

A densidade ideal para o solo estudado foi de 1,08 Mg m-3, a densidade limitante de 1,33 Mg m-3, enquanto que a densidade máxima foi de 1,51 Mg m-3.

Como saber se o solo é bom?

Como a qualidade do solo pode ser estimada? – A qualidade do solo pode ser estimada por meio de alguns indicadores, como matéria orgânica, capacidade de troca de cátions CTC, teor de saturação por sódio, saturação por bases, acidez potencial e pH, além da densidade e porosidade. Saiba mais sobre os principais, a seguir!

Qual a densidade do solo compactado?

Se para o referido solo o valor da densidade estivesse abaixo de 1,10, não haveria limitações físicas. Valores acima de 1,10 já caracterizam compactação. Valores de densidade acima de 1,37 limitariam completamente o crescimento de raízes.

Qual o peso específico da Terra?

DENSIDADE DOS MATERIAIS

MATERIAL kg/m 3
TERRA APILOADA SECA 1000 a 1600
TERRA APILOADA ÚMIDA 1600 a 2000
TERRA ARENOSA 1700
TERRA VEGETAL SECA 1200 a 1300

Qual a densidade do solo argiloso?

A densidade do solo (ds) mede a massa de uma unidade de volume de solo incluindo o espaço poroso. Quando relacionada com a densidade da partícula permite calcular a porosidade do solo. – Solos de texturas diferentes apresentam muitas diferenças nos valores de densidade do solo até mesmo em áreas de vegetação natural.

Latossolos de textura argilosa ou muito argilosa sob vegetação original apresentam densidade de solo de aproximadamente 1 g.cm -3, Ao contrário, na vegetação natural Latossolos de textura média possuem densidade do solo de aproximadamente 1,35 g.cm -3, Essa informação é importante porque uma área cultivada num Latossolo argiloso pode apresentar compactação crítica pelo tráfego intenso de veículos ao apresentar valor de densidade do solo igual a 1,5 g.cm -3 e por isso há necessidade de subsolagem.

Esse mesmo valor de densidade igual a 1,5 g.cm -3 não necessariamente implica na necessidade de subsolagem no Latossolo de textura média porque não difere muito do valor de densidade do solo na vegetação natural. Em outras palavras, a diferença de densidade de 1,0 g.cm -3 para 1,5 g.cm -3 é muito significativa num Latossolo argiloso, mas não é relevante para um Latossolo textura média. Figura 1. Distribuição do sistema radicular da cana-de-açúcar destacando os locais com maior densidade do solo (PROJETO RHIZOCANA). Nessa pesquisa do projeto Rhizocana, VASCONCELOS verificou num Latossolo Vermelho textura argilosa (anteriormente Latossolo Roxo) que nas áreas compactadas a densidade do solo era de 1,45 g.cm -3, e nas áreas não compactadas, 1,19 g.cm -3,

O aumento na densidade do solo resulta na diminuição da porosidade total, do arejamento e da condutividade hidráulica. A porosidade é importante porque influi na dinâmica da água no solo representando o volume de espaços vazios entre as partículas mais finas até as mais grosseiras. A porosidade consiste em microporos e macroporos.

Após a drenagem, a água fica armazenada nos microporos e o ar permanece nos macroporos, Quanto maior a porcentagem de macroporos no solo maior é sua permeabilidade (figura 2). Figura 2. Relação entre macroporosidade e permeabilidade do solo. Solos arenosos (por exemplo, Neossolos Quartzarênicos e Argissolos com textura arenosa no horizonte A) apresentam predominância de poros grandes (porosidade total próxima de 40-50%). Ocorre que, desses solos, só os Argissolos possuem predominância de microporos no horizonte B e por isso armazenam água por longo tempo no perfil.

Os solos mais argilosos como os Latossolos Vermelhos férricos possuem grande quantidade de poros pequenos (porosidade total próxima de 60-65%) e apresentam baixa permeabilidade. E os Vertissolos argilosos possuem baixíssima permeabilidade porque predominam poros muito pequenos como principal particularidade.

A porosidade, arejamento, a resistência à penetração e o teor de água são sempre inter-relacionados influindo decisivamente no crescimento radicular. Após a chuva, a água gravitacional drena rapidamente para os horizontes mais profundos do perfil de solo.

Quando essa drenagem cessa, a água atinge a capacidade de campo (CC) e fica disponível para as plantas até cair para um grau de umidade tal que a planta entra em murcha permanente (ponto de murcha permanente – PMP). Há de se considerar também que existe a água não disponível no solo, retida a altas tensões pelos colóides (água entre o ponto de murcha permanente e o solo bem seco).

A água disponível no solo (AD) é calculada pela fórmula: AD= (CC- PMP) x ds x H/10 onde :

AD (mm); CC: capacidade de campo (mm); PMP : ponto de murcha permanente (mm); ds : densidade do solo (g.cm -3 ); H: espessura do horizonte (cm).

