X Y Z Representam Tres Elementos Da Tabela?

X Y Z Representam Tres Elementos Da Tabela

Quantos elementos há na tabela?

A tabela periódica organiza os elementos químicos em ordem crescente de número atômico. Todos os 118 elementos químicos estão distribuídos ao longo de 18 grupos e sete períodos.

Qual é o primeiro elemento da tabela?

O hidrogênio (h) é o primeiro elemento da tabela periódica porque possui apenas 1 próton. Logo a direita do hidrogênio vem o hélio (He), com número atômico 2, depois vem o lítio (Li), com número atômico 3 e assim sucessivamente.

Como os elementos estão agrupados na tabela?

Classificação dos Elementos Químicos na Tabela Periódica Na Tabela Periódica atual, os elementos químicos são agrupados em quatro grupos principais segundo as suas propriedades físicas e químicas: metais, semimetais, ametais e gases nobres. O hidrogênio, entretanto, é um elemento estudado à parte de tais grupos, pois suas propriedades são distintas.

Metais: Os metais constituem a maior parte dos elementos da Tabela Periódica, representando dois terços deles, o que resulta em um total de 87. Alguns exemplos são a prata, ouro, cobre, zinco, ferro, alumínio, platina, sódio, potássio, entre outros.

  • Todos os elementos pertencentes a esse grupo possuem as seguintes propriedades principais:
  • – Brilho metálico; – São sólidos, com exceção do mercúrio, que é líquido em temperatura ambiente;
  • – Conduzem corrente elétrica;
  • – Conduzem calor;
  • – São maleáveis, formando lâminas; – São dúcteis, formando fios;
  • – Têm a tendência de perder elétrons e formar cátions.
  • Exemplos de metais

Ametais: São 11 elementos (carbono (C), nitrogênio (N), fósforo (P), oxigênio (O), enxofre (S) ( está na imagem abaixo ), selênio (Se), flúor (F), cloro (Cl), bromo (Br), iodo (I) e astato (At)) que possuem propriedades opostas às dos metais:

  1. – Não possuem brilho; – Não conduzem eletricidade;
  2. – Não conduzem calor; – Fragmentam-se;
  3. – Têm a tendência de ganhar elétrons e formar ânions.
  4. O enxofre é um ametal

Semimetais: São 7 elementos (boro (B), silício (Si) ( está na imagem abaixo ), germânio (Ge), arsênio (As), antimônio (Sb), telúrio (Te) e polônio (Po)) que possuem propriedades intermediárias aos metais e ametais: Não pare agora. Tem mais depois da publicidade 😉

  • – Apresentam brilho metálico; – Pouca condução de eletricidade;
  • – Fragmentam-se.
  • O silício é um semimetal

Gases nobres: São os elementos pertencentes à família 18 (VIIIA ou zero) da Tabela Periódica. Eles são hélio (He) – usado para encher balões como na imagem abaixo –, neônio (Ne), argônio (Ar), criptônio (Kr), xenônio (Xe) e radônio (Rn).

Eles são assim chamados porque além de serem gases em condições ambientes, eles possuem como principal característica a inércia química, sendo encontrados na natureza na forma isolada, sendo muito raro tê-los combinados com outros elementos. O gás hélio usado para encher balões é um gás nobre

Hidrogênio: O hidrogênio é diferente de qualquer outro elemento químico, pois não se enquadra em nenhum dos grupos mencionados. Por isso, em algumas tabelas, ele aparece na parte central acima. Na maioria das Tabelas Periódicas, ele vem na família 1 (família dos metais alcalinos), porque ele possui apenas um elétron em sua camada de valência, mas as suas propriedades não são semelhantes aos membros dessa família.

  1. O hidrogênio não pertence a nenhum grupo da Tabela Periódica
  2. Por Jennifer Fogaça
  3. Graduada em Química
  4. Aproveite para conferir nossas videoaulas relacionadas ao assunto:

Por Jennifer Rocha Vargas Fogaça : Classificação dos Elementos Químicos na Tabela Periódica

Quais são os elementos representativos da Tabela Periódica?

