Teste De Sentar E Levantar Tabela?

O que avalia o teste de sentar e levantar?

Sitting-rising test: introduction of a new procedure for evaluation in Exercise and Sports Medicine – A prática regular de atividade física é associada a maior quantidade e qualidade de vida da população. É sabido ainda que a sensação de bem-estar pessoal relaciona-se com a qualidade de vida orientada para a saúde e com a autonomia para a vida. Há consenso de que uma boa aptidão física depende não somente de níveis de potência máxima aeróbica satisfatórios, mas também de padrões apropriados de força e potência muscular, de flexibilidade e de estabilidade postural.

  • É, portanto, conveniente que, do ponto de vista clínico e de saúde pública, existam instrumentos de rastreamento simples e com alta sensibilidade que permitam a avaliação dessas variáveis no âmbito de um consultório.
  • O propósito deste artigo é apresentar o Teste de sentar-levantar (TSL).
  • O TSL consiste, simplesmente, em quantificar quantos apoios (mãos e/ou joelhos ou, ainda, mãos ou antebraços em joelhos), o indivíduo utiliza para sentar e levantar do chão.

Atribuem-se notas independentes para cada um dos dois atos – sentar e levantar. A nota máxima é 5 para cada um dos dois atos, perdendo-se um ponto para cada apoio ou ainda meio ponto para qualquer desequilíbrio perceptível. O TSL permite, em pouco tempo e em praticamente qualquer lugar, avaliar vários itens – flexibilidade das articulações dos membros inferiores, equilíbrio, coordenação motora e relação entre potência muscular e peso corporal – de uma vez só, no que talvez possa ser caracterizado como aptidão muscular funcional mínima.

Pode ser aplicado em consultórios, escolas, academias e organizações militares. Com base nos resultados do TSL, profissionais de saúde terão provavelmente melhores meios para estimular a adoção de estilos de vida mais ativos e para orientar, de forma mais científica, programas de atividade física. Qualidade de vida relacionada com a saúde; Aptidão física; Testes de aptidão; Potência muscular; Flexibilidade; Autonomia Regular physical activity is linked with longer life expectancy and better quality of life.

It is already known that wellness is related to health-related quality of life and personal autonomy. There is a consensus that a good physical fitness depends not only on adequate levels of maximal aerobic power, but also on appropriate levels of muscle power and strength, flexibility, and postural stability.

  • Thus, it is convenient that, in the public health and clinical perspectives, there should be simple and highly sensitive screening tools that makes evaluation of these variables in office possible.
  • The purpose of this article is to introduce the Sitting-rising test (SRT).
  • The SRT basically consists in the quantification of the number of support (hands and/or knees, or hands or forearms on knees) one utilizes in order to sit and to rise from the floor.

Independent grades are provided to each of the two actions – sitting and rising. The maximal grade is 5 for each one of the actions, losing one point for each support and additional half point for any detectable unbalance. The SRT allows, in very short time and practically in any place, the evaluation of many items – flexibility of lower limb joints, balance, motor coordination, and muscle power/body weight relationship – at the same time, which could be perhaps characterized as minimum functional muscular fitness.

Based on the SRT results, health professionals are likely to have better means of stimulating the adoption of more active lifestyles and to advising physical activity programs in a more scientific way. Health-related quality of life; Physical fitness; Fitness testing; Muscle power; Flexibility; Autonomy ARTIGO ORIGINAL Teste de sentar-levantar: apresentação de um procedimento para avaliação em medicina do exercício e do esporte Sitting-rising test: introduction of a new procedure for evaluation in exercise and sports medicine Claudio Gil Soares de Araújo Professor do Programa de Pós-Graduação em Educação Física da UGF; Professor Adjunto do Departamento de Fisiologia da UFF; Médico do Serviço de Medicina do Exercício e do Esporte do HUCFF-UFRJ; Diretor Médico da Clínica de Medicina do Exercício – Rio de Janeiro, RJ Endereço para correspondência Endereço para correspondência: E-mail: [email protected] RESUMO A prática regular de atividade física é associada a maior quantidade e qualidade de vida da população.

É sabido ainda que a sensação de bem-estar pessoal relaciona-se com a qualidade de vida orientada para a saúde e com a autonomia para a vida. Há consenso de que uma boa aptidão física depende não somente de níveis de potência máxima aeróbica satisfatórios, mas também de padrões apropriados de força e potência muscular, de flexibilidade e de estabilidade postural.

  • É, portanto, conveniente que, do ponto de vista clínico e de saúde pública, existam instrumentos de rastreamento simples e com alta sensibilidade que permitam a avaliação dessas variáveis no âmbito de um consultório.
  • O propósito deste artigo é apresentar o Teste de sentar-levantar (TSL).
  • O TSL consiste, simplesmente, em quantificar quantos apoios (mãos e/ou joelhos ou, ainda, mãos ou antebraços em joelhos), o indivíduo utiliza para sentar e levantar do chão.

Atribuem-se notas independentes para cada um dos dois atos – sentar e levantar. A nota máxima é 5 para cada um dos dois atos, perdendo-se um ponto para cada apoio ou ainda meio ponto para qualquer desequilíbrio perceptível. O TSL permite, em pouco tempo e em praticamente qualquer lugar, avaliar vários itens – flexibilidade das articulações dos membros inferiores, equilíbrio, coordenação motora e relação entre potência muscular e peso corporal – de uma vez só, no que talvez possa ser caracterizado como aptidão muscular funcional mínima.

Pode ser aplicado em consultórios, escolas, academias e organizações militares. Com base nos resultados do TSL, profissionais de saúde terão provavelmente melhores meios para estimular a adoção de estilos de vida mais ativos e para orientar, de forma mais científica, programas de atividade física. Palavras-chave: Qualidade de vida relacionada com a saúde.

Aptidão física. Testes de aptidão. Potência muscular. Flexibilidade. Autonomia. ABSTRACT Regular physical activity is linked with longer life expectancy and better quality of life. It is already known that wellness is related to health-related quality of life and personal autonomy.

There is a consensus that a good physical fitness depends not only on adequate levels of maximal aerobic power, but also on appropriate levels of muscle power and strength, flexibility, and postural stability. Thus, it is convenient that, in the public health and clinical perspectives, there should be simple and highly sensitive screening tools that makes evaluation of these variables in office possible.

The purpose of this article is to introduce the Sitting-rising test (SRT). The SRT basically consists in the quantification of the number of support (hands and/or knees, or hands or forearms on knees) one utilizes in order to sit and to rise from the floor.

Independent grades are provided to each of the two actions – sitting and rising. The maximal grade is 5 for each one of the actions, losing one point for each support and additional half point for any detectable unbalance. The SRT allows, in very short time and practically in any place, the evaluation of many items – flexibility of lower limb joints, balance, motor coordination, and muscle power/body weight relationship – at the same time, which could be perhaps characterized as minimum functional muscular fitness.

Based on the SRT results, health professionals are likely to have better means of stimulating the adoption of more active lifestyles and to advising physical activity programs in a more scientific way. Key words: Health-related quality of life. Physical fitness.

  • Fitness testing.
  • Muscle power.
  • Flexibility. Autonomy.
  • Indivíduos fisicamente ativos ou com melhores níveis de aptidão física aeróbica têm menor mortalidade 1,2,
  • Baseados nesses e em outros dados epidemiológicos consistentes, diretrizes de várias organizações internacionais 3-5 têm preconizado que toda a população deveria acumular pelo menos 30 minutos de exercício físico na maioria dos dias.

É sabido que a sensação de bem-estar pessoal relaciona-se com a qualidade de vida orientada para a saúde e com a autonomia para a vida 6-9, Enquanto existem inúmeros questionários para determinar ou avaliar a qualidade de vida relacionada com a saúde 7,8,10,11, os quais incluem questões referentes à prática de atividade física ou à capacidade de executar determinadas ações físicas, parece haver certa dificuldade em associar essas respostas com o que tem sido denominado de variáveis da aptidão física relacionadas com a saúde 12,

  1. Há consenso atualmente de que uma boa condição física depende não somente dos níveis de potência máxima aeróbica satisfatórios, mas também dos padrões apropriados de potência muscular, de flexibilidade e de estabilidade postural 5,
  2. Estas variáveis em níveis apropriados parecem ser importantes para o bem-estar e para a autonomia do indivíduo.

Nas atividades profissionais da área de saúde existe freqüentemente a necessidade de atender a um grande número de indivíduos em um período escasso de tempo. Em geral, nessas situações, priorizam-se testes de rastreamento 13, através dos quais se busca a identificação precoce dos indivíduos que podem ter alguma anormalidade e/ou enfermidade.

  1. Desse modo, aqueles que conseguem alcançar os níveis mínimos de corte preconizados são, com grande probabilidade, indivíduos normais ou saudáveis em relação às variáveis medidas 14,
  2. Processos avaliativos de alta sensibilidade, portanto capazes de diferenciar claramente indivíduos com capacidades e/ou estados clínicos distintos, são muito apropriados para situações em que haja grande demanda de atendimento, deixando-se para uma etapa posterior a confirmação eventual e a análise da causa do insucesso na avaliação.