A figura 3 mostra curvas características de retenção de água no solo de textura arenosa (solo 1 ), de textura média (solo 2) e de textura argilosa (solo 3) tradicionalmente obtidas pela pesquisa agronômica. Na capacidade de campo, o teor de água é de apenas 10% no solo 1, de 30% no solo 2 e de 50% no solo 3. No ponto de murcha permanente o teor de água é de apenas 2% no solo 1, de 12% no solo 2 e de 35% no solo 3. Portanto, a água disponível é de 8% no solo 1, 18% no solo 2 e de 15% no solo 3. A disponibilidade hídrica é maior no solo de textura média (solo 2), e mínima no de textura arenosa (solo 1). Numa condição intermediária enquadra-se o solo de textura argilosa (solo 3). Certamente a textura média é muito ampla ( 16 a 35% de argila) e os solos com teor de argila médio tendendo a baixo (< 15%) são mais ressecados do que os solos com teor de argila médio tendendo a alto (< 35%). Figura 3.Curva de retenção de água nos solos com baixo, médio e alto teor de argila (DIJKERMAN,1981). Solos com grande aumento de argila em profundidade possuem uma particular dinâmica da água, especialmente se existir o caráter abrupto (Argissolos, parte dos Chernossolos, parte dos Luvissolos, Planossolos e parte dos Plintossolos).

O horizonte A desses solos em geral é arenoso com predominância de macroporos e, portanto, a condutividade hidráulica é elevada. Entretanto, no horizonte B desses solos ocorre o inverso, pois, o teor de argila é elevado com predominância de microporos, e a condutividade hidráulica é baixa. Desse modo, a água permanece muito mais tempo nesses solos do que naqueles com discreto aumento de argila no perfil (Latossolos).

Por esse motivo os Latossolos bem drenados ressecam-se mais rapidamente do que os referidos solos com grande aumento de argila no perfil (considerando o mesmo regime de chuva). Certamente essas informações de solos com incremento de argila acentuado no perfil modificariam os resultados da figura 3.

Como saber a classificação de um solo?

Classificação de Solos – Portal Embrapa A classificação de um solo é obtida a partir da avaliação dos dados morfológicos, físicos, químicos e mineralógicos do perfil que o representam. Aspectos ambientais do local do perfil, tais como clima, vegetação, relevo, material originário, condições hídricas, características externas ao solo e relações solo-paisagem, são também utilizadas.

A classificação de um solo se inicia com a descrição morfológica do perfil e coleta de material de campo, que devem ser conduzidas conforme critérios estabelecidos em manuais (IBGE, 2005; LEMOS; SANTOS, 1996; SANTOS et al., 2005), observando-se o máximo de zelo, paciência e critério na descrição do perfil e da paisagem que ele ocupa no ecossistema.

As características morfológicas observadas em campo necessitam ser descritas de forma completa, conforme os referidos manuais, recomendando-se os cuidados necessários para registrar com exatidão a designação dos horizontes do perfil (EMBRAPA, 1988b; SANTOS et al., 2005) e todas as características morfológicas usuais e extraordinárias.

São muito relevantes as anotações quanto ao fendilhamento do solo, microrrelevo (gilgai), cores indicativas de oxidação e redução, altura e flutuação do lençol freático, horizontes ou camadas coesas ou compactadas, profundidade das raízes no perfil, atividade biológica ao longo do perfil e quaisquer ocorrências pouco usuais ou extraordinárias.

É importante que as características morfológicas estejam relacionadas à profundidade de ocorrência para fins de definição da seção de controle estabelecida para diferentes classes nos diversos níveis categóricos. Todas as características morfológicas são relevantes para a caracterização e classificação do solo, mas algumas são particularmente indispensáveis, como as cores úmida e seca dos horizontes superficiais (H ou O, A e AB) e as cores úmidas dos subsuperficiais, conforme a caderneta de cores Munsell (MUNSELL., 1994), a textura, a estrutura, a cerosidade, a consistência, a transição e características como nódulos, concreções, slikensides, superfícies de compressão e outras.

  1. Estas características são indispensáveis para definir os horizontes diagnósticos no Sistema Brasileiro de Classificação de Solos (SiBCS).
  2. A classificação definitiva de um solo é concluída somente após o recebimento e a interpretação de todas as análises laboratoriais referentes ao perfil.
  3. A partir destas, é muito importante um ajuste (se necessário) nas designações dos horizontes e sufixos atribuídas no campo.

A chave de classificação é organizada em 6 níveis categóricos. Os quatro primeiros níveis são denominados de ordens, subordens, grandes grupos e subgrupos, sendo que o 5 º e 6 º nível categórico ainda se encontram em discussão. Atualmente um solo pode ser corretamente classificado utilizando-se a chave de classificação, até o 4º nível categórico do sistema.

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Solos constituídos por material mineral, apresentando horizonte B textural imediatamente abaixo do A ou E, com argila de atividade baixa ou com argila de atividade alta desde que conjugada com saturação por bases baixa ou com caráter alumínico na maior parte do horizonte B. Solos constituídos por material mineral com horizonte B incipiente subjacente a qualquer tipo de horizonte superficial (exceto hístico com 40 cm ou mais de espessura) ou horizonte A chernozêmico, quando o B incipiente apresentar argila de atividade alta e saturação por bases alta. Solos constituídos por material mineral, que apresentam horizonte A chernozêmico seguido por Horizonte B incipiente ou B textural, ou Horizonte cálcico, petrocálcico ou caráter carbonático coincidindo com o horizonte A chernozêmico e/ou com horizonte C. São solos constituídos por material mineral, apresentando horizonte B espódico imediatamente abaixo de horizonte E, A, ou horizonte hístico, dentro de 200 cm da superfície do solo ou de 400 cm se a soma dos horizontes A+E ou dos horizontes hístico + E ultrapassar 200 cm de profundidade. Gleissolos são solos constituídos por material mineral com horizonte glei iniciando-se dentro dos primeiros 150 cm da superfície do solo ou a profundidades entre 50 cm e 150 cm desde que imediatamente abaixo de horizonte A ou E, ou de horizonte hístico com espessura insuficiente para definir a classe dos Organossolos. São solos constituídos por material mineral, apresentando horizonte B latossólico precedido de qualquer tipo de horizonte A dentro de 200 cm da superfície do solo ou dentro de 300 cm se o horizonte A apresenta mais que 150 cm de espessura.