Elementos Representativos. Elementos Representativos da Tabela Entre as classificações de grupos que ocorrem na Tabela Periódica temos o grupo dos elementos representativos e o grupo dos elementos de transição. Sobre esses últimos você poderá ver mais detalhes no texto,

  1. Os elementos representativos, também chamados de elementos típicos ou característicos, são os mais estudados no Ensino Médio.
  2. De acordo com a notação mais antiga, esses elementos localizavam-se nas famílias identificadas pela letra “A”, que eram, respectivamente: IA, IIA, IIIA, IV A, VA, VIA, VIIA e VIIIA.

Porém, essa notação está ultrapassada. Hoje as famílias da Tabela Periódica são representadas somente por números, indo de 1 a 18, sendo que os elementos representativos compõem as famílias 1, 2 e 13 a 18. Os elementos representativos possuem o elétron mais energético no subnível s ou p, dependendo da família a que pertence. Veja cada uma:

Família 1 (Li, Na, K, Rb, Cs, Fr): Família dos metais alcalinos — palavra que vem do árabe alcali, que significa “cinza de plantas”, de onde principalmente o sódio e o potássio eram extraídos, Todos esses elementos possuem no subnível mais energético apenas 1 elétron (ns 1 ), O hidrogênio encontra-se nessa família porque ele possui um elétron na sua camada de valência, porém, suas características não se enquadram nesse e em nenhum outro grupo da Tabela Periódica.

  • Veja algumas configurações eletrônicas:
  • 11 Na: 1s 2 2s 2 2p 6 3s 1 ;
  • 19 K: 1s 2 2s 2 2p 6 3s 2 3p 6 4s 1 ;
  • 37 Rb: 1s 2 2s 2 2p 6 3s 2 3p 6 4s 2 3d 10 4p 6 5s 1,
  • Os metais alcalinos são sólidos, porém, macios; além disso, podem ser cortados com uma faca, mas são altamente reativos. Como é o caso do sódio, que explode violentamente ao ser colocado em contato com a água:
  • O sódio metálico é sólido e altamente reativo*

Família 2 (Be, Mg, Ca, Sr, Ba, Ra): Metais alcalinoterrosos, sendo que o termo “terroso” refere-se a “existir na terra”. Todos eles possuem dois elétrons no último nível e a configuração eletrônica termina em ns 2,Veja:

  1. 12 Mg: 1s 2 2s 2 2p 6 3s 2 ;
  2. 20 Ca: 1s 2 2s 2 2p 6 3s 2 3p 6 4s 2 ;
  3. 38 Sr: 1s 2 2s 2 2p 6 3s 2 3p 6 4s 2 3d 10 4p 6 5s 2,

Os mais importantes entre esses metais são o magnésio e o cálcio, sendo muito abundantes na natureza. Por exemplo, o cálcio está presente na forma de seus vários minerais, como o carbonato de cálcio do mármore e do calcário, e na gipsita ( sulfato de cálcio di-hidratado ) usada como gesso. Não pare agora. Tem mais depois da publicidade 😉

  • Família 13 (B, Al, Ga, In, Tl): Todos possuem três elétrons no último nível e a configuração eletrônica termina em ns 2 np 1. O alumínio é o mais importante deles, pois é bastante utilizado em estruturas e em objetos em vários setores da sociedade, tais como na construção civil, nos transportes (como em carrocerias de automóveis, embarcações, fuselagens de aviões e em aros de bicicletas), em eletroeletrônica, na indústria petroquímica e metalúrgica, em tampas de iogurte, frigideiras, papel alumínio e assim por diante.
  • Família 14 (C, Si, Ge, Sn, Pb): Todos possuem quatro elétrons no último nível e a configuração eletrônica termina em ns 2 np 2. O carbono é o mais importante porque ele é tetravalente, sendo capaz de formar quatro ligações com vários elementos, inclusive com ele próprio, formando as chamadas cadeias carbônicas. Em virtude da enorme quantidade de compostos do carbono, que são chamados de compostos orgânicos, criou-se um ramo na Química dedicado somente ao estudo dessas substâncias, a Química Orgânica.
  • Família 15 (N, P, As, Sb, Bi): Todos possuem cinco elétrons no último nível e a configuração eletrônica termina em ns 2 np 3, O nitrogênio forma o gás (N 2 ) mais abundante na atmosfera, possui grande importância para a manutenção da vida e é usado como gás refrigerante.
  • Família 16 (O, S, Se, Te, Po): Família dos calcogênios, palavra que significa “formadores de cobre”, porque os minérios de cobre contêm oxigênio ou enxofre que são elementos dessa família. Todos eles possuem 6 elétrons no último nível e a configuração eletrônica termina em ns 2 np 4, O oxigênio é o mais importante, estando presente em muitas reações importantes, como a fotossíntese e a respiração.
  • Família 17 (F, Cl, Br, I, At): Família dos halogênios, palavra que significa “formadores de sais”. Todos possuem sete elétrons no último nível e a configuração eletrônica termina em ns 2 np 5,
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O cloro é o mais importante, pois seus compostos são usados, por exemplo, na água, em estações de tratamento, e em piscinas tendo por objetivo desinfetar e manter a água limpa.