Todo processo de avaliação implica o uso de um método válido e fidedigno, entendendo-se validade como a capacidade de medir aquilo que efetivamente se deseja e fidedignidade, como a qualidade de obter resultados consistentes em repetidas medidas, sejam elas feitas por um único avaliador, em um único dia ou não, ou quando feitas simultaneamente por mais de um avaliador.

Em adendo, as principais características de um instrumento de rastreamento para aplicação na área de Medicina do Exercício e do Esporte, em ampla escala, são: rapidez, segurança alta e risco mínimo para o avaliador e o avaliado, simplicidade e não-invasividade, custo unitário baixo ou desprezível, possibilidade de ser realizado em pequeno espaço (por exemplo, a área típica de um consultório), aplicabilidade em todas as populações e faixas etárias e, principalmente, alta sensibilidade, se possível aliada a alta especificidade.

Enquanto existem muitos procedimentos válidos, simples e bem padronizados para a avaliação do componente aeróbico, como, por exemplo, o teste de Cooper 15, e para a análise da flexibilidade global e por movimentos, tal como o Flexiteste 16, o mesmo não se pode comentar em relação às variáveis do desempenho muscular funcional.

Seria portanto conveniente que, do ponto de vista clínico e de saúde pública, houvesse um instrumento simples e com alta sensibilidade que permitisse a avaliação dessas variáveis no âmbito de um consultório convencional, se possível, estabelecendo alguma relação com o peso corporal e a flexibilidade em um contexto funcional específico.

Com esse propósito é que estamos descrevendo a seguir o Teste de sentar-levantar (TSL). DESCRIÇÃO DO TESTE Técnica de execução O TSL pode ser realizado em praticamente qualquer local, demandando apenas 3 ou 4m 2 livres e um solo plano e não escorregadio.

  • Para a execução do teste, o indivíduo deverá estar descalço e sem meias e desprovido de vestimentas que possam restringir-lhe a mobilidade.
  • A instrução dada pelo avaliador ao avaliado é muito simples e objetiva: “Procure sentar e levantar, sem se desequilibrar, e utilizando o menor número de apoios que você consiga”.

Na execução do procedimento, o indivíduo fica em pé, de costas para um colchonete fino ou tapete colocado no solo imediatamente atrás dele, e tenta sentar-se lentamente, sem o apoio das mãos e sem desequilibrar-se. O avaliador fica próximo ao avaliado para oferecer-lhe segurança em caso de desequilíbrio, procurando posicionar-se em diagonal, de modo a ter melhor ângulo de visão para identificar o uso de apoios e a presença ou ausência de qualquer desequilíbrio.

Completado o ato de sentar é atribuída a nota e solicitado ao avaliado que se levante e novamente o avaliador confere uma nota. Enquanto é válido cruzar as pernas para sentar ou levantar, não se permite que o indivíduo se jogue para trás ao tentar sentar-se. A velocidade de execução não é especificamente medida, mas recomenda-se que o indivíduo realize os dois atos de forma e com velocidade naturais, já que a rapidez relativa não está sendo mensurada e não é observada na avaliação.

São normalmente feitas duas tentativas, procurando melhorar o resultado da primeira para a segunda. Caso o avaliador perceba que o indivíduo, por qualquer razão, pode ainda melhorar a técnica de execução, outras tentativas podem ser feitas. Cabe ao avaliador orientar como, eventualmente, o indivíduo poderá melhorar seus resultados, sem pôr em risco sua integridade física.

Normalmente, o procedimento é realizado em menos de dois minutos. Medida A medida do TSL consiste simplesmente em quantificar quantos apoios (mãos e/ou joelhos ou, ainda, as mãos sobre os joelhos ou pernas) o indivíduo utiliza para sentar e levantar do chão. Atribuem-se notas independentes para cada um dos dois atos – sentar e levantar.

A nota máxima é 5 para cada um dos dois atos. Perde-se ainda meio ponto para qualquer desequilíbrio perceptível. Exemplificando, se o indivíduo para sentar-se sem cair precisa colocar uma das mãos, o resultado é 4 e, se para levantar ele tem de utilizar a mesma mão no solo e depois ainda apóia a outra no joelho, temos um resultado de 3 e assim por diante.

Se o indivíduo não consegue sentar ou levantar do chão sem auxílio de outra pessoa ou de uma parede, ou ainda necessita de mais de quatro apoios, isto é, precisar ajoelhar, apoiar as duas mãos no solo e ainda apoiar a mão sobre um dos joelhos para levantar, a nota é mínima, isto é, zero. O melhor resultado das duas tentativas para cada um dos atos é escolhido como representativo do indivíduo.

Exemplo: nota 4 para sentar e nota 3 para levantar. Avaliação O TSL, um procedimento extremamente simples, permite, em pouco tempo e em praticamente qualquer lugar, avaliar vários itens – flexibilidade das articulações dos membros inferiores, equilíbrio, coordenação motora e relação entre potência muscular e peso corporal – de uma vez só, no que talvez possa ser caracterizado como aptidão muscular mínima.

  1. Pode ser aplicado em consultórios, escolas, academias, organizações militares, etc.
  2. Tem-se mostrado extremamente fidedigno 17-19, sensível a variações de cada uma das variáveis mencionadas acima 20 e a programas de treinamento contra resistência 21,
  3. Obviamente, após encontrar um resultado que não é igual a 5, podemos tentar identificar qual(is) é(são) a(s) causa(s) específica(s) para a perda de ponto, visando definir uma estratégia de treinamento físico para melhorar o resultado.

Por exemplo, obesos tendem a ter resultados bem piores ao levantar do que ao sentar (às vezes, diferenças superiores a dois pontos), devido à baixa potência muscular em relação ao peso corporal. Em outra situação, é praticamente impossível que indivíduos com valores de Flexiteste inferiores a 2 nas flexões dorsal e plantar do tornozelo consigam sentar e/ou levantar sem qualquer desequilíbrio e/ou apoio.

  1. A utilização do TSL em conjunção com outros procedimentos e medidas pode permitir definição mais precisa dos fatores responsáveis pela perda de pontuação.
  2. Restrições e cuidados Ainda que seja um procedimento extremamente simples, recomendamos que o TSL somente seja aplicado por profissionais de saúde (médicos, profissionais de Educação Física, enfermeiros, fisioterapeutas, etc.), não sendo estimulada a auto-execução generalizada.

Ressaltamos que a realização do TSL poderá estar contra-indicada em determinados indivíduos idosos, especialmente quando sedentários, ou portadores de alguma condição clínica que demande maior cuidado, tais como pacientes submetidos recentemente a grandes cirurgias, gestantes avançadas, portadores de próteses ou lesões do sistema locomotor em membros inferiores, pacientes com problemas de equilíbrio (ex.: labirintite, etc.) e outros casos semelhantes.

  1. Obviamente, maiores cuidados e maior supervisão são necessários para indivíduos de idade avançada ou que possuam pouca ou nenhuma experiência com exercício físico.
  2. Em nossa experiência pessoal com mais de 400 avaliações, em indivíduos saudáveis e enfermos entre 3 e 83 anos de idade, não tivemos qualquer acidente ou problema clínico decorrente da aplicação do TSL.

Outros aspectos É cada vez maior o interesse sobre a qualidade de vida relacionada com a saúde 6,8,9, Intervenções terapêuticas, incluindo-se programas de exercício físico, passaram a considerar, mais recentemente, a necessidade de medir e avaliar os efeitos sobre a qualidade de vida 9,22,23,

Nesse sentido, o TSL pode tornar-se um instrumento extremamente interessante e prático para essa finalidade, já que envolve ações que requerem autonomia física mínima. Resultados preliminares de nosso banco de dados mostram que a grande maioria das crianças e adolescentes consegue notas máximas no TSL.

A partir dos 25 anos passa a ser progressivamente mais comum a perda de meio a um ponto. Indivíduos com mais de 45 anos, especialmente quando sedentários e com excesso de peso, tendem a perder um a dois pontos, especialmente no ato de levantar, muito embora não seja raro que indivíduos com mais de 60 anos, fisicamente ativos e sem excesso de gordura corporal e ainda bem flexíveis, consigam notas máximas.

CONCLUSÃO Ao longo dos últimos anos, temos desenvolvido e proposto vários procedimentos para avaliação em Medicina do Exercício e do Esporte 16,24,25, O presente artigo apresenta um novo procedimento, correspondendo a uma proposta metodológica para avaliação simplificada e de rápida execução da aptidão muscular funcional mínima para a autonomia.

Com a inclusão do TSL no exame físico de consultório ou pré-participação em programa de atividade física, torna-se possível para o profissional de saúde diagnosticar alterações importantes da aptidão muscular funcional e prontamente repassar esta informação ao avaliado.