São solos constituídos por material mineral, apresentando horizonte B textural com argila de atividade alta e saturação por bases alta na maior parte dos primeiros 100 cm do horizonte B (inclusive BA), imediatamente abaixo de qualquer tipo de horizonte A (exceto A chernozêmico) ou sob horizonte E. Neossolos são solos pouco evoluídos constituídos por material mineral ou por material orgânico com menos de 20 cm de espessura, não apresentando qualquer tipo de horizonte B diagnóstico. Horizontes glei, plíntico, vértico e A chernozêmico, quando presentes, não ocorrem em condição diagnóstica para as classes Gleissolos, Plintossolos, Vertissolos e Chernossolos. Nitossolos são solos constituídos de material mineral, com 350 g kg-1 ou mais de argila, inclusive no horizonte A, que apresentam horizonte B nítico abaixo do horizonte A. O horizonte B ítico apresenta argila de atividade baixa ou caráter alítico na maior parte do horizonte B dentro de 150 cm da superfície do solo. Organossolos são solos constituídos por material orgânico (conteúdo de carbono orgânico maior ou igual a 80 g kg-1 de TFSA), que apresentam horizonte hístico, satisfazendo alguns critérios. São solos constituídos por material mineral com horizonte A ou E seguidos de horizonte B plânico. Horizonte plânico sem caráter sódico perde em precedência taxonômica para o horizonte plíntico. Plintossolos são solos constituídos por material mineral, apresentando horizonte plíntico ou litoplíntico ou concrecionário, em uma das seguintes condições: iniciando dentro de 40 cm da superfície; ou Iniciando dentro de 200 cm da superfície quando precedidos de horizonte glei ou imediatamente abaixo do horizonte A, E ou de outro horizonte que apresente cores pálidas, variegadas ou com mosqueados em quantidade abundante.

Vertissolos são solos constituídos por material mineral com horizonte vértico entre 25 e 100 cm de profundidade e relação textural insuficiente para caracterizar um B textural, além de atender a diversos requisitos.

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Como classificar o tipo de solo?

Classificação de Solos – Portal Embrapa A classificação de um solo é obtida a partir da avaliação dos dados morfológicos, físicos, químicos e mineralógicos do perfil que o representam. Aspectos ambientais do local do perfil, tais como clima, vegetação, relevo, material originário, condições hídricas, características externas ao solo e relações solo-paisagem, são também utilizadas.

A classificação de um solo se inicia com a descrição morfológica do perfil e coleta de material de campo, que devem ser conduzidas conforme critérios estabelecidos em manuais (IBGE, 2005; LEMOS; SANTOS, 1996; SANTOS et al., 2005), observando-se o máximo de zelo, paciência e critério na descrição do perfil e da paisagem que ele ocupa no ecossistema.

As características morfológicas observadas em campo necessitam ser descritas de forma completa, conforme os referidos manuais, recomendando-se os cuidados necessários para registrar com exatidão a designação dos horizontes do perfil (EMBRAPA, 1988b; SANTOS et al., 2005) e todas as características morfológicas usuais e extraordinárias.

São muito relevantes as anotações quanto ao fendilhamento do solo, microrrelevo (gilgai), cores indicativas de oxidação e redução, altura e flutuação do lençol freático, horizontes ou camadas coesas ou compactadas, profundidade das raízes no perfil, atividade biológica ao longo do perfil e quaisquer ocorrências pouco usuais ou extraordinárias.

É importante que as características morfológicas estejam relacionadas à profundidade de ocorrência para fins de definição da seção de controle estabelecida para diferentes classes nos diversos níveis categóricos. Todas as características morfológicas são relevantes para a caracterização e classificação do solo, mas algumas são particularmente indispensáveis, como as cores úmida e seca dos horizontes superficiais (H ou O, A e AB) e as cores úmidas dos subsuperficiais, conforme a caderneta de cores Munsell (MUNSELL., 1994), a textura, a estrutura, a cerosidade, a consistência, a transição e características como nódulos, concreções, slikensides, superfícies de compressão e outras.

Estas características são indispensáveis para definir os horizontes diagnósticos no Sistema Brasileiro de Classificação de Solos (SiBCS). A classificação definitiva de um solo é concluída somente após o recebimento e a interpretação de todas as análises laboratoriais referentes ao perfil. A partir destas, é muito importante um ajuste (se necessário) nas designações dos horizontes e sufixos atribuídas no campo.

A chave de classificação é organizada em 6 níveis categóricos. Os quatro primeiros níveis são denominados de ordens, subordens, grandes grupos e subgrupos, sendo que o 5 º e 6 º nível categórico ainda se encontram em discussão. Atualmente um solo pode ser corretamente classificado utilizando-se a chave de classificação, até o 4º nível categórico do sistema.