Família 18 (He, Me, Ar, Kr, Xe, Rn): Família dos gases nobres, Todos possuem oito elétr ons no último nível e a configuração eletrônica termina em ns 2 np 6, Eles são os únicos elementos encontrados, em sua forma isolada, estáveis na natureza.

* Crédito editorial da imagem: Autor: / Extraída de: : Elementos Representativos. Elementos Representativos da Tabela

Como fazer distribuição de elementos?

Para realizar a distribuição eletrônica de um elemento, através do Diagrama de Linus Pauling, o primeiro passo é identificar o número atômico na tabela periódica. Em seguida, percorrer as diagonais de acordo o modelo acima. Por fim, preencher os subníveis com a quantidade máxima de elétrons por camadas e subníveis.

O que são elementos de uma tabela?

Elementos da tabela. A tabela é composta dos seguintes elementos: Essenciais: título, cabeçalho e corpo (células, colunas e linhas). Complementar: rodapé (notas de tabela e fonte).

O que e tabela Quais são os elementos de uma tabela?

4 Tabelas, quadros e figuras T abelas quadros e figuras (fotos, gráficos, mapas, desenhos, plantas, gravuras) são representações ilustrativas na tese que servem para organizar e possibilitar a interpretação do trabalho desenvolvido, de forma clara e objetiva.

  • A escolha entre o uso de tabela ou gráfico está associada às características dos dados e ao objetivo a que se propõe, sendo recomendável priorizar o uso de tabelas, pois estas apresentam valores precisos.
  • Quando tabelas, gráficos e figuras forem transcritos de outros documentos (cópia direta), é necessária na indicação da fonte, a expressão “Extraído de:”.
  • Devem ser usadas tabelas: quando for importante apresentar valores precisos e não apenas tendências e, quando a quantidade de dados for muito grande, exigindo que os mesmos sejam sumarizados.
  • Certos tipos de dados, particularmente eventuais ou repetitivos, quando em pequenas quantidades, não precisam ser apresentados na forma de tabelas ou gráficos.
4.1 TABELAS

Tabela é a forma não discursiva de apresentação de informações, representadas por dados numéricos e codificações, dispostos em uma ordem determinada, segundo as variáveis analisadas de um fenômeno. Existem várias regras para a apresentação de tabelas, porém, essas não devem ser rígidas.

  1. Recomenda-se que a tabela:
  2. seja suficientemente completa para ser entendida, dispensando consulta ao texto;
  3. contenha somente os dados necessários ao seu entendimento;
  4. seja estruturada da forma mais simples e objetiva;
  5. inclua os dados logicamente ordenados e
  6. apresente dados, unidades e símbolos consistentes com o texto.
  7. Quanto à apresentação, as tabelas:
  8. podem ser intercaladas no texto, e imediatamente após o trecho em que são citadas pela primeira vez, de maneira que sua visualização tenha sentido normal de leitura;

podem ser apresentadas em anexo quando a quantidade de tabelas for grande ou quando ocupar mais de uma página, o que dificultaria a leitura do texto. Neste caso a parte inferior da tabela não é fechada (a não ser no seu final) com a indicação do termo ” continua ” no canto inferior da página.