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Esta interpretação será ainda mais refinada quando os valores normativos populacionais, ora em coleta, se tornarem universalmente disponíveis. Considerando a simplicidade na execução e avaliação do procedimento, acredita-se que, com base nos resultados do TSL, possa ser mais fácil para o profissional de saúde sensibilizar os indivíduos avaliados a adotarem estilos de vida mais ativos e orientar de forma mais científica a prática da atividade física regular.

Em adendo, aumentam-se as possibilidades de determinação de objetivos específicos, quando da orientação e acompanhamento de programas de exercício físico. AGRADECIMENTOS O autor expressa o seu agradecimento aos Profs. Denise Sardinha Mendes Soares de Araújo e Vitor Agnew Lira pelas sugestões metodológicas e pelas colaborações nas coletas de dados que subsidiaram a proposição definitiva deste teste.

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Endereço para correspondência: E-mail:

Publicação nesta coleção 30 Mar 2011 Data do Fascículo Out 1999

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Para que serve o teste de sentar e levantar da cadeira?

Resumo: Os testes funcionais de levantar-se e se sentar da cadeira de 30s (TLS 30s ) e o teste Timed Up and Go (TUG) são utilizados com objetivo de fornecer informações sobre o desempenho da força muscular de membros inferiores e a agilidade funcional em idosos, respectivamente.

Para que serve o teste de sentar e levantar 30 segundos?

O teste de Sentar e Levantar, avalia a força da musculatura dos membros inferiores e equilibrio, correlacionando seus resultados com a qualidade das atividades de vida diária (AVD) do paciente.

Qual o objetivo do teste de sentar e levantar 5 vezes?

Objetivo: Avaliar a segurança e as propriedades clinimétricas do Teste de Sentar-Levantar Cinco Vezes em pacientes mais velhos internados em unidade de terapia intensiva.

O que mede o teste de sentar e alcançar?

Nível De Flexibilidade Obtida Pelo Teste De Sentar E Alcançar Em Beneficiados Do Programa Esporte E Lazer Da Cidade De Várzea Alegre-Ce. Campus DeVry | Fanor Título do Trabalho NÍVEL DE FLEXIBILIDADE OBTIDA PELO TESTE DE SENTAR E ALCANÇAR EM BENEFICIADOS DO PROGRAMA ESPORTE E LAZER DA CIDADE DE VÁRZEA ALEGRE-CE. Autores

MARCOS ANTONIO ARAÚJO BEZERRA

Modalidade Comunicação Oral Área temática Educação Física Data de Publicação 16/05/2016 País da Publicação Brasil Idioma da Publicação Português Página do Trabalho www.even3.com.br/Anais/viimostradevry/28907-NIVEL-DE-FLEXIBILIDADE-OBTIDA-PELO-TESTE-DE-SENTAR-E-ALCANCAR-EM-BENEFICIADOS-DO-PROGRAMA-ESPORTE-E-LAZER-DA-CIDAD ISSN 2238-2208 Palavras-Chave Educação Física, Flexibilidade, Atividade Física Resumo INTRODUÇÃO: A flexibilidade que é caracterizada como a maior amplitude corporal torna-se de grande valia quando se fala de sua aplicabilidade no nosso cotidiano, pois de simples atividades da vida diária (AVD’s), até mesmo em atletas de alto rendimento, a flexibilidade atua de forma significativa na realização dessas tarefas, no dia-a-dia necessitamos realizar atividades como trabalhar, vestir-se, tomar banho.

Da mesma forma um atleta de futebol precisa ter uma boa flexibilidade para que, por exemplo, no momento de chute consiga obter uma maior força para realizá-lo. São vários os fatores que podem influenciar a flexibilidade, estes fatores são primordiais na manutenção e até mesmo na busca do alcance de uma melhor flexibilidade.

Podemos citar fatores como: o sexo, idade, condicionamento físico, individualidade biológica, temperatura, hora do dia e o aquecimento. METODOLOGIA: A pesquisa caracteriza-se por um estudo de corte transversal, de campo, com caráter descritivo-exploratório com abordagem quantitativa realizada com 136 beneficiados de um programa social de atividade físicas, sendo 68 meninos e 68 meninas, como idade média de 18,2anos.

O instrumento utilizado para medir a flexibilidade dos beneficiados foi o teste de Sentar-e-Alcançar com o Banco de Wells, que tem como objetivo, medir a flexibilidade do quadril, dorso e músculos posteriores dos membros inferiores. RESULTADOS: Os pesquisados apresentaram uma média de flexibilidade para as meninas de (20,79 ±8,87), para os meninos médias de (18,20 ± 7,54).

A pesquisa verificou que 50% das meninas e 38,24% dos meninos se encontram com níveis acima da média de flexibilidade; 4,41% dos meninos e 5,88% das meninas encontram-se dentro dos níveis de flexibilidade e 44,12% das meninas e 57,35% dos meninos estão abaixo dos níveis de flexibilidade.

  • Quando avaliamos o grupo de ambos os gêneros 44,12% estão acima da média, 5,15% dentro da média e 50,74% abaixo da média de flexibilidade.
  • Todos os resultados tem como parâmetro de comparação a padronização canadense para os testes de avaliação da aptidão física do Canadian Standardized Test of Fitness (CSTF).

DISCUSSÕES: Neste estudo pode-se verificar que as maiorias dos beneficiados encontram-se com um nível baixo de flexibilidade, mais que a há uma porcentagem ainda significativa de beneficiados com uma classificação acima da média os comparado com padrões de saúde, o quadro fica mais preocupante quando se refere ao público masculino, onde este se colocou por várias vezes com índices menores que as meninas.

Este estudo possibilita projetos de intervenção de cunho preventivo, conscientizando os colaboradores sobre a importância do trabalho de flexibilidade e de atividade física promovendo, assim, melhor qualidade de vida para esse público. CONCLUSÃO: De acordo com os resultados encontrados e das limitações do presente estudo, tais como, níveis de atividade física dos beneficiados, temperatura do ambiente do local de avaliação, entre outros, sugerimos que futuros estudos sejam realizados, para que haja cada vez mais informações a respeito da flexibilidade, principalmente no interior do estado, bem como que proporcionem acompanhamento desses indicadores ao longo do tempo, desde a adolescência até a idade adulta.

Título do Evento VII Mostra de Pesquisa em Ciência e Tecnologia DeVry Brasil Cidade do Evento Fortaleza Título dos Anais do Evento Anais da VII Mostra de Pesquisa em Ciência e Tecnologia DeVry Brasil Nome da Editora Even3 Meio de Divulgação Meio Digital DOI Como citar BEZERRA, MARCOS ANTONIO ARAÚJO.

NÍVEL DE FLEXIBILIDADE OBTIDA PELO TESTE DE SENTAR E ALCANÇAR EM BENEFICIADOS DO PROGRAMA ESPORTE E LAZER DA CIDADE DE VÁRZEA ALEGRE-CE. In: Anais da VII Mostra de Pesquisa em Ciência e Tecnologia DeVry Brasil. Anais. BELÉM, CARUARU, FORTALEZA, JOÃO PESSOA, MANAUS, RECIFE, SALVADOR, SÃO LUÍS, SÃO PAULO, TERESINA: DEVRY BRASIL, 2016.

Disponível em: https//www.even3.com.br/anais/viimostradevry/28907-NIVEL-DE-FLEXIBILIDADE-OBTIDA-PELO-TESTE-DE-SENTAR-E-ALCANCAR-EM-BENEFICIADOS-DO-PROGRAMA-ESPORTE-E-LAZER-DA-CIDAD. Acesso em: 09/11/2023 : Nível De Flexibilidade Obtida Pelo Teste De Sentar E Alcançar Em Beneficiados Do Programa Esporte E Lazer Da Cidade De Várzea Alegre-Ce.

O que é o teste de sentar e alcançar?

Resumo – A flexibilidade enquanto qualidade física tem uma grande importância na aptidão física e na qualidade de vida de indivíduos. O teste de sentar e alcançar proposto por Wells e Dillon é amplamente utilizado para avaliar a flexibilidade de praticantes das mais diversas modalidades esportivas e/ou voltadas para saúde.

  1. Contudo, sua utilização recebe críticas no tocante a correta aplicação do teste, assim como em sua validade como critério de verificação da flexibilidade da região lombossacra, da articulação coxofemoral e da articulação do quadril.
  2. O objetivo do presente estudo é verificar os pontos positivos ou fortes e os negativos ou desvantajosos na aplicação do teste de sentar e alcançar proposto por Wells e Dillon.

Para isto, foi realizada uma pesquisa em bases de dados científicas direcionadas a saúde e atividade física, sendo estas Scielo, Lilacs e Bireme, a partir dos unitermos: flexibilidade, avaliação física, teste de sentar e alcançar, sendo consultados tanto na língua portuguesa quanto inglesa e, como coorte temporal, o período de 2000 a 2011.