Solos constituídos por material mineral, apresentando horizonte B textural imediatamente abaixo do A ou E, com argila de atividade baixa ou com argila de atividade alta desde que conjugada com saturação por bases baixa ou com caráter alumínico na maior parte do horizonte B. Solos constituídos por material mineral com horizonte B incipiente subjacente a qualquer tipo de horizonte superficial (exceto hístico com 40 cm ou mais de espessura) ou horizonte A chernozêmico, quando o B incipiente apresentar argila de atividade alta e saturação por bases alta. Solos constituídos por material mineral, que apresentam horizonte A chernozêmico seguido por Horizonte B incipiente ou B textural, ou Horizonte cálcico, petrocálcico ou caráter carbonático coincidindo com o horizonte A chernozêmico e/ou com horizonte C. São solos constituídos por material mineral, apresentando horizonte B espódico imediatamente abaixo de horizonte E, A, ou horizonte hístico, dentro de 200 cm da superfície do solo ou de 400 cm se a soma dos horizontes A+E ou dos horizontes hístico + E ultrapassar 200 cm de profundidade. Gleissolos são solos constituídos por material mineral com horizonte glei iniciando-se dentro dos primeiros 150 cm da superfície do solo ou a profundidades entre 50 cm e 150 cm desde que imediatamente abaixo de horizonte A ou E, ou de horizonte hístico com espessura insuficiente para definir a classe dos Organossolos. São solos constituídos por material mineral, apresentando horizonte B latossólico precedido de qualquer tipo de horizonte A dentro de 200 cm da superfície do solo ou dentro de 300 cm se o horizonte A apresenta mais que 150 cm de espessura.

São solos constituídos por material mineral, apresentando horizonte B textural com argila de atividade alta e saturação por bases alta na maior parte dos primeiros 100 cm do horizonte B (inclusive BA), imediatamente abaixo de qualquer tipo de horizonte A (exceto A chernozêmico) ou sob horizonte E. Neossolos são solos pouco evoluídos constituídos por material mineral ou por material orgânico com menos de 20 cm de espessura, não apresentando qualquer tipo de horizonte B diagnóstico. Horizontes glei, plíntico, vértico e A chernozêmico, quando presentes, não ocorrem em condição diagnóstica para as classes Gleissolos, Plintossolos, Vertissolos e Chernossolos. Nitossolos são solos constituídos de material mineral, com 350 g kg-1 ou mais de argila, inclusive no horizonte A, que apresentam horizonte B nítico abaixo do horizonte A. O horizonte B ítico apresenta argila de atividade baixa ou caráter alítico na maior parte do horizonte B dentro de 150 cm da superfície do solo. Organossolos são solos constituídos por material orgânico (conteúdo de carbono orgânico maior ou igual a 80 g kg-1 de TFSA), que apresentam horizonte hístico, satisfazendo alguns critérios. São solos constituídos por material mineral com horizonte A ou E seguidos de horizonte B plânico. Horizonte plânico sem caráter sódico perde em precedência taxonômica para o horizonte plíntico. Plintossolos são solos constituídos por material mineral, apresentando horizonte plíntico ou litoplíntico ou concrecionário, em uma das seguintes condições: iniciando dentro de 40 cm da superfície; ou Iniciando dentro de 200 cm da superfície quando precedidos de horizonte glei ou imediatamente abaixo do horizonte A, E ou de outro horizonte que apresente cores pálidas, variegadas ou com mosqueados em quantidade abundante.

Vertissolos são solos constituídos por material mineral com horizonte vértico entre 25 e 100 cm de profundidade e relação textural insuficiente para caracterizar um B textural, além de atender a diversos requisitos.

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Quais são as 5 camadas do solo?

Resumo sobre solo –

Solo corresponde à camada de material inconsolidado que recobre a superfície terrestre. Os solos são resultantes do intemperismo da rocha e da ação de micro-organismos. Trata-se de uma estrutura dinâmica e em constante transformação. A pedogênese, o processo de formação dos solos, ocorre por meio da dissolução química e da desagregação mecânica das rochas. A composição dos solos é feita de minerais, matéria orgânica, água e ar. Eles podem conter ainda pequenos animais e micro-organismos. Os solos são formados por diferentes horizontes, suas camadas. Podem ser do tipo arenoso, siltoso, argiloso ou orgânico. Identifica-se, no Brasil, a presença de 13 classes de solo, segundo a Embrapa. Os argissolos, os latossolos e os neossolos são os solos mais presentes no Brasil. Os solos são importantes para a sustentação da vegetação e das atividades humanas, sendo parte fundamental dos ecossistemas e dos ciclos biogeoquímicos terrestres.

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Qual a porcentagem ideal de argila no solo?

Preparo do solo e calagem A berinjela pode ser cultivada em diversos tipos de solos, desde os arenosos até os muito argilosos. Entretanto, desenvolve-se melhor em solos de textura média, profundos, ricos em matéria orgânica, com boa retenção de umidade e bem drenados, uma vez que a cultura não tolera encharcamento.

Antes do preparo do terreno, deve-se retirar amostras de solo da camada de 0-20 cm e, quando possível, da camada subsuperficial (20-40 cm), para realização de análises químicas, imprescindíveis à adequada recomendação de corretivos e fertilizantes. O procedimento para amostragem do solo pode ser encontrado nos Manuais de Recomendação de Adubação ou por meio de consulta a um técnico.

