Tracker 2021 Preço Tabela Fipe?

Qual o valor da tabela FIPE do Tracker 2021?

Tabela de preços Fipe Chevrolet Tracker 2021 –

Modelo Preço Código Fipe
Chevrolet Tracker Premier 1.0 Turbo (Aut) (Flex) R$118,336 004533-0
Chevrolet Tracker 1.0 Turbo (Flex) R$100,318 004521-7
Chevrolet Tracker LT 1.0 Turbo (Aut) (Flex) R$103,209 004522-5
Chevrolet Tracker 1.2 Turbo (Aut) (Flex) R$117,529 004524-1
Chevrolet Tracker LTZ 1.2 Turbo (Aut) (Flex) R$107,521 004523-3
Chevrolet Tracker Premier 1.2 Turbo (Aut) (Flex) R$121,275 004525-0
Chevrolet Tracker 1.0 Turbo (Aut) (Flex) (PCD) R$101,933 004526-8

Qual o preço da Tracker 1.2 turbo premier 2021?

Veículo Descrição – Alarme, Ar condicionado, Bancos de couro, Direção hidráulica, Limpador traseiro, Teto solar, Travas elétricas, Vidros elétricos, Câmera de Ré, Comando de Som no Volante|OFERTA IMPERDÍVEL: VEICULOS COM GARANTIA, FINANCIAMENTO COM ÓTIMAS TAXAS DE JUROS, Somos a Metronorte Chevrolet em Joinville SC, entre em contato AGORA com a nossa equipe online, negocie e saia de carro novo.

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Capacidade de Reboque: 0

Capacidade Tanque Combustível: 0

Combustível: Flex

Qual a tabela FIPE do Tracker 2023?

Tabela de preços Fipe Chevrolet Tracker 2023 –

Modelo Preço Código Fipe
Chevrolet Tracker LT 1.0 turbo (flex) (aut) R$114,209 004522-5
Chevrolet Tracker LTZ 1.0 Turbo 12V Flex Aut. R$124,051 004532-2
Chevrolet Tracker Premier 1.0 Turbo 12V Flex Aut. R$134,210 004533-0
Chevrolet Tracker 1.0 Turbo 12V Flex Aut. R$112,891 004526-8

Qual valor da Tracker 2017 Tabela Fipe?

Preço FIPE R$ 84.443.

Qual o valor de uma Tracker 2023?

R$ 147.900,00 TAXA 0% Câmera de Ré, MyLink, Transmissão Automática. Ano/Modelo: 2023/2023 Cidade: São Paulo | Publicada em: 07/11/2023 | Válida até: 14/11/2023 Solicite uma cotação

Wi-Fi Projeção da tela do smartphone sem o uso de cabo Bluetooth para até 2 celulares simultaneamente Integração com smartphones com sistema Android Auto 06 Airbags (frontais, laterais e de cortina) Alarme Anti-furto Ar-condicionado Assistente de partida em aclive Controle de estabilidade e tração Indicador de nível de vida de óleo Luz de condução diurna Regulagem de altura dos faróis Sistema de fixação de cadeiras para crianças (“Isofix”) e (“Top Tether”) Sistema de freios com ABS e sistema de distribuição de frenagem (“EBD”) Coluna de direção com regulagem em altura e profundidade Computador de bordo com informações de viagem, do veículo e consumo Direção Elétrica Progressiva Trava elétrica das portas com acionamento na chave Vidro elétrico nas portas com acionamento por “um toque”, anti esmagamento e fechamento/abertura automática pela chave Cobertura do porta-malas Banco traseiro bipartido e rebatível Chevrolet MyLink, com Tela LCD sensível ao toque de 8″, integração com smartphones através do Apple CarPlay via cabo, Radio AM/FM e Entrada USB Entrada USB dupla para o banco traseiro Conjunto de alto falantes – 6 unidades OnStar Controlador de velocidade de cruzeiro Transmissão automática de seis velocidades com opção de troca manual (modo de seleção de marcha eletrônico ERS) Grade frontal com detalhes cromados Maçanetas externas na cor do veículo Câmera de ré Easy Entry – Abertura das portas e alarme anti-furto através de sensor de aproximação na chave Easy Start – Partida sem chave Alerta de Ponto Cego Roda de Alumínio aro 17″ Sensor Crepuscular Sensor de Chuva com ajuste automático de intensidade Volante esportivo com revestimento premium e Controles de rádio e do celular Rack de teto na cor prata Espelhos retrovisores externos elétricos na cor do veículo com luz indicadora de direção integrada Monitoramento de pressão de pneus /Sensor de estacionamento traseiro Painel de Instrumentos 3,5″ digital TFT Colorido Alerta de Colisão Frontal Faróis dianteiros tipo projetor e Lanterna Traseira em LED Friso cromado dos vidros laterais Maçanetas internas cromadas Carregador sem fio* Espelho retrovisor interno eletrocrômico Teto solar elétrico panorâmico Frenagem automática de emergência em baixa velocidade Bancos com revestimento premium OBS: Versão não equipada com Easy Park – Sistema de Estacionamento Automático Sensor de estacionamento dianteiro, lateral

Detalhes Motor: 1.2 Turbo Flex 133cv Combustível: Flex Carroceria: SUV Tracker PREMIER 23/23 Cód: PDF, CH: R134781, Cor: Preto Ouro Negro. À Vista R$ 147.900,00 Condições para Taxa 0%: Entrada a partir de R$ 90.400,00 e saldo em 23x de R$ 1.332,00 mais parcela final de R$ 31.424,00.

Qual o consumo da Tracker 1.2 Turbo 2021?