  • devem ser alinhadas de acordo com as margens do texto. O espaço entre as tabelas e texto deve ser de duas entrelinhas;
  • devem preferencialmente ser apresentadas no mesmo tipo e tamanho de letras adotados no texto ou reduzidas até um limite que não prejudique a sua leitura. Nunca em tamanho maior que o texto;
  • não devem ter repetidos seus dados em gráficos ou figuras. Optar por um deles, sem perder de vista o que se quer comunicar, se os valores exatos ou aspecto visual;
  • devem apresentar todas as casas preenchidas;
  • podem ser apresentadas em duas ou mais partes, colocadas uma imediatamente abaixo da outra, separadas por traço horizontal duplo, no caso da existência de muitas colunas (excessiva largura);
  • podem ser feitas em duas partes, colocadas lado a lado, separadas por traço vertical duplo, quando forem construídas com poucas colunas (muito estreitas).

4.1.1 Elementos Essenciais da Tabela As tabelas são compostas por elementos essenciais representados pelo número, título, cabeçalho, colunas indicadoras e casas. Além desses elementos podem ser acrescidos outros complementares, como fontes e notas.

  1. Número
  2. O número só deve figurar quando houver mais de uma tabela;
  3. O número é precedido da palavra Tabela, ambos grafados em negrito, e localizados no topo da tabela;
  4. A numeração das tabelas deve ser seqüencial, indicada por algarismos arábicos;
  5. Sua menção no texto é obrigatória, na ordem em que é referida.
  6. Título
  7. Deve ser completo, conciso e claro, indicando todo o conteúdo da tabela;
  8. Deve ser apresentado na seguinte ordem: natureza do fato estudado (o quê), variáveis escolhidas para análise do fato (como), local (onde) e a época (quando) em que os fatos foram observados;
  9. O título da tabela é colocado na sua parte superior, grafado com letras minúsculas, respeitando as regras gramaticais do idioma, com espaçamento simples entre as linhas.
Exemplos:
Tabela – Número e proporção de docentes dos Programas de Pós-Graduação em Saúde Coletiva Brasil, segundo região geográfica, Brasil, 2002. Tabela 3 – Número de insetos capturados em domicílio, segundo espécie e tipo de captura, em Juquiá, Vale do Ribeira, SP, março a junho e setembro de 2002.

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  • Cabeçalho
  • Parte superior da tabela que indica o conteúdo das colunas.
  • Coluna indicadora
  • Espaço vertical que especifica o conteúdo das linhas.
  • Casa
  • Cruzamento de uma linha com uma coluna, onde são indicados os dados e informações.
  • Exemplo:
    Tabela – Número e proporção de docentes dos Programas de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da Capes*, segundo faixa etária, Brasil, 2002. * Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior

    Aspectos a considerar: deve ser evitado o uso de siglas e abreviaturas que não sejam de uso corrente; quando necessárias devem ser grafadas por extenso como nota na tabela; o cabeçalho deve ser centralizado na coluna, com a letra inicial da primeira palavra maiúscula.

    O uso de outras letras maiúsculas deve respeitar as regras gramaticais do idioma. É facultativo grafar o cabeçalho em negrito, desde que seja mantida uniformidade em todas as tabelas. a indicação de número no cabeçalho deve ser feita pela letra N, em maiúscula, já convencionado na literatura internacional.

    A indicação do número relativo deve ser feita pelo seu respectivo símbolo. Ex. % (porcento), ‰ (por mil);

    1. as expressões que totalizam os dados devem ser destacadas em negrito ou letras maiúsculas. Ex: Total, Subtotal, TOTAL;
    2. as informações da coluna indicadora devem ser alinhadas no canto esquerdo;
    3. os dados das casas ficam melhor centralizados nas colunas;

    os números decimais devem ser apresentados de forma homogênea em classes de até dois algarismos. A separação da parte inteira da decimal deve ser feita por vírgula. Ex.3,2 ou 3,22; 123,8 ou 123,79. nenhuma casa da tabela deve ficar em branco, apresentando sempre um número ou sinal, como:

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    – (hífen) quando o valor numérico é nulo;
    , (reticência) quando não se dispõe do dado. O dado é desconhecido;
    , (dois pontos) indica que não se aplica dado numérico;
    ? (interrogação) quando há dúvidas quanto à exatidão do valor numérico;
    § (parágrafo) confirma a veracidade da informação;
    x (letra x) quando o dado for omitido, a fim de evitar individualização da informação;
    0; 0,0; 0,00 (zero) quando o valor numérico é muito pequeno para ser expresso pela unidade utilizada. Se os valores são expressos em números decimais, acrescenta-se o mesmo número de casas decimais ao valor zero.

    o cabeçalho, a coluna indicadora e os totais devem ser limitados com traços horizontais e verticais (opcionais para totais). Não se empregam traços verticais e horizontais na separação das casas da tabela.4.1.2 Elementos Complementares da Tabela Além dos elementos essenciais podem ser acrescidos às tabelas elementos complementares, como fonte e notas.

    • o nome da instituição como fonte deve aparecer por extenso, ou de forma abreviada se conhecida nacional e internacionalmente;
    • caso a fonte consultada seja uma publicação, deve-se indicar a referência completa do documento, ou remeter à referência na listagem final da tese;
    • a palavra fonte deve ser grafada com a inicial maiúscula, seguida por dois pontos.
    Exemplos:
    1. Fonte: IBGE, 2004.
    2. Fonte: Monteiro 10, 2003.
    3. Fonte: Dados obtidos do Sistema de Informações RADIS, 2005.

    Notas e chamadas Referem-se aos esclarecimentos gerais ou específicos do conteúdo da tabela. São colocadas no rodapé da tabela logo abaixo da fonte.

    • as notas apresentam informações de natureza geral destinadas a conceituar ou esclarecer o conteúdo da tabela e a indicar a metodologia adotada na coleta e elaboração de dados. Cada nota deve ser indicada em linha própria, podendo ou não ser numerada ou identificada por símbolos gráficos;
    • as chamadas notas específicas servem para esclarecer minúcias em relação às casas, colunas ou linhas. São indicadas em algarismos arábicos ou símbolos gráficos;
    • A palavra “nota” deve ser grafada com a inicial maiúscula, seguida por dois pontos.
    Exemplos:
    Fonte: SUCEN, 2000. Notas: * A classe de insetos corresponde ao.

    1. ** Inclui 2 insetos capturados quando deixavam o domicilio.
    2. (1) Dado aproximado
    3. (2) Dado obtido somando-se o setor tal ao setor tal
    4. (3) 30 dias de captura

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    Exemplo: Tabela 12 – Distribuição da informação recuperada na BVS-SP * sobre dengue, por tipos de documentos e bases de dados. Extraído de: CASTRO, 2003 Notas: * Biblioteca Virtual em Saúde Pública engloba as seguintes bases de dados: Lilacs – Sistema BIREME AdSAÚDE – Rede Nacional de Administração em Saúde MS – Acervo da Biblioteca do Ministério da Saúde FSP – Acervo da Biblioteca da Faculdade de Saúde Pública ENSP – Acervo da Escola Nacional de Saúde Pública Repidisca – Rede Pan-Americana de Informação e Documentação em Engenharia Sanitária e Ciências do Ambiente Medline – Literatura internacional em Ciências da Saúde

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    4.2 QUADROS

    Os quadros são definidos como arranjo predominante de palavras dispostas em linhas e colunas, com ou sem indicação de dados numéricos. Diferenciam-se das tabelas por apresentarem um teor esquemático e descritivo, e não estatístico. A apresentação dos quadros é semelhante à das tabelas, exceto pela colocação dos traços verticais em suas laterais e na separação das casas.

    Exemplo:
    Quadro 10 – Principais bases de dados bibliográficas de interesse para a área de saúde pública disponíveis para acesso na Biblioteca da Faculdade de Saúde Pública da USP *, em 2014.