O preparo do solo geralmente consiste de uma a duas arações e duas gradagens. A aração deve atingir a profundidade de 30 cm, sendo seguida por uma gradagem de nivelamento. Em seguida aplica-se o calcário à lanço, distribuído de maneira uniforme no terreno, incorporando-o na camada de 0 a 20 cm de forma homogênea por meio de uma segunda gradagem.

A calagem deve ser realizada com antecedência em relação ao plantio, com tempo suficiente para que o calcário reaja no solo, o que leva em torno de 60 a 90 dias e só ocorre na presença de umidade. Deve-se utilizar preferencialmente o calcário dolomítico. O calcário calcinado, de maior custo, pode ser uma boa opção para casos em que se tenha urgência para o plantio, visto que reage em cerca de 15 dias.

Para maior eficiência dos fertilizantes aplicados e melhor desenvolvimento das plantas de berinjela recomenda-se correção do pH a valores 5,5 a 6,5 e saturação por bases em torno de 70%. A quantidade de calcário a ser aplicada dependerá do resultado da análise de solo e pode ser calculada utilizando-se de um dos critérios descritos a seguir: 1.

Método da elevação da porcentagem de saturação por bases: t ha-¹ de calcário = (V2–V1)T/PRNT, em que: V2 = 70% (saturação por bases desejada) V1 = saturação por bases atual (análise de solo) = /T T= capacidade de troca catiônica a pH 7,0 em cmolc dm-³ PRNT = poder relativo de neutralização total do calcário a ser aplicado.2.

Método da neutralização do Al³+ e fornecimento de Ca²+ + Mg²+: t ha-¹ de calcário = Y + x 100/PRNT em que: Y = fator que varia com a capacidade tampão de acidez do solo, a ser definido de acordo com a textura. Para solos arenosos (0-15% de argila), de textura média (15-35), argilosos (35-60) e muito argilosos (60-100% de argila) utiliza-se valores Y de 0,5; 1,5; 2,5 e 3,5, respectivamente.

t = capacidade de troca catiônica efetiva (Ca²+ + Mg²+ + K+ + Al³+) em cmolc dm-³ PRNT = poder relativo de neutralização total do calcário a ser aplicado. O plantio da berinjela pode ser realizado em sulcos ou covas. O sulco deve ter aproximadamente 20 cm de profundidade. O espaçamento é de 1,2 a 1,5 m entre fileiras e de 0,7 a 1,0 m dentro da fileira.

Para as cultivares híbridas atuais, que apresentam plantas extremamente vigorosas, ou quando se pretende prolongar o período de colheita deve-se optar pelos maiores espaçamentos. A muda deve ser transplantada na mesma profundidade da sementeira, sem enterrar o coleto para evitar a podridão-do-colo.

Adubação A recomendação de adubação para a berinjela deve ser feita com base nos resultados da análise de solo e seguir orientação técnica. Para Latossolos do Distrito Federal, a Embrapa Hortaliças adota a recomendação de adubação apresentada na Tabela 1. A adubação de plantio deve ser aplicada cerca de 10 dias antes do transplante das mudas, no sulco de plantio, juntamente com 30 t ha-¹ (60 m3 ha-¹) de esterco de curral curtido ou 10 t ha-¹ (20 m3 ha-¹) de esterco de galinha.

Considerando que a berinjela é muito exigente em magnésio, caso o teor deste elemento no solo esteja abaixo de 1,5 cmolc dm-³, deve-se adicionar 150 kg ha-¹ de sulfato de magnésio, atentando para a relação Ca:Mg do solo, que deve ficar em torno de 3-6:1.

As adubações em cobertura deverão ser realizadas aos 45 e 90 dias após o transplante com 25 kg ha-¹ de N e 25 kg ha-¹ de K2O por aplicação. Entretanto, caso tenha sido aplicado esterco de galinha puro no plantio e dependendo do desenvolvimento da planta não há necessidade de adubação nitrogenada em cobertura.

Os estados da região Sudeste, principais produtores de berinjela no Brasil, possuem recomendações de adubação adequadas e calibradas às suas condições de solo e clima. Para São Paulo, as recomendações encontram-se na Tabela 2. Deve-se aplicar 10 a 20 t ha-¹ de esterco de curral curtido ou 1/4 dessas quantidades de esterco de galinha, juntamente com a adubação de plantio, cerca de 10 dias antes do transplante das mudas.

  1. É recomendável que se aplique também 30 kg ha-¹ de S no plantio caso não se utilize adubos contendo enxofre em sua formulação, como o sulfato de amônio, por exemplo.
  2. A adubação em cobertura com N e K deve ser parcelada de 4 a 6 vezes, a partir de 30 dias após o transplantio.
  3. As recomendações de adubação para Minas Gerais, visando uma produtividade de 25 a 70 t ha-¹, estão apresentadas na Tabela 3.

Todo o P (100%) e parte do N e do K (40%) devem ser aplicados antes do plantio, enquanto o restante do potássio e do nitrogênio (60%) deverão ser parcelados ao longo do ciclo, em cobertura, sendo seis aplicações de 10% a cada 15 dias. Deve-se adicionar 20 a 40 t ha-¹ de esterco de curral curtido ou 5 a 10 t ha-¹ de esterco de galinha, aplicados 10 a 15 dias antes do transplantio, incorporados e bem misturados ao solo, nos sulcos ou nas covas de plantio.