  1. Os pontos positivos observados deste teste foram: seu baixo custo e acessibilidade, sendo um teste de simples execução.
  2. Os negativos ou desvantajosos: imprecisão na aplicação do testes de forma em que não se perceba ou se permita a flexão da articulação do joelho no momento da coleta; a supercompensação da articulação glenoumeral para se alcançar uma distância maior; o comprimento desproporcional ao tronco de membros superiores e inferiores, levando vantagens no alcance de pontos mais distantes.

Portanto, conclui-se que o teste estudado não apresenta tanta precisão como se pensava ao aplicá-lo em avaliações físicas como um parâmetro totalmente confiável para verificação do grau de flexibilidade da região lombossacra, da articulação do quadril e da articulação coxofemoral.

Qual o nome do teste de equilíbrio?

O que é o teste de Romberg? – Teste de Romberg é uma avaliação clínica que revela alterações no equilíbrio estático do paciente. O procedimento permite a análise de 3 bases neurofisiológicas que possibilitam o equilíbrio: sistema vestibular, sistema visual e sistema proprioceptivo. De forma simplificada, podemos dizer que o sistema vestibular foca na orientação da cabeça em relação ao ambiente em redor. Já o sistema proprioceptivo permite nossa orientação quanto ao corpo e seus movimentos no espaço. Por fim, o sistema visual coleta e apresenta uma série de informações sobre o ambiente, reforçando nossa capacidade de equilíbrio.

  • Junto ao meio ambiente, eles são responsáveis por relacionar atividade sensorial e motora para permitir que o corpo se mantenha ereto,
  • Em artigo, os pesquisadores Antonia Dalla Pria Bankoff e Rafael Bekedorf recordam que: “Quando se refere a equilíbrio, especifica-se aquela situação na qual o corpo adota uma determinada posição em relação ao espaço, o qual a cabeça é dirigida para cima e a face para frente com ereção do corpo todo com o intuito de posicionar a cabeça na parte alta, essa posição em pé é a posição ortostática ou ereta,” Então, apesar de parecer algo simples, a tarefa de se manter em pé é bastante complexa.

E o teste de Romberg existe para investigar perturbações que atrapalhem essa tarefa, com impacto negativo nos sistemas vestibular, visual e proprioceptivo. O teste de Romberg serve para investigar obstáculos à tarefa de se manter em pé

Quem criou o teste de sentar e levantar?

Claudio Gil Araújo, Diretor de. Pesquisa e Educação da CLINIMEX. Ele criou o teste de. sentar-levantar (TSL) nos anos 90 que tem sido.

Para que serve o teste da pisada?

Também conhecida como teste da pisada, a baropodometria é um recurso que permite uma análise de possíveis problemas nos pés, tornozelos e joelhos e com isso poder orientar uma forma de evitar lesões nessas articulações, bem como nos quadris. Os nossos pés representam a principal fonte de sustentação do nosso corpo, pois são eles que recebem a maior carga ao tocar o chão ao longo do dia.

Dores nas pernas, joelhos e até mesmo na coluna poderiam ser evitadas ou solucionadas se o paciente distribuísse de forma correta o peso e impacto do corpo enquanto caminha ou corre. A baropodometria é orientada para aqueles que possuem algum sintoma, mas também pode ser feito por pessoas que querem saber mais sobre seu pé e sua pisada e identificar fatores de risco para lesões.

É realizado através de duas etapas: Análise estática – o paciente parado em cima de uma plataforma durante um curto período pré-estabelecido. Ocorre a avaliação e análise do tipo de pés (plano, cavo, normal), centro de gravidade e picos de maior pressão plantar.

  • Com base nessas análises, pode se evidenciar alterações estruturais e posturais e se o indivíduo possui um bom controle postural.
  • Análise dinâmica – o paciente vai caminhar sobre a plataforma sob o comando do fisioterapeuta.
  • A partir daí, será possível determinar qual o seu tipo de pisada (pronada, supinada, normal), qua o centro de gravidade e quais alterações biomecânicas nas ações musculares durante a marcha.

Desta forma, o resultado da baropodometria auxilia o médico a determinar se o paciente é portador de algum problema e de orientá-lo no uso correto e apropriado de tênis, palmilhas e outras órteses, além de auxiliá-lo em uma possível programação cirúrgica.

Como é feito o teste de equilíbrio?

O que caracteriza o Romberg positivo – A resposta mais simples para essa questão é: a perda de equilíbrio durante o procedimento, Para explicar melhor, vou detalhar as etapas do teste de Romberg :

Primeiro, o paciente é orientado pelo profissional que vai conduzir o exame, tomando ciência de que terá suporte se ameaçar cair Depois, deve se levantar e permanecer parado, em posição ortostática, Significa que deve estar com os pés unidos e os braços pendendo ao lado do corpo O médico ou técnico de enfermagem ficam ao lado do paciente, prontos para sustentá-lo caso ele perca o equilíbrio O paciente se mantém em posição ortostática, com os olhos abertos, por cerca de 1 minuto. Essa fase serve para avaliar seu equilíbrio na presença da visão Depois, deve fechar os olhos e permanecer parado por mais 1 minuto. Essa é a etapa reveladora, pois verifica sua capacidade de se equilibrar sem o apoio da visão,

Durante todas as fases, o paciente deve ser capaz de manter a postura ereta, ainda que com pequenas oscilações. Esse quadro caracteriza resultado negativo para o teste de Romberg. Já quando o paciente mostra tendência a cair para frente ou para os lados, o Romberg é positivo, Essa situação pede mais testes para identificar onde está o problema, de que tipo é a lesão e qual a terapia adequada. A telemedicina permite consultas com especialistas de forma remota, além dos laudos digitais

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Para que serve o teste de quadril?

Consiste na flexão e abdução das pernas da criança para a verificação da estabilidade do quadril e/ou existência de luxação (deslocamento de dois ou mais ossos em relação ao ponto de articulação normal).

Para que serve teste de equilíbrio?

O teste de equilíbrio estático na posição semi- tandem é uma medida de estabilidade lateral e tem sido utilizado para identificar idosos com risco de quedas.

Quais são os testes de avaliação funcional do idoso?

Como avaliar a capacidade funcional do paciente idoso? – Como você viu, a perda da capacidade funcional traz diversos desafios e problemas para o idoso. Por isso, é essencial identificar, por meio da avaliação, o possível risco de dependência futura e o nível de incapacidade.

teste de caminhada de 6 minutos: tem como finalidade avaliar a capacidade motora e respiratória do paciente durante uma caminhada de 6 minutos; dinamômetro de mão: avalia a força exercida na mão com o auxílio de um instrumento chamado dinamômetro; teste que consiste em sentar e levantar da cadeira: analisa a força e resistência das pernas por meio do ato de sentar e levantar; timed up and go: avalia o desempenho relacionado ao equilíbrio dinâmico e à marcha. Para realizá-lo, o idoso precisa se sentar em uma cadeira e ao comando do avaliador ele deve caminhar em linha reta e depois retornar ao ponto de partida.

Como você viu, a avaliação da capacidade funcional permite orientar o idoso sobre os cuidados que devem ser tomados para preservar sua autonomia e independência. Portanto, não deixe de diagnosticar precocemente condições que podem afetar a qualidade de vida desses pacientes.

Como se levantar de uma cadeira?

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  1. Neste vídeo você vai aprender a adotar uma postura correta para sentar em uma cadeira de modo que suas costas não sejam prejudicadas e que não haja risco de queda.
  2. É preciso seguir três etapas para sentar-se em uma cadeira corretamente: encostar as panturrilhas na cadeira, apoiar-se com as mãos e sentar-se.
  3. Primeiramente, encoste as panturrilhas na cadeira.
  4. Recue até que suas panturrilhas ou a parte de trás dos seus joelhos toquem no assento.
  5. Em seguida, apoie-se com as mãos.
  6. Incline-se para frente para encostar nos braços da cadeira com as mãos.
  7. Por fim, sente-se.
  8. Apoiando-se com as mãos, desça para se sentar.
  9. Mantenha as costas retas ao contrair os músculos abdominais e dorsais.
  10. Se a cadeira não tiver braços, apoie as mãos sobre as laterais do assento.
  11. Ao se sentar, preste atenção para não se apoiar apenas com uma mão porque isso pode prejudicar suas costas ou fazer você cair.
  12. Para evitar lesões nas costas ou quedas, lembre-se de encostar na cadeira com as panturrilhas e apoiar-se sobre suas mãos.
  13. Agora é com você!

Como é feito o teste de Thomas?

O método de Thomas está descrito na literatura como a flexão do quadril contralateral àquele a ser examinado, em paciente em decúbito dorsal, até que o examinador sinta com a mão a retificação da coluna lombar. O ângulo formado entre a mesa de exame e o quadril fletido é aquele que mede o grau de flexão(15).

Como calcular o teste de Banco?