    Nome da base Instituição responsável/abrangência Indexa
    Lilacs BIREME (Sistema Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde) divulga a iteratura convencional e não-convencional em ciências da saúde, gerada na América Latina e Caribe. Década de 80 em diante
    Environmental Engineering Abstracts Literatura mundial nos aspectos tecnológicos do ar, solo, segurança ambiental, sustentabilidade. Artigos, livros, conferências, publicações governamentais.
    Medline National Library of Medicine (NLM), com resumos de artigos de periódicos em medicina e áreas afins. Artigos de periódicos.
    Sociological Abstracts Compilada pelo Sociological Abstracts Inc., apresenta resumos de diferentes tipos de documentos em sociologia e disciplinas correlatas. Livros, capítulos de teses, congressos e cerca de 5 mil periódicos.
    CAB Abstracts Conjunto de bases de dados produzido pela CABI (Commonwealth Agricultural Bureau International), com resumos em nutrição humana, tecnologia de alimentos, veterinária, ciências ambientais entre outras. Artigos de periódicos, livros, vídeos.
    ERIC Educational Resources Information Center produzida pela US Department of Education. Artigos, conferências, congressos, teses, documentos governamentais, material audiovisual.
    PubMed Inclui, além da base Medline, outros registros incluídos no Index Medicus (“Old Medline”).
    Scopus Base bibliográfica e de citação editada pela Elsevier nos diversos campos da ciência, área de medicina, ciências sociais, tecnologia. Artigos, livros, capítulos, conferências.
    PsycInfo Produzida pela American Psychological Association – APA. Campo da da psicologia e disciplinas relacionadas. Artigos, capítulos, teses.
    ISI/Web of Science Base bibliográfica e de citação produzida pelo Institute for Scientific Information (ISI) nas grandes áreas do conhecimento: ciência, ciências sociais, artes e humanidades.

    Disponível em: https://biblioteca.fsp.usp.br

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    4.3 FIGURAS

    Figura é a denominação genérica atribuída aos gráficos, fotografias, gravuras, mapas, plantas, desenhos ou demais tipos ilustrativos, quando presentes na tese. Quando a figura for representada apenas por gráficos, a denominação pode ser feita por esta palavra (gráfico).

    • Os gráficos representam dinamicamente os dados das tabelas, sendo mais eficientes na sinalização de tendências.
    • Deve-se optar por uma forma ou outra de representação dos dados, isto é, não utilizar tabela e gráfico para uma mesma informação.
    • O gráfico bem construído pode substituir de forma simples, rápida e atraente, dados de difícil compreensão na forma tabular.
    • A escolha do tipo de gráfico (barras, lineares, de círculos, entre outros) está relacionada ao tipo de informação a ser ilustrada. Sugere-se o uso de:

    Gráficos de linhas – para dados crescentes e decrescentes: as linhas unindo os pontos enfatizam movimento; Gráficos de círculos – usados para dados proporcionais; Gráficos de barras – para estudos temporais; dados comparativos de diferentes variáveis.

    Exemplo:
    Figura 9 – Distribuição dos registros da produção brasileira em saúde pública da base de dados Lilacs-SP * Brasil, por ano de publicação. Extraído de: CASTRO, 2003 * Literatura Latino-Americana em Ciências da Saúde, subconjunto Saúde Pública
    Figura 10 – Distribuição dos registros da produção científica brasileira indexada na base de dados AdSAÚDE, por tipos de documentos de 1990 a 2002. Extraído de: CASTRO, 2003

    4 Tabelas, quadros e figuras

    Qual é o elemento mais antigo?

    Ano Internacional da Tabela Periódica A Tabela Periódica de Elementos Químicos é uma das conquistas mais significativas da ciência, capturando a essência não só da química mas também da física, medicina, ciências da terra e biologia.1869 é considerado o ano em que Dmitri Mendeleev descobriu o Sistema Periódico, fazendo de 2019 o 150º aniversário da Tabela Periódica de Elementos Químicos.

    Por isso, a Assembleia Geral das Nações Unidas e a UNESCO proclamaram 2019 o “Ano Internacional da Tabela Periódica de Elementos Químicos”. Curiosidades da Tabela Periódica dos Elementos Químicos O que fez Mendeleev? Mendeleev começou por criar uma carta de papel para cada um dos 63 elementos conhecidos.

    De seguida, dispondo as cartas em linha por ordem crescente de massa atómica, e por coluna elementos com propriedades semelhantes, reparou que existia uma rede de relações verticais, horizontais e diagonais entre os elementos. Apesar de existirem buracos vazios, mantendo a lógica do sistema, a posição de um elemento permitia-lhe identificar quais as suas propriedades físico-químicas.