  • As maiores doses deverão ser utilizadas nos solos arenosos.
  • Na Tabela 4 estão descritas as quantidades de adubos para o cultivo da berinjela no estado do Rio de Janeiro visando obter uma produtividade de 20 a 30 t ha-¹.
  • A adubação orgânica, 20 a 30 t ha-¹ de esterco de curral ou composto orgânico ou 10 a 15 t ha-¹ de cama de aves ou 5 a 8 t hha-¹ de esterco de aves, deve ser aplicada 20 a 30 dias antes do transplantio juntamente com 2/3 da dose de P e 1/3 da dose de K.

O restante do P (1/3) deve ser aplicado no transplantio das mudas. O resto do K (2/3) será adicionado em duas coberturas junto com o N, a primeira após o transplantio e a segunda 30 dias depois, sendo 1/3 da dose de K e 30 kg ha-¹ de N por vez. Se houver sintoma de deficiência de N, aplicar mais uma dose de 30 kg ha-¹ de N. 1/adubação em cobertura deve ser parcelada em 2 vezes, aos 45 e 90 dias após o transplante. Fonte: EMATER-DF (1987). Tabela 2. Recomendação de adubação para a cultura da berinjela no estado de São Paulo. 1/adubação em cobertura deve ser parcelada de 4 a 6 vezes, a partir de 30 dias após o transplantio. Fonte: Raij et al. (1997). Tabela 3. Recomendação de adubação para a cultura da berinjela no estado de Minas Gerais. 1/aplicar 60% do K e do N em seis coberturas a cada 15 dias após o transplante.2/ Considera-se como argilosos, de textura média e arenosos aqueles solos com teores maiores que 35, de 15 a 35, e menores que 15% de argila, respectivamente. Fonte: Ribeiro et al. (1999). Tabela 4. Recomendação de adubação para a cultura da berinjela no estado do Rio de Janeiro. 1/Realizar duas adubações de cobertura com 1/3 da dose de K e 30 kg ha-¹ de N por aplicação, a primeira após o transplantio e a segunda 30 dias depois. Se houver sintoma de deficiência de N, aplicar mais uma dose de 30 kg ha-¹de N. Fonte: De-Polli (1988).

Qual é a diferença de barro e argila?

O nome barro também é popularmente usado para denominar as argilas. Tecnicamente barro é argila impura. Dificilmente a Natureza vai apresentar argila pura, daí o uso indistinto da designação. Já foi dito que as cerâmicas sã obtidas pela secagem e cozimento das argilas.

Quanto maior a densidade mais macio?

Como escolher o colchão ideal? A densidade de um colchão é uma informação técnica para a parte de espuma de um colchão, seja ele feito com molas ou completamente composto pela espuma. Uma maior densidade não significa, necessariamente, que você tem um colchão mais duro, e o contrário também não é verdade, que um colchão de menor densidade é mais macio.

Entender isso é o primeiro passo para você escolher a densidade de colchão ideal. Molas ou espuma? Antes de escolher um colchão, o mais importante é saber diferenciar modelos feitos com molas de modelos feitos com espuma. Um colchão feito com espuma tem um menor custo e uma maior estabilidade, ou seja, ele é um pouco mais “duro”, mesmo se não for da densidade correta para seu peso (falaremos mais sobre isso abaixo).

Um problema dos colchões de espuma é que eles “esquentam” rapidamente, e podem transformar uma noite de sono em pesadelo. Boas marcas de colchões usam tecidos na cobertura da espuma que ajudam a proporcionar um melhor conforto térmico, no entanto. Um colchão de molas, por outro lado, é muito mais “mole”, mesmo quando for o modelo certo para seu peso.

  1. Ele proporciona um conforto superior, além de ter uma durabilidade maior.
  2. São mais caros também, mas é algo que se paga no médio e longo prazo.
  3. Como as molas deixam vários espaços ocupados pelo ar, o colchão de molas esquenta menos porque dentro dele há uma circulação de ar permitindo a troca de temperatura para um melhor conforto térmico.

Principalmente para casais, colchões de mola deixam de ser apenas uma opção e passam a ser uma necessidade, por ser mais adequado para comportar duas pessoas com diferentes pesos, sem desconforto. Não é só uma questão de gosto, portanto, a escolha de um colchão.É,

Mas e o colchão de Visco Elástico? O Visco Elástico é um tipo de espuma que foi desenvolvido pela NASA (Agência Aeroespacial Norte Americana) e é mais frio, tem uma densidade alta (D70 – explicaremos o que isso significa abaixo) e que com uma altura mínima de 4 cm já dá um suporte excelente para o corpo.

Este tipo de espuma também resulta em uma menor movimentação durante a noite, provavelmente pela sua capacidade de manter uma temperatura confortável e pela “memória” do contorno do seu corpo. Porém, ele não deixa de ser espuma, e perde em conforto e “maciez” para colchões com molas.

  • Cabe lembrar que existem colchões com molas que tem visco elástico.
  • Mas se tiverem uma camada menor que 4 cm, é só uma propaganda enganosa.
  • O visco elástico é ideal para quem quer um colchão para crianças e bebes e pessoas mais pesadas que não se adaptam bem à colchões de molas.
  • O que é a densidade de um colchão? A densidade de um colchão é o termo técnico, de acordo com normas da ABNT e do INMETRO, usado para medir o peso da espuma em um determinado volume.
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Por exemplo, uma espuma de densidade 33 (D33), se tivesse 1 metro de altura por 1 metro de largura, teria um peso total de 33 kg. Uma espuma de densidade 28 (D28), em um bloco de mesma altura e largura, teria 28 kg, e assim se segue. Na hora de fazer o colchão a partir dessas espumas, a densidade escolhida está diretamente ligada ao peso que será colocado em cima do colchão de espuma.