PROTOCOLOS PARA TESTES DE AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE CARDIORESPIRATÓRIA PROTOCOLOS PARA TESTES DE AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE CARDIORESPIRATÓRIA Teste de Balke para Banco É a técnica mais difundida, utilizando bancos de 10,20,30,40 e 50 cm de altura, colocados um próximo do outro para que sejam rapidamente trocados durante o teste.

O testado após um breve aquecimento começa a subida e descida no ergômetro, sempre trocando a perna que sobe, numa frequência que pode variar em 20,30 ou 40 passadas por minuto. Ao final de 3 min o banco é trocado sem interrupção, aumentando a carga de trabalho de 2-15 METS, dependendo do ritmo selecionado.

A frequência cardíaca medida é colocada em forma de gráfico para ser comparada. O Consumo de energia é calculado: – VO² máx= (h x n x 1,33 x 1,78) +10,5 = VO² em ml 1/(kg.min) h=altura do banco n=número de subidas por min 1,33= trabalho positivo (ascendente) e mais 1/3 para o negativo (descendente) 1,78=milimetro de O² necessário para 1 kg.m de trabalho 10,5=custo energético do trabalho horizontal Teste máximo de Nagle para Banco (araújo, 1984) A técnica utiliza, inicialmente, banco de 12 cm de altura, para homens, e 8 cm para mulheres e pacientes,

  1. Durante o teste, o banco deve ser aumentado 4 cm a cada 2 min., até que se tenha 52 cm de altura.
  2. O ritmo deve ser de 30 passadas/min.
  3. Em pacientes muito debilitados pode-se iniciar de 4 cm e ir aumentando a cada 2 min, considerando como carga final a última completada pelo testado.
  4. A altura é expressa em cm.

VO² máx= (0,875 x altura do banco) +7,00 = VO² em ml 1/(kg.min) Fonte dos testes: Pini, M.C. Fisiologia Esportiva – 1983 – ROCHA, Paulo Eduardo Carnaval Pereira da. : PROTOCOLOS PARA TESTES DE AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE CARDIORESPIRATÓRIA

Qual o melhor teste para avaliar a potência dos membros inferiores?

Os autores ressaltam as diversas derivações do salto vertical com o objetivo de aferir qualidades neuromusculares e de desempenho distintas de um indivíduo, sendo o teste de Squat Jump muito efetivo para verificar tais capacidades motoras dos membros inferiores.

O que é o teste do quadrado?

O teste do quadrado consiste em verificar a agilidade na condução da bola do atleta de futebol. Trata-se de uma adaptação do teste do quadrado do PROESP.

Como fazer o teste do banco de Wells?

Procedimento: O avaliado deverá flexionar o tronco sobre o quadril, empurrando o taco de madeira sobre a caixa que possui uma fita métrica milimetrada. Será realizado três vezes este procedimento, considerando-se a maior distância atingida.

O que é o banco de Wells?

O Banco de Wells é utilizado para avaliações físicas, a fim de testar a flexibilidade da parte posterior do tronco e pernas. Em quais locais posso utilizar o Banco de Wells? É ideal para uso em clínicas de Fisioterapia, ambulatórios, academias e inclusive, este modelo serve também para atendimentos domiciliares.

Para que serve o teste de shuttle run?

Conhecido como ‘corrida de ir e vir’. Tem como. objetivo avaliar a velocidade e a agilidade do. candidato no Teste de Aptidão Física – TAF.

Para que serve teste de equilíbrio?

O teste de equilíbrio estático na posição semi- tandem é uma medida de estabilidade lateral e tem sido utilizado para identificar idosos com risco de quedas.

Para que serve o teste de equilíbrio?

O Teste de Equilíbrio mensura oscilações posturais do centro de massa durante o equilíbrio bi ou monopodálico, olhos abertos ou fechados e serve para avaliar o controle postural do paciente, bem como prevenir o risco de queda e quantificar a avaliação de equilíbrio.

O que é teste da cadeira?

Teste do degrau e teste da cadeira: comportamento das respostas metábolo-ventilatórias e cardiovasculares na DPOC

  • ARTIGOS ORIGINAIS
  • Teste do degrau e teste da cadeira: comportamento das respostas metábolo-ventilatórias e cardiovasculares na DPOC
  • Step test and sit-to-stand test: behavior of metabolic, ventilatory and cardiovascular responses in patients with COPD
  • Bruna Varanda Pessoa I ; Mauricio Jamami II ; Renata Pedrolongo Basso III ; Eloisa Maria Gatti Regueiro IV ; Valéria Amorim Pires Di Lorenzo V ; Dirceu Costa VI
  • I Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), São Carlos, SP – Brasil, e-mail:
  • II Professor Doutor adjunto do curso de Graduação em Fisioterapia e Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), São Carlos, SP – Brasil, e-mail:
  • III Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), São Carlos, SP – Brasil, e-mail:
  • IV Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), São Carlos, SP – Brasil, e-mail:
  • V Professora Doutora adjunta do curso de Graduação em Fisioterapia e Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), São Carlos, SP – Brasil, e-mail:
  • VI Professor Doutor do curso de Pós-Graduação em Fisioterapia da Universidade Nove de Julho (UNINOVE), São Paulo, SP – Brasil, e-mail:
  • RESUMO
  • OBJETIVOS: Verificar as respostas metabólicas, ventilatórias, cardiovasculares e de percepção de esforço entre o isotime de dois minutos do teste do degrau (TD2) e o teste do degrau de seis minutos (TD6) com o teste de sentar-se e levantar-se da cadeira de dois minutos (TSL) nos indivíduos com DPOC.

MATERIAIS E MÉTODOS: Foram avaliados 11 homens com DPOC (71 ± 8 anos, VEF 1 = 46,1 ± 15,2% previsto), clinicamente estáveis, por meio do TD6 e TSL associados à análise de gases e à coleta de lactato sanguíneo, realizadas em dias diferentes e não consecutivos.

No TD2 e TD6, os indivíduos foram instruídos a subir e descer um degrau de 20 cm de altura o mais rápido possível. O mesmo foi recomendado no TSL, que foi realizado em uma cadeira de 46 cm de altura. RESULTADOS: Na análise intertestes não se observou diferença significativa nas variáveis metábolo-ventilatórias, cardiovasculares e Δdispneia no pico de ambos os testes, bem como no TD2.

Quanto ao Δfrequκncia cardíaca e ao Δfadiga nos membros inferiores, constataram-se valores significantemente maiores para o TSL comparado ao TD2; e correlações positivas entre o consumo de oxigênio, Δfrequência cardíaca e os desempenhos no TD2 e TD6, entre os desempenhos no TD6 e TSL, e no TD2 com TSL.

CONCLUSÃO: Os testes realizados apresentaram respostas metábolo-ventilatórias, cardiovasculares e dispneia similares; e o TD2 mostrou-se uma alternativa para avaliar as limitações funcionais dos indivíduos com DPOC de obstrução grave, proporcionando menor estresse cardiovascular e fadiga muscular se comparado ao TSL, pelas exigências metabólicas periféricas e ajustes posturais.

Palavras-chave: Doença pulmonar obstrutiva crônica. Teste de esforço. Tolerância ao exercício. Consumo de oxigênio. Fadiga muscular. ABSTRACT OBJECTIVES: Verify the metabolic, ventilatory, cardiovascular and perceived effort responses between the isotime two minute step test (2MST) and six minute step test (6MST) with two minute sit-to-stand test (STST) in individuals with COPD.

  • MATERIALS AND METHODS: 11 men with COPD (71 ± 8 years, FEV1 = 46.1 ± 15.2% predicted), clinically stable, were evaluation by STST and 6MST associated gas analysis and blood lactate in days which were not consecutive and not coincidental.
  • In the 6MST and 2MST, the subjects were instructed ascend-to-descend a step 20 cm in height as quickly as possible.

It was recommended that in the STST was performed in a chair 46 cm high. RESULTS: In the inter-tests analysis, there was no significant difference in the metabolic, ventilatory, cardiovascular variables and delta of variation (Δ) dyspnea at the peak of both tests, and 2MST.

  1. The Δheart frequency and Δfatigue in the lower limbs were significantly higher compared to STST for 2MST.
  2. We observed moderate and strong positive correlations between oxygen consumption, Δheart frequency and performances in 2MST and 6MST, between performances in 6MST and STST, and 2MST with STST.
  3. CONCLUSION: The tests showed metabolic, ventilatory, cardiovascular and dyspnoea responses similar; and 2MST, can be alternative to assess the functional limitations of individuals with COPD severe obstruction, providing a lower cardiovascular stress and muscle fatigue compared to the STST, the peripheral metabolic requirements and postural adjustments.

Keywords: Chronic obstructive pulmonary disease. Exercise test. Exercise tolerance. Oxygen consumption. Muscle fatigue. Introdução A intolerância ao exercício nos indivíduos com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) tem importante implicação na qualidade de vida, no número de hospitalizações e na sobrevida (1).