    • Postulou que os espaços em branco eram de elementos por descobrir – mas que poderia prever as suas propriedades por serem periódicas.
    • Acertou em sete dos oito que previu.
    • Dmitry Mendeleev morreu sem receber nenhum prémio Nobel.
    • No entanto, recebeu uma honra mais exclusiva: é um dos 15 cientistas que têm o nome atribuído a um elemento químico.

    O 1º elemento isolado em laboratório Há 350 anos, foi isolado e produzido em laboratório o primeiro elemento químico, o fósforo. O feito foi conseguido pelo alquimista alemão Henning Brand, que na expectativa de encontrar ouro concentrou e aqueceu a alta temperatura a própria urina.

    Como resultado o material queimou-se sob uma chama branca e luzidia. Brand chamou-lhe “Phosphorus”, que em latim significa o que dá luz. Em 1855 o fósforo passou a dar nome e função a um objecto que todos conhecemos, seu homónimo. No entanto, pela facilidade de combustão à mínima fricção, o elemento passou da ponta do palito para a lixa, onde se encontra numa versão mais estável para nossa segurança.

    Desde de Mendeleev que a Tabela Periódica se mantém igual? As descobertas dos elementos vêm desde a Pré-História, passando por todas as eras até aos dias de hoje. O último elemento a ser descoberto foi o Tenesso, de símbolo químco Ts e número atómico 117, e que se tornou o mais recente membro da família dos halogénios na Tabela Periódica.

    1. O Tenesso foi descoberto no ano de 2010 pelo Instituto Conjunto de Pesquisa Nuclear (JINR), formado por cientistas da Rússia e dos Estados Unidos.
    2. A existência desse elemento foi confirmada em 2016, sendo formalmente nomeado pela IUPAC Tenesso, homenageando o estado do Tennessee, nos EUA, onde geograficamente está um dos institutos que contribuíu para a descoberta.

    Anteriormente, o elemento tinha o nome provisório de Ununséptio, que deriva do seu número atómico em latim “um, um, sete”. : Ano Internacional da Tabela Periódica

    Qual é o elemento de Z 25?

    Imagem do símbolo químico do Manganês (Mn) e suas aplicações. O Mn tem número atômico (Z) = 25 e Massa Atômica (A) = 55, está localizado no grupo 7 ou família 7B e no 4º período da tabela periódica dos elementos químicos, sua distribuição eletrônica é K2 L8 M13 N2.

    Como se divide a Tabela Periódica?

    Famílias ou grupos da tabela periódica – A tabela periódica é dividida em 18 grupos, compostos por elementos com propriedades físico-químicas similares e padrão bem definido em suas propriedades periódicas. São referidos pela própria numeração (1 a 18) ou por alguns nomes específicos (veja tabela abaixo).

    O elemento hidrogênio é um caso particular. Apesar de estar localizado no grupo 1, ele não possui propriedades semelhantes aos demais elementos desse grupo. Uma característica comum e importante dos elementos químicos que compõem cada grupo é possuir a mesma quantidade de elétrons na camada de valência,

    O número de elétrons de valência é uma importante característica química, pois define a estabilidade e a reatividade de um elemento químico. Por exemplo, os elementos do grupo 1 possuem apenas um elétron na camada de valência, já os elementos do grupo 18 possuem a valência completa, isto é, oito elétrons.

    1. Na prática, isso significa que os elementos do grupo 18 são menos reativos e mais estáveis do que os elementos do grupo 1.
    2. Para se referir aos grupos, é comum usar sua numeração, o nome do primeiro elemento ou ainda alguns nomes específicos, que foram sendo cunhados com o tempo em razão das propriedades ou origem natural dos elementos.

    TABELA INDICANDO CARACTERÍSTICAS DOS GRUPOS DA TABELA PERIÓDICA

    Número do grupo Nome Número de elétrons de valência
    1 Metais alcalinos 1
    2 Metais alcalinoterrosos 2
    3-12 Metais de transição 2
    13 3
    14 4
    15 5
    16 Calcogênios 6
    17 Halogênios 7
    18 Gases nobres 8

    Antes, era comum utilizar os termos grupo e família como sinônimos e as letras A e B para se referir aos lados esquerdo e direito da tabela. Atualmente, o termo “grupo” deve prevalecer para se referir às colunas da tabela periódica, e não se usa mais as denominações A e B, sendo os grupos numerados de 1 a 18.