  1. Quanto maior a densidade, maior o peso que a espuma suporta.
  2. Quanto menor, menor o peso que o colchão suporta e maiores são as chances de que alguém mais pesado ou mais alto vá passar por uma boa dose de desconforto.
  3. Como escolher a densidade certa de um colchão? Uma densidade do colchão D45 não significa que o colchão suporta o peso de uma pessoa de 45 quilos.

Como dissemos logo acima, é apenas o peso do bloco da espuma com 1 metro de largura por um 1 metro de altura. Um colchão de densidade D45 suporta de 95 kg a 115 kg, na verdade. Veja abaixo qual a densidade de cada colchão e o peso que ele suporta:

  • Densidade 23 – de 1 kg a 50 kg
  • Densidade 28 – de 50 kg a 75 kg
  • Densidade 33 – de 75 kg a 95 kg
  • Densidade 45 – de 95 kg a 115 kg
  • Abaixo, uma tabela de densidade para casais e solteiros:
  • Vale lembrar que se você estiver escolhendo um colchão de espuma para casal, a densidade a ser escolhida deve ser pro cônjuge que tem maior peso. Para colchões de mola, as normas da ABNT e do INMETRO são um pouco diferentes, e eles suportam diferentes pesos de acordo com o tipo de mola, como se segue abaixo:
  • Molas Bonnell – de 1 kg a 90 kg. No quesito rigidez das molas, modelo pocket Bonnel é extra macio, e o Bonnell é macio
  • Pocket (ensacado) – de 1 kg a 90 kg. No quesito rigidez das molas, modelos pocket são, geralmente, macios
  • Superlastic – de 1 kg a 110 kg. No quesito rigidez das molas, o Superlastic é o meio termo, nem muito macio nem muito duro
  • LFK – de 1 kg a 120 kg. Tem rigidez firme das molas
  • Miracoil – de 1kg a 150 kg. Rigidez extra firme das molas
  1. O ideal, na hora de escolher a densidade e o peso suportado pelo colchão, é combinar a densidade da espuma para o peso com o tipo de mola, salvo no caso de bebes e crianças, que podem ser muito bem atendidas por colchões de densidade 23.
  2. Por exemplo, ao comprar um colchão de casal, sendo que uma das pessoas do casal tem 95 kg e o outro tem 70 kg, o ideal é combinar uma camada de espuma de, pelo menos, 4 cm com densidade mínima de 45 com o tipo de mola Superlastic, LFK ou Miracoil.
  3. Considere problemas de saúde antes de comprar seu colchão

Quem tem osteoporose pode sofrer bastante com um colchão de maior densidade. Então, mesmo que a pessoa seja mais “pesada”, um colchão de menor densidade deve ser considerado. Problemas de coluna, como hérnias de disco, por outro lado, podem se beneficiar de um colchão mais denso.

Opcionais na escolha de um colchão Sempre escolha um colchão com selo do INMETRO. São mais caros, mas duram mais tempo. Colchões de espuma da melhor qualidade duram até 5 anos sem se deformar de forma permanente, enquanto colchões de molas podem durar até 10 anos. Acrescente, nessa escolha, um tecido ou espuma antialérgica e com tratamento antiácaros e antifungos.

Estes materiais, além de evitarem crises de alergia, também afastam os, O chamado “colchão magnético” não tem comprovação alguma de eficiência. Eles são bem mais caros e vale mais a pena investir em um colchão de molas de boa qualidade. Colchões de visco elástico são opções boas para bebes e crianças.

  1. Compre um modelo um pouco maior para seu bebe, de forma que dure até ele completar 5 ou 6 anos de idade.
  2. Evite, a qualquer custo, comprar um colchão do tipo “tábua”, que tem uma pequena camada de espuma suportada por uma grande placa de madeira ou material semelhante.
  3. Eles são muito duros e não se adaptam ao contorno do seu copo.

Apesar de serem vendidos como “colchões ortopédicos”, eles fazem mais mal do que bem. Teste antes de comprar O mais importante: vá até a loja e teste o colchão. Se você for comprar um colchão de casal, vá com seu cônjuge para a loja e testem juntos. Deite-se no colchão na posição que você costuma dormir, movimente-se e veja o conforto que proporciona.

  1. Geralmente, todos os termos técnicos aqui descritos podem ser desconsiderados a partir de um bom teste de colchão.
  2. Afinal, seu corpo é seu melhor termômetro do conforto.
  3. Uma dica importante: não teste um colchão no fim do dia, quando você está mais cansado.
  4. Teste o colchão logo pela manhã, poucas horas após acordar, ou após ter tirado um bom cochilo na parte da tarde.

Assim, você evita que seu corpo cansado se confunda entre descanso e conforto. Não se esqueça de fazer uma boa manutenção e rotação do colchão. Fonte: Texto reproduzido de Veja também “” : Como escolher o colchão ideal?

Qual é o solo mais denso?

Quem é mais denso? O solo arenoso

Qual tipo de solo é mais denso?

Solo argiloso – Imagem: Robar Boring Contractors O solo argiloso é o mais comum no Brasil, e terrenos com esse tipo de solo são considerados bons para construir. Como a argila é bastante densa e se aglutina com facilidade, os solos em que ela é predominante são muito resistentes quando bem compactados.

  • Em terrenos com solos argilosos, utilizam-se fundações rasas – como sapatas e radiers.
  • Contudo, o tipo de fundação também pode variar de acordo com a dimensão da obra.
  • O terreno argiloso caracteriza-se pelos grãos microscópicos (com diâmetro máximo de 0,005 milímetros), de cores vivas e de grande impermeabilidade.

Como consequência do tamanho dos grãos, a argila:

Pode ser facilmente moldada com água; Tem dificuldade de desagregação; Forma barro plástico e viscoso quando úmida; Permite o posicionamento de taludes com ângulos praticamente na vertical.

Como saber se o solo é muito argiloso?

O que é um solo argiloso? – O solo argiloso é representado por uma terra vermelha-escura, bastante úmida e macia, Em sua composição, há mais de 30% de argila — daí o nome. Mas ele também é composto por grandes quantidades de ferro e alumínio. É um tipo de solo característico de regiões tropicais (quentes e úmidas), como é o caso do Brasil.

Também é chamado de solo pesado. Em geral, após a chuva, os terrenos de solos argilosos absorvem bastante água e ficam encharcados. Em compensação, nas fases mais secas, esse tipo de solo tende a formar uma camada dura e pouco arejada do terreno, o que pode trazer sérias dificuldades para o desenvolvimento da vegetação.

Vale dizer que os solos argilosos são desenvolvidos a partir das rochas ígneas e metamórficas, quando se fala em Planalto Atlântico, ou de rochas sedimentares finas nas demais regiões. Uma vez que suportavam florestas em sua origem, as condições de relevo em que ocorrem são bastante variáveis.

Esses solos também podem apresentar limitações sob o aspecto físico relacionadas à pouca profundidade e presença de cascalhos e calhaus em superfície, principalmente quando localizados nos relevos mais íngremes do Planalto Atlântico. Uma curiosidade é que o tipo argissolo é subdividido em duas espécies principais, o solo argiloso, retratado neste artigo, e o solo arenoso,

Todavia, o argiloso acaba sendo mais fértil para a produção agrícola, visto que os arenosos têm uma produtividade mais baixa no geral.

Como saber se meu solo é argiloso?

Teste indica se solo tem mais areia ou argila; veja plantas para cada tipo Saber se tem mais areia ou argila na composição do solo do quintal ou do canteiro de casa ajuda a aproveitá-lo da melhor forma. “A terra nunca é homogênea. Mesmo em um terreno bem reto, em alguns lugares a água empoça e, em outros, não.

  • Isso pode ter a ver com a composição física do solo”, explica Carol Costa, autora do livro “Minhas Plantas – Jardinagem para Todos (Até Quem Mata Cactos)”.
  • No guia para iniciantes, a jardineira ensina uma técnica para descobrir se o solo é mais arenoso ou argiloso.
  • Funciona assim: é só pegar um punhado de terra, molhar com água e tentar modelar como uma massinha.

O primeiro passo é fazer uma “cobrinha” e, em seguida, juntar as pontas para criar um aro. Se nem deu para completar a primeira etapa direito, o solo é arenoso. Se o aro ficou perfeito e não rachou, é argiloso. Nenhum tipo de terra é melhor do que outro, mas existem espécies de plantas que se adaptam melhor a cada meio.

* MINHAS PLANTAS –JARDINAGEM PARA TODOS (ATÉ QUEM MATA CACTOS) Autora Carol Costa Editora Paralela Quanto R$ 99,90 Págs.280

Teste indica se solo tem mais areia ou argila; veja plantas para cada tipo

Qual solo mais resistente?

Solo argiloso – Imagem: Robar Boring Contractors O solo argiloso é o mais comum no Brasil, e terrenos com esse tipo de solo são considerados bons para construir. Como a argila é bastante densa e se aglutina com facilidade, os solos em que ela é predominante são muito resistentes quando bem compactados.

  • Em terrenos com solos argilosos, utilizam-se fundações rasas – como sapatas e radiers.
  • Contudo, o tipo de fundação também pode variar de acordo com a dimensão da obra.
  • O terreno argiloso caracteriza-se pelos grãos microscópicos (com diâmetro máximo de 0,005 milímetros), de cores vivas e de grande impermeabilidade.

Como consequência do tamanho dos grãos, a argila:

Pode ser facilmente moldada com água; Tem dificuldade de desagregação; Forma barro plástico e viscoso quando úmida; Permite o posicionamento de taludes com ângulos praticamente na vertical.

Como fazer o cálculo de densidade do solo?

Na determinação da densidade das partículas do solo é necessário obter o valor da massa da amostra e depois o volume dos sólidos presentes. A massa é obtida por simples pesagem em balança analítica.

Como determinar valor para densidade do solo?

Utilizando a fórmula, através da razão entre os valores de massa pelo volume, será obtida a densidade do solo (Tabela 2). Por exemplo, se a massa do solo seco é 1191 g e o volume da garrafa é 1000 cm3, então a densidade do solo será 1191 / 1000 = 1,191 g/cm3.

O que a densidade do solo indica?

A densidade do solo, uma das propriedades física que indica o estado de degradação deste recurso natural, interfere na dinâmica de água e de nutrientes, como também na penetração e crescimento de raízes. Esse grau de deterioração pode ser avaliado através de índices como o Ds, Ma e Mi.