  • Dessa maneira, os testes físicos funcionais têm sido considerados componentes essenciais na rotina clínica de avaliação da capacidade de exercício (1).
  • Dentre eles, cita-se o teste cardiopulmonar (TCP), considerado o ideal para avaliar a tolerância máxima ao exercício e determinar a etiologia da limitação ao exercício, fornecendo informações mais específicas sobre a capacidade funcional e a adaptação fisiológica diante do esforço físico desses indivíduos (1-4); mas, pelo alto custo e complexidade do equipamento, ainda é pouco utilizado fora dos grandes centros de pesquisas e está longe de ser efetivo, principalmente para a realidade do serviço público de saúde brasileiro (2, 4, 5).

Como formas alternativas de avaliação aos testes máximos, destacam-se os testes funcionais submáximos (1, 6-8), por mostraram-se opções de fácil realização, baixa complexidade, além de não requererem equipamentos de alto custo, sendo de fácil aplicação na prática clínica (1, 3, 5); com destaque para o teste de caminhada de seis minutos (TC6) (9), teste do degrau de seis minutos (TD6) (7) e o teste da cadeira (8), utilizados na prática clínica para avaliação funcional da tolerância ao exercício, prescrição de treinamento e para avaliar as mudanças observadas após um programa de treinamento físico.

  1. O TC6 apresenta boa reprodutibilidade, confiabilidade e baixo custo (3, 6, 9), além de ser um preditor de morbidade e mortalidade (10, 11), e refletir a capacidade de exercício de indivíduos com DPOC ao realizar as atividades físicas da vida diária (12-14).
  2. Entretanto, o espaço físico necessário para sua execução muitas vezes é um fator limitante à sua utilização (7, 9).

Por outro lado, o TD6 e o teste da cadeira requerem mínimo espaço físico e têm se mostrado úteis clinicamente na estimativa da tolerância ao exercício, uma vez que impõem alta demanda metabólica quando comparados ao TC6, sendo considerados boas alternativas para a avaliação da capacidade de exercício e a limitação ao esforço desses indivíduos (4, 7, 8, 14, 15).

  1. Schnaider e Karsten (15) verificaram que o TD6 pode substituir o TC6 em ambiente hospitalar na avaliação da tolerância ao exercício em indivíduos DPOC exacerbados, e Montes de Oca et al.
  2. 16) concluíram que o TD6 foi melhor que o TC6 para determinar a capacidade funcional máxima de indivíduos com DPOC, porém não avaliaram as variáveis ergoespirométricas durante o teste.

E Dal Corso et al. (7) concluíram que o TD6 fornece estimativas confiáveis e reprodutíveis da capacidade de exercício e da dessaturação da oxiemoglobina em pacientes com doença pulmonar intersticial. Além disso, Ozalevli et al. (8) encontraram que o teste da cadeira comparado ao TC6 é hemodinamicamente menos estressante e mais sensível para avaliar a capacidade funcional de indivíduos com DPOC, sendo uma alternativa de substituição.

Entretanto, há poucos estudos na literatura sobre a padronização e o tempo de execução do teste do degrau e da cadeira, bem como sobre as respostas metábolo-ventilatórias e cardiovasculares obtidas durante a realização de tais estudos (7, 8), sugerindo que um teste do degrau com o tempo de dois minutos forneceria uma estimativa confiável da capacidade de exercício dos indivíduos com DPOC de obstrução grave, além de serem suficientes para provocarem alterações metabólicas, ventilatórias e cardiovasculares; justificando a realização deste estudo.

Sendo assim, o objetivo deste estudo foi verificar as respostas metabólicas, ventilatórias, cardiovasculares e de percepção de esforço entre o isotime de dois minutos do teste do degrau (TD2) e o teste do degrau de seis minutos (TD6) com o teste de sentar-se e levantar-se da cadeira em dois minutos (TSL) nos indivíduos com DPOC.

  1. Materiais e métodos
  2. Participantes
  3. Foram avaliados inicialmente 16 indivíduos do sexo masculino, na faixa etária de 58 aos 81 anos de idade, apresentando DPOC de obstrução moderada a muito grave (relação volume expiratório forçado no primeiro segundo pela capacidade vital forçada <70% e VEF 1 em valor percentual do previsto (VEF 1 %prev) <80 (estágios II, III e IV) (17).
  4. De acordo com os critérios de inclusão do estudo, consideraram-se aptos a participar os indivíduos do sexo masculino, com diagnóstico clínico e espirométrico de DPOC, confirmado pela espirometria pré e pós-BD – realizada sob a supervisão de um pneumologista – e classificado como obstrução moderada a muito grave (17); os que não apresentaram doenças cardíacas, reumáticas e ortopédicas associadas que os impedissem de realizar o protocolo proposto; os clinicamente estáveis, sem história de infecções ou exacerbação dos sintomas respiratórios ou mudança de medicamentos nos três meses anteriores ao estudo; além dos que não realizaram programa de treinamento físico regular por um período de seis meses anteriores ao estudo; não tabagistas ou ex-tabagistas; e que apresentaram o escore do questionário mini-exame do estado mental (18) para avaliação da capacidade cognitiva > 25.

Foram excluídos cinco indivíduos, um por apresentar DPOC de obstrução leve e problemas ortopédicos; um com obstrução moderada, que desistiu por problemas pessoais; e três indivíduos com obstrução grave, sendo um em razão da intolerância ao uso da máscara de análise de gases e dois por apresentarem problemas ortopédicos.

  • A amostra final foi composta por 11 indivíduos com DPOC.
  • Dos 11 indivíduos que completaram o estudo, quatro apresentavam DPOC de obstrução moderada (estádio II); cinco, obstrução grave (estádio III); e dois, muito grave (estádio IV) (17).
  • Todos faziam uso de broncodilatador (BD), sendo que dez associavam-no ao uso de corticosteroide inalatório (dose média de 400 mcg) e um, ao uso de corticosteroide oral (dose média de 20 mg) sob prescrição médica por pelo menos seis meses anteriores ao estudo.

Desses indivíduos, somente três eram reagentes ao BD, sendo que nove apresentavam distúrbio ventilatório obstrutivo (DVO) com redução da CVF por hiperinsuflação, um apresentava DVO apenas com redução da CVF e um, distúrbio ventilatório misto (19). Todos assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido mediante orientações sobre o protocolo proposto em atendimento à Resolução n.196/96 do Conselho Nacional de Saúde.