O Chevrolet Tracker é um SUV compacto, baseado na plataforma do Onix, Neste artigo relacionamos nossas impressões ao dirigir da versão topo de gama, Premier, 1.2 Turbo, que tem preço, em janeiro de 2021, de R$ 126.190. O Tracker mede 4,27 metros de comprimento, 1,79 de largura e 2,57 metros de distância entre eixos. A altura é de 1,62 metros. O design é contemporâneo, com um ar premium graças à assinatura visual em LED do sistema de posicionamento diurno. Esta versão Premier é o topo de gama e vem muito completa: tem rodas de liga leve de 17 polegadas (montadas em pneus 215 / 55R17), faróis 100% LED, teto solar panorâmico (ausente na Premier 1.0 Turbo), barras no teto e spoiler na porta traseira. Há ainda apliques pretos nas laterais que reduzem visualmente a grande distância ao solo. Mas só visualmente, porque este SUV tem 18 cm de altura livre, entretanto, o defletor dianteiro está apenas 16cm, o que exige um cuidado em valas e entradas de edifícios. A competição que o Tracker 1.2 Premier enfrenta é sobretudo do T-Cross Highline, atualmente líder de mercado. Ambos, porém, oferecem apenas versões com tração FWD (dianteira). Interior O design da cabine é bem resolvido, com inseções de material macio na parte central do painel, neste caso em tonalidade azul, com costuras aparentes – o que contribui para empresar um ar de requinte, mesmo a estrutura do painel ser fundamentalmente de plástico rígido. A montagem é de boa qualidade, e em nosso teste de cerca de 1 semana não observamos ruídos de peças soltas. Quem, porém, vem do Tracker anterior, o produzido no México, observa uma redução em termos de materiais de acabamento. O Tracker anterior era vendido nos EUA, sendo, portanto, um modelo global, enquanto este novo Traker tem um foco maior em mercados emergentes. Em termos de ergonomia, este é um SUV que posiciona o motorista em um nível dos mais altos entre os seus concorrentes. Aparentemente é o que o motorista se sente mais elevado. E até por isso demora um pouco até se acostumar com tal posição. O assento do motorista tem ajuste de altura, mas mesmo no mais baixo, ainda assim o motorista fica muito alto. De qualquer forma, quanto mais alto melhor para a maior parte dos consumidores de SUV – então ele agrada muito grande parte dos consumidores. O cluster de instrumentos analógico à frente do motorista traz um computador de bordo completo, e que permite escolher quais informações serão exibidas, e alterar entre elas, sem tirar as mãos do volante, por meio dos comandos multifuncionais. Quando se fecha as portas, o Tracker aciona um sistema que abre a fresta da janela para permitir maior facilidade de fechamento evitando a resistência da pressão interna do ar. Com a fresta aberta temporariamente, a porta pode ser fechada com maior facilidade. Este modelo Premier 1.2 Turbo, topo de gama, conta com teto-solar panorâmico com acionamento elétrico, o que contribui para deixar a cabine ainda mais iluminada. No verão de Brasília (DF), essa claridade, associada à ausência de uma película protetora dos vidros, faz o ar-condicionado – automático com zona única de climatização – sofrer para refrigerar a cabine. Os bancos traseiros são generosos e há bom espaço. A ausência do túnel central melhora a habitalidade do passageiro central, e na parte inferior há duas portas USB. Fica faltando, porém, uma saída de ar-condicionado para o compartimento traseiro. No centro superior do painel destaque para a central de informação de entretenimento MyLink de nova geração, com tela sensível ao toque de oito polegadas, compatível com Apple CarPlay e Android Auto, por fio. Essa unidade conta ainda com conexão WiFi com chip de dados próprio, que oferece a possibilidade de conectar até sete dispositivos móveis. E o Tracker traz ainda o sistema de suporte online OnStar, tudo de série. O porta-malas comporta 393 litros – que se não é o melhor da categoria (HR-V e Kicks têm mais de 430 litros, o T-Cross chega a 427 litros com bancos traseiros ajustado para a vertical) – tem um bom volume e disposição. Há um sistema de iluminação, e o revestimento inteiro de carpete, com um tapete de borracha sob medida na parte inferior. Sob o assoalho há um estepe temporário, que permite rodar com o carro a até 80 km/h. Caso se necessite de mais espaço, o Tracker permite que encostos dos bancos traseiros sejam rebatidos um terço ou dois terços, atingindo um volume máximo de 1.278 litros. Segurança O Chevrolet Tracker deriva da plataforma do Onix e Onix Plus que brilharam no teste do Latin NCAP, ambos com 10 estrelas (5 para passageiros adultos e 5 para crianças) e ainda o Advanced Awar d conferido aos modelos que protegem o pedestre em caso de colisão. Esse modelo, devido à pandemia, ainda não foi testado, mas a julgar pela gama de recursos de segurança ativa e passiva, é provável que repita o excelente resultado de Onix e Onix Plus. Em termos de itens de segurança, o Tracker traz de série controle controle de estabilidade (ESP), seis airbags, ABS com EBD, controle de tração e âncoras Isofix. Isso em todas as versões. Este modelo Premier, topo de gama, conta ainda com alerta de ponto cego, alarme de risco de colisão, frenagem autônoma de emergência e indicador de pressão dos pneus. O ponto negativo é o sistema de freios, que, na traseira, conta com sistema a tambor, e não a disco, como existia no Tracker mexicano, Mecânica O motor estrou no Tracker em 2020, sendo um três cilindros, derivado do motor 1.0 Turbo Flex do Onix, porém com cilindrada aumentada para 1.2L. Em relação ao Onix Plus 1.0 Turbo Automático Midnight que testamos no mês passado, o torque 25% superior compensa o peso adicional do SUV, tornando este modelo tão ou mais ágil que o Onix 1.0 Turbo. O motor está bem harmonizado com a transmissão automática de seis marchas, de engates suaves e funcionamento silencioso. Não existem seletores de trocas de marcha no volante, e não faz falta, já que a ampla disponibilidade de torque em qualquer regime torna esse Tracker muito “leve” de acelerador, ágil e responsivo. Claro que por se tratar de um motor 1.2, ele não tem a mesma suavidade de um quatro cilindros, e tem o ruído característico desses motores, especialmente quando abastecido com etanol, ou quando ainda está frio. Quando atinge a temperatura normal de funcionamento, ele passa a vibrar menos e mostra maior suavidade. A suspensão filtra muito bem as imperfeições do piso, e os 15,7 cm de altura livro do solo, apesar de relativamente reduzidos para um SUV, permite trânsito em pisos de baixa qualidade, valetas e lombadas sem raspar. Deve-se, porém, tomar cuidado com o spoile r dianteiro um pouco baixo. O motor 1.2L empurra esse SUV com competência. Segundo dados da GM, acelera de 0 a 100 km/h em 9,5 segundos (10,2 segundos com gasolina), e atinge velocidade máxima de 185 km/h (182 km/h com gasolina). O consumo, segundo o INMETRO, é de 11,2 Km/l de gasolina em cidade, chegando a 13,5 km/l em estrada. Com etanol cai para 7,7 km/l em cidade, e 9,4 km/l em estrada. No nosso percurso urbano, com gasolina, em Brasília (DF), o computador de bordo marca 10,5 km/l de consumo médio. Na média, segundo dados do INMETRO, é mais econômico que seus principais concorrentes, conforme tabela comparativa abaixo.

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Modelo Etanol Gasolina Média
Cidade Estrada Cidade Estrada
Novo Tracker 1.2T AT6 7,7 9,4 11,2 13,5 12,2
VW T-Cross 200 TSI A/T 7,6 9,5 11,0 13,5 12,1
Honda HR-V CVT 7,7 8,6 11,0 12,3 11,6
VW T-Cross 250 TSI A/T 7,7 9,3 9,3 13,2 11,1
Jeep Renegade 1.8 A/T 6,9 8,6 10,0 12,0 10,9
Hyundai Creta 1.6 A/T 7,1 8,2 10,1 11,3 10,6

O câmbio opera suave em “D” (Drive), e conta ainda com a posição “L”, que mantém o câmbio em marchas mais baixas para situações de tração mais desafiadoras. Andando em estrada a 120 km/h, o motor opera a 2.000 rpm – tornando a cabine muito silenciosa. Mas mesmo assim é um carro estável, e os freios operam bem (mesmo sem o disco traseiro) – o que é justificável pelo fato de que este Traker é cerca de 100 kg mais leve que o anterior. Outro aspecto muito interessante são os sistemas de auxílio à condução. O auxiliar de ponto cego ajuda muito em transito fluído, informando sobre a existência de carros fora do campo de visão do motorista, e o alerta de colisão com frenagem autônoma garante que não haverá aquelas pequenas batidas de trânsito em cidade, já que o sistema opera automaticamente no caso de motorista distraídos. Preço

Modelo Preço
Hyundai Creta Prestige 2.0 A/T R$111.990
Tiggo 5X TXS R$114.990
Tracker Premier 1.2T A/T R$126.190
Jeep Renegade Limited 1.8 A/T R$127.290
T-Cross Highline 1.4T A/T R$129.600
Honda HR-V Touring CVT R$148.800

Conclusão O Chevrolet Tracker 1.2 Turbo Premier Flex é um competidor de peso no segmento de compactos, já se destacando nos rankings de vendas. Os pontos altos são mecânica e recursos completos de segurança. O design agrada, é imponente, especialmente nesta versão com teto-solar, estribos laterais e escapamento duplo na traseira, conferindo ao Tracker um aspecto mais premium. No interior, destaque para a central multimídia completa, com tela de boa visualização e o sistema Wi-Fi de distribuição de internet. Apesar de ter alguns downdrade´s em termos de acabamento em relação ao Traker anterior, este é claramente mais adequado à realidade brasileira, em termos de espaço e de adequação mecânica.

Qual consumo da Tracker 2021 1.2 Turbo?

Teste: Chevrolet Tracker Premier 1.2 turbo 2023 amadureceu para ser líder Desde que foi lançado em 2020, o Chevrolet Tracker passou por uma fase difícil. Começou com a pandemia que limitou suas vendas com as concessionárias fechadas. Depois, longos meses sem produção pela falta de componentes.

  • Não que 2022 tenha sido fácil, mas ao menos ele fechou o ano como o SUV compacto mais vendido do Brasil, desbancando o VW T-Cross nessa briga particular.
  • O Chevrolet Tracker Premier 1.2 turbo é a única versão com este motor mais potente e que agora está na picape,
  • Tem um pacote de equipamentos completo, com direito a teto-solar panorâmico, alerta de ponto-cego, assistente de estacionamento e alerta de colisão com frenagem automática, e um preço até que competitivo entre os mais completo, pouco acima dos R$ 160 mil.

Não é pouco, mas menos que muitos. O Tracker nunca foi meu SUV compacto favorito. Principalmente por uma suspensão barulhenta e respostas estranhas do motor e câmbio, meu primeiro contato com ele logo em seu lançamento não me deixou com uma boa impressão.

Pouco mais de dois anos depois, resolvi que era hora de ter um novo contato com ele. Já tinha percebido isso no Onix e Onix Plus e não foi diferente com o Tracker. Mesmo que sem mudanças visuais, dá para perceber que o Tracker amadureceu e foi melhorado com o passar dos anos. Ainda não é meu SUV favorito, porém melhorou muito do que era em 2020.

Neste ano, passou por mudanças no motor 1.2 turbo pelas novas normas de emissões e consumo. Primeira percepção é que a melhorou a questão do turbolag do 1.2 turbo. A demora para acordar ficou bem mais sensível e muito melhor que o 1.0 turbo que está nas outras versões – por questão de impostos, a montadoras adotam o 1.0 mesmo em SUVs compactos, já não tão leves quanto hatches.

A falta da injeção direta ainda cria um espaço de tempo entre acelerar e realmente perceber que o Tracker desenvolve velocidade, mas é melhor que os 1.0 turbo até da concorrência nesse ponto. Fizemos o teste do Tracker 1.2 turbo com gasolina, como foi feito seu primeiro teste instrumentado em 2020, logo após o lançamento.