    Como e a distribuição na tabela periódica?

    As camadas eletrônicas (K, L, M, N, O, P, Q) representam os períodos (linhas 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7) na Tabela Periódica. Para saber de qual família (coluna) o átomo é, podemos contar quantos elétrons existem na camada de valência ou no subnível mais energético.

    Quantas camadas tem a tabela periódica?

    Períodos e Famílias da Tabela Periódica Na Tabela Periódica, os elementos químicos estão dispostos em ordem crescente de número atômico, o que faz com que eles estejam posicionados em colunas horizontais (períodos) e colunas verticais (famílias). A Tabela Periódica apresenta sete colunas horizontais, portanto, sete períodos, que indicam a quantidade de níveis que um átomo de um elemento apresenta.

    Isso quer dizer que, quanto maior o número do período do elemento, maior será a quantidade de níveis que cada um dos átomos do elemento apresenta. Se um determinado elemento está posicionado no 5 o Período da Tabela Periódica, por exemplo, quer dizer que cada um de seus átomos apresenta cinco níveis eletrônicos ou cinco camadas eletrônicas.

    Veja alguns exemplos:

    Na (terceiro período) = seus átomos apresentam três níveis; Po (sexto período) = seus átomos apresentam seis níveis; H (primeiro período) = seus átomos apresentam um nível; Cu (quarto período) = seus átomos apresentam quatro níveis.

    As colunas verticais, que são em número de 18, são denominadas de famílias, A Tabela apresenta 18 colunas, que formam apenas 16 famílias divididas em oito do tipo A e oito do tipo B. Representação das 18 colunas verticais da Tabela Periódica As famílias A são formadas pelas duas primeiras e pelas seis últimas colunas verticais da Tabela. Sendo assim, cada uma das colunas recebe a seguinte indicação:

    coluna 1 = Família IA (com exceção do Hidrogenio-quadrado azul na tabela) coluna 2 = Família IIA coluna 13 = Família IIIA coluna 14 = Família IVA coluna 15 = Família VA coluna 16 = Família VIA coluna 17 = Família VIIA coluna 18 = Família VIIIA

    Representação das famílias “A” da Tabela Periódica Não pare agora. Tem mais depois da publicidade 😉 Já as famílias B são compostas pelas colunas de 3 a 12. É importante observar que temos um total de 10 colunas que formam as famílias B. Por que então só consideramos oito famílias? Os elementos químicos que compõem as colunas 8 (coluna do ferro), 9 (coluna do cobalto) e 10 (coluna do níquel) apresentam características semelhantes e, por isso, consideramos essas três colunas como sendo uma única família.

    coluna 3 = Família IIIB coluna 4 = Família IVB coluna 5 = Família VB coluna 6 = Família VIB coluna 7 = Família VIIB coluna 8, 9 e 10 = Família VIIIB coluna 11 = Família IB coluna 12 = Família IIB

    Representação das Famílias B da Tabela Periódica Observação: As duas colunas horizontais localizadas do lado de fora da Tabela Periódica pertencem, respectivamente, ao sexto e sétimo períodos da família IIIB. Elas foram posicionadas assim para não descaracterizarem a tabela, já que cada uma delas apresenta 15 elementos diferentes. Representação do sexto e sétimo períodos da família IIIB : Períodos e Famílias da Tabela Periódica

    Quais são os elementos mais Eletropositivos da tabela periódica?

    O frâncio (Fr) é considerado o elemento químico mais eletropositivo da tabela periódica, enquanto o Flúor (F) é o menos eletropositivo. Essa hierarquização é definida de acordo com a escala de Pauling – instrumento que mede os valores de eletronegatividade dos elementos.

    Como reconhecer a configuração de um átomo na tabela periódica?

    As camadas eletrônicas (K, L, M, N, O, P, Q) representam os períodos (linhas 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7) na Tabela Periódica. Para saber de qual família (coluna) o átomo é, podemos contar quantos elétrons existem na camada de valência ou no subnível mais energético.