  • Procedimento experimental
  • Os indivíduos foram encaminhados à Unidade de Fisioterapia Respiratória da instituição e submetidos a uma avaliação física geral e específica do sistema respiratório; além do teste espirométrico pré e pós-BD sob responsabilidade de um pneumologista de acordo com as normas da American Thoracic Society/European Respiratory Society (ATS/ERS) (20), sendo obtidas as medidas de capacidade vital lenta, CVF, VEF 1, a relação VEF 1 /CVF e a ventilação voluntária máxima.
  • Testes de avaliação funcional
  • O TD6 e o TSL associados à análise de gases foram realizados em dias não consecutivos, com intervalo de no mínimo 24 horas (16, 21), randomizados por sorteio, e cada teste foi realizado duas vezes com um intervalo mínimo de 30 minutos entre eles, para eliminar o efeito do aprendizado, com o melhor desempenho utilizado para análise, sendo todas as avaliações realizadas no período da tarde e em uma sala climatizada.
  • Os princípios gerais do TD6 e TSL foram baseados nas recomendações estabelecidas pela ATS (9) para o TC6, sendo os indivíduos incentivados com frases preestabelecidas, em intervalos padronizados de um minuto.
  • Teste do degrau de seis minutos
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O TD6 foi realizado em um degrau de 20 cm de altura, com piso de borracha antiderrapante (7). Visando à melhor funcionalidade, o teste seguiu os mesmos princípios da ATS (9) para o TC6, sendo os indivíduos instruídos a subir e descer o degrau o mais rápido possível durante seis minutos, intercalando os MMII, sem o apoio dos membros superiores (MMSS), e a diminuir a cadência ou a interromper o teste em caso de fadiga intensa (7) ou atingir a FC submáxima (85% da FC máxima), sendo a cadência de execução livre de acordo com Dal Corso et al. (7). Foram registradas as variáveis no TD2 para efeito de comparação com as variáveis do TSL. Teste de sentar-se e levantar-se da cadeira em dois minutos O TSL foi adaptado e modificado segundo metodologia descrita por Ozalevli et al. (8), e tem sido recomendado como alternativa prática para mensurar indiretamente a força dos MMII, sendo considerado um preditor de gravidade. Foi utilizada uma cadeira com encosto, sem apoio para os MMSS e altura de 46 cm (8). O teste iniciou-se com o indivíduo sentado na cadeira, com as costas apoiadas no encosto e os pés apoiados no chão. Tal indivíduo foi orientado a sentar completamente na cadeira, levantar-se estendendo totalmente os joelhos, sem realizar compensações posturais, mantendo os MMSS cruzados à frente do tórax. Todos os indivíduos deveriam repetir o procedimento o mais rápido possível (8), tantas vezes quanto possível, em um período de dois minutos, sendo a cadência de execução do teste livre. Medidas de monitorização Foram registradas no repouso (basal), no segundo, quarto e sexto minutos do TD6, e no repouso, primeiro e segundo minutos no TSL, além do primeiro, terceiro e sexto minutos da recuperação em ambos os testes, a saturação periférica de oxigênio (SpO 2 ) por meio de um oxímetro de pulso portátil (Nonin ®, modelo 2500, Minneapolis, Mn, USA), a frequência cardíaca (FC) por meio de um frequencímetro de pulso (Polar Vantage NVTM ®, modelo 1901001, Kempele, Oulu, Finlândia), e os sintomas de dispneia e fadiga muscular de MMII, sendo as respostas classificadas pela escala de Borg modificada CR10 (22). As medidas da pressão arterial, mensuradas com o indivíduo na posição sentada e com um esfigmomanômetro de coluna de mercúrio (Oxigel ®, São Paulo, SP, Brasil), foram verificadas no repouso, imediatamente após os testes e no primeiro, terceiro e sexto minutos da recuperação. A reserva de FC (RFC) foi obtida de forma indireta pela fórmula: x100 (4), sendo a FCmax = 220 – idade. Análise dos gases A coleta dos gases respiratórios foi realizada durante o segundo TD6 e TSL, por meio de um analisador de gases modelo VO 2000 da MedGraphics ® (St Paul, MN, USA), por meio de um pneumotacógrafo de baixo fluxo bidirecional acoplado a uma máscara. Esse sistema mede microamostras dos gases expirados pelo método de coleta da média de três respirações. Os dados produzidos foram digitalizados para o computador, em tempo real, via porta serial, e plotados em gráficos para as seguintes variáveis selecionadas: – V E : volume de ar expirado em litros por minuto, expresso em body temperature pressure saturated (BTPS); – VO 2 : volume de oxigênio consumido em litros por minuto, expresso em standard temperature and pressure dry (STPD); e – VCO 2 : produção de gás carbônico consumido em litros por minuto, expresso em STPD. Para o cálculo da RV E e RVO 2 foram utilizadas as fórmulas citadas por Neder e Nery (4), além disso foi calculada a razão V E /VVM e VO 2 /VO 2 max. Antes dos testes os indivíduos permaneceram sentados para colocação da máscara facial e adaptação ao sistema. Após a estabilização das variáveis metabólicas e ventilatórias foram realizadas as coletas durante três minutos na postura ortostática (repouso) e durante todo o teste até o período de recuperação. Coleta e análise do lactato sanguíneo Foram coletadas amostras de sangue (25 µL) do lóbulo da orelha por meio de capilares de vidro heparinizados e calibrados para posterior determinação das concentrações de lactato no início (repouso) e ao fim (pico) do TD6 e TSL. O sangue foi depositado em Ependorfs, contendo 50 µl de fluoreto de sódio a 1%, o que contribuiu para evitar a continuidade da glicólise e provocar hemólise. Após as coletas do sangue, as amostras foram estocadas em freezer e posteriormente foram levadas ao laboratório para serem analisadas por meio do lactímetro YSI (Yellow Springs Inc., modelo 1500 Sport USA), e a determinação do lactato sanguíneo foi realizada pelo método eletroenzimático. Análise estatística Os resultados do estudo foram analisados pelo pacote estatístico Statistical Package for Social Sciences para Windows, versão 16.0 (SPSS Inc, Chicago, IL). A distribuição dos dados foi verificada pelo teste de normalidade de Shapiro-Wilk. Os dados foram expressos em médias ± desvios-padrões. Para a análise intertestes foi utilizado o teste t de Student pareado para todas as variáveis analisadas. O cálculo do poder amostral foi realizado pelo programa GraphPad StatMate 2.0 para Windows, baseado em um estudo piloto no desvio-padrão e na diferença das médias para todas as variáveis analisadas, correspondendo a um poder acima de 80%. O nível de significância adotado foi de 5%. Resultados As variáveis antropométricas e espirométricas estão apresentadas na, O tratamento medicamentoso manteve-se constante durante o período do estudo. Todos os indivíduos completaram com sucesso ambos os testes. Na análise intertestes, comparando-se as situações: basal do TD6 vs. basal do TSL; pico do TD6 vs. pico do TSL; e TD2 vs. pico do TSL, não se observou diferença significativa (p > 0,05) nas variáveis metabólicas (); ventilatórias ( e ); cardiovasculares ( e ) e Δ sensaηão de dispneia (). Quanto ao ΔFC e ao Δ fadiga nos MMII constataram-se valores significantemente maiores (p < 0,05) para o pico do TSL comparado ao TD2, conforme demonstrado na, Constatou-se dessaturação em todos os testes submáximos realizados. Da amostra total, seis indivíduos apresentaram dessaturação de oxigênio no TD6 e cinco, no TSL. Não foi administrada a suplementação de oxigênio durante os testes funcionais submáximos conforme descrito na metodologia (7).

  1. Não houve relatos de sintomas (mal-estar, síncope, dor precordial) espontaneamente pelos indivíduos durante os testes.
  2. Fortes correlações positivas estatisticamente significantes (p < 0,004) foram observadas entre o VO 2, ΔFC e os desempenhos fνsicos no TD2 e TD6 (r = 0,86; r = 0,86 e r = 0,90, respectivamente), e entre os desempenhos físicos no TD6 e TSL (r = 0,73; p < 0,01) e entre o TD2 e TSL (r = 0,64; p < 0,04).
  3. Discussão

Quanto à avaliação das variáveis metabólicas, ventilatórias, cardiovasculares e a dispneia entre os testes submáximos, infere-se que as respostas encontradas foram semelhantes, demonstrando demandas similares, porém constatou-se maior ΔFC e Δfadiga de MMII no TSL comparado ao TD2, nos indivνduos com DPOC.

  1. As fortes correlações positivas encontradas entre o VO 2, ΔFC e o nϊmero de subidas no degrau no TD2 e TD6, e entre os desempenhos físicos no TD6 e TSL, e no TD2 com o TSL, indicam que esses testes podem avaliar a capacidade funcional desses indivíduos.
  2. Há na literatura poucos estudos que tenham verificado as diferentes respostas metabólicas, ventilatórias, cardiovasculares e perceptuais durante o TD6 comparado a outros testes de campo em indivíduos com DPOC (7, 15, 16), porém não foram encontrados estudos comparando essas respostas com as do TSL e no TD2.

Quanto às variáveis metabólicas, ventilatórias, cardiovasculares (VO 2 /FC, RFC, ΔPAS e ΔPAD) e Δdispneia, nγo foram observadas diferenças significativas entre os testes, sugerindo estresse metabólico, ventilatório, cardiovascular e dispneia similares em magnitude, em razão da imposição de cargas de trabalho semelhantes, mostrando-se elevadas para esses pacientes (4), podendo ser utilizadas para avaliar a capacidade funcional submáxima dos indivíduos com DPOC.

Os maiores valores de ΔFC encontrados para o TSL comparado ao TD2 se traduzem em maior estresse cardiovascular, em razão das exigências metabólicas periféricas e as mudanças posturais envolvidas nesse teste. Entretanto, os testes realizados caracterizam-se como submáximos, o que pode ser melhor demonstrado pelas respostas das variáveis cardiovasculares (VO 2 /FC e RFC), em que atingiram 72,2%; 67,7%; e 72% da FC máxima, no TD6, TD2 e TSL, respectivamente.

Quanto ao Δfadiga de MMII, encontraram-se valores significativamente maiores no TSL que no TD2. Tal fato pode ser explicado pela utilizaηão dos membros inferiores simultaneamente, pela maior quantidade de massa muscular ativa na execução da atividade de sentar e levantar da cadeira em relação à atividade de subir e descer o degrau, além da diferença mecânica no movimento, o efeito da ação da gravidade e as mudanças posturais envolvidas, apesar de ambos se caracterizarem como testes estáticos, do teste do degrau envolver a cadeia cinética aberta e fechada e o TSL envolver apenas a cadeia fechada.

De acordo com os dados, observou-se aumento da V E /VVM de 20,4%, 29,2%; e 27,0% no TD2, TD6 e TSL, respectivamente; e da VO 2 /VO 2 máx de 32,0%; 46,6%; e 36,4%, caracterizando um exercício de intensidade moderada para os indivíduos com DPOC. Assim, sugere-se a utilização do TD2 para indivíduos com DPOC de obstrução grave e muito grave e TD6 para indivíduos com DPOC de obstrução leve a moderada.