Na comparação entre anos, temos uma melhora na aceleração: de 10,4 segundos para 9,3 segundos no 0 a 100 km/h, uma diferença considerável. Na arrancada, até os 60 km/h, uma melhora de 0,5 segundo, além de melhores retomadas. Veja a tabela abaixo a comparação:

Tracker 1.2T 2020 Tracker 1.2T 2022
0 a 60 km/h 4,6 s 4,1 s
0 a 80 km/h 7,1 s 6,3 s
0 a 100 km/h 10,4 s 9,3 s
40 a 100 km/h 7,8 s 7,2 s
80 a 120 km/h 7,3 s 6,7 s
Consumo urbano (G) 10,5 km/litro 9,6 km/litro
Consumo rodoviário (G) 14,0 km/litro 15,1 km/litro

Não temos uma mudança de potência e torque: ainda são os 132/133 cv e 19,4/21,4 kgfm. A transmissão é automática de 6 marchas, mas é perceptível que está recalibrada, com menos trancos e reduções desnecessárias, aproveitando melhor o torque de baixa. Isso faz uma boa diferença no uso diário e nas retomadas, algo que na prática significa melhores ultrapassagens, por exemplo.

O Tracker 1.2 turbo perdeu o start/stop com o tempo. Isso e outros fatores da recalibração levaram o consumo de 10,5 km/litro para 9,6 km/litro com gasolina. Em compensação, essa agilidade que vimos nos números de teste nos deram um Tracker melhor na estrada, com menos reduções, e consumo foi de 14 km/litro para 15,1 km/litro, também com gasolina.

A rotação baixa da 6ª marcha a 120 km/litro, abaixo das 2.500 rpm, ajudou bastante. A engenharia também melhorou a suspensão do Tracker com o tempo. Batidas secas quase não existem e as borrachas de coxins e buchas parecem aguentar mais as pancadas do dia a dia sem reclamar que os primeiros desta geração.

É um SUV bem confortável no uso, inclusive com uma direção elétrica que poderia ter mais peso em velocidades mais altas, mas longe de ser aquela caixa quase virtual que já vimos no passado em algumas marcas menos tradicionais. Derivado do Onix, o Tracker acaba sendo um pouco “prejudicado” no acabamento.

Usa bastante plástico rígido, como boa parte da sua concorrência, mas a aparência é simples para um carro deste nível. A versão Premier tenta melhorar isso com uma faixa em um material que imita couro no painel e com os bancos em um tom azul que divide opiniões.

  • Como sinal de economia, as portas traseiras não possuem acabamento em couro, como as dianteiras.
  • Por outro lado, seus 2.570 mm de entre-eixos oferece um bom espaço interno, na frente e no banco traseiro.
  • Ficou devendo uma saída de ar para a segunda fileira, que tem duas portas USB para recarga de smartphones.

No porta-malas, 393 litros de capacidade, bom dentro do segmento, mas não o maior – o Creta, por exemplo, tem 422 litros. Até a posição de dirigir e o próprio banco para o motorista é bem melhor que o do Onix, por exemplo, e está dentro da média dos SUVs em conforto para longas distâncias.

Na hora de ir comprar seu Tracker Premier, cuidado. Além de existir o Premier com o 1.0 turbo, o 1.2 turbo tem alguns pacotes – o problema de fornecimento de componentes fez a Chevrolet distribuir o que era de série como opcionais. O 1.2 turbo é o único com o teto-solar panorâmico, o que já ajuda a identificar na compra.

O Premier 1.2 mais barato custa R$ 156.490 e já tem monitor de pressão dos pneus, painel com a tela de 3,5″ colorida, faróis e lanternas em LEDs, carregador sem fio para smartphone, retrovisor interno fotocrômico, bancos em “couro”, alerta de colisão com frenagem automática, 6 airbags, controles de tração e estabilidade, sistema multimídia com tela de 8″ com Apple CarPlay por cabo, piloto automático, câmera de ré, alerta de ponto-cego, rodas de 17″, sensor de luz, sensor de chuva e chave presencial, entre os principais.

Não tem Bluetooth e espelhamento Android Auto até a versão de R$ 158.990. Como testado, o Tracker 1.2 turbo Premier mais completo custa R$ 160.590 e adiciona o ar-condicionado automático, espelhamento sem fios para Apple CarPlay e Android Auto, sistema de estacionamento automático e sensores dianteiros, laterais e traseiros.

Não é barato, mas é interessante se não quiser um 1.0 turbo como o Hyundai Creta Platinum (com teto-solar) de R$ 156.390, que não possui os assistentes de condução, o o VW T-Cross Comfortline 200TSi, de R$ 152.200 a R$ 161.770 se receber teto-solar e bancos em couro.

Em 2022, foram 70.806 unidades do Tracker vendidas, contra 65.341 do T-Cross e 62.651 do Creta. Como será essa briga em 2023? Com o Chevrolet mais maduro, tende a seguir assim, mas terá um T-Cross renovado em algum momento do próximo ano para esquentar isso. O Tracker mereceu isso, trabalhou pelo resultado, mas também está na hora de se renovar ou vai perder esse espaço.

Fotos: Mario Villaescusa (para o Motor1.com) Mais sobre o Tracker: : Teste: Chevrolet Tracker Premier 1.2 turbo 2023 amadureceu para ser líder

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Quanto custa a Tracker premier 2021?

Preço iCarros R$ 120.516.

Quanto custa o Tracker 2024?

Tracker LTZ 2024 SUV 1.0 Turbo Flex 116cv 0Km em São Paulo | Nova Chevrolet

Alerta de Colisão Frontal Alerta de ponto cego Bancos híbridos (tecido e revestimento premium) Frenagem automática de emergência em baixa velocidade Roda de liga leve aro 17″ com design exclusivo para a versão LTZ Volante esportivo com revestimento premium 06 Airbags (frontais, laterais e de cortina) Alarme Anti-furto Ar condicionado Assistente de partida em aclive Banco traseiro bipartido e rebatível Bluetooth para até 2 celulares simultaneamente Câmera de ré Chevrolet MyLink, com Tela LCD sensível ao toque de 8″, integração com smartphones através do Apple CarPlay e Android Auto, Radio AM/FM, e Entrada USB Cobertura do porta-malas Coluna de direção com regulagem em altura e profundidade Computador de bordo com informações de viagem, do veículo e consumo Conjunto de alto falantes – 6 unidades Controlador de velocidade de cruzeiro com comandos no volante Controle de estabilidade e tração Controles de rádio e do celular no volante Direção Elétrica Progressiva Easy Entry – Abertura das portas e alarme anti-furto através de sensor de aproximação na chave Easy Start – Partida sem chave Entrada USB dupla para o banco traseiro Espelhos retrovisores externos elétricos na cor do veículo Grade frontal com detalhes cromados Indicador de nível de vida de óleo Luz de condução diurna Maçanetas externas na cor do veículo Maçanetas internas na cor prata OnStar Painel de Instrumentos 3,5″ digital TFT Parachoques pintados na cor do veículo Projeção da tela do smartphone sem o uso de cabo Rack de teto na cor preta Sensor Crepuscular Sensor de estacionamento traseiro Sistema de fixação de cadeiras para crianças (“Isofix”) e (“Top Tether”) Sistema de freios com ABS e sistema de distribuição de frenagem (“EBD”) Transmissão automática de seis velocidades com opção de troca manual (modo de seleção de marcha eletrônico ERS) Trava elétrica das portas com acionamento na chave Vidro elétrico nas portas com acionamento por “um toque”, anti esmagamento e fechamento/abertura automática pela chave Wi-Fi

Detalhes

Motor: 1.0 Turbo Flex 116cv Combustível: Flex Carroceria: SUV

Tracker LTZ 1.0 Turbo 23/24 Cód: RFF, CH: B130472, Cor: Azul Eclipse. Valor à vista R$ 134.900,00. Condições para TAXA 0%: Entrada de R$ 81.700,00 mais 23x de R$ 1.840,00 + Parcela final de R$ 16.010,00. Taxas a partir de 0% a.m e 0,001% a.a. CDC TCC IOF Registro de contrato não inclusos.

Qual o valor de um Tracker zero?

No sedã, o preço à vista é de R$ 104.790, enquanto o financiamento inclui entrada de 50% (R$ 52.860) e 36 prestações mensais e consecutivas de R$ 1.512,85, com taxa de juros a partir de 0,00% a.m.

Qual o preço da Tracker 2024 Premier?

R$ 157.900,00 TAXA 0% Ar Condicionado, Direção Elétrica, MyLink. Ano/Modelo: 2023/2024 Cidade: São Paulo | Publicada em: 07/11/2023 | Válida até: 14/11/2023 Solicite uma cotação

Ar-condicionado digital Bancos com revestimento premium Carregador sem fio* Easy Park – Sistema de Estacionamento Automático Espelho retrovisor interno eletrocrômico Espelhos retrovisores externos elétricos na cor do veículo com luz indicadora de direção integrada Faróis dianteiros tipo projetor em LED com luz auxiliar para manobras Friso cromado dos vidros laterais Lanterna em LED Maçanetas internas cromadas Monitoramento de pressão de pneus Rack de teto na cor prata Regulagem de altura dos faróis Sensor de Chuva com ajuste automático de intensidade Sensor de estacionamento dianteiro, lateral e traseiro Teto solar elétrico panorâmico 06 Airbags (frontais, laterais e de cortina) Alarme Anti-furto Alerta de Colisão Frontal Alerta de Ponto Cego Assistente de partida em aclive Banco traseiro bipartido e rebatível Bluetooth para até 2 celulares simultaneamente Câmera de ré Chevrolet MyLink, com Tela LCD sensível ao toque de 8″, integração com smartphones através do Apple CarPlay e Android Auto, Radio AM/FM, e Entrada USB Cobertura do porta-malas Coluna de direção com regulagem em altura e profundidade Computador de bordo com informações de viagem, do veículo e consumo Conjunto de alto falantes – 6 unidades Controlador de velocidade de cruzeiro com comandos no volante Controle de estabilidade e tração Controles de rádio e do celular no volante Direção Elétrica Progressiva Easy Entry – Abertura das portas e alarme anti-furto através de sensor de aproximação na chave Easy Start – Partida sem chave Entrada USB dupla para o banco traseiro Frenagem automática de emergência em baixa velocidade Grade frontal com detalhes cromados Indicador de nível de vida de óleo Luz de condução diurna Maçanetas externas na cor do veículo OnStar Painel de Instrumentos 3,5″ digital TFT Colorido Parachoques pintados na cor do veículo Projeção da tela do smartphone sem o uso de cabo Roda de liga leve aro 17″ com design exclusivo para a versão PREMIER Sensor Crepuscular Sistema de fixação de cadeiras para crianças (“Isofix”) e (“Top Tether”) Sistema de freios com ABS e sistema de distribuição de frenagem (“EBD”) Transmissão automática de seis velocidades com opção de troca manual (modo de seleção de marcha eletrônico ERS) Trava elétrica das portas com acionamento na chave Vidro elétrico nas portas com acionamento por “um toque”, anti esmagamento e fechamento/abertura automática pela chave Volante esportivo com revestimento premium Wi-Fi

Detalhes Motor: 1.2 Turbo Flex 133cv Combustível: Flex Carroceria: SUV Tracker PREMIER 1.2 Turbo 23/24 Cód: RFG, CH: B143567, Cor: Azul Eclipse. Valor à vista R$ 157.900,00. Condições para TAXA 0%: Entrada de R$ 94.900,00 mais 24x de R$ 2.823,00. Taxas a partir de 0% a.m e 0,001% a.a.

Qual é o preço do Tracker 2015?

Preço FIPE R$ 68.949 Preço que representa a média de veículos no mercado nacional.

Qual é o valor do Tracker 2015?

Preço FIPE R$ 68.436 Preço que representa a média de veículos no mercado nacional.

Qual o valor de uma Tracker 2016?

Preço iCarros R$ 73.758.

Porque o Tracker saiu de linha?

Chamado localmente de Trax, o modelo sairá de linha em razão da idade avançada – quase 10 anos de mercado – e das vendas em forte queda.

Qual é o melhor modelo da Tracker?

Desde que foi lançado em 2020, o Chevrolet Tracker passou por uma fase difícil. Começou com a pandemia que limitou suas vendas com as concessionárias fechadas. Depois, longos meses sem produção pela falta de componentes. Não que 2022 tenha sido fácil, mas ao menos ele fechou o ano como o SUV compacto mais vendido do Brasil, desbancando o VW T-Cross nessa briga particular.

O Chevrolet Tracker Premier 1.2 turbo é a única versão com este motor mais potente e que agora está na picape Montana, Tem um pacote de equipamentos completo, com direito a teto-solar panorâmico, alerta de ponto-cego, assistente de estacionamento e alerta de colisão com frenagem automática, e um preço até que competitivo entre os mais completo, pouco acima dos R$ 160 mil.

Não é pouco, mas menos que muitos. O Tracker nunca foi meu SUV compacto favorito. Principalmente por uma suspensão barulhenta e respostas estranhas do motor e câmbio, meu primeiro contato com ele logo em seu lançamento não me deixou com uma boa impressão. Pouco mais de dois anos depois, resolvi que era hora de ter um novo contato com ele. Primeira percepção é que a Chevrolet melhorou a questão do turbolag do 1.2 turbo. A demora para acordar ficou bem mais sensível e muito melhor que o 1.0 turbo que está nas outras versões – por questão de impostos, a montadoras adotam o 1.0 mesmo em SUVs compactos, já não tão leves quanto hatches.

  • A falta da injeção direta ainda cria um espaço de tempo entre acelerar e realmente perceber que o Tracker desenvolve velocidade, mas é melhor que os 1.0 turbo até da concorrência nesse ponto.
  • Fizemos o teste do Tracker 1.2 turbo com gasolina, como foi feito seu primeiro teste instrumentado em 2020, logo após o lançamento.

Na comparação entre anos, temos uma melhora na aceleração: de 10,4 segundos para 9,3 segundos no 0 a 100 km/h, uma diferença considerável. Na arrancada, até os 60 km/h, uma melhora de 0,5 segundo, além de melhores retomadas. Veja a tabela abaixo a comparação:

Tracker 1.2T 2020 Tracker 1.2T 2022
0 a 60 km/h 4,6 s 4,1 s
0 a 80 km/h 7,1 s 6,3 s
0 a 100 km/h 10,4 s 9,3 s
40 a 100 km/h 7,8 s 7,2 s
80 a 120 km/h 7,3 s 6,7 s
Consumo urbano (G) 10,5 km/litro 9,6 km/litro
Consumo rodoviário (G) 14,0 km/litro 15,1 km/litro

Não temos uma mudança de potência e torque: ainda são os 132/133 cv e 19,4/21,4 kgfm. A transmissão é automática de 6 marchas, mas é perceptível que está recalibrada, com menos trancos e reduções desnecessárias, aproveitando melhor o torque de baixa. Isso faz uma boa diferença no uso diário e nas retomadas, algo que na prática significa melhores ultrapassagens, por exemplo.

O Tracker 1.2 turbo perdeu o start/stop com o tempo. Isso e outros fatores da recalibração levaram o consumo de 10,5 km/litro para 9,6 km/litro com gasolina. Em compensação, essa agilidade que vimos nos números de teste nos deram um Tracker melhor na estrada, com menos reduções, e consumo foi de 14 km/litro para 15,1 km/litro, também com gasolina.

A rotação baixa da 6ª marcha a 120 km/litro, abaixo das 2.500 rpm, ajudou bastante. A engenharia também melhorou a suspensão do Tracker com o tempo. Batidas secas quase não existem e as borrachas de coxins e buchas parecem aguentar mais as pancadas do dia a dia sem reclamar que os primeiros desta geração. É um SUV bem confortável no uso, inclusive com uma direção elétrica que poderia ter mais peso em velocidades mais altas, mas longe de ser aquela caixa quase virtual que já vimos no passado em algumas marcas menos tradicionais.

  1. Derivado do Onix, o Tracker acaba sendo um pouco “prejudicado” no acabamento.
  2. Usa bastante plástico rígido, como boa parte da sua concorrência, mas a aparência é simples para um carro deste nível.
  3. A versão Premier tenta melhorar isso com uma faixa em um material que imita couro no painel e com os bancos em um tom azul que divide opiniões.

Como sinal de economia, as portas traseiras não possuem acabamento em couro, como as dianteiras. Por outro lado, seus 2.570 mm de entre-eixos oferece um bom espaço interno, na frente e no banco traseiro. Ficou devendo uma saída de ar para a segunda fileira, que tem duas portas USB para recarga de smartphones. No porta-malas, 393 litros de capacidade, bom dentro do segmento, mas não o maior – o Creta, por exemplo, tem 422 litros.

  • Até a posição de dirigir e o próprio banco para o motorista é bem melhor que o do Onix, por exemplo, e está dentro da média dos SUVs em conforto para longas distâncias.
  • Na hora de ir comprar seu Tracker Premier, cuidado.
  • Além de existir o Premier com o 1.0 turbo, o 1.2 turbo tem alguns pacotes – o problema de fornecimento de componentes fez a Chevrolet distribuir o que era de série como opcionais.

O 1.2 turbo é o único com o teto-solar panorâmico, o que já ajuda a identificar na compra. O Premier 1.2 mais barato custa R$ 156.490 e já tem monitor de pressão dos pneus, painel com a tela de 3,5″ colorida, faróis e lanternas em LEDs, carregador sem fio para smartphone, retrovisor interno fotocrômico, bancos em “couro”, alerta de colisão com frenagem automática, 6 airbags, controles de tração e estabilidade, sistema multimídia com tela de 8″ com Apple CarPlay por cabo, piloto automático, câmera de ré, alerta de ponto-cego, rodas de 17″, sensor de luz, sensor de chuva e chave presencial, entre os principais.

Não tem Bluetooth e espelhamento Android Auto até a versão de R$ 158.990. Como testado, o Tracker 1.2 turbo Premier mais completo custa R$ 160.590 e adiciona o ar-condicionado automático, espelhamento sem fios para Apple CarPlay e Android Auto, sistema de estacionamento automático e sensores dianteiros, laterais e traseiros.

Não é barato, mas é interessante se não quiser um 1.0 turbo como o Hyundai Creta Platinum (com teto-solar) de R$ 156.390, que não possui os assistentes de condução, o o VW T-Cross Comfortline 200TSi, de R$ 152.200 a R$ 161.770 se receber teto-solar e bancos em couro.

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Em 2022, foram 70.806 unidades do Tracker vendidas, contra 65.341 do T-Cross e 62.651 do Creta. Como será essa briga em 2023? Com o Chevrolet mais maduro, tende a seguir assim, mas terá um T-Cross renovado em algum momento do próximo ano para esquentar isso. O Tracker mereceu isso, trabalhou pelo resultado, mas também está na hora de se renovar ou vai perder esse espaço.

Fotos: Mario Villaescusa (para o Motor1.com) Mais sobre o Tracker:

Qual o modelo da Tracker mais econômico?

Tracker ficou mais econômico com etanol No Tracker 1.0 turbo automático, o consumo melhorou de 7,7 km/l na cidade e 9,6 km/l na estrada, para 7,8 km/l e 9,7 km/l, respectivamente. Os valores foram obtidos com etanol. Mas o uso urbano também teve alteração com gasolina: foi de 13,4 km/l para 13,6 km/l.

Qual o valor do Tracker 1.0 Turbo 2021?

Preço iCarros R$ 104.217.

Qual a versão do Tracker mais vendida?

Com o sucesso dos SUVs compactos no Brasil, cada vez fica mais claro o mercado brasileiro está pouco se lixando para versões de entradas dos carros e modelos baratos. Comprovando isso, a Chevrolet revelou o mix de vendas do Tracker por aqui durante a apresentação das novas versões RS e Midnight e o resultado surpreendeu.

  1. Com 40% das vendas totais do Chevrolet Tracker no Brasil, a versão topo de linha Premier é a preferida entre os consumidores.
  2. A marca não deixou claro se a maior parcela das compras era feita com o Premier 1.0 (recentemente aposentado em favor do RS) ou no modelo com motor 1.2 turbo.
  3. Contudo, a julgar pela aposentadoria do Premier mais barato, é bastante provável que o Tracker Premier 1.2 fosse o dominante.

Hoje, a variante topo de linha custa R$ 162.650 e é a mais vendida da gama. Em segundo lugar vem o Tracker LTZ de R$ 144.090. Nessa configuração, que é R$ 18.560 mais barata que a Premier, ele tem 30% do mix de vendas. Chevrolet Tracker Midnight

Qual o consumo da Tracker 1.2 turbo Premier?

Teste: Chevrolet Tracker Premier 1.2 turbo 2023 amadureceu para ser líder Desde que foi lançado em 2020, o Chevrolet Tracker passou por uma fase difícil. Começou com a pandemia que limitou suas vendas com as concessionárias fechadas. Depois, longos meses sem produção pela falta de componentes.

Não que 2022 tenha sido fácil, mas ao menos ele fechou o ano como o SUV compacto mais vendido do Brasil, desbancando o VW T-Cross nessa briga particular. O Chevrolet Tracker Premier 1.2 turbo é a única versão com este motor mais potente e que agora está na picape, Tem um pacote de equipamentos completo, com direito a teto-solar panorâmico, alerta de ponto-cego, assistente de estacionamento e alerta de colisão com frenagem automática, e um preço até que competitivo entre os mais completo, pouco acima dos R$ 160 mil.

Não é pouco, mas menos que muitos. O Tracker nunca foi meu SUV compacto favorito. Principalmente por uma suspensão barulhenta e respostas estranhas do motor e câmbio, meu primeiro contato com ele logo em seu lançamento não me deixou com uma boa impressão.

  • Pouco mais de dois anos depois, resolvi que era hora de ter um novo contato com ele.
  • Já tinha percebido isso no Onix e Onix Plus e não foi diferente com o Tracker.
  • Mesmo que sem mudanças visuais, dá para perceber que o Tracker amadureceu e foi melhorado com o passar dos anos.
  • Ainda não é meu SUV favorito, porém melhorou muito do que era em 2020.

Neste ano, passou por mudanças no motor 1.2 turbo pelas novas normas de emissões e consumo. Primeira percepção é que a melhorou a questão do turbolag do 1.2 turbo. A demora para acordar ficou bem mais sensível e muito melhor que o 1.0 turbo que está nas outras versões – por questão de impostos, a montadoras adotam o 1.0 mesmo em SUVs compactos, já não tão leves quanto hatches.

  • A falta da injeção direta ainda cria um espaço de tempo entre acelerar e realmente perceber que o Tracker desenvolve velocidade, mas é melhor que os 1.0 turbo até da concorrência nesse ponto.
  • Fizemos o teste do Tracker 1.2 turbo com gasolina, como foi feito seu primeiro teste instrumentado em 2020, logo após o lançamento.

Na comparação entre anos, temos uma melhora na aceleração: de 10,4 segundos para 9,3 segundos no 0 a 100 km/h, uma diferença considerável. Na arrancada, até os 60 km/h, uma melhora de 0,5 segundo, além de melhores retomadas. Veja a tabela abaixo a comparação:

Tracker 1.2T 2020 Tracker 1.2T 2022
0 a 60 km/h 4,6 s 4,1 s
0 a 80 km/h 7,1 s 6,3 s
0 a 100 km/h 10,4 s 9,3 s
40 a 100 km/h 7,8 s 7,2 s
80 a 120 km/h 7,3 s 6,7 s
Consumo urbano (G) 10,5 km/litro 9,6 km/litro
Consumo rodoviário (G) 14,0 km/litro 15,1 km/litro

Não temos uma mudança de potência e torque: ainda são os 132/133 cv e 19,4/21,4 kgfm. A transmissão é automática de 6 marchas, mas é perceptível que está recalibrada, com menos trancos e reduções desnecessárias, aproveitando melhor o torque de baixa. Isso faz uma boa diferença no uso diário e nas retomadas, algo que na prática significa melhores ultrapassagens, por exemplo.

  • O Tracker 1.2 turbo perdeu o start/stop com o tempo.
  • Isso e outros fatores da recalibração levaram o consumo de 10,5 km/litro para 9,6 km/litro com gasolina.
  • Em compensação, essa agilidade que vimos nos números de teste nos deram um Tracker melhor na estrada, com menos reduções, e consumo foi de 14 km/litro para 15,1 km/litro, também com gasolina.

A rotação baixa da 6ª marcha a 120 km/litro, abaixo das 2.500 rpm, ajudou bastante. A engenharia também melhorou a suspensão do Tracker com o tempo. Batidas secas quase não existem e as borrachas de coxins e buchas parecem aguentar mais as pancadas do dia a dia sem reclamar que os primeiros desta geração.

  1. É um SUV bem confortável no uso, inclusive com uma direção elétrica que poderia ter mais peso em velocidades mais altas, mas longe de ser aquela caixa quase virtual que já vimos no passado em algumas marcas menos tradicionais.
  2. Derivado do Onix, o Tracker acaba sendo um pouco “prejudicado” no acabamento.

Usa bastante plástico rígido, como boa parte da sua concorrência, mas a aparência é simples para um carro deste nível. A versão Premier tenta melhorar isso com uma faixa em um material que imita couro no painel e com os bancos em um tom azul que divide opiniões.

Como sinal de economia, as portas traseiras não possuem acabamento em couro, como as dianteiras. Por outro lado, seus 2.570 mm de entre-eixos oferece um bom espaço interno, na frente e no banco traseiro. Ficou devendo uma saída de ar para a segunda fileira, que tem duas portas USB para recarga de smartphones.

No porta-malas, 393 litros de capacidade, bom dentro do segmento, mas não o maior – o Creta, por exemplo, tem 422 litros. Até a posição de dirigir e o próprio banco para o motorista é bem melhor que o do Onix, por exemplo, e está dentro da média dos SUVs em conforto para longas distâncias.

  • Na hora de ir comprar seu Tracker Premier, cuidado.
  • Além de existir o Premier com o 1.0 turbo, o 1.2 turbo tem alguns pacotes – o problema de fornecimento de componentes fez a Chevrolet distribuir o que era de série como opcionais.
  • O 1.2 turbo é o único com o teto-solar panorâmico, o que já ajuda a identificar na compra.

O Premier 1.2 mais barato custa R$ 156.490 e já tem monitor de pressão dos pneus, painel com a tela de 3,5″ colorida, faróis e lanternas em LEDs, carregador sem fio para smartphone, retrovisor interno fotocrômico, bancos em “couro”, alerta de colisão com frenagem automática, 6 airbags, controles de tração e estabilidade, sistema multimídia com tela de 8″ com Apple CarPlay por cabo, piloto automático, câmera de ré, alerta de ponto-cego, rodas de 17″, sensor de luz, sensor de chuva e chave presencial, entre os principais.

  • Não tem Bluetooth e espelhamento Android Auto até a versão de R$ 158.990.
  • Como testado, o Tracker 1.2 turbo Premier mais completo custa R$ 160.590 e adiciona o ar-condicionado automático, espelhamento sem fios para Apple CarPlay e Android Auto, sistema de estacionamento automático e sensores dianteiros, laterais e traseiros.

Não é barato, mas é interessante se não quiser um 1.0 turbo como o Hyundai Creta Platinum (com teto-solar) de R$ 156.390, que não possui os assistentes de condução, o o VW T-Cross Comfortline 200TSi, de R$ 152.200 a R$ 161.770 se receber teto-solar e bancos em couro.

Em 2022, foram 70.806 unidades do Tracker vendidas, contra 65.341 do T-Cross e 62.651 do Creta. Como será essa briga em 2023? Com o Chevrolet mais maduro, tende a seguir assim, mas terá um T-Cross renovado em algum momento do próximo ano para esquentar isso. O Tracker mereceu isso, trabalhou pelo resultado, mas também está na hora de se renovar ou vai perder esse espaço.

Fotos: Mario Villaescusa (para o Motor1.com) Mais sobre o Tracker: : Teste: Chevrolet Tracker Premier 1.2 turbo 2023 amadureceu para ser líder

Qual a velocidade máxima da Tracker 1.2 Turbo?

185 quilômetros por hora de velocidade.

Qual o consumo da Tracker 1.2 Turbo 2023?

Aceleração e consumo da Chevrolet Tracker 2023 – As quatros opções do Tracker que são 1.0 Turbo Flex Automático fazem de 0 a 100km/h em 10.9 segundos. Agora, a versão topo de linha, com seu motor 1.2 Turbo Flex e transmissão automática, atinge a marca de 0 a 100 km/h em 9.4 segundos.

  1. O que você acha desses números? As médias de consumo do Chevrolet Tracker para as versões 1.0 Turbo Automático são de 7,7 km/l e 11,2 km/l em perímetro urbano, quando abastecido com etanol e gasolina, respectivamente.
  2. Em perímetro rodoviário, o SUV faz médias de 9,5 km/l e 13,4 km/l, quando abastecido com etanol e gasolina, do mesmo modo.

Já o modelo 1.2 Turbo Flex Automático, possui médias de 7,2 km/l e 10,4 km/l na cidade, com etanol e gasolina como combustível, nessa ordem. Nas estradas, o carro entrega 9,2 km/l e 13,2 km/l, sendo abastecido com etanol e gasolina, da mesma maneira.

Quantos cv tem a Tracker 1.2 Turbo 2021?

Enquanto isso, o motor 1.2 turbo do novo Tracker tem 132/133 cv e 19,4/21,4 kgfm.