Pela RFC, constatou-se diminuição de 14,4%; 19,0%; e 23,5% no TD2, TD6 e TSL, respectivamente, indicando que os testes realizados foram submáximos. Pasqualoto (23) constatou valores significativamente maiores de VO 2 no TD6 comparado ao TCP em cicloergômetro e TC6, e também no TCP, que no teste de cadeira (tempo de duração do teste de um minuto); a V E e a V E /VVM foram significativamente menores no TSL comparado ao TC6, TD6 e TCP; já o TCP apresentou estresse cardiovascular mais intenso que o TC6, TD6 e teste da cadeira; e os valores de VO 2 /FC foram menores no teste da cadeira comparando-se ao TC6 e TD6.

  1. Dal Corso et al.
  2. 7) encontraram valores metabólicos, ventilatórios, cardiovasculares e perceptuais significativamente maiores no TCP máximo comparado ao TCP submáximo e o TD6.
  3. Corroborando com os achados, Dal Corso et al.
  4. 7) não encontraram diferença significante entre o ΔSpO 2 do TD6 e dos testes cardiopulmonares máximo e submáximo realizados em indivíduos com doença pulmonar intersticial de obstrução leve a moderada; concluindo que o TD6 constitui-se em uma alternativa confiável para estimar a capacidade de exercício e o grau de dessaturação.

Ao contrário, Ozalevli et al. (8) encontraram valores de ΔSpO 2 significantemente maiores no TC6 que no teste da cadeira realizado nos indivíduos com DPOC, porém nesse último a duração do teste foi de um minuto; e concluíram que o teste da cadeira pode ser usado como método alternativo ao TC6 para avaliar a capacidade de exercício, mas não o grau de dessaturação.

Todavia, Montes de Oca et al. (16) constataram que o teste do degrau em indivíduos com DPOC demonstrou melhor relação com o consumo máximo de oxigênio e com a resposta cardíaca do que o TC6, sendo uma alternativa para avaliar a capacidade funcional máxima desses indivíduos, porém o teste do degrau não substitui a medição direta do consumo máximo de oxigênio do teste cardiopulmonar, pelo fato dos autores não terem avaliado as variáveis metabólicas e ventilatórias nesse teste.

Em relação à sensação de dispneia, não houve diferença significante entre os testes, demonstrando demandas perceptuais similares. Tais resultados corroboram com Puente-Maestu et al. (24), os quais observaram que a dispneia não aumentou de forma linear nos testes submáximos em cicloergômetro nas quatro intensidades de trabalho (isto é, 65%, 75%, 85% e 95% da taxa de trabalho incremental pico), assim como não apresentou diferença significante entre eles; e com Pasqualoto (23), que não observaram diferença entre o TD6 e teste da cadeira.

Ao contrário, Dal Corso et al. (7) encontraram maior dispneia e fadiga de MMII no TCP máximo comparado ao submáximo e ao TD6, em indivíduos com doença pulmonar intersticial; e Dreher et al. (25) encontraram que o teste de escada (subir uma escada de 44 degraus com 16 cm de altura localizada no hospital) resulta em maior hiperinsuflação pulmonar, maior produção de lactato sanguíneo e maior sensação de dispneia do que o TC6, em indivíduos com DPOC de obstrução grave e muito grave, demonstrando demanda metabólica elevada na sua execução; e Ozalevli et al.

(8) encontraram valores de Δdispneia maiores no TC6 que no teste da cadeira, sendo que nesse último a duração do teste foi de um minuto. Borel et al. (26) avaliaram a validade do stepper teste (sistema hidráulico, em que o indivíduo realiza o movimento de subida e descida) e concluíram que esse teste é uma opção similar ao TD6 em indivíduos com DPOC e jovens saudáveis, além de avaliar a mesma demanda cardiorrespiratória do TC6, porém o desempenho nesse teste não prediz o desempenho no TC6 e vice-versa.

Entretanto, Schnaider e Karsten (15) avaliaram indivíduos DPOC exacerbados hospitalizados por meio do TC6 e TD6 e observaram que as respostas cardiorrespiratórias e de percepção de esforço foram equivalentes em ambos os testes e que o desempenho do TD6 prediz o desempenho no TC6, podendo substituí-lo na falta de espaço adequado.

Quanto ao desempenho funcional no TD2 e no TSL, todos os indivíduos executaram os testes de maneira constante e sem interrupção, fato verificado por não observar diferença significativa entre eles; e a relação positiva significativa encontrada sugere que um teste do degrau com o tempo de dois minutos forneceria uma estimativa confiável da capacidade de exercício de indivíduos com DPOC de obstrução grave e muito grave, além de serem suficientes para provocarem alterações metabólicas, ventilatórias, cardiovasculares e perceptuais; resultados esses que corroboram com Dal Corso et al.

  • 7) e Hadeli et al.
  • 27) em estudos realizados com indivíduos com doença pulmonar intersticial, e Casas et al.
  • 1), que constataram que os oito indivíduos com DPOC moderada a grave pertencentes a seu estudo, orientados a subir a escada o mais rápido possível, atingiram aproximadamente 80% do VO 2 pico no final do primeiro minuto do teste de escada; sendo esse teste clinicamente útil para a população estudada.

A diferença significativa encontrada entre o desempenho funcional no TD6 e o TSL atribui-se ao seu tempo de execução. Também foi encontrada forte relação positiva entre o desempenho no TD6 com o TD2 e TSL, sugerindo utilizar o TD6 para estimar a capacidade de endurance da musculatura dos MMII e as limitações funcionais de indivíduos com DPOC de obstrução leve a moderado.

Características dos testes funcionais submáximos Comparado ao teste de caminhada de seis minutos, o TD6 envolve maior quantidade de grupos musculares, altos níveis de lactato sanguíneo, maiores requerimentos metabólico e ventilatório, além de apresentar maior impacto na ineficiência da exalação do gás carbônico, ou seja, maior volume de espaço morto/volume corrente em razão das diferenças na postura corporal, volumes pulmonares e/ou hemodinâmica central (28), podendo o mesmo ser dito para o TSL.

A razão pela escolha do tempo de teste de seis minutos para o TD6 foi baseada na validade do teste de caminhada de seis minutos, e de dois minutos para o TSL graças a um estudo piloto, no qual foi observado que os indivíduos não conseguiam realizar repetições de sentar e levantar da cadeira por mais de dois minutos, sendo assim essa justificativa para a escolha do tempo.

  • Não foi escolhido o tempo original de um minuto do TSL (8) por acreditarmos que seria um tempo insuficiente para o indivíduo atingir intensidade máxima dos sintomas e das respostas metabólicas, ventilatórias e cardiovasculares.
  • Outro aspecto importante foi o uso de um degrau simples de 20 cm de altura, pois degrau com altura inferior poderia fornecer um estresse metabólico insuficiente, isto é, os sujeitos necessitariam subir e descer o degrau o mais rápido possível, em uma velocidade ainda maior do que a executada no presente estudo, o que aumentaria o risco de quedas (7), e um degrau com altura superior poderia ser um instrumento difícil para indivíduos idosos com problemas de joelhos e quadril, apesar de tal fato fazer parte dos critérios de exclusão do estudo.

Implicações clínicas O TC6, considerado teste clínico de campo, necessita de um corredor com no mínimo 30 metros de comprimento e requer mais de um avaliador para a sua realização (9). Ao contrário, o TD6 requer apenas um degrau simples de 20 cm de altura, podendo ser portátil e realizado em qualquer local, até mesmo em uma sala de atendimento; e o TSL requer apenas uma cadeira de 46 cm (7) de altura, a qual pode ser encontrada até mesmo no domicílio do indivíduo.

  • Neste estudo, algumas limitações podem ser observadas, como a amostra composta unicamente por indivíduos do sexo masculino; a presença de indivíduos com DPOC de obstrução moderada; o TD6 e TSL vêm sendo utilizados para avaliar o desempenho funcional dos indivíduos com DPOC, mas ainda necessitam serem padronizados; além de não ter sido possível realizar um teste cardiopulmonar máximo e assim compará-lo com os testes executados, a fim de observar o desempenho dos indivíduos diante disso.
  • Conclusão
  • Os testes realizados e o TD2 foram submáximos e apresentaram respostas metabólicas, ventilatórias, cardiovasculares e dispneia similares nos indivíduos com DPOC, fornecendo informações do grau de comprometimento funcional e do metabolismo muscular, refletindo a disfunção metabólica, ventilatória e/ou periférica; e o TD2 mostrou-se uma alternativa sensível e confiável para avaliar as limitações funcionais dos indivíduos com DPOC de obstrução grave, apesar de na prática oferecer menor estresse cardiovascular e fadiga muscular comparando-se ao TSL, em razão das exigências metabólicas periféricas.
  • Recebido: 16/11/2010
  • Aprovado: 20/05/2011

: Teste do degrau e teste da cadeira: comportamento das respostas metábolo-ventilatórias e cardiovasculares na DPOC

Para que serve o teste de quadril?

Consiste na flexão e abdução das pernas da criança para a verificação da estabilidade do quadril e/ou existência de luxação (deslocamento de dois ou mais ossos em relação ao ponto de articulação